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quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Sociedade de Cirurgia Bariátrica apóia cirurgias e ações pelo SUS em 12 estados no dia 11 de outubro

No Dia Nacional de Prevenção da Obesidade - uma série de ações serão realizadas por Hospitais Públicos em todo o país que atendem pacientes do SUS.

 

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) irá apoiar, no próximo dia 11 de outubro (sábado) - Dia Nacional de Prevenção da Obesidade - uma série de ações que serão realizadas em 12 estados, por14 Hospitais Públicos em todo o país que atendem pacientes do SUS. 

Serão realizadas cirurgias para pessoas que aguardam na fila e já realizaram todo o processo de pré-operatório, bem como atendimentos para que os pacientes que têm encaminhamento para a cirurgia possam iniciar o seu processo de tratamento com equipe multidisciplinar, cirurgião e endocrinologista. 

De acordo com o presidente da SBCBM, Juliano Canavarros, o objetivo é chamar a atenção para a necessidade que ainda existe de democratizar o acesso à cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

Segundo levantamento da SBCBM, entre 2020 e 2024, o Brasil realizou 291.731 mil cirurgias bariátricas, sendo 260.380 cirurgias pelos planos de saúde, de acordo com dados da Agência Nacional de Saúde (ANS) e 31.351 procedimentos pelo SUS. Já em 2025, entre os meses de janeiro a junho, 6.393 pessoas tiveram acesso ao tratamento cirúrgico da obesidade no Brasil pelo SUS. 

“Nos últimos cinco anos menos de 1% da população com indicação para a cirurgia conseguiu ter acesso ao tratamento. Também chamamos a atenção para a importância da acreditação dos hospitais e cirurgiões bariátricos que realizam o procedimento em todo o Brasil, visando sempre a segurança do paciente", afirmou o presidente da SBCBM Juliano Canavarros.

 

Programação 11 de outubro 

A programação de ações que serão realizadas para marcar o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade incluem os seguintes Hospitais: Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes - (HUCAM - UFES - EBSERH), em Vitória, Espírito Santo sob a coordenação do cirurgião e diretor de relações Institucionais da SBCBM, Gustavo Peixoto. Lá, serão realizadas quatro cirurgias no dia 11 e 80 atendimentos de pacientes que aguardam pelo processo pré-operatório. 

“A SBCBM tem apoiado iniciativas de conscientização sobre a obesidade e promovido discussões sobre o tratamento cirúrgico da doença. Em anos anteriores, a sociedade tem trabalhado em conjunto com o Ministério da Saúde para atualizar as diretrizes da cirurgia bariátrica e metabólica no SUS - Sistema Único de Saúde. No próximo dia 11 de outubro, cerca de 14 hospitais que realizam cirurgia bariátrica pelo SUS promoverão ações para marcar esta data importante no Brasil”, afirmou o diretor de relações Institucionais da SBCBM, Gustavo Peixoto.

 

Espírito Santo - Em Vila Velha (ES), o Hospital Evangélico fará seis cirurgias e as ações serão coordenadas pelo cirurgião bariátrico, Tarcisio Barroso Zovico; em Cachoeiro do Itapemirim (ES), o Hospital Evangélico de Cachoeiro realizará cirurgias, sob a coordenação do Dr André Mattar. Ainda no Espírito Santo, em São Mateus serão realizadas cirurgias no Hospital Estadual Roberto Silvares, com a coordenação do Dr Carlos Renato Neves, quando será dado o pontapé inicial da primeira cirurgia bariátrica do serviço e 20 pacientes receberão o atendimento multidisciplinar.

 

Minas Gerais - Já em Patos de Minas, Minas Gerais, a Santa Casa da cidade irá realizar cirurgias bariátricas em comemoração de 2 anos do serviço de Cirurgia Bariátrica e também em alusão ao Dia de Combate à Obesidade, sob a coordenação do Dr Edson Antonacci.

 

Rio Grande do Norte - Em Natal o Hospital Universitário Onofre Lopes, da UFRN, realizará quatro cirurgias bariátricas no sábado como parte da iniciativa nacional. Os cirurgiões coordenadores serão a Dra Anna Carolina Batista Dantas, diretora científica da SBCBM e dr Igor Marreiros.

 

Santa Catarina - O Hospital Universitário Polidoro Ernani (HU) , da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, irá realizar duas cirurgias extras no sábado com participação de cirurgião convidado e aula aos residentes. O coordenador será o cirurgião bariátrico e presidente do Capítulo da SBCBM no Estado, Dr Tiago Onzi.

 

Pernambuco - Em Recife, o Hospital de Clínicas da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) realizará mais oito cirurgias bariátricas em pacientes do SUS. A coordenação é dos cirurgiões Flávio Kreimer e Álvaro Ferraz.

 

Paraíba - Em João Pessoa no Hospital dos Servidores General Edson Ramalho serão realizadas cinco cirurgias bariátricas para atendimento de pacientes que aguardam na fila. Os coordenadores são os cirurgiões Dr Daniel Hortiz e Dr Geraldo Camilo.

 

Rio de Janeiro - Na capital carioca, a ação no Dia 11 de outubro acontecerá, no Hospital São Francisco, sob a coordenação do cirurgião e presidente do Capítulo da SBCBM no Rio, Dr Fernando de Barros.

Na oportunidade, serão realizadas quatro cirurgias bariátricas e mutirão de atendimentos a pacientes com indicação para o tratamento cirúrgico da obesidade. 

 

Brasília - No Hospital Regional da Asa Norte serão realizadas duas cirurgias a mais no Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Os pacientes que serão operados estão na fila do SUS e a coordenação é da cirurgiã bariátrica, Ana Carolina Fernandes, responsável técnica pelo serviço de cirurgia bariátrica e metabólica do Hospital.

 

Amapá - No Amapá as cirurgias acontecem no Hospital Filantrópico São Camilo, onde ocorrerá uma manhã de cirurgias. Todas as cirurgias serão realizadas por emenda parlamentar, já que o Estado não possui Hospital credenciado pelo SUS Também está sendo organizada a 3a Corrida Contra a Obesidade, realizada sempre no mês de novembro.

 

Salvador e Sergipe - Também serão realizados procedimentos no Hospital Municipal de Salvador e na Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia de Sergipe (FBHC).

 

São Paulo - Cerca de 44 cirurgiões que integram o Capítulo de São Paulo irão gravar vídeos respondendo dúvidas sobre cirurgias no SUS como, por exemplo, quem pode entrar na fila, como proceder, exames necessários, locais que operam pelo SUS em São Paulo, entre outros. Estes vídeos serão disponibilizados nos canais da SBCBM.

 

CPTM recebe ação de saúde no Dia Nacional de Prevenção à Obesidade

Parceria com a Associação de Diabetes Juvenil, ADJ Brasil, irá oferecer avaliação gratuita e orientação aos passageiros na Estação Palmeiras-Barra Funda

 

Na sexta-feira, 10 de outubro, a CPTM recebe ação especial do Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, em parceria com a ADJ Brasil. A ação acontece na Estação Palmeiras-Barra Funda, das 9h às 16h, e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a saúde. 

Durante o evento, os passageiros poderão realizar medição de peso e altura para cálculo de IMC, da circunferência abdominal, teste de glicemia e receber orientação de profissionais da saúde. A previsão é de 500 atendimentos no dia.
 

Ações de Cidadania

Todas as iniciativas são realizadas com o apoio da CPTM, que abre espaços em suas estações para a realização de atividades ligadas à promoção do bem-estar de seus passageiros.

 

Serviço

Dia Nacional de Prevenção à Obesidade
Data: sexta-feira (10/10)
Horário: das 9h às 16h
Local: Estação Palmeiras-Barra Funda (Linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto

 

Doações de sangue em queda, uma conta que não fecha

 

 

GSH Banco de Sangue de São Paulo alerta para situação crítica e convoca doadores com urgência – a unidade funcionará normalmente no feriado de 12 de outubro (domingo)

 

Mesmo com campanhas regulares e grande mobilização em datas pontuais, a escassez de sangue continua sendo um problema recorrente nos bancos de sangue brasileiros. No momento, o GSH Banco de Sangue de São Paulo opera com os estoques 70% abaixo do ideal e faz um apelo à população: todos os tipos sanguíneos são necessários com urgência. 

Hoje, a instituição conta com reservas para apenas 6 dias de atendimento, quando o recomendado são 18 dias de cobertura, o que pode comprometer o atendimento a procedimentos médicos e hospitalares que não podem ser interrompidos. 

Segundo especialistas da instituição, a falta crônica de sangue tem múltiplas causas e se agrava pelo descompasso entre doações e demandas médicas. “É uma conta que não fecha. Os hospitais funcionam 24 horas, todos os dias, com cirurgias de alta complexidade, procedimentos eletivos e atendimentos de emergência, como os inúmeros acidentes de trânsito registrados diariamente”, explica Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue de São Paulo. 

Além disso, doenças sazonais como gripes e resfriados tornam muitos doadores temporariamente inaptos, enquanto a correria do cotidiano faz com que a doação acabe sendo adiada ou esquecida por grande parte da população. 

Atualmente, o banco de sangue recebe entre 35 e 50 doações por dia, quando o necessário seriam ao menos 160 doações diárias para manter os estoques em níveis minimamente seguros. 

“Estamos enfrentando um momento extremamente delicado. Por isso, é fundamental que os doadores habituais retornem e que novos voluntários se conscientizem da importância desse gesto. Doar sangue é um ato simples, rápido, seguro e salva vidas”, reforça Janaína. 

As doações podem ser feitas diariamente – inclusive aos sábados, domingos feriados, das 7h às 18h, no GSH Banco de Sangue de São Paulo, localizado na Rua Tomás Carvalhal, 711, no bairro Paraíso.

 

Atendimento normal no feriado de 12 de outubro

Para facilitar o acesso dos doadores, o GSH Banco de Sangue de São Paulo funcionará normalmente no feriado de 12 de outubro (domingo), das 7h às 18h. A unidade reforça que este é um momento estratégico para quem deseja ajudar, aproveitando o dia de folga para realizar a doação e contribuir com o abastecimento dos estoques.

 

Requisitos básicos para doação de sangue: 

  • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH etc.) em bom estado de conservação;
  • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal no momento da doação);
  • Estar em boas condições de saúde;
  • Pesar a partir de 50 kg;
  • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas.
  • Não é necessário estar em jejum, evitar alimentos gordurosos
  • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e boca (12 meses após a retirada);
  • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
  • Não ter tido Doença de Chagas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST);
  • Em caso de diabetes, deverá estar controlada e não fazer uso de insulina
  • Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 7 dias após cessarem os sintomas e o uso das medicações;
  • Aguardar 48h para doar caso tenha tomado a vacina da gripe, desde que não esteja com nenhum sintoma.

Consulte a equipe do banco de sangue em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.


  
 Serviço:

GSH Banco de Sangue de São Paulo
Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 – Paraíso
Contatos.: (11) 99704-6527 (WhatsApp) e pelos telefones (11) 3373-2000 / 3373-2001
Atendimento: Diariamente, inclusive aos finais de semana, das 7h às 18h. Estacionamento gratuito no local.


Obesidade avança e acende alerta para o coração dos brasileiro

Cada quilo extra exige mais esforço do coração e pode acelerar o surgimento de doenças silenciosas, como hipertensão, infarto e AVC, destaca o Hospital Cardiológico Costantini

 

O excesso de peso é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, que permanecem entre as maiores causas de morte no Brasil. Mais do que uma questão estética, controlar o peso é uma medida fundamental de cuidado com a saúde do coração.

Segundo especialistas, quando há sobrepeso ou obesidade, o coração precisa trabalhar mais para garantir o bombeamento de sangue a todo o organismo. Esse esforço extra aumenta a pressão arterial, favorece o acúmulo de gordura nos vasos e eleva a probabilidade de complicações graves, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

“O coração é um órgão resiliente, mas ele também tem limites. O excesso de peso sobrecarrega seu funcionamento e cria condições propícias para o surgimento de doenças silenciosas, que muitas vezes só se manifestam em fases avançadas”, explica Dra. Bianca Prezepiorski, médica cardiologista do Hospital Cardiológico Costantini.

O Dr. Wagner Sobottka, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Cardiológico Costantini, complementa:

“A obesidade aumenta a sobrecarga de trabalho do coração. O excesso de gordura no corpo leva ao aumento da pressão arterial, elevação do colesterol e resistência à insulina — fatores que, juntos, favorecem o desenvolvimento de hipertensão, infarto, insuficiência cardíaca e arritmias. Além disso, o acúmulo de gordura ao redor do coração e dos vasos sanguíneos pode causar inflamação crônica e reduzir a capacidade circulatória do organismo.”


Como o excesso de peso afeta o coração

O acúmulo de gordura corporal está diretamente ligado a alterações metabólicas que prejudicam o sistema cardiovascular. Entre as principais consequências estão:

  • Hipertensão arterial – resultado do aumento da demanda sanguínea.
  • Dislipidemia – níveis elevados de colesterol e triglicerídeos.
  • Diabetes tipo 2 – decorrente da resistência à insulina, muito comum em pessoas com obesidade.
  • Apneia do sono – distúrbio associado ao sobrepeso que agrava a pressão arterial e afeta a oxigenação do corpo.

Essas condições, quando não controladas, formam um cenário perigoso para a saúde cardiovascular, potencializando o risco de infarto, insuficiência cardíaca e AVC.

Segundo o Dr. Sobottka, é essencial que o acompanhamento médico vá além da balança:

“É fundamental monitorar peso, circunferência abdominal, pressão arterial, glicemia, colesterol e triglicerídeos. Esses indicadores ajudam a detectar precocemente alterações metabólicas e cardiovasculares. Também é importante avaliar o nível de atividade física, qualidade do sono e hábitos alimentares. Pequenas mudanças no estilo de vida, quando iniciadas cedo, podem evitar complicações graves.”


A importância da prevenção

A boa notícia é que medidas simples e contínuas fazem diferença. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e acompanhamento médico são estratégias eficazes para manter o peso adequado e reduzir os riscos.

“Controlar o peso não significa apenas emagrecer, mas encontrar um equilíbrio que favoreça a saúde. Cada quilo a menos pode representar um alívio para o coração e uma oportunidade de viver com mais qualidade de vida”, reforça Dra. Bianca Prezepiorski.

O Dr. Sobottka acrescenta que o tratamento deve ser multidisciplinar:

“O tratamento da obesidade é mais eficaz quando feito em equipe. O médico identifica e trata doenças associadas, o nutricionista orienta um plano alimentar individualizado e o educador físico ajuda na escolha de exercícios adequados e seguros. Essa integração garante um acompanhamento completo, com metas realistas e resultados mais duradouros.”


Quando procurar ajuda médica

Mudanças no estilo de vida são essenciais, mas sintomas como dor no peito, palpitações, falta de ar e cansaço extremo devem acender o alerta. Além disso, é fundamental consultar um médico antes de iniciar qualquer tipo de atividade física. Consultas preventivas com cardiologistas ajudam a identificar precocemente alterações que, quando tratadas a tempo, podem evitar complicações graves.

“O ideal é procurar ajuda médica assim que houver dificuldade em controlar o peso ou surgirem sinais de alerta, como cansaço, falta de ar, ronco excessivo, pressão alta ou alterações nos exames de sangue. A obesidade é uma doença crônica, mas tratável. O acompanhamento precoce faz toda a diferença na prevenção de doenças cardíacas e na recuperação da qualidade de vida”, ressalta Dr. Wagner Sobottka.

“O cuidado com o peso corporal é, acima de tudo, um gesto de autocuidado com o coração. E quando falamos de prevenção, quanto mais cedo esse olhar for incorporado ao dia a dia, maiores são as chances de manter a saúde em equilíbrio”, conclui Dra. Bianca Prezepiorski, do Hospital Cardiológico Costantini.

 


Hospital Cardiológico Costantini
https://hospitalcostantini.com.br/



Outubro Rosa também é mês de cuidado com a coluna: mulheres têm maior risco de dores e degenerações



Problemas na coluna afetam mais as mulheres e podem comprometer a qualidade de vida. Implantes e próteses modernas já oferecem alternativas eficazes de tratamento


Quando se fala em Outubro Rosa, o foco está no câncer de mama. Mas outro ponto de atenção para a saúde feminina merece destaque: os problemas na coluna. Estudos mostram que as mulheres apresentam prevalência até 40% maior de dores lombares e degenerações em comparação aos homens, especialmente após os 50 anos, em razão de fatores hormonais e estruturais.

Para o Dr. Alynson Larocca, médico, ortopedista e cirurgião da coluna com mais de 12 anos de experiência na área, o impacto dessas condições vai muito além da dor.

“A saúde da coluna está diretamente ligada à autonomia da mulher. A dor limita desde atividades simples do dia a dia até a vida profissional. Hoje, contamos com soluções seguras e personalizadas, como implantes e próteses, que devolvem qualidade de vida de forma rápida e eficaz”, afirma.


O que muda para as mulheres

Durante a menopausa, a queda hormonal acelera a degeneração dos discos e a perda de massa óssea, aumentando os riscos de hérnias, artroses e fraturas.

“Nesses casos, implantes modernos podem estabilizar a coluna e reduzir a dor de maneira significativa. A tecnologia evoluiu muito: os materiais são biocompatíveis, de alta resistência e permitem cirurgias menos invasivas”, explica o Dr. Larocca.


Prevenção e qualidade de vida

Além das terapias de ponta, o cuidado preventivo segue essencial. “Manter atividade física regular, cuidar da postura e buscar diagnóstico precoce são medidas fundamentais. Quanto antes detectamos uma lesão, melhores são os resultados, seja com tratamento conservador, seja com implantes e próteses quando necessário”, reforça o especialista.


Tecnologia a serviço da saúde

O CEO da Ortoart, Arthur Moro, ressalta que o investimento constante em pesquisa e inovação é o que permite transformar conhecimento médico em soluções reais para os pacientes.

“A Ortoart não apenas fornece implantes e próteses; nós viabilizamos a transformação da vida das pessoas. É nosso papel dar suporte aos médicos com tecnologia de ponta, oferecer segurança aos pacientes e liderar esse movimento de inovação em saúde da coluna. Quando associamos essa missão a uma campanha como o Outubro Rosa, reforçamos nosso compromisso de ampliar a consciência sobre a saúde da mulher de forma integral, cuidando não só da prevenção contra o câncer, mas também de sua autonomia e qualidade de vida”, destaca.

Ele acrescenta que o compromisso da empresa vai além da produção. “Cada nova prótese lançada, cada melhoria em design ou material, é resultado de investimento direto da Ortoart em pesquisa, testes e segurança. Esse esforço é o que garante aos médicos as ferramentas certas e às mulheres a chance de recuperar movimentos, bem-estar e independência”, completa Moro.


Dia Nacional de Prevenção à Obesidade reforça a importância da conscientização e do cuidado contínuo com a saúde

Com índices em crescimento no Brasil, a obesidade já atinge quase 60% da população adulta e está entre os maiores fatores de risco para doenças crônicas. Especialistas destacam a importância da prevenção e do acompanhamento multidisciplinar

 

O Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, celebrado em 11 de outubro, chama atenção para um dos maiores desafios de saúde pública do país. De acordo com o Ministério da Saúde, mais da metade da população brasileira está acima do peso — e um em cada quatro adultos é obeso. O problema, que já é considerado uma epidemia mundial pela Organização Mundial da Saúde (OMS), impacta diretamente a qualidade de vida e sobrecarrega os sistemas público e privado de saúde.

A obesidade é uma condição multifatorial, influenciada por fatores genéticos, comportamentais e ambientais, e está associada a doenças como diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono e doenças cardiovasculares — principais causas de mortalidade no Brasil.


Impactos no coração e no sistema circulatório

De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo Dr. Wagner Sobottka, do Hospital Cardiológico Costantini, a obesidade aumenta a sobrecarga de trabalho do coração e está ligada a diversas doenças cardiovasculares.

“O excesso de gordura leva ao aumento da pressão arterial, elevação do colesterol e resistência à insulina — fatores que favorecem hipertensão, infarto e insuficiência cardíaca. Pequenas mudanças no estilo de vida, quando iniciadas cedo, podem evitar complicações graves.”

O especialista destaca a importância do monitoramento contínuo de peso, circunferência abdominal, glicemia e colesterol, além da integração entre profissionais de diferentes áreas.

“O tratamento da obesidade é mais eficaz quando feito em equipe. A atuação conjunta entre médicos, nutricionistas e educadores físicos garante acompanhamento completo, com metas realistas e resultados duradouros”, pontua.


Alimentação e comportamento: o início da mudança

Segundo a nutricionista Claudia Laskanski, o alto consumo de alimentos ultraprocessados é um dos principais fatores por trás do aumento da obesidade.

“Esses produtos são altamente calóricos, de fácil acesso e baixo custo, o que os torna muito presentes no dia a dia. Não significa que uma alimentação saudável seja necessariamente mais cara, mas ela exige planejamento e preparo”.

A especialista destaca a importância do acompanhamento nutricional, que ensina o indivíduo a priorizar alimentos naturais e criar uma rotina alimentar equilibrada.

“Com o suporte profissional, é possível organizar melhor as refeições e construir hábitos consistentes, evitando o efeito sanfona. Diferente das dietas restritivas, a reeducação alimentar promove mudanças sustentáveis e consciência sobre as escolhas”.


Exercício físico e constância: pilares do controle do peso

Para o personal trainer Anderson Moraes, sócio da academia Seven7Play, o maior desafio para quem busca combater a obesidade é manter a constância.

“A obesidade é multifatorial. O simples início de um programa de exercícios, sem acompanhamento adequado e mudanças sustentáveis, tende a gerar resultados limitados. O segredo está na adesão e na progressão gradual”, destaca.

Ele reforça que a regularidade na prática de exercícios é determinante tanto para o controle do peso quanto para a saúde cardiovascular.

“Indivíduos que praticam ao menos 150 minutos de atividade física moderada por semana têm risco 30% menor de doenças cardíacas, segundo a OMS. A constância melhora o metabolismo, equilibra os hormônios e reduz o risco de reganho de peso”, conclui o profissional.


O papel das operadoras de saúde

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a obesidade e o sobrepeso já respondem por quase 70% dos gastos com doenças crônicas não transmissíveis no sistema de saúde brasileiro. Além do impacto físico, a condição também está associada a problemas psicológicos, como ansiedade, depressão e baixa autoestima.

Para Maicon Arrais, superintendente de marketing da Select Operadora de Saúde, a atuação das operadoras é decisiva para reverter esse cenário.

“As operadoras de saúde têm um papel essencial na promoção da prevenção e no enfrentamento da obesidade, pois são agentes que atuam não apenas no cuidado assistencial, mas principalmente na melhoria da qualidade de vida da população. O papel das operadoras vai além da cobertura de procedimentos — envolve fomentar hábitos saudáveis, incentivar a prática de atividade física e ampliar o acesso à informação de qualidade sobre alimentação equilibrada e autocuidado.”

A Select tem reforçado programas e parcerias voltados à promoção de hábitos saudáveis entre seus beneficiários, como o apoio à 21ª edição da Caminhada do Coração, em Curitiba, que incentiva a prática de exercícios e o combate ao sedentarismo.

“Investir em prevenção é a forma mais eficaz de promover saúde e sustentabilidade no sistema”, completa Arrais. “A sustentabilidade do sistema passa pela mudança de paradigma, em que a prevenção e a educação em saúde tornam-se protagonistas do cuidado”, esclarece. 

 

Já ouviu falar em canelite? Ortopedista do Hospital HSANP fala sobre como evitá-la

Divulgação
Sem tratamento adequado, a inflamação na região da canela pode evoluir para fraturas

 

Com o aumento do número de pessoas que praticam atividades físicas de alto impacto, como a corrida, também cresce o diagnóstico de complicações decorrentes do excesso de treino. Entre os problemas mais comuns está a canelite, uma inflamação que acomete a tíbia, conhecida popularmente como osso da canela.  

A condição é caracterizada principalmente por dores intensas na parte frontal ou interna da perna, que tendem a piorar durante ou após atividades aeróbicas, como corrida ou até mesmo caminhadas. Outros sintomas incluem inchaço, sensibilidade e vermelhidão na região. 

De acordo com Ulisses dos Santos, ortopedista e diretor geral do Hospital HSANP, há fatores que podem ser evitados e outros que fogem do controle do paciente. “Além do exercício físico intenso em excesso, pisada errada e o uso de calçados inadequados para caminhada, calçadas e solos em geral inadequados para a corrida contribuem para o aparecimento da inflamação”, diz. 

Quando não tratada, a canelite pode comprometer seriamente a qualidade de vida, já que as dores constantes dificultam a mobilidade e podem, em casos mais graves, prejudicar a tíbia e aumentar o risco de fraturas. O tratamento geralmente envolve repouso, fisioterapia e, em alguns casos, o uso de anti-inflamatórios (sob orientação médica). 

“É fundamental buscar cuidados imediatos, pois essa inflamação afeta não apenas a condição física, mas também a saúde mental, devido à intensidade das dores. Para prevenir a canelite, é importante praticar exercícios de forma moderada, especialmente os de alto impacto, realizar alongamentos antes e depois das atividades, escolher calçados adequados e corrigir a pisada”, finaliza o ortopedista.

 

HSANP

 

8 estratégias para ajudar pais no mundo moderno a protegerem a saúde mental dos filho


No mês das crianças, especialistas alertam para sinais de sofrimento psicológico e dão dicas práticas para promover equilíbrio emocional


No Brasil, um estudo publicado na BioMed Central mostrou que 69% das crianças estão expostas a tempo de tela acima do recomendado, e que cada hora extra de exposição está associada a pior desempenho em comunicação, resolução de problemas e interação social. No cenário atual, de hiperconectividade e aceleração digital, pais e mães enfrentam um dilema crescente: como cuidar da saúde mental dos filhos em meio às exigências contemporâneas? 

Dados internacionais reforçam a preocupação. Segundo levantamento divulgado pelo JAMA Network, 25,2% dos jovens apresentavam sintomas clinicamente elevados de depressão e 20,5% de ansiedade durante a pandemia – índices que praticamente dobraram em comparação a períodos anteriores. 

A pandemia intensificou esse quadro: isolamento social, incertezas e rupturas nas rotinas ampliaram casos de irritabilidade, ansiedade, quadros depressivos e distúrbios do sono. Além disso, a chamada “sobrecarga informacional” — consumo frequente de notícias negativas — também impacta diretamente o equilíbrio emocional de crianças e adolescentes. 

“O tempo excessivo de tela e a exposição contínua a redes sociais têm sido associados a sintomas depressivos e ansiosos, apesar de a relação ainda ser moderada e dependente de muitos fatores individuais. Além disso, a velocidade das demandas cotidianas, com urgências e pressão por resultados rápidos, gera estresse acumulado e pouco espaço para reflexão ou ócio criativo. São alguns dos desafios atuais que pressionam o equilíbrio emocional”, explica Laís Barba, pediatra da Clínica Bels e membro titular da Sociedade Brasileira de Pediatria. 

Especialistas orientam que sinais sutis já podem indicar sofrimento psicológico em crianças e adolescentes. Entre eles estão:

  • Queda no desempenho escolar, distração constante ou dificuldades de concentração
  • Irritabilidade, impaciência ou reclamações frequentes
  • Retração social e isolamento de amigos ou familiares
  • Alterações no sono (insônia, sono fragmentado) e no apetite
  • Perda de interesse por atividades antes prazerosas
  • Queixas físicas recorrentes (como dor de cabeça e fadiga) sem causa orgânica clara
  • Baixa autoestima, autoimagem negativa ou expressões de desesperança 

“Viver no mundo moderno exige atenção redobrada à saúde mental dos mais jovens. Pais e mães não devem esperar por crises visíveis para agir — a observação atenta, o diálogo frequente e a promoção de equilíbrio diário são as melhores defesas”, ressalta Renata Sanches, psicóloga da Clínica Bels, graduada pelo Instituto de Psicologia da USP. 

Eles também pontuam algumas estratégias práticas e preventivas para ajudar os pais:

  1. Estabelecer rotinas consistentes – horários fixos para acordar, dormir, estudar e relaxar reduzem a ansiedade.
  2. Limitar tempo de tela e uso de redes sociais – incentivar pausas, atividades offline e evitar dispositivos antes de dormir.
  3. Estimular atividade física e sono de qualidade – fundamentais para regulação do humor e bem-estar emocional.
  4. Manter diálogo aberto e escuta ativa – acolher sentimentos e abrir espaço para conversas cotidianas.
  5. Oferecer atividades de relaxamento fora do digital – caminhadas, leitura impressa, jogos lúdicos e momentos em família.
  6. Ensinar ferramentas de regulação emocional – respiração profunda, meditação guiada ou diário emocional.
  7. Dar o exemplo – pais que equilibram o uso de telas e praticam autocuidado servem como modelo positivo.
  8. Buscar apoio profissional quando necessário – diante de sinais persistentes, procurar pediatra, psicólogo ou psiquiatra. 

Intervenções precoces fazem diferença no desenvolvimento emocional. Com carinho, presença e atenção aos sinais, pais e mães podem construir um ambiente saudável e protetor para seus filhos, reduzindo riscos e fortalecendo vínculos. 

Quando esses comportamentos se estendem por semanas e comprometem o funcionamento escolar, social ou familiar, é recomendado buscar orientação de um especialista, seja um pediatra, psicólogo ou psiquiatra.

 

Outubro Rosa: Caminhada do COC reforça iniciativas de combate ao câncer de mama

 

Evento no dia 18 de outubro simboliza comprometimento com as ações que salvam vidas; inscrições estão abertas

 

Reforçar a necessidade de um estilo de vida saudável está entre as propostas do Centro de Oncologia Campinas durante a campanha Outubro Rosa de prevenção ao câncer de mama. A 6ª edição da Caminhada contra o Câncer de Mama, que o COC organizará no dia 18 de outubro, é uma das oportunidades criadas pelo centro para destacar a necessidade dos exercícios na prevenção à doença e ainda de reunir pacientes, familiares e apoiadores da causa em torno da conscientização sobre a neoplasia.

O percurso suave pelas ruas do distrito de Barão Geraldo, de 2,5 quilômetros, receberá um evento criado para simbolizar a solidariedade e o comprometimento com ações para salvar vidas. Agentes da mobilidade urbana acompanharão os participantes e cuidarão do fechamento do trânsito ao longo do trajeto. A concentração será a partir das 8h, em frente à sede do COC, com saída às 8h30.

Para confirmar presença na caminhada do COC, é preciso se inscrever até o dia 17/10/2025, via formulário online neste link. O valor da taxa, que dá direito à camiseta, é de R$ 75,00. Em seguida, o participante deve enviar o comprovante de pagamento da inscrição via WhatsApp (19) 99368-8704. A retirada dos kits da caminhada ocorrerá de 16 a 17 de outubro, das 9h às 17h, na sede do COC

Fernando Medina, oncologista clínico, reforça que o exercício físico regular, incluindo a caminhada, tem sido associado à redução dos níveis de estrogênio, um hormônio que está relacionado ao desenvolvimento do câncer de mama em mulheres na pós-menopausa. “Além disso, a caminhada regular contribui para a redução da gordura corporal, que é um dos fatores de risco para o câncer de mama”, acrescenta.

Os benefícios da caminhada, complementa, também se estendem ao sistema imunológico, fortalecendo-o e aumentando a capacidade do organismo de combater doenças, incluindo o câncer. “Além disso, a prática regular de exercícios ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, que também são fatores de risco relacionados ao desenvolvimento de várias doenças, incluindo o câncer de mama”, lembra.

É importante ressaltar, frisa Medina, que a caminhada deve ser combinada com um estilo de vida saudável, o que significa uma alimentação equilibrada, sem consumo de álcool e tabagismo. “Além disso, é recomendado consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer nova atividade física, especialmente se você já tiver algum problema de saúde pré-existente”, recomenda.

 

SERVIÇO

O quê: 6ª Caminhada contra o Câncer de Mama “Quem procura, cura!”

Quando: Dia 18/10, a partir das 8h

Onde: Centro de Oncologia Campinas, Rua Alberto de Salvo, 311, Barão Geraldo, Campinas

Quanto: R$ 75,00

Inscrições: Para confirmar presença na caminhada do COC, é preciso se inscrever até o dia 17/10/2025, via formulário online neste link. O valor da taxa, que dá direito à camiseta, é de R$ 75,00. Em seguida, o participante deve enviar o comprovante de pagamento da inscrição via WhatsApp (19) 99368-8704. A retirada dos kits da caminhada ocorrerá de 16 a 17 de outubro, das 9h às 17h, na sede do COC


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