Os
danos causados pela exposição exagerada ao sol estão além de queimaduras e acne
solar e podem surgir depois de algum tempo. Pensando nisso, Helioderm convidou
a dermatologista Vanessa Perusso para explicar como a pele vai se modificando e
os sinais que podem ser indícios de alerta.
Cuidar bem da pele traz muitos benefícios a saúde e é algo que todos deveriam fazer. De acordo com um dos últimos levantamento realizado pelo Instituto de Cosmetologia da Unicamp, 71% da população brasileira não utiliza protetor solar diariamente. Um dado alarmante e que pode causar sérios problemas em um futuro, nem tão longe assim. É o que mostra outra pesquisa, desta vez do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que revela que para cada ano de 2023 a 2025, estima-se um aumento de 220.490 mil novos casos de câncer de pele não melanoma; as mulheres são mais afetadas, totalizando 118.570 casos.
Segundo
a dermatologista Vanessa Perruso, parceira da Helioderm Dermocosméticos,
a ausência do hábito de usar protetor solar diariamente está associada a
diversos fatores, como a falta de conhecimento dos consumidores sobre produtos
multifuncionais que trazem praticidade a rotina, tornando a aplicação mais
rápida e fácil. Além disso, os efeitos nocivos da exposição solar
frequentemente demoram a se manifestar, o que faz com que muitos não percebam a
necessidade de cuidados imediatos.
Para
aqueles que ainda não estão convencidos da importância do protetor solar
diariamente, Vanessa, em colaboração com Helioderm, destaca os
principais problemas que a exposição solar sem proteção pode causar e alerta
sobre os sinais que a pele costuma apresentar.
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QUEIMADURAS
A profissional ainda alerta que, queimaduras solares podem acelerar o envelhecimento da pele e são uma das principais causas do desenvolvimento do câncer de pele. “Inclusive queimaduras que acontecem na infância e adolescência podem manifestar doenças na vida adulta”, ressalta.
É importante lembrar que,
mesmo que não haja queimadura evidente, a exposição solar sem proteção pode
causar danos celulares. “Aquela queimadura mais clara, que não chega a arder,
também causa danos em nossa pele, como o envelhecimento da derme”, explica.
Vanessa chama atenção para a proteção em dias nublados. “Não se engane com dias
em que o sol não aparece. Cerca de 80% dos raios UV podem penetrar entre as
nuvens”.
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ACNE SOLAR
Para quem já possui pele acneica e oleosa, a exposição ao sol pode piorar a condição. Mas as espinhas também podem aparecer mesmo em pessoas que não costumam sofrer com essas questões. “Muito comum na área do rosto, pescoço, tórax e costas, a acne solar aparece por conta da mistura da oleosidade aumentada da pele e a exposição em excesso aos raios de sol”, explica Vanessa.
De
acordo com a profissional, a acne pode aparecer poucos dias após a exposição da
pele ao sol e a maneira mais eficaz de evitá-la é usando o protetor solar.
“Quem possui pele oleosa tem a falsa impressão que o protetor solar vai
deixá-la com aspecto ainda mais brilhante. Mas não utilizá-lo, pode piorar a
condição, “Uma dica é sempre optar por produtos que são ‘oil free’, ou
seja, não possuem uma base oleosa e deixam a pele com um toque mais seco”.
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MANCHAS
Uma manchinha apareceu no rosto? Ela é amarronzada, cinzenta ou está meio esbranquiçada? É pequena ou está em todo o rosto? Elas podem ser resultadas dos anos de exposição solar e podem se manifestar por meio de diferentes doenças, como o melasma, sardas e manchas senis. “Os raios estimulam a produção de melanina e, por isso, surgem essas marcas, principalmente no rosto.”, diz Vanessa.
A parceira da Helioderm conta que o melasma pode ser desencadeado por motivos hormonais, como gravidez e o uso de anticoncepcional, mas que podem ser agravadas com a exposição solar. “Se você já tem uma pré-disposição para o melasma, o sol pode acelerar ou piorar a condição. Por isso, o uso do protetor solar, diariamente, é essencial”.
Outro
tipo de mancha que pode se intensificar com o excesso de sol são as sardas.
Causadas pelo excesso de melanina natural, principalmente em pessoas com pele
clara e cabelos loiros e ruivos, podem se intensificarem em épocas do ano com
mais calor. Já as manchas senis tendem aparecer em peles maduras, a partir dos
50 anos de idade, devido a exposição solar sem proteção ao longo da vida.
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ENVELHECIMENTO DA PELE
Que a pele vai envelhecer, é fato! Mas os raios UVA podem intensificar um desgaste prematuro da derme. “Ao não usarmos o protetor solar corretamente, rugas, linhas finas e até mesmo a perda de elasticidade são notáveis muito mais cedo”, comenta a dermatologista.
De acordo com a profissional, a exposição direta ao sol aumenta a produção de radicais livres e danifica as fibras de colágeno e elastina da pele, o que causa o chamado envelhecimento precoce. “Uma pessoa de 40 anos que tomou sol a vida inteira sem proteção, pode ter uma pele de uma pessoa de 10 a 20 anos mais velha”, relata. “O protetor solar, aliado com produtos de skincare, são ideias para manter a pele com uma aparência saudável por muitos anos”, indica Vanessa.
“Quer
um exemplo prático? Basta olhar para pessoas que priorizam a proteção solar
facial e esquecem do pescoço. Enquanto o rosto se mantém mais firme, a pele
abaixo do queixo até o peito tende a ficar com mais rugas e mais fina”,
exemplifica.
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CÂNCER DE PELE
Dentre todos os problemas que a exposição solar pode causar, o câncer de pele é o mais perigoso. E os números em relação a doença chamam a atenção. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), em 2030, haverá 27 milhões de novos casos de câncer de pele no mundo, 17 milhões de mortes pela doença e 75 milhões de pessoas vivendo com o câncer. Só no Brasil, ele acumula 33% dos diagnósticos, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. Pintas que mudam de cor, forma ou tamanho, feriadas que não cicatrizam ou manchas que coçam, descamam ou sangram são sinais de alerta.
“Diferente da queimadura, o câncer de pele não vai aparecer horas depois da exposição solar. Ele surge porque os raios UV podem causar mutações no DNA das células devido à alta exposição, porém pode demorar anos para isso acontecer”, relata Vanessa. “Uma criança, por exemplo, se expõe ao sol três vezes mais que um adulto em um único ano. E essa exposição excessiva durante os primeiros 10 a 20 anos de vida aumenta demais o risco de câncer de pele ao chegar na fase adulta”, informa.
A
profissional confirma que a única medida para evitar a doença, quando
desencadeada devido a exposição ao sol, é o uso contínuo do protetor solar.
“Precisamos conscientizar a população, que não é perca de tempo passar o
protetor. E que ele não tirará a chance de bronzear o corpo. Existem produtos
no mercado, inclusive, que ajudam a intensificar o bronzeado de uma forma
segura e saudável, sem deixar a proteção de lado”, enfatiza.
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PELE SAUDÁVEL E PROTEGIDA
"Enfatizada
a necessidade do uso diário do protetor solar, o próximo passo é escolher um
produto adequado e incluí-lo na rotina.
Atualmente,
o mercado de dermocosméticos busca sempre oferecer opções de alta qualidade que
proporcionem proteção combinada com ativos hidratantes e em diversos formatos,
desde as soluções em loção, como as versões aerossóis para quem tem preferência
pela praticidade.
Helioderm
https://helioderm.com.br/

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