Dr. José Salim Cury explica os fatores que determinam o momento certo de optar pelo procedimento.
Com o passar dos anos, é natural que a pele do rosto
perca firmeza, surgindo sinais como flacidez, rugas e linhas de expressão mais
marcadas. Nesse cenário, muitas pessoas buscam alternativas para recuperar a
juventude da face e acabam conhecendo o facelift, uma das cirurgias estéticas
mais procuradas para rejuvenescer o rosto. No entanto, uma das dúvidas mais
comuns entre os pacientes é sobre a idade ideal para realizar o procedimento.
De forma prática, o momento de procurar um cirurgião plástico
acontece quando os sinais de envelhecimento começam a incomodar de maneira
significativa, seja pelo impacto estético ou pelo reflexo na autoestima. Quando
cremes, procedimentos minimamente invasivos ou tecnologias a laser já não
oferecem resultados satisfatórios, o facelift passa a ser uma alternativa
eficaz. Nesse ponto, a avaliação médica é fundamental para identificar se o
paciente tem indicação real para a cirurgia ou se ainda pode se beneficiar de
outras opções menos invasivas.
Segundo o cirurgião plástico Dr. José Salim Cury, o momento certo
para realizar um facelift depende de fatores individuais, como genética,
hábitos de vida e cuidados com a pele. “Algumas pessoas podem apresentar sinais
de envelhecimento mais cedo, enquanto outras mantêm a firmeza facial por mais
tempo. O importante é avaliar cada caso de forma isolada”, explica o
especialista.
O procedimento é indicado principalmente para pacientes que
apresentam flacidez significativa na região da mandíbula, bochechas e pescoço,
além de linhas profundas que não respondem a tratamentos não cirúrgicos, como
preenchimentos ou lasers. Embora tradicionalmente associado a pessoas acima dos
50 anos, o facelift também pode ser indicado para pacientes mais jovens, desde
que haja indicação clínica clara e expectativas realistas em relação ao
resultado.
O sucesso do facelift depende não apenas da técnica cirúrgica, mas
também de um planejamento cuidadoso e acompanhamento adequado no pós-operatório.
Entre os cuidados essenciais estão o repouso, a proteção da pele do sol, a
alimentação equilibrada e a adesão às orientações médicas para reduzir inchaço
e hematomas.
Além de restaurar contornos faciais e suavizar sinais de envelhecimento, o procedimento também traz benefícios psicológicos. De acordo com o Dr. Cury, pacientes frequentemente relatam melhora na autoestima, maior autoconfiança e satisfação com a própria imagem. “O procedimento não apenas rejuvenesce a aparência, mas contribui para que cada pessoa se sinta mais confiante e confortável com sua imagem, sempre respeitando a individualidade e as características naturais do rosto”, conclui.

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