No Dia de Combate ao Câncer, Sociedade
Brasileira de Oncologia Pediátrica alerta sobre a detecção rápida para
tratamento bem-sucedido
Combater o
câncer é algo que deve ser feito constantemente, principalmente por meio de um
diagnóstico rápido e eficaz. Por conta disso, neste Dia Mundial de Combate ao
Câncer (8 de abril), a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE)
reforça a necessidade de diagnosticar o quanto antes quando se trata de
crianças com câncer.
Atualmente, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que 12.500 crianças e adolescentes adquiram câncer anualmente. Porém, em muitos casos, o diagnóstico é tardio, o que dificulta o tratamento bem-sucedido.
Segundo o presidente da SOBOPE, Dr. Cláudio Galvão, é importante que haja foco nos diagnósticos e nas medidas de prevenção. “Se tratando de crianças, falamos muito de reconhecer a doença e fazer o diagnóstico precocemente, para que o tratamento se inicie mais rápido”.
Porém, ainda há dificuldade de diagnóstico no câncer infantojuvenil, principalmente porque as crianças não costumam apresentar sintomas específicos da patologia. Geralmente, os sinais são semelhantes a doenças comuns para os pequenos, como tontura, cansaço excessivo, febre recorrente, e diminuição do campo visual. Portanto, é importante que mesmo com aparentes enfermidades simples, eles sejam levados ao médico para que ocorra o diagnóstico correto.
Além disso, como em muitos casos as crianças ficam em condições de saúde estáveis, é recorrente que alguns pais achem que não há necessidade de levar ao médico. Porém, mesmo nesses casos é essencial que seja consultado o profissional da saúde.
Apesar da dificuldade no diagnóstico, o cenário é positivo, uma vez que, no fim de 2018, foi divulgado, por meio do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), que o número de mortes por câncer infantojuvenil caiu 13% nos últimos 10 anos.
Atualmente, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que 12.500 crianças e adolescentes adquiram câncer anualmente. Porém, em muitos casos, o diagnóstico é tardio, o que dificulta o tratamento bem-sucedido.
Segundo o presidente da SOBOPE, Dr. Cláudio Galvão, é importante que haja foco nos diagnósticos e nas medidas de prevenção. “Se tratando de crianças, falamos muito de reconhecer a doença e fazer o diagnóstico precocemente, para que o tratamento se inicie mais rápido”.
Porém, ainda há dificuldade de diagnóstico no câncer infantojuvenil, principalmente porque as crianças não costumam apresentar sintomas específicos da patologia. Geralmente, os sinais são semelhantes a doenças comuns para os pequenos, como tontura, cansaço excessivo, febre recorrente, e diminuição do campo visual. Portanto, é importante que mesmo com aparentes enfermidades simples, eles sejam levados ao médico para que ocorra o diagnóstico correto.
Além disso, como em muitos casos as crianças ficam em condições de saúde estáveis, é recorrente que alguns pais achem que não há necessidade de levar ao médico. Porém, mesmo nesses casos é essencial que seja consultado o profissional da saúde.
Apesar da dificuldade no diagnóstico, o cenário é positivo, uma vez que, no fim de 2018, foi divulgado, por meio do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), que o número de mortes por câncer infantojuvenil caiu 13% nos últimos 10 anos.
“Cada vez mais os tratamentos vêm evoluindo, mas precisamos manter o foco no diagnóstico e nas possíveis medidas de prevenção”, conclui o presidente da SOBOPE.
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