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domingo, 3 de setembro de 2017

Encerrada Semana Mundial da Água: valores da água devem ser mais bem entendidos



Entender e reconhecer os muitos valores diferentes ligados à água é essencial para o uso mais eficiente -- uma necessidade conforme mais pessoas têm de compartilhar a água potável limitada do mundo


ESTOCOLMO - /PRNewswire/ -- A Semana Mundial da Água se encerrou na ultima sexta-feira, tendo recebido mais de 3.200 participantes de 133 países.

A água é a tábua de salvação de nossa civilização. Sem ela, não há esperança de sustentar lares, indústrias, produção de alimentos e de energia e muitos serviços essenciais como os dos hospitais.

Uma população mundial cada vez maior está criando uma demanda mais alta por água potável. Mudanças provocadas pelo clima nos padrões meteorológicos, resultando em secas prolongadas e enchentes devastadoras, exacerbam ainda mais a pressão sobre nossos recursos comuns de água. O acesso à água potável é necessário para se implementar o plano de desenvolvimento global.

"Com a crescente escassez, temos de reconhecer os muitos valores ligados à água, sejam econômicos, sociais, ambientais, culturais ou religiosos. Acredito que, ao dar mais valor à água, iremos desenvolver um entendimento mais profundo e maior respeito por esse recurso precioso e, portanto, estaremos mais bem preparados para um uso mais eficiente da água", disse o diretor executivo do Instituto Internacional de Águas de Estocolmo (SIWI – Stockholm International Water Institute), Torgny Holmgren.

Durante a Semana Mundial da Água, vínculos foram estabelecidos entre os diferentes valores da água, incluindo o valor monetário. "Acredito que veremos mais estruturas diversificadas de preços no futuro, resultando em uso mais econômico e eficiente", disse Holmgren.

A ministra da Água e Saneamento da África do Sul, Nomvula Mokonyane, destacou que precisamos adotar novas tecnologias. "Não podemos nos dar ao luxo de continuar a fazer o que fizemos ontem e esperar um resultado diferente amanhã. Precisamos ser corajosos", ela disse.

Mark Watts do grupo C40, que reúne prefeitos municipais, falou sobre os riscos que as grandes cidades enfrentam: "A ruptura do padrão da água é, frequentemente, o primeiro sinal dos sérios impactos do clima e 70% das cidades afiliadas ao grupo já estão sofrendo os impactos negativos significantes da mudança climática, enquanto 64% das cidades afiliadas já enfrentam riscos significativos de inundações urbanas e enchentes repentinas de áreas ribeirinhas", ele disse.

Durante a Semana Mundial da Água, o "Stockholm Junior Water Prize" ("Prêmio Júnior da Água de Estocolmo") foi entregue aos estudantes dos EUA Ryan Thorpe e Rachel Chang por Sua Alteza Real, a Princesa Herdeira Victoria da Suécia. O prêmio "Stockholm Water Prize" ("Prêmio da Água de Estocolmo") foi entregue ao professor Stephen McCaffrey, dos EUA, por Sua Majestade Carl XVI Gustaf, rei da Suécia e patrono do prêmio.





FONTE: Stockholm International Water Institute (SIWI)





Delação premiada, movimento de um réptil repugnante



Delatores, os piores e mais repugnantes arquétipos. Por óbvio, suas psiques derretem, na medida em que deduram seus comparsas. Nos meios criminosos, não são tolerados os delatores, traidores. Para confortar minimamente tais amebas humanas, o STF passou a chamá-los de "colaboradores". Colaboradores de um Estado que devastaram, com suas propinas milionárias e suas vantagens bilionárias. Como consequência, o brasileiro desprovido de saúde, educação, segurança, emprego etc.

A figura repugna porque seu coração não dialoga nem mesmo com os parceiros do crime. No enfrentamento da ditadura militar, raros entregavam seus companheiros, sob o "pau-de-arara" e a "cadeira de dragão". Morriam com seus segredos, a exemplo de Wladimir Herzog, Alexandre Vanucchi Leme e outros. Não havia espécie para os Judas e Silvério dos Reis.

As leis são punitivas ou premiais. As primeiras impõem um sofrimento. As segundas dão um presente, para que o cidadão faça algo desejado pelo Estado. As delações usam estas últimas. Em troca de impunidade, quase absoluta, o governo brasileiro, nesta quadra de tristeza, as distribui a mancheias. A lei de delação premiada, de 2013, se inspirou em algo semelhante italiano, na "operação mãos limpas"; que, sob o amplo espectro histórico, rendeu muito pouco, pois não demorou o retorno dos Berlusconi, de muitas coligações criminosas e corrupções, inclusive com o Banco do Vaticano, como bem o sabe o glorioso papa Francisco.

Talvez a delação, até mesmo, estimule a corrupção. Se for pego, o empresário corrupto delata. E o político corrompido tem foro privilegiado etc. Não raro, vê-se bom resultado entre o custo e os altos benefícios, vale o risco, que proporcionam uma vida no patamar da Revista Caras. Mulheres envelhecidas ficam pelo caminho. O glamour é o norte dessa bússola vital da politicagem. O sentimento social, político, vital à vida humana, povoa muitas frontes, mas a maioria se investe nos costumes da antiga bandalheira.

A delação premiada é um meio de prova, não uma prova. Leva à verificação do fato, não o demonstra. Depende de corroborações instrutórias e processuais. Só, de nada vale. Logo, é de se indagar se vale a pena. O Ministério Público celebra um contrato, nos moldes do direito civil, um ato juridicamente perfeito, com os salafrários. O Estado, assim, desce da dignidade aonde foi elevado por Rousseau, Hobes, Locke, Montesquieu, para tratar com o mais degradado segmento do povo. Precisamente aquele bicho roedor de suas fundações.

Veremos até que ponto, no Brasil, esse procedimento, já empregado na dianteira da história mundial, efetivamente contribuirá à limpeza do terreno de nossa nação, sem a qual ela sempre patinará no lodo, como o fez até agora, em suas tentativas de galgar a montanha, tal qual no conhecido mito de Sísifo. A cada subida, uma escorregadela na lama e a volta ao ponto de partida, um mundo do absurdo das literaturas mais impressionistas. E, com efeito, sem debelar a corrupção, nosso mal maior, as propaladas reformas não passarão de tentativas e arremedos.

Note-se o paradoxo. Hoje o STF debate o tema. Ministros lembraram o dispositivo que não permite a delação aos chefes das organizações criminosas. Os irmãos Batista foram beneficiados. Ministro da envergadura e experiência do decano Celso de Mello sustenta que não se pode, "a priori", dizer que os irmãos eram os chefes da j&F e do esquema JBS. Por consequência, não serão sequer denunciados, depois do maior golpe, do maior assalto ao trem pagador perpetrado no Brasil, e homiziar-se numa cobertura de Nova York. Ora, Ministro, até as pedras sabem que são os chefes. Ou haverá um poderoso e desconhecido chefão? Ainda hoje os demais Ministros estarão confirmando a legalidade da delação dos manos e os levando ao paraíso.

De equívocos sobre equívocos caminhamos aos tropeços. Como se sabe, em todos os níveis e poderes. Quando até mesmo o direito e seus sólidos princípios fundantes sofre um processo de derretimento, há que refazer tudo. O homem é capaz. O brasileiro é capaz. Das cinzas nasce a fênix, é a grande força humana no processo civilizatório.





Amadeu Roberto Garrido de Paula - Advogado e sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.





5 passos para entender como funciona e como usar a Carta de Crédito



Todo o consorciado, em algum momento, será contemplado com uma carta de crédito, que é o documento repassado ao cliente quando ocorre a sua contemplação. Significa o valor do investimento à vista. "Ou seja, dá ao consumidor poder de barganha. Em tempos sisudos, é mais um benefício", avalia o gerente Comercial e de Marketing, da Randon Consórcios, administradora da marca Racon, Cleber Sanguanini.

    Para entender como funciona essa ferramenta do consórcio, a Racon dá algumas dicas:

1. A carta de crédito é o valor que um determinado consórcio oferece para contratação de um bem;

2. As vantagens estão na segurança, pois só pode ser usada por seus titulares; na manutenção do poder de compra, pois segue sendo reajustada pelos índices definidos em contrato ou pelas tabelas dos fabricantes; além de poder ser usada para aquisição de qualquer bem dentro da categoria contatada;

3. A contemplação é feita por meio das assembleias ordinárias, nas quais os integrantes são sorteados. Também pode ocorrer por meio de lances;

4. A carta deve ser usada para adquirir um bem da mesma categoria do objeto do consórcio. Se for um imóvel, por exemplo, a carta pode ser usada para comprar uma casa, terreno, apartamento, novo, usada ou na planta.
Pode ser usado ainda para reformas;

5. É possível comprar uma carta contemplada de um consorciado. A troca de titularidade deve ter anuência da administradora, pois serão assumidas, também, as parcelas restantes e quaisquer pendências anteriores à compra. 






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