“Não se trata de apagar marcas do tempo, mas de cuidar da pele e do corpo com consciência”, explica a médica Denise Ozores.
A menopausa já não combina com estereótipos
ultrapassados. Se antes era imaginada como o início da invisibilidade feminina,
hoje é vivida com protagonismo. Celebridades e mulheres comuns estão ressignificando
essa fase: Jennifer Lopez brilhou no palco do Super Bowl aos 50 anos com fôlego
de superstar, enquanto no Brasil, Maitê Proença mostra que maturidade também
pode ser sinônimo de vitalidade, pele viçosa e autoestima elevada. Esses
exemplos públicos ajudam a desmontar a visão antiga de que a menopausa seria
sinônimo de apagamento social e estético.
Essa transformação cultural reflete-se no
consultório. Cada vez mais mulheres acima dos 45 e 50 anos buscam cuidados
estéticos não apenas para o rosto, mas também para o corpo inteiro, incluindo
regiões antes pouco mencionadas como o bumbum. A harmonização glútea e os
tratamentos contra a celulite deixaram de ser tabu para quem atravessa o
climatério. A queda do estrogênio pode acentuar a flacidez e os furinhos na
pele, mas a tecnologia atual oferece alternativas que unem ciência e
autoestima: bioestimuladores de colágeno, radiofrequência e protocolos
personalizados capazes de devolver firmeza e suavidade à pele.
A dermatologista Denise Ozores, especialista em
beleza natural, viveu na própria pele esse processo. “Quando entrei na
menopausa, aos 45 anos, notei mudanças rápidas na textura da pele,
principalmente a celulite, que se acentuou de forma inesperada. Procurei um
tratamento logo no início e isso fez toda a diferença, não só nos resultados
estéticos, mas na minha autoestima. Hoje consigo compartilhar essa experiência
com as minhas pacientes, porque sei exatamente o que elas sentem nessa fase.”
O que começou como uma busca pessoal acabou se tornando
parte do trabalho diário de Denise. Entre os protocolos que ela indica está o
GoldIncision, técnica brasileira reconhecida internacionalmente que atua tanto
na causa da celulite quanto na melhora da firmeza da pele. “O GoldIncision ajuda
a suavizar os furinhos e devolver consistência ao tecido, inclusive no bumbum,
que muitas mulheres achavam que não poderiam mais tratar depois da menopausa.
Esse tipo de recurso mostra que não existe idade para cuidar da pele e do
corpo.”
No fim, a mensagem é clara: a cara da menopausa
mudou. Sai de cena a imagem da mulher resignada; entra a mulher madura, dona de
sua história e de suas escolhas, seja para exibir cabelos brancos com orgulho
ou para investir em um tratamento que a faça se sentir mais bonita. O espelho
hoje reflete mulheres que seguem escolhendo como querem se ver.
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