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terça-feira, 7 de julho de 2020

Mapa Astral ajuda na seleção de candidatos


Regência dos planetas pode ser critério na escolha do melhor concorrente à vaga de emprego


A seleção de candidatos, principalmente nesta fase de isolamento social, pode ser uma tarefa interminável, com milhares de currículos a serem analisados e entrevistas on-line. A responsabilidade de escolher um perfil que mais se encaixe em determinada função é grande e fazer essa análise a partir de um descritivo por e-mail torna o processo frio. Por isso, muitas empresas estão buscando também avaliar por meio do Mapa Astral o perfil psicológico do candidato.

Sara Koimbra, astróloga e numeróloga, explica quais são os pontos importantes nesta avaliação. “É claro que tudo no mapa conta, mas quando vamos fazer um perfil de vaga, orientação vocacional ou seleção, as casas astrológicas mais importantes são as ascendentes, ou seja, as casas 2, 6 e 10, que são as divisões do céu determinadas de acordo com local e hora de nascimento de cada pessoa”, diz a especialista.

O ascendente no Mapa Astral expressa como o candidato se ‘veste’ todos os dias para ir trabalhar, o que ele vai apresentar no emprego, qual a forma que ele vai lidar no ambiente profissional, com os colegas. “O signo solar somos nós dentro de casa, o ascendente é a ‘roupa que vestimos’, como lidamos com a nossa equipe no ambiente de trabalho. Só o ascendente já traça 30%, 40% do perfil do candidato”, afirma Koimbra.

Já a casa 2, por exemplo, é a capacidade do profissional de ganhar dinheiro, os talentos. Para empresas que operam com finanças, bolsas, resultados, metas, por exemplo, é ainda mais importante essa avaliação. “Os signos de água trazem pessoas mais sensível, os signos de terra são as mais pragmáticas, mais indicadas ao perfil financeiro”, explica a astróloga.

A casa 3 que diz como é a comunicação do entrevistado, acrescenta informações importantes ao candidato, assim como a casa 5 que fala da auto expressão e, dependendo do trabalho, se for voltado às artes, uma função onde a pessoa precise se expressar como, teatro, cinema ou fotografia, por exemplo, pode revelar aspectos relevantes também.

Outro ponto importantíssimo do mapa é a casa 6, que fala do conhecimento, da capacidade de adaptação, aprimoramento e de trabalho, ou seja, se aquele candidato proporcionará um ambiente propício no trabalho. “Correlaciono a vaga que está sendo oferecida à casa 6 do candidato e, em um segundo momento, se o ascendente está de acordo com a proposta da vaga. Então analiso se o ambiente de trabalho é propicio aos resultados que a vaga está demandando. Casa por casa vamos traçando o perfil psicológico do candidato”, conta a especialista.

E, por último, mas muito importante também está a análise da casa 10, que é o status, o ego, o quanto realmente o candidato vai poder se desenvolver na empresa. “O mapa além de questões kármicas e energéticas, também traz um perfil psicológico que contribui para encontrar o melhor concorrente de acordo com as necessidades de cada vaga e até para o autoconhecimento também em âmbito profissional”, finaliza Koimbra.

Sara Koimbra - atua há mais de 10 anos como astróloga, numeróloga e taróloga. Alia seus conhecimentos a terapias e orientação vocacional para adolescentes em busca da primeira profissão e adultos que querem se reinventar profissionalmente. Atua também com avaliação da política usando suas técnicas. instagram.com/sarakoimbra


Atividade física para crianças é ainda mais importante na pandemia


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Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) reforça importância do estímulo de pais para que as crianças se mantenham ativas


Nesse período de isolamento domiciliar, atender às recomendações de prática de atividades físicas tem sido um desafio. Neste sentido, visando aumentar o nível de atividade física, crianças e adolescentes podem praticar atividades físicas em casa de forma lúdica brincando de bambolê, cabra cega, amarelinha, pular corda, caminhar sobre corda no chão e cabo de guerra, entre outras. As ideias de atividades incluem jogos tradicionais de recreio em ambientes fechados (esconder e procurar, marcar, pular) e criatividade (construir uma pista de obstáculos, jogar vôlei de balão ou aprender a fazer malabarismos).

"Sabemos que a casa tem espaços menores e mais limitados do que a rua, mas a criatividade é fundamental nessas horas. É preciso colocar para fora a ansiedade e angústia por estarmos confinados. Vários aplicativos foram lançados com atividades lúdicas para crianças e podem ser aliados. Um circuito pode ser feito dentro de casa ou estimulados jogos que impliquem em série de movimentos”, afirma o médico pediatra e associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), José Paulo Ferreira.

Assim como para os adultos, a disciplina agora vai ajudar também no cenário pós-pandemia. A ideia é que as crianças depois não saiam de forma tão intensa para atividades estando totalmente despreparadas.

"O que é interessante lembrar é que a atividade física para criança ou adolescência é uma forma de prevenção de uma série de doenças relacionadas a obesidade, diabetes e pressão alta. Atividade física e alimentação adequada favorecem muito. Estamos em pleno momento de uma pandemia e todos estão dentro de casa, mais angustiados e nervosos. O que acaba acontecendo é ficarmos mais sedentários e comendo um pouco mais. Neste momento é importante se cuidar para evitar esse ganho de peso e, sobretudo, trabalhar a saúde mental, uma vez que para as crianças, assim como para os adultos, o esporte ajuda no combate ao stress e ansiedade.

Segundo documento publicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria Idealmente, as crianças e adolescentes deveriam acumular 60 minutos de atividade física de intensidade moderada a vigorosa por dia, incluindo modalidades que estimulem ossos, músculos, mobilidade articular e exercícios envolvidos no desenvolvimento motor e de habilidades como equilíbrio e coordenação.





Marcelo Matusiak

As crianças devem permanecer na Educação Infantil durante a pandemia do novo coronavírus?


Docente especialista do Colégio Marista Arquidiocesano, localizado em São Paulo, explica os benefícios de manter os pequenos na escola


A Constituição brasileira determina que somente crianças a partir dos quatro anos de idade estejam matriculadas na Educação Infantil.  Por isso, com a pandemia da Covid-19, muitos pais optaram por cancelar a matrícula dos pequenos da escola, aguardando para que a situação se atenue.

Uma pesquisa realizada entre maio e junho de 2020 com escolas da rede privada de São Paulo pela ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância), em parceria com o Instituto Casagrande e o SIEEESP (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo) apontou que houve uma evasão de 15% dos alunos da Educação Infantil no período, porém nos outros níveis de ensino, ficou em torno de 1%, em média.

Apesar dessa decisão familiar, especialistas apontam benefícios da relação dos pequenos com a escola. Para a coordenadora de Educação Infantil do Colégio Marista Arquidiocesano, Rosana Marin, a relação se constrói na presença, portanto, a escola deve continuar interagindo de maneira efetiva e valiosa para que seja mantida a importância e a confiança já estabelecidas com cada criança e sua família.

“Assim como a caminhada natural do desenvolvimento infantil, que se mantém em pleno movimento e crescimento, as ações da escola também passam por transformações. Deve-se ampliar a escuta à família que, de modo geral, está ansiosa tanto pela preocupação desse distanciamento das crianças ao universo escolar como pelas mudanças ocorridas também em suas atribuições pessoais e profissionais”, explica a docente.

Para a professora, a escola precisa se dedicar, inclusive nesse momento de pandemia, na relação com pais e filhos, não com foco direto na construção dos saberes, mas sobretudo para que as crianças continuem se relacionando de alguma forma entre si, ativando a possibilidade de ver e “estar” com o outro e para que continuem encontrando nos professores, referências importantes de afeto. “Se deixarmos de ser valor de apoio e parceria, que complementa junto às famílias subsídios para o complexo ato de educar, menos importância teremos nessa relação e mais facilmente deixaremos de fazer parte da vida delas”, esclarece.


Educação em plataformas on-line

Diferente da rotina do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, em que as crianças já têm níveis de autonomia e entendimento para seguir as vídeoaulas e até transmissão de aulas ao vivo, na Educação Infantil é preciso uma interação diferente, com apoio dos pais ou responsáveis.

O ensino não presencial representa nesse momento uma forma possível de “atuação vinculada”. Ou seja, a proposta é equilibrar a forma de estar presente sob o ponto de vista afetivo. Apesar de serem de uma geração considerada como “nativos digitais”, necessitam da presença do adulto para auxiliá-las a manter sua atenção e/ou organizar-se diante das propostas não presenciais.
“Sendo essa realidade no universo virtual, que naturalmente impõe esse distanciamento, a dispersão delas pode ocorrer até mais do que ocorreria, se comparada ao ambiente em que a professora investe em expressão facial e corporal, gestos, toque, aproximação, entre outros. Dessa forma, a presença de um adulto auxilia essas interações com a professora e os colegas pelo computador”, afirma Rosana Marin.

Para a coordenadora de Educação Infantil do Colégio Marista Arquidiocesano, o plano de aula para essas propostas baseado nos campos de experiências da Base Nacional Comum Curricular, precisa contemplar elementos que despertem a curiosidade da criança, que a desafiem, interajam com ela em sua linguagem, que é potencialmente corporal, expressiva e espontânea. “Será um bom planejamento, por exemplo, propor jogos ou histórias que lhe agreguem valor afetivo, como as que envolvem personagens que elas gostem, ou ainda, se possível, que sejam construídos pelas professoras, contendo elementos que lhe remetam a boas vivências e memórias, como fotos dos colegas, a voz, imagens ou desenhos da docente”, fundamenta.  

Muitas propostas, desafios, intervenções e interações devem ser viabilizados pela escola para que essa aprendizagem, fortalecida e sustentada pelas diversas oportunidades do meio no qual a criança está inserida evolua.” Nesse momento de pandemia é necessária a presença ainda mais efetiva da família, que é quem está ao lado da criança, ajudando-a, porém amparadas e acompanhadas pela escola, pois pais e mães, que mesmo muito empenhados em oferecerem o melhor que puderem aos seus filhos e sem medirem esforços são, naturalmente, pais e mães, e não pedagogos”, finaliza Rosana Marin.





Rede Marista de Colégios (RMC)

Confira oito dicas de automassagem nos pé para fazer em casa

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Com um pouco de flexibilidade, a massagem nos pés pode ser feita pela própria pessoa e basta ter um óleo ou creme hidratante para aprender algumas técnicas


Quem, após um dia cheio de afazeres, não gosta de receber uma massagem nos pés? Na falta de alguém para realizar a tarefa, a automassagem é uma solução. “Os benefícios vão além do bem-estar físico e incluem melhora na circulação sanguínea, diminuição do estresse, relaxamento e alívio de dores”, destaca a  podóloga Malú Pinheiro, coordenadora técnica da Doctor Feet. Segundo ela, a massagem nos pés, por possuir pontos reflexos, estimula outras áreas do corpo que nos dão mais energia e melhoram a circulação sanguínea como um todo.

“A pressão dos dedos durante a massagem facilita o retorno venoso do sangue para os músculos, que, por sua vez, ajuda a drenar o líquido, diminuindo assim a retenção e o inchaço, ajudando na eliminação de resíduos metabólicos”, completa a profissional. Para iniciar a rotina de autocuidado, vale a pena ter um óleo ou creme hidratante, para que as mãos e dedos deslizem mais facilmente pela pele, e seguir as orientações da especialista.

1 – Lave e hidrate os pés;

2 – Com o óleo ou creme, faça movimentos de deslizamento por todo o pé;

3 – Em seguida, com os polegares, faça movimentos circulares no “peito do pé” (na sola logo abaixo dos dedos) por 3 minutos;

4 – Deslize os dedos em movimentos para cima e para baixo em toda sola dos pés por aproximadamente 2 minutos;

5 – Dedo por dedo, faça movimentos circulares massageando-os por cerca de 3 minutos;

6 – No dorso do pé (parte de cima) faça movimentos circulares para cima e para baixo se estendendo para os tornozelos, por 2 minutos;

7- Finalize rotacionando o pé para direita e depois para a esquerda por 3 minutos;

8 - Repita esse procedimento com o outro pé e ao final eleve as pernas para ajudar no retorno venoso.




Doctor Feet
www.doctorfeet.com.br / Instagram: @doctor_feet / Facebook: /doctorfeet.podologia




SBGG dá dicas para o bem-estar de idosos na quarentena


Além dos cuidados como distanciamento social, cuidadores e profissionais devem estar atentos aos problemas como ansiedade, tristeza e depressão em pessoas da terceira idade

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 27 de junho, o Brasil tinha 1,313 milhão de casos de Covid-19, com mais de 57 mil mortes. Entre os mortos, 38.744 foram pessoas acima dos 60 anos de idade, com destaque para a faixa entre 70 e 79 anos, com 13.351 mortes. Com a curva de notificação de casos em crescimento, o prazo indefinido para o fim do distanciamento social, torna-se um dos principais desafios para a população idosa.

“Casos de surtos de doenças infecciosas, como a que estamos vivendo com a pandemia de Covid-19, tendem a aumentar sentimentos como ansiedade, estresse, solidão, tristeza e depressão. Quando voltamos a nossa atenção para os idosos, percebemos que a preocupação deles é consigo e com os seus entes queridos, criando um cenário propício para, possivelmente, o agravamento de problemas crônicos como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares”, afirma Dra. Maisa Kairalla, especialista em Geriatria e Presidente da Comissão de Imunização da SBGG. 

Se os idosos, de maneira geral, estão fragilizados em muitos aspectos de sua vida social, aqueles que residem em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) estão ainda mais suscetíveis. Ainda assim, a Comissão Especial COVID-19 da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) recomenda a manutenção da suspensão das visitas em ILPI.

Para que não haja um agravamento na saúde emocional e, possivelmente, na saúde física desses idosos, algumas ações são recomendadas. A primeira coisa a ser feita é substituir as visitas presenciais pelas visitas virtuais. “Na ausência de visita nas ILPIs, o uso de celular ou tablets para manter contato com amigos e familiares é essencial. Caso o idoso não tenha tanta intimidade com esses aparelhos e nem ajuda de um cuidador, a ligação de um telefone fixo continua sendo fundamental. Nestes casos, é ainda mais importante a qualidade da conversa, descreve a especialista da SBGG. 

Ainda falando dos cuidados para a não transmissão para os idosos que vivem em ILPIs, os profissionais de saúde. “Além do cuidado de higiene e no uso dos EPIs, como lavar constantemente as mãos, usar máscaras etc, muitos desses profissionais precisam de recursos, treinamento e, até mesmo amparo psicológico para enfrentar a pandemia. É necessário lembrar que esses idosos são pessoas que eles conhecem e cuidam há anos”, salienta a Dra. Maisa Kairalla. 

Outro ponto a se atentar é não superexpor os idosos a notícias sobre a pandemia. “Não é necessário isolar o idoso do que está acontecendo, mas sobrecarregá-lo de informações, principalmente de uma doença que acomete principalmente pessoas de sua faixa etária pode trazer prejuízos ao seu estado emociona. Ao invés disso, procure incentivar a realização de atividades como leitura de livros, assistir filmes etc”, avisa o Dr. Carlos André Uehara, Presidente da SBGG

Por fim, é importante que os profissionais de saúde que lidam com pessoas da terceira idade já começam a traçar planos para a transição desta fase de distanciamento. “Não sabemos quando terminará a necessidade de distanciamento social, mas quando isso acontecer, será necessário a adoção de uma série de novas práticas relacionadas à vida dos idosos. A pandemia nos trouxe lições que perdurarão para o resto de nossas vidas”, finaliza a Dra. Maisa Kairalla. 





Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)

Você é tímido ou foi intimidado?


Especialista afirma que a timidez não existe

A comunicação é uma condição humana, mas é na infância que a iniciamos, desenvolvemos e aprimorando através da socialização e da interação social. As experiências positivas e negativas dessa fase ficam marcadas para sempre em nossa mente.  Essas experiências, os bloqueios e até os traumas, podem determinar a maneira que iremos nos expressar. Muitos adultos se intitulam “tímidos”, mas pode não ser bem assim.

Se analisarmos o conceito de timidez nos dicionários, vamos nos assustar diante de tantos adjetivos negativos, inadequados e até errôneos. O conceito de timidez e de tímido está sempre associado a fraqueza, debilidade, acanhamento, dificuldade de relacionamento e até bisonhices. A própria palavra “timidez”, que vem do grego, tem conotações extremamente pejorativas, tais como, medroso, temeroso, assustado, horrendo e terrível.

Com tantas designações negativas, como você se sentiria sendo uma pessoa introvertida e que, por isso, em algum momento de sua vida será, ou foi vista socialmente, ou taxada como uma pessoa “tímida”? Nada bem!

Crianças introvertidas sofrem muito, pois os pais, as escolas e a sociedade como um todo, não estão preparados para recebê-las, compreendê-las e aceitá-las, pois, vivemos, historicamente, a ditadura do extrovertido

Pense: quando você viu em um jornal a solicitação para uma vaga de emprego, destinada às pessoas introvertidas? Quando você reconheceu e descreveu em seu currículo ser uma pessoa introvertida? Com certeza nunca.

De acordo com o senso comum, ser introvertido é algo ruim, negativo, fora da norma ou expressa um tipo de incapacidade comunicativa. Consequentemente, o padrão de comunicabilidade passa a ser o do perfil extrovertido, falante, que fala alto, que fala muito, que adora estar no meio de pessoas e de ser o centro das atenções. Nada de errado em ser uma pessoa extrovertida, apesar de constatarmos, nesse perfil, dificuldades, bloqueios e limitações que necessitam ser treinadas e desenvolvidas, mas que ficam encobertadas pelo padrão normativo da sociedade em valorizar mais os extrovertidos em detrimento dos introvertidos.

Diante dessa realidade, cabe ao perfil introvertido, aceitar a sua condição de bom ouvinte, desajeitado e sem as qualidades comunicacionais de um extrovertido modelo. E assim caminha a humanidade: cada um instalado, emocionalmente, em sua zona de conforto com os seus pensamentos limitantes, alimentando a auto sabotagem que resultará em sofrimento de várias ordens.

“Nós do Intrepeds, que trabalhamos há 30 anos com o desenvolvimento humano, não aceitamos essas condições que violam a liberdade de expressão, que abalam a autoestima das pessoas e boicotam o seu desenvolvimento pessoal, social e profissional”, afirma Sirley Maciel, especialista em oratória.  “Nós defendemos que a timidez não existe e proporcionamos, às pessoas introvertidas e extrovertidas, condições para o seu desenvolvimento integral. Para isso, desenvolvemos um método criativo, eficiente e prático, que possibilita às pessoas compreenderem suas qualidades a serem reconhecidas e reforçadas, e as dificuldades a serem superadas independentemente do seu perfil. Para nós, o poder de comunicação está dentro de cada ser humano; ele é latente e vivo; só precisamos reconhecer, desenvolver e treinar”.

Os métodos da INTREPEDS são uma síntese de esforços, estudos e técnicas advindos de várias áreas do conhecimento e da ciência, tais como educação, oratória moderna, comunicação assertiva e não violenta, psicologia, filosofia, psicodrama, neurociência, hipnose, PNL e regressão.  Resultando em um método intitulado Oratória Assertiva para Todos.  Onde em trabalhos em grupo ou em atividades individuais é possível contribuir efetivamente para a superação das limitações e dos problemas de comunicação de cada perfil.

A partir dos nossos trabalhos, o perfil introvertido reconhece suas habilidades e qualidades de bons comunicadores, tais como: paciência, calma, capacidade de planejamento e pensar antes de falar. O perfil extrovertido reconhece sua criatividade, expansividade e capacidade de improviso como recursos fundamentais para o seu desempenho. Essas diferenças saem da condição de problemas e passam a compor as bases para a construção de uma identidade, de um estilo de comunicador.

“Ninguém nasceu tímido; todos nós fomos intimidados; uns mais, outros menos.  Agora adultos e donos de nossa existência, podemos escolher: ficar como estamos ou enfrentar nossos limites e desafios. O que você escolhe? Estamos prontos para contribuir com o seu desenvolvimento. Conte conosco, você não está sozinho nessa jornada”, finaliza Sirley. 






INTREPEDS – Instituto de Treinamento, Pesquisa e Desenvolvimento do Ser
Sirley Machado Maciel - Analista comportamental, terapeuta e escritora
www.intrepeds.com
Facebook: Intrepeds.Desenvolvimento
Cel: (41) 99996-7063
sirleym.maciel@gmail.com
Facebook: Sirley Machado Maciel Intrepeds


Dicas pedagógicas para organizar a rotina de estudos em casa


Sabemos que para manter uma disciplina nos estudos e, ao mesmo, tempo, uma organização perfeita para a realização das tarefas escolares é necessário bastante foco e determinação. Em tempos de pandemia por conta do COVID-19, essas preocupações se fazem ainda mais presentes. A situação atual é nova para todos. Os estudantes são obrigados a lidar de forma eficiente com o “novo normal”, ou seja, com uma rotina de aulas online, que precisa acontecer de forma ainda mais organizada para garantir o máximo de aproveitamento mesmo com os estudos à distância. Assim, os pais acabam acompanhando as atividades dos filhos de forma mais próxima.

Segundo Paula Lima Lotto, Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, do Colégio Renovação - instituição com 35 anos de atuação do Ensino Infantil ao Médio, com unidades em São Paulo e Indaiatuba, cidade do interior do estado – durante as aulas online, vídeo-aula e lives com professores, é imprescindível que os alunos evitem distrações e busquem, acima de tudo, ter uma rotina diária bem organizada para manter os estudos e as tarefas escolares em dia. 

Sabendo que planejamento e organização são essenciais nessa nova fase de homeschooling, gostaríamos de propor para você uma pauta com foco em dicas pedagógicas de como os alunos podem se organizar na rotina de estudos em casa, especialmente durante a quarentena, mas ressaltando que orientações como estas podem – e devem - fazer parte da rotina dos alunos o ano todo.

Abaixo, seguem algumas das dicas oferecidas pela profissional.

  • Selecione um ambiente para os estudos. O ideal é que o local seja tranquilo, livre da interferência de ruídos ou barulhos e bem arejado;
  • Estabeleça um horário de estudo diário (revisão do que foi proposto em aula);
  • Se possível, escolha o mesmo horário para iniciar os estudos em todos os dias da semana. A ideia é agir como se estivesse indo para as aula presenciais, ou seja, na escola. Assim, logo o estudante se habituará à nova rotina;
  • Realize as tarefas e trabalhos continuamente, não deixando para o “dia seguinte” ou “para a véspera”;
  • Anote e tire as dúvidas da aula aprendida no mesmo momento com os Professores e lembre-se de que a dúvida de um aluno pode ser a dúvida de outro, o que gera, neste momento, troca e interação;
  • Aproveite ao máximo os vídeos disponíveis nas plataformas online. Utilize-os como material de apoio nos estudos e reveja cada um deles sempre que achar necessário;
  • Verifique as correções das atividades e procure entender por qual motivo os erros aconteceram. Ao fazer o “diagnóstico” e revisar a atividade, é possível assimilar o conteúdo mais facilmente;
  • Caso o estudante se sinta mais à vontade, vale recorrer a um colega para tirar determinadas dúvidas – a proximidade de linguagem e a amizade podem ajudar no entendimento de tópicos mais complicados; 
  • Cada estudante deve tentar descobrir qual a forma mais simples de assimilar os temas de cada disciplina. Alguns têm mais facilidade de entender apenas lendo os conceitos, outros precisam escrever a respeito, há aqueles que precisam montar mapas mentais e daí por diante.

O que não é resolvido na mente pode se refletir em doença no corpo físico



O corpo e a mente não foram feitos para carregar sentimentos ruins e, quando eles acabam acumulados, o corpo encontra formas de manifestar os problemas — dando origem às doenças, pois o que não é resolvido mentalmente pode afetar o corpo físico. Sabemos, portanto, que um dos principais motivos que podem desencadear doenças físicas é o quanto o indivíduo está vulnerável e desprotegido. O medo, tristeza, frustrações, culpa, raiva, mágoa, e sentimento de rejeição podem nos deixar mais sobrecarregados emocionalmente. 

Estudos comprovam que todas as doenças são originadas pelas emoções e sentimentos em desequilíbrio. Os sentimentos e emoções negativas podem alterar a produção de hormônios e fazer com que o cérebro produza uma série de substâncias que irão desestabilizar o funcionamento do corpo, gerando doenças físicas e psicológicas. Por isso, é comum vermos pessoas sentindo dores físicas quando estão passando por algum problema. Fato é que os problemas de saúde são manifestações do inconsciente, que está sinalizando situações mal resolvidas, emoções em deficiência ou excesso, resistência às mudanças ou padrões limitantes de comportamento.

Pare e faça uma reflexão sobre o que você está alimentando ou consumindo de emoções. Se está alimentando muitos sentimentos negativos em relação à sua vida, talvez seja a hora de fazer uma revisão antes que o corpo se manifeste por meio de doenças. A falta de consciência e de ação pode piorar ainda mais as coisas, uma vez que dar força a esses sentimentos pode fazer com que eles acabem se tornando uma constante em sua vida. A literatura da saúde mental destaca a correlação das doenças do corpo com as queixas emocionais. Os profissionais especialistas nesta área buscam perceber e trabalhar investigando a psicossomática baseadas nos sintomas físicos relatados. Listo abaixo alguns exemplos que podem demonstrar causas emocionais que sugerem uma ligação com algumas doenças: 

Amigdalite: emoções reprimidas, criatividade sufocada;

Anorexia: ódio extremo de si mesmo;

Apendicite: medo da vida, bloqueio do fluxo de coisas positivas;

Arteriosclerose: resistência em ver o bem;

Asma: sentimento contido e choro reprimido;

Bronquite: ambiente familiar “inflamado”, com muitos gritos e discussões;

Câncer: mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo;

Colesterol: medo de aceitar alegria;

Derrame: resistência, rejeição à vida;

Diabetes: tristeza profunda (vida sem doçura);

Diarreia: medo, rejeição, fuga (eliminar o que está ruim por dentro);

Dor de cabeça: autocrítica, falta de autovalorização;

Enxaqueca: medos sexuais, raiva reprimida, excesso de perfeccionismo;

Fibromas: alimentar mágoas causadas pelo parceiro;

Frigidez: medo e negação do prazer;

Gastrite: incerteza profunda e ideias mal digeridas;

Hemorroidas: medo de prazos determinados, raiva reprimida, excesso de perfeccionismo;

Hepatite: raiva, ódio e resistência às mudanças;

Insônia: medo e culpa;

Labirintite: medo de não estar no controle;

Meningite: tumulto interior e falta de apoio;

Nódulo: ressentimento, frustração, ego ferido;

Problemas de pele (acne): individualidade ameaçada, falta de aceitação de si mesmo;

Pneumonia: desespero, cansaço da vida;

Pressão alta: problema emocionalmente duradouro e não resolvido;

Prisão de ventre: problemas passados não resolvidos, medo de não ter dinheiro suficiente;

Problemas nos pulmões: medo de absorver a vida;

Quistos: alimentar mágoa, falsa evolução;

Resfriados: confusão mental, desordem, mágoas;

Reumatismo: sentir-se vítima, falta de amor e amargura;

Rinite alérgica: congestão emocional, culpa e mania de perseguição;

Problemas renais: crítica, desapontamento e fracasso;

Ronco: teimosia e apego ao passado;

Sinusite: irritação com pessoas próximas;

Problemas na tireoide: humilhação;

Úlceras: medo e crença de não ser bom o bastante;

Varizes: desencorajamento e sensação de estar sobrecarregado.

Enfim, aprender a cuidar das emoções e buscar uma vida mais saudável e com equilíbrio é, certamente, a chave para a solução de muitas doenças que são geradas pelos transtornos emocionais. Preencher os seus vazios e buscar o autoconhecimento traz a eficácia desta prevenção. Tudo está dentro de nós, só precisamos aprender a cuidar dos pensamentos que produzimos. A negatividade não pode dominar o seu ritmo de vida. Por isso, produza positividade e aprenda a compreender seu vazio, seus medos e suas faltas. Desta maneira fica mais fácil controlar os sentimentos e prevenir doenças do corpo que possuem um caráter oportunista, pois se aproveitam da vulnerabilidade emocional do indivíduo para se instalar e gerar o desconforto. Evite ser surpreendido com doenças físicas que podem debilitar ainda mais. A psicanálise já diz: Tudo o que não se resolve na mente, pode se refletir no corpo físico. E é a mais pura verdade. Devemos trabalhar nossas emoções e sentimentos, usando a nossa inteligência emocional para nos libertar do que faz adoecer.






Dra. Andréa Ladislau - . Psicanalista. * Doutora em Psicanálise * Membro da Academia Fluminense de Letras - cadeira de numero 15 de Ciências Sociais * Administradora Hospitalar e Gestão em Saúde * Pós Graduada em Psicopedagogia e Inclusão Social * Professora na Graduação em Psicanálise * Embaixadora e Diplomata In The World Academy of Human Sciences US Ambassador In Niterói * Membro do Conselho de Comissão de Ética e Acompanhamento Profissional do Instituto Miesperanza * Professora Associada no Instituto Universitário de Pesquisa em Psicanálise da Universidade Católica de Sanctae Mariae do Congo. * Professora Associada do Departamento de Psicanálise du Saint Peter and Saint Paul Lutheran Institute au Canada, situado em souhaites.

O sacrifício dos jovens



Mais de cem dias depois, a pandemia vai produzindo uma cauda longa de desarranjos que se fará sentir por muitos anos e esses efeitos vão atingir, principalmente, os mais jovens. É fato que o vírus também mata jovens mas, como sabemos, as vítimas preferenciais são os mais velhos que já carregam em si alguns arautos do mundo-além, que os médicos chamam, sem nenhum respeito aos eufemismos, de comorbidades.

Jovens são, também, a grande maioria dos médicos e enfermeiros que estão na linha de frente, os rostos marcados pelo cansaço e pelas tiras das máscaras, dobrando turno, ficando longe das famílias, expondo-se ao risco da contaminação, salvando senhores e senhoras, avôs e avós, homens e mulheres que já vão pelo terceiro cavalo, já meio mancos e com o pelo mortiço. Esses jovens são nossos heróis contemporâneos. Às vezes, vejo-os de capas voando para ir para o trabalho e lanço acenos emocionados.

Os mais novinhos, quanto a esses, o sacrifício é o do tédio, dos longos dias em casa em frente ao computador, ao celular ou à televisão, entre os jogos eletrônicos, séries em série e as aulas remotas de professores desajeitados tentando fazer cara de normalidade, quando não arriscam um discurso de otimismo mal ensaiado. Os adolescentes, então, bem na fase da explosão dos hormônios, são os mais inquietos. Deles que saem, algumas vezes, a frase escondida embaixo de sete pedras: “por que eu tenho que ficar aqui se eu não sou grupo de risco?”  E os mais velhos olham pra eles e respondem: “é por vocês - que também correm riscos - mas é principalmente pelos outros, por aqueles que não têm resistência para esse tipo de doença”.

Os dias passam, os efeitos desastrosos vão se acumulando - como as ruínas aos pés do anjo de Benjamin - e os jovens vão ficando cada vez mais cansados e irritadiços. "Agora é o vestibular que ninguém mais sabe a data ou se vai acontecer”. "A formatura que já foi paga e agora nem meu diploma posso pegar". "A minha viagem de intercâmbio, tudo pronto e só falta não me deixarem ir porque aqui tá cheio de gente doente”. "O meu emprego, já estava tudo acertado”. "O meu negócio, investi tudo o que eu tinha”… o presente, tão rico de acontecimentos, suspenso por uma doença que atinge principalmente gente que já está doente que, afinal de contas, veja só… "já eu, jovem, estou perdendo tanta coisa". Esses pensamentos terríveis vão ganhando densidade e se espalham como nuvens de gafanhotos, dos grandes centros às pequenas cidades do país.

Numa quinta feira, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, um primeiro sinal explícito de revolta. Na verdade, muitas outras já vinham se multiplicando pelas cidades, nas festas clandestinas, encontros em praças e parques, pressão pela abertura de academias, encontros dos amigos em casa - "pouca gente, só umas oito, dez pessoas, todo mundo estava se cuidando"… Mas no Leblon, aquelas imagens, o burburinho, as cantorias e quando os fiscais chegaram, os protestos ritmados do “ninguém vai embora”. Era um basta na paciência daquela gente bronzeada querendo mostrar o seu valor. Vida é pra quem pode, pareciam querer dizer. 

A pandemia continua e não dá sinais claros de arrefecimento. A cada dia, mais empregos somem, empresas somem, prazos estouram e dívidas se acumulam. Tudo isso vai se contrapondo às vidas que somem e então muitos, nem todos exatamente jovens, mas principalmente jovens -  evoé Carlas, Bias e Saras - amedrontam, com seu vigor e disposição em forçar o normal, e nós, na zona vermelha do risco, apavorados com as imagens de tubos e macas e valas, dizemos a essas pessoas, com calma e cuidado, como quem fala a um cão que mostra os dentes para nós diante do portão: “escuta, logo vai passar, nem é tão ruim assim, vocês levarão muito tempo para se tornarem velhos e verão que, apesar das rugas, nosso tempo ainda é hoje e um dia tem 24 horas para todo mundo; essa loucura democrática, essa distribuição perfeita, todos temos direito, entende? Não há hora preferencial para a vida de quem não viveu tanto e quem já viveu mais horas não ganha bônus nem desconto, não há o que negociar. É só um respiro após o outro. Acalmem-se. Leiam um bom livro ou melhor, escrevam um, contando dos dias que vocês ajudaram muitas pessoas a ficarem vivas. Um dia, na velhice de vocês, seus filhos e netos ficarão orgulhosos desse ato de gentileza e humanidade. Afinal, os empregos voltarão, as dívidas serão negociadas, os dias de tédio logo serão esquecidos nas areias quentes de uma praia em uma tarde de verão. Mas essas histórias de paciência e sacrifício, de espera e cuidado pelos outros, isso ficará para sempre”.

Somos feitos dessa carne e desses ossos de solidariedade e compaixão. Precisamos apenas nos lembrar disso. Como já disse o poeta que era um rapaz, sem dinheiro no bolso: “ amar e mudar as coisas me interessa mais”.





Daniel Medeiros - doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo.

5 questionamentos que você deve fazer antes de comprar uma roupa


A consultora de imagem Érica Cunha Alvarenga deu dicas para você fazer a escolha certa e não comprar por impulso 


Sabe aquela roupa que você comprou por impulso e nunca usou, porque acha que ela nem ficou bem em você ou você nem precisava dela? Ou ainda você achou aquelas peças maravilhosas, comprou, mas acabou se endividando porque não tinha como pagar? Pois isso poderia ser evitado. A consultora de imagem Érica Cunha Alvarenga montou 5 perguntas que você deve fazer para si antes de sair comprando. 


1- Eu preciso muito?

"Eu sei bem como uma ex-consumista que já fui que somos muito impulsivos e fechamos logo o carrinho. Vamos no shopping e compramos logo as peças. Às vezes, as roupas não nos serve, não fica nem bem em nós, mas quando vemos no Instagram, sites de Moda tudo parece maravilhoso. Só que quando chega em casa a realidade é bem outra.

De maneira alguma sou contra comprar ou querer algo, mas sou extremamente a favor de que as compras sejam sempre conscientes e falo isso porque muitas vezes com toda a correria do nosso dia a dia nossa vida está no piloto automático. E um simples apertar de botão nos faz saciar a vontade do momento e sem pensar compramos.

Se preciso muito da peça tem que ser algo que realmente não tenho em meu guarda-roupa, que irá fazer a diferença, ou algo que já não tenho mais, porque estraguei usando muito". 


2- Eu posso comprar?

"Poder comprar tem a ver se tenho condições financeiras para isso ou se vou ter que me endividar por aquelas peças. Outro aspecto também que sempre analiso é: se tiver algo que desejo mais que essa peça, mas é mais caro. Ou seja, matar meu desejo momentâneo só irá me distanciar do que quero de verdade"


3- Tem os meus estilos?

"Quanto aos meus Estilos, como consultora, e para ser congruente com o que faço, brinco que estou sempre vestida de Érica. Coloco o meus 3 estilos todos os dias (existem 7 Estilos Universais, e somos uma mistura de 2 a 3 deles), não importa onde eu vá, eles me empoderam e tem o desejo de imagem que quero passar".


4- Fica bem para o meu corpo?

"Sobre meu tipo físico: tenho 1,54m, adoro usar saltos, tem a ver com meus estilos, mas também beneficia o meu corpo também. Sei como me vestir para ficar mais alta, mais empoderada, sei ficar mais magra só com as peças certas para meu guarda-roupa, que valorizam o que tenho de melhor e escondem o que não quero mostrar"


5- Tem as minhas cores?

"Claro que estou fielmente dentro da minha cartela. Acredito e valorizo muito o meu tom de pele, a temperatura, intensidade e profundidade da minha pele. Isso me ajuda até na hora de comprar maquiagem, sei bem o batom, lápis, blush e sombra que ficam melhores para mim".

Aprenda a se conhecer antes e saia do piloto automático precisamos pensar no planeta, e o quanto nossas compras impulsivas impactam todo ecossistema.


"Dietas restritivas contribuem para o desenvolvimento de transtornos alimentares e engordam", afirma psicóloga



Opções de dietas restritivas existem aos montes e são fáceis de serem encontradas. É comum o desejo por uma redução de peso rápida e a busca por alternativas “milagrosas” para que o objetivo seja atingido.

No entanto, a psicóloga especializada em Transtorno Compulsivo Alimentar (TCA), Valeska Bassan, que também é coordenadora do AMBULIM na USP, faz um alerta. “Um dos principais fatores que contribuem para o desenvolvimento dos Transtornos Alimentares são as dietas restritivas que podem agravar o quadro de obesidade pelo chamado efeito rebote, você se torna um obcecado por comida”, explica.

As pessoas com o Transtorno não conseguem parar de comer mesmo tendo a sensação de saciedade e desconforto abdominal, e é normal queprefira comer sozinha, pois sentem vergonha da falta de controle durante os episódios de compulsão.

A especialista ressalta que o Transtorno Compulsivo Alimentar é diferente da anorexia ou bulimia nervosa. “No primeiro caso a pessoa para de comer, e no segundo a culpa pela compulsão resulta em comportamentos compensatórios, como indução dos vômitos e/ ou excesso de exercício. Todos tem tratamento”, diz.

Ela complementa que é um mito achar que a doença está limitada a pessoas obesas, podendo ocorrer em pessoas com peso normal e ressalta que existem sintomas que merecem atenção. Comer escondido, sentir-se culpado após as refeições, sensação de inadequação junto à sociedade e tentativas fracassadas de dieta são sinais que devem ser levados em conta sempre.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, aproximadamente 2,6% da população mundial sofre de Transtorno Compulsivo Alimentar (TCA). O Brasil tem uma das taxas mais altas do mundo, de 4,7%, quase o dobro da média mundial, sendo mais recorrente entre jovens de 14 a 18 anos.

Já um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra que 77% das jovens apresentam propensão a desenvolver algum tipo de distúrbio alimentar, como anorexia, bulimia e compulsão por comer. Cerca de 50% das pessoas que apresentam o transtorno são obesas, sendo que 15% são obesas mórbidas.

Levantamento feito pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) revela que pelo menos sete em cada dez brasileiros já tentaram eliminar alguns quilos sem acompanhamento, contudo 95% reconheceram que os médicos e nutricionistas são os profissionais mais confiáveis para indicar uma dieta.

Valeska afirma que a palavra da vez é equilíbrio na alimentação, além da não restrição de nenhum grupo de alimentos, especialmente os favoritos. “Se o paciente gosta de beber álcool, ele não precisa cortar totalmente o consumo, mas sim aprender a consumi-lo de forma prazerosa e consciente, o que ensinamos durante as sessões de terapia”.

De acordo com estudos feitos pela nutricionista, Sophie Deram, PhD em endocrinologia, fazer dietas de restrição alimentar não funcionam. Segundo dados científicos, 95% das pessoas que optam por esse método de emagrecimento voltam a engordar dentro de um período de 6 meses a 2 anos.


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