Estudo global da Nicorette® revela que a intervenção de amigos e familiares (16%) e o nascimento de um filho (12%) também impulsionam as pessoas a deixarem de fumar.
Um estudo globalmente representativo¹ apresentado pela Nicorette®, marca da
Kenvue e pioneira em terapias de reposição de nicotina, revela os principais
motivos que levam milhões de pessoas ao redor do mundo a tentarem parar ou
reduzir o consumo de cigarro. A recomendação médica aparece como a principal
motivação para 22% dos indivíduos que tentam abandonar ou reduzir o uso de
nicotina. Em seguida, a influência de amigos e familiares e as preocupações com
a saúde são citadas por 16% como fatores determinantes. O nascimento de um
filho (12%) e a gravidez (11%) também foram destacados como razões importantes
no estudo.
O uso de tabaco
continua sendo uma das principais causas evitáveis de morte no mundo,
responsável por mais de 8 milhões de óbitos anuais, segundo a Organização
Mundial da Saúde (OMS). A OMS também aponta que mais de 1,2 milhão dessas
mortes são decorrentes da exposição ao fumo passivo, e que quase 80% dos 1,1
bilhão de fumantes no mundo vivem em países de baixa e média renda.
Atualmente, cerca
de 1,25 bilhão de pessoas ainda fumam globalmente, com uma estimativa de 20
milhões de fumantes no Brasil. O país se destaca pelo progresso na redução do
consumo de tabaco, com uma queda de 35% no número de fumantes desde 2010, de
acordo com a OMS.
“Esses dados nos
ajudam a entender melhor como as pessoas se sentem em relação ao tabagismo e
nos permitem criar iniciativas mais direcionadas para apoiar quem deseja parar
de fumar”, explica Anna Lacerda, gerente de Assuntos Médicos da Kenvue.
Como parte de seus
esforços para o Dia Nacional do Combate ao Fumo, a Nicorette® está oferecendo
um guia gratuito com orientações sobre como iniciar e manter a jornada para
parar de fumar. O material inclui dicas práticas, sugestões de autocuidado,
conteúdos motivacionais e informações importantes sobre o impacto do tabagismo.
O guia serve como uma ferramenta acessível para quem busca se libertar da
dependência de nicotina e está disponível desde maio nas principais redes de
farmácias do Sudeste do Brasil, ajudando a expandir o acesso à informação e a
apoiar milhares de pessoas em sua busca por saúde e liberdade.
Esperança por
um futuro melhor, vergonha e busca por liberdade impulsionam a cessação do
tabagismo
Quando
questionados sobre como se sentiram durante a tentativa mais recente de parar
de fumar, os participantes revelaram importantes fatores emocionais. Cerca de
34% mencionaram o desejo de “um futuro mais saudável”; 33% disseram querer “se
sentir melhor consigo mesmos” — muitos devido à vergonha do cheiro de cigarro
ou à preocupação com seus entes queridos — e 29% relataram querer “se libertar
do vício”.
Quando e onde
tentar parar faz diferença — e muita
Além dos fatores
emocionais, o estudo¹ também mapeou os contextos mais favoráveis para tentar
reduzir o uso de nicotina. Estar sozinho em casa foi identificado como o
cenário ideal para 23% dos entrevistados, pois reduz influências externas e
permite relaxar ou realizar tarefas domésticas.
Em seguida, estar
em casa com a família ou amigos próximos (13%) e interações sociais em bares ou
eventos noturnos (13%) foram apontados. De acordo com o estudo, o apoio de
familiares e amigos pode impactar positivamente a forma como os indivíduos
enxergam seus hábitos, enquanto ambientes sociais, como baladas ou eventos,
podem trazer tanto pressão social quanto restrições legais.
“Mesmo em momentos
de intimidade ou lazer, o cigarro continua presente. Por isso, é crucial
entender o contexto social e emocional para oferecer alternativas eficazes”,
observa Lacerda.
Políticas
públicas e apoio para parar de fumar
Em parceria com o
Ministério da Saúde, a Kenvue tem fortalecido os esforços de cessação do
tabagismo ao fornecer 2.377.710 unidades de Nicorette em 2025. Essa iniciativa
permite que cerca de 2.830 pacientes completem o tratamento com terapia de
reposição de nicotina por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Além disso, o produto recebeu uma redução de 60% na carga tributária com a nova
reforma fiscal, ampliando ainda mais o acesso ao tratamento.
“Sabemos que o
tabagismo tem diminuído ao longo dos anos, mas a luta ainda não acabou. O risco
de complacência é real — especialmente com o aumento dos dispositivos
eletrônicos e as tentativas da indústria de reposicionar seus produtos como
modernos ou inofensivos”, conclui a especialista.
Saiba mais em: Link.

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