Se atrapalhar com as
despesas deste período é normal, mas existem alternativas fáceis para fugir do
endividamento
Começo de ano, a época do sufoco para muitos
cidadãos: IPTU, IPVA, contas de água, luz, telefone, cartão de crédito acima da
média com as despesas do final do ano, para os pais, matricula e material
escolar, e mais. Mas, o que fazer nessa hora para fugir do endividamento?
Marcelo Ciampolini, fundador da Lendico Brasil, uma plataforma inovadora de
intermediação para empréstimos pessoais com as melhores taxas do mercado,
oferece seis dicas simples para esse início de ano.
1. Planejamento
A palavra que define a rotina de alguém que
possui uma saúde financeira estável é planejamento. Quem não se organiza
já está atrasado e pode perder dinheiro em gastos aleatórios e supérfluos. Por
isso, a principal dica é: planejamento. Uma planilha de controle de
gastos é um ótimo começo e pode trazer melhorias a curto prazo para sua saúde
financeira. Alternativamente, hoje já existem aplicativos para smartphone que
fazem esse trabalho no mercado.
2. Priorização
Quando colocar todas as contas fixas no
papel, a prioridade de quem deseja se organizar melhor deverá ser com os gastos
que envolvam moradia – como IPTU, aluguel, condomínio, água, luz, gás.
Priorizar essas despesas é o segundo passo para não deixar as contas virarem
uma bola de neve.
3. Cuidado com o cartão de crédito
É muito importante não aumentar ainda mais
uma dívida. Se a causa vem do cartão de crédito, é importante parar de gastar o
limite. Caso contrário, a situação ficará fora do controle, fazendo com que a
dívida cresça e se torne quase impossível de eliminar. Além disso, os juros do
cartão de crédito são os mais altos do País, chegando a mais de 400% ao ano, de
acordo com dados do Banco Central, de dezembro de 2015.
4. Não acredite no cheque especial
Ainda de acordo com o Banco Central, os juros
do cheque especial podem chegar a mais de 284,8% ao ano , o que pode ser uma
cilada para quem não consegue se planejar. Esse tipo de linha de crédito só
deve ser usada quando se tem a certeza de pagamento em curto prazo.
5. 13° salário como aliado
Para aqueles que contam com o 13° para dar um
fomento na renda do último trimestre, usar o valor recebido com sabedoria é
fundamental. Nada de gastar com as compras do final do ano, viagens, etc. O
ideal é usar a quantia com parcimônia e, de preferência, para quitar a despesa
que tenha os juros mais altos, como a do crédito rotativo ou cheque especial.
6. Transferir a dívida pode?
Transferência de dívida é uma troca em que é
possível substituir uma parcela mais alta por outra menor. Faz sentido quando a
dívida já existente possui juros elevados – como na maioria dos casos. Nessas
situações, a alternativa é útil, pois consegue diminuir significativamente os
custos fixos. Uma maneira de se conseguir pode ser por meio de um empréstimo,
onde o valor tomado consiga amortizar ou liquidar a conta.
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