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terça-feira, 22 de abril de 2025

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial: Os desafios da adesão ao tratamento

Controle da hipertensão: informações sobre a doença e tratamentos para prevenir complicações 


Por ser uma doença sem cura, a hipertensão requer um tratamento contínuo e adequado ao longo da vida, melhorando a qualidade de vida do paciente. Devido ao fato de ser uma doença silenciosa e, na grande maioria dos casos, assintomática, ela precisa ser tratada com o objetivo de prevenir danos futuros.2,7,8  

O tratamento da hipertensão pode ser sem ou não medicamentoso. O controle não medicamentoso inclui a manutenção do peso saudável, adoção de uma alimentação balanceada, redução da ingestão de sal, moderação no consumo de bebidas alcoólicas, a prática regular de exercícios físicos, a cessação do tabagismo e o manejo do estresse psicoemocional. Por outro lado, o tratamento medicamentoso envolve o uso de remédios prescritos pelo médico, de acordo com a gravidade do quadro.2 

 

Por que os pacientes apresentam dificuldade em aderir o tratamento?  

No manejo do paciente com hipertensão, um dos grandes desafios da prática clínica é a aderência ao tratamento6. Tal fato se torna ainda mais desafiador por se tratar de uma doença crônica e, na maioria das vezes, assintomática. Embora o médico entenda bem este contexto, muitas vezes o paciente não percebe tal risco, levando-o, em alguns casos, a uma maior dificuldade de adesão e abandono do tratamento.9,10 

Diversos fatores são associados negativamente à adesão ao tratamento, entre eles:  

  • Renda familiar e condições socioeconômicas: pacientes de baixa renda enfrentam dificuldade de acesso a consultas e medicamentos, impactando diretamente a adesão ao tratamento.3 
  • Efeitos colaterais: alguns medicamentos podem causar efeitos indesejáveis, como fraqueza, tontura ou dores no peito, levando o paciente a interromper o uso da medicação.1 
  • Falta de orientação adequada: a desinformação sobre a doença e a importância do tratamento contínuo também contribui para a baixa adesão.3 
  • Dificuldade em seguir dietas personalizadas: dieta hipossódica (que restringe a ingestão de sódio) pode ser desafiadora e isso pode piorar quando os familiares também precisam se habituar a essa nova rotina alimentar.4,5 

No Brasil, 388 pessoas morrem por dia por hipertensão.1 Por isso, ampliar a cobertura e promover a conscientização sobre a hipertensão é fundamental.  

 

Daiichi Sankyo - companhia farmacêutica global com origem corporativa no Japão, dedica-se à criação e fornecimento de produtos farmacêuticos e serviços em 32 países para suprir as diversas necessidades médicas, tanto em mercados desenvolvidos quanto em desenvolvimento. Com mais de 18.000 colaboradores ao redor do mundo e mais de 120 anos de expertise científica, a companhia baseia-se em um rico legado de inovação e um pipeline robusto de novos medicamentos promissores para ajudar os pacientes. Enquanto mantém seu portfólio de produtos farmacêuticos nas áreas cardiovascular, oncologia, doenças raras, psiquiatria, hipertensão, gastroenterologia, ortopedia, inflamação e dor; o grupo está engajado no desenvolvimento de terapias inovadoras nas áreas metabólicas, cardiovasculares e em oncologia. Para mais informações, visite: www.daiichisankyo.com.br


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