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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Check-up residencial minimiza os riscos de acidentes domésticos com idosos



Realizar um check-up residencial preventivo pode diminuir os riscos de acidentes domésticos com idosos. Retirar móveis e incluir itens de segurança são iniciativas capazes de evitar acidentes, fraturas e até salvar vidas. Segundo dados do Sistema Único de Saúde (SUS), 75% das lesões sofridas por pessoas com mais de 60 anos são causadas por acidentes domésticos. Escadas sem corrimão, mobiliário e tapetes soltos e piso escorregadio são apenas algumas das armadilhas espalhadas pela casa que podem levar a acidentes domésticos graves envolvendo a população idosa.

A fim de reduzir esse quadro negativo e transformar a casa de milhares de idosos em um ambiente mais confortável, o doutor José Sallovitz, cardiologista e coordenador médico da Allianz Global Assistance, líder global em serviços de assistência, separou dicas importantes que podem contribuir para tornar o ambiente residencial mais seguro e minimizar as chances de acidentes com idosos dentro de casa:


Elimine os tapetes 

A dificuldade que os idosos podem ter durante uma caminhada, com passos mais lentos e arrastados, facilita escorregões e tropeços. Por isso, a presença de tapetes se transforma em uma emboscada. “O ideal é retirar todos os tapetes de casa, mas caso a pessoa não abra mão, ela deve optar pela versão antiderrapante”, destaca Sallovitz.


Iluminação e interruptores de fácil acesso

“Investir em uma boa iluminação em todos os cômodos da casa é uma ótima opção. Além disso, outro item que merece atenção são os interruptores”, afirma o doutor. Os interruptores devem estar acessíveis para impedir que o idoso tenha que andar no escuro até encontrá-los. Para diminuir o risco, instale mais de um interruptor, como, por exemplo, um próximo à porta e outro ao lado da cama. “Outra opção é manter do lado da cama um abajur e um telefone com números de emergência”, finaliza José.


Barras de segurança 

Instalar barras laterais nos boxes dos chuveiros, escadas e nos corredores ajudam a evitar quedas. O doutor comenta: “A maioria das quedas ocorre no banheiro, por isso existe a necessidade de barras como suporte e pontos de apoio. Nesta idade, de maneira geral, as pessoas apresentam alterações no equilíbrio, e as barram ajudam nos afazeres cotidianos”.


Mudanças no banheiro

O vapor do banho, o trilho do box e o tapete de banheiro são verdadeiros vilões quando o assunto é segurança dos idosos. Um dos cômodos mais frequentados durante o dia merece atenção especial. “Quando o equilíbrio está comprometido, incluir uma cadeira de banho pode ser a melhor opção. Para que o idoso tenha uma visão clara, os móveis e as louças devem ter cores que contrastam com o piso e azulejo, como, por exemplo, se o banheiro tem paredes e chão brancos, a pia e o vaso sanitário devem ser de outra cor”.


Evite móveis em locais de passagem

Retirar os móveis que impedem a livre circulação pode facilitar a locomoção entre os cômodos. Cômodas e mesas de centro são móveis que podem provocar um acidente. “Evite também vasos em ambientes de alta circulação. Quanto mais livre estiver o caminho, menores são as chances de quedas”, alerta Sallovitz.


Cuidado com animais

Que os animais de estimação trazem benefícios ao dia a dia do idoso todos já sabem, mas é preciso tomar algumas atitudes para que essa companhia não se torne um pesadelo. Dr. José Sallovitz explica: “Evite deixar os brinquedos do pet pelo caminho. Escolher as mobílias e piso que se diferenciam da cor dos animais também é importante para evitar tropeções”.


Colchão e cama na altura certa

Na terceira idade, adaptar a altura do colchão e da cama se torna um item necessário. Aumentar ou diminuir os pés da cama, por exemplo, facilita na hora do idoso se deitar e levantar. “Se for possível, investir em colchões articuláveis com controle remoto se torna uma boa alternativa”, alerta Dr. Sallovitz.


Poltronas e cadeiras

Do mesmo modo que a cama deve estar na altura certa, cadeiras e poltronas devem seguir um padrão para evitar quedas. O doutor destaca que: “O ideal é optar por cadeiras e poltronas que tenham braços. Ter um apoio para se levantar ou sentar ajuda no equilíbrio e proporciona maior segurança”.




O que você vai ser quando crescer?



A clássica pergunta sempre feita às crianças e adolescentes — “O que você vai ser quando crescer?” — ganhou um sentido mais amplo e literal no contexto das fulminantes transformações tecnológicas e na estrutura do trabalho verificadas neste século. À dúvida entre as atividades já existentes — advogado, médico, engenheiro, administrador, economista, professor, jornalista... ? — soma-se a incógnita relativa a profissões que sequer foram criadas.

Pode parecer ficção sociológica futurista, mas não é. Um estudo do Fórum Econômico Mundial, intitulado Futuro do Trabalho, ressalta que 65% das crianças que estão começando o Ensino Fundamental terão atividades profissionais que ainda não existem. As mudanças serão estruturais, estima pesquisa da consultoria McKinsey, salientando que para cada posto de trabalho eliminado pela tecnologia, 2,4 novos serão criados, principalmente em startups
Nesse novo cenário, o grande desafio para garantir a empregabilidade humana na quarta revolução industrial encontra-se na educação. Este é um problema sério para países como o Brasil, nos quais o setor tem sido negligenciado durante muitos anos e sequer consegue cumprir com qualidade mínima a missão tradicional de alfabetizar, ensinar as quatro operações e os conhecimentos básicos. 

Além da precariedade escolar, o nosso modelo de educação, a despeito de uma ou outra reforma pontual, foi criado há muito tempo e está longe de atender às demandas relativas à formação das presentes e futuras gerações. Assim, o Brasil, para se converter de fato em nação competitiva, de renda alta e mais desenvolvida, terá de fazer uma dupla lição de casa na área da educação: recuperar o tempo perdido na estruturação de um sistema público de ensino eficaz e de excelência e, ao mesmo tempo, prover os novos saberes que se exigem cada vez mais.

E quais são esses conhecimentos e habilidades já presentes no currículo de escolas de alguns países desenvolvidos? Capacidade de solucionar problemas e enfrentar situações críticas; criatividade; inteligência emocional; familiaridade com as tecnologias da informação; desenvoltura na comunicação e nas formas de expressão; facilidade de aprender rapidamente novos conceitos; e formação multidisciplinar.

Infelizmente, estamos atrasados no processo de inserção do ensino na nova era do trabalho. Num momento em que o mundo discute e implementa esses avanços, ainda estamos patinando na aprovação do novo currículo nacional mínimo, continuamos pagando mal os professores, assistindo a uma interminável sequência de fraudes e vícios nas licitações para compra de materiais escolares para o sistema público e taxando com impostos altíssimos os cadernos, lápis, canetas, réguas e outros produtos essenciais ao aprendizado de nossas crianças.

Diante desse desafio, que se torna ainda mais complexo no atual cenário nacional de instabilidade política e crise econômica, é preciso reformular e direcionar a clássica pergunta sobre o futuro às autoridades federais, estaduais e municipais da área da educação: o que vocês querem que o Brasil seja quando nossas crianças crescerem?




Rubens F. Passos - economista pela FAAP e MBA pela Duke University, é presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (ABFIAE) e presidente do Conselho da Enactus Brasil. 




Condomínio: como evitar fragilidades nos portões de entrada para carros?



Para inibir invasões, roubos e furtos é necessário investir e planejar ações que combatam fragilidades


Falha de segurança e portão de entrada de veículos é muito comum nos noticiários sobre crimes praticados contra condomínios. Desatentos, muitos moradores não dão a real atenção necessária a entrada de veículos. Atualmente, muitas ações de criminosos se iniciam por alguma falha de segurança na portaria do estacionamento – alguns condomínios nem mesmo possuem um porteiro de plantão, o que facilita ainda mais a entrada de bandidos. Qualquer coisa como uma placa de veículo ou o controle da garagem, que forem clonados, podem gerar problemas.

Essas fragilidades dos portões da garagem devem ser evitadas com medidas simples, a começar pelo próprio controle remoto do portão que deve ser anticlonagem e com sistema de acionamento de pânico que possa notificar o porteiro caso ocorra algum incidente. O sistema de controle é importante porque quando o portão for acionado ajuda a identificar se é realmente o morador ou não, mas mesmo assim é fundamental conferir os dados do veículo e realizar uma identificação visual minuciosa para verificar se é mesmo o condômino em questão. O que pode facilitar muito também são as regras internas de identificação das pessoas realizada na maioria das vezes pelos próprios condôminos.

É de extrema importância que os porteiros, ao abrir os portões de entrada, não identifiquem somente através de placas ou reconhecimento dos carros; é necessário também verificar de fato quem está dentro do veículo. Além disso, são as próprias atitudes preventivas dos condôminos que podem auxiliar, e muito, o trabalho do porteiro para liberar o portão de entrada.

Visto isso, investir em profissionais de portaria qualificados e treinados é vantajoso, pois evita riscos à segurança e qualquer prejuízo aos condôminos.

 Não se deve contratar qualquer pessoa para esta função e é aconselhável a contratação realizada através de uma empresa terceirizada que ofereça apenas profissionais preparados e capacitados, pois o colaborador para a função certamente precisa ser uma pessoa de confiança. Além de estar sempre em alerta, o porteiro precisa saber ler, ter facilidade de memorização e concentração. Estas qualificações são fundamentais ao recrutar e selecionar pessoas, porque o ideal é escolher sempre perfis de profissionais capazes e adequados para cada trabalho. Investimento e pessoal qualificado, então, estão fortemente relacionados a um bom resultado quanto à segurança.

É por isso que de nada adianta ter pressa para liberar a entrada de automóveis no condomínio se isto pode proporcionar brechas de vulnerabilidade e resultar na invasão de 'espertalhões' no domicílio.




Amilton Saraiva - especialista em condomínios da GS Terceirização (http://www.gsterceirizacao.com.br/).






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