Com foco na
acessibilidade, a Mercur mostra como a educação inclusiva pode se tornar
realidade nas salas de aula e na sociedade
A educação
inclusiva é um compromisso diário que exige diálogo, empatia e soluções
concretas para garantir que todas as pessoas possam aprender e conviver em
ambientes acessíveis e acolhedores. A Mercur, indústria brasileira com atuação
nas áreas da saúde e educação, tem desenvolvido tecnologias assistivas em
parceria direta com pessoas com deficiência e familiares, profissionais da
saúde, entre outros, para facilitar as atividades da vida diária.
Promover a
educação inclusiva vai além de adaptar materiais escolares: é garantir que cada
criança tenha a oportunidade real de participar dos processos de aprendizagem,
respeitando suas particularidades. A terapeuta ocupacional Jaqueline Pereira,
especialista em Ortopedia e Reumatologia pela USP, explica que, na prática
clínica, é comum encontrar crianças nos primeiros anos escolares com
dificuldades para segurar o lápis e realizar atividades lúdicas ou de
aprendizagem.
Para
facilitar esses processos, são indicados recursos como os engrossadores, que
ajudam a melhorar a pegada e o controle dos objetos, e as faixas fixadoras, que
possibilitam, por exemplo, que a criança leve uma colher à boca sozinha.
Segundo Jaqueline, quando a criança consegue realizar essas tarefas de forma
independente, isso contribui não apenas para o desenvolvimento motor, mas
também para o fortalecimento da autonomia e da autoestima – o que tem impacto
direto no seu aprendizado e nas atividades do dia a dia.
Ao integrar
a diversidade, a Mercur fortalece o potencial da educação como ferramenta de
mudança social. A empresa acredita que toda escolha tem impacto no mundo — e
que é por meio do diálogo e da inclusão que se forma uma educação
verdadeiramente transformadora. "Quando eu tive contato com os materiais
da Mercur, fiquei muito impressionada. Por exemplo, a borracha engrossada – o
que a gente chama de 'borrachão' – facilita muito para as crianças que ainda
não têm aquela coordenação fina bem desenvolvida. Em vez de usar a pinça, que
exige mais precisão, elas conseguem segurar com a mão toda, numa preensão
palmar, e isso torna o ato de apagar muito mais fácil”, afirma Jaqueline.
O
desenvolvimento de recursos acessíveis e funcionais tem feito diferença real na
rotina de terapeutas ocupacionais e pacientes. Segundo a terapeuta ocupacional
Jaqueline Pereira, esse cuidado facilita a prescrição dos materiais, permite
orientar melhor as famílias e garante que os recursos cheguem a quem realmente
precisa. Ela destaca que os benefícios não são apenas para crianças – muitos de
seus pacientes adultos, como arquitetos, por exemplo, utilizam esses materiais
adaptados para atividades como desenhar e pintar. Para ela, ter acesso a
ferramentas que respeitam as necessidades individuais transforma a experiência
dessas pessoas. Em vez da frustração de não conseguir realizar uma tarefa, os
pacientes passam a se sentir acolhidos e capazes. Jaqueline lembra que, há
alguns anos, essa variedade de recursos não existia com tanta facilidade. Hoje,
graças a essas inovações, é possível oferecer mais autonomia e qualidade de
vida a pessoas de diferentes idades.
A escuta
ativa, somada ao compromisso com o design, amplia as possibilidades de
aprendizagem e convivência para todas as pessoas. “Não se trata apenas de
atender a pessoa com deficiência, mas de transformar o ambiente mais seguro,
acolhedor e que promova a autonomia, além de estimular a convivência com as
diferenças”, finaliza a Terapeuta Ocupacional.
Ao unir
escolas, famílias, profissionais da saúde e empresas, é possível construir,
coletivamente, um mundo melhor pra todo o mundo, mais acessível para todas as
pessoas, dentro das possibilidades de cada um. Para conhecer mais sobre os
recursos de tecnologia assistiva da Mercur acesse mercur.com.br.
Mercur
mercur.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário