Pesquisar no Blog

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

A Solidão do Empreendedor: O Peso e a Força de Caminhar Sozinho


Empreender é um chamado. Um impulso que nos leva a criar, inovar e desafiar o status quo. Mas, ao longo dessa jornada, existe uma verdade incontestável: a solidão sempre fará parte do caminho. Mesmo com sócios, equipes engajadas, apoio da família e amigos prontos para ajudar (o que na maioria das vezes não acontece), o empreendedor carrega uma responsabilidade que é, essencialmente, solitária.

Recentemente, uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com o Itaú Empresas revelou que 98% dos empreendedores participam diretamente das decisões estratégicas de suas empresas, enquanto 96% estão envolvidos em tarefas operacionais. Além disso, 37% assumem sozinhos todas as decisões e direcionamentos de, ao menos, uma área, e 33% são os únicos responsáveis pela execução de atividades no dia a dia em um ou mais setores. Esses números evidenciam o peso que carregamos nos ombros e como essa caminhada, muitas vezes, se torna solitária.

Empreender não é para os fracos. É para os obstinados. Para aqueles que entendem que o deserto pode ser desafiador.

A solidão do empreendedor não é um acaso, é uma condição. Somos nós que tomamos as decisões difíceis. Somos nós que acordamos no meio da noite, com a mente acelerada, pensando em como pagar as contas, como inovar, como superar a concorrência. Somos nós que sentimos o peso da responsabilidade quando algo dá errado.

É desgastante. É frustrante. Às vezes, dá vontade de largar tudo. Mas, é também nessa solidão que encontramos a nossa força.

Ninguém mais sente o que sentimos. Ninguém entende a dor de carregar um negócio nas costas como nós. Mas também, ninguém experimenta a mesma intensidade das nossas vitórias.

Mas a solidão empreendedora não deve ser encarada apenas pelo prisma da dor e do desgaste emocional. Ela também nos fortalece, nos ensina a confiar em nossa intuição e nos obriga a desenvolver resiliência. Na quietude dos momentos solitários, encontramos clareza para tomar decisões estratégicas, aprendemos a lidar com o medo e desenvolvemos uma relação mais profunda com o nosso próprio negócio.

A solidão do empreendedor não é um fardo, é um privilégio.

Mas ser solitário não significa estar isolado. Buscar apoio é fundamental. Rodear-se de mentores, participar de grupos de networking, compartilhar experiências e aprendizados com outros empreendedores são formas de tornar essa caminhada mais leve. Encontrar pessoas que compreendem os desafios de empreender pode trazer insights valiosos e, acima de tudo, ajudar a enfrentar a jornada com mais confiança.

O grande desafio está em aceitar essa solidão como parte do processo e transformá-la em uma aliada.

A solidão faz parte, mas ela não define o empreendedor. O que nos define é a nossa capacidade de continuar, de transformar desafios em oportunidades e de construir algo que impacte o mundo. Sim, a caminhada pode ser solitária, mas a visão do horizonte é nossa, e a trilha que percorremos é a prova da nossa força e determinação.

Se você se sente sozinho, eu quero que saiba que você não está isolado. Existe um exército invisível de empreendedores como você, espalhados pelo mundo, encarando os mesmos desafios, carregando os mesmos pesos, vivendo essa mesma realidade.

A jornada empreendedora é, de fato, solitária em muitos aspectos, mas é também uma das mais gratificantes. Cada passo dado, cada decisão tomada e cada obstáculo superado são testemunhos da sua capacidade de transformar sonhos em realidade.

A diferença entre aqueles que desistem e aqueles que fazem história está na forma como lidam com essa solidão.

Porque no final do dia, quando o deserto parecer infinito e o cansaço bater forte, lembre-se: A solidão faz parte, mas o sucesso também. 

 

Leandro Olímpio - Founder e CEO da Olímpio Business Consultancy. Com mais de uma década de experiência em consultoria estratégica, Leandro é conhecido por sua capacidade de transformar a jornada de empreendedores e negócios. Com sua metodologia exclusiva e modelo de trabalho que vem reinventando o mercado de consultorias corporativas, tem sido fundamental para o crescimento sustentável de inúmeras organizações. Como host do Podcast Smart Business, ele compartilha insights valiosos para empreendedores e executivos. Leandro está comprometido em democratizar os serviços de consultoria corporativa para empresas de todos os portes, facilitando o acesso a conhecimento e informação que irão transformar as estatísticas de falência do Brasil.

 

Carnaval: 6 orientações para curtir gastando pouco e sem comprometer o orçamento

Com menos de um mês para o Carnaval, muitos brasileiros já estão entrando no clima de festa e, naturalmente, surgem as dúvidas sobre como aproveitar a folia sem comprometer as finanças.

 

A vontade de se divertir, de sair e de curtir os bloquinhos e festas pode ser forte, mas é essencial que esse prazer seja equilibrado com a responsabilidade financeira. Isso porque, quem não se planejou, pode acabar fazendo escolhas de última hora que, em vez de garantir diversão, podem resultar em uma grande dor de cabeça financeira no futuro. Além disso, já é possível notar muitas pessoas se aventurando pelos bloquinhos, gastando aos poucos, mas utilizando o dinheiro que nem sempre possuem. 

“A educação financeira ensina que, para alcançar o que se deseja no futuro, é preciso planejar as ações no presente. Não é necessário abrir mão do Carnaval, mas sim aproveitar a festa com consciência, para que os desejos imediatos não impactem negativamente outros projetos mais à frente”, explica Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (ABEFIN). 

Ele alerta para a importância de um planejamento para evitar problemas financeiros, principalmente nos períodos pós-Carnaval. "Se você ainda está em dúvida sobre viajar ou não, ou se não tem dinheiro reservado para essa viagem, a recomendação é se planejar para o próximo ano e aproveitar o Carnaval localmente. Assim, você poderá realizar o carnaval dos seus sonhos em 2026, mas sem comprometer seu orçamento atual", sugere Reinaldo. 

Outro ponto fundamental é o cuidado com os excessos, principalmente com a bebida alcoólica. As festas de Carnaval, com seu clima vibrante e eufórico, podem facilmente fazer as pessoas perderem o controle e extrapolarem os limites financeiros e de saúde. O consumo excessivo pode fazer com que a pessoa gaste muito mais do que planejou ou que tenha problemas com roubos ou golpes, impactando até mesmo os outros compromissos financeiros pós-festas. 

A seguir, confira seis dicas valiosas para garantir um Carnaval com muito mais alegria e muito menos prejuízo:

  1. Viagens – planejamento é fundamental - Se a ideia é viajar para curtir o Carnaval em outra cidade, é hora de pesquisar destinos, preços de pacotes e as condições de pagamento. Se você não se planejou, o momento exige mais atenção, pois as viagens de última hora costumam ser bem mais caras. Se for o caso de viajar, lembre-se de reservar pelo menos 30% do valor da viagem como uma reserva para eventuais imprevistos. E não se esqueça de que as despesas continuam após o Carnaval, principalmente com o cartão de crédito.
  2. Festas de rua – cuidado com os gastos exorbitantes - As festas de rua são uma excelente opção para quem deseja curtir o Carnaval de forma mais econômica, já que os custos estão restritos ao que for consumir, além do abadá ou da fantasia. Porém, é importante ter um limite de quanto pode gastar. Se você for frequentar os bloquinhos por vários dias, é essencial acompanhar de perto os custos e não extrapolar. Conheça seu orçamento e não se deixe levar pelo entusiasmo momentâneo.
  3. Fantasias – soluções criativas e econômicas - Fantasiar-se é uma tradição no Carnaval, mas ao invés de comprar fantasias caras, por que não apostar na criatividade? Uma opção bem econômica é reformar a fantasia do ano passado ou até pedir emprestada de amigos. Se você gosta de criar, aproveite tutoriais online para fazer sua própria fantasia, além de economizar, você vai curtir o processo de montagem. Aluguel de fantasias tende a ser mais caro à medida que a data se aproxima, por isso, quanto antes você se planejar, melhor.
  4. Bebidas e alimentos – evite os excessos - O Carnaval é sinônimo de diversão, mas também de exageros, especialmente em relação às bebidas alcoólicas e alimentos. Evitar excessos vai ajudar tanto sua saúde quanto sua carteira. Se for comprar bebidas, procure atacadistas, que costumam oferecer preços melhores. Além disso, levar um cooler com suas próprias bebidas e petiscos para festas de rua pode ser mais vantajoso e econômico do que comprar de vendedores ambulantes, que muitas vezes cobram preços elevados.
  5. Se você está inadimplente, cuidado redobrado - Se as contas acumuladas já são um problema, é hora de pensar em uma solução simples para este Carnaval: aproveite as festividades de maneira mais econômica. Viajar ou participar de grandes festas pode não ser viável se você estiver com dívidas. O mais importante neste momento é evitar contrair novas dívidas. Prefira programações mais simples e busque economizar para que a diversão não seja acompanhada de uma dor de cabeça financeira no futuro.
  6. Hora de curtir – divirta-se sem extrapolar o orçamento - Se você se planejou e poupou para o Carnaval, parabéns! Agora é hora de aproveitar a festa sem preocupações, mas sempre com controle. Uma boa dica é dividir o valor reservado para o feriado pelo número de dias de festividades. Assim, você sabe exatamente quanto pode gastar por dia e evita surpresas no final. Quando você tem um orçamento bem definido, a diversão fica muito mais tranquila e sem riscos. 

O Carnaval é um momento de alegria e celebração, mas também pode ser uma grande armadilha para aqueles que não se planejam financeiramente. Lembre-se que, para curtir a folia sem dores de cabeça depois, é preciso ter equilíbrio, moderação e muito planejamento. Assim, é possível aproveitar o melhor do Carnaval sem que ele pese no seu bolso ou comprometa seus objetivos financeiros para o futuro. 

"A educação financeira é fundamental para garantir que momentos de diversão não se tornem um problema no futuro. Planeje-se para o agora e para o que está por vir. Curta, mas com responsabilidade", finaliza Reinaldo Domingos.


Carnaval 2025: cinco dicas de segurança digital para os foliões

Entenda como proteger seus apps de serviços financeiros durante os dias de festa

 

Quem gosta de curtir a folia já está se programando para aproveitar o Carnaval da melhor maneira e, no check-list, é importante incluir a segurança de seu dinheiro. Afinal, no meio da festa, seja na rua, nos clubes ou nos sambódromos, tem quem se aproveite da multidão para se disfarçar no meio dos foliões e querer acabar com a alegria. É essencial estar atento à segurança pessoal para evitar imprevistos. 

Pensando nisso, a Wise reuniu algumas dicas para ajudar quem quer curtir o Carnaval sem preocupações caso tenha o celular roubado. Confira:


  • Reforce a segurança do cartão pelo aplicativo

Altere os limites do cartão e das transações diárias. Em algumas instituições, como na Wise, é possível fazer isso diretamente no aplicativo, de forma rápida e sem complicação. Verifique também se é possível ativar a exigência de senha para cada acesso ao app, além de habilitar e desabilitar o cartão pelo celular conforme sua necessidade. Sempre que puder, ative a verificação em duas etapas, que pode ser feita por código via SMS, chamada de voz ou notificação no próprio aplicativo.


  • Seja rápido em caso de imprevistos

O usuário que perder ou tiver o celular roubado deve entrar em contato com a instituição financeira imediatamente. Assim, a empresa consegue agilizar o bloqueio de transações indevidas. Essa dica vale também para o bloqueio do chip do aparelho, por meio de contato com a operadora telefônica. Tenha sempre o número do IMEI à mão. 

Além disso, é importante efetuar cadastrar no aplicativo Celular Seguro, do Governo Federal. Ele permite o bloqueio completo de celulares roubados ou furtados para evitar que criminosos tenham acesso aos dados da vítima. Se antecipe e tenha certeza de ter senha cadastrada para acessar o site.


  • Não fique logado no email

É importante ter controle dos aparelhos celulares que podem acessar sua conta de email. Como ele é usado para recuperação de senhas, se o criminoso tiver fácil acesso ao seu email poderá acessar aplicativos financeiros com mais facilidade. Portanto, deixe o celular deslogado do email enquanto estiver na rua.


  • Registre o cartão nas carteiras digitais

Segundo estudo da consultoria PYMNTS, mais de 80% dos brasileiros utilizam carteiras digitais como meio de pagamento. Usar esse recurso é uma boa pedida para manter seus cartões seguros. As carteiras digitais utilizam a criptografia para garantir a segurança das informações. Em alguns casos, o usuário também pode cadastrar a biometria, evitando o acesso de pessoas não autorizadas e também facilitando os pagamentos no meio do bloquinho.


  • Invista em doleiras e redobre a atenção

Usar celular e cartão sempre em doleiras por debaixo da roupa e evitar ficar com o aparelho desbloqueado em meio a multidões são boas medidas de segurança. Outra dica importante é não utilizar wi-fi aberto - apenas a própria rede do celular, dificultando o vazamento de dados pessoais - , além de também evitar USB público para carregar o celular, já que não dá pra ter certeza se há algum dispositivo conectado do outro lado com a intenção de roubar seus dados. Também mantenha o cartão protegido com um porta-cartão com bloqueador de NFC para evitar golpes por aproximação.


Turismo de futebol: estudo revela os estádios mais limpos (e os mais sujos) do Brasi


Para o turista fã de futebol, os estádios são um roteiro quase que obrigatório ao visitar uma nova cidade. Mas alguns pontos turísticos estão mais bem cuidados do que outros, foi o que descobriu o estudo inédito do Bolavip Brasil. A partir da análise de mais de 5 mil comentários de usuários do Google, foi possível apontar que a Neo Química Arena, casa do Corinthians, é o estádio mais limpo do Brasil. E é preciso dizer: se há o mais limpo, existe também o mais sujo. E o que recebeu esse título inglório foi o Nilton Santos, do Botafogo.

 

Metodologia 

Antes de conhecer a fundo o resultado do estudo, vale entender melhor sua metodologia. Primeiramente, foram selecionados todos os 18 estádios onde os times da Primeira Divisão mandam seus jogos no Brasil. Em seguida, foram coletados aleatoriamente 5.884 comentários feitos pelos usuários do Google sobre os estádios, uma média de 326 comentários para cada estádio. 

Posteriormente, os comentários foram submetidos a uma programação de computador, cujo comando era identificar a presença de palavras relacionadas à sujeira em cada comentário. Foram consideradas 98 palavras diferentes, como “sujo”, “imundo”, “fedorento”, “mal-cheiro”, “empoeirado”, entre muitas outras.

 

Neo Química Arena: o estádio mais limpo do Brasil 

A casa do Corinthians é conhecida pelo luxo no acabamento da construção erguida para a Copa do Mundo de 2014. O clube paulista tem conseguido manter o aparelho bem conservado e limpo uma década depois, foi o que revelou o resultado do levantamento. De 360 comentários analisados, apenas três deram positivo para palavras que remetem à sujeira: percentual de 0,83%.  

Em segundo lugar, apareceu a casa do Atlético-MG. Não por coincidência, trata-se também do estádio mais novo da elite do futebol brasileiro, inaugurado em abril de 2023. Foram coletados 333 comentários sobre o estádio do Atlético-MG no Google e apenas três continham palavras relacionadas à sujeira: percentual de 0,9%. 

Ambos foram os únicos estádios que conseguiram aparecer bem abaixo da média dos estádios analisados. Considerando os 18 estádios dos times da Série A, a média foi de 3,85%, para a presença de palavras que remetem à sujeira nos comentários.

 

Nilton Santos: o estádio mais sujo do Brasil 

A casa do Botafogo destoa negativamente da média dos estádios analisados. Dos 360 comentários sobre o estádio, 24 continham palavras “sujas”, percentual de 6,66%. Pode ter pesado para o estádio alvinegro o fato de que os comentários não estão restritos aos frequentadores das partidas do time. Eles também abraçam usuários do estádio nos shows que o estádio recebe. 

Em segundo lugar, aparece São Januário, a casa do Vasco. O estádio quase centenário teve 23 “comentários sujos” nos 358 analisados - percentual de 6,42%. De fato, reclamações sobre a arquibancada da Colina e os banheiros do estádio são recorrentes. Não é à toa que o Vasco se esforça para construir um novo estádio e deixar esses problemas para trás. 

Finaliza o pódio da sujeira outro estádio dos mais antigos do futebol brasileiro: o Morumbis, cuja construção foi finalizada em 1970. Foram 23 comentários com palavras que remetem à sujeira em 360: percentual de 6,38%. Assim como o Nilton Santos, ele também é afetado pelos comentários de quem frequentou o estádio em shows.

 

Os estádios mais limpos do futebol brasileiro (percentual de “comentários sujos”): 

1 - Neo Química Arena (Corinthians): 0,83%

2 - Arena MRV (Atlético-MG): 0,9%

3 - Barradão (Vitória): 2,47%

4 - Beira-Rio (Internacional): 2,77%

5 - Arena do Grêmio (Grêmio): 3,05%

6 - Mineirão (Cruzeiro): 3,33%

7 - Fonte-Nova (Bahia): 3,33%

8 - Campos Maia (Mirassol): 3,58%

9 - Vila Belmiro (Santos): 3,67%

10 - Ilha do Retiro (Sport): 3,73%

11 - Alfredo Jaconi (Juventude): 3,79% 

12 - Allianz Parque (Palmeiras): 3,88%

13 - Castelão (Ceará/Fortaleza): 3,88%

14 - Nabi Abi Chedid (RB Bragantino): 4,36%

15 - Maracanã (Flamengo/Fluminense): 5,83%

16 - Morumbis (São Paulo): 6,38%

17 - São Januário (Vasco): 6,42%

18 - Nilton Santos (Botafogo): 6,66%


 

Bolavip Brasil

 

Por trás da “Batalha dos Bonés”

 

Opinião

 

“É hora de pacificar o País”, disse Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao ser eleito presidente da República em 2022. Uma frase de efeito, que teria sentido se fosse levada a sério pelo próprio autor. Mas, não! Em pouco mais de dois anos de governo, o petista, aparentemente, se esqueceu do que falou; voltou a jogar gasolina na fogueira da polarização; e convocou a militância para confrontar Jair Bolsonaro (PL) e a Direita brasileira. 

O motivo é claro: Lula está de olho na reeleição, no pleito de 2026. Para isso, precisa tirar o foco da fraca e confusa gestão que está fazendo à frente, pela terceira vez, do Brasil: “Como o povo vai falar bem do governo (federal), se a gente não está entregando?”, admitiu o presidente, dias atrás, numa espécie de confissão atrapalhada. 

O sincericídio de Lula levou o marqueteiro do PT e, agora também ministro das Comunicações, Sidônio Palmeira, ao desespero, uma vez que escancarou e legitimou o que todo brasileiro percebe quando fecha as contas no fim do mês. 

Não de hoje, o governo petista está sem rumo e com poucas chances de colocar o País em ordem econômica até a eleição do ano que vem. Apesar da propaganda negacionista (e otimista) do PT, a inflação escapou do controle. A picanha não chegou à mesa do brasileiro mais barata, como se prometeu em campanha. Muito pelo contrário: da farmácia ao combustível, nos supermercados e nas feiras, o custo de vida da população está mais alto. 

E não é só isso: a gastança inconsequente e a falta de comprometimento da União com as contas públicas trazem à tona a falta de credibilidade financeira do Brasil - aqui e no exterior. Isto significa juros e dólar nas alturas.

Se não bastasse tudo isso, o governo petista é um oceano de ideias confusas: se comunica mal com as massas e com o mercado, e apanha da oposição e da opinião pública nas redes sociais. Foi assim, por exemplo, com o PIX, por força de um eventual monitoramento; e na recomendação para os planos de saúde incentivarem a mamografia só após os 50 anos (protocolei, inclusive, um projeto de lei, a fim de evitar este retrocesso médico); e na insistência em aparelhar as estatais com “companheiros” que nada entendem da matéria. Veja os Correios: após anos de superávit, em 2024 a empresa registrou um rombo financeiro de R$ 3,2 bilhões. 

A Venezuela, do ditador Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido da Venezuela), continua do lado esquerdo do peito de Lula, assim como a deslumbrada primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, que, sem voto ou cargo, emprega um séquito de assessores bem remunerados. E tudo isso sob o sigilo de cem anos - que, até pouco tempo atrás, a Esquerda brasileira rechaçava. 

Recente pesquisa Genial / Quaest mostra que a popularidade e a aceitação do presidente estão caindo, inclusive no Norte-Nordeste - território eleitoral caro para o PT. A luz amarela se acendeu e o Partido dos Trabalhadores, então, lançou mão, novamente, do “nós contra eles”. E isso preocupa! 

A dura e cruel disputa pelo poder de comandar o destino do Brasil já começou! Muito em breve, o País será palco de mais uma competição política fraticida. A “Batalha dos Bonés” nos corredores do Congresso Nacional, a qual assistimos dias atrás - “O Brasil é dos Brasileiros” X “Comida Barata Novamente - Bolsonaro 2026” — é o lado jocoso do que ainda vem por aí.

 

Rosana Valle - deputada federal pelo PL-SP, em segundo mandato; presidente da Executiva Estadual do PL Mulher de São Paulo; jornalista há mais de 30 anos; e autora do livro “Rota do Sol”



PMEs estouram em 50% orçamento para proteção contra ciberataque

Freepik
Relatório da Kaspersky mostra que os pequenos negócios investiram cerca de US$ 300 mil em 2024 para remediar esse tipo de incidente


O relatório Kaspersky IT Security Economics, que analisa mudanças nos orçamentos de TI, desafios operacionais e prioridades dos gerentes de segurança de TI, destacou números preocupantes sobre frequência e o gerenciamento de ataques cibernéticos contra pequenas e médias empresas (PMEs).

Globalmente, essas empresas relataram uma média de 16 incidentes em 2024, alocando cerca de US$ 300 mil para remediar as perdas gerados por eles. Esta despesa representa 150% do orçamento total de segurança de TI para as PMEs - ou seja, um excesso de 50%.

O relatório também concluiu que 83% dos ataques contra PMEs ocorrem quando os criminosos digitais conseguem invadir as redes corporativas, enquanto 71% corresponderam a tentativas de comunicação com sistemas comprometidos para controlá-los. Da mesma forma, em 60% dos casos, os invasores executam códigos maliciosos nas redes afetadas.

Outros ataques relevantes incluem tentativas de manipulação, interrupção ou destruição de sistemas e dados, ações de criminosos facilitadas por funcionários da empresa-vítima, consciente ou inconscientemente, e ataques a ambientes de nuvens públicas.

Os dados mostram que as PMEs são o grupo mais afetado com relação à cibersegurança: muitas dessas empresas não possuem políticas e procedimentos de proteção robustos, tornando-as mais vulneráveis a incidentes relacionados a erros humanos, configurações incorretas ou gerenciamento inadequado de permissões. Esse cenário evidencia a necessidade de alocar mais recursos para fortalecer suas estratégias de proteção. 

O maior desafio dessas organizações é que elas não têm especialistas em segurança com capacidade e conhecimento para implementar as melhorias necessárias. Segundo Luciana Lovato, diretora de canais da Kaspersky para as Américas, a alternativa é buscar uma solução projetada especificamente para PMEs que facilite a implementação e melhore a proteção com o uso de Machine Learning, que permite fazer ajustes de configuração automaticamente. 

Ela explica que é necessária uma proteção personalizada para PMEs - o que significa que as melhores práticas de proteção virão pré-configuradas para garantir alto nível com baixo esforço, pois são necessários poucos minutos por dia para gerenciar rotinas de cibersegurança.

Outro ponto é ter um programa na nuvem para permitir acesso remoto ao painel de controle, evitando a necessidade de um técnico externo estar fisicamente na empresa para realizar tarefas como atualizações de software. "Apesar dessas facilidades, o verdadeiro desafio está em transformar a cultura digital dos empreendedores e pequenos negócios, que ainda acreditam que o baixo custo é suficiente e não valorizam uma boa prevenção como melhor estratégia."

O ponto-chave para a melhoria é a automação dos processos de segurança: como muitas PMEs não contam com equipes especializadas, é essencial otimizar o trabalho do responsável de TI ou do proprietário para resolver problemas de programas desatualizados em um clique, por exemplo. "Se uma plataforma pode corrigir problemas de atualização de sistemas com um único comando no painel, irá liberar tempo para que os profissionais se concentrem em tarefas críticas ou em projetos de inovação que impulsionem o crescimento do negócio."

O relatório foi baseado em entrevistas com profissionais de TI e segurança de TI que trabalham em organizações de vários tamanhos e setores. Ele foi realizado em 27 países da Europa, região da Ásia-Pacífico, Oriente Médio, Turquia e região da África, além de Brasil, Chile, China, Egito, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Cazaquistão, Arábia Saudita, Malásia, México, Paquistão, Filipinas, Rússia, África do Sul, Coreia do Sul, Cingapura, Espanha, Tailândia, Turquia, Vietnã, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.



Redação DC
https://dcomercio.com.br/publicacao/s/pmes-estouram-em-50-orcamento-para-protecao-contra-ciberataques



Conheça as 7 principais habilidades que o mercado de trabalho espera em 2025

Transdisciplinaridade, conexão e gestão de aprendizado podem ser imprescindíveis para o profissional do futuro 

 

Acompanhar as constantes mudanças do mundo corporativo pode não ser tão simples e requer atenção daqueles que visam aperfeiçoar seus conhecimentos, conquistar um novo cargo, ou até mesmo seguir o caminho do empreendedorismo. De acordo com um levantamento realizado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD), a estimativa mundial é que 1,1 bilhão de postos sejam radicalmente transformados na próxima década em função da evolução tecnológica, o que revela a necessidade de atualização e adaptação dos profissionais.   

Segundo Ricardo Rocha, CEO da acaso, empresa com foco em futuro do trabalho, as inúmeras mudanças no mercado ao longo das décadas vêm acompanhadas de novos formatos de atuação e exigências, sobretudo dos modelos organizacionais skill-based, focados na gestão e no desenvolvimento de talentos centrado em habilidades. “As tecnologias vão demandar uma mudança radical que exige capacitação profissional para lidar com novas ferramentas. Mas, para além disso, é preciso desenvolver habilidades intrínsecas dos seres humanos, que na era da IA estarão no centro de tudo", explica o executivo.

Pensando neste cenário, a acaso lista as sete habilidades para o futuro do trabalho:


  1. Transdisciplinaridade

Promovendo a integração de diferentes áreas, a transdisciplinaridade estimula soluções inovadoras e eficazes para problemas complexos, favorecendo a colaboração entre equipes diversas. Além disso, contribui para a adaptação em ambientes de constante mudança e supera as limitações de conhecimento ao permitir a criatividade e flexibilidade nas ações.  


2.          Inteligência Artificial e engenharia de prompt

Fundamentais para desenvolver habilidades no trabalho, permitem otimizar processos e oferecer soluções mais rápidas e precisas. A IA automatiza tarefas repetitivas, otimizando o tempo voltado para atividades mais estratégicas, enquanto a engenharia de prompt aprimora a interação com sistemas baseados em IA, maximizando sua eficiência. Juntas, essas ferramentas melhoram a tomada de decisões, gestão de tempo e a personalização de soluções.


3.          Aprendizado ágil e gestão de aprendizado

Crucial para o desenvolvimento de habilidades, pois promove adaptação rápida a novas situações e mudanças no ambiente de trabalho. Essa abordagem consiste em ciclos curtos de aprendizagem e feedbacks, além de incentivar a colaboração e o trabalho em equipe. 


4.          Empatia e escuta ativa

Essenciais para a compreensão e o fortalecimento dos relacionamentos em uma empresa, a empatia e a escuta ativa ajudam a criar um ambiente de confiança e respeito, onde as pessoas se sentem valorizadas e compreendidas. A escuta ativa permite identificar necessidades e resolver conflitos de forma eficaz, enquanto a empatia contribui para uma comunicação mais assertiva e colaborativa, o que melhora a produtividade, a motivação e o clima organizacional.


5.          Capacidade de se conectar

Mais conhecido como networking, que é a capacidade de criar relacionamentos sólidos que facilitam a troca de ideias e o compartilhamento de conhecimentos, resultando em soluções mais eficientes. Ao se conectar com colegas, líderes e clientes, o profissional amplia sua rede de apoio e recursos. 


6.          Autoconhecimento

Permite identificar os pontos fortes e as áreas de melhoria, ajudando na tomada de decisões mais conscientes. O autoconhecimento favorece o desenvolvimento pessoal e profissional, aumentando a confiança e a assertividade. Ao compreender melhor suas emoções e valores, o profissional consegue gerenciar o estresse e os desafios na carreira. 


7.          Adaptabilidade e flexibilidade

Estar aberto às mudanças no ambiente e no formato de trabalho é uma forma de estar preparado para lidar com imprevistos. A pandemia de Covid-19 e o crescimento acelerado da Inteligência Artificial foram exemplos de cenários inesperados que trouxeram a necessidade da readequação de hábitos, dentre eles, profissionais.


Transformando o RH tradicional: inovação e liderança equilibrada moldam o futuro das empresas

Segundo Carla Martins, cultura organizacional precisa unir tecnologia e humanização


A gestão de recursos humanos tem passado por uma ampla transformação nos últimos anos, impulsionada pelo avanço da tecnologia e pela necessidade de um olhar mais estratégico sobre as pessoas. Neste cenário, empresas que integram inovação com uma liderança equilibrada estarão mais preparadas para atrair e reter talentos, fortalecer a cultura organizacional e impulsionar a produtividade.

A pesquisa Deloitte Talent 2020 mostrou que 42% dos entrevistados procuram novos empregos quando não se sentem valorizados. Ao mesmo tempo, um estudo da Korn Ferry, consultoria global de gestão organizacional, realizado em 2024 com 265 empresas, constatou que apenas 36% das organizações oferecem planos de retenção para os funcionários. 

Para Carla Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas referência nas áreas contábil, jurídica, educacional e de tecnologia, a inovação no RH com foco na retenção de talentos depende da criação de uma cultura organizacional que equilibre tecnologia e humanização. “Não basta digitalizar processos para diminuir a carga de trabalho. É preciso garantir que a equipe se sinta valorizada, engajada e com oportunidades reais de crescimento”, afirma.

A especialista explica que a liderança equilibrada, ou seja, aquela que combina gestão estratégica com empatia e desenvolvimento de pessoas, tem se tornado um diferencial competitivo para empresas que desejam se destacar no mercado. “O líder moderno entende que seu papel não é apenas cobrar resultados, mas criar um ambiente no qual os colaboradores possam dar o seu melhor. Isso passa por ações concretas, como feedbacks estruturados, programas de bem-estar e treinamentos personalizados”, complementa Carla.

Para a executiva, investir na evolução do RH não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para empresas que desejam crescer de forma sustentável. “As empresas que entendem que inovação e pessoas caminham juntas serão as grandes protagonistas do futuro corporativo. O RH não é mais apenas um setor administrativo, mas um motor estratégico de crescimento”, conclui.

Entre as principais estratégias adotadas por empresas inovadoras para transformar o RH, destacam-se:

  • Automação de processos repetitivos: Ferramentas de inteligência artificial otimizam a triagem de currículos, avaliações de desempenho e gestão de benefícios, permitindo que o RH foque em ações estratégicas.
  • Liderança voltada para o bem-estar: Programas de apoio à saúde mental, benefícios flexíveis e políticas de equilíbrio entre vida pessoal e profissional são fundamentais para reter talentos.
  • Capacitação contínua: Empresas que oferecem trilhas de aprendizado personalizadas aumentam a motivação e reduzem a rotatividade.
  • Uso de dados para decisões estratégicas: Métricas como índice de engajamento e análise preditiva ajudam a antecipar desafios e melhorar a experiência dos colaboradores.

 


Carla Martins – vice-presidente do SERAC. Atende grandes empresários e personalidades da mídia, direcionando o crescimento sustentável de diversos negócios. Possui qualificação e acredita muito no poder de gestão de negócios e no empreendedorismo feminino. Como Vice-Presidente do SERAC busca direcionar novos empresários a alcançarem o próximo nível com soluções contábeis, jurídicas e de gestão, impactando positivamente vidas de clientes, parceiros, colaboradores, amigos e familiares. Carla é contabilista formada em Marketing pela ESPM e pós graduada em Big Data e Marketing. Instagram: @soucarlamartins


SERAC
Instagram: @sou_serac


Marketing de produto: entenda o conceito e aplique em seu negóci

Entender o que motiva o consumidor é essencial para evitar fracassos e manter o portfólio e seu negócio saudável

 

O marketing de produto vai muito além de lançar um item e esperar resultados. É um processo que envolve analisar o mercado, entender as dores do público e planejar a evolução de cada oferta ao longo do tempo. Muitas empresas ainda confundem essa área com o marketing tradicional, mas, como explica o especialista Rafael Ribas, o grande diferencial está em “gerenciar o ciclo completo do produto, desde a concepção até a retirada de linha, sempre alinhado à estratégia de negócio e às necessidades do cliente”.

Para desmistificar esse processo, Ribas acaba de lançar o livro “Marketing de Produtos Descomplicado: Domine o jogo da gestão de produtos”, que reúne boas práticas e exemplos reais do mercado brasileiro. Segundo o autor, a obra surgiu da vontade de compartilhar experiências que não se encontram facilmente em manuais ou cursos isolados. “Como Rafael Ribas diz em seu livro, entender o que motiva o consumidor é essencial para evitar fracassos e manter o portfólio saudável”, ressalta.

O uso de dados e o feedback constante do público são pontos centrais dessa abordagem. Marcas como Netflix e Amazon se destacam por coletar informações de seus clientes, adequando sugestões e ofertas em tempo real. Ao mesmo tempo, empresas como Starbucks e LEGO criam canais de participação ativa para entender e antecipar desejos. Para Ribas, é fundamental compreender que “se você não entende de pessoas, não vai entender de negócio”, pois as decisões relacionadas a inovação, preço, distribuição e até descarte do produto devem levar em conta a experiência do cliente, independentemente do segmento de atuação.

Outro diferencial do marketing de produto é a necessidade de, às vezes, abrir mão de produtos que já não atendem às expectativas do público. Conforme Ribas descreve, é comum as empresas se apegarem a um produto por anos, ignorando mudanças no mercado. Nesse sentido, o especialista destaca a importância de ter uma estratégia de descontinuação, ao mesmo tempo em que se investe na criação de algo realmente inovador. “No livro, abordo como definir o momento certo de retirar um produto e a maneira mais eficiente de realizar essa transição sem perder a confiança do cliente”, explica.

Para quem deseja se aprofundar, o livro “Marketing de Produtos Descomplicado: Domine o jogo da gestão de produtos”, já está disponível. A obra foi lançada no último dia 28 de janeiro, na Livraria da Vila do Pátio Batel, em Curitiba. Durante o evento, Ribas ministrou uma palestra gratuita sobre “A importância de olhar para o cliente ao criar um produto”, na qual compartilhou exemplos práticos e discutiu como qualquer empreendedor, independentemente do porte da empresa, poderia adotar um pensamento mais estratégico e centrado no consumidor.

Segundo o autor, o livro é apenas o começo de uma jornada contínua de aprendizado. “Como Rafael Ribas disse, quem domina o jogo do marketing de produto está sempre atento à evolução tecnológica, às preferências do público e às novidades do mercado, porque inovar deixa de ser algo esporádico e passa a ser um hábito dentro das organizações.”

 

Rafael Ribas - Especialista em marketing de produto

Instagram: @rdpr.oficial

Rua Salvador, 187, Cajuru. Curitiba-PR.

KPMG indica 5 características para sistemas de saúde inclusivos e sustentáveis


A evolução do atendimento de saúde integrado, o aprimoramento da força de trabalho especializado, o suporte aos profissionais e pacientes do setor de serviços de saúde em campo, um sistema de atenção básica à saúde mais robusto e hospitais que funcionem como hubs de conhecimento de alta tecnologia são as cinco características para qualquer sistema de saúde, quer seja no ambiente público ou privado, se tornar inclusivo e sustentável. Essas informações são do estudo “Healthcare Horizons Revisited” (Horizontes da Saúde, em português), produzido pela KPMG. O estudo examina exemplos pioneiros e programas de transformação bem-sucedidos de todas as partes do mundo para obter insights sobre como fazer a transformação do setor de serviços de saúde. 

“Entendemos que algumas atitudes de transformação precisam ser tomadas agora para aprimorar a sustentabilidade desses sistemas. Também percebemos que a profundidade da transformação necessária é desafiadora”, diz Gustavo Vilela, sócio-líder de Healthcare da KPMG no Brasil. 

Conforme a publicação, algumas das características para transformar os sistemas de saúde em inclusivos e sustentáveis são: 

Força de trabalho aprimorada e ampliada: com uma escassez global de profissionais de saúde, a crescente demanda por serviços de saúde não pode ser atendida simplesmente por meio do treinamento de mais médicos e enfermeiros. A força de trabalho da saúde precisa delegar tarefas administrativas, clínicas e tecnológicas e empregar colaboradores com micro credencial para atividades altamente especializadas. 

Cenários hiper-integrados e verticalizados: o atendimento de saúde integrado já é um conceito bem estabelecido, mas, futuramente, a integração precisará evoluir para adaptar-se às necessidades sociais e culturais que o sistema atende, vincular os serviços de atenção à saúde oferecidos localmente aos centros de excelência nacionais ou regionais e incluir o uso da inteligência artificial para a vigilância de doenças. 

Atenção primária mais robusta: uma grande atenção primaria, principalmente em serviços públicos universais, tem o potencial de manter as pessoas mais saudáveis e fora dos hospitais. Para tanto a atenção primaria precisará operar em escala, dispor de ofertas multidisciplinares e serem respaldadas por tecnologias avançadas. 

Hospitais como hubs de conhecimento de alta tecnologia: os hospitais do futuro serão centros de alta tecnologia, com equipes médicas e cirúrgicas especializadas, com instalações terciárias e trabalhadores comunitários da saúde. Isso inclui prestar o atendimento de cuidados remotos ao paciente, quando possível e a exploração da expertise líder por meio de redes globais. 

“Essa transformação para os sistemas de saúde com uma visão futurista provavelmente requererá mudanças fundamentais nos paradigmas e responsabilidades para os players do ecossistema de saúde, incluindo operadoras de planos de saúde, rede prestadora e governos”, finaliza Gustavo Vilela.


KPMG


Sem Parar: após reajuste do ICMS, etanol e gasolina sobem mais de 1% em SP


 A gasolina comum subiu 1,1%, passando de R$ 6,04 para R$ 6,11 por litro, enquanto o etanol comum aumentou 1,3%, variando de R$ 4,14 para R$ 4,19 

Os preços dos combustíveis já refletem o aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em vigor desde 1º de fevereiro, conforme levantamento do Sem Parar.

A pesquisa, realizada entre os dias 1º e 6 de fevereiro em postos do Estado de São Paulo, aponta que a gasolina e o etanol tiveram novos reajustes superiores a 1%, enquanto o diesel registrou o maior aumento, com alta de 4,1%.

Conforme a instituição, a gasolina comum subiu 1,1%, passando de R$ 6,04 para R$ 6,11 por litro, enquanto a versão aditivada teve um acréscimo de 1,8%, chegando a R$ 6,64.

O etanol comum também sofreu aumento, de 1,3%, variando de R$ 4,14 para R$ 4,19, mesma porcentagem registrada na versão aditivada, que passou de R$ 4,59 para R$ 4,65.

O maior impacto foi no diesel comum, que teve alta de 4,1%, saltando de R$ 6,11 para R$ 6,36 por litro. Já o diesel aditivado subiu 2,7%, com o preço médio indo de R$ 6,41 para R$ 6,58.

 


Estadão Conteúdo

Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao/s/sem-parar-apos-reajuste-do-icms-etanol-e-gasolina-sobem-mais-de-1-em-sp



Posts mais acessados