Biomm lança no Brasil o Ranivisio® (ranibizumabe), ampliando o acesso e contribuindo para a sustentabilidade do sistema de saúde
A Biomm, empresa brasileira pioneira em biotecnologia, anuncia o início da comercialização do biossimilar Ranivisio® (ranibizumabe), aprovado pela Anvisa em maio de 2025. A entrada do medicamento no mercado brasileiro representa um avanço no tratamento de doenças da retina, ampliando o acesso a terapias que podem preservar a visão de milhares de pacientes.
No Brasil, as doenças da retina representam um importante desafio de saúde pública. Estima-se que mais de 3 milhões de pessoas convivam com a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)¹. Globalmente, um estudo publicado na The Lancet Global Health aponta que 21,3 milhões de pessoas poderão perder a visão devido à doença até 2050². A esse cenário somam-se os pacientes com edema macular diabético, uma complicação do diabetes que afeta milhões de brasileiros, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes.
O Ranivisio®, biossimilar do ranibizumabe, é indicado para o tratamento de doenças graves da retina associadas ao crescimento anormal de vasos sanguíneos, incluindo degeneração macular relacionada à idade, edema macular diabético e oclusão de veia da retina. “Ao bloquear o fator de crescimento desses vasos, o tratamento ajuda a preservar a visão dos pacientes, que antes enfrentavam o risco de complicações e até de perda da visão”, Luis Capri, oftalmologista do CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisa "Dr João Amorim".
Resultado da colaboração entre Biomm e a biofarmacêutica suíça Bioeq, o lançamento combina experiência internacional consolidada no desenvolvimento de biossimilares da Bioeq com a capacidade local de acesso ao mercado brasileiro pela Biomm. Ranivisio® será comercializado exclusivamente pela Biomm no Brasil, reforçando o compromisso conjunto de ampliar o acesso a tratamentos inovadores, seguros e de alta qualidade.
"A principal vantagem de um medicamento biossimilar como o Ranivisio® é a capacidade de ampliar o acesso da população a tratamentos seguros e eficazes, historicamente de alto custo. Isso se alinha à estratégia da Biomm de fortalecer seu portfólio e atuar em áreas de alta complexidade da medicina”, afirma Guilherme Maradei, CEO da Biomm.
"A
dificuldade visual causada pela degeneração macular relativa à idade dificulta
a realização de atividades diárias, comprometendo a qualidade de vida das
pessoas. Com o Ranivisio, especialistas em retina terão uma opção terapêutica
que retarda a progressão da doença e amplia a possibilidade de mais pacientes
voltarem a rotina e convívio social" complementa Katia Beltrão, Gerente de
Unidade de Negócios Biomm.
Disponibilidade
Com
todas as etapas regulatórias já concluídas, o foco da Biomm agora se volta a
garantir a ampla disponibilidade do medicamento, para que médicos e pacientes
em todo o país possam se beneficiar dessa nova opção terapêutica. “A
expectativa é que a entrada de um novo concorrente no mercado oftalmológico não
apenas amplie as opções para médicos e pacientes, mas também contribua para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, conclui Maradei.
Sobre o Ranivisio® (ranibizumabe)
Ranivisio®
é um biossimilar do ranibizumabe, um fragmento de anticorpo monoclonal indicado
para o tratamento de doenças graves da retina associadas ao crescimento anormal
de vasos sanguíneos, como degeneração macular relacionada à idade na forma
neovascular, edema macular diabético, retinopatia diabética, edema macular
secundário à oclusão da veia da retina e neovascularização coroidal miópica. O
medicamento atua por meio da inibição do fator de crescimento endotelial
vascular (VEGF), bloqueando a angiogênese. Ranivisio® foi desenvolvido pela
Bioeq e é comercializado no Brasil exclusivamente pela Biomm.
Biomm
www.biomm.com
Bioeq
www.bioeq.ch.
Referências
¹As condições de saúde ocular no Brasil. Conselho
Brasileiro de Oftalmologia. Disponível em Link
² Casos de doença que pode provocar a perda da visão após
os 50 anos devem triplicar. Associação Paulista de Medicina (APM). Disponível
em Link




