Realizar
procedimentos capilares com profissionais de confiança é essencial para
proteger os cabelos dos danos causados por chapinhas, babyliss e outros métodos
de modelagem
A modelagem com calor é amplamente utilizada tanto
em salões quanto em rotinas domésticas. O apelo estético de fios lisos ou ondulados
com acabamento polido leva ao uso frequente de chapinhas, secadores e babyliss.
No entanto, o que poucos consumidores consideram é que o calor mal aplicado
interfere diretamente na estrutura capilar, afetando a cutícula e o córtex dos
fios.
“O aquecimento sem controle técnico reduz a
resistência da fibra, promove desidratação e facilita a formação de pontas
duplas e frizz”, explica Marina Groke, especialista em beleza da Escova
Express, rede de escovarias. De acordo com a profissional, procedimentos térmicos
exigem avaliação criteriosa e produtos adequados antes, durante e após a
aplicação. Essas etapas são essenciais para que o cabelo mantenha sua
integridade mesmo com o uso contínuo dessas ferramentas.
“É fundamental entender o tipo de cabelo e a real
necessidade do calor no procedimento. Sem essa avaliação prévia, o risco de
danificar o fio aumenta consideravelmente”, completa.
A seguir, confira indicações da especialista para
garantir segurança durante o processo, evitando danos a longo prazo nos fios.
Avaliação da estrutura capilar
antes do procedimento
O diagnóstico capilar deve anteceder qualquer aplicação
de calor. Esse processo envolve a análise visual e tátil dos fios, levando em
conta fatores como elasticidade, porosidade, nível de oleosidade do couro
cabeludo e presença de químicas anteriores.
A partir dessas informações, o profissional define
a estratégia de tratamento: produtos termoativos, reconstrução proteica e
temperatura ideal são escolhidos com base nas necessidades individuais de cada
cliente. Ignorar essa etapa compromete a durabilidade do resultado e eleva o
risco de danos estruturais.
Uso técnico dos equipamentos
de calor
Manusear ferramentas térmicas exige domínio
técnico. O controle da temperatura deve ser compatível com a espessura e a
resistência do fio — cabelos finos ou sensibilizados requerem temperaturas mais
baixas, enquanto fios virgens e espessos toleram maior intensidade térmica.
“O aquecimento excessivo em uma mesma mecha
fragiliza as pontes de queratina, responsáveis pela resistência do cabelo”,
destaca Marina. A velocidade da execução, o número de passadas e a distância do
calor em relação ao couro cabeludo são variáveis que influenciam diretamente no
resultado e na preservação da fibra capilar.
Proteção térmica e selagem de
cutículas
A proteção térmica deve ser tratada como etapa
obrigatória. Produtos termoativados agem como escudo contra o impacto direto do
calor, criando uma película protetora ao redor do fio. Essa barreira previne a
perda de umidade e evita que a temperatura afete as camadas internas da fibra.
Quando associada a técnicas de selagem cuticular,
como escovas com pH equilibrado ou finalizações com jato frio, essa proteção se
torna ainda mais eficaz. A cutícula selada dificulta a evaporação de água e nutrientes,
mantendo o cabelo hidratado e resistente por mais tempo.
Intervalo e recuperação entre
modelagens
O tempo entre uma modelagem e outra precisa
respeitar o ritmo natural de recuperação do fio. Tratamentos térmicos, por mais
bem executados que sejam, geram estresse mecânico na fibra capilar. Por isso, é
indicado intercalar sessões de calor com protocolos de hidratação profunda,
reposição lipídica e reconstrução.
Segundo Marina, a constância nos cuidados auxilia a
manter o equilíbrio entre flexibilidade e força do fio, minimizando o desgaste
acumulado. Essa estratégia prolonga a durabilidade dos resultados e evita a
necessidade de cortes corretivos.
Profissionais de confiança
garantem segurança no processo
A escolha de um profissional capacitado faz toda a
diferença no cuidado com cabelos expostos ao calor. Salões especializados, como
a Escova Express, estruturam seus serviços com foco técnico, combinando
diagnóstico preciso, padronização de processos e uso de produtos profissionais.
A equipe é treinada para reconhecer os limites de cada tipo de fio e adaptar o
procedimento conforme o estado atual do cabelo. “O diferencial está na atenção
aos detalhes — desde a escolha do produto até o tempo de ação de cada etapa”,
destaca Marina. Essa conduta evita danos acumulativos e entrega resultados
consistentes com segurança.
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