CEJAM e Pague Menos
destacam exames preventivos como principais aliados à saúde;
Segundo o Atlas Global
de Diabetes 2025 (IDF), 16,6 milhões de adultos convivem com a condição no
Brasil
O diabetes é uma das doenças crônicas mais prevalentes
no Brasil e merece atenção especialmente entre a população idosa. De acordo com
o Atlas Global de Diabetes 2025, da Federação Internacional de Diabetes (IDF),
o Brasil tem atualmente 16,6 milhões de adultos entre 20 e 79 anos convivendo
com a doença, o que coloca o país entre os seis com maior número de casos no
mundo. Nos idosos, o risco aumenta naturalmente com o envelhecimento, já que o
organismo tende a produzir menos insulina e a utilizá-la de forma menos
eficiente.
Segundo a Dra. Juliana Fernandes, médica clínica
geral do CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas“Dr. João Amorim”, a prevenção
deve ser prioridade nessa faixa etária. “O envelhecimento, somado a fatores
como sedentarismo, má alimentação, excesso de peso, hipertensão e colesterol
alto, eleva o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2, o mais comum entre
os idosos. A doença muitas vezes surge de forma silenciosa, o que reforça a
importância do rastreio precoce”, explica.
O impacto do diabetes não controlado na vida do
idoso pode ser significativo. A retinopatia diabética pode levar à perda
parcial ou total da visão; a nefropatia está relacionada à insuficiência renal;
e a neuropatia periférica causa dormência e feridas de difícil cicatrização nos
pés. “Além dessas, há o aumento expressivo do risco de infarto e AVC. No idoso,
essas complicações tendem a se manifestar de forma mais intensa e com
recuperação mais lenta”, pontua a médica.
Ainda de acordo com a Dra. Juliana, alguns sinais
devem servir de alerta para familiares e cuidadores: sede constante, fadiga,
perda de peso sem explicação, visão turva e feridas que demoram a cicatrizar.
“Muitas vezes esses sintomas são confundidos com o envelhecimento natural, mas
podem indicar o início do diabetes. Quanto antes houver investigação, melhores
são as chances de controle e prevenção de danos”, reforça.
No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS)
disponibiliza exames para prevenção e diagnóstico do diabetes, desempenhando um
papel essencial no cuidado da população. Como alternativa complementar, a Pague
Menos amplia esse acesso com consultas farmacêuticas e exames realizados em
seus consultórios farmacêuticos, presentes em mais de 1.100 unidades pelo país.
Entre os serviços, estão o exame gratuito de glicemia durante ações de saúde, como
as “quartas da saúde” e opções de baixo custo, como o exame de hemoglobina
glicada, perfil lipídico e avaliação corporal. Apenas em 2024, foram mais de 5
milhões de atendimentos realizados nos consultórios da rede.
“Estamos diante de um cenário em que a prevenção precisa estar na rotina da população. Por isso, buscamos ampliar o acesso a exames, serviços de saúde e vacinação, com o propósito de facilitar o rastreio em saúde dos clientes e fortalecer a atenção primária em saúde. Estar próximos da população, oferecendo serviços acessíveis e de qualidade, é fundamental para enfrentar doenças crônicas como o diabetes”, destaca Socorro Simões, diretora do Hub de Saúde da Pague Menos.
Além dos exames, os consultórios farmacêuticos
contam com mais de 50 serviços, incluindo aferição de pressão arterial gratuita
todos os dias, exames de análises clínicas, vacinação, eletrocardiograma,
aplicação de injetáveis e muito mais, além do acompanhamento farmacêutico
individualizado. Para o atendimento, basta comparecer a uma unidade da Pague
Menos mais próxima com documento de identificação.
CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”
@cejamoficial
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