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Especialista
esclarece as principais dúvidas sobre o método que promete mais praticidade no
dia a dia
Quem nunca se irritou com a lâmina que dá alergia
ou com a cera que dói demais? A busca por alternativas mais duradouras e menos
incômodas fez da depilação a laser um dos tratamentos estéticos mais desejados.
Apesar da popularidade, o tema ainda gera muitas dúvidas, desde a dor até a
real eficácia. Segundo a Global Market Insights, em 2023 o mercado global de
depilação definitiva foi avaliado em US$ 1,13 bilhão, com previsão de
crescimento anual de 18,4% até 2032, reflexo da procura crescente por soluções
seguras e de longo prazo em comparação com métodos tradicionais como lâmina e
cera.
Pensando nisso, a coordenadora responsável técnica
Tálona Nayla de Marco, da LypeDepyl, rede referência em depilação avançada e
pioneira na despigmentação de tatuagens e sobrancelhas, esclarece alguns dos
principais mitos e verdades sobre o tema.
1. A depilação a laser dói
muito
Mito. “A tecnologia atual evoluiu bastante, e hoje os
equipamentos contam com sistemas de resfriamento que tornam o processo muito
mais confortável. A sensação pode variar de pessoa para pessoa, mas está longe
de ser algo insuportável”, explica a profissional.
2. Pode ser feita em qualquer tipo de pele
Verdade. “Graças às tecnologias mais modernas, pessoas
com diferentes tons de pele e tipos de pelo podem realizar a intervenção com
segurança. O importante é passar por avaliação prévia para escolher a
calibragem adequada do equipamento”, reforça.
3. O resultado é definitivo de uma vez só
Mito. “O feixe de luz reduz os pelos de forma
significativa e duradoura, mas para alcançar resultados satisfatórios é
necessário seguir o protocolo completo indicado. Em média, são de 6 a 8
sessões, além de manutenções pontuais”, orienta a especialista.
4. Reduz foliculite e irritações
Verdade. “Um benefício muitas vezes pouco falado é a
melhora clínica: a técnica contribui para reduzir a foliculite, inflamações e
irritações causadas por métodos agressivos, como cera ou lâmina. Assim, além do
fator estético, há ganhos reais para a saúde da pele”, reforça.
5. Não é apenas para mulheres
Verdade. “O público masculino tem aderido cada vez mais
ao procedimento, em áreas como costas, peito e barba. O tratamento evoluiu para
atender diferentes tipos de pele e pelo, tornando-se uma alternativa prática
para homens também”, destaca a especialista.

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