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segunda-feira, 14 de junho de 2021

Detran.SP deflagra megaoperação de remoção de 9 mil veículos de pátios em litígio

Ação da Gerência de Pátios e Leilões da Diretoria de Educação para o Trânsito e Fiscalização foi baseada em decisão liminar e realizada simultaneamente em três pátios na Capital.  




A decisão traz o pedido de tutela provisória de urgência antecipada requerida pelo Detran.SP contra as empresas Barradas & Queiroz Guarda e Transporte de Veículos Ltda-EPP e Alves & Yoshiy Comercial e Distribuidora Ltda-EPP. Após o encerramento do contrato para a prestação de serviços públicos, em agosto de 2020, as requeridas passaram a reter os veículos de terceiros de forma ilegal. A megaoperação contou com a mobilização de 40 funcionários e cinco guinchos, sendo quatro deles da Polícia Militar. Cerca de seis mil motos e três mil automóveis serão retirados dos três locais. A previsão é que a transferência seja concluída em até 30 dias.

“O objetivo da fiscalização é inventariar os veículos que estão localizados nos espaços que tinham contratos conosco na capital de São Paulo e iniciar o processo de remoção para o pátio do Detran.SP Presidente Wilson, localizado na Zona Sudeste de São Paulo. Lembrando que todos esses veículos estão sob custódia do Detran. Com isso, os particulares dos veículos farão as retiradas dos mesmos sem dificuldades em nosso espaço”, destaca Juan Carlos Sanchez, diretor de Educação para o Trânsito e Fiscalização do Detran.SP.

No pátio localizado na Zona Leste, foram identificados motos e automóveis sem registro. Além disso, foi registrado boletim de ocorrência por desobediência à decisão judicial no 53° DP do Parque do Carmo, pois a empresa não permitiu a entrada dos guinchos para remoção dos veículos. A documentação de praxe descrita na liminar não foi cedida para verificação e conferência. Já no pátio da Zona Norte, a equipe do Detran.SP flagrou veículos apreendidos depredados e sem componentes como baterias e catalisadores.


Histórico do caso

As empresas Barradas & Queiroz Guarda e Transporte de Veículos Ltda-EPP e Alves & Yoshiy Comercial e Distribuidora Ltda-EPP gerenciavam três pátios na Capital Paulista. Os estabelecimentos tiveram seus contratos emergenciais expirados em agosto de 2020 e desde então não possuem vínculo com o Detran.SP.

O Detran.SP esclarece que não está sendo lesado por falta de fiscalização, pois a operação está ocorrendo no pátio próprio da Presidente Wilson. Desta forma, não há nenhum prejuízo ao cidadão, considerando que os veículos que estão sendo removidos pela Policia Militar estão sendo direcionados para esse local.

As novas licitações estão sendo finalizadas com previsão para ocorrer até o fim do primeiro semestre de 2021. A avaliação do pagamento dos débitos pendentes do Detran.SP a estes pátios está em processo indenizatório na Consultoria Jurídica.

Como iniciar investimentos em Bitcoin

Com uma queda momentânea, o Bitcoin está em uma boa fase para
quem quer comprar sua primeira criptomoeda; mercado tem altos riscos – mas com altas chances de lucro


Cada vez mais em destaque, as criptomoedas vêm se tornando uma opção para os traders. Principalmente os investidores mais jovens encaram os criptoativos de forma mais positiva. Nate Geraci, presidente da ETF Store, revelou que 90% dos mais jovens registrados na plataforma preferem o Bitcoin ao ouro. Contudo, alguns novatos no mercado se surpreendem com a volatilidade deste tipo de investimento. Em abril, o Bitcoin, a mais famosa criptomoeda, registrou sua nova máxima histórica (ATH), sendo negociado no valor de US $64.899. Um mês depois, apresentou uma queda momentânea.

 “Hoje, o Bitcoin tem sido um diferencial relevante entre as opções de investimentos, mesmo que esteja em um mercado volátil por si só”, enfatiza o especialista em metodologias de análise de criptoativos Denis Alex, produtor de conteúdo do grupo InterAG, empresa focada em soluções tecnológicas no mercado de criptoativos. A queda das últimas semanas pode ser vista como um bom momento para quem quer entrar no mercado e adquirir seu primeiro bitcoin. Mas é preciso levar em conta as particularidades deste tipo de investimento. 

É importante estar atento às notícias. Em 2021, por exemplo, o Bitcoin teve alta de 14% quando a empresa Tesla anunciou que aceitaria a criptomoeda como meio de pagamento na venda de seus veículos. Mas recentemente, a Tesla desistiu deste formato de pagamento, causando uma queda de 10% no valor do bitcoin. A flutuação de valores é corriqueira, tanto para alta (o que atrai muito os novatos) quanto para queda (o que acaba pegando de surpresa os menos preparados). 

Uma solução para não se deparar com uma queda momentânea é entender seu próprio perfil de investidor. “Os retornos são bem grandes, e os riscos são proporcionais, havendo sempre o risco de perder capital. É fundamental que o investidor conheça e esteja preparado para essas peculiaridades que envolvem o mercado”, afirma Denis Alex, produtor de conteúdos do Grupo InterAg. Ele indica ainda a não aplicar mais do que se está disposto a perder. “Os picos de valorização podem mudar muito exigindo muita atenção do investidor”.  

O armazenamento de bitcoins é outro fator importante. É preciso ter uma carteira digital, que também precisa de segurança contra hackers. Existem empresas especializadas tanto em cuidar dos seus ativos quanto em ajudar a investir. O Bitcoin é a criptomoeda com maior destaque no momento, o que abre caminho para outras, as chamadas Altcoins. Por serem mais recentes, apresentam maior flutuação de mercado e ainda não atingiram o mesmo patamar de reserva de valor como alguns enxergam o bitcoin. O que não significa que não sejam uma alternativa para entrar no mercado de criptoativos. “Acima de tudo, o primeiro passo é estudar bem o mercado e qual o melhor tipo de moeda para seu perfil de investidor”, Denis Alex.

 

Dicas de Investimento 

As criptomoedas vêm democratizando o acesso a investimentos, mostrando-se cada vez mais favoráveis a jovens com rendas não tão altas, o que os faz ver o Bitcoin como um grande potencial para empreender e crescer. Por ser um mercado recente e diferenciado do tradicional, é preciso entrar no ramo das criptomoedas com um pensamento novo. Denis dá algumas dicas para quem quer começar a investir em Bitcoin.


1 - Estude sobre o mercado: É muito importante que dedique o seu tempo ao estudo do mercado. O ramo é novo, porém possui uma grande volatilidade. “Então, antes de comprar qualquer moeda, entenda bem onde você está pisando”, comenta o especialista.

 

2 - Segurança: Preze sempre pela segurança de suas criptomoedas. Se você tem interesse nas operações de trade, poderá deixar seus valores em corretoras especializadas neste trabalho. “Porém, é imprescindível que você tenha uma carteira digital para armazenar suas criptomoedas”, explica Alex.

 

3 - Pick one: Escolha uma moeda que conheça e tenha tempo para estudá-la e analisá-la. “Além disso, antes de escolher uma empresa para negociar suas criptomoedas, observe quesitos como tempo de mercado, transparência e reputação”, sugere.

 

4 - Pés no chão: É importante sempre ter uma reserva que não seja parte do valor usado para as criptomoedas. Esteja com os pés no chão e não aplique mais do que está disposto a perder. O mercado é volátil e os picos de valorização podem mudar muito. 

 

5 - Sem risco, sem lucro: Nenhum caminho na área financeira é totalmente livre de riscos. Não existem fórmulas mágicas. “Os retornos são bem grandes, e os riscos são proporcionais, havendo sempre o risco de perder capital. É fundamental que o investidor conheça e esteja preparado para essas peculiaridades que envolvem o mercado”, completa Denis Alex.


Cinco diretrizes corporativas para alcançar resultados tangíveis em diversidade, equidade e inclusão

O futuro dos negócios não deverá ser marcado por prédios, escritórios ou equipamentos. Em vez disso, o conhecimento ocupará um lugar essencial. Não me refiro apenas a tecnologias, como inteligência artificial etc. Me refiro ao conhecimento, que está completamente ligado a pessoas. Muitas organizações dizem que seus profissionais são essenciais, mas onde estão as provas disso? 

Os ambientes corporativos estão repletos de falta de equidade e preconceitos, ou seja, grandes problemas. Depois de anos de repressão às comunidades negras, mulheres e outras minorias, os problemas persistem. A questão é: por que nos últimos 50 anos houve tão pouco progresso em levar essas questões a um patamar sustentável? 

Trata-se de uma combinação de fatores, muitos dos quais eu enquadro na categoria de permafrost, ou estruturas e comportamentos herdados e que mantêm as pessoas presas na mesma maneira de fazer as coisas. 

Para se livrar desse eterno ciclo que impede o avanço das políticas de diversidade, equidade e inclusão, destaco cinco diretrizes corporativas efetivas:

 

1- Comprometa-se com a causa 

Minha empresa acaba de contratar uma nova líder de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão). Quando nos conhecemos, perguntei a ela: por que não podemos fazer isso direito? Quão difícil isso pode ser? A humanidade já enviou pessoas ao espaço e colocou um robô em Marte para tirar fotos e coletar amostras de solo. Por que não podemos resolver o problema da diversidade e inclusão, que está bem aqui na nossa frente?

 

2- Faça ajustes conforme necessário 

Relatórios indicam que as mulheres devem trabalhar cerca de 448 dias para ganhar o mesmo que os homens ganham em 365 dias. O relatório Racism and Economics, do Institute for Economic Policy, revelou que o salário médio por hora dos trabalhadores negros em 2019 era 26,5% menor do que o dos trabalhadores brancos. 

Isso mostra que os líderes devem fazer mais do que apenas falar sobre DEI. Eles precisam agir. É necessário revisar os salários de todas as minorias em sua equipe e compará-los aos de seus pares. Faça os ajustes necessários imediatamente para iniciar a atualização do projeto. Coloque todas as pessoas em pé de igualdade.

 

3- Ofereça oportunidades iguais e visibilidade 

Os líderes devem reconhecer quando os funcionários estão prontos para uma nova posição. Eles precisam gerar oportunidades aos seus times. Para isso, é preciso que os profissionais tenham visibilidade. 

Às vezes, parece que as empresas propositalmente tornam difícil para os funcionários conseguir uma posição para que assim a escolha pelo profissional seja arbitrária. Considere o uso de uma plataforma para compartilhar oportunidades com todos os funcionários, aumentando a visibilidade de oportunidades e diminuindo o preconceito existente em estruturas e mentalidades. Ou seja, apresente as oportunidades aos colaboradores ao invés de obrigá-los a pesquisar.

 

4- Seja transparente e responsável 

Transparência e responsabilidade também são essenciais. Afirmar que está fazendo algo é diferente mostrar que está obtendo resultados. 

Mas não se pode responsabilizar as pessoas se não se sabe como elas fazem suas tarefas. Por que não revisar as listas de candidatos e anotar porque os gerentes de RH e líderes de equipe decidiram ou se recusaram a contratar ou promover alguém? Isso ajudará a entender melhor se o processo de promoção e seleção é justo e equitativo. 

À medida que o valor das empresas passa de ativos tangíveis para intangíveis, como pessoas e conhecimento, há um movimento em direção a uma maior responsabilidade em relação ao capital humano. A Securities and Exchange Commission, por exemplo, está pedindo que empresas públicas divulguem mais detalhes sobre suas métricas de capital humano.

 

5- Recompense talentos que tenham iniciativa 

Pessoas que passaram anos com a porta da oportunidade fechada não podem simplesmente bater à porta. Elas precisam ser encorajadas a derrubá-la. 

Uma empresa pode ver isso de um ângulo de retenção de talentos, mas não se trata apenas disso. O princípio orientador aqui é ter uma mente aberta em relação a estrutura organizacional. Assim é possível permitir que talentos apareçam, tragam ideias e tenham condições de obter sucesso. 

Pessoas talentosas e altamente qualificadas não deveriam ter de passar por grandes burocracias para conseguir trabalhar. Elas devem ser vistas e ouvidas. É assim que se enfrenta o desafio de DEI e que inclusive se colhe seus benefícios financeiros. Se você focar no "E" (equidade) e no "I" (inclusão), certamente se sairá bem com o "D" (diversidade).

 


Eric Hutto  - Presidente e Diretor de Operações da Unisys


Carta à tecnologia, com amor

Há alguns anos, li um artigo no jornal americano The New York Times, intitulado ‘Para Siri, Com Amor’, sobre o relato de uma mãe acerca da relação de Gus, seu filho autista, de 13 anos, com a assistente pessoal eletrônica da Apple. Judith Newman, jornalista por formação, explicava que, ao direcionar à inteligência artificial as diversas perguntas que seu filho lançava sobre temas corriqueiros como trens, aviões, ônibus, escadas rolantes e, sobretudo, o clima da cidade em que moravam, ela se culpava e questionava sobre “quão ruim” poderia ser considerada como mãe, já que “terceirizava” algumas etapas de interação com uma criança dentro do espectro do autismo.

Pouco tempo depois, Judith percebeu que – ao contrário do que imaginava – a interação com a pequena caixa tecnológica não a fazia “menos mãe” e ainda ajudava a melhorar a percepção de Gus sobre as relações interpessoais com seres humanos. As respostas sempre diretas e sucintas de Siri, acompanhadas de uma educação e polidez incondicional, mesmo quando não havia tal reciprocidade de seu interlocutor humano, fez com que Gus entendesse a importância da comunicação para se viver em sociedade, mesmo que ele ainda não estivesse completamente consciente de que tem aprendido tal lição. No seu bonito relato ao Times, Judith dizia que “em um mundo em que o senso comum é de que ‘a tecnologia nos isola’, vale a pena considerar o outro lado da história”.

E aqui faço uma consideração importante: a recorrente crítica, direcionada em sua grande maioria para smartphones, que atrapalhavam reuniões familiares e happy hours antes da pandemia, não deve considerar que essa mesma ferramenta ajuda um cansado pai viajante a ver o rosto de sua filha de três anos por 15 minutos, durante uma viagem a negócios? Será que, assim como Judith, não temos focalizado um ponto de vista “equivocado” nesta história toda de terceirização e isolamento humano?

Minha resposta é afirmativa, e a pandemia não me deixa mentir. Como estaríamos hoje (um ano após o início da dramática crise de saúde que nos atingiu em todos os níveis possíveis e impossíveis) sem as reuniões online, os relatórios enviados por e-mail, os serviços de e-commerce ou aquela ligação por vídeo para nossos pais idosos, enclausurados em suas casas, com medo de um vírus invisível?

Acredito que essa deve ser a atitude ao encararmos a inclusão das tecnologias em nossas relações interpessoais e profissionais. Não é, de forma alguma, uma substituição da mão de obra humana, tampouco das relações emocionais e sociais entre pessoas, tão importantes em momentos como os que temos vivido.

As facilidades geradas por ferramentas tecnológicas são infindáveis e, se usadas de forma consciente, podem trazer um grande número de vantagens para o lado de dentro das portas de nossas casas e escritórios. Aposto que Gus, e sua inspiradora mãe Judith, concordam comigo.

 


Wanessa Moriyama - supervisora da equipe do NOC (Network Operation Center), que integra a área de Data Center e Administração de Redes do Instituto das Cidades Inteligentes (ICI).


Empresas do fomento comercial ainda dependem de homologação em uma das registradoras autorizadas pelo Banco Central

Já está em vigor, a nova regra do Banco Central que determina que todas as vendas realizadas no país por meio de cartão de crédito passem a ser enviadas para registradoras a fim de conferir maior segurança para quem opera com antecipação de recebíveis desse tipo de ativo. A nova regra também amplia a participação nesse mercado para segmentos não regulados pelo Banco Central, como as factorings, securitizadoras e Empresas Simples de Crédito (ESC) – empresas que constituem o fomento comercial. O que aumenta ainda mais a oferta de crédito para pequenas e médias empresas, além disso, com a concorrência e redução de risco trazida pela nova regra, é esperado que haja uma redução nos juros.  

Porém, para começarem a operar neste mercado, as empresas do fomento comercial ainda dependem de homologação em uma das registradoras autorizadas pelo Banco Central. “As registradoras estavam empenhadas em superar os inúmeros desafios técnicos para atender o prazo de início dessa operação pelo setor financeiro regulado, o que ocorreu ontem. Neste segundo momento, as registradoras devem abrir o sistema para as milhares de empresas não reguladas que têm grande potencial de aporte financeiro para os micros, pequenos e médios negócios”, avalia Hamilton de Brito Jr., presidente da ABRAFESC Associação Brasileira de Factoring, Securitização e Empresas Simples de Crédito) . Por meio de comunicado, o próprio Banco Central afirma que “as registradoras, poderão disponibilizar as informações a qualquer financiador a quem o lojista consentir o acesso, de forma simples e padronizada”.

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), somente no primeiro trimestre deste ano foram feitos 6,5 bilhões de transações com cartões de crédito, débito e pré-pago no país, totalizando R$ 558,3 bilhões. Atualmente, existem três empresas autorizadas a atuar como credenciadoras de recebíveis no país: CIP, Cerc e Tag.

 

Copa América: SBT é líder em cinco praças e registra a maior audiência em São Paulo desde 2008

Com a estreia do Brasil na principal competição entre seleções do continente, canal garantiu o primeiro lugar em Recife, Fortaleza, Manaus, Distrito Federal e Goiânia

 

No último domingo, dia 13 de junho, o SBT deu início à transmissão da Copa América com a partida entre Brasil e Venezuela, direto do estádio Mané Garrincha, em Brasília, e registrou excelente desempenho no ranking geral das audiências nas principais praças do país. 

Com narração de Téo José, comentários de Mauro Beting e Edmilson, análise de arbitragem de Nadine Basttos e reportagens de André Galvão, o SBT conquistou, das 18h01 às 19h54, a liderança em cinco praças: Recife, Fortaleza, Manaus, Distrito Federal e Goiânia. 

Em Recife, capital com a maior audiência, o SBT marcou 18,6 pontos de média contra 17,5 da segunda colocada e apenas 5,6 da terceira. 

Em Fortaleza a transmissão da estreia da seleção brasileira alcançou 17 pontos de média. A emissora segunda colocada marcou 11,7 e a terceira, na mesma faixa horária, ficou com 7,8. 

Em Manaus o SBT também conquistou o primeiro lugar isolado com ampla vantagem ao cravar 16 pontos de média contra 12,6 da segunda colocada. A terceira ficou com apenas 3,6 de média. 

Outra importante praça em que o SBT garantiu a liderança foi em Goiânia. No horário da partida o cabal marcou 13,2 pontos de média contra 13 da segunda colocada e 7,4 da terceira. 

No Distrito Federal a vitória do Brasil alcançou 15,6 pontos de média contra 12,3 da vice-líder e 4,2 da terceira colocada. Considerando somente os domingos, foi a melhor audiência na faixa horária desde 03/07/2016, quando marcou 16,2 pontos de audiência. Comparando com o domingo passado (06/06/21), a audiência do SBT cresceu 236% na faixa horária do jogo. 

 

·                     Melhor desempenho em São Paulo dos últimos 13 anos 

Em São Paulo, principal praça para o mercado publicitário do país, o SBT marcou 14 pontos de média, 22% de share e 16,1 pontos de pico. Índice 83% superior ao registrado pela emissora terceira colocada, que ficou com 7,6 pontos de média. A líder marcou 16,8 pontos de média na mesma faixa horária. 

Considerando somente os domingos, foi a melhor audiência na faixa horária desde 14/09/2008, quando marcou 14,3 pontos de média. Comparando com o domingo passado, dia 06, a audiência do SBT cresceu 59% na faixa horária do jogo.

 Somente na Grande São Paulo, o SBT alcançou 1,9 milhão de lares e 2,5 milhões de pessoas.

 

 

·                     Rio de Janeiro 

No Rio, o SBT conquistou a segunda colocação com 73% mais audiência que a emissora terceira colocada ao registrar 12 pontos de média, 19% de share e 15 pontos de pico. A concorrência marcou 7 pontos de média e a primeira colocada ficou com 19,1. 

Considerando somente os domingos, foi a melhor audiência na faixa horária desde 19/03/2017, quando o SBT marcou 12,2 pontos. Comparando com o domingo passado, dia 6, a audiência do SBT cresceu 74% no Rio de Janeiro. 

No horário da partida, o SBT alcançou 1,2 milhão de residência e 1,7 milhão de telespectadores.

 

 

·                     Porto Alegre 

Na capital do Rio Grande do Sul o SBT também registrou excelente desempenho e bateu recorde de audiência. No horário da partida entre Brasil e Venezuela, o canal marcou 12,7 pontos de média, 19% de share e 18 pontos de pico. Índice 123% superior ao registrado pela emissora terceira colocada, que ficou com apenas 5,7 pontos na mesma faixa de exibição do jogo. A primeira colocada alcançou 19,9 pontos de média. 

Considerando somente os domingos, foi a melhor audiência na faixa horária desde 02/11/2008, quando marcou 14 pontos.  Em relação ao último domingo, dia 6, o SBT obteve crescimento de cresceu 87% na faixa horária do jogo.

 

 

·         Outras praças

 

O SBT também foi vice-líder no PNT, Curitiba, Salvador, Grande Belo Horizonte, Florianópolis e Belém. 

No PNT, o canal garantiu a segunda colocação geral com 13,5 pontos de média. Índice 88% superior ao registrado pela emissora terceira colocada, que na mesma faixa de exibição ficou com 7,2 pontos de média. A emissora líder fechou com 16,5 de média.

 

Em Curitiba o canal marcou 13,7 pontos de média contra 9,1 da terceira colocada e 15,8 da primeira.

 

Em Salvador o SBT ficou muito próximo da liderança ao marcar 11,8 pontos de média. A emissora líder alcançou 12,8 e a terceira colocada ficou com 10,2 pontos de média.

 

Em Belo Horizonte, no horário da partida, o SBT marcou 11 pontos de média e também garantiu a segunda colocação. A terceira colocada marcou 10,4 e a líder fechou com 18,2.

 

Em Florianópolis a média da transmissão da vitória do Brasil na estreia da Copa América foi de 10,8 pontos contra apenas 5,4 da terceira colocada. A primeira colocada encerrou com 17,9 de média.

 

Em Belém, o SBT marcou 10,8 pontos de média e assegurou a vice-liderança isolada. Na mesma faixa de exibição a emissora terceira colocada marcou 6,7 pontos e a líder 12,9.


O aumento dos transtornos mentais durante a pandemia e seus desdobramentos na população de trabalhadores

 

Não é novidade afirmar que a pandemia acarretou problemas de saúde em diferentes níveis, inclusive não relacionados à Covid-19. No entanto, ao contabilizar o quanto isso impactou a vida dos trabalhadores, fica evidente a dimensão do problema e de novas questões que surgiram.Para um número significativo de pessoas em idade ativa para o mercado de trabalho, seja por mudanças comportamentais ou laborais, a pandemia resultou em um aumento da incapacidade para o trabalho por adoecimento. De acordo com informações do Ministério da Economia, em 2020, foram concedidos 26% mais benefícios previdenciários do que em 2019. Isso quer dizer que mais dias de trabalho foram perdidos por motivo de doença. No ano passado, foram cerca de 576 mil afastamentos pelo INSS.

Mudanças de comportamento e capacidade de adaptação dos indivíduos relacionam-se ao desenvolvimento ou agravamento de doenças. Nesse sentido, o adoecimento por problemas na saúde mental dos trabalhadores merece destaque.

De acordo com o banco de dados da 3778, empresa que tem entre os seus produtos o gerenciamento de afastados de companhias em diferentes setores da economia, na comparação entre os anos de 2019 e 2020, o número de dias de afastamento por transtornos mentais aumentou 47% para cada mil funcionários. O aumento chama a atenção por ser superior ao observado entre as doenças osteomusculares - cerca de 36% - grupo bastante significativo no quadro de benefícios do INSS, tanto na base da 3778, quanto na base da instituição.

O processo de afastamento tem desdobramentos e impactos em diferentes esferas: o trabalhador precisa agendar perícia no INSS e aguardar o recebimento do auxílio; a empresa perde força de trabalho e o poder público tem aumento das despesas relacionadas, além de precisar adequar sua capacidade de atendimento. Ou seja, tem-se uma reação em cadeia com possíveis sequelas que ainda estão sendo medidas.

Segundo a pesquisa "ConVid Comportamentos", realizada pela FIOCRUZ em parceria com a Unicamp e a UFMG, durante a pandemia, 34% dos fumantes aumentaram o consumo de cigarros ao dia; cerca de 17% das pessoas passaram a ingerir mais álcool; e o tempo gasto em TV, computador e tablet aumentou em mais de uma hora por dia. Enquanto isso, o percentual de pessoas que realizam atividade física semanal reduziu de 30,4% para 12,6%.

Todos esses novos hábitos, vivenciados por uma população de adultos jovens em plena capacidade de trabalho, junto às incertezas e inseguranças do momento, contribuíram para o aumento dos afastamentos. Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) as interações entre ambiente profissional, conteúdo do trabalho, condições organizacionais, entre outras, podem influenciar a saúde do colaborador.

Por isso, as práticas de acompanhamento da saúde dos trabalhadores dentro das organizações são, e continuarão sendo, cada vez mais necessárias para evitar o adoecimento, otimizar os tratamentos e, assim, reduzir os impactos dos afastamentos para os indivíduos, organizações e toda a sociedade.




Érika Abritta - diretora de gestão de afastados e perícias médicas do Grupo 3778.


Comércio exterior 4.0: Como utilizar a tecnologia para desburocratizar o setor

Diversos setores da economia têm experimentado um movimento de transformação cultural, que impacta diretamente na adoção de novas tecnologias para automatizar processos, agilizar respostas e entregas, personalizar o atendimento e oferecer uma melhor experiência ao cliente. Algumas mais, outras de forma mais discreta, todas as empresas tiveram que se movimentar para se adequarem a uma nova realidade e se manterem competitivas. O cenário não foi diferente para aquelas que atuam na cadeia do comércio exterior.

A pandemia acelerou a economia digital para que as empresas pudessem manter seus negócios, mesmo diante das incertezas. Quando as pessoas precisaram se isolar para se protegerem do vírus, a indústria se reinventou para trazer mais eficiência às operações de compra e venda no mercado internacional. O conceito de comércio exterior 4.0 é justamente desburocratizar, tornar os processos mais ágeis e eficientes, além de contribuir para a redução de custos.

Embora muitos associem a palavra inovação ao lançamento de soluções, ela está muito mais relacionada à forma como você soluciona os problemas do cliente. Se coloque no lugar dele, sinta a sua dor, pense em alternativas e ofereça o melhor. Participe da jornada, implemente melhorias, quando necessário, faça com que ele se sinta plenamente atendido. Se com o usuário final as respostas precisam ser rápidas, imagine no mercado B2B, que envolve um volume maior de cargas, mais documentação e um processo logístico mais complexo.

Nesse sentido, soluções tecnológicas podem contribuir para simplificar processos, aumentar a capacidade produtiva, ampliar as relações comerciais entre países, solucionar problemas, fidelizar clientes e conquistar novos mercados. Das mais simples às mais robustas, o objetivo é garantir que o transporte de uma determinada mercadoria percorra o trajeto do ponto A ao B em segurança, com o mínimo de burocracia.

Neste caminho rumo ao comércio exterior 4.0, as plataformas de assinatura digital permitiram reduzir de maneira significativa o tempo necessário para importar ou exportar um determinado produto. Imagine o tempo que se levava para imprimir um documento, assinar, ir ao cartório, reconhecer firma, enviar o documento às partes envolvidas, validar e realizar os pagamentos necessários. Outra conquista é o Portal Único criado pela Receita Federal em parceria com a Secretaria de Comércio Exterior, que tem o objetivo de reformular os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro. Com isso, é possível trazer mais fluidez ao cotidiano das empresas e aos procedimentos que cercam o comércio exterior brasileiro.

Os chatbots também ganham força nos canais de interação para que os clientes possam, a qualquer hora do dia, consultar dados referentes à sua carga ou esclarecer dúvidas. A tendência é que a Inteligência Artificial (IA) seja incorporada aos chatbots para que eles aprendam de maneira contínua e consigam entregar as informações que o cliente deseja. Além disso, os dados gerados durante as interações permitem que as marcas compreendam melhor as necessidades e comportamentos dos usuários, podendo auxiliá-los em toda a jornada. A IA veio para transformar a realidade das empresas que atuam na cadeia logística, trazendo mais eficiência, rapidez e competitividade ao mercado internacional.

 

 

Israel Ferreira - coordenador da área de Technology Business da Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina. Para saber mais sobre a Jornada de Tecnologia no Comércio Exterior 4.0 na Asia Shipping, clique aqui.


Consumo de podcasts cresce a cada ano no Brasil

Em ascensão desde 2018, a cada ano o número de ouvintes de podcast cresce no país, conquistando novos públicos, além do interesse das marcas.


Até meados de 2017, podcasts eram conhecidos, em grande parte, pela galera fã de tecnologia. A partir de 2018, o formato caiu no encanto do público em geral e, muitas pessoas, além de ouvintes, tornaram-se também produtores destes programas de áudio gravados em formato digital.

O sucesso desta mídia foi tão significativo que 2019 foi considerado o novo “ano do podcast”, no país. Uma prova disso foi o investimento pesado que a Globo direcionou para o universo da Podosfera, agregando ao seu catálogo podcasts relacionados aos seus programas jornalísticos e atrações de entretenimento. Além disso, a marca também se aliou a produtores independentes para expandir a oferta do produto. A própria B9 fechou, recentemente, uma parceria inédita com o grupo para a distribuição dos episódios dos podcasts Braincast e Mamilos.

Conforme divulgou a Associação Brasileira de Podcasters (ABPod), após uma queda na audiência de podcasts, sentida por muitos produtores no início da pandemia, atualmente, o Brasil conta com aproximadamente 34,6 milhões de ouvintes do formato. A pesquisa da ABPod também mostrou que o perfil do ouvinte brasileiro é dominado pelo gênero masculino, com média de idade de 28 anos. A maior parte deste público vive na região sudeste e 31% dele possui superior completo.

No entanto, embora o consumo de podcasts no país seja predominantemente masculino, a participação das mulheres vem aumentando gradativamente. Em 2019, o número que representava o público feminino era de 16%, já em 2019 este número subiu para 27%. Entre uma infinidade de interesses e preferências, os temas favoritos desta audiência são: Cultura Pop; Humor e Comédia; Ciência; História; e Política. E o Spotify é disparado a plataforma de streaming que os usuários mais utilizam, seguido pelo Podcast Addict, Google Podcasts e Apple Podcasts.

“O avanço da internet possibilitou muitas mudanças no consumo de conteúdo e produtos. Esta transformação tecnológica fez com que novas plataformas surgissem, que consumidores ganhassem mais voz e se tornassem mais exigentes, com isso, as marcas tiveram que se adaptar para agregar valor em suas campanhas de divulgação. Neste mesmo contexto surgiu o podcast que, com sua proposta principal de produzir conteúdo, conquistou espaço na mídia, fazendo com que o formato chamasse a atenção das marcas que enxergaram nesses programas de áudio a oportunidade de divulgarem seus produtos, agregando valor junto aos seus públicos”, comenta Romeu Escanhoela, CEO da EscaEsco Comunicação, agência paulista que realiza a produção e edição de podcasts, entre eles a do Segredos Políticos, que visa debater o cenário político brasileiro, além de soluções para o país.


5 dicas para aumentar o faturamento do seu e-commerce

Apesar de o ano de 2020 ter sido de muitos desafios para a maior parte dos setores da economia, com as vendas online a situação foi bem diferente. O e-commerce apresentou recordes históricos, obtendo 122% de crescimento no faturamento, de acordo com dados da Câmara Brasileira da Economia Digital e da empresa Neotrust. Para 2021, a expectativa é que as compras online continuem obtendo forte desempenho, com um crescimento superior a 32%, segundo relatório da XP Investimentos. 

Com o grande desenvolvimento do setor, o comércio eletrônico chamou a atenção de diversos novos empreendedores e, por isso, a concorrência está cada vez mais maior. Pensando em ajudar quem está se aventurando no universo do e-commerce, o Magis5, Hub de Integração e Automação para vender em marketplaces, lista cinco dicas para ajudar a aumentar o faturamento da sua loja virtual. 


Crie kits
Os kits de produtos costumam gerar excelentes resultados. Podem ser feitos de diferentes maneiras, como, por exemplo, nas promoções de ‘leve 3, pague 2’, na indicação de produtos extras por valores menores no momento de fechar a compra e até mesmo na oferta de frete grátis acima de determinado valor. Com um bom planejamento, é possível garantir vantagens competitivas para a sua loja virtual, o que faz toda a diferença em um mercado tão acirrado.


Fique de olho no estoque
Caso você, vendedor, também seja responsável pela produção da mercadoria, é importante avaliar o volume máximo que você suporta produzir e o seu espaço físico de armazenamento. Se depender de fornecedores, é necessário ficar de olho para garantir o estoque, ainda mais em datas sazonais, como Dia dos Namorados, Dia das Crianças, Black Friday e Natal, já que, em grande parte das vezes, os fornecedores oferecem mercadorias para diversas outras empresas simultaneamente. 


Tenha uma comunicação casual
Normalmente, as lojas que conseguem se comunicar de maneira mais casual, sem tanta formalidade, acabam chamando mais a atenção do consumidor. Muitas vezes, a venda é feita pela forma que o produto foi apresentado e na maneira como o cliente foi abordado, entre outros fatores.


Personalize os produtos
A personalização é uma das principais tendências do e-commerce em 2021. Cada vez mais, oferecer ao cliente maneiras de escolher um produto completamente diferente e personalizado, se torna essencial. Contudo, esse bônus deve ser acompanhado por uma boa gestão e operação, pois, caso o produto entregue ao cliente tenha algum erro ou não esteja da forma que ele personalizou, pode se tornar um grande problema. 


Tome cuidado com os prazos
O prazo de entrega é um dos aspectos mais importantes para a satisfação do cliente. A ocorrência de atrasos na entrega de pedidos está entre as principais razões para desistências e cancelamentos no e-commerce e, exatamente por isso, é fundamental investir em processos que ajudarão a reduzir o prazo de entrega para o cliente. Além disso, é necessário expor o prazo de maneira clara e eficaz no site, para que o consumidor não tenha dúvidas no momento da compra. 


Confiança das micro e pequenas empresas cresce pelo segundo mês consecutivo

Comércio e Serviços dão sinais de recuperação, de acordo com a Sondagem de Micro e Pequenas Empresas, realizada pelo Sebrae e FGV


Em maio, pelo segundo mês consecutivo, as micro e pequenas empresas demonstraram um sinal de recuperação, após uma forte queda da confiança, em março. A informação é da Sondagem de Micro e Pequenas Empresas, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com a pesquisa, o Índice de Confiança de Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE) subiu 5,4 pontos, em maio, atingindo o patamar de 93,5 pontos, o maior nível desde dezembro de 2020 (94,6 pontos).

O IC-MPE agrega os índices de confiança dos três principais setores da economia - comércio, serviços e indústria de transformação. Segundo o presidente do Sebrae, nos últimos dois meses, houve um crescimento de 11 pontos na confiança dos pequenos negócios. Todos os setores apresentaram resultados positivos, mas Comércio e Serviços, que estavam com um baixo índice, estão dando ótimos sinais de recuperação.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, comenta que dos pontos que mais chamou atenção na Sondagem das MPE, em maio, foi o quesito expectativa de geração de vagas de emprego nos próximos três meses, na indústria. Após meses de sinalizações de demissão de mão de obra pelas empresas, no último mês, as MPE da indústria sinalizaram que pretendem contratar no curto prazo. “Uma das possíveis razões pelo otimismo por parte das MPE é o fato de que as medidas restritivas têm sido flexibilizadas, além da possibilidade do aumento na oferta de vacinas para a população em geral”, ressalta.

“Em maio, além do Dia das Mães, a diminuição do número de casos e mortes por coronavírus, a ampliação do programa de imunização, a manutenção do auxílio emergencial e de programas que favorecem os pequenos negócios, como a MP do Bem, contribuíram para a melhora do otimismo das micro e pequenas empresas”, frisa Melles, que enfatiza que esse indicador reflete a economia atual dos pequenos negócios e revela uma continuidade no movimento de recuperação.


Comércio

O índice de Confiança das MPE do Comércio foi o que apresentou o maior incremento na confiança, passando de 79,9, em abril, para 90,5, em maio. Um aumento de 10,6 pontos. Nos últimos dois meses, o Comércio demonstrou uma recuperação de 22 pontos.  A alta da confiança das MPE desse setor decorre do aumento da satisfação com a situação atual, o desempenho nas vendas efetivas de maio, e da melhoria das perspectivas de vendas para os próximos três meses.

“A recuperação ocorreu em todos os segmentos do comércio, mas o destaque foi o comércio de material de construção que subiu 7,7 pontos e chegou a 90,2 pontos, o maior nível desde setembro de 2020 (91,0 pontos). Este segmento foi acompanhado por veículos, motos e peças e varejo restrito”, pontua o presidente do Sebrae.


Serviços

Um dos setores mais impactados pela pandemia do coronavírus, o de Serviços, também tem demonstrado sinais de recuperação e teve um aumente de 7,2 pontos, apenas no mês de maio, atingindo 86,9 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2020 (95,1 pontos), ou seja, período pré-pandemia. Em abril, a confiança dessas empresas já havia crescido 4,6 pontos. O Índice de Confiança das MPE de Serviços (MPE-Serviços) foi influenciado, principalmente, pelo aumento da demanda atual e pela melhora do otimismo em relação a tendência dos negócios nos próximos seis meses.

“Por ser a segunda alta consecutiva e consistente, esse índice dos Serviços pode indicar um melhor cenário para o setor no curto prazo”, comenta o presidente do Sebrae.  O segmento serviços prestados às famílias foi o que mais contribuiu para a alta desse mês, ao subir 12,6 pontos, para 83,3 pontos, o maior nível desde outubro de 2020 (85,1 pontos). Este segmento foi seguido de transporte (7,4 pontos), serviços profissionais (7 pontos) e informação e comunicação (5,1 pontos).


Indústria

Após cinco meses seguidos de queda, o Índice de Confiança das MPE da Indústria de Transformação (MPE-Indústria) voltou a subir. Contudo a alta de 1,9 ponto, chegando a 97,7 pontos recupera apenas 9,2% das perdas dos últimos meses. “Apesar dos problemas com níveis de estoque e da alta da inflação, principalmente entre as indústrias alimentícias, o avanço da confiança das MPE na Indústria foi influenciado por melhores perspectivas para os próximos meses e pela expectativa de contratações para os próximo três meses”, revela Melles.

Entre os segmentos mais relevantes da indústria, o segmento de vestuário foi que mais contribuiu para a melhora da indústria, com alta de 14,8 pontos, levando a 87,9 pontos, após cinco quedas consecutivas. Já o segmento alimentos teve queda de 4,5 pontos, para 82,4 pontos.

 

Um assessor de investimentos para chamar de seu

“Por que tantos investidores estão mudando seus portfólios para empresas de assessoria de investimentos?” A resposta envolve o contexto recente de taxas de juros, a maturação do mercado financeiro com a inserção de novos produtos, o crescimento das corretoras, uma migração dos profissionais experientes saindo dos bancos para empresas independentes e um movimento natural do mercado, que usando o mercado americano como referência, posso assegurar que é só o começo.


Vamos contextualizar?

Esse movimento que enxergamos no Brasil (e de forma acelerada nos últimos 5 anos), começou nos Estados Unidos na década de 90. A premissa básica é de que o investidor (cliente) acessa o mercado financeiro (corretora) com o apoio de um especialista (assessoria de investimentos).

A diferença entre esse modelo e o tradicional oferecido pelas instituições financeiras é que o assessor constrói um relacionamento de longo prazo com aquele cliente, grupo familiar e empresarial. Essa proximidade permite mais assertividade na hora de fazer as sugestões de alocação e montar as estratégias financeiras mais pertinentes para o contexto individual, e de forma independente de qualquer viés de indicação por parte da instituição.

Aqui nos EUA, esse vínculo é tão forte que alguns assessores de investimentos quando se aposentam, passam as carteiras para um outro especialista de sua família que já apoiava no atendimento desses clientes, por exemplo. Exatamente como acontece também com as práticas médicas familiares.

Se formos seguir nessa analogia, o assessor de investimentos é exatamente o “médico do bolso”trazendo uma visão 360 graus sobre a estrutura financeira desse cliente (pessoa física ou pessoa jurídica), ajudando a encontrar soluções que sejam eficientes e, mais importante ainda, acompanhando com proximidade para que essa carteira continue adequada as constantes mudanças do seu momento de vida e do mercado financeiro. Tudo isso, acessando uma prateleira aberta de produtos e serviços financeiros através de uma instituição sólida e altamente regulada.

O fato é que esse especialista e a sua empresa são os responsáveis pelo serviço enquanto que a estrutura em que ele está credenciado é a grande prateleira onde o cliente busca os produtos de investimentos.

Enquanto nos EUA o volume de investimentos nesse modelo de assessoria supera os 90% do total de AUM (Asset under Management ou, Ativos sob Gestão), no Brasil, a proporção é praticamente oposta. Cerca de 90% dos R$ 4 trilhões que os brasileiros têm aplicados ainda estão nos bancos. Por isso, esse é só o começo de uma tendência de mudança estrutural em como se faz investimentos no Brasil.


Cenário macroeconômico importa:

Considerando o quanto as coisas podem se tornar turbulentas rapidamente, as pessoas estão começando a planejar mais agressivamente” - Kyle Kensing, editor do CarrerCast’s (tradução livre).

O investidor brasileiro, acostumado a altos rendimentos com taxas de juros, viu esse cenário mudar completamente nos últimos anos. O novo patamar de taxas e a sofisticação do mercado, com a oferta de produtos que trazem janelas de oportunidades interessantes, faz com que a figura do especialista ganhe ainda mais relevância.

O investidor quer ter a segurança de ter ao seu lado alguém de confiança que possa lhe explicar o que está acontecendo no mercado, ser capaz de apresentar soluções mais adequadas e que trabalhe com agilidade para acompanhar os diversos fatores que impactam a carteira de investimentos.

2020 provou como isso é fundamental! Estou falando sobre ter alguém que conheça o seu perfil e as suas necessidades, que tem o suporte de especialistas em produtos específicos, em uma empresa com alta governança, para montar a melhor solução com você.


Como escolher uma assessoria para chamar de sua?

Escolha uma assessoria na qual você possa construir um relacionamento de mão dupla. Escolha uma assessoria que se destaque pela ética, conhecimento técnico, experiência no mercado e diligência nos negócios. Procure pessoas com as quais você genuinamente se conecte e que tenham toda a estrutura para lhe prestar o melhor serviço. Eu costumo explicar a nossa relação da seguinte forma: Nós cuidamos de pessoas através do patrimônio delas.

O mercado financeiro continuará mudando e se abrindo cada vez mais. Novos produtos, sistemas, serviços e prateleiras estarão disponíveis. O que vai fazer a diferença é quem está do seu lado dando as informações que você precisa para tomar decisões mais adequadas para o seu perfil e momento de vida.


 

Darla Sierra - Chief Brand Officer e sócia da VLG Investimentos

 

DUXcoworkers dá recomendações para startups e PMEs sobre boas práticas na LGPD

A partir de agosto deste ano, além de advertências, infrações poderão incidir em multas de até 2% do faturamento da empresa ou grupo econômico


A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, conhecida como LGPD, está em alta. Se por um lado é ótimo para nós, pessoas físicas e também usuários dos meios digitais, pela maior proteção à privacidade de dados, é, para o pequeno e médio empreendedor momento de estudar as melhores práticas para gerenciar as informações dos clientes.

A lei entrou em vigor em setembro no ano passado mas, diante do cenário de incertezas que demanda a colaboração de agentes públicos e privados, as sanções nela previstas serão aplicadas a partir do segundo semestre de 2021, que podem ir da advertência à aplicação de multa simples, alcançando até 2% (dois por cento) do faturamento da empresa, a suspensão ou proibição de atividades relacionadas ao tratamento de dados pessoais. 

“O principal objetivo da LGPD é prevenir danos à privacidade dos dados pessoais de seus titulares pela criação de diretrizes para que ocorra o tratamento de dados pessoais. Isso pode soar simples para as grandes empresas, mas para as pequenas e médias, que não têm verbas destinadas ao tema e sobretudo ao compliance jurídico, é importante buscar alternativas para aplicar as boas práticas na coleta e armazenamento de dados, seguindo as novas determinações”, esclarece Poliana Alves, advogada e CFO da DUXcoworkers.

Isso se deve porque a lei traz como atenuantes das penalidades a formalização de governança sobre a segurança da informação, indicando, em seu texto, os caminhos para demonstrar boas práticas no tratamento de dados.

“Criamos, para apoiar os empreendedores nesse sentido, uma metodologia que chamamos de Data Privacy Sprint  que é uma consultoria aberta com diversos especialistas, trazendo o olhar do usuário e as orientações técnicas sobre o tema, sobretudo, no contexto jurídico e de ciência dos dados para otimizar as soluções e trazer também oportunidades que podem refletir em novos negócios e na reputação das marcas de clientes pelo cumprimento da LGPD”, pontua Melina Alves, CEO da DUXcoworkers.

Assim, ainda é tempo de reavaliar as estratégias, pensando na longevidade dos negócios, para entender melhor os papéis da ANPD - Autoridade Nacional de Proteção de Dados, do controlador e do operador do tratamento de dados pessoais e extrair o melhor cenário para adequação à LGPD.

 


DUXcoworkers

 www.duxcoworkers.com  


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