Somente
em São Paulo, expectativa do Ministério da Saúde é de imunizar 13,2 milhões de
pessoas.
Vacinação é crucial para os portadores de doenças cardiovasculares
Com a chegada do outono, as temperaturas começam a
cair e a umidade do ar vai diminuindo paulatinamente, exigindo mais cuidados
preventivos contra gripes, pneumonias e problemas respiratórios em geral. Por
isso, a vacinação é essencial para reduzir esses e outros tipos de problemas de
saúde na população.
Nessas épocas, surgem as chamadas fake news sobre a
imunização. Textos afirmando que as vacinas deixam as pessoas doentes, falta de
eficácia contra os vírus e até uma supergripe são comuns e se espalham
rapidamente pelas redes sociais.
No entanto, a Sociedade de Cardiologia do Estado de
São Paulo (Socesp) reafirma a importância da vacinação, principalmente em
pessoas que têm problemas cardiovasculares. Este público deve redobrar os
cuidados, para evitar que a ocorrência de doenças respiratórias provoque
complicações e riscos.
A Socesp sugere algumas medidas aos cardíacos:
evitar ficar por muito tempo em locais fechados e aglomerados; manter os
ambientes arejados; beber bastante água para se manter bem hidratado; reduzir a
exposição à poluição do ar.
Vacina contra a gripe e pneumonia é muito
importante. Por isso, a Socesp recomenda que se procure uma unidade pública ou
particular de imunização, levando a carteirinha de vacinação. A campanha deste
ano começou em 10 de abril. Esta é uma medida preventiva muito recomendada para
quem tem qualquer problema cardiovascular e fatores de risco, como diabetes,
obesidade e pressão alta.
Até 31 de maio, o Ministério da Saúde pretende
imunizar 58,6 milhões de pessoas. Somente em São Paulo, o público-alvo é
formado por 13,2 milhões de pessoas. A faixa-etária do público infantil foi
ampliada: antes, menores de até 5 anos poderiam tomar a vacina; em 2019,
menores de até 6 anos podem ser imunizados.
A partir de 22 de abril, a
campanha abarca os outros públicos-alvo: trabalhadores de saúde, povos
indígenas, mulheres até 45 dias após o parto, idosos a partir de 60 anos,
professores, pessoas portadoras de doenças crônicas, população privada de
liberdade, funcionários do sistema prisional, gestantes e crianças de seis
meses a menores de seis anos. O Dia D de mobilização ocorre em 4 de maio.
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