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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Como lidar com o estresse no trabalho


O ambiente corporativo exige muito de nós, não é mesmo? São prazos apertados, alta competitividade, fazer mais com menos, metas agressivas, novas tecnologias para aprender, conviver com pessoas diferentes e isso tudo sob inúmeras formas de pressão. UFA!

Quem sofre de estresse no trabalho, além de ser afetado drasticamente em seu rendimento, tem sua saúde e qualidade de vida amplamente prejudicada.

E como o trabalho é essencial à nós seres humanos, que além de necessitarmos ser úteis, produzir e superar limites, temos no trabalho a nossa moeda de troca para a obtenção de recursos, a alternativa é lidar com isso:
A Coach e consultora de treinamento e desenvolvimento comportamental Solange Santos, da algumas dicas de como controlar o estresse no trabalho.


• Organização de tarefas: Tenha claramente o que deve ser executado e a noção exata do prazo. Trace estratégias e se nunca o prazo é suficiente, ou você aceita prazos inviáveis ou há problemas com a execução. Entenda isso!

• Estabeleça prioridades: O começa pára, começa pára, come a eficiência, tira o foco e aumenta o tempo de finalização.

• Seja consciente do seu limite: Não adianta aceitar o que não é possivel fazer. Mostre de forma positiva que os resultados serão melhores com a condução mais acertada de prazos, volumes e ações.

• Evite distrações: Foco é algo simples de fazer que parece a coisa mais complexa do mundo. Defina o que vai fazer, por quanto tempo fazer, do que vai precisar e faça até concluir o que combinou consigo mesmo.

• Ensine a empresa a respeitar você: É uma troca, e você pode estabelecer seus limites. Um e-mail final de semana, uma ligação por situação específica tarde da noite, um dia ou outro levar uma tarefa para casa, ok, mas não deixe exceção virar regra.

• Tenha tempo para você: Trabalhe no período de trabalho e nos dias de folga, finais de semana, tenha tempo de qualidade com os que ama, pratique atividades que lhe dê prazer.
Mais sobre Solange Santos:





Solange Santos (Consultora de treinamento e desenvolvimento comportamental) - Estudiosa do comportamento humano, se especializou em métodos de pensamento produtivo e nas buscas de técnicas e ferramentas de comunicação e aprendizado do adulto desenvolvendo uma metodologia andragógica própria para esse público o ECO – Estrutura do conhecimento. Graduada e Marketing, Pós graduada em Administração e Marketing, e Gestão de Pessoas. Se especializou em Markekting e Talentos Humanos pela University Central Florida, em Gestão de processos e comunicação empresarial. É Máster Practioner em Programação Neurolinguística e Personal e Profissional Coach.


Resiliência emocional: como ela afeta seu sucesso no trabalho?


A inteligência emocional é provavelmente a competência mais importante para o crescimento profissional. Apesar do conhecimento técnico ser indispensável para exercer qualquer função, a capacidade de gerenciar emoções está ganhando maior importância a cada dia dentro do mundo corporativo. Ter essa notável habilidade confere ao profissional maior competência para lidar com as adversidades, gerenciar pessoas e entregar resultados sob pressão - demanda cada vez mais recorrentes dentro das empresas.

A resiliência emocional nada mais é do que saber reconhecer os sentimentos e dar espaço para que esses se manifestem de maneira equilibrada. Inteligência emocional é manter-se íntegro mesmo quando tudo desaba à sua volta. É controlar a euforia, excitação e alegria diante de uma vitória e também dar vazão à tristeza, à raiva e ao medo de maneira moderada e prudente.

Nós desaprendermos a experimentar os sentimentos ruins. Nossa cultura nos cobra sucesso e felicidade de maneira deturpada, como se o estado de alegria deve-se ser permanente. Logo na infância recebemos um manual de comportamento, outro de sucesso e também um manual de felicidade. Tudo o que desviar dessa conduta, deve ser repreendido. E, claro, se você seguir as regras e não for feliz, é porque deve estar fazendo alguma coisa errada.

Infelizmente, ou felizmente, a vida é feita também de dessabores. Frustrações, fracassos e decisões erradas fazem parte da jornada e, nesse sentido, aprender a ressignificar o que não deu certo é tão importante quanto aprender a saborear e comemorar as vitórias.

O primeiro passo para identificar seu nível de resiliência emocional é tomar contato com suas emoções, reaprender a sentir. Pode parecer um absurdo o que eu estou falando, mas a maioria das pessoas está completamente desconectada de seus sentimentos. A única forma de ter controle e resiliência emocional é conhecer de perto o que você tem dentro de si.

Eu costumo chamar essa imersão de “método eu sou”. Por meio de perguntas poderosas, a pessoa repassa os momentos mais importantes de sua vida para descobrir e dar um significado à cada fase pela qual passou. Fazendo essa viagem pela sua história, é possível reconhecer qual é o seu modelo de sucesso pessoal, ressignificar os paradigmas e acontecimentos “negativos’ para, a partir daí, apoderar-se novamente de suas escolhas e dar um novo sentido à sua própria vida.

À medida que o profissional consegue se reconectar com seus sentimentos é muito mais fácil identificar o ponto de equilíbrio de cada emoção e se permitir experimentar todas elas. Quando se retoma o controle dos seus sentimentos, é possível estar mais preparado para lidar com as adversidades do mundo corporativo e da vida pessoal como um todo.

Fortalecer a resiliência emocional é um processo que exige coragem para olhar para dentro e, mais do que isso, exige que o profissional esteja disposto a se reconectar com que é de fato. O importante é entender que resiliência emocional é estar em paz com a pessoa que você é, se aceitar plenamente.

 Assim, fica muito mais fácil tornar-se um profissional e uma pessoa de sucesso. 







Lucas Fonseca - palestrante motivacional formado em administração de empresas com especialização em coaching. Fundador do Instituto Lucas Fonseca o palestrante criou a metodologia MAP - Mindset de Alta Permormance.

Conheça 10 sinais de pessoas com Inteligência Emocional desenvolvida


A forma como mantemos o controle emocional e gerenciamos as emoções (nossas e das pessoas que nos cercam) é o cerne da Inteligência Emocional (IE). A habilidade para lidar com os sentimentos faz com quem a pessoa possa ter um bom relacionamento com sua família, amigos, colegas, subordinados e superiores. A Febracis, a maior instituição de coaching das Américas, aponta 10 características de pessoas com alta IE. Confira:

1- Você é um bom líder

Todos os líderes, independente do seu modo de liderar, possuem uma característica em comum: Inteligência Emocional. Ter controle emocional é essencial para os bons líderes, que devem saber lidar com situações delicadas, dar feedbacks construtivos, ser produtivos, trabalhar bem sob pressão e ter foco em resultados.

2- Você conhece suas fraquezas e forças

Ter autoconsciência, por meio do autoconhecimento, é fundamental para se desenvolver profissionalmente e para saber conduzir com equilíbrio a vida pessoal. Ser honesto consigo mesmo sobre quem você é permite que você se autodesenvolva em busca da melhoria constante.
Assim, uma pessoa com controle emocional sabe identificar suas fraquezas e forças e tem capacidade de analisar criticamente esse quadro, agindo de forma a explorar da melhor forma cada aspecto da sua personalidade.

3- Quando você está chateado, sabe exatamente o porquê disso

É muito comum vermos pessoas tristes e, ao perguntá-las o que está acontecendo, elas dizerem que nem mesmo sabem o porquê de estarem assim. Isso significa falta de autoconhecimento e de capacidade de análise, que, ao fim, mostra que a pessoa não desenvolveu sua IE.
Portanto, se você sabe exatamente o que lhe deixa chateado ou triste (e consegue identificar a raiz desse problema), isso mostra que você tem controle emocional.

4- Você se dá bem com a maioria das pessoas

Se você tem facilidade em manter relacionamentos interpessoais e se dá bem com quase todo mundo, isso é sinal de equilíbrio. Quando o indivíduo está bem em seu interior, as pessoas ao seu redor aproximam-se com mais facilidade, sem que sejam gerados atritos e desconfianças.

5- Você se importa muito em ser uma pessoa boa e moral

Um aspecto muito essencial da IE é o desenvolvimento de uma identidade moral. A identidade moral relaciona-se com a imagem que desejamos construir de que somos pessoas éticas e que se preocupam com os demais.
Assim, se você ajuda as pessoas ao seu redor, doa seu tempo ou bens para pessoas necessitadas, é ético no seu trabalho e relações e pratica aquilo que discursa, você provavelmente tem a IE desenvolvida.

6- Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas

Você percebe quando seu colega de trabalho chega na empresa e se mostra chateado com algo? Você consegue identificar quando a sua esposa está revoltada com alguma situação? Percebe quando seu filho está tentando esconder algo de você?
Ser capaz de identificar como as outras pessoas estão se sentindo faz parte dos atributos daqueles indivíduos com uma boa inteligência emocional.

7- Você supera muito bem os obstáculos

Se você é capaz de se erguer facilmente frente aos problemas e erros cometidos, isso diz muito sobre o seu controle emocional. Indivíduos que lidam bem com os obstáculos que encontram diariamente sabem que há algo que todos devemos fazer o tempo todo: seguir em frente.
Uma pessoa resistente não fica presa às emoções e situações negativas, pois sabem equilibrá-las com outros sentimentos positivos. Ou seja, esse indivíduo costuma dizer "estou triste que isso aconteceu", "mas sou muito grato por conta desses outros fatores".

8- Você confia no seu instinto

Você se sente confiante em seguir sua intuição? Ou faz justamente o contrário do que o instinto indica? Se você tem a capacidade de confiar em si mesmo e nas suas emoções, não há qualquer motivo para não escutar a sua voz interior que lhe diz qual é o melhor caminho a seguir.

9- Você sabe se automotivar

Desde pequeno você sempre foi ambicioso e trabalhador, correndo atrás dos seus sonhos e objetivos, mesmo sem ser recompensado por isso? Se você consegue focar sua atenção e energia nos seus objetivos de forma constante e motivada, sem que precise de alguém lhe dando forças para isso o tempo todo, você é uma pessoa com muito controle emocional.

10- Você sabe dizer não

A autorregulação é um dos componentes da IE. A autorregulação é a capacidade da pessoa em se disciplinar e evitar hábitos ruins, sabendo tolerar o estresse e controlar seus impulsos. Além disso, o indivíduo com esse controle emocional sabe dizer não para manter seu foco e suas prioridades.
Mas, afinal, como desenvolver a Inteligência Emocional?
Desenvolver a IE para ter mais controle emocional é possível e indicado tanto para quem já tem certo domínio deste tipo de inteligência quanto para quem ainda está descobrindo como desenvolvê-la. Uma das maneiras é considerar um processo de coaching, como o Método CIS. Considerado o maior curso de Inteligência Emocional das Américas, o próximo treinamento do CIS será realizado em São Paulo (SP), entre 4 e 6 de maio no São Paulo Expo, e deve receber cerca de 4 mil pessoas.
O objetivo é desenvolver os participantes para aprofundarem em temas como controle das emoções, mudança de crenças e IE, com o propósito de quebrar as barreiras que nos afastam dos objetivos que desejamos alcançar.





Paulo Vieira é Master Coach - escritor e conferencista, criador do Método CIS e do Coaching Integral Sistêmico. Conta com mais de 10.800 horas em sessões individuais de coaching, já realizou consultoria para cerca de 500 empresas ao longo de seus 20 anos de carreira nesse segmento.Paulo Vieira tem vasta formação acadêmica, sendo PhD e Mestre em Business Administration pela Florida Christian University (FCU). Pós-graduado em Gestão de Pessoas, também possui MBA Internacional em Marketing (Portugal) e graduação em Business Administration (FCU). O Master Coach tem sete livros publicados: Eu, líder eficaz (2003), O poder verdadeiro (2006), Autorresponsabilidade (2010), O Poder da Ação (2015) e Fator de Enriquecimento (2016), Poder e Alta Performance (2017) e Foco na Prática (2017). Sua obra mais conhecida é O Poder da Ação, que já vendeu mais de 300 mil cópias e permanece há mais de dois ano entre os livros mais vendidos nos principais rankings do país, como o da Revista Veja e os jornais Folha de São Paulo e Valor Econômico

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