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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

7 lições que o Futebol pode ensinar sobre finanças



Educador financeiro prova que clubes e jogadores de futebol são ótimos exemplos de como lidar com o dinheiro


Se livrar das dívidas, economizar, aprender a investir e conquistar a independência financeira são sonhos que praticamente todas as pessoas gostariam de realizar. O educador financeiro Robinson Trovó, fundador da Trovó Academy, já ensinou mais de 2500 pessoas a saírem da posição de devedor para a posição de investidor e reforça que não é preciso gostar de matemática, para aplicar o dinheiro. Para ensinar de maneira prática como as pessoas podem gerir melhor seus ganhos, o especialista traz exemplos do principal esporte do país, pois de acordo com ele de futebol todo brasileiro entende. “Dizem que a seleção brasileira tem 200 milhões de técnicos, então vale a pena explicar um pouco do assunto baseado no futebol”, destaca. Assim, o investidor listou as 7 principais lições da modalidade para cuidar das finanças. “Quem sabe um dia o Brasil não chega a ter 200 milhões de investidores?”.

1-As dívidas frequentemente geram maus resultados
Quem acompanha o futebol sabe que, em geral, os clubes endividados constantemente desenvolvem enormes problemas que refletem no desempenho dentro de campo: os jogadores sem ou com salários atrasados ficam desmotivados e, depois de algum tempo, acabam indo para outros times. O educador lembra que o mesmo acontece na vida pessoal de quem precisa pagar dívidas. “Quanto mais você está endividado, pior fica a sua qualidade de vida, pois você passa a ter que pagar as parcelas, fica estagnado financeiramente, e ainda permite que a preocupação atrapalhe a sua rotina”, explica Trovó.

2-A vitória é construída jogo a jogo
Dificilmente um time ganha um campeonato no último jogo: é preciso fazer uma boa campanha, vencendo jogo após jogo e galgando os degraus do campeonato aos poucos. O mesmo acontece para quitar uma dívida ou criar reservas para investir. “Muitas pessoas ficam esperando ganhar na loteria, ter um aumento de salário ou acontecer algum milagre que coloque muito dinheiro no bolso, quando na verdade a independência financeira vem somente com economia todo mês”, explica Trovó, que diz que é necessário economizar pelo menos 10% do salário. “Depois de quitar as dívidas, esta quantia passa a ser necessária para investir”, destaca.

3-É preciso de disciplina a longo prazo
Se a vitória de um campeonato é construída a cada jogo, as grandes conquistas no futebol são resultado de muito planejamento. Para que isso aconteça na vida pessoal, Trovó destaca que a disciplina é parte fundamental. “Muitas pessoas deixam de economizar quando quitam a dívida, mas na verdade é aí que o dinheiro guardado mensalmente vai ter potencial de levá-las para a riqueza”, destaca. O educador financeiro usa como exemplo a seleção da Alemanha, que conquistou a Copa do Mundo de 2014 após anos de investimento e dedicação. “Não precisa pesquisar muito para saber que a Alemanha não se tornou uma grande potência do futebol de um dia para o outro”, reforça. “A valorização de cada jovem atleta é o equivalente à valorização de cada centavo guardado”.

4-O conhecimento comanda a prática
Futebol não se joga apenas com os pés, mas também com a cabeça. Assim como o bom jogador sabe olhar para a partida com uma visão mais ampla e tática, o investidor também deve estudar muito antes de colocar seu dinheiro. “No meu primeiro investimento, perdi quase todo o valor da venda do meu carro, e isso aconteceu porque eu não tinha estudado da forma correta”, relata. Trovó alerta que os estudos não devem ser apenas de números e cálculos gigantescos. “Eu não sou um gênio dos números, e acredito que o mais importante é entender o comportamento humano que existe no mercado financeiro”, explica. Desta forma, a conclusão é que tanto o bom jogador quanto o bom investidor devem entender de pessoas.

5-Saber reclamar gera resultados
Seja quando o bandeirinha marca um impedimento errado, seja quando o adversário marca uma falta, o jogador não hesita em protestar. No futebol, injustiças ou erros não passam despercebidos, e isso deveria ocorrer o tempo todo. “Se você está sendo cobrado injustamente pela empresa de telefonia, se a sua conta de água aumentou de repente, ou se um investimento não está rendendo o que esperava, questione sempre”, aconselha. Segundo Trovó, muitas pessoas perdem dinheiro porque acreditam que valores pequenos não vão fazer diferença. “Cada real pago injustamente pode fazer a diferença”.

6-Paciência é a chave
Assim como no futebol, onde uma equipe menor é capaz de ganhar mesmo diante de um adversário mais forte, o mundo das finanças exige calma e organização. “Quem se desespera para quitar a dívida de uma vez ou ter grandes retornos nos investimentos não vai conquistar o sucesso financeiro”, destaca. O ideal é escolher o melhor investimento e ter paciência.

7-Diversificar táticas
No esporte, a diversificação de táticas é necessária para reduzir os riscos. Os técnicos precisam se preocupar em fazer times adaptáveis a diferentes cenários, caso algum jogador tenha uma contusão ou outro problema. Trovó também lembra que não adianta nada um time investir em um único jogador caro, mas ter outros atletas sem a mesma qualidade. “Quando você se torna um investidor, precisa entender a necessidade de variar as opções de aplicação”, destaca.

6 modalidades olímpicas que o profissional precisa dominar para conseguir uma recolocação




Ser rápido e resistente como Usain Bolt, flexível como Arthur Zanetti e ter sabedoria para velejar em “ventos” desfavoráveis como Robert Scheidt são habilidade que todos os profissionais que buscam uma recolocação profissional devem ter conhecimento.  

A Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, listou seis habilidades de atletas que participarão dos Jogos Olímpicos Rio 2016 possuem e que podem ajudar os executivos em busca de oportunidade de trabalho.

“Os atletas terão de mostrar alto desempenho para ganhar medalhas e marcar seus nomes na história das Olímpiadas. No ambiente corporativo não é diferente. Os profissionais precisam mostrar que têm ‘algo a mais’ para conseguir uma oportunidade”, avalia Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.     

Confira as seis modalidades abaixo:

1 - Atletismo
  

O mercado de trabalho não está fácil e, diante disso, o profissional que busca um emprego precisa ser rápido e resistente como o astro Usain Bolt para enfrentar provas de tiro curto. “Enfrentar os percalços do caminho e ter intensidade para encarar e solucionar as adversidades podem ser a chave do sucesso para quem busca uma recolocação”, ensina Haag.       

2 - Ginástica

A palavra que define bem os atletas da ginástica olímpica, como Arthur Zanetti, é a flexibilidade, pois a perfeição dos movimentos vai indicar os medalhistas. “Flexibilidade no mercado de trabalho também é um fator valorizado pelas empresas. Os profissionais que aceitam funções e desafios que vão além de suas áreas de formação podem se dar bem”, conta o executivo.    

3 - Tiro ao alvo

Um erro comum das pessoas que buscam uma vaga é se candidatar em qualquer oportunidade. Faça como o Marcus Vinicius D’Almeida (campeão mundial Juvenil em 2015), destaque brasileiro da modalidade de tiro ao alvo. “Tenha um objetivo (alvo), mire e seja preciso em suas ações. O profissional deve se inscrever em processos que estejam alinhados ao seu perfil profissional. Isso pode fazer a diferença a seu favor”, sugere o recrutador.    

4 - Vela
O vento é sempre um alinhado dos atletas dessa modalidade, como o supercampeão Robert Scheidt. Por isso, o profissional precisa se preparar e investir em qualificação como em cursos de curta duração, pós-graduação e segundo idioma. “Quando os ventos do mercado de trabalho melhorarem, eles podem conseguir o impulso necessário para o tão desejado emprego”, diz.        
5 – Boxe
A disciplina, o treino forte e a persistência sempre foram aliados dos boxeadores. No mercado de trabalho também não é diferente. Resiliência é uma competência extremamente valorizada no mercado, ainda mais, em tempos de recessão econômica. “O profissional precisa apreender com os erros para conseguir nocautear os adversários e vencer a luta pelo emprego”, mostra Haag.   
6 - Levantamento de peso
O levantamento de peso é um esporte que requer muita força e dedicação, requisitos que fazem de Fernando Reis o

Nódulos na Tireoide: Vivemos uma epidemia



  Cerca de 50% das mulheres acima dos 50 anos são diagnosticadas com o problema. Punção e cirurgia são algumas das opções de investigação e tratamento


Cerca de 50% das mulheres acima dos 50 anos, quando avaliadas por ultrassom, são diagnosticadas com nódulos na tireoide. Porém, em aproximadamente 90% dos casos os nódulos são benignos.

Segundo o cirurgião de cabeça e pescoço do Centro de Nódulos de Tireoide do Hospital Samaritano, Dr. Antonio A. T. Bertelli, “quanto mais avançada for a medicina, mais nódulos conseguiremos diagnosticar”. Hoje em dia, o câncer de tireoide já se encontra entre as dez neoplasias malignas mais frequentes em mulheres brasileiras, e o especialista completa: “A incidência do câncer de tireoide tem progredido em parte devido ao aumento no diagnóstico. Hoje em dia fazemos mais exames cada vez mais precisos e detectamos nódulos cada vez menores. Mas é preciso saber o que fazer com eles, apenas uma minoria precisa de cirurgia”.

Assim, o especialista destaca que o nódulo de tireoide não é uma doença que requer cirurgia sempre e não necessariamente está relacionado ao câncer.

Com o aumento da idade, a frequência de nódulos tireoideanos entre as mulheres continua a crescer, até que em centenárias, a presença de nódulos na tireoide ao exame de ultrassom é regra, e não exceção. A maioria das mulheres não sabe que o nódulo está lá porque muitas não tiveram o hábito de fazer exames de rotina durante grande parte das suas vidas.

Como diagnosticar?

Quando o nódulo tem até três centímetros, costuma ser assintomático (sem dor, desconforto, mudanças físicas visíveis ou qualquer outro sintoma). A melhor forma de avaliar a glândula tireoide em relação à presença de nódulos é através da ultrassonografia, um exame simples e rápido.
Como este exame tem sido realizado cada vez mais na rotina da mulher adulta, muitas vezes solicitado pelo ginecologista entre os exames anuais, têm-se descoberto tumores cada vez menores, que podem ser tratados precocemente.

Outro exame utilizado na investigação de alguns nódulos tireoideanos, além da ultrassonografia, é a punção aspirativa por agulha fina (PAAF), indicado para diferenciar o nódulo benigno do maligno. Porém o exame possui limitações e pode levar a cirurgias desnecessárias em caso de dúvida no diagnóstico. Não há necessidade de realizar este procedimento em todos os casos, apenas quando indicado pelo especialista.

A punção tenta identificar o tipo de nódulo através das células que são extraídas pela aspiração, mas é diferente de uma biópsia. Nódulos pequenos, dependendo da sua localização na glândula, podem ser muito difíceis de ser puncionados. Para indicar corretamente a PAAF, o médico especialista utiliza vários critérios que vão desde fatores de risco que podem estar presentes no passado do paciente, passando por familiares que eventualmente tiveram câncer de tireoide, até características clínicas na palpação e ultrassonográficas de cada nódulo em questão.

O tumor maligno mais comum da tireoide é o carcinoma papilífero, e este, quando diagnosticado precocemente, apresenta excelentes taxas de cura.

No primeiro Centro de Nódulos de Tireoide do país, o Hospital Samaritano de São Paulo conta com atendimento especializado – endocrinologistas e cirurgiões de cabeça e pescoço especialistas em Tireoidologia para atendimento simultâneo, além de toda infraestrutura necessária para exames laboratoriais, de imagem e tratamento multidisciplinar, em mesmo local. O serviço oferece ainda reuniões multidisciplinares com a participação de oncologistas, médico nucleares e todos os especialistas necessários para que o melhor resultado para o paciente seja alcançado.

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