Com o avanço da idade, a pele passa por mudanças naturais que resultam na perda de firmeza, elasticidade e hidratação — fatores que contribuem para o surgimento das rugas. Mas, segundo o médico Dr. Franklin Veríssimo, especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pelo Hospital Albert Einstein (SP), é possível suavizar esses sinais e recuperar a vitalidade da pele com técnicas seguras e personalizadas.
“As rugas
fazem parte do processo de envelhecimento, mas surgem de forma mais acentuada
quando há fatores externos envolvidos, como exposição solar excessiva,
tabagismo, estresse e má alimentação”, explica o Dr. Veríssimo. “O segredo está
em compreender a causa e adotar o tratamento adequado para cada tipo de pele e
estágio do envelhecimento.”
Entre os
tratamentos mais indicados estão os bioestimuladores de colágeno, que
estimulam a produção natural da proteína responsável pela sustentação da pele,
e a toxina botulínica (botox), que atua na prevenção e suavização das rugas de
expressão. “São procedimentos minimamente invasivos, realizados em consultório,
que oferecem resultados progressivos e naturais”, comenta o especialista.
O
especialista destaca ainda a importância da hidratação e dos cuidados
diários de skincare como aliados para todo tratamento estético. “Não
adianta realizar procedimentos se o paciente não mantém uma rotina de cuidados
em casa. O uso de filtro solar, antioxidantes e cremes hidratantes é
fundamental para prolongar os resultados e prevenir o aparecimento de novas
rugas. Importante obter orientação médica personalizada sobre cuidados para
cada tipo de pele”, orienta.
De acordo
com o Dr. Veríssimo, a tendência atual é buscar resultados sutis e
harmoniosos, respeitando a anatomia e a expressão de cada pessoa. “A beleza
natural está em alta. O objetivo não é eliminar completamente as rugas, mas sim
suavizá-las e preservar a identidade facial, garantindo equilíbrio e bem-estar.
Esse é o meu conceito de trabalho”, reforça.
“O
envelhecimento é inevitável, mas o modo como lidamos com ele pode ser
transformado com conhecimento, tecnologia e cuidado individualizado”, conclui Dr
Franklin.
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