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sábado, 6 de setembro de 2025

Dia do Sexo: como a alimentação, os exercícios e a saúde mental podem impactar a libido

Entenda como seus hábitos e estilo de vida podem impactar o seu desejo sexual 

 

A libido não depende apenas de desejo ou conexão emocional com alguém, mas também da saúde e do bem-estar do corpo e da mente! 

“A saúde e a qualidade da vida sexual estão relacionadas com as emoções, hormônios, circulação, força muscular e, sobretudo, com os hábitos de vida — como alimentação, exercícios e a forma de lidar com as situações do dia a dia”, explica o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife. 

Em comemoração ao Dia do Sexo, celebrado em 6 de setembro, entenda como essas questões referentes ao estilo de vida estão relacionadas ao desejo sexual e o que colocar em prática desde já para potencializá-lo:
 

Invista em uma alimentação equilibrada

Uma dieta nutritiva, rica em gorduras boas (ácidos graxos ômega 3), vegetais e fibras (grãos integrais, frutas e vegetais), como a Dieta Mediterrânea, ajuda a regular hormônios e a melhorar o desempenho sexual. Estudos, como o publicado no Journal of Sexual Medicine, associa essa dieta a uma melhor função sexual e satisfação em mulheres com diabetes tipo 2. 

Uma revisão de estudos ainda aponta que dietas “low-fat” podem diminuir os níveis de testosterona em homens — hormônio diretamente ligado à libido. Portanto, evite dietas restritivas e desequilibradas.

 

Estimule o desejo com exercícios físicos

A atividade física moderada e regular contribui para a melhora da libido em mulheres, de acordo a revisão de estudos publicada no Sexual Medicine Reviews. “Atividades feitas pouco antes da relação — como uma caminhada rápida ou pedalar — parecem aumentar a excitação, pois estimulam o sistema nervoso e hormônios ligados ao desejo. Já a prática regular, ao longo de semanas ou meses, contribui de forma mais indireta, ao melhorar o humor, a autoestima e a saúde cardiovascular, fatores que ajudam na satisfação sexual”, explica Viuniski. 

Nos homens, os efeitos do treino ainda contribuem para melhorar a função erétil, conforme o estudo. “Mas cuidado com exageros, pois o excesso pode ter o efeito contrário”, comenta o médico. 

Exercícios para o assoalho pélvico (conhecidos como Kegel) também ajudam na resposta sexual tanto em homens quanto em mulheres, uma vez que fortalecem os músculos da região, possibilitando à pessoa desenvolver maior controle sobre suas sensações. Vale tentar!

 

Cuide da saúde mental

Estresse, ansiedade e depressão estão entre os fatores que mais impactam negativamente a libido, tanto em homens quanto em mulheres. Uma metanálise publicada no Journal of Sexual Medicine mostrou que pessoas com depressão têm maior risco de desenvolver problemas sexuais, e indivíduos com disfunção sexual têm maior chance de apresentar depressão. “Isso acontece porque condições emocionais afetam a produção e a regulação de hormônios, como a testosterona e o estrogênio, além de aumentarem os níveis de cortisol — hormônio do estresse, que inibe a excitação”, coloca Viuniski. 

Estratégias como a prática regular de meditação, respiração profunda e mindfulness podem ajudar a reduzir o estresse e melhorar a consciência corporal. Um estudo da University British Columbia constatou que programas de mindfulness voltados à sexualidade ajudaram mulheres a recuperar a excitação e a satisfação sexual. 

“Assim como cuidamos do corpo, precisamos cuidar da mente. Uma rotina que inclua momentos de descanso, lazer e autocuidado é essencial para preservar a saúde sexual”, finaliza o médico.



Herbalife
www.Herbalife.com

 

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