Do visto à mala, especialista em
imigração comenta como tornar a transição mais leve
Mudar de país é um mix de sonho, frio na barriga e uma lista de
tarefas que parece não ter fim. Mas, com um pouco de planejamento, essa
transição pode ser muito mais suave — e até divertida.
Pensando nisso, Fábio Pereira, CEO da Cidadania
e Visto - assessoria especializada em cidadania
portuguesa e vistos - compartilha 4 dicas para facilitar o processo. Confira:
Organizando os documentos
A etapa burocrática, envolvendo vistos, certificações e traduções
juramentadas, pode ser complicada mas é a base de uma mudança internacional
bem-sucedida. “Recomendo iniciar o processo com antecedência, sem deixar para
correr atrás do visto com a passagem já comprada. Uma boa ideia é manter um
arquivo digital organizado com todos os documentos essenciais – desde o
passaporte até os registros de vacinação de animais de estimação. Evitar a
corrida contra o tempo é a chave para minimizar imprevistos”, sugere.
Entrando no mindset
A preparação emocional também é tão importante quanto a
burocrática. Buscar se familiarizar com o destino ainda no Brasil – seja
seguindo influenciadores locais, utilizando aplicativos de conversação com
nativos ou consumindo música e filmes produzidos no país – pode reduzir o
impacto do choque cultural. Para o especialista, “pesquisas prévias sobre custo
de vida, transporte público e dinâmicas sociais exercem um papel significativo
na construção de expectativas realistas, facilitando a adaptação, promovendo
maior familiaridade e conforto emocional”.
Arrumando a mala
Na hora de decidir o que levar, a regra é priorizar a praticidade.
Itens volumosos, roupas de outra estação e eletrodomésticos não precisam ser
levados, uma vez que geralmente podem ser adquiridos no destino. Uma mudança
internacional é uma oportunidade de simplificar as posses materiais, por isso,
o espaço na mala deve ser reservado para itens realmente insubstituíveis e
documentos importantes.
Se adaptando ao local
Os primeiros meses no novo país demandam paciência e
autocompaixão. “É natural estranhar alguns hábitos, dinâmicas sociais ou passar
dificuldades com a língua local. Mas tente viver o período sem se cobrar tanto.
Aceite convites, faça diferentes cursos, explore a cidade sem roteiro. Aos
poucos, o desconhecido vira rotina, o sotaque fica mais fácil de entender e a
sensação de pertencimento cresce”, finaliza.
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