Com mais de três décadas de experiência, o médico
Tércio Rocha mostra como tratamentos com células-tronco e tecnologias
regenerativas estão revolucionando o conceito de envelhecimento saudável no
Brasil
Viver mais não é suficiente. O que todos desejam hoje é viver melhor e por mais tempo, com autonomia, energia e lucidez. É exatamente nesse ponto que a medicina regenerativa vem ganhando protagonismo. Muito além da estética, a abordagem busca restaurar tecidos, melhorar funções metabólicas e reduzir a velocidade do envelhecimento celular.
Referência nacional na área, o médico Dr. Tércio Rocha é endocrinologista e um dos pioneiros na introdução da medicina regenerativa e antienvelhecimento no Brasil. Ele explica que os avanços com células-tronco, bioestimuladores e protocolos personalizados estão transformando a forma como enfrentamos o envelhecimento.
“A longevidade precisa estar ligada à qualidade de vida. O que a medicina regenerativa permite é devolver autonomia para pessoas que antes estavam resignadas a um processo degenerativo”, afirma o médico, organizador do III Congresso Regenera Brasil, que será realizado nos dias 28, 29 e 30 de novembro em São Paulo.
Segundo ele, os tratamentos regenerativos estimulam o próprio corpo a se recuperar, usando recursos como células-tronco mesenquimais, plasma rico em plaquetas (PRP), fatores de crescimento e substâncias bioativas. A aplicação das células pode ser estética, neurológica, ortopédica ou metabólica.
“Cada paciente tem um mapa biológico único. Nossa missão é interpretar esse mapa e oferecer uma rota de regeneração. A medicina regenerativa não é milagre, é ciência aplicada com precisão e propósito”, completa o especialista.
O impacto vai além da saúde individual. Com o aumento da expectativa de vida no Brasil e no mundo, a medicina regenerativa pode melhorar a produtividade de pessoas com mais de 60 anos e impulsionar um novo modelo de envelhecimento, mais ativo, participativo e com propósito.
O Dr. Tércio Rocha defende que o cuidado com o envelhecimento deve começar antes dos primeiros sinais. “A prevenção é o novo tratamento. Quanto mais cedo a pessoa entende que é possível regenerar antes de degenerar, melhores serão os resultados a longo prazo”, afirma.
A longevidade sustentável vai muito além de simplesmente adicionar anos à vida; trata-se de garantir que esses anos sejam vividos com vitalidade, equilíbrio e significado. A medicina regenerativa se posiciona como um aliado essencial nesse processo, promovendo a reparação e manutenção dos sistemas biológicos para que o envelhecimento não se traduza em perda progressiva de funções, mas sim em uma fase ativa e produtiva da vida.
Investir em longevidade com propósito significa também reconhecer a importância da integração entre saúde física, mental e emocional. Estudos recentes apontam que a qualidade dos anos vividos está diretamente relacionada ao equilíbrio desses três pilares, e a medicina regenerativa oferece ferramentas para que esse equilíbrio seja alcançado, abrindo caminhos para uma vida prolongada, plena e com autonomia.
A nova medicina já está entre nós, e não se trata de viver para sempre, mas de viver com sentido. “O futuro da saúde é regenerativo, e o envelhecimento será cada vez mais uma escolha de estilo de vida, não uma sentença biológica”, finaliza o médico.
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