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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Os crimes domésticos da Lei Maria da Penha

Dentre os problemas que a pandemia agravou, um deles é a violência contra a mulher.

 Estatisticamente, as Delegacias Especializadas têm recebido um acréscimo substancial de denúncias e a justiça especializada na violência doméstica também vem determinando um número recorde de medidas protetivas. 

A maioria das denúncias envolvem violência física, aquela na qual a conduta do agressor ofende a saúde ou a integridade corporal da mulher, como espancamento, arremesso de objetos, sacudir e apertar os braços, estrangulamento, sufocamento, lesões com objetos cortantes ou perfurantes, ferimentos por arma de fogo ou queimaduras e tortura. 

No entanto, a Lei 11.340/06, chamada lei Maria da Penha, descreveu outras espécies de violência que nem sempre são conhecidas pela vítima, são elas: a violência psicológica, violência sexual, violência patrimonial e  violência moral, todas previstas no Art. 5, conforme transcrito abaixo:

Art. 5º Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial:     

A violência psicológica é qualquer conduta que causa dano emocional ou redução da autoestima; que prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento da mulher, ou vise degradar ou controlar as suas ações, comportamentos, crenças e decisões. As condutas podem ocorrer através de ameaças, constrangimentos, humilhação, manipulação, isolamento (proibir de estudar, viajar, de falar com amigos e parentes), vigilância constante, perseguição contumaz, insultos, chantagem, exploração, limitação do direito de ir e vir, ridicularização, tirar a liberdade de crença, distorcer e omitir fatos para deixar a mulher em dúvida sobre sua memória e sanidade. 

Já a violência sexual, consiste em qualquer conduta de constranger a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força, os exemplos sâo o estupro e obrigar a mulher realizar atos sexuais que causam repulsa ou desconforto.

Quanto à violência patrimonial, consiste em  qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades. Os exemplos são: controlar o dinheiro, deixar de pagar pensão alimentícia, destruição de documentos pessoais, furto, extorsão dano, estelionato, privar de bens, valores ou recursos, econômicos, causar danos propositais a objetos da mulher ou dos quais ela goste.

Por fim, a violência moral consiste em qualquer conduta que configure calúnia, injúria e difamação. Os exemplos são: acusar a mulher de traição, emitir juízos morais sobre condutas, fazer críticas mentirosas, expor a vida íntima, rebaixar a mulher por meio de xingamentos que incidem sobre a sua índole e desvalorizar a vítima pelo seu modo de vestir. 

A importância de se saber que existem outras espécies de violência é para que as mulheres e seus próximos possam identificar as outras espécies de violência, que por vezes são sutis e não deixam marcas externas. 

Na Cidade de Curitiba a Delegacia da Mulher tem todo o preparo para receber as denúncias de qualquer espécie de violência. Na cidade também está implantada a patrulha Maria da Penha que verifica a situação das vítimas. 

O conhecimento leva a informação e ao esclarecimento, por isso, ao saber de alguma mulher que esteja sofrendo de qualquer uma das espécies de violência, denuncie, pois pode estar salvando uma vida.

 


Dr. Marcelo Campelo - OAB 31366 - Advogado Especialista em Direito Criminal

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Por que o brasileiro migra cada vez mais para os bancos digitais?

A tecnologia revolucionou a forma como realizamos diversas atividades em nosso cotidiano, principalmente as financeiras. Durante o isolamento social, novos hábitos foram adquiridos, marcando o ano de 2021 como cenário ideal para o desenvolvimento de soluções inovadoras, como os bancos digitais, também conhecidos como bancos virtuais ou bancos 100% on-line. A Seven, empresa com mais de 15 anos de referência em soluções tecnológicas de meios eletrônicos de pagamento, analisa o cenário de aderência e consolidação da utilização de bancos digitais atualmente e destaca que 2020 foi crucial para a expansão do setor de forma rápida e clara.

Uma pesquisa encomendada pela Fiserv – empresa que atua no processamento de transações com cartões - revelou que quase 20% dos brasileiros têm conta em banco digital. O número é expressivo – cerca de 40 milhões de pessoas. Dados da pesquisa também mostraram que os bancos virtuais são mais populares entre os consumidores de 18 a 34 anos, concentrando 21% dos respondentes nessa faixa etária. 

“Atuamos em 6 países dos continentes da Europa, África e América. Quando o assunto são transações eletrônicas e meios de pagamentos, buscamos oferecer o melhor. Por isso, temos diversas soluções, desde para quem deseja ser um Banco Digital com sua própria marca ou também possuir uma gestão completa para emissão de cartões pós e pré-pagos, pois procuramos entregar resultados completos para as mais variadas operações financeiras”, ressalta o Diretor de Tecnologia da Seven, Evandro Prieto.

Em ascensão, os bancos digitais são competidores diretos dos bancos tradicionais. Cada vez mais a todo vapor e inovando o setor financeiro nacional, os bancos digitais viraram alternativas para quem busca isenção de tarifas, atendimento exclusivamente on-line e outros benefícios. No Brasil, os principais bancos virtuais são: Nubank, Neon, Banco Inter, Mercado Pago, Neon, PagBank, Banco Original e C6 Bank.

 

Digitalização do acesso 

Quem pensa que a ausência de agências físicas é um empecilho, se engana. Um levantamento do UBS Evidence Lab mostra que em 2020, pela primeira vez, a parcela de downloads de aplicativos dos novos players ultrapassou a de instituições tradicionais. Em 2019, a participação dos maiores bancos era de 52% e dos novos, 48%. No ano passado, essa posição se inverteu, com os bancos digitais alcançando uma fatia de 52%.

Com o intuito de promover mais agilidade no atendimento e, consequentemente, fidelizar um maior número de consumidores, os principais serviços que um banco digital oferece são: cartão de crédito sem anuidade, seguros, conta corrente digital sem taxas, empréstimos e investimentos. Ainda na maioria dos casos, os atendimentos se adequam à necessidade do cliente, sendo por telefone ou chat. 

Para sair ainda mais na frente na corrida por usuários, democratizando o acesso ao sistema financeiro, os bancos on-line buscam oferecer uma experiência de acesso pelo APP bem fluida e com uma interface moderna. Quanto mais intuitiva, mais almejada. Além disso, muitos bancos digitais oferecem diversas vantagens para a captura de novos clientes e descontos agressivos em operações. Há por exemplo o famoso “cashback”, ou seja, dinheiro de volta na compra de produtos em lojas parceiras.

Motivos não faltam para migrar para um banco digital. A praticidade, a eficiência, a tecnologia, a eficácia, a isenção ou redução de taxas, a ausência de burocracia e o desempenho exercido por eles são destaques diante de um mercado saturado com os procedimentos burocráticos dos grandes bancos. 


 

Seven 


Carnaval: como escolas podem trabalhar o tema de forma consciente em tempos de pandemia?

Data tradicionalmente comemorada em fevereiro será motivo para reflexão, acolhimento e conscientização entre crianças e adolescentes; especialista sugere uma abordagem mais conteudista


Fevereiro é um mês relacionado à comemoração e festividade para muitos brasileiros por guardar a maior festa popular do país: o Carnaval. Este ano, no entanto, a data deverá ser ressignificada em todos os aspectos para a segurança e saúde de todos. Nas salas de aula e ambientes virtuais de aprendizagem, não será diferente. De acordo com o diretor do Sistema de Ensino pH, Cláudio Falcão, o próximo dia 16 é um momento de reflexão e não de comemoração.

“Ainda estamos no auge da pandemia. Por mais que seja necessário as pessoas sorrirem, acho difícil desvincular dessa realidade. Mesmo com comemorações online, que não causam aglomerações, as escolas têm que ter muita sutileza e percepção para não fazerem nada que possa ser mal interpretado e visto em contramão do momento que vivemos.”, destaca Falcão.

Para continuarmos a valorizar a data em sala de aula, uma saída é trabalhar o tema de forma conteudista. Falcão sugere que professores busquem abordar as origens dessa festividade. “Este ano, temos que fazer algo mais sóbrio, um carnaval um pouco mais antropológico, cultural, analisar um pouco mais as suas raízes e as contribuições dos grupos que formam o país.”


Origem religiosa


O primeiro aspecto que pode ser abordado em sala de aula é a história religiosa atrelada ao carnaval e que muitas vezes não é lembrada durante a comemoração. “Falar sobre a ligação do carnaval no passado com as religiões pagãs e, mais recentemente, com a tradição cristã. Depois, como essas tradições foram mudando, como o carnaval da Europa tem um perfil e como ele chegou no Brasil.”


As diferentes influências


O diretor ainda ressalta a importância de abordar as diferentes culturas que resultaram no surgimento da festividade realizada no Brasil hoje. “O Carnaval foi reinventado com influência do movimento íbero-afro-ameríndio. Houve o surgimento de um carnaval juntando tradições africanas, indígenas e europeias e acabou transformando numa nova tradição aqui, mas ainda ligado a uma tradição católica, sobretudo ao catolicismo português, que tem características muito próprias.”


As diferenças regionais e a composição da população


O Brasil é um país que une diferentes regiões, com diferentes costumes. É possível observar que essas diferenças também se manifestam na forma de comemorar o Carnaval. O diretor sugere fazer uma análise da festividade em cada um desses locais. “Por exemplo, temos em Olinda a tradição dos bonecos gigantes. Qual é a origem dessa tradição? Qual a ligação dos bonecos? Esse costume, de usar bonecos em festividades, é uma forte herança africana. No Rio, nós temos a figura do bate-bola, pessoas que andam totalmente mascaradas, com roupa colorida, dando susto, gritando. Então, é evidente que você tem expressões regionais diferentes do carnaval. Talvez estudar essas expressões diferentes e a partir daí conseguir entender a composição da população em cada região e a contribuição cultural de cada grupo dentro da região e como isso se manifesta dentro do carnaval.”

 


Sistema de Ensino pH

www.sistemadeensinoph.com.br


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Geléia promove encontro pet

 

Na ocasião, vai ter sorvete canino de graça e arrecadação de ração 

 

Que tal curtir um dia repleto de atrações para o seu pet no dia 16 de fevereiro?! Na próxima terça, o Geléia do Pontão vai promover um encontro para os aumigos com uma programação pra lá de especial. Haverá sorvete canino de graça e também arrecadação de 1kg de ração para o Projeto Acalanto, que abriga animais de rua. Tudo isso seguindo os protocolos de segurança exigidos pelas autoridades de saúde. 


Para os doguinhos se esbaldaram no sorvete (à base de manga e mel, sem conservantes) canino da Vai Bem, é preciso que o pet vá fantasiado com um adereço carnavalesco. Os tutores que levarem 1kg de ração, comprarem qualquer hambúrguer artesanal ou a famosa batata rústica da casa também ganham uma delícia gelada para os pets.  

Os sacos de rações arrecadados na ocasião vão para o Projeto Acalanto (@projetoacalantodf), que mensalmente resgata cerca de 100 gatos e cachorros abandonados no DF. Idealizado por Lucimar Aparecida, o grupo de protetores independentes existe desde 2014. 

 

Folia Pet no Geléia

Data: 16/02

Local: Pontão do Lago Sul - SHIS QL 10, lote 1/31 - Lago Sul  

Hora: das 12h às 23h 

siga: Siga: @geleiahamburgueria e @tadoidoburger

 

Vai curtir o Carnaval em casa?

Para deixar a folia mais gostosa, separamos uma dica de petisco harmonizado com drinque que promete dar água na boca 

 

Fevereiro chegou e, com ele, o país normalmente entraria em clima de festa, com bloquinhos arrastando multidões pelas ruas das cidades. Mas em ano de pandemia, até o Carnaval terá que se reinventar. E assim como tem sido nos últimos meses, ficar em casa será uma das opções mais seguras. 

Só que isso não significa que não terá festa. O tamanho do espaço não é desculpa para não fazer um bailinho intimista com a família e “sambar em cima” da monotonia. A ideia é simples: muito brilho e muitas cores são a base para garantir uma decoração apropriada para a festa. Sem esquecer do petisco e um bom drinque.  

Por isso, para ajudar nesta missão, a chef Roberta Scheer, que assina o menu servido no restaurante do Faial Prime Suítes, separou uma dica de petisco harmonizado com drinque, que promete deliciar os foliões. Confira: 

 

Drink – Clericot



Ingredientes:

 

1 laranja cortada em cubos

1 maçã cortada em cubos  

1 pera cortada em cubos

½ abacaxi cortado em pedaços pequenos 

1 kiwi cortado em cubos

5 uvas cortadas na metade

5 morangos cortados na metade

• Gelo em cubos

•  4 colheres de sopa de açúcar 

• 1 garrafa (750 ml) de vinho branco ou espumante

• 1 dose de vermute

• Água com gás ou soda limonada a gosto 

 

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes em uma jarra e sirva bem gelado

 

 

Terrine de Salmão


Ingredientes:

 

100g de salmão defumado

400g de salmão cozido no vapor.

250g de cream cheese

250g de queijo cottage

4 colheres de sopa de azeite

1 colher de sopa de gelatina em pó sem sabor

1 ramo de dill 

Sal e pimenta do reino

 

Modo de preparo:

Desmanche o salmão cozido em lascas, tempere com sal e deixe esfriar. Dissolva a gelatina sem sabor. Em um recipiente, junte o cream cheese, o cottage, a gelatina hidratada e misture. Adicione o azeite, o dill picado e as raspas de meio limão siciliano. Misture bem. Ajuste o sal e pimenta.

 Forre uma forma de bolo inglês ou forma de terrine com filme plástico, deixando sobrar bastante filme nas laterais, para cobrir toda a terrine. Monte a terrine em camadas alternadas: uma camada de pasta de queijo, outra camada de salmão no vapor. Leve à geladeira por pelo menos 1 hora. Para servir, desenforme e enfeite com salmão defumado. Sirva com torradas.


Carnaval em casa: três receitas de drinks para curtir a folia virtual

 Bartender cadastrado no GetNinjas ensina a fazer bebidas práticas e refrescantes que podem agitar o "Bloquinho do sofá"


Uma das festividades mais esperadas do ano é o Carnaval, mas por ser um ano tão atípico, o jeito é adaptar para curtir em casa. Da cozinha para a sala, da sala para o quarto, sem perder o ritmo da marchinha "Se você pensa que cachaça é água...". E falando em bebida, os drinks são essenciais e podem animar a sua festa virtual. Pensando nisso, Flávio Felix dos Santos, bartender em São Paulo que atende pelo GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços da América Latina, preparou três receitas práticas para agitar o "bloquinho do sofá". Confira a seguir:


Caipijuru: https://we.tl/t-QA6LPhBjyA



Ingredientes:


Vinho branco com alto teor alcoólico, semelhante à pinga
Limão
Açúcar
Gelo

Modo de preparo:


Encha um copo com gelo, acrescente o limão espremido, coloque o açúcar a gosto e complete o copo com o vinho branco. Misture com uma colher.



Juruaba: https://we.tl/t-7wPLkaDRtk



Ingredientes:


Vinho branco com alto teor alcoólico, semelhante à pinga
Bebida à base de Catuaba
Gelo


Modo de preparo:

 
Encha um copo com gelo. Em seguida, complete o copo com medidas iguais de Jurupinga e Catuaba. Misture com uma colher.



Céu Azul: https://we.tl/t-xFL4MlVAjS



Ingredientes:

 
Licor curaçau blue
Vodka
Refrigerante de limão
Gelo



Modo de preparo:


Encha um copo com gelo. Acrescente uma dose de vodka, em seguida uma dose igual de licor curaçau blue e complete o copo com refrigerante de limão. Misture com uma colher.

Carnaval em casa: Make divertida para mãe e filha aproveitarem a festa


Maquiadora da agência de modelos Max Fama preparou um passo a passo para você arrasar com sua pequena

 

O ano só começa depois do carnaval! Hoje, quando pensamos nessa frase, nos vem um sentimento estranho. Seria uma época para estarmos preparando nossas fantasias, separando a programação dos bloquinhos e, claro, pensando nas maquiagens, para celebrarmos a maior festa popular do país com os nossos amigos e filhos, mas não será possível. Será diferente por conta da pandemia, mas também poderá ser bem legal se a gente usar a criatividade e não deixar se abater. 

Não vão faltar opções de diversão. A Globo vai exibir 28 desfiles históricos do Rio de Janeiro e de São Paulo, no sábado (13), após o Altas Horas, no domingo (14), depois do Big Brother Brasil 21, com apresentação do ator Aílton Graça e do carnavalesco Milton Cunha - o Carnaval 2021 foi cancelado nas duas cidades devido à pandemia de coronavírus. 

Em São Paulo, vai acontecer o Festival Tô Me Guardando, carnaval online que começa na próxima sexta-feira (12), com 380 atrações, e vai até o dia 28 de fevereiro. A programação você encontra no site da Secretaria de cultura da prefeitura de São Paulo.  

Já no dia 13 de fevereiro acontece uma das lives mais aguardadas do carnaval. Ivete Sangalo e Cláudia Leitte fazem o show “O Trio”, que faz alusão ao famoso trio elétrico. O evento será transmitido pelo Multishow, às 17h30. 

Outra opção que não pode ficar de fora são as chamadas de vídeo com os amigos para tirar as roupas coloridas do armário e buscar momentos de felicidade em tempos de pandemia. 

Para ajudar você e a sua filha a entrar no clima e arrasar, a maquiadora da agência de modelos Max Fama, Isabelle Freitas, fez este  passo a passo de maquiagem divertida. Confira!

 

Passo a Passo

 

Mãe

 


Com a pele limpa e hidratada, inicie o processo de camuflagem usando uma base da sua tonalidade, pó e blush;

 


Corrija as sobrancelhas e utilize uma máscara de cílios incolor. Nas têmporas e no nariz aplique o iluminador;

 


Com uma tinta fácil, utilize a cor amarela e faça risco no formato de uma flor. Na sobrancelha esquerda faça pelotas em cima do ponto arqueado;

 


Com a tinta marrom, faça pontinho no centro para dar realce ao miolo dos girassóis;

 


Com um amarelo mais escuro faça um delineado. Entre os traços dos girassóis faça linhas entre elas para deixar a flor com mais pétalas;

 


Finalize com uma máscara de cílios e um gloss avermelhado

 

Filha

 


Com a pele limpa e hidratada passe um pó para retirar o brilho.  Utilize um blush para dar um ar de saúde nas maçãs no rosto;

 


Com uma tinta fácil amarela, faça linhas dando um formato de flor;

 


Faça bolinhas amarelas em cima da sobrancelha. Com a tinta marrom faça o miolo dos girassóis;

 


Finalize com uma máscara de cílios e um gloss avermelhado.

 


Carnaval sustentável para a criançada

Movimento Plástico Transforma ensina pais e filhos a produzir fantasias, máscaras e brinquedos a partir de material reciclado


Uma das principais datas festivas brasileiras, o Carnaval, deixará de ser comemorado em diversas cidades por conta da pandemia de Covid-19. Porém, pais e filhos, foliões de plantão, podem celebrar de uma maneira diferente, aprendendo a fazer fantasias, instrumentos musicais e até jogos com material reciclado. A ideia é promover um carnaval sustentável em casa e colocar em prática, de forma divertida, conceitos de sustentabilidade.

“Em algumas empresas e escolas, o feriado de carnaval será mantido, o que significa mais tempo livre com as crianças em casa. Por isso, a proposta é criar elementos ligados às festividades, usando a criatividade aliada à reciclagem”, afirma Fernanda Maluf, coordenadora do Movimento Plástico Transforma. Abaixo seguem algumas ideias para o “bloco dos sustentáveis”.





Fantasia de astronauta:
Embalagens de refrigerantes podem se transformar em um colorido foguete. A dica é pintar os itens com tinta guache e uni-las com a ajuda de fita dupla face. Para a cauda, aposte em papel crepom vermelho para representar o fogo.

Máscara de bichos: Um verdadeiro zoológico pode surgir a partir de pratos de plásticos, tinta, cartolina e muita imaginação. Basta pintar os pratos e recortar a cartolina para formar olhos, focinho, boca e outras características de cada animal. As crianças também podem usar canetas hidrográficas para dar um acabamento caprichado.






Instrumentos musicais: Os pequenos foliões farão muito barulho com chocalhos produzidos com tampinhas plásticas de garrafa PET e tubos de PVC. Neste brinquedo, os pais devem ajudar na hora de perfurar a parte central das tampas e a parte superior dos canos. Depois, as crianças auxiliam passando as tampas pelo barbante que unirá ao tubo. Aí é só amarrar as pontas do barbante e começar a festa.



Boliche: Há também opções de jogos para quem prefere deixar o carnaval de lado. Com dez garrafas PET e uma bola é possível disputar um divertido boliche com a criançada. As embalagens podem ser personalizadas com tintas e adesivos, de acordo com as preferências de cada criança.

 

  

 

Fontes:

https://soloinfantil.com/brinquedos/instrumentos-musicais-reciclados/

https://comofazeremcasa.net/23-formas-para-fazer-brinquedos-reciclados-para-criancas/

https://www.bebeu.pt/2018/04/29/jogos-e-brinquedos-feitos-com-material-reciclado/

Filhos da quarentena - o impacto do distanciamento social no desenvolvimento das crianças

 Segundo especialista, os pequenos têm apresentado alterações de comportamento, atrasos no desenvolvimento da fala e em dar os primeiros passos

 

O distanciamento social, por conta da pandemia do coronavírus, teve início há quase um ano. A regra – necessária e importante - orientada pelas autoridades de saúde para controlar a disseminação do vírus, trouxe consequências duras, que afetam também as crianças em desenvolvimento. A rotina, fator importante na primeira infância, foi totalmente afetada pela crise sanitária. Mesmo os pequenos que não frequentavam a escola sofrem com as mudanças. 

Estudo realizado recentemente por uma universidade chinesa sobre os efeitos do estresse da pandemia no desenvolvimento infantil apontou que 36% dos pais perceberam dependência excessiva dos filhos. O levantamento ainda mostra que 21% das crianças tiveram problemas no sono; 18%, falta de apetite e 13% ficaram mais agitadas no período de isolamento. 

Segundo o ortopedista pediátrico David Nordon, os brasileirinhos que estão na fase de aprender a falar e a andar têm apresentado mudanças. “Com a restrição do convívio social, houve aumento nos relatos dos pais sobre atrasos na fala, alterações de sono, humor, apetite, maior irritabilidade e dependência. Além disso, em alguns casos, comentam sobre a regressão etária. A ausência de contato com outras crianças atrasa esse desenvolvimento social tão importante nesse estágio da vida”, explica Nordon. 

O médico ainda ressalta que, “presas” em pequenos espaços, sem contato com o mundo exterior, essas crianças ficam desestimuladas e o avanço das suas habilidades motoras é comprometido. “É essencial a experiência de subir ladeiras, balançar, correr, pular. Existe também o estímulo sensorial que, por conta do isolamento, fica restrito. A sensação de pisar descalço na grama e na areia, que auxiliam o desenvolvimento do equilíbrio, por exemplo, não pode acontecer nesse momento”, explica. 

Com a suspensão dos passeios e brincadeiras ao ar livre, os parques e praças estão em baixa, assim como o “estoque” de vitamina D diária, tão importante para o organismo humano, inclusive para a manutenção da imunidade. Por outro lado, fatores prejudiciais à saúde estão em alta, como o aumento de peso e as dores no corpo causadas pelo sedentarismo. Quem estava aprendendo a nadar, a andar de bicicleta ou qualquer outra prática esportiva, teve de parar. De acordo com o médico, isso é muito frustrante. A nova rotina - permanecer em casa constantemente - na companhia de adultos, que também estão exaustos e desmotivados, interfere muito na condição física e emocional dos pequenos. 

“Não existe receita de bolo para nada. No entanto, o cenário exige muito equilíbrio. Lidar com as próprias angústias já é difícil. Imagine então ter filhos angustiados! Ser paciente, conversar – mesmo com os menorzinhos é essencial já que eles entendem as nossas expressões faciais e tom de voz. E, dentro do possível, mantenha o corpo e a mente dessa criança ativos”, finaliza Nordon.


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