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quarta-feira, 9 de julho de 2025

Cate oferece 100 vagas para leiturista e entregador de conta de luz; seleção nesta quinta (10)

As oportunidades são para trabalhar nas zonas norte, sul e central da cidade; salários chegam a R$ 2.132

 

O Cate – Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo, da Prefeitura de São Paulo, oferecerá 100 vagas para o cargo de leiturista e entregador de conta de luz. Para participar do processo seletivo, que ocorrerá no Cate Central no dia 10 de julho, não é necessário experiência. Na quarta-feira, 9 de julho, em razão do feriado estadual da Revolução Constitucionalista, as unidades do Cate não prestarão atendimento, retomando o serviço ao público a partir de quinta-feira (10), das 8h às 17h.

Os interessados deverão ter concluído a 8° série, ter disponibilidade para trabalhar aos sábados, morar nas imediações e possuir condicionamento físico para realizar trabalho externo.

O salário para o cargo de leiturista é de R$ 2.132 e para o de entregador de contas R$ 1.934. Os selecionados para a vaga contarão ainda com vale transporte, vale refeição de R$ 23 por dia, cesta básica de R$ 294, convênio médico e odontológico, além de seguro de vida. A escala de trabalho é de segunda a sexta, das 7h às 17h, ou das 8h às 18h, com possibilidade de trabalhar aos sábados.

Para participar do processo seletivo, é necessário comparecer ao Cate Central, na Av. Rio Branco, 252, às 8h. Durante os atendimentos nas unidades do Cate, leve RG, CPF e carteira de trabalho, que pode ser física ou digital.


Outras oportunidades

O Cate, da Prefeitura de São Paulo, está disponibilizando mais de 3.300 vagas de emprego em diferentes áreas. As oportunidades incluem setores como comércio, serviços, construção civil e saúde. Os salários variam de acordo com os cargos, indo de R$ 700 (estágio de atendente de lojas) até R$ 4.827 (operador de escavadeiras).

Para participar do processo seletivo, se cadastre no Portal Cate ou compareça a uma das 46 unidades do centro – incluindo postos fixos e móveis.

Outra oportunidade é o Contrata SP - Pessoa com Deficiência, que destinará vagas para pessoas com deficiência no dia 24 de julho. Serão mais de 200 vagas em diversos setores e as inscrições vão até a véspera do evento, pelo Portal Cate. O mutirão será realizado das 9h às 16h, na Av. Prestes Maia, 733 – 22º andar, Centro.

 

Serviço:

Durante a quarta-feira, 9 de julho, em razão do feriado estadual da Revolução Constitucionalista, as unidades do Cate não prestarão atendimento, retomando o serviço ao público a partir de quinta-feira (10), das 8h às 17h.

 

100 vagas de leiturista e entregador de conta de luz
Data:
10 de julho
Hora: Às 8h
Local: Cate Central, Av. Cate Central, 252

Contrata SP - Pessoa com Deficiência
Data:
 24 de julho
Hora:
 09h às 16h

Inscrições: até 23 de julho

Portal Cate

 

Lista de endereços

Zona Central

· Cate Central - Av. Rio Branco, 252 – Campos Elíseos

· Cate Central - Rua Quinze de Novembro, 268 (Descomplica SP)

 

Zona Norte

· Cate Freguesia/Brasilândia - Av. João Marcelino Branco, 95 – Vila dos Andrades (Descomplica SP)

· Cate Jaçanã/Tremembé  - Rua Luis Stamatis, 300 - Jaçanã (Descomplica SP)

· Cate Jaraguá - Estrada de Taipas, 990 – Pq. Nações Unidas (Descomplica SP)

· Cate Perus - Rua Ylídio Figueiredo, 285 – Perus (Descomplica SP)

· Cate Pirituba - Rua Paula Ferreira, 1708 – Vila Pirituba (Descomplica SP)

· Cate Santana - Av. Tucuruvi, 808 – Tucuruvi (Descomplica SP)

· Cate Casa Verde - Avenida Ordem e Progresso, 1001 (Descomplica SP)

· Cate Vila Maria/Vila Guilherme - Rua General Mendes, 111 – Vila Maria Alta (Descomplica SP)

· Cate CIC Norte - Rua Ari da Rocha Miranda, 36 - Conjunto Habitacional Jova Rural

· Cate Parque Novo Mundo - Av. Ernesto Augusto Lopes, 100 (CEU)

 

Zona Sul

· Cate Campo Limpo - Av. Giovanni Gronchi, 7143 - 4º andar - Vila Andrade (Descomplica SP)

· Cate Cidade Ademar - Av. Yervant Kissajikian, 416 – Vila Constância (Descomplica SP)

· Cate Interlagos - Av. Interlagos, 6122 - Interlagos

· Cate Ipiranga - Rua Breno Ferraz do Amaral, 425 – Ipiranga (Descomplica SP)

· Cate Jabaquara - Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2314 - Jabaquara (Descomplica SP)

· Cate M’Boi Mirim – Av. Guarapiranga, 1695 – Vila Socorro (Descomplica SP)

· Cate Parelheiros - Estrada Ecoturística de Parelheiros, 5252 – Jd. Dos Alamos (Descomplica SP)

· Cate Santo Amaro - Praça Floriano Peixoto, 54 – Santo Amaro (Descomplica SP)

· Cate Vila Mariana - Rua José de Magalhães, 500 - Vila Clementino (Descomplica SP)

. Cate Capela do Socorro - Rua Cassiano dos Santos, 499 – Jd. Clipper (Descomplica SP)

. Cate CIC Sul - Rua José Manoel Camisa Nova, 100

 

Zona Leste

· Cate Aricanduva – Av. Aricanduva, 5777 – Aricanduva (Descomplica SP)

· Cate Cidade Tiradentes - Av. Ragueb Chohfi, 7001 – Guaianases (Descomplica SP)

· Cate Cidade Tiradentes 2 - Rua Inacio Monteiro, 6900 - Andar Térreo do Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes  (Descomplica SP)

· Cate Guaianases - Rua Copenhague, 92 – Guaianases (Descomplica SP)

· Cate Itaim Paulista - Av. Marechal Tito, 3012 – São Miguel Paulista (Descomplica SP)

· Cate Itaquera - Rua Augusto Carlos Bauman, 851 - Itaquera

· Cate Itaquera 2 - Av Itaquera 6735 (Descomplica SP)

· Cate Penha - Rua Candapuí, 492 – Vila Marieta (Descomplica SP)

· Cate São Mateus - Av. Ragueb Chohfi, 1400 – Jd. Três Marias (Descomplica SP)

· Cate São Miguel Paulista - Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 – Vila Jacuí (Descomplica SP)

· Cate Sapopemba - Av. Sapopemba, 9064 – Jd. Aurora

· Cate Vila Prudente - Av. do Oratório, 172 – Jd. Independência (Descomplica SP)

· Cate Ermelino Matarazzo - Rua Boturussu, 1180 – Parque Boturussu (Descomplica SP)

· Cate Mooca – Rua Hipódromo, 1552 – Mooca (Descomplica SP)

 

Zona Oeste

· Cate Butantã - Rua Doutor Ulpiano da Costa Manso, 201 – Jd. Peri (Descomplica SP)

· Cate Pinheiros - Avenida Dra. Ruth Cardoso, 7123 (Descomplica SP)

· Cate Lapa - Rua Guaicurus, 1000 – Água Branca (Descomplica SP)

· Cate Pinheirinho D'agua - Rua Camillo Zanotti (CEU) 


terça-feira, 8 de julho de 2025

08/07 - Dia do Panificador

Adobe Stock/ Emulzint
A força da panificação: faturamento de bilhões e uma padaria aberta a cada 6 minutos 

 

Pilar fundamental da indústria alimentícia nacional, o setor de panificação e confeitaria vem acelerando ano após ano. Em 2024, seu faturamento ultrapassou os R$ 150 bilhões, com um aumento de mais de 10% em relação ao ano anterior, de acordo com o Instituto Ideal. Para além do faturamento, dados do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) revelam que, de janeiro a abril deste ano, foram registrados mais de 26 mil novos estabelecimentos — uma média de uma padaria aberta a cada seis minutos em todo o país.  

 

Esse ritmo intenso oferece um retrato do dinamismo do setor. Para a Emulzint, que faz parte do Grupo Zeelandia, referência global na produção de ingredientes para panificação e confeitaria, o Dia do Panificador, celebrado em 08 de julho, não é apenas uma data simbólica. 

 

“Esta é uma oportunidade de reafirmarmos nosso compromisso com quem faz a panificação e confeitaria acontecer todos os dias”, declara Juliana Saito, Diretora Comercial da Emulzint Zeelandia.  

 

Aumenta a demanda por ingredientes  

 

Fortemente inserida no segmento, a companhia tem registrado aumento significativo na demanda por soluções para padarias, confeitarias e supermercados em todo o Brasil. Segundo Juliana Saito, os panificadores estão buscando, cada vez mais, soluções que garantam qualidade, durabilidade e eficiência.  

 

“Apesar dos desafios enfrentados pelo setor panificador — como a pressão sobre os custos e a escassez de mão de obra qualificada —, o futuro da panificação brasileira parece muito promissor. Sempre alinhados às inovações e tendências globais, seguiremos contribuindo para o acesso às soluções e aos padrões oferecidos nos mercados mais avançados do mundo, fornecendo as bases técnicas para que essa evolução continue acontecendo”, conclui. 

 

Grupo Zeelandia
https://www.emulzint.com.br. SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor): 0800-7015800.

 

Dia Nacional da Ciência: Celebrando a Curiosidade e a Inovação no Brasil

8 de julho de 2025 – Hoje, o Brasil celebra o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, uma data dedicada a reconhecer a importância da pesquisa científica e o papel fundamental dos pesquisadores na construção de um futuro mais avançado e sustentável. Instituído pela Lei nº 10.221/2001, o dia 8 de julho marca a criação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 1948, e é uma oportunidade para refletir sobre os avanços, desafios e o potencial da ciência brasileira.


A Ciência como Motor de Transformação

A ciência é a base do progresso humano, impulsionando inovações em áreas como saúde, tecnologia, meio ambiente e educação. No Brasil, pesquisadores têm contribuído significativamente, apesar das barreiras estruturais. De vacinas desenvolvidas em tempo recorde a tecnologias agrícolas que colocam o país como líder global em exportações, a ciência brasileira demonstra resiliência e criatividade.

Um exemplo inspirador é o trabalho de cientistas como o Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, pós-PhD em Neurociências e diretor do Centro de Pesquisa e Análises Heráclito (CPAH). Membro de prestigiadas sociedades científicas, como a Sigma Xi, a Society for Neuroscience (EUA), a Royal Society of Biology (Reino Unido) e a European Society of Human Genetics (Áustria), Dr. Fabiano é reconhecido como detentor do maior QI do Brasil, registrado pelo RankBrasil. Ele destaca que a essência do pesquisador está na curiosidade inata, mas alerta para os obstáculos que limitam o potencial de muitos cientistas.


Desafios da Ciência no Brasil

Apesar do talento nacional, a ciência brasileira enfrenta desafios significativos. O investimento em pesquisa, de apenas 1,2% do PIB (CNPq, 2024), está bem abaixo da média de países da OCDE (2,8%). Além disso, a burocracia e os altos custos de publicação em revistas científicas internacionais, que podem chegar a milhares de dólares, dificultam a disseminação do conhecimento. Dr. Fabiano critica o sistema: “As melhores ideias muitas vezes não estão nas revistas de ponta, porque elas são caras e burocráticas. A ciência tornou-se comercial.”

Outro problema é a exclusão de pesquisadores de países lusófonos no cenário global. “A ciência é dominada pelo inglês. No Brasil e até em Portugal, onde cursos de neurociências são ministrados em inglês, falta credibilidade para quem não se comunica nesse idioma”, aponta Fabiano. Ele também denuncia o fechamento de portas em instituições brasileiras, como USP e UFRJ, que, segundo ele, formam “panelas” que dificultam o acesso de pesquisadores independentes.


Histórias de Superação

Para contornar esses desafios, Dr. Fabiano fundou o CPAH, onde foca na criatividade científica enquanto delega tarefas burocráticas a colaboradores. “Sem isso, eu teria desistido. A burocracia sufoca a inovação”, diz. Ele também lidera o grupo “Gifted Debate”, com mais de 500 superdotados, muitos dos quais desejam contribuir para a ciência, mas são desencorajados pelos custos e pela complexidade do sistema.


O Futuro da Ciência Brasileira

O Dia Nacional da Ciência é um momento para celebrar conquistas, mas também para cobrar mudanças. Especialistas defendem maior investimento público, a criação de revistas científicas nacionais de alto impacto e a valorização da diversidade linguística na ciência. Modelos de acesso aberto, como os repositórios arXiv e bioRxiv, são apontados como alternativas para democratizar o conhecimento.

Neste 8 de julho, o Brasil reafirma seu compromisso com a ciência e seus pesquisadores. Como destaca Dr. Fabiano, “as ideias que mudam o mundo muitas vezes vêm de fora das grandes universidades. Precisamos dar voz a esses talentos.” Que esta data inspire novas gerações a explorar, questionar e transformar o futuro por meio da ciência.

 

Dia Mundial da Alergia: óleos essenciais que aliviam sintomas


Hoje, 8 de julho, é o Dia Mundial da Alergia, data estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar sobre a importância da prevenção e tratamento das alergias, que afetam milhões de pessoas em todo o mundo. Espirros, coriza, tosse, coceiras na pele ou nos olhos estão entre os sintomas que podem comprometer a qualidade de vida de quem sofre com o problema.

Além dos tratamentos médicos tradicionais, cresce o interesse pelas abordagens naturais, como a aromaterapia, que faz uso de óleos essenciais para ajudar a aliviar sintomas leves das alergias respiratórias e cutâneas. Segundo aromaterapeuta, perfumista botânica, naturóloga e especialista em neurociência Daiana Petry, alguns óleos têm propriedades anti-inflamatórias, calmantes e descongestionantes, podendo trazer conforto em períodos críticos.
 

Ela indica os mais recomendados para cada caso:
 

DESCONGESTIONANTE: Eucalipto (Eucalyptus globulus)

Conhecido pelo poder descongestionante, ajuda a abrir as vias respiratórias e possui ação antimicrobiana. Pode ser usado em difusores ou inalações, sempre diluído.

ANTI-INFLAMATÓRIO: Lavanda (Lavandula angustifolia)

Possui efeito calmante e anti-inflamatório, sendo útil para aliviar coceiras e irritações na pele, comuns em algumas alergias.

IRRITAÇÃO NA PELE: Hortelã-Pimenta (Mentha piperita)

Seu mentol proporciona sensação refrescante e alivia o nariz entupido. Também pode ser usado topicamente (sempre diluído) para acalmar a pele irritada.

COCEIRAS: Tea Tree (Melaleuca alternifolia)

Graças às propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, é eficaz em alergias de pele, como dermatites, ajudando a reduzir coceiras e acelerar a cicatrização.

CALMANTE: Camomila Romana (Chamaemelum nobile)

Indicada para peles sensíveis ou irritadas, devido ao seu potente efeito calmante e anti-inflamatório. Também pode ajudar no controle da ansiedade, comum durante crises alérgicas. 

Mas, a especialista faz um alerta: “Apesar de naturais, óleos essenciais são substâncias altamente concentradas e devem ser usados com cautela, pois também podem causar reações alérgicas. Pessoas sensíveis devem fazer teste de contato antes do uso e, em caso de sintomas persistentes ou intensos, procurar sempre orientação”, finaliza.

 



Daiana Petry @daianagpetry - Aromaterapeuta, perfumista botânica, naturóloga e especialista em neurociência. Professora dos cursos de formação em aromaterapia, perfumaria botânica e psicoaromaterapia.  Autora dos livros: Psicoaromaterapia, Cosméticos sólidos e Maquiagem ecoessencial. 
Fundadora da Harmonie Aromaterapia.
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Voz no inverno: como proteger seu principal instrumento de comunicação nos dias frios

Fonoaudióloga Juliana Algodoal traz orientações para preservar a saúde vocal no ambiente profissional

 

No inverno, não são apenas as mãos e os pés que sofrem com as baixas temperaturas. A voz, principal ferramenta de expressão no ambiente profissional, também sente os impactos da estação. E quando ela falha, não é só a fala que se compromete: a imagem, a autoridade e até a forma como os outros percebem nosso estado de saúde entram em jogo. 

Segundo Juliana Algodoal, fonoaudióloga, PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho e fundadora da consultoria Linguagem Direta, o inverno traz uma combinação perigosa para as pregas vocais, tais como ar mais seco, menor ingestão de água, ambientes fechados com baixa circulação de ar e aumento das infecções respiratórias. “Tudo isso gera um efeito inflamatório que pode causar rouquidão, esforço vocal e até perda de voz. E mais do que um problema físico, esses sintomas acabam transmitindo mensagens inconscientes sobre descuido ou vulnerabilidade”, afirma Juliana. 

A especialista ressalta que a voz está diretamente conectada ao nosso estado emocional e ao funcionamento do cérebro. Quando sentimos desconfortos como garganta irritada ou ressecada, há queda na concentração e no processamento verbal, o que afeta a clareza da fala, a articulação e até a escolha das palavras. “Além disso, o corpo influencia a mente. Se a voz soa fraca, hesitante ou irregular, o cérebro entende que estamos sob estresse, o que compromete tanto a nossa performance quanto a percepção que os outros têm sobre nós”, explica Juliana. 

Nos últimos dias, ela relata ter recebido diversas mensagens de executivos aflitos, enfrentando perda parcial da voz às vésperas de reuniões importantes. “O inverno pode ser desafiador para a saúde vocal, mas há formas simples e eficazes de preservar a voz e evitar prejuízos à imagem profissional”, orienta. Juliana compartilha algumas dicas para manter a saúde vocal no inverno:

 

- Antes de reuniões ou apresentações, faça nebulização com soro fisiológico por 10 minutos; use nebulizador portátil com entrada USB até três vezes ao dia;

- Mantenha o pescoço, mãos e pés aquecidos, especialmente ao sair de ambientes aquecidos para locais frios;

- Aumente a hidratação, mesmo sem sede. O ideal é tomar pequenos goles de água ao longo do dia;

- Evite forçar a voz ou cochichar, especialmente em momentos de rouquidão. Isso sobrecarrega ainda mais as pregas vocais;

- Areje os ambientes sempre que possível e mantenha os filtros de ar-condicionado limpos;

- Evite choques térmicos, usando roupas adequadas para transições entre ambientes com temperaturas diferentes.

 

Juliana ainda destaca que, caso a rouquidão persista por mais de duas semanas, é fundamental procurar um otorrinolaringologista. Além disso, treinamentos personalizados com fonoaudiólogos especializados são grandes aliados para profissionais que dependem da voz como instrumento de trabalho. “Uma voz cansada ou falha comunica muito mais do que um sintoma. Transmite desgaste, desatenção e até falta de preparo. Já uma voz bem cuidada transmite autoridade, confiança e presença. Cuidar da própria voz não é vaidade, é estratégia, autocuidado e respeito pela imagem profissional que se deseja construir”, finaliza.  


Juliana Algodoal - Considerada uma das maiores especialistas em Comunicação Corporativa do país, Juliana Algodoal é PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho – Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem e fundadora da empresa Linguagem Direta*. Acumula mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de projetos que buscam aprimorar a interlocução no ambiente empresarial - tendo como clientes grandes companhias, como BASF, Porto Seguro, Novartis, Pfizer, Aché, Itaú, Citibank, Unimed Nacional, Samsung, dentre outras. Também é presidente do conselho administrativo Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.

 

Julho Amarelo: “Exames de hepatite na rotina médica para detecção precoce são fundamentais”, alerta patologista clínico da SBPC/ML

- O desafio da infecção é a ausência de sintomas e sinais precoces da doença, o que dificulta o diagnóstico. Por isso, é crucial que a comunidade médica solicite sorologias e exames de rotina e discuta a imunização para prevenção das hepatites A e B 

- Levantamento brasileiro realizado pelo Einstein, no âmbito do projeto PROADI-SUS, coordenado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em parceria com o Ministério da Saúde, aponta que a hepatite A segue causando surtos em adultos jovens, principalmente nas regiões Sul e Sudeste e reforça importância da vacinação

 

A hepatite é a segunda doença infecciosa que mais causa vítimas fatais no mundo - são 1,3 milhão de mortes anuais, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, as hepatites mais comuns são dos tipos A, B e C. A hepatite D ou Delta é mais frequente na região Norte e a hepatite E é a menos comum. No Brasil, a luta contra as hepatites B e C é uma prioridade de saúde pública e agora crescem as campanhas para vacinação e prevenção à hepatite A, que segue provocando surtos, sobretudo em homens que fazem sexo com outros homens. O risco de contaminação por hepatites atinge também pessoas que consomem peixes e frutos do mar crus, que utilizam drogas injetáveis compartilhadas, que não possuem o hábito de higienizar as mãos com frequência, podendo ser causada por vírus, bactérias, e até mesmo uso excessivo de medicamentos ou ingestão de álcool. 

Para João Renato Rebello Pinho, patologista clínico membro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), e coordenador médico do Laboratório Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, é necessário que os exames para hepatite entrem na rotina médica, pois a doença é silenciosa, e quanto mais cedo se inicie o tratamento, mais chances de controlar os sintomas. 

“O diagnóstico da doença é feito por meio de exame de sangue, que detecta a presença de anticorpos contra o vírus no organismo. Tanto a hepatite B quanto a hepatite C têm tratamento se chegarem à fase crônica, evitando que a doença evolua para cirrose hepática e suas complicações, incluindo transplante hepático e câncer de fígado”, diz. 

Segundo o médico, no caso da hepatite B, testes para antígenos (HBsAg, HBeAg) e anticorpos (Anti-HBc IgM/IgG, Anti-HBs) são essenciais. Para a hepatite C, a triagem começa com o anti-HCV, seguido de teste de carga viral para confirmação de infecção ativa. E para o diagnóstico da hepatite A, o marcador principal é o anticorpo IgM anti-HAV, que indica infecção recente. Já o IgG anti-HAV mostra se há imunidade, seja por infecção passada ou vacinação. “Em situações de surto, esses testes são fundamentais para mapear rapidamente a situação e isolar casos ativos. Podemos saber se é infecção aguda ou crônica, bem como infecções ou vacinações prévias. Quando o resultado é reativo, indica a presença da infecção, e realiza-se a medição de carga viral, que é essencial para um diagnóstico definitivo”, orienta o especialista da SBPC/ML. 

Rebello lembra que a imunidade prévia ou vacinação atinge cerca de 78% da população analisada. “Mesmo com a vacinação alta, ainda encontramos surtos concentrados em grupos específicos. É um alerta para mantermos estratégias de vacinação mais eficazes e temos que reforçar campanhas de conscientização. “A hepatite é uma doença que pode ser evitada com vacina, higiene adequada e acesso à saneamento e água potável. Nossa experiência mostra onde estão os maiores riscos e como podemos proteger essas pessoas. É fundamental que a sociedade e os gestores de saúde olhem para esses dados com responsabilidade”, destaca Pinho, da SBPC/ML.
 

Surtos de hepatite A exigem mais esforços - De acordo com o Ministério da Saúde, somente em 2023 foram notificados 2.080 casos de hepatite A no país - 90% em adultos, sendo quase 70% em homens. Em Curitiba, um surto registrado em 2024 somou mais 315 casos e cinco óbitos. “Esses números deixam claro que a hepatite A não é mais restrita à infância. É preciso combinar a vacinação em massa com o uso criterioso dos exames laboratoriais para detectar casos ativos e avaliar a imunidade da população”, reforça o especialista. 

Um novo estudo brasileiro lança luz sobre um tema. Publicado no Journal of Medical Virology, investigou mais de 1.700 casos suspeitos de hepatite aguda em todas as regiões do país, no âmbito do projeto PROADI-SUS, coordenado pelo Hospital Israelita Albert Einstein em parceria com o Ministério da Saúde. O estudo identificou infecção ativa pelo vírus da hepatite A (HAV) em 6,3% dos casos analisados - 80% deles em homens jovens. Todos os casos genotipados pertenciam ao sub genótipo I.A, com cerca de 450 mutações identificadas, algumas inéditas e potencialmente capazes de influenciar o comportamento do vírus e a resposta à vacina.

“A hepatite A é classicamente associada a saneamento básico, mas estamos vendo uma nova dinâmica, com transmissão sexual importante. Por isso, os médicos devem solicitar os exames sorológicos adequados, tanto para diagnosticar infecções agudas como para checar a imunidade adquirida”, explica João Renato. 

Desde 2014, a vacina contra hepatite A integra o calendário infantil do SUS, com dose única aos 15 meses. Essa política ajudou a reduzir drasticamente os casos na infância, mas o aumento de surtos em adultos evidencia a necessidade de ampliar a cobertura vacinal e reforçar ações de educação em saúde. 

Os dados também reforçam a relação entre saneamento básico e proteção contra o vírus: enquanto a região Norte apresentou maior prevalência de anticorpos - reflexo de vacinação ou exposição prévia - a região Sul, com menores índices de imunidade, concentrou a maior parte das infecções ativas. 

“Nossa pesquisa mostra onde estão os maiores riscos e como podemos proteger essas pessoas. É fundamental que a sociedade e os gestores de saúde olhem para esses dados com responsabilidade. Além da vacina, práticas de sexo seguro, saneamento básico e higiene pessoal continuam sendo pilares essenciais na prevenção da hepatite A e de outras hepatites virais. Combinando vacinação e diagnóstico laboratorial, podemos avançar rumo à meta de eliminação das hepatites como problema de saúde pública”, conclui João Renato Rebello Pinho, da SBPC/ML.



SBPC/ML - Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial

 

Temporada de férias: acidentes em balneários podem causar graves problemas à coluna


Neurocirurgião especialista em coluna, Túlio Rocha alerta que o problema é sério e pode causar danos irreparáveis, como a tetraplegia


As férias de julho chegaram e muitos goianos aproveitam para curtir os balneários do Estado. As praias do rio Araguaia são um dos destinos prediletos. Tem ainda as opções de rios e cachoeiras de vários municípios e regiões de Goiás – como Pirenópolis e Chapada dos Veadeiros –, além das águas quentes de Caldas Novas e região e diversos lagos. Mas, é preciso atenção e cuidado para o passeio não se transformar em tragédia: pesquisa do Ministério da Saúde aponta que o mergulho em água rasa é a 2ª maior causa de deficiências no verão, ficando atrás apenas dos acidentes de trânsito, e fora deste período, esses acidentes ocupam a quarta posição.  

O médico Túlio Rocha, neurocirurgião especialista em coluna, alerta que o problema é sério e pode causar danos irreparáveis à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), a maior parte das vítimas deste tipo de acidente é jovem: 90% têm faixa etária de 10 a 25 anos. A consequência mais recorrente é a tetraplegia, em que os pacientes perdem os movimentos do pescoço para baixo. E o trauma da lesão medular por acidente de mergulho pode vir ainda acompanhado por um traumatismo craniano. 

Diferentemente de outras deficiências, a prevenção do mergulho mal calculado pode evitar 100% dos casos de deficiência física. Entre as consequências que o mergulho em águas rasas pode causar, o neurocirurgião Túlio Rocha lista algumas: paralisia de pernas e braços; danos para coluna vertebral, lesões como fratura e luxação, problemas neurológicos, trauma de crânio, fraturas nas mãos e pés.

 

Cuidados que podem ser tomados 

Para aproveitar o lazer e curtir o passeio com segurança e responsabilidade, o médico Túlio Rocha destaca haver formas de evitar surpresas desagradáveis que podem levar a tragédias aquáticas. Ele destaca que é preciso conhecer a profundidade do local, principalmente em lugares que possuem pedras, como rios, cachoeiras e o costão do mar é essencial. É recomendável observar se há salva-vidas por perto, caso não tenha, pedir para familiares ficarem atentos e evitar ir longe ou no fundo.  

Já para as piscinas, é importante observar se o motor está desligado, assim evitará problemas de sucção. Vale ressaltar que é bom evitar saltar de cabeça e ficar atento com saltos em beiradas de piscinas, trampolins. Crianças sempre devem estar supervisionadas por um adulto e não se deve superestimar as habilidades, caso não saiba nadar, não vá para o fundo. Outro cuidado necessário é referente a ingestão de bebidas alcoólicas e alimentos pesados antes de entrar na água, hábito relevante para acidentes e até mesmo a má digestão. 


Um dos destinos prediletos dos goianos nas férias de julho, o Rio Araguaia,
com seus bancos de areia, pode ocasionar acidentes que causam
 lesões na coluna vertebral 
Crédito: Secretaria de Estado da Retomada de Goiás

Assistências às vítimas 

Deve-se ter muito cuidado ao querer ajudar neste momento, pois uma manipulação realizada de forma incorreta pode piorar a lesão, alerta o médico Túlio Rocha. A vítima deve ser salva e levada para fora da água para prevenir o afogamento e aguardar a chegada da equipe médica especializada no atendimento de emergências. Recomenda-se pedir ajuda se presenciar um evento semelhante. No hospital, os médicos especializados irão avaliar e recomendar o melhor tratamento. Em casos leves, colares podem ser indicados e em situações mais graves a cirurgia pode ser a única solução.  

Os sinais ou sintomas de lesão na coluna após acidente de mergulho incluem dor local com eventual irradiação para os membros superiores. “Podem incluir náuseas, cefaleia, tonturas, fraqueza ou incapacidade de mover os braços, ou pernas. Pode também ocorrer formigueiro ou dormência nos membros e lesão na área abaixo da zona atingida. É frequente observar-se também sintomas como estado de consciência alterado, dificuldades respiratórias, perda de controle da bexiga ou do intestino”, pontua o neurocirurgião.   

Túlio Rocha lembra ainda que os sinais vitais precisam ser checados, ou seja, respiração, batimentos cardíacos e nível de consciência. “Caso a pessoa esteja sonolenta, ou comece a ficar mole, respondendo pouco, é importante levá-la a um serviço de urgência em hospital. Nesse momento a avaliação médica é de extrema importância, especialmente se houve pancadas na cabeça.”  

No caso de crianças que apresentam dor de cabeça e vômitos também é importante levá-la ao médico o mais rápido possível. “No momento do acidente todos querem ajudar, mas é preciso ter muito cuidado, pois a manipulação realizada incorretamente pode piorar qualquer tipo de lesão”, destaca o neurocirurgião. 

 

Cuidados necessários 

- Não mergulhe em águas turvas ou desconhecidas.

- Não mergulhe após ingerir bebida alcoólica ou outras substâncias que atrapalhem os reflexos. 

- Evite empurrar os amigos para dentro da água. 

- E cuidado ao tentar ajudar uma pessoa que sofreu este tipo de lesão: mexer a cabeça poderá piorar a lesão. 

- O mais importante é imobilizar e chamar ajuda médica para adequada avaliação.


Próteses dentárias: 5 fatores cruciais para escolher a melhor opção

A escolha de uma prótese dentária vai além da simples substituição de dentes perdidos ou quebrados; envolve diversos fatores que podem impactar a estética, o conforto e a funcionalidade do paciente. A decisão sobre o tipo ideal de prótese dentária exige atenção a pontos como durabilidade, custo, materiais utilizados e necessidades específicas de cada paciente. 

A realidade é que o mercado de próteses está em ascensão e as soluções relacionadas a esses produtos são cada vez maiores. Contudo, para escolher as opções se deve ter um conhecimento um pouco maior sobre o tema. 

Neste contexto, Luis Fernando de Moura, gerente técnico da LR Prótese Dental, destaca a importância de uma avaliação detalhada. "A escolha da prótese deve ser personalizada, levando em conta as condições de saúde bucal do paciente e o tipo de prótese que proporcionará melhor qualidade de vida", afirma Moura.

 

Antes de decidir, é fundamental considerar alguns aspectos:

  1. Custo-benefício: Embora o preço seja um fator importante, o mais barato nem sempre é a melhor opção. O barato pode sair caro a longo prazo, pois próteses de menor qualidade podem necessitar de substituições mais frequentes. A durabilidade e a estética, portanto, devem ser pesadas em conjunto com o custo inicial.
  2. Durabilidade: A longevidade da prótese também deve ser considerada, já que materiais mais duráveis tendem a ter um custo mais elevado, mas proporcionam maior estabilidade e resistência, evitando gastos com manutenções constantes.
  3. Estética: Pacientes frequentemente preferem materiais que garantem resultados mais naturais, como a zircônia e o dissilicato de lítio. Esses materiais oferecem uma aparência mais próxima dos dentes naturais, sendo bastante populares nos tratamentos estéticos.
  4. Conforto e funcionalidade: O tipo de prótese, fixa ou removível, pode influenciar diretamente o conforto e a funcionalidade. Próteses fixas, por exemplo, são mais estáveis e eficientes para mastigar, enquanto as removíveis oferecem maior flexibilidade, mas podem ser menos confortáveis.
  5. Saúde bucal: Cada paciente apresenta uma condição única de saúde bucal, e isso deve ser levado em conta. Pacientes com problemas de gengiva, por exemplo, podem precisar de próteses mais adaptáveis ou que não causem desconforto adicional.

 

Tipos de prótese dentária

Existem diversos tipos de próteses, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Entre os principais tipos, podemos citar:

  • Prótese Total Removível (Dentadura): Indicada para quem perdeu todos os dentes em uma arcada, a dentadura oferece um preço acessível, mas pode apresentar dificuldades de adaptação e uma durabilidade mais baixa.
  • Ponte Móvel (Prótese Parcial Removível): Ideal para quem perdeu alguns dentes, a ponte móvel é uma opção de baixo custo, mas pode comprometer a estética devido aos grampos metálicos visíveis.
  • Prótese Flexível: Uma alternativa mais estética à ponte móvel, feita com materiais flexíveis que imitam a cor dos dentes e gengivas. Embora esteticamente superior, pode não ser adequada para todos os pacientes.
  • Coroa Fixa: Ideal para dentes severamente danificados, a coroa fixa oferece alta durabilidade e estética, sendo confeccionada em materiais como porcelana e zircônia.
  • Prótese Fixa sobre Implantes: Usada para repor dentes perdidos, utilizando implantes dentários como ancoragem. Embora tenha um custo mais alto, oferece excelente estética e durabilidade.
  • Facetas de Porcelana: Utilizadas para tratar dentes anteriores danificados, as facetas oferecem uma estética superior, mas com custo elevado. 

De acordo com Luis Fernando de Moura, a escolha da prótese dentária deve ser feita com a orientação de um profissional capacitado. "É essencial que o paciente esteja bem-informado sobre as opções e que o dentista faça uma análise cuidadosa para garantir o melhor resultado estético e funcional", conclui Moura. 

Portanto, ao escolher uma prótese dentária, é fundamental equilibrar todos esses fatores para garantir não só a satisfação estética, mas também a saúde e o conforto a longo prazo.

 

Menopausa: mais de 30 milhões de brasileiras podem viver essa fase com qualidade de vid

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Especialista desmistifica a menopausa e oferece orientações médicas essenciais para aliviar sintomas e promover um envelhecimento saudável, combatendo o impacto psicológico em 8 a cada 10 mulheres

 

A menopausa, uma fase natural e inevitável na vida de toda mulher, ainda é cercada por mitos e incertezas, impactando a qualidade de vida de milhões de brasileiras. Dados recentes do IBGE apontam que, aproximadamente, 30 milhões de mulheres no Brasil estão vivendo na faixa etária do climatério e menopausa, representando 7,9% da população feminina, dentro desse mesmo estudo, foi revelado que 82% dessas mulheres enfrentam sintomas que comprometem seu bem-estar, e 8 a cada 10 vivenciam sentimentos psicológicos negativos como ansiedade, depressão, constrangimento e vergonha.

Para desmistificar o tema e oferecer um caminho para um envelhecimento saudável, a Dra. Jaísa Santana Teixeira, médica ginecologista e cirurgiã oncoginecológica do Hospital Orizonti, compartilha orientações cruciais. “A chave para uma menopausa tranquila e um envelhecimento saudável reside na prevenção contínua”, enfatiza a especialista.

A Dra. Jaísa destaca a importância da visita anual ao ginecologista, que vai muito além da rotina. É um momento estratégico para:

  • Rastreamento e Prevenção de Cânceres: Incluindo preventivo, mamografia e, quando indicado, colonoscopia.
  • Monitoramento da Saúde Geral: Através de exames laboratoriais, aferição de pressão arterial, doenças cardiovasculares e osteoporose (com densitometria óssea).

“Nosso objetivo é fazer uma prevenção abrangente para a fase do envelhecimento, garantindo que a paciente se sinta protegida de todas as formas possíveis”, explica a Dra. Jaísa.

Estratégias médicas para aliviar os sintomas e promover o bem-estar:

Além da prevenção médica, a ginecologista do Hospital Orizonti ressalta a importância de hábitos de vida saudáveis para atravessar a menopausa com mais conforto:

  • Hidratação Abundante: Fundamental para o bom funcionamento do organismo.
  • Atividade Física Regular: Com foco especial na musculação, essencial para a manutenção da massa óssea e muscular.
  • Alimentação Saudável: Dieta equilibrada, com baixo consumo de doces e frituras.
  • Higiene do Sono: Organizar o sono para garantir um descanso reparador.

A médica também orienta sobre a atenção aos sintomas específicos da menopausa, como os sintomas vasomotores (ondas de calor e suores noturnos) e o ressecamento vaginal. Para os sintomas psicológicos e emocionais, que afetam a maioria das mulheres, como dificuldade para dormir, cansaço mental, redução da libido, esquecimento, problemas de concentração, ansiedade e mudanças de humor, a Dra. Jaísa é categórica: "A menopausa é um período de transição hormonal que pode impactar o humor. O acompanhamento e o suporte de um profissional são essenciais". Ela ressalta que nem todas as mulheres sentirão todos esses sintomas, e a experiência da menopausa é muito particular para cada uma.

A Dra. Jaísa Santana Teixeira esclarece ainda que a Terapia de Reposição Hormonal (TRH) é uma ferramenta valiosa e segura para muitas pacientes, quando há indicação clínica e após avaliação médica. “São reposições de hormônios que são altamente seguros, a depender da condição da paciente. É nosso dever receitar e orientar quanto ao uso, mas a paciente tem opção de escolha se quer ou não usar a medicação”, finaliza.



Hospital Orizonti


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