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sábado, 6 de setembro de 2025

Como utilizar ferramentas de calor sem causar danos nos fios?

Realizar procedimentos capilares com profissionais de confiança é essencial para proteger os cabelos dos danos causados por chapinhas, babyliss e outros métodos de modelagem 

 

A modelagem com calor é amplamente utilizada tanto em salões quanto em rotinas domésticas. O apelo estético de fios lisos ou ondulados com acabamento polido leva ao uso frequente de chapinhas, secadores e babyliss. No entanto, o que poucos consumidores consideram é que o calor mal aplicado interfere diretamente na estrutura capilar, afetando a cutícula e o córtex dos fios.

“O aquecimento sem controle técnico reduz a resistência da fibra, promove desidratação e facilita a formação de pontas duplas e frizz”, explica Marina Groke, especialista em beleza da Escova Express, rede de escovarias. De acordo com a profissional, procedimentos térmicos exigem avaliação criteriosa e produtos adequados antes, durante e após a aplicação. Essas etapas são essenciais para que o cabelo mantenha sua integridade mesmo com o uso contínuo dessas ferramentas.

“É fundamental entender o tipo de cabelo e a real necessidade do calor no procedimento. Sem essa avaliação prévia, o risco de danificar o fio aumenta consideravelmente”, completa.

A seguir, confira indicações da especialista para garantir segurança durante o processo, evitando danos a longo prazo nos fios.

 

Avaliação da estrutura capilar antes do procedimento

O diagnóstico capilar deve anteceder qualquer aplicação de calor. Esse processo envolve a análise visual e tátil dos fios, levando em conta fatores como elasticidade, porosidade, nível de oleosidade do couro cabeludo e presença de químicas anteriores.

A partir dessas informações, o profissional define a estratégia de tratamento: produtos termoativos, reconstrução proteica e temperatura ideal são escolhidos com base nas necessidades individuais de cada cliente. Ignorar essa etapa compromete a durabilidade do resultado e eleva o risco de danos estruturais.

 

Uso técnico dos equipamentos de calor

Manusear ferramentas térmicas exige domínio técnico. O controle da temperatura deve ser compatível com a espessura e a resistência do fio — cabelos finos ou sensibilizados requerem temperaturas mais baixas, enquanto fios virgens e espessos toleram maior intensidade térmica.

“O aquecimento excessivo em uma mesma mecha fragiliza as pontes de queratina, responsáveis pela resistência do cabelo”, destaca Marina. A velocidade da execução, o número de passadas e a distância do calor em relação ao couro cabeludo são variáveis que influenciam diretamente no resultado e na preservação da fibra capilar.

 

Proteção térmica e selagem de cutículas

A proteção térmica deve ser tratada como etapa obrigatória. Produtos termoativados agem como escudo contra o impacto direto do calor, criando uma película protetora ao redor do fio. Essa barreira previne a perda de umidade e evita que a temperatura afete as camadas internas da fibra.

Quando associada a técnicas de selagem cuticular, como escovas com pH equilibrado ou finalizações com jato frio, essa proteção se torna ainda mais eficaz. A cutícula selada dificulta a evaporação de água e nutrientes, mantendo o cabelo hidratado e resistente por mais tempo.

 

Intervalo e recuperação entre modelagens

O tempo entre uma modelagem e outra precisa respeitar o ritmo natural de recuperação do fio. Tratamentos térmicos, por mais bem executados que sejam, geram estresse mecânico na fibra capilar. Por isso, é indicado intercalar sessões de calor com protocolos de hidratação profunda, reposição lipídica e reconstrução.

Segundo Marina, a constância nos cuidados auxilia a manter o equilíbrio entre flexibilidade e força do fio, minimizando o desgaste acumulado. Essa estratégia prolonga a durabilidade dos resultados e evita a necessidade de cortes corretivos.

 

Profissionais de confiança garantem segurança no processo

A escolha de um profissional capacitado faz toda a diferença no cuidado com cabelos expostos ao calor. Salões especializados, como a Escova Express, estruturam seus serviços com foco técnico, combinando diagnóstico preciso, padronização de processos e uso de produtos profissionais. A equipe é treinada para reconhecer os limites de cada tipo de fio e adaptar o procedimento conforme o estado atual do cabelo. “O diferencial está na atenção aos detalhes — desde a escolha do produto até o tempo de ação de cada etapa”, destaca Marina. Essa conduta evita danos acumulativos e entrega resultados consistentes com segurança.

  

 Escova Express


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