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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Saúde recebe mais 3,3 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Fiocruz

Com essa remessa, mais de 50,9 milhões de doses do imunizante terão sido entregues à pasta

 

Mais 3,3 milhões de doses da vacina Covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz foram entregues ao Ministério da Saúde nesta sexta-feira (4/6). O imunizante é produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

As doses devem ser distribuídas para os estados e Distrito Federal nos próximos dias, conforme determinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Do total, 134 mil doses foram destinadas ao estado do Rio de Janeiro diretamente.

A estratégia de distribuição da vacina Covid-19 é revisada semanalmente em reuniões entre União, estados e municípios. A medida observa as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios.

O objetivo do processo em conjunto é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante. No caso da vacina da Fiocruz, o intervalo entre as doses é de 12 semanas.

Com essa remessa, a Fundação atinge a marca de 50,9 milhões de doses entregues ao Ministério da Saúde. Desse total, 46,9 milhões de doses da vacina foram produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e 4 milhões de doses foram importadas prontas do Instituto Serum, da Índia.

Desde o início da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19, já foram destinadas mais de 102 milhões de doses de imunizantes dos laboratórios contratados para todo o País.

A distribuição realizada até o momento já permitiu a aplicação de doses em 18 dos 28 grupos prioritários do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO), definidos de acordo com os riscos maiores de agravamento da doença e sua vulnerabilidade social. O objetivo é reduzir os casos e óbitos e garantir a manutenção dos serviços de saúde e dos serviços essenciais.


Ministério da Saúde


Dia Mundial dos Oceanos terá mutirão de limpeza na Baía Afonso Wippel

Concentração está marcada para começar às 8h da manhã, com café da manhã, na Marina Itajaí. 

 

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a poluição dos oceanos a Marina Itajaí vai realizar, no Dia Mundial dos Oceanos, a primeira edição o mutirão de limpeza “Baía Limpa”. A ação de limpeza da Baía Afonso Wippel, em Itajaí, SC, será realizada na próxima terça-feira (8), com início da concentração de voluntários às 8h da manhã na Marina Itajaí. Interessados em ajudar como voluntários podem realizar a inscrição por meio do link: http://bit.ly/baialimpa , sendo que o número de voluntários também será limitado, para evitar aglomeração. 

“Como um dos componentes de engajamento da população quanto à problemática do lixo marinho, a Marina Itajaí estimula e convida todos os cidadãos, entidades, ONGs e grupos a participarem, com o objetivo de combater juntos um dos maiores desafios ambientais de nossos tempos”, convida o diretor da Marina Itajaí, Carlos Gayoso de Oliveira.

Segundo estudo recente publicado pela revista Science Advance, o Rio Itajaí Açu está na lista dos mil rios mais poluídos por plásticos do mundo. O rio lidera o ranking entre os 10 maiores rios poluidores em Santa Catarina, com despejo de 641 toneladas de lixo plástico por ano que acabam indo parar no fundo do oceano.

 

Como funcionará o Mutirão de Limpeza

A concentração dos voluntários terá início às 8h com um café da manhã e a abertura oficial está marcada para às 8h30min, com a entrega do kit de limpeza na Marina Itajaí. A partir das 9h as equipes iniciarão a limpeza das margens da Baía Afonso Wippel por terra. As normas sanitárias por conta da pandemia de Covid-19 serão respeitadas, com distribuição de álcool gel e uso obrigatório de máscaras. 



Programação do dia:

08:00 – Recepção dos participantes - café da manhã;
08:30 – Introdução à atividade e entrega dos kits;
09:00 – Coleta de lixo na baía Afonso Wippel;
10:30 – Contabilização dos resíduos coletados;
11:00 – Fim das atividades.


Poluição dos mares


Estudos mostram que, caso medidas concretas não sejam tomadas, até 2050 haverá mais plástico do que peixe nos oceanos. De acordo com dados da ONU, todos os anos, 13 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos e às espécies marinhas que, muitas vezes, confundem o plástico com alimento e morrem ao tentar ingerir esses resíduos. 

“Muitas pessoas não se dão conta que não são só os animais marinhos que sofrem com a invasão plástica nos oceanos, porque nós também consumimos plástico por meio da cadeia alimentar e as consequências à nossa saúde ainda são desconhecidas. Precisamos cuidar do meio ambiente e a Marina Itajaí entende seu importante papel de conscientização na Foz do Rio Itajaí-Açu”, conclui o diretor.



Sobre a Marina Itajaí

Com início das operações em 2016, a Marina Itajaí está localizada no centro de Itajaí, SC, ao lado do Centreventos. Oferece 355 vagas, sendo 155 vagas secas e 200 vagas molhadas. Modernos equipamentos como ForkLift para até 12 toneladas e TravelLift para até 75 toneladas, são um diferencial na sua configuração, além do posto de combustível com bandeira BR, sendo a única marina no sul do país com Diesel Verana. Possui espaço gastronômico com dois restaurantes internacionais, o Zephyr Seafood & Nikkei e o Amare Cozinha e Bar, com amplo estacionamento, ponto de carregamento de carros elétricos e heliponto. É a única marina do Brasil com certificação internacional ISO 14.001/2015 relacionado ao sistema de gestão ambiental.

www.marinaitajai.com

 

É amanhã, dia 5 de junho, a abertura de inscrições para o Bolsas FUNBIO

Quarta edição do programa será lançada pelo FUNBIO e Instituto Humanize


O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), em parceria com o Instituto Humanize, abre amanhã, dia 5 de junho, as inscrições para a quarta edição do seu programa Bolsas FUNBIO – Conservando o Futuro. Este ano, a iniciativa também recebe o apoio da Eurofins Foundation. Ao todo, R$ 1 milhão será destinado ao programa. As propostas devem ser enviadas pelo site do FUNBIO até as 23h59 de 1º de agosto de 2021.

 

Criado em 2018, o programa beneficia estudantes de mestrado e doutorado com bolsas para pesquisas de campo. Os valores são de até R$ 20 mil e R$ 38 mil respectivamente.

 

O processo seletivo é composto por 3 etapas, consecutivas e eliminatórias: inscrição e enquadramento; análise do projeto, cartas de recomendação e demonstração de interesse; e classificação final das melhores propostas. A divulgação dos resultados está prevista para dezembro. Eles serão disponibilizados no site do FUNBIO e anunciados pelas redes sociais.

 

Os trabalhos devem estar relacionados a um dos seguintes eixos temáticos:


·        Conservação, manejo e uso sustentável de fauna e flora;


·        Recuperação de paisagens e áreas degradadas;


·        Gestão territorial para a proteção da biodiversidade;


·        Mudanças climáticas e conservação da biodiversidade.

 

O Programa Bolsas FUNBIO – Conservando o Futuro é lançado a cada ano no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente e aniversário do FUNBIO, que este ano completa 25 anos. A iniciativa representa um estímulo à pesquisa científica nacional, além da criação de redes de conhecimento e de uma nova geração de líderes. O programa considera todas as regiões do Brasil, dentre os 97 bolsistas já apoiados, 61% são mulheres e 39% são homens - divididos entre 79 doutorandos e 18 mestrandos, de 36 instituições de 20 estados do Brasil + DF.


 

Sobre o FUNBIO

funbio.org.br

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) é uma instituição nacional privada, sem fins lucrativos, que trabalha em parceria com os setores governamental e empresarial e a sociedade civil para que recursos estratégicos e financeiros sejam destinados a iniciativas efetivas de conservação da biodiversidade. Desde o início das atividades, em 1996, o FUNBIO já apoiou 340 projetos que beneficiaram 278 instituições em todo o país. Entre as principais atividades realizadas estão a gestão financeira de projetos, o desenho de mecanismos financeiros e estudos de novas fontes de recursos para a conservação, além de compras e contratações de bens e serviços.


 

Sobre o Instituto Humanize

ihumanize.org

O Instituto Humanize tem como objetivo estimular o desenvolvimento sustentável e a geração de renda, por meio do apoio à atuação estratégica de entidades que desenvolvem ações voltadas para a educação de qualidade, a gestão pública, o empreendedorismo e negócios de impacto social, a conservação e o uso sustentável do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida no Brasil.


Apneia do sono e o impacto no trabalho

Pesquisas mostram como a doença interfere na produtividade do profissional

 

Cerca de 50% dos brasileiros tiveram o sono afetado desde o início da pandemia1. Nos Estados Unidos, os problemas recorrentes de noites mal dormidas, causam uma perda anual de mais de R$ 100 bilhões de reais1. As pessoas com insônia crônica são menos produtivas e têm um desempenho pior que as que dormem bem. Estima-se que os prejuízos em torno dessa baixa produtividade sejam de cerca de R$ 4 mil por funcionário, segundo estudo2 norte-americano publicado na revista científica Sleep.

Não apenas a privação, mas a baixa qualidade do sono pode afetar as funções cognitivas do indivíduo. Diversos distúrbios podem ser a causa de noites mal dormidas. A apneia está entre eles. Em um estudo amostral em indivíduos com acesso a rede de saúde, mais de 80% dos afetados pela apneia do sono nunca haviam sido diagnósticados3. A estimativa atual é de que 936 milhões de pessoas sejam acometidas pela apneia do sono em todo o mundo4. Ela produz uma redução na efetividade do sono, gera sonolência diurna e pode ter um impacto similar sobre a produtividade.

Entre os fatores de risco para apneia obstrutiva do sono podemos listar sobrepeso e obesidade, circunferência cervical aumentada, sexo masculino, meia-idade, diagnóstico de hipertensão arterial, uso de álcool ou medicações sedativas, anormalidades na via aérea, ronco e histórico familiar prévio5, embora muitos pacientes recém-diagnosticados sejam mulheres. 

O uso de terapia com pressão positiva contínua nas vias respiratórias (CPAP) durante o sono é o tratamento padrão para essa condição. “A utilização é feita adaptando-se uma máscara ao rosto, por onde é administrado um fluxo de ar que vai permitir a respiração normal. O bom resultado dependerá do comprometimento do paciente com o tratamento”, diz Fernanda Murakami, líder em inovações clínicas da ResMed LATAM.

A ResMed, uma das maiores fabricantes mundiais de soluções para o tratamento de apneia, proporciona ao paciente máscaras confortáveis e dispositivos de fácil utilização, além da possibilidade de telemonitorização no tratamento, recurso que facilita a adesão do paciente, características clinicamente comprovadas para melhorar a adesão do paciente em até 87%. Malhotra A et al. Chest 2018

“Usando a tecnologia na avaliação do uso do CPAP em muitos pacientes no Brasil, México e Estados Unidos, realizamos um trabalho recente mostrando que a adesão, em média, é muito boa (75% atingem um bom critério de uso após 1 ano de tratamento com a telemonitorização ao longo de um ano”, explica o Dr Luciano Drager, (médico cardiologista, especialista em medicina do sono e vice-presidente da ABMS). J Clin Sleep Med. 2021 Apr 1;17(4):703-709.

Além das máscaras e equipamentos de CPAP, a ResMed também possui equipamentos com algoritmo para ajuste automático de pressão (APAP) e equipamentos de terapia bi-nível, também utilizados no tratamento da apneia do Sono6. “Nosso portfólio possui diversas soluções com conectividade, para permitir a terapia adequada para as necessidades de cada paciente”, acrescenta Fernanda Murakami, líder em inovações clínicas da ResMed LATAM.

 

ResMed

https://www.resmed.com.br/

 

Referências:

  1. Correio Braziliense 2011. Available at: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2011/10/02/interna_ciencia_saude,272253/pesquisa-revela-que-insonia-afeta-produtividade-profissional-e-vida-pessoal.shtml
  2. Kessler RC et al. SLEEP 2011. Available at: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21886353/
  3. Young T et al. SLEEP 1997. Available at: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9406321/
  4. Benjafield AV et al. Lancet Resp Med 2019. Available at: https://www.thelancet.com/journals/lanres/article/PIIS2213-2600(19)30198-5/fulltext
  5. American Association of Sleep Medicine. Available at: https://sleepeducation.org/sleep-disorders/sleep-apnea/
  6. ResMed. Available at: https://www.resmed.com.br/apneia/opcoes-treatment

 

 

 


Dia Mundial do Meio Ambiente: Programa promove práticas sustentáveis e incentiva educação ambiental em São Paulo

Além do plantio de centenas de árvores, o PAVS CEJAM já coletou 30 toneladas de resíduos especiais na capital paulista


A restauração de ecossistemas é o tema proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2021 em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho. Neste contexto, a entidade pretende gerar conscientização para o plantio de árvores, criação de cidades verdes, restauração de jardins, mudança na alimentação e limpeza de rios e encostas.

Este é exatamente parte do trabalho desenvolvido pelo Programa Ambientes Verdes e Saudáveis (PAVS),incorporado, em 2015, pelo CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, com a finalidade de desenvolver projetos que favoreçam a educação ambiental, promoção de saúde e a prevenção de doenças.

“A revitalização de espaços públicos, criação de hortas com o incentivo da alimentação saudável, gerenciamento de resíduos sólidos, convivência saudável com os animais, processos de trabalho sustentáveis e o acesso à cultura e comunicação, estão entre os principais pilares do trabalho que desenvolvemos”, explica Everton Tumilheiro Rafael, gestor local do PAVS CEJAM. 

Presente em 30 Unidades Básicas de Saúde dos bairros Jardim Ângela e Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo, sob gestão do CEJAM, o programa, criado pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, se propõe a promover mudanças que façam a diferença na vida das pessoas que passam por ele e, consequentemente, na forma como elas se relacionam com o meio ambiente.

“Essa transformação acontece desde um simples abraço a um catador, que é marginalizado pela sociedade, até nos resultados de diminuição de casos de dengue em um território”, compartilha o gestor. 

O programa quer mostrar que as práticas sustentáveis não precisam ser complexas. Com pequenas atitudes como separar o lixo corretamente, economizar água e energia elétrica, cuidar melhor dos espaços públicos e dos animais, já é possível tornar o mundo um lugar mais agradável para todos.

Ações desenvolvidas pelo PAVS CEJAM 

Por meio do Projeto “Devolva-me”, o programa já coletou mais de 20 toneladas de óleo de cozinha usado; cinco toneladas de lixo eletrônico; mais de quatro toneladas de pilhas e baterias usadas e cerca de três toneladas de radiografias obsoletas. 

Ao longo de seis anos, o PAVS já realizou cerca de 150 mil visitas socioambientais domiciliares, revitalizou mais de 100 espaços públicos e plantou, com o apoio de crianças e adultos da comunidade, mais de 1.500 árvores, bem como implementou 50 hortas em ações como o “Encontro de Horteiros”, criado para unir pessoas que já conhecem ou têm o desejo de aprender sobre o assunto.  

Segundo Everton, o programa também foi responsável por mudanças significativas nas UBS, com a implantação de coleta seletiva pública nas 30 unidades, além da erradicação do uso interno de copos descartáveis em boa parte delas. Outro destaque foi a implantação de sistemas de captação de água de chuva para fins não potáveis em dez unidades.

Como forma de agradecimento e cuidado aos catadores de materiais recicláveis da região, o programa fortaleceu o acompanhamento médico a estas pessoas, tendo em vista os desafios desses profissionais no cuidado com a saúde. Até o momento, cerca de 300 pessoas são acompanhadas. 


Cuidados com o meio ambiente durante a pandemia

Apesar dos impactos causados pela pandemia, é possível perceber como positivas algumas mudanças que o novo momento tem trazido à vida das pessoas. “Mesmo com o momento caótico em que vivemos, esperançosamente, algumas pessoas têm aproveitado a pandemia para tornar seus hábitos mais saudáveis e sustentáveis, buscando cultivar em pequenos espaços, se relacionando melhor com seus animais, evitando o consumismo excessivo”, observa Rafael.

“Cuidar do meio ambiente vem da premissa de que não estamos sozinhos no mundo. Aprender a ter bons hábitos de higiene, respeitar o espaço do outro, se alimentar melhor e saber conviver com todos os animais são algumas das práticas que podem contribuir para evitarmos desastres ambientais e garantir que as futuras gerações tenham um mundo saudável para viver”, finaliza. 

 



CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”


Cidade de Prado (BA) se prepara para chegada das baleias jubartes

Já imaginou ver uma baleia jubarte de pertinho, em seu habitat natural, aqui mesmo no Brasil? É possível ver esses enormes e gentis animais da costa da cidade de Prado, na Bahia.

As praias de Prado estão localizadas no litoral baiano em uma região conhecida por Costa das Baleias. Este nome se dá por conta da migração de baleias jubartes entre julho e novembro na região. Os animais descem das águas polares até a costa brasileira para acasalarem nas águas quentes do Oceano Atlântico. Prado é um dos melhores pontos de observação do mundo que atrai milhares de turistas ansiosos por esse espetáculo em alto mar todos os anos. Esse verdadeiro show das gigantes do mar pode ser admirado com passeios saindo de Prado, Cumuruxatiba ou Corumbau.

As jubartes impressionam pelo seu tamanho. Medindo de 12 a 16 metros e peso que varia de 35 a 40 toneladas, é uma das maiores espécies de baleias conhecidas. Mesmo com o grande volume de seu corpo, as jubartes conseguem arremessá-los praticamente todo para fora da água. Outro comportamento costumeiro é o de nadar com parte da cauda exposta para fora da superfície da água, o que encanta os turistas.



Cidade de Prado

Com um movimento calmo e tranquilo durante todo o ano, Prado se torna um refúgio de belezas naturais. A riqueza vegetal preservada na cidade, grandes falésias de areia, vários coqueiros e as tradicionais canoas e jangadas coloridas, utilizadas para a pesca artesanal, são adicionais à paisagem da orla marítima e seus 84 km de extensão. Por conta das águas mornas e cristalinas, que variam entre tons de azul e verde, Prado carrega o status de “Caribe Brasileiro”.

O município baiano tem diversão para agradar a todos os tipos de turistas. Toda a infraestrutura e charme da cidade proporcionam momentos tranquilos e inesquecíveis para quem decide se aventurar pela região


Resiliência pessoal e o poder transformador das crises

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a pandemia da Covid-19 pode ser considerada como um dos maiores problemas de saúde pública internacional das últimas décadas, com impactos em todo o mundo. E crises dessa magnitude trazem à tona diversas questões relacionadas a saúde mental, com consequências psicológicas dos traumas vividos. São muitas as situações desafiadoras que afligem a população mundial. Como é possível absorver tantas mudanças e tirar o melhor desses momentos?

Historicamente, a humanidade passou por muitas transformações. Guerras, revoluções e pandemias foram momentos de ruptura e proporcionaram uma grande evolução social, a partir de descobertas para a medicina, para tecnologia. A psicóloga, formadora internacional e escritora, Maria del Mar, explica que situações como a que estamos vivendo, têm grande impacto na saúde mental das pessoas, entretanto é possível ter resiliência e transformar a dor em oportunidade.

“A crise tem duas polaridades - o perigo e a oportunidade. Se ficamos no perigo, a situação nos traz medo e podemos ficar presos ao momento negativo. Porém, quando percebemos um determinado sentido da crise, a oportunidade surge. O poder transformador das crises é justamente a hipótese de mudar o rumo, de voltar ao âmago, ao que nós somos, minimizando os impactos das interferências que vão surgindo”, conta.

Entre os sentimentos, o mais importante para a transformação acontecer é a resiliência. O termo vem da física, da capacidade que um elemento tem de se deformar e voltar à sua forma original. No contexto pessoal, resiliência é a capacidade de recuperação de uma situação difícil e de transformar os sentimentos internos a partir disso. “A pessoa que consegue se recolocar no eixo e ressignificar essa nova situação, conquista grande crescimento pessoal”, destaca.

De acordo com a psicóloga, o corpo passa por um processo muito potente com sensações, visões e imagens que são muito intensas e, não sendo algo patológico, são oportunidades de integrar algo valioso. Depois deste momento somático, energético e crítico passar, a pessoa chega a um equilíbrio, algo que pode ser medido a nível cerebral. “O córtex frontal fica mais estimulado, o pré-frontal fica mais em ponte e o corpo caloso com mais conexões”, pontua Maria del Mar.

A resiliência pessoal é, portanto, a capacidade de resistir e aceitar, sem desistir do sentido de vida, superar os obstáculos e ser gratos pelas coisas boas que nos acontecem. “Este é sem dúvida o caminho mais reto para a autorrealização e reconhecimento interno”, finaliza a escritora.

A reflexão sobre o poder transformador das crises faz parte do novo livro lançado por Maria del Mar Cegarra Cervantes, “Mover o pensamento Sentir o movimento”, que fala sobre os desafios do mundo atual, disponível no Brasil na loja online www.loja.umlivro.com.br.

 


Maria del Mar Cegarra Cervantes - Psicóloga, Psicoterapeuta, formadora internacional e escritora. É pioneira e visionária na área de saúde integral do ser humano. Psicóloga Clínica, doutoranda em Psicossomática e Biologia Neural, Psicoterapeuta Somática, diretora do CPSB – Centro de Psicoterapia Somática, para Portugal e Espanha, Psicoterapeuta conjugal, naturopata, homeopata. Ex-presidente da Associação Portuguesa de Psicoterapia Corporal (APPC).


Saúde não exige código de confirmação por celular em pesquisa sobre Covid-19 no Brasil

Os selecionados pela pasta para participar da entrevista podem checar nome na lista por meio da Ouvidoria, no telefone 136

Os selecionados para participar da Pesquisa de Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil (PrevCOV) já estão recebendo ligações do Ministério da Saúde para realização da entrevista e agendamento de coleta de sangue. A pasta, no entanto, não solicita nenhum código para confirmar informações ou dados pessoais dos participantes.

O objetivo da PrevCOV é estimar quantas pessoas tiveram a Covid-19 no Brasil, para compreender a doença e seus fatores de risco a fim de combatê-la e preveni-la. A pesquisa, que mostrará o comportamento da Covid-19 em território nacional, contará com a participação de 211.129 brasileiros, em mais de 62 mil domicílios de 274 municípios.

Os participantes do estudo também fizeram parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-Covid/IBGE), que ocorreu em 2020. Quem quiser saber se está na lista, basta ligar na Ouvidoria, no número 136. No mesmo telefone podem ser tiradas quaisquer dúvidas sobre o estudo.

As coletas de sangue começam em 7 de junho. Os selecionados na PrevCOV serão contatados até 10 de julho. Nenhum participante terá seus dados divulgados. Os resultados dos exames poderão ser consultados pelos participantes, por sistema próprio construído para a pesquisa, e instruções específicas serão dadas no momento da consulta.


COMO A PESQUISA É REALIZADA

O Ministério da Saúde já entrou em contato com o cidadão por SMS/Whatsapp para informar que foi selecionado para participar da pesquisa. Os selecionados receberão uma ligação para confirmar a participação no estudo; realizar entrevista e agendar coleta de material biológico de todos os moradores da residência que aceitarem participar.

Depois, profissionais de saúde de laboratório do Grupo Pardini (empresa contratada) farão visita em domicílio para coletar amostra de sangue dos moradores da residência selecionada. Todos os participantes receberão o termo de consentimento livre e esclarecido e os menores de 18 anos deverão ter autorização dos pais ou responsáveis para participar do estudo. Após a coleta de sangue o laboratório irá identificar e transportar as amostras para laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que realizará a análise para SARS-CoV.

As amostras coletadas farão parte da soroteca nacional de Covid-19 com outras milhares de amostras. A participação no estudo é essencial para entender a dinâmica da doença no Brasil e adotar medidas de prevenção e controle da Covid-19.


 

Nathan Victor

Ministério da Saúde


O Papel do RH na Transformação Digital

A área de Recursos Humanos passou por várias mudanças. O que antes era tido como um setor burocrático, restrito a questões operacionais, hoje tem um papel estratégico nos negócios e se baseia em três pilares importantes: gestão de pessoas, cultura e tecnologia.


À medida que as organizações vêm deixando de depender das estruturas físicas, a tecnologia e a agilidade começam a mudar a forma de gerir pessoas. Porém, a transformação digital que tanto se fala hoje não é unicamente uma questão tecnológica, mas de mentalidade digital. E quando falamos em mentalidade, tudo nos leva às pessoas!



RH no centro da transformação Digital

A transformação digital é impulsionada pela necessidade de alavancar os negócios da empresa, o desenvolvimento de novos projetos, produtos e serviços, entre outros. E um parceiro estratégico para esse crescimento é o RH.

Os novos modelos de trabalho, como o home office, impulsionaram a descentralização das operações a fim de conquistar uma maior competitividade e oportunidades de atrair novos talentos de diversas regiões.

Por meio de plataformas personalizadas com Inteligência Cognitiva & IA, é possível criar vários processos otimizados para a área. Uma delas é a visão ampla de todos os candidatos que se encaixam no perfil de uma determinada vaga, direcionando aos motores de Matching do Virtual Assistant, que avalia as competências necessárias e indica maior fit para a vaga.

E claro, com esse novo modelo de trabalho é preciso estabelecer interações e disseminar a cultura da empresa de forma simples, o que é possível através do Onboarding Digital, tornando as experiências 100% digitais, sem perder a relação humana.


Desenvolvimento de líderes para a inovação

Mudanças de mindset, geração de novos profissionais e o avanço da tecnologia provocam um olhar mais direcionado para dentro de seus próprios times para se tornarem agentes de transformação.

Novas lideranças devem proporcionar autonomia e confiança, medindo resultados das mudanças e acompanhando as iniciativas dos recursos humanos que estão sendo implementadas e praticadas.

A área passa incorporar responsabilidade para exercitar capacidades, inovar e incentivar mudanças, além da implementação de sistemas e trazendo o que há de mais importante: pessoas.

E como os líderes da área de recursos humanos podem desenvolver ideias inovadoras internamente através dos seus times? Incentivando o intraempreendedorismo por meio da criação de ambientes colaborativos para novas ideias e aprendizados, além de gerar possibilidades de migração de áreas, livre interação com outras lideranças e, principalmente, um ambiente saudável.

 


Rodrigo Pádua - VP Global de Gente e Cultura do Grupo Stefanini.


Dia do Meio Ambiente: Caroços de Açaí viram Bolsa Térmica Natural e ajudam a proteger a Mata Atlântica

Produto é o primeiro desenvolvido pela empresa com insumos 100% renováveis


Buscando criar uma escolha de consumo mais responsável e com o menor impacto negativo humano, social e ambiental possível, a Mercur, indústria com atuação na área da saúde e educação, cocriou a Bolsa Térmica Natural. O produto, que utiliza caroços de açaí da Palmeira Juçara e uma macia camada de algodão orgânico, é um grande aliado da natureza, contribuindo com a proteção de uma espécie ameaçada de extinção e na preservação da Mata Atlântica. Um ótimo exemplo para se ressaltar no Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho. 

Desde a concepção da Bolsa Térmica Natural, foi estabelecida a diretriz de privilegiar a geração de renda local para pequenos produtores e cooperativas e por isso, o projeto elegeu matérias-primas de fornecedores que tem um um alto senso de responsabilidade com o meio ambiente e com as pessoas, traduzido em impacto social:as Cooperativas Justa Trama e Econativa. Seu desenvolvimento se deu por meio da cocriação, metodologia que reúne técnicos da empresa, usuários, pesquisadores, estudantes, profissionais de saúde entre outros públicos para criar um item conectado com as necessidades das pessoas.


Caroços de açaí eram descartados após o despolpe

Sobra do processo de produção da polpa pelos agricultores agroecológicos da Cooperativa Econativa – Cooperativa Regional de Produtores Ecologistas do Litoral Norte do Rio Grande do Sul e Sul de Santa Catarina, os caroços de açaí são um dos principais insumos da  Bolsa Térmica Natural da Mercur. São esses caroços que retém o calor no produto utilizado para termoterapia, auxiliando no tratamento de dores e lesões musculares e articulares, processos inflamatórios, no alívio de estresse muscular e cólicas.

Dessa forma, o insumo, que representa cerca de 70% do fruto e era descartado, hoje é mais uma fonte de renda para as famílias de produtores e incentiva o cuidado com a Palmeira Juçara – planta ameaçada de extinção e que tem papel importante na manutenção da biodiversidade da mata Atlântica.


Algodão orgânico e agroecológico

Já o algodão utilizado no tecido da Bolsa é produzido de forma orgânica pela maior cadeia produtiva no segmento de confecção da economia solidária, articulando 600 cooperados/associados em cinco estados, a Justa Trama. Ela foi escolhida após o grupo de trabalho envolvido no desenvolvimento do produto buscar estudos e contatos para compreender qual seria o tecido de menor impacto socioambiental.

“Escolher um tecido de reuso ou reciclado aumentaria o ciclo de vida dele, mas continuaria incentivando a produção de algodão convencional. E depois de conhecer a produção do algodão convencional, que contamina o solo, água, ar, além de causar alto índice de suicídio de produtores, tivemos a certeza de que precisávamos incentivar a cadeia do algodão orgânico como forma de preservação da vida, do ecossistema e da saúde humana”, explica Liciani Lindemayer, que atua na área de Inovação da Mercur.  Assim, os tecidos utilizados na bolsa provêm dessa rede distribuída nos estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Ceará e Rondônia. Dessa forma, muito mais que um produto para promoção da saúde e bem-estar das pessoas, a Bolsa Térmica Natural promove o cuidado com o planeta e seus recursos naturais. 

 

Ministério da Saúde intensifica combate à malária em aldeias Yanomami

O plano prevê estratégias de enfrentamento à transmissão da malária e ações de prevenção nas comunidades indígenas

 

Ações estratégicas de combate ao mosquito transmissor da malária estão sendo intensificadas no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami. O distrito elaborou o Plano de Ação de Controle Emergencial da Malária que já está sendo executado em dez Polos Base, onde a investigação epidemiológica apontou como locais de maior incidência da doença.

A redução dos casos de malária é uma das metas pactuadas no Plano Distrital de Saúde Indígena Yanomami, formulado pelo DSEI, com apoio do Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI). “Essa ação é para os dez Polos Base prioritários conforme estratificação epidemiológica, mas engloba todo o distrito. Viemos articulando com todos os setores para ampliar e cobrir as metas pactuadas no plano”, afirma o chefe da Divisão de Atenção à Saúde Indígena (DIASI) do DSEI Yanomami, Pedro Galdino.

O plano prevê estratégias de enfrentamento à transmissão da malária e ações de prevenção nas comunidades da Terra Indígena Yanomami. O DSEI vem realizando testagem da população para identificar onde há maiores focos de transmissão. Desde 2019 está sendo realizada testagem em massa e já foram coletadas mais de 100 mil lâminas de amostras de sangue para investigação epidemiológica da malária e diagnóstico precoce. Além da busca ativa dos casos positivos, as equipes têm levado orientação sobre prevenção e ações educativas com o apoio de intérpretes indígenas.

Além disso, estão sendo distribuídos mosquiteiros com inseticidas de longa duração do Ministério da Saúde. Aproximadamente 1,5 mil mosquiteiros foram instalados em aldeias somente neste ano. Estes equipamentos protegem contra insetos diversos que transmitem também outras doenças como dengue e febre amarela.

Os agentes de combate às endemias estão realizando borrifações nas xaponas (casas de palha), fumacê com nebulização na área externa das aldeias e dreno de poças de água parada que podem se tornar criadouros do mosquito transmissor. O DSEI contratou ainda, neste ano, mais seis agentes e um farmacêutico para reforçar uma equipe de 48 profissionais que atuam no controle de doenças tropicais.


PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Por meio do exame laboratorial de gota espessa, com o auxílio de um microscópio, é possível identificar, entre os quatro tipos de malária, qual infectou o paciente. O tratamento com antimalárico é iniciado imediatamente pelas Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena com medicação supervisionada do Sistema Único de Saúde (SUS).

A malária é uma doença tropical causada pelo protozoário plasmodium que infecta o mosquito Anopheles. A doença é transmitida ao homem pela picada da fêmea do mosquito. A melhor forma de prevenção é se proteger do inseto, ao entardecer e amanhecer, e controlar a circulação dos vetores de transmissão. Não é uma doença contagiosa, sendo transmitida unicamente pelo sangue. Existem quatro tipos de malária, sendo a falciparum o caso mais grave.

O DSEI Yanomami atende mais de 28 mil indígenas em meio à floresta amazônica, entre a divisa de Roraima e Amazonas, na fronteira com a Venezuela. O distrito possui mais de 700 profissionais de saúde atuando em visitas domiciliares e em 78 Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) de 37 Polos Base e uma Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) Yanomami.

Em 2020, para o enfrentamento da pandemia, o Ministério da Saúde repassou ao distrito Yanomami mais de R$ 113 milhões para reforço do atendimento básico de saúde, saneamento, contratação de profissionais e aquisição de insumos e matérias médico-hospitalares.

VACINAÇÃO INDÍGENA

Em paralelo às ações de combate à malária, o DSEI Yanomami intensificou a cobertura vacinal em 19 aldeias contra doenças imuno-preveníveis por meio da Campanha do Mês da Vacinação dos Povos Indígenas, realizada entre abril e maio. O distrito busca alcançar imunização de 87,5% do público-alvo, meta estipulada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para 2021.

A campanha é uma estratégia utilizada para intensificar a vacinação em áreas indígenas visando ampliar a imunização, principalmente em áreas de difícil acesso e com baixa cobertura vacinal de doenças como rubéola, sarampo, entre outras. Em 2020, a meta era de 86% e o DSEI Yanomami alcançou 92,6% do público-alvo.

Apesar da dificuldade de acesso às aldeias em meio as florestas, o DSEI já imunizou contra a Covid-19, até o momento, 79% dos indígenas maiores de 18 anos, inscritos no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SASISUS) e especificidades da ADPF 709, e cerca de 58% com a segunda dose. As equipes passam de 15 a 30 dias em área e, somente quando retornam à sede do DSEI, com acesso à internet, os dados são lançados no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI).


Cartão de crédito é o vilão da vida financeira? Veja como usar de forma inteligente


Dados divulgados na segunda-feira (31) pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que o percentual de endividados no Brasil alcançou o maior patamar da série histórica em maio: 68%. Nessa realidade o cartão de crédito se destaca como principal tipo de dívida, sendo apontado por 80,9% dos endividados.

Assim, quando o assunto são finanças pessoais, sem dúvida, o cartão de crédito é considerado um dos maiores vilões. Os jovens, principalmente, o utilizam com mais frequência, já que ele oferece grande facilidade com o pagamento de serviços através de aplicativos de celular, por exemplo. Além disso, existe a nova modalidade do crediário no cartão de crédito, que também tem juros altíssimos e a possibilidade de parcelamento maior, consequentemente maiores chances de se endividar quando não há planejamento.

Mas muitos acabam condenando o cartão de crédito por acreditar que ele é o único culpado pelas dívidas, mas na verdade ele pode ser um grande aliado na hora das compras. Para não ter que correr atrás do prejuízo todos os meses e se apertar nas contas, a melhor forma é se educar financeiramente, assim resolvendo o problema na raiz.

Para que todos possam se programar para utilizar essa modalidade de forma mais sustentável, preparei algumas orientações.

• É preciso ficar atento para que o limite do cartão de crédito não ultrapasse 30% do salário ou ganho mensal, evitando assim gastar mais do que se ganha. Além disso, se tiver apenas uma fonte de renda, o ideal é ter apenas um cartão.

• Cuidado com o parcelamento. Com essa grande facilidade, o endividamento, infelizmente, acaba se tornando uma realidade. Nesse caso, é preciso ter o comprometimento para arcar com essa despesa durate os meses futuros.

• Um dos maiores erros cometidos em relação ao cartão de crédito é pagar a parcela mínima. As taxas de juros cobradas são uma das maiores, o que acaba levando à inadimplência. Caso não consiga pagar a parcela total, procure outra linha de crédito que não ultrapasse 2,5% ao mês;

• Negocie com a operadora a anuidade do cartão. Hoje, é possível encontrar cartões que não cobram nenhuma taxa de manutenção. Também nunca empreste o cartão de crédito à outra pessoa, mesmo que seja conhecida;

• Uma forma educada financeiramente de utilizar o cartão é saber aproveitar os benefícios que ele pode oferecer, sejam milhagens ou prêmios. Mas lembre-se que essas vantagens têm data de validade, portanto é preciso ficar atento para não perder os prazos.

• Caso não consiga pagar a fatura total do cartão no vencimento, faça, imediatamente, um diagnóstico financeiro e descobrir o verdadeiro problema. Além disso, busque uma linha de crédito com taxas de juros mais baixos;

• Evite compras por impulso. Com o bombardeiro diário de ofertas e oportunidades na mídia, muitas vezes os jovens se deixam levar e adquirem um serviço ou produto que nem sempre é necessário. Para que isso não aconteça, é preciso se perguntar antes de qualquer compra: "Eu realmente preciso disso?" "Eu terei como pagar a fatura no mês seguinte?" "Estou comprando por vontade própria ou me deixando levar pelas propagandas ou terceiros?"



Reinaldo Domingos está a frente do canal Dinheiro à Vista . É PhD em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin -https://www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (https://www.dsop.com.br). Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira .


62% das empresas brasileiras desejam aumentar os investimentos em prevenção a fraudes, revela Experian

Pesquisa global aponta foco crescente em ferramentas e estratégias para incrementar a segurança das transações online e melhorar a experiência dos consumidores

 

A mais recente Pesquisa Global de Fraude e Identidade da Experian mostra que 62% das empresas brasileiras participantes dizem querer aumentar os investimentos em gestão de fraude. O levantamento foi baseado em três estudos que mostram as mudanças realizadas ao longo da pandemia de Covid-19. O mais recente, feito em janeiro/21, indica que houve um aumento de 11 pontos percentuais entre as companhias brasileiras que fizeram esta afirmação sobre a alocação de recursos para prevenção à fraude, com relação ao questionário realizado no ano anterior. Há uma tendência de redução na intenção de ampliar o orçamento para gestão de fraude entre as empresas globais; o Brasil, contudo, indica que irá priorizar o aumento neste tipo de investimento. Veja no gráfico:

“Com a aceleração da adoção de canais digitais na vida dos consumidores, as empresas precisam investir em novos métodos de detecção de fraudes e tecnologias cada vez mais sofisticadas ao longo da jornada do cliente, para que a segurança da operação não afete sua experiência integrada”, comenta o Diretor de Soluções de Identidade e Prevenção a Fraudes da Serasa Experian, Jaison Reis.

No Brasil, a maior parte das empresas ainda usa senhas para a detecção de fraudes, apesar de ter registrado uma queda no uso entre junho de 2020 e janeiro de 2021. Dados do ano anterior mostram que 48% das companhias brasileiras citavam esta opção, enquanto em janeiro de 2021, o número daqueles que escolheram a alternativa foi de 29%. As demais alternativas selecionadas no Brasil foram motores com regras antifraude (23%), padrões e histórico de transações e uso de códigos (ambos com 22%). No mundo, medidas de segurança nos dispositivos (21%), uso de perguntas de segurança (20%) e senhas (19%) são as soluções de detecção e proteção mais comuns.


Melhorar a experiência dos usuários é prioridade para empresas no Brasil
O levantamento global analisou também os impactos na jornada dos consumidores no ambiente online. Os resultados mostram que empresas brasileiras estão investindo em métodos de detecção de fraude para melhorar a experiência digital: 38% fizeram essa afirmação, bem acima dos 26% da média global. No mundo, há uma intenção de aumento das equipes de atendimento ao cliente (33%) para incrementar esta frente, seguida por investimentos em analytics e inteligência artificial (ambos com 31%). No Brasil, o aumento da equipe está em segundo lugar entre as mais citadas, junto da alocação de recursos em inteligência artificial (IA – ambos com 37%). Outros 36% dos respondentes locais escolheram o tópico de investimento em softwares de detecção de fraude.

Reis explica que “muitas atividades requerem contato humano, mas a tecnologia avançou de tal forma que as soluções de IA e machine learning conseguem resolver grande parte dos questionamentos dos consumidores. Porém, a má implementação dessas ferramentas pode agravar os problemas de atendimento ao cliente e até comprometer o crescimento de receita”.

A pesquisa revela ainda que o cuidado com o reconhecimento dos usuários durante uma transação digital quase dobrou no Brasil ao longo da pandemia de Covid-19. Se antes 47% diziam ter uma estratégia, neste novo cenário 88% das empresas fizeram esta afirmação. O Brasil está atrás apenas dos Estados Unidos nesse campo, já que 94% das companhias norte-americanas afirmam ter ações para a área.

Para ler o relatório completo, clique aqui.


Metodologia


A pesquisa Pesquisa Global de Fraude e Identidade da Experian foi realizada pela Experian em três ondas: de 20 de junho a 7 de julho de 2020, de 16 a 30 de setembro de 2020 e de 2 a 24 de janeiro de 2021. Foram entrevistadas 900 empresas dos segmentos bancário, varejo eletrônico e telecomunicações em 10 países (Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e as regiões EMEA, excluindo o Reino Unido, e APAC).

 


Serasa Experian

www.serasaexperian.com.br

 

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