Pesquisar no Blog

domingo, 3 de setembro de 2017

5 exercícios físicos que melhoram a circulação sanguínea



Especialista elenca atividades que favorecem o fluxo e fortalecem os vasos sanguíneos


De acordo com o Ministério da Saúde, 35% de toda a população brasileira apresenta algum tipo de doença vascular. Os motivos são diversos como sedentarismo, tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas, hereditariedade e obesidade.

O problema costuma ser mais frequente nas mulheres, além das causas já apontadas acima. Isso se deve às alterações hormonais, o uso contínuo de anticoncepcionais, à gravidez e à utilização frequente de roupas e sapatos apertados, além de saltos muito altos.

Para o Dr. Élcio Pires Júnior, coordenador da Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro, “as atividades físicas fortalecem os músculos do coração e melhoram a capacidade de o sangue bombear o oxigênio para todo o organismo, com menor esforço”.

“Durante e após os exercícios, o sangue flui melhor e as artérias e vasos ficam mais flexíveis e saudáveis, o que previne o risco de doenças cardiovasculares como o infarto”, complementa Dr. Élcio.

De olho nesses benefícios, confira 5 exercícios físicos que melhoram a circulação e o retorno venoso elencados pelo médico:


1.       Caminhada: contribui para bombear o sangue ajudando a ativar a circulação. Os movimentos que se exercem ao caminhar são excelentes para promover o fluxo sanguíneo e fortalecer os vasos. O ideal são 20 minutos diários em ritmo médio para rápido.

2.       Alongamento: é considerado um forte aliado da ativação circulatória. Uma dica é apostar em movimentos para esticar as pernas, afinal alongar e esticar aliviam dores e cansaços.

3.       Andar de bicicleta: ativa os movimentos musculares e melhora a circulação sanguínea. Até a simulação de bicicleta, deitado no chão, produz o mesmo efeito porque o movimento favorece o retorno do sangue para o coração.

4.       Musculação: força a passagem de sangue através dos vasos por um período curto seguido de um período de relaxamento. Recomenda-se que seja realizada sempre com os pesos indicados por um educador físico e com supervisão de um especialista.

5.       Atividades aquáticas: a natação e a hidroginástica dilatam e relaxam os vasos, o que facilita a circulação sanguínea e fortalece o coração, deixando os batimentos mais estáveis.






Dr. Élcio Pires Júnior - coordenador da Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro. É membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e membro internacional da The Society of Thoracic Surgeons dos EUA. Especialização em Cirurgia Cardiovascular pela Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência de São Paulo e Pós-Graduação em Cirurgia Endovascular e Angiorradiologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.




Mito ou verdade: frio agrava dores reumáticas?



 No inverno é comum pessoas que sofrem com doenças reumáticas se queixarem do aumento de suas dores. Seria essa queixa verdadeira ou apenas reflexo de um mito? Entede-se que sim, é verdade. Contudo, não precisa ser dessa forma. Atualmente, existem diversas opções no mercado que ajudam a atenuar esse sofrimento, como Colágeno ND-2, por exemplo. Mas, vamos por partes.

Nessa época do ano, as pessoas costumam sentir os músculos mais contraídos devido ao frio, o que pode levar ao agravamento da dor causada por uma artrose ou artrite reumatoide. Para evitar que isso aconteça é importante se agasalhar bem, praticar exercícios e, se possível e necessário, fazer uso de suplementos alimentares. Isso porque, a doenças articulares podem levar à deformidade e destruição das articulações por erosões ósseas e cartilaginosas.

Atualmente, cerca de dois milhões de brasileiros sofrem com a artrite reumatoide. E, o grande problema é que, além desta não ter cura, em geral é diagnosticada tardiamente, no auge da vida produtiva, por volta dos 39 anos, causando grandes prejuízos tanto físicos quanto financeiros ao portador da doença. Se já não é fácil lidar com as dores crônicas no dia a dia, quando as temperaturas caem a situação se torna ainda mais insustentável. Por isso, o uso contínuo de suplementos alimentares pode auxiliar a ocorrência dessa situação.

O colágeno tipo II não desnaturado (Colágeno ND-2), por exemplo, é extraído da cartilagem esternal do frango e atua diretamente na manutenção da saúde das articulações, prevenindo e atenuando lesão articular, cartilaginosa e dores em doenças como osteoartrite e artrite reumatoide. Além disso, por ser a principal proteína que compõe a estrutura da cartilagem, também atua no metabolismo ósseo, tornando o osso mais rígido e promovendo reparo efetivo na cartilagem óssea.

Dessa forma, consegue-se atenuar bastante as dores comuns da estação, promovendo uma maior qualidade de vida para as pessoas que sofrem com a doença. Contudo, para uma maior efetividade no tratamento é essencial estar atento na hora de escolher seu suplemento. Isso porque é possível encontrar fórmulas não tão eficientes no mercado. O Colágeno ND-2, que além de ser mais concentrado é 48% mais barato por cada grama de produto do que a concorrência, sendo, dessa forma, uma opção terapêutica muito eficaz no controle de doenças relacionadas às articulações, com um excelente custo-benefício.

Outra vantagem do produto é sua facilidade de acesso, visto que está disponível em diversas farmácias de manipulação espalhadas pelo país. Então, se você não aguenta mais sofrer com as famosas dores de inverno, consulte seu médico e nutricionista e comece seu tratamento agora mesmo.





Daniela Müller - farmacêutica da Idealfarma, empresa pioneira na fabricação e distribuição de extratos nutracêuticos, fitoterápicos, cápsulas gelatinosas e suplementos.
www.idealfarma.com.br (11) 5592 6403












Como identificar problemas de audição e treinar as habilidades auditivas


Saiba qual a distinção entre ouvir e escutar, os fatores que influenciam nesse processo e dicas para ampliar a capacidade cerebral e alcançar uma compreensão satisfatória da fala.


É tão automático o processo de escuta que não nos damos conta de que para chegar no cérebro o som percorre um interessante caminho.

As ondas sonoras são coletadas pelo pavilhão auricular e transportadas através do canal auditivo externo até o tímpano que vibra quando tocado pelo som. Três pequenos ossos: martelo, bigorna e estribo, conhecidos como ossículos, formam uma ponte entre o tímpano e a orelha interna e vibram em resposta aos movimentos do tímpano e, assim, amplificam e encaminham o som através da janela oval, que é uma entrada para orelha interna onde fica a cóclea, que é similar a uma concha de caracol. Ela contém inúmeras membranas repletas de fluídos que começam a se mover, estimulando as pequenas células nervosas, chamadas células ciliadas que enviam impulsos elétricos através do nervo auditivo ao cérebro, aonde eles serão interpretados como som.

 “Ouvir não é a mesma coisa que escutar, quem “ouve” é o ouvido, que capta o som e, quem “escuta” é o cérebro, que interpreta o som. Toda esta engrenagem, que envolve desde o ouvido até áreas específicas do cérebro, precisa funcionar em perfeito estado para garantirmos um bom processo de interpretação da mensagem que foi dita”, explica a fonoaudióloga especialista em audiologia, Katya Freire.


Fatores de risco e diagnóstico

Se algum dos componentes dessa engrenagem forem afetados ao longo da vida a nossa capacidade de ouvir e escutar pode ficar comprometida.

Existem diversos fatores que podem causar perda auditiva como, perfuração da membrana timpânica, cerume no conduto auditivo externo,
fluído na orelha média, infecção de orelha média, em geral conhecidas como otites médias, além de exposição a níveis de pressão sonora elevados, reação a drogas, traumatismos, fatores genéticos, o desgaste natural pela idade, entre outros casos.

Segundo Katya Freire alguns sintomas são característicos e podem ajudar a identificar a perda auditiva:

- Quando alguém fala seis e a pessoa entende três.

- Dificuldade de compreender o que foi dito em situações de ruído

- Pedir com frequência para a pessoa repetir o que falou, o famoso ¨Hã?”

- Quando os outros reclamam que a pessoa está ouvindo TV ou rádio muito altos e ela acha que está normal

- Dificuldade para compreender quando a conversa tem mais de uma pessoa
Ao identificar que existe alguma perda de audição é preciso avaliar qual o motivo e em que estágio se encontra, pois nem toda perda auditiva é permanente, têm problemas de audição que são passíveis de tratamento médico ou cirúrgico.

“Na maioria dos casos de perdas auditivas sensório neurais, a tecnologia pode ajudar muito, e a adaptação de próteses auditivas são muito indicadas para amplificação da fala, tornando possível a compreensão. No entanto, somente essa amplificação não é suficiente para proporcionar uma boa compreensão da fala, principalmente em situações de ruído”, esclarece a fonoaudióloga.


Treinar para escutar melhor

Foi para ajudar na reabilitação de idosos usuários de próteses auditivas que a Dra Katya desenvolveu, durante a sua tese de doutorado na UNIFESP, em 2009, o Treinamento Auditivo Musical (TAM). Um método que consiste no treinamento das habilidades auditivas através de 8 exercícios com mais de 1300 variações que atuam em várias áreas do cérebro como auditivas, motoras e visuais, afim de aumentar a capacidade cerebral de escutar.

Além dos usuários de próteses auditivas e implantes cocleares, o TAM é indicado para pessoas que ouvem, mas não entendem, pessoas com alteração de Processamento Auditivo Central (PAC) e com dificuldade de foco e atenção, estudantes e amantes da música. Todos que tenham interesse em aprimorar o cérebro a escutar melhor, desde crianças acima dos 7 anos, adultos e idosos, com ou sem perda auditiva, podem se beneficiar do método.

Os exercícios do TAM são compostos por sons instrumentais, arranjos musicais e imagens. A utilização da música como forma eficaz de estimular as percepções de fala no cérebro é um recurso moderno e comprovado cientificamente, através da pesquisa realizada pela fonoaudióloga. “Nosso cérebro possui algumas regiões que são as mesmas tanto para identificar a fala como a música. Optar por utilizar a música nessas regiões para estimular as habilidades auditivas do cérebro, ao invés de ruídos de fundo que competem com os sons de fala, é uma maneira de tornar o treinamento uma atividade, não somente de estímulo eficaz, como também agradável”, esclarece Katya Freire. Esta evidência, concedeu a Katya um prêmio no 18º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia.

Para facilitar o acesso e utilização do TAM seu formato é online, assim, o usuário pode praticar em qualquer lugar, sozinho ou com o acompanhamento de um profissional.  

A especialista em audiologia destaca algumas habilidades auditivas que podem ser treinadas para aumentar a capacidade cerebral de escutar:

- Capacidade de conseguir ouvir no meio de um som competitivo, como por exemplo no meio de um restaurante movimentado (figura-fundo)

- Capacidade de identificar a diferença mínima entre os sons e a velocidade de processar as informações (padrões temporais)

 - Ouvir os sons que vem de um lado, e ignorar o do outro e vice-versa (escuta direcionada)

- A área do cérebro que é responsável pelo ritmo, também responde pela percepção de fala (ritmo)

- Capacidade de definir o conteúdo, com apenas a apresentação de uma parte da mensagem (fechamento auditivo)

- Memória






Katya Freire é pioneira no trabalho de preservação e conservação auditiva de músicos. Graduada em Fonoaudiologia pela PUC-Campinas com especialização em Audiologia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, fez mestrado pela PUC-SP e doutorado em Ciências pela Unifesp. Aperfeiçoamento realizado nos Estados Unidos na San Diego State University com atuação no Children’s Hospital de San Diego, na Califórnia. Autora do Treinamento Auditivo Musical e de inúmeros artigos e capítulos de livros na área de Audiologia.



Audicare






Posts mais acessados