Pesquisar no Blog

quarta-feira, 12 de março de 2025

BOLETIM DAS RODOVIAS

Rodovias registram tráfego tranquilo no início desta tarde

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo no início da tarde desta quarta-feira (12).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Checklist de viagem: 7 dicas do que você não pode se esquecer em 2025

Divulgação
Como se organizar para ter mais segurança e praticidade para uma experiência sem imprevistos


Com o crescimento do turismo internacional previsto para 2025, preparar-se com antecedência é essencial para garantir uma viagem tranquila e proveitosa. Seja para conhecer novas culturas, relaxar em praias paradisíacas ou explorar a gastronomia de um destino, um bom planejamento evita contratempos e torna a experiência mais agradável. 

Confira sete itens essenciais para viajar com segurança e conforto nesse ano:
 

1. Documentação atualizada

Antes de embarcar, certifique-se de que seu passaporte esteja dentro da validade requisitada pelo país de destino e, se necessário, solicite o visto para o destino escolhido. Alguns países exigem comprovante de vacinação em dia ou formulários de imigração preenchidos previamente. Além disso, há países que exigem que o passaporte esteja com o mínimo de seis meses antes da data de expiração.
 

2. Seguro viagem: indispensável para qualquer destino

O seguro viagem garante suporte em situações inesperadas, como emergências e urgências médicas, extravio de bagagem, entre outras, por isto, é imprescindível comprar seu seguro com antecedência. Além disso, observe se seu plano de seguro viagem cobre o cancelamento de viagem, pois esta cobertura te protege do momento da compra até o início da viagem. Quanto antes comprar, mais tempo terá a proteção

"O seguro viagem oferece tranquilidade para os viajantes, garantindo assistência em qualquer imprevisto. Com coberturas adaptadas a diferentes perfis de viagem, ele se torna um investimento essencial para quem busca segurança e comodidade", destaca Mauricio Amaral, CEO da Universal Assistance no Brasil.
 

3. Reservas organizadas: hospedagem e transporte

Reservar hotéis e transportes com antecedência evita contratempos e garante melhores tarifas. Para destinos internacionais, é importante considerar translados e pesquisar as opções de transporte público pode facilitar a locomoção e otimizar o tempo da viagem.
 

4. Cartões e dinheiro

Além de habilitar o cartão de crédito para uso internacional, leve uma quantia em moeda local para pequenas despesas e emergências. Aplicativos de câmbio e pagamentos digitais também ajudam a gerenciar os custos da viagem com mais praticidade.
 

5. Kit de primeiros socorros e medicamentos

Leve remédios básicos e de uso contínuo, sempre acompanhados de receita médica, especialmente se o destino tiver restrições para a entrada de medicamentos.
 

6. Roteiro flexível

Ter um planejamento estruturado é essencial, mas manter certa flexibilidade no roteiro permite aproveitar melhor as oportunidades e se adaptar a mudanças climáticas, horários de atrações ou imprevistos.
 

7. Comunicação e conectividade

Adquirir um chip internacional de celular ou ativar um plano de roaming garante que você esteja sempre conectado. Além disso, aplicativos de mapas offline e de tradução podem ser aliados valiosos na viagem.

 

Universal Assistance


ABRIR um restaurante: O que você precisa saber para não fechar as portas logo no início

Montar um restaurante vai muito além de elaborar um cardápio atrativo e oferecer um ambiente agradável aos clientes. Nos bastidores, há um conjunto de normas que garantem a segurança dos alimentos, estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que muitos empresários desconhecem até serem surpreendidos por uma fiscalização.

 

"A fiscalização sanitária não avisa quando vai chegar e, quando encontra falhas graves, pode determinar a interdição imediata do estabelecimento", alerta Paula Eloize, especialista em segurança dos alimentos e idealizadora da Food Smart. "Já vi restaurantes investirem alto na inauguração e não conseguirem operar por muito tempo porque ignoraram exigências básicas".

 

A Anvisa, por meio da Resolução RDC 216/04, estabelece as boas práticas para serviços de alimentação, um conjunto de regras que define desde a estrutura do estabelecimento até os cuidados com armazenamento, preparo e transporte dos alimentos. Não seguir essas normas pode resultar em autuações, multas e, em casos mais graves, interdições que comprometem a reputação do restaurante.


 

A PRIMEIRA VISITA DA FISCALIZAÇÃO PODE SER A ÚLTIMA

 

Muitos empresários subestimam a importância da segurança dos alimentos, acreditando que apenas manter a cozinha limpa e os ingredientes frescos seja suficiente para evitar problemas. No entanto, a fiscalização observa critérios rigorosos, e qualquer falha pode ser suficiente para aplicar sanções.

 

"Um dos erros mais comuns é a falta de controle sobre a temperatura de armazenamento", explica Paula. "Se um fiscal pedir registros de temperatura das câmaras frias e o estabelecimento não tiver um controle adequado, isso já é um motivo para autuação. Sem esse monitoramento, não há como garantir que os alimentos estão sendo armazenados de forma segura".

 

Outro problema frequente é a contaminação cruzada, quando alimentos crus entram em contato com os prontos para consumo, facilitando a proliferação de microrganismos que podem causar doenças.

 

"Vejo restaurantes em que os funcionários usam as mesmas tábuas para cortar carne crua e legumes, sem higienização adequada", relata Paula. "Esse tipo de prática compromete a segurança dos alimentos e pode levar a intoxicações alimentares graves".


 

O QUE PODE LEVAR UM RESTAURANTE A SER INTERDITADO?

 

A interdição de um restaurante pode ocorrer de maneira parcial, quando algumas áreas são fechadas temporariamente para adequação, ou total, quando o estabelecimento precisa interromper completamente as atividades.

 

As principais razões que levam a essa penalidade incluem presença de sujeira, restos de alimentos e acúmulo de resíduos nos equipamentos e utensílios, além do armazenamento inadequado e problemas na infraestrutura, como paredes mofadas, pisos quebrados, fiação exposta e condições que possam afetar a qualidade dos alimentos.

 

Além disso, a ausência de responsável técnico também é um problema sério. “Um profissional capacitado é necessário para garantir o cumprimento das normas e a segurança dos alimentos. E contratar um sai mais em conta do que pagar a multa depois”, explica Paula.

 

Para Paula, a falta de planejamento é o maior vilão dos novos restaurantes. "Muitos empreendedores focam no cardápio e na decoração, mas não se preocupam com a parte técnica da operação. Quando a fiscalização chega, o problema já está instalado".


 

A IMPORTÂNCIA DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 

 

Muitos restaurantes só percebem a necessidade de um responsável técnico quando enfrentam problemas com a fiscalização. Esse profissional – geralmente um nutricionista, engenheiro de alimentos ou tecnólogo em alimentos – é responsável por garantir que todas as normas estejam sendo cumpridas, desde a manipulação até o controle de qualidade dos insumos.

 

"Ter um responsável técnico não é um gasto, é uma proteção para o negócio", enfatiza Paula. "Ele previne erros, orienta a equipe e evita que o restaurante sofra penalizações que poderiam ser facilmente evitadas".

 

Além de manter a conformidade do restaurante, o responsável técnico também auxilia no treinamento da equipe, garantindo que todos os funcionários sigam os protocolos corretos e saibam lidar com situações de risco.


 

FECHAMENTO TEMPORÁRIO PODE AFETAR A REPUTAÇÃO DO RESTAURANTE

 

A interdição de um restaurante vai muito além do prejuízo financeiro. Hoje, com as redes sociais e as plataformas de avaliação online, qualquer problema sanitário pode se espalhar rapidamente, afastando clientes e comprometendo a credibilidade do estabelecimento.

 

"Os consumidores estão cada vez mais atentos", diz Paula. "Se um restaurante é fechado por problemas sanitários, a recuperação da imagem pode levar meses. Em alguns casos, os clientes simplesmente deixam de confiar no local".

 

O impacto de uma interdição pode ser irreversível, tornando essencial a adoção de medidas preventivas para garantir que tudo esteja dentro dos padrões exigidos pelos órgãos fiscalizadores.


 

ABRIR UM RESTAURANTE EXIGE MAIS DO QUE SABER COZINHAR

 

Para quem deseja empreender no ramo da alimentação, o caminho mais seguro é garantir que todas as exigências sanitárias sejam cumpridas desde o início. Investir na segurança dos alimentos não é apenas uma exigência legal, mas um compromisso com a qualidade e a saúde dos consumidores.

 

"O sucesso de um restaurante não depende só da comida, mas da forma como ele é gerenciado", finaliza Paula. "Um negócio bem estruturado, que segue as normas e se preocupa com a segurança dos alimentos, tem muito mais chances de prosperar e conquistar clientes fiéis".

 

Seguir as regras sanitárias não é um detalhe burocrático, mas uma estratégia essencial para quem quer se manter no mercado e evitar surpresas desagradáveis. Afinal, prevenir sempre será melhor – e mais barato – do que remediar.


O papel da indústria no cumprimento das Metas de Saneamento para 2025

O Marco Legal do Saneamento estabeleceu metas ousadas para o Brasil, com o objetivo de universalizar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto até 2033. No entanto, 2025 marca um ponto crítico nesse processo, exigindo avanços substanciais para evitar atrasos na execução dos projetos. 

Apesar dos avanços nos últimos anos, o Brasil ainda enfrenta enormes disparidades regionais no acesso a saneamento básico. Dados recentes mostram que mais de 30 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água tratada, e mais de 100 milhões vivem sem coleta e tratamento de esgoto. A pressão para atingir as metas de 2025 reforça a necessidade de uma mobilização conjunta entre setor público e privado, com soluções que sejam rápidas, eficazes e de longo prazo. 

No entanto, de acordo com o levantamento realizado pela IFAT (Feira Internacional para Água, Esgoto, Drenagem e Soluções em Recuperação de Resíduos), feito com a Pezco Economics e Resolux Company, os investimentos no setor de saneamento devem ficar aquém do necessário para atingir as metas pré acordadas para a universalização dos serviços até 2033. 

Diante disso, a indústria tem um papel importante ao fornecer tecnologias que tornam os processos de saneamento mais eficientes e sustentáveis. Para isso, as parcerias público-privadas (PPPs) têm sido um dos pilares para acelerar a execução de projetos de saneamento no Brasil. A indústria tem um compromisso estratégico nesse modelo, fornecendo não apenas os equipamentos, mas também expertise técnica e suporte para a implementação de soluções inovadoras, que monitoram a qualidade da água em tempo real, ajustam os níveis de dosagem automaticamente e reduzem o consumo de energia, influenciando na redução de custos e ampliação do alcance dos serviços de saneamento. 

Por exemplo, projetos que integram equipamentos de alta eficiência com financiamento público podem ajudar municípios menores, muitas vezes excluídos das grandes iniciativas, a atingir padrões de qualidade e sustentabilidade. 

Uma tendência global que vai além de uma exigência regulatória e que vem moldando as operações do setor. Tecnologias que reduzem o uso de insumos químicos, minimizam emissões de carbono e reaproveitam subprodutos têm se tornado prioridade. 

Isso reforça que o cumprimento das metas de saneamento exige a união de esforços entre governo, sociedade civil e, principalmente, o setor industrial, para transformar o saneamento no Brasil e melhorar a qualidade de vida da população. 

No entanto, é preciso que esse movimento ocorra em um ambiente regulatório que favoreça o desenvolvimento. Sob o olhar atento da indústria, a reforma tributária deve ser uma aliada, reduzindo a complexidade e promovendo um ambiente mais favorável para investimentos em infraestrutura de saneamento. Simplificar impostos e garantir incentivos ao setor pode ser o diferencial que permitirá o avanço mais rápido e efetivo dos projetos. 

O saneamento básico não é apenas uma meta no papel - é uma questão de dignidade, saúde e qualidade de vida. Com inovação, parcerias estratégicas e um ambiente tributário que impulsione o setor, o Brasil pode transformar esse desafio em uma oportunidade histórica de progresso.

  

Engº Francisco Carlos Oliver - diretor técnico industrial da Fluid Feeder Indústria e Comércio Ltda., especializada em tratamento de água e de efluentes por meio de soluções personalizadas. www.fluidfeeder.com.br


Em Minas Gerais, Lagoa dos Ingleses se destaca como destino para ciclistas e amantes da natureza

Divulgação CSul
Com trilhas desafiadoras, iniciativas sustentáveis e infraestrutura inovadora, a região atrai esportistas e turistas para experiências ao ar livre em meio à preservação ambiental

 

A Lagoa dos Ingleses, situada em Nova Lima, Minas Gerais, tem se consolidado como um destino privilegiado para os amantes de atividades ao ar livre. Suas trilhas atraem ciclistas de mountain bike, corredores e entusiastas da natureza, oferecendo percursos que variam em extensão e nível de dificuldade. Entre as trilhas mais conhecidas estão a "Milkshake", com aproximadamente 33,69 km de extensão, e a "Jack Daniels", que proporciona desafios adicionais aos ciclistas mais experientes. 

A diversidade de trilhas na região não se limita ao ciclismo. Corredores de trilha encontram na Lagoa dos Ingleses um ambiente propício para a prática do trail running, com percursos que serpenteiam por paisagens naturais exuberantes. Eventos como o WTR Nova Lima, All Limits, entre outras agendas ao longo do ano atraem atletas e turistas de dentro e fora do Brasil para as práticas ao ar livre que aliam esporte e sustentabilidade ao cenário exuberante que envolve todo o complexo. 

O incentivo ao contato direto com a natureza é uma característica marcante das atividades na Lagoa dos Ingleses. Iniciativas como o Projeto Trilhas Bike Bar, fruto de uma parceria entre o Projeto Trilhas, a Specialized e a CSul Lagoa dos Ingleses, oferecem suporte e experiências diferenciadas aos praticantes de mountain bike. Localizado às margens da lagoa, este centro de experiência reforça o compromisso com a promoção de hábitos saudáveis e a valorização do meio ambiente. 

Integrada a uma região que progressivamente se consolida como um bike park, a área já conta com mais de 40 quilômetros de trilhas de mountain bike, com características variadas e voltadas para todos os níveis de praticantes. Os percursos são abertos ao público e podem receber, além de ciclistas, quem apenas quer se aproximar da natureza. 

"Essa parceria nasceu de forma bem natural. O Projeto Trilhas é um projeto que desenvolve trilhas sustentáveis, buscando compatibilizar o uso delas com o mundo. Isso se casou bastante com o projeto CSul, que pensa a vida ao ar livre associada ao respeito ao meio ambiente. Aqui no Trilhas Bike Bar temos um ambiente familiar, bastante descontraído, com bicicletas para alugar, comida, bar. Você sai daqui para as trilhas, tendo o Bike Bar como ponto de partida e ponto de chegada", conta Fred Lanna, cofundador do Projeto Trilhas. 

O Projeto Trilhas Bike Bar foi pensado para oferecer suporte ao desenvolvimento do mountain bike em um local com vocação para a modalidade. A ideia é aproveitar esse potencial com uma visão sustentável de uso do território, como destaca Maury Bastos, CEO da CSul Lagoa dos Ingleses. "Por meio desta união, incentivamos o bem-estar da comunidade e a conservação do meio ambiente através do esporte”, afirma.

Por trás desse cenário de lazer e esporte, o projeto de desenvolvimento urbano sustentável liderado pela CSul é, inclusive, um dos principais pontos de destaque. Com uma área total de aproximadamente 28 milhões de metros quadrados, sendo 60% destinados à preservação em estado natural, a iniciativa busca harmonizar o crescimento urbano com a conservação ambiental. Inspirado pelos princípios do novo urbanismo, o projeto, iniciado há uma década, visa transformar a Lagoa dos Ingleses em um modelo de infraestrutura, qualidade de vida e sustentabilidade. “O Projeto CSul Lagoa dos Ingleses carrega essa visão e esse é um dos vários avanços que pensamos para a região", conclui Maury.


Cibersegurança: uma urgência inadiável para todos os setores

Opinião


Com a rápida evolução da transformação digital, a segurança cibernética expandiu sua relevância, deixando de ser uma preocupação exclusiva do setor tecnológico para se tornar imperativo estratégico. Alguns ataques virtuais recentes causaram prejuízos bilionários e paralisaram operações essenciais, reforçando que a vulnerabilidade não escolhe alvos, afetando desde grandes multinacionais até pequenos negócios.

Nos últimos anos, casos emblemáticos evidenciam como a falta de preparo pode ter consequências devastadoras. O ataque ao Colonial Pipeline, que interrompeu o abastecimento de combustível em diversas regiões dos Estados Unidos, resultou no pagamento de um resgate de US$ 4,4 milhões, valor que representa apenas a ponta do iceberg diante dos custos indiretos e da perda de confiança dos consumidores. Da mesma forma, o ransomware que atingiu a gigante do setor alimentício, JBS Foods, gerou prejuízos estimados em US$ 11 milhões.

Tais incidentes fazem parte de uma tendência preocupante. De acordo com projeções de consultorias internacionais como Accenture e Cybersecurity Ventures, os custos globais relacionados a ciberataques poderão variar entre US$ 6 trilhões e US$ 10,5 trilhões anuais nos próximos anos. Esses números ressaltam que o cibercrime não é um problema isolado, mas uma ameaça sistêmica de impacto global.

Especialistas alertam que a preparação é uma necessidade crucial para a sobrevivência no mundo digital. Bruce Schneier, renomado criptógrafo e autor de diversas obras sobre segurança digital, defende que a “segurança por design” deve ser incorporada desde o desenvolvimento de qualquer sistema ou plataforma, em vez de ser um adendo posterior. No Brasil, o  CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança) destaca a importância de treinamentos contínuos e da conscientização dos colaboradores, pois o fator humano ainda é a principal porta de entrada para ataques sofisticados.

A urgência dessas medidas é reforçada pelo Global Risks Report, publicado no Fórum Econômico Mundial, que classifica a cibersegurança como uma das maiores ameaças à estabilidade econômica e geopolítica. Segundo o relatório, a crescente interconectividade dos sistemas e a complexidade das infraestruturas digitais criam um cenário propício para ataques capazes de desencadear falhas em cadeia.

Embora nenhum setor esteja imune, alguns são particularmente visados, como o financeiro, por exemplo, que permanece como alvo preferencial devido à sensibilidade dos dados e à movimentação de grandes quantias. O mesmo ocorre com as áreas de saúde e energia, que têm se mostrado extremamente vulneráveis – basta considerar as possíveis consequências de uma paralisação nos sistemas hospitalares ou nas redes de distribuição de energia.

Instituições que identificaram precocemente a importância da segurança digital estão um passo à frente. No Brasil, bancos têm investido pesado em tecnologias avançadas de detecção e resposta a incidentes, utilizando inteligência artificial e monitoramento contínuo. Startups especializadas em cibersegurança também se destacam ao desenvolver soluções inovadoras para prevenir, identificar e neutralizar ameaças em tempo real.


Um cenário de caos global: você está preparado?

Imagine que a instabilidade digital se torne regra: redes de comunicação interrompidas, serviços essenciais comprometidos e uma economia global em colapso. A interdependência dos sistemas faz com que um ataque bem-sucedido contra uma única instituição desencadeie uma reação em cadeia, afetando setores inteiros e impactando milhões de pessoas. Quando o cibercrime se torna uma arma de desestabilização, surge uma pergunta: estamos dispostos a enfrentar o caos digital u agimos agora para construir um futuro mais seguro? A resposta cabe a cada gestor, a cada líder e, sobretudo, a cada um de nós.

A ação não pode ser adiada ou negligenciada. Toda organização, independentemente do porte ou segmento, deve investir em cibersegurança, que não é mais uma despesa opcional, e sim uma necessidade estratégica e indispensável para garantir a continuidade dos negócios, preservar a confiança dos clientes e, acima de tudo, proteger a infraestrutura crítica de um país.

 

Hugo Moura - Arquiteto de Soluções da Tecnobank

 

Quanto sua empresa perde sem perceber?

Imagine que sua empresa é um balde cheio de água. Você constantemente o enche com investimentos, vendas e estratégias de crescimento. Mas, e se ele tiver pequenos furos por onde a água escapa sem que você perceba? 

No mundo dos negócios, esses “furos” são as perdas operacionais, comerciais, financeiras e administrativas que, se não forem controladas, podem drenar sua lucratividade de forma silenciosa. A questão é: você sabe exatamente o quanto sua empresa está perdendo sem que se tenha conhecimento? 

Muitas empresas focam no aumento das vendas para expandir seus resultados. No entanto, o problema não está apenas no quanto se vende, mas no quanto consegue manter. Diversos fatores podem reduzir sua margem de lucro sem que você perceba. Portanto, é essencial estar bastante atendo a todos esses detalhes. 

Erros operacionais (processos mal desenhados - e até inexistentes) que geram retrabalho e desperdício de recursos), furtos e fraudes (internos e externos), quebras e avarias (produtos danificados durante o transporte, armazenamento ou exposição), descontos e rupturas de estoque (estratégias comerciais que não consideram a real necessidade de vendas) e erros administrativos e financeiros (pagamentos duplicados, juros desnecessários, custos elevados com energia, logística ineficiente) estão entre os “furos” que podem esvaziar o balde de água da empresa. 

Essas perdas podem representar de 2% a 5% do faturamento de uma empresa (no mínimo) – ou até mais, dependendo do segmento. Se sua empresa fatura R$ 10 milhões por ano, isso significa que entre R$ 200 mil e R$ 500 mil podem estar sendo desperdiçados anualmente sem que ninguém perceba! 

O primeiro passo para corrigir esse problema é ter um diagnóstico claro das perdas. Se sua empresa ainda não realiza um acompanhamento estruturado, considere essas perguntas: 

  1. Você conhece seu índice de perdas e sabe onde elas ocorrem?
  2. Seus processos são bem definidos ou há muitas falhas e retrabalhos?
  3. Você tem indicadores claros para medir o impacto das perdas no lucro?
  4. Sua equipe está treinada para identificar e evitar desperdícios?
  5. A tecnologia é usada para reduzir riscos e garantir maior controle? 

Se a resposta para qualquer uma dessas perguntas for “não sei” ou “não”, é um sinal de alerta: sua empresa pode estar perdendo dinheiro sem perceber. 

A prevenção de perdas não é apenas um setor dentro da empresa, mas sim uma mentalidade, um estilo de vida, que precisa ser disseminada em toda a operação. Empresas que adotam essa visão conseguem reduzir perdas em até 30% no primeiro ano, aumentando significativamente sua margem de lucro e geram uma cultura de governança sustentável e orientada a riscos. 

O segredo está em implementar o Pentágono de Perdas, metodologia que abrange cinco elementos essenciais: 

  1. Pessoas – Criar e manter uma cultura de governança e eficiência, além de treinar equipes para identificação e mitigação de perdas.
  2. Processos – Padronizar operações para evitar desperdícios e retrabalhos e identificar os riscos que tem potencial gerador de perdas.
  3. Auditoria – Monitorar continuamente para corrigir desvios antes que se tornem problemas críticos e estabelecer um ambiente de governança operacional.
  4. Tecnologia – Usar ferramentas para proteção de ativos, softwares de gestão e automação para garantir controle, sempre em busca de inovação constante.
  5. Indicadores – Medir o impacto das ações e ajustar estratégias com base em dados reais. 

Se você sente que sua empresa trabalha muito, mas o lucro não cresce na mesma proporção, talvez seja hora de olhar para dentro e identificar onde estão as perdas ocultas.  Fechar esses "furos" é mais rentável do que simplesmente aumentar as vendas.

A boa notícia? Com um diagnóstico preciso e estratégias eficazes, é possível transformar perdas em lucro. 



Anderson Ozawa - CEO da AOzawa Consultoria, especialista em governança Operacional e Corporativa, palestrante, consultor, professor da FIA Business School e autor do livro “Pentágono de Perdas: Transformando Perdas em Lucros”


A transformação silenciosa que pode definir o futuro dos bancos

freepik.com
Por que a cultura organizacional é a chave para a inovação e a eficiência no setor financeiro?

 

Muito além de organogramas e caixas interligadas, o design organizacional tem se mostrado peça-chave para a eficiência, inovação e a experiência do cliente no setor bancário. No entanto, ainda é comum ver empresas apostando apenas em mudanças superficiais de estrutura sem atacar os problemas na raiz. No ambiente altamente regulado dos bancos, essa prática leva à perda de eficiência, demora nas decisões e insatisfação do cliente, criando um cenário de fragilidade competitiva frente a fintechs e bancos digitais.

 

Nos bancos, a transformação da cultura organizacional e a evolução do design organizacional têm uma relação direta com a gestão de processos e projetos, áreas fundamentais para aumentar a competitividade a longo prazo. A gestão eficiente desses processos é crucial para que a instituição financeira consiga não apenas atender às necessidades dos clientes de forma ágil e personalizada, mas também inovar continuamente em um setor altamente dinâmico. Ao reorganizar sua estrutura interna, os bancos estão criando equipes mais ágeis e colaborativas, com foco na gestão de projetos que integram diferentes departamentos e funções. O design organizacional facilita a implementação de processos de trabalho mais fluidos, que não apenas melhoram a eficiência operacional, mas também garantem a adaptação rápida a mudanças no mercado, como novas regulamentações ou novas demandas dos consumidores.

 

Em um cenário competitivo, onde a inovação é chave para a sobrevivência, a gestão de processos e projetos dentro de uma estrutura organizacional bem desenhada permite que os bancos lancem produtos e serviços mais rapidamente, integrem novas tecnologias de forma eficiente e melhorem constantemente a experiência do cliente. Dessa forma, o design organizacional não só facilita a execução de projetos, mas também impulsiona a transformação digital e a criação de soluções que podem definir o futuro do setor bancário.

 

“No setor bancário, o design organizacional precisa equilibrar flexibilidade e robustez, garantindo governança forte, compliance e mitigação de riscos sem comprometer a agilidade. Modelos híbridos, que combinam estruturas tradicionais com células ágeis para inovação, têm se mostrado uma alternativa eficiente. A integração entre áreas como risco, compliance e operações digitais é essencial para alinhar eficiência regulatória com uma experiência fluida para o cliente”, exemplifica Fabiana Dutra, especialista em Employee Experience.

 

Um dos principais desafios enfrentados por bancos tradicionais está na rigidez hierárquica e nos processos burocráticos. Essas estruturas limitam a capacidade de inovação e a rapidez na resposta às mudanças do mercado financeiro, especialmente quando comparadas às fintechs, que operam de forma mais ágil. A falta de integração entre áreas gera silos organizacionais, aumentando custos operacionais e prejudicando a visão unificada do cliente.

freepik.com


A adoção de modelos contemporâneos, como squads, células ágeis e redes colaborativas, tem se mostrado uma solução eficaz. Para isso, é fundamental criar arquiteturas que permitam a interoperabilidade entre sistemas legados e novas soluções, promover uma cultura organizacional voltada para a inovação e garantir que a governança acompanhe a flexibilidade necessária. A participação ativa de especialistas regulatórios nesses times também é crucial para manter a conformidade sem perder a agilidade”, explica Fabiana Dutra.

 

Exemplos de bancos que transformaram suas estruturas mostram resultados claros: redução de custos operacionais, aceleração no desenvolvimento de produtos e melhoria significativa nos índices de satisfação dos clientes. Essa mudança estrutural não é apenas uma questão de eficiência interna, mas uma estratégia essencial para atender às novas demandas do mercado e oferecer uma experiência verdadeiramente centrada no cliente.

 



Fabiana Dutra - Especialista em Employee Experience, Conselheira, Mentora e Palestrante. Co-autora no livro: Organizações Conscientes
Instagram: fabianadutra
LinkedIn: Fabiana Dutra



Comunicação empática impulsiona vendas e fidelização no setor do turismo

Cleib Filho, fundador da escola de turismo FaturaTur, explica como a empatia pode transformar o atendimento, fortalecer relacionamentos e aumentar as vendas


Entender as dores e atender às necessidades dos clientes é essencial para o sucesso dos negócios. De acordo com uma pesquisa da PwC, 73% dos consumidores consideram a experiência do cliente um fator importante em suas decisões de compra, e 43% estariam dispostos a pagar mais por uma abordagem mais amigável e acolhedora.

No setor do turismo, onde as experiências são o produto principal, essa questão torna-se ainda mais importante. Agentes de viagem e turismo que conseguem se conectar emocionalmente com seus clientes, entendendo suas preferências e expectativas, estão mais aptos a oferecer serviços personalizados que encantam e fidelizam.

Segundo Cleib Filho, CEO da 100 Limites Expedições e fundador da FaturaTur, escola de gestão, vendas e marketing para o turismo, melhorar a comunicação é o primeiro passo para construir essa jornada. “Não vendemos apenas pacotes de viagens, mas a realização de sonhos e experiências transformadoras. A empatia é fundamental para entender não apenas as preferências do cliente, mas também suas expectativas e emoções, permitindo uma entrega mais assertiva e personalizada”, explica.


Estabelecendo uma conexão profunda com o cliente

Uma comunicação empática envolve ouvir atenta e ativamente o cliente, demonstrando interesse genuíno por suas necessidades e respondendo de maneira personalizada. “Quando um agente se coloca no lugar do cliente, consegue identificar oportunidades de oferta de serviços que realmente atendam às suas expectativas, aumentando a satisfação e a probabilidade de novas vendas”, destaca Cleib.

Para o especialista, é essencial que os profissionais do turismo aprimorem habilidades práticas, especialmente técnicas de comunicação que fortaleçam a conexão com os viajantes. “Trata-se de criar uma relação de confiança e entendimento. Através da empatia, é possível identificar questões não ditas, personalizar recomendações e transformar cada interação em uma experiência memorável”, ressalta.


Estratégias para implementar a empatia nas vendas

Para que a empatia seja um diferencial real no atendimento e nas vendas, Cleib Filho recomenda a adoção de estratégias que vão além da abordagem tradicional e colocam o cliente no centro da experiência: 


Escuta ativa e leitura do cliente: mais do que apenas ouvir, é fundamental compreender as entrelinhas da comunicação. “Isso envolve interpretar seu tom de voz, hesitações e até linguagem corporal, quando possível, para identificar necessidades que ele pode não expressar diretamente”, detalha.


Personalização do atendimento: criar uma experiência de viagem sob medida, levando em consideração não apenas o destino desejado, mas também a personalidade, interesses e motivações do cliente. “Adaptar o vocabulário e a forma de comunicação ao perfil do viajante ajuda a estabelecer uma conexão mais natural e próxima”, explica.


Validação e construção de confiança: demonstrar compreensão genuína ao reforçar os sentimentos e expectativas do cliente. “É sobre valorizar o protagonismo do viajante em cada etapa. Essa abordagem cria um ambiente de confiança, essencial para a decisão de compra”, adiciona.


Treinamentos em comunicação: para que a equipe incorpore essas técnicas de forma natural, é essencial investir no aprendizado contínuo, com treinamentos e workshops que aprimorem as habilidades de comunicação e empatia. “Simulações de atendimento, e análise de estudos de caso, por exemplo, permitem que os profissionais aprimorem sua sensibilidade e adaptação a diferentes perfis de clientes”, finaliza Cleib. 




Cleib Filho -CEO da 100 Limites Expedições, onde liderou a expansão da empresa no turismo de aventura, consolidando-a como referência no setor. Com uma carreira dedicada ao turismo, Cleib também atua como mentor de agentes de viagens, compartilhando seu know-how em palestras que abordam estratégias de sucesso e desenvolvimento no mercado de aventura, inspirando profissionais a fortalecerem suas atuações no setor. Para mais informações, visite o site ou o Instagram.

100 Limites Expedições
Para mais informações, visite o site ou o Instagram

FaturaTUR
Para mais informações, visite o Instagram


Com o apoio do Governo de SP, multinacional do agro irá produzir biogás a partir da citricultura

Multinacional francesa vai produzir biogás a partir de resíduos de citros na unidade de Bebedouro (SP)

 

A produção de biogás a partir dos resíduos da citricultura, um importante setor da economia agrícola paulista, foi o anúncio no município de Bebedouro, nesta terça-feira (11/03). Com o apoio do Governo de SP, a multinacional francesa Louis Dreyfus Company (LDC) lançou a pedra fundamental de sua nova planta que será a maior usina de biogás produzido a partir de resíduos cítricos do mundo, no município de Bebedouro, interior do estado de São Paulo. 

“É a primeira planta do Brasil a produzir combustíveis renováveis por meio dos processos da laranja. Trata-se de um investimento de milhões de dólares, demonstrando que São Paulo oferece segurança jurídica, pesquisa, combate ao greening, seguro rural e disponibilidade de crédito”, destacou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai. 

Na safra 2023/2024, o setor de citros gerou 45.112 empregos no estado de São Paulo. Este número representa um aumento de 10% em relação ao da safra anterior. A cada dez copos da bebida consumidos no mundo, aproximadamente sete são produzidos no território paulista. Puxado pela laranja, o grupo de sucos é o segundo principal na balança comercial do agronegócio paulista, com 15,5% de participação nas exportações, somando US$334,41 milhões (99% dos valores respondem ao suco de laranja). 

A planta inaugurada está localizado em Bebedouro, onde está instalada a principal indústria de suco de laranja da LDC. Com capacidade de receber 390 metros cúbicos por hora de resíduos da indústria de suco, a usina poderá gerar 7 milhões de metros cúbicos normais de gás por hora (Nm3/h) em dois ou três anos. Os efluentes, que geram o biocombustível, são os resíduos gerados durante o processamento de laranjas ou limões, como na limpeza das frutas. A empresa possui a expectativa de reduzir a utilização de combustível fóssil em 50%, e avalia que é possível abastecer 100% da energia da unidade de Bebedouro. 

O estímulo às energias renováveis só é possível pois, em 2024, o Governo paulista, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), lançou procedimentos para produção de biogás e biometano em propriedades rurais, abrangendo uma ampla gama de atividades agropecuárias. Além da citricultura, os biocombustíveis podem ser gerados a partir das atividades de avicultura, suinocultura, bovinocultura, frigoríficos e abatedouros.

 

SP desacelera o Greening

Resultado dos esforços de toda a cadeia produtiva de citros em conjunto com a Secretaria de Agricultura, a incidência do greening, praga que ameaça os pomares de citros em todo o mundo, foi 54% menor no cinturão citrícola paulista em 2024 em comparação ao ano anterior, conforme dados do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).

Foram mais de 40 mil mudas irregulares retiradas de circulação, dentre elas, mudas com suspeita de Greening, pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria de Agricultura, desde 2023.


Especialista fala sobre os desafios e mitos para obtenção da cidadania europeia

Freepik
Tammy Cavaleiro, Head of Legal da Você Europeu, comenta como o caminho pode ser mais simples com a ajuda de uma assessoria adequada


O interesse pela obtenção da cidadania europeia tem aumentado entre os brasileiros que buscam novas oportunidades de vida, trabalho e estudo no exterior. No entanto, o processo ainda é cercado por desinformação, gerando dúvidas sobre sua complexidade e viabilidade. 

Um dos equívocos mais comuns é a crença de que todos os processos são excessivamente burocráticos e demorados. Embora alguns casos possam levar mais tempo, a agilidade depende, em grande parte, da documentação estar correta e completa. Outro mito recorrente é o de que apenas descendentes diretos, como filhos e netos, podem requerer a cidadania. No entanto, diversos países europeus permitem a transmissão da cidadania para gerações mais distantes, desde que os critérios legais sejam atendidos. 

Também há a falsa percepção de que obter a cidadania europeia significa automaticamente perder a nacionalidade brasileira. No entanto, o Brasil permite a dupla nacionalidade em casos de reconhecimento por ascendência, garantindo que os cidadãos possam usufruir dos direitos e benefícios de ambos os países.
 

A importância do suporte jurídico 

O processo de reconhecimento da cidadania europeia exige atenção a detalhes técnicos e legais. Desde a busca por documentos históricos até a validação de registros, a orientação correta pode evitar erros e atrasos.

Segundo Tammy Cavaleiro, Head of Legal da Você Europeu, "é comum que muitas pessoas desistam ou adiem o processo por acreditarem em informações equivocadas. O acompanhamento especializado pode tornar esse caminho mais claro, garantindo que todos os requisitos sejam cumpridos de forma eficiente". 

“Seja por direito sanguíneo (jus sanguinis) ou por meio de processos de naturalização, cada caso exige uma análise detalhada para que o solicitante tenha segurança e tranquilidade durante a tramitação”, complementa a especialista. 

Além disso, a busca por documentos pode ser um desafio significativo, principalmente para aqueles cujos antepassados emigraram há muitas gerações. Registros podem estar dispersos em diferentes cartórios, igrejas e arquivos históricos, tornando essencial a atuação de profissionais especializados na recuperação dessas informações. 

“Outro ponto importante é que cada país possui regras específicas para o reconhecimento de sua nacionalidade de acordo com cada caso. Enquanto a cidadania espanhola pode ser realizada administrativamente nos consulados espanhóis no Brasil, para a cidadania portuguesa, o melhor caminho é protocolar nas Conservatórias Portuguesas. Já para a cidadania italiana, o processo judicial direto na Itália, na maioria das vezes, é a melhor estratégia. Esse cenário reforça a importância de uma análise individualizada para garantir o melhor caminho para cada caso”, finaliza Tammy. 

A cidadania europeia pode ser um diferencial para quem busca novas oportunidades, e compreender os desafios reais é essencial para iniciar esse processo com segurança. Informações precisas e um planejamento
adequado são fundamentais para garantir um processo sem contratempos.


Você Europeu
Para mais informações, acesse: Link


Posts mais acessados