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segunda-feira, 9 de junho de 2025

Hospital Veterinário LeVet lança campanha “Zé Patinhas” para conscientizar sobre vacinação de pets em Curitiba

Campanha alia informação qualificada e prevenção para saúde de cães e gatos


O Hospital Veterinário LeVet, referência em cuidado animal e atendimento humanizado na capital paranaense, acaba de lançar a campanha “Zé Patinhas”, uma ação que une conscientização, informação qualificada e prevenção para reforçar a importância da vacinação de cães e gatos.

Inspirada no personagem infantil Zé Gotinha, a campanha apresenta a mascote Zé Patinhas, criada para aproximar a temática da imunização de forma leve e educativa, tornando o momento da vacinação mais acolhedor para tutores e pets.

“O Zé Patinhas é a nossa forma de tornar a vacinação mais acolhedora. Queremos que os tutores se sintam seguros e bem-informados para cuidar da saúde dos seus pets com tranquilidade e carinho”, afirma o Dr. Luiz Felipe Ximenes Cibin, diretor técnico do Hospital Veterinário LeVet (CRMV-PR 4697).


Protocolo seguro

Como parte da iniciativa, o LeVet criou o Protocolo Zé Patinhas, que sugere a combinação das vacinas essenciais para cães (V10 e antirrábica) e gatos (V5 e antirrábica), sempre respeitando as normas do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e a liberdade de escolha dos tutores.

“Nós orientamos, explicamos e indicamos o melhor caminho, mas sempre com ética e respeito. Não há obrigatoriedade, tampouco venda casada. Nosso foco é a saúde do animal e a confiança do tutor”, reforça Dr. Cibin.

Durante toda a campanha, o hospital realiza ações especiais aos sábados, incluindo blitz educativas, orientação presencial, esclarecimento de dúvidas e a participação de grandes marcas do setor pet, criando um ambiente ainda mais acolhedor para os visitantes.

Um dos destaques da campanha é o mural de fotos: após a vacinação, os tutores podem registrar o momento com uma foto polaroide, criando uma memória afetiva em um espaço exclusivo dentro da clínica.

Com a campanha “Zé Patinhas”, o LeVet reafirma seu compromisso com a medicina preventiva, promovendo um atendimento baseado no respeito, na responsabilidade e no amor aos animais.




LeVet Hospital Veterinário
https://hvlevet.com.br/

 

Hoje é o “Dia da Imunização”. Especialista reforça alerta sobre queda na cobertura vacinal no Brasil!

Foto: Ministério de Saúde
A data destaca a importância das vacinas para a saúde pública e expõe os riscos do enfraquecimento da cultura vacinal no país. Infectologista Dr. Klinger Faíco destaca a importância da vacinação. 

 

O Dia da Imunização, celebrado hoje, dia 9 de junho, é um lembrete importante sobre o papel fundamental das vacinas na prevenção de doenças e na saúde pública. Graças à imunização, enfermidades graves como poliomielite, influenza, covid, sarampo e rubéola foram controladas e, em alguns lugares até erradicadas. 

Mais do que um direito, se vacinar é uma responsabilidade coletiva. Ao manter a carteira de vacinação em dia, protegemos não apenas a nós mesmos, mas também quem está ao nosso redor, especialmente crianças, idosos e pessoas com a saúde mais frágil.

No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), criado em 1973, é um dos mais completos do mundo, oferecendo vacinas gratuitas para todas as faixas etárias. Ainda assim, os índices de cobertura vacinal têm oscilado nos últimos anos, o que reacendeu o alerta para a importância da conscientização. 

Dados do Ministério da Saúde atualizados até 26 de maio revelam que o Brasil vacinou apenas 31,93% do público prioritário contra a Influenza, que inclui gestantes, crianças, idosos e profissionais da saúde. Dos 46,9 milhões de brasileiros estimados, apenas 26,7 milhões foram imunizados até o momento.

“A população não está deixando de se vacinar por falta de acesso. O que estamos vendo é uma erosão silenciosa da cultura vacinal, agravada por campanhas fracas, ausência de busca ativa e desinformação. Isso transforma vírus sazonais em ameaças letais, especialmente para idosos e crianças pequenas”, alerta o Dr. Klinger Soares Faico Filho, infectologista da UNIFESP e CEO do InfectoCast.

 

8 Mitos e Verdades sobre Saúde Bucal

O cirurgião- dentista Adriano Rafael explica se é preciso parar de passar o fio- dental caso a gengiva sangre

 

Quem não quer ter ou manter o sorriso bonito? Mas manter a saúde bucal vai muito além da questão estética. Há uma série de informações e desinformações sobre este tema. 

Diante disso, o cirurgião- dentista especialista em cirurgia plástica periodontal, implantes e prótese sobre implantes, Adriano Rafael, listou oito mitos e verdades sobre saúde bucal:

 

Escovar com força limpa melhor?

MITO. Escovar com força pode causar retração gengival e desgaste do esmalte. Mais força, menos proteção.

 

Enxaguante substitui a escova?

MITO. Ele ajuda, mas não limpa a placa bacteriana. Escova e fio dental continuam sendo indispensáveis.

 

Doces causam cáries?

VERDADE (com contexto). O perigo está na frequência e no tempo que o açúcar fica na boca. Escove depois!

 

Fio dental é só quando fica algo preso?

MITO. A função principal é tirar a placa entre os dentes. Use todo dia!

 

Sangrou ao passar o fio? Melhor parar?

MITO. O sangramento é sinal de inflamação. Insista (com cuidado), e ela vai melhorar.

 

A língua precisa ser escovada?

VERDADE. Ela acumula bactérias e é a maior vilã do mau hálito.

 

Dente de leite com cárie não precisa tratar?

MITO. Se não cuidar, pode afetar o dente permanente e causar problemas na mastigação da criança.

 

Mau hálito vem sempre do estômago?

MITO. Em 90% dos casos, o problema está na boca: língua, gengiva e dentes mal higienizados.

 


https://www.instagram.com/dr.adrianorafael?igsh=MW10em93a2pid2pwcw%3D%3D&utm_source=qr


Reabilitação pós-AVC: como a reabilitação ajuda pacientes a reconquistar autonomia


Com apoio da neurociência e da escuta humanizada, pacientes redescobrem sua autonomia funcional

 

A reabilitação de pacientes após um Acidente Vascular Cerebral (AVC) exige mais do que protocolos clínicos — requer tempo, precisão e sensibilidade. É o que aponta o Dr. Luca Adan, fisiatra da YUNA, instituição especializada em reabilitação e transição de cuidados, que recebe pacientes em estágios subagudos e subcrônicos do AVC, muitas vezes ainda dependentes de sondas, traqueostomias ou com feridas associadas à imobilização hospitalar prolongada. 

Um dos pilares do processo de reabilitação na YUNA é a mobilização precoce. Estudos clínicos reforçam a importância dessa abordagem, como uma metanálise publicada no Journal of Stroke and Cerebrovascular Diseases (2021), que apontou que a mobilização precoce está associada à redução de complicações como trombose venosa profunda, pneumonia e perda de massa muscular, além de contribuir para melhores desfechos funcionais no longo prazo.

“Grande parte dos pacientes pós-AVC chega com perda significativa da autonomia. A primeira meta é tirar o corpo da imobilidade. Isso começa com atividades como tomar banho no chuveiro, manter-se sentado com estabilidade (sedestação), treinos em pé com apoio (ortostatismo), entre outras”, explica o Dr. Luca. “Cada gesto de sair da cama é um gesto de vida.”

 

Neuroplasticidade: ciência por trás da recuperação funcional
 

O cérebro lesionado pelo AVC tem a capacidade de se reorganizar, graças a um conceito conhecido como neuroplasticidade. Segundo a American Heart Association (AHA), a reabilitação intensiva nas primeiras semanas após o evento vascular é crucial para estimular essas novas conexões neuronais.

“A neuroplasticidade refere-se à capacidade do cérebro de se modificar e reorganizar em resposta a experiências, aprendizagem e lesões. Aproveitamos essa janela para aplicar estímulos neuromusculares específicos, como fortalecimento, controle postural, transferências e, quando necessário, recursos complementares como a eletroestimulação funcional ou o cicloergômetro”, explica o fisiatra. Esses estímulos aceleram a reconexão entre mente e corpo, respeitando sempre o tempo individual de cada paciente.

Mais do que devolver o movimento, a reabilitação busca resgatar a dignidade do paciente. Isso passa por treinos voltados às atividades da vida diária (AVD), como escovar os dentes, vestir-se ou alimentar-se com independência. 

“São gestos simples, mas que representam um reencontro com a própria identidade”, afirma o Dr. Luca. “Quando o paciente consegue realizar uma tarefa sozinho, ele se reconhece novamente no espelho da autonomia”, completa.

 

Uma equipe multidisciplinar para cuidar além do corpo
 

Na YUNA, a reabilitação é conduzida por uma equipe multidisciplinar composta por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, médicos fisiatras, fonoaudiólogos, psicólogos, nutricionistas e enfermeiros. A atuação conjunta é respaldada por evidências: uma pesquisa publicada no Archives of Physical Medicine and Rehabilitation (2020) demonstrou que abordagens integradas reduzem o tempo de internação e melhoram os índices de recuperação funcional em pacientes com AVC.

As reuniões clínicas semanais permitem o acompanhamento contínuo e a adaptação dos planos terapêuticos conforme a resposta de cada paciente. “Mais do que seguir um protocolo rígido, buscamos ajustar o cuidado com precisão e empatia”, diz o fisiatra.
 

Quando é hora de voltar para casa?
 

A alta hospitalar é cuidadosamente planejada. O tempo de internação varia de acordo com o grau de comprometimento neurológico, complicações associadas e progressão clínica. 

Na YUNA, essa transição envolve a avaliação conjunta da equipe, adaptação do domicílio, orientações aos familiares e, quando necessário, a continuidade do tratamento em regime ambulatorial ou home care.
 

A família como aliada na continuidade do cuidado 

A reabilitação pós-AVC não termina na clínica. “Para que a recuperação seja sustentável, é essencial que a família esteja engajada desde o início”, reforça o Dr. Luca. A equipe da YUNA realiza encontros regulares com os cuidadores para alinhar expectativas, fornecer instruções técnicas e promover o suporte emocional necessário.

Segundo o Instituto Nacional de Doenças Neurológicas e AVC dos Estados Unidos (NINDS), o suporte familiar estruturado pode dobrar as chances de reintegração funcional de um paciente após um AVC. 

“Cada paciente tem um tempo e uma história. Na reabilitação, acolher esses fatores é tão importante quanto prescrever exercícios. O cuidado começa no corpo, mas se realiza plenamente no vínculo e na escuta”, conclui o especialista.
  


YUNA
Mais informações no telefone (11) 3087-3800 ou no site Link

 

Vacinação contra a gripe é aliada para redução da gravidade de casos e internações no Hospital Sapiranga

Canvas

Instituição reforça importância da imunização e de medidas preventivas no enfrentamento às doenças respiratórias

Vacinação contra a gripe é aliada para redução da gravidade de casos e internações no Hospital Sapiranga 

Instituição reforça importância da imunização e de medidas preventivas no enfrentamento às doenças respiratórias

 

Em meio à alta demanda por atendimentos de doenças respiratórias desde maio, o Hospital Sapiranga observa um dado importante: pacientes vacinados contra a gripe têm apresentado quadros mais leves da doença, com menor necessidade de internação e suporte intensivo.

Mesmo quando infectadas, as pessoas imunizadas geralmente apresentam sintomas mais brandos, menor tempo de recuperação e risco reduzido de complicações, conforme explica a Médica Coordenadora da Emergência e Unidades de Internação do Hospital Sapiranga, Dra. Andressa Conti.  

“A prática clínica tem mostrado que a vacinação é uma ferramenta eficaz. Pacientes vacinados evoluem melhor, com menor necessidade de leitos hospitalares, inclusive de UTI, o que alivia a pressão sobre o sistema de saúde”, afirmou.

A campanha de vacinação contra a gripe ganha ainda mais relevância durante o outono e o inverno, quando há maior circulação de vírus respiratórios. De acordo com o hospital, manter a carteira vacinal em dia é essencial para proteger os grupos mais vulneráveis — como idosos, crianças e pessoas com comorbidades — e evitar a superlotação dos serviços de emergência.

Além da vacinação, o Hospital Sapiranga reforça a importância de adotar medidas preventivas cotidianas para conter a disseminação dos vírus. Entre as orientações estão:

  • Higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel;
  • Evitar tocar olhos, nariz e boca sem higienização prévia;
  • Manter ambientes ventilados;
  • Usar máscara ao apresentar sintomas gripais ou em locais fechados;
  • Evitar aglomerações e cobrir nariz e boca com o braço ao tossir ou espirrar.

Essas ações, somadas à imunização, são fundamentais para preservar a saúde da população e reduzir a demanda por atendimentos hospitalares em períodos críticos.

Para mais informações sobre o Hospital Sapiranga, entre em contato pelo telefone (51) 3599-8100 ou acesse www.hospitalsapiranga.com.br.  

 

Marcelo Matusiak

 

Câncer de pele não melanoma: Seconci-SP orienta sobre prevenção e cuidados

Esse é o tipo mais comum e representa 95% do total dos casos de câncer de pele 



Por ocasião do Dia Global de Conscientização sobre o Câncer de Pele Não Melanoma (13 de junho), o dermatologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), Sigefredo Castro Griso, explica as formas de prevenção e cuidados com este que é o tipo mais comum de câncer de pele, representando 95% do total de casos.

O câncer de pele não melanoma ocorre principalmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas, podendo destruir estas estruturas. Ele responde por 30% de todos os tumores malignos no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Este tipo de câncer se desenvolve nas células que não produzem melanina, que são as células produtoras do pigmento da pele. Os dois tipos mais comuns são o carcinoma basocelular (CBC) e o carcinoma espinocelular (CEC).

“O carcinoma basocelular é o mais prevalente e surge nas células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme, que forma a parte superior da pele. Ele tem baixa letalidade e, se for diagnosticado precocemente, tem cura. O segundo tipo é o carcinoma espinocelular, que também tem cura e se manifesta nas células escamosas, que formam a maior parte das camadas superiores da pele”, explica o médico.

Dr. Sigefredo destaca que a principal causa é a exposição prolongada e repetida à radiação UV (ultravioleta) do sol, embora se deva incluir também o histórico familiar. “É importante ficar atento a manchas avermelhadas com ou sem crosta, e a lesões que não cicatrizam em quatro semanas. Estes são alguns dos sinais de alerta para procurar um médico”.

O diagnóstico é feito através da avaliação clínica da pele e pelo exame anatomopatológico, com biópsia. “Uma vez confirmado o diagnóstico e, dependendo do tamanho, a retirada cirúrgica pode ser feita no Seconci-SP, mantendo a margem de segurança e as bordas livres”, afirma o especialista.

Para os trabalhadores da construção que, pelas características do trabalho, muitas vezes ficam expostos ao sol por longos períodos e nos horários mais críticos, entre 10 e 16 horas, além de aplicar o protetor solar com FPS 30 ou mais e usar os equipamentos de proteção individual, a indicação é dar preferência às roupas que cubram os braços. “Se for possível, a recomendação é reaplicar o filtro solar a cada duas horas, em especial para aqueles que suam muito”, finaliza.



Inverno agrava doenças vasculares e aumenta risco de trombos

Inchaço persistente, cãibras frequentes, formigamento, alterações na cor da pele e feridas de difícil cicatrização são sinais de má circulação que merecem avaliação médica
 

Com a chegada das temperaturas mais baixas, os cuidados com a saúde vascular ganham ainda mais importância. A contração natural dos vasos sanguíneos nas extremidades do corpo durante o frio, combinada com a tendência à imobilidade, favorece o agravamento de problemas circulatórios. O alerta é da angiologista e cirurgiã vascular Dra. Lidiane Rocha.

Segundo a especialista, que também integra a Comissão de Flebologia da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional São Paulo (SBACV-SP), o frio provoca uma vasoconstrição — ou seja, um estreitamento dos vasos sanguíneos — principalmente nas mãos e pés. “O corpo tenta manter o calor nos órgãos vitais, reduzindo o fluxo sanguíneo periférico. Isso pode causar dormência, formigamento e até dor”, explica. Mesmo quem não tem diagnóstico de doença vascular pode apresentar sinais de má circulação, como mãos e pés frios, dormência e sensação de peso nas pernas. “São reações comuns do corpo à queda de temperatura, especialmente se a pessoa fica muito tempo imóvel ou em ambientes frios”, completa.

Essa combinação de frio e sedentarismo contribui para o acúmulo de sangue nas pernas, o que agrava quadros como varizes e inchaços e aumenta o risco de trombose venosa profunda. Doenças como hipertensão arterial e o fenômeno de Raynaud — que provoca espasmos nos vasos dos dedos — também tendem a se intensificar nessa estação. “O frio é um gatilho importante para crises de Raynaud. Os vasos dos dedos sofrem espasmos, causando palidez, dor, sensação de agulhadas e coloração azulada. Por isso, é fundamental manter as mãos protegidas e aquecidas”, destaca a médica.

Alguns sintomas indicam que a circulação pode estar comprometida e exigem atenção médica. Entre eles, estão o inchaço persistente, cãibras frequentes, formigamento, mudança na coloração da pele — como palidez ou tom arroxeado — e feridas que demoram a cicatrizar. “Esses sinais podem indicar que o sangue não está circulando bem e devem ser avaliados por um especialista”, reforça.


Como prevenir os problemas circulatórios no frio

Para preservar a saúde vascular no inverno, a Dra. Lidiane recomenda cuidados simples, mas eficazes no dia a dia: evitar longos períodos sentado, usar roupas confortáveis (sem apertar), manter-se fisicamente ativo, hidratar-se bem — mesmo no frio — e, ao repousar, elevar as pernas. Ela explica que roupas justas dificultam o retorno venoso e linfático, e que o frio acentua esse efeito. “A imobilidade favorece a estagnação do sangue nas pernas, e roupas apertadas agravam ainda mais esse quadro”, alerta.

A prática de exercícios físicos é uma das formas mais eficientes de manter a circulação ativa. “Caminhadas, exercícios em casa, dança, bicicleta ergométrica, hidroginástica em piscina aquecida. O importante é manter o corpo em movimento. A regularidade conta mais do que a intensidade”, esclarece. E a alimentação deve ser monitorada: “No inverno, é comum aumentar o consumo de sal e gordura, o que prejudica a circulação. Recomendo uma dieta rica em fibras, vegetais, frutas vermelhas e alimentos com ômega-3, como peixes e sementes.”

As meias de compressão também são ótimas aliadas, especialmente para pessoas com varizes, pernas cansadas ou inchadas, gestantes e pacientes com histórico de trombose. “Elas ajudam no retorno do sangue das pernas ao coração, mas devem ser usadas sempre com orientação médica”, aconselha. Aquecer o corpo é essencial para evitar a contração dos vasos. No entanto, a médica alerta para o uso cuidadoso de fontes de calor direto. “Bolsas térmicas e aquecedores não devem ser aplicados diretamente sobre a pele, sobretudo em pessoas com diabetes ou sensibilidade reduzida, para evitar queimaduras”.

Por conta do clima mais ameno e da menor exposição solar, o inverno é considerado uma das melhores épocas para o tratamento de varizes. “É um período ideal para realizar escleroterapia. O uso das meias de compressão torna-se mais confortável e há menor risco de manchas pós-tratamento. A recuperação costuma ser mais tranquila”, afirma.

Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, obesidade, hipertensão e histórico vascular, devem redobrar os cuidados nessa época do ano. Em muitos casos, pode ser recomendada a realização de exames preventivos, como o ecodoppler das pernas. A Dra. Lidiane reforça ainda a importância do acompanhamento multidisciplinar na prevenção de complicações vasculares. “A circulação depende de vários fatores — alimentação, atividade física, controle de doenças crônicas. Quando o cuidado é feito em equipe, com médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e enfermeiros, os resultados são mais eficazes.”

Ela cita um caso de sucesso envolvendo esse tipo de abordagem: “Tive um paciente com diabetes e uma ferida na perna que estava evoluindo mal. Com o trabalho conjunto do cirurgião vascular, endocrinologista, nutricionista e fisioterapeuta, conseguimos controlar a glicemia, fazer curativos adequados e ajustar a alimentação. A ferida cicatrizou completamente e ele voltou à rotina com segurança.”

A SBACV-SP tem como missão levar informação de qualidade sobre saúde vascular à população. Para outras informações acesse o site e siga as redes sociais da Sociedade (Facebook e Instagram). 



Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional São Paulo – SBACV-SP
www.sbacvsp.com.br

 

CONITEC abre consulta pública para inclusão de semaglutida no SUS

  • Semaglutida 2,4 mg será o primeiro tratamento para obesidade disponível na rede pública de saúde.
  • Serão beneficiados pacientes com obesidade que tenham histórico de doença cardiovascular estabelecida, sem diabetes, a partir de 45 anos de idade.
  • À base de semaglutida, o medicamento demonstrou cientificamente ser o único para obesidade, aprovado e disponível no Brasil, que também reduz o risco de doenças graves do coração.


A Novo Nordisk, líder global em saúde, comunica que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) abriu uma consulta pública para ouvir a sociedade civil e a classe médica até o dia 30 de junho de 2025 sobre a inclusão de semaglutida 2,4 mg na rede pública de saúde para o tratamento da obesidade em pacientes com histórico de doença cardiovascular estabelecida, sem diabetes, a partir de 45 anos de idade. Se aprovado, este será o primeiro tratamento medicamentoso para a doença disponível na rede pública de saúde brasileira. 

Segundo o atlas Mundial da Obesidade 2025, lançado em março pela Federação Mundial da Obesidade, um bilhão de pessoas vive com sobrepeso em todo o mundo e o número pode passar de 1,5 bilhão até 2030. Só no Brasil, quase 1/3 dos adultos vive com a doença, que cresce de forma acelerada no país. O levantamento mostrou que 68% dos brasileiros adultos estão vivendo com sobrepeso, sendo que esse número chega a 31% quando se fala em obesidade. 

“Atualmente, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de sobrepeso e obesidade do Sistema Único de Saúde (SUS) recomenda apenas intervenções de mudança de estilo de vida, como dieta e atividade física, e, em casos mais graves, a cirurgia bariátrica. No entanto, existe uma lacuna significativa entre essas opções, pois muitos pacientes não respondem adequadamente apenas às mudanças de estilo de vida, mas ainda não são elegíveis ou preferem não recorrer à cirurgia. Além disso, em situações mais graves, para ser submetido à uma cirurgia tão invasiva, o paciente também precisa perder peso antes do procedimento. Semaglutida 2.4 mg preenche essa lacuna ao oferecer, pela primeira vez na rede pública, uma opção farmacológica comprovada e eficaz para o tratamento da obesidade, ajudando pacientes que precisam de uma intervenção adicional antes de considerar uma cirurgia, ou ainda, na manutenção dessa perda significativa de peso”, afirma Priscilla Mattar, vice-presidente da Área Médica da Novo Nordisk no Brasil. 

A semaglutida 2,4 mg é o primeiro tratamento para obesidade com benefício cardiovascular comprovado, além de ser, no país, o primeiro análogo semanal do GLP-1 aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para tratar pessoas que vivem com obesidade e sobrepeso com ao menos uma comorbidade relacionada ao peso1. Aprovada pela ANVISA em janeiro de 2023, a semaglutida 2,4 mg chegou às farmácias brasileiras em agosto de 2024.


 
Acesso e impacto financeiro 

"Essa submissão representa um passo importante no compromisso da Novo Nordisk em ampliar o acesso da população a tratamentos inovadores e eficazes. A obesidade é uma doença grave que impacta diretamente a saúde pública e a economia do Brasil, contribuindo para mais de 60 mil mortes prematuras anualmente no país, relacionadas a condições como diabetes tipo 2 e AVC. Oferecer um tratamento medicamentoso comprovado para a obesidade na rede pública pode não apenas salvar vidas, mas também reduzir os custos associados ao tratamento das doenças crônicas ligadas ao sobrepeso", ressalta Leonardo Bia, vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil 

De acordo com um estudo realizado pelo Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), dos 6 bilhões de reais que foram utilizados em 2019 com tratamento de doenças crônicas, aproximadamente 22% ou 1,5 bilhão de reais foram atribuídos ao excesso de peso e à obesidade. 

Para participar da consulta pública, a população deve acessar este link e enviar suas contribuições até o dia 30 de junho de 2025.

 

Novo Nordisk
www.novonordisk.com.br
Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube.



Referência 

1) Lincoff AM, Brown-Frandsen K, Colhoun HM, et al. Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in Obesity without Diabetes. N Engl J Med. 2023; 389:2221-2232.

 

Teste do Pezinho identifica doze casos da Doença Rara AME-5q e amplia impacto da Triagem Neonatal

Projeto-piloto do Instituto Jô Clemente (IJC) já triou mais de 159 mil recém-nascidos e ganha destaque internacional com publicação científica sobre o tema

 

A Atrofia Muscular Espinhal tipo 5q (AME-5q) é uma Doença Rara genética e progressiva que afeta os neurônios motores, comprometendo a força muscular e, nos casos mais graves, as funções básicas como respirar e engolir. Apesar dos avanços na medicina, a AME-5q ainda está entre as principais causas genéticas de óbito infantil no Brasil, com uma incidência estimada de 1 a cada 12 mil nascidos vivos. O diagnóstico tardio, comum em Doenças Raras, dificulta o início precoce do tratamento, fator fundamental para a sobrevida e qualidade de vida dos bebês.

Em resposta a esse cenário, o Instituto Jô Clemente (IJC), Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que promove saúde, qualidade de vida e inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras, lidera um Projeto Piloto de Triagem Neonatal no estado de São Paulo que já triou mais de 159 mil recém-nascidos em toda a rede pública do município de São Paulo e em parte do estado. A iniciativa identificou 12 casos que receberam diagnóstico precoce e encaminhamento para tratamento no Sistema Único de Saúde – SUS desde o início do projeto, em julho de 2023.

Realizada por meio do Teste do Pezinho, a Triagem representa um avanço significativo no cuidado neonatal e na abordagem das Doenças Raras no Brasil. “Identificar doze casos em tempo hábil para o início do tratamento é um marco na saúde pública e mostra a viabilidade de expandir esse modelo para todo o país”, explica a Dra. Vanessa Romanelli, pesquisadora responsável pelo projeto e supervisora do Laboratório de Biologia Molecular do Instituto Jô Clemente (IJC). 

O projeto é realizado em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS-SP), Secretaria Estadual da Saúde (SES-SP), seis centros clínicos distribuídos pelo estado e outros dois serviços de referência em Triagem Neonatal localizados em Campinas e Ribeirão Preto. O apoio financeiro vem do IJC e das farmacêuticas Biogen, Novartis e Roche. 

Além do impacto direto no diagnóstico precoce e tratamento, o projeto também se tornou referência no campo científico e acadêmico. Em 2024, o IJC publicou seu primeiro artigo internacional sobre o tema na revista Genes, intitulado “Abordagens Integradas e Recomendações Práticas no Cuidado de Pacientes Identificados com Atrofia Muscular Espinhal 5q por meio do Teste do Pezinho”. A publicação reforça o protagonismo do Brasil na inclusão de testes genéticos na Triagem Neonatal.

A Triagem da AME-5q também integra a expansão prevista pela Lei Federal 14.154/2021, ao lado de outras duas doenças genéticas como a Imunodeficiência Grave Combinada (SCID) e Agamaglobulinemia (AGAMA). Essas três doenças podem, inclusive, ser triadas em uma única reação de laboratório, reduzindo custos com fluxo laboratorial. O Laboratório de Biologia Molecular do Instituto Jô Clemente (IJC), inaugurado em 2023, tem sido fundamental para essa transformação. Com capacidade para processar até 35 mil testes por mês, o espaço tem viabilizado tanto o avanço da Triagem Genética quanto a produção de dados estratégicos para políticas públicas em Doenças Raras. 

“Com a Triagem Neonatal da AME-5q passamos a oferecer um futuro diferente desde o nascimento. Identificar precocemente permite iniciar o tratamento antes do aparecimento dos sintomas, o que faz toda a diferença na qualidade de vida dessas crianças”, conclui Dra. Vanessa.

O Instituto Jô Clemente (IJC) também marcará presença no SMA Annual Conference 2025, um dos maiores eventos globais sobre Atrofia Muscular Espinhal (AME 5q), promovido pela Organização norte-americana Cure SMA. Realizado nos dias 25 a 29 de junho em Anaheim, Califórnia (EUA), o encontro reunirá pesquisadores, profissionais de saúde, famílias e representantes da indústria para discutir os avanços no tratamento e no cuidado da AME-5q.
 

A supervisora do Laboratório de Biologia Molecular do IJC, Dra. Vanessa Romanelli, apresentará os resultados parciais do projeto de Triagem Neonatal da AME-5q aos demais pesquisadores de diversos países que estarão presentes no evento. 



Instituto Jô Clemente (IJC)
Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 5080-7000 ou visite o site do IJC (ijc.org.br), o primeiro do Brasil 100% acessível e com Linguagem Simples.

 

Você faz dieta, mas não emagrece nas pernas? Pode ser lipedema

No mês de conscientização sobre o lipedema, médica nutróloga responde 6 dúvidas comuns sobre sintomas e tratamento 


No mês de conscientização sobre o lipedema, médica nutróloga responde 6 dúvidas comuns sobre sintomas e tratamento

Junho é o mês de conscientização sobre o lipedema e cerca de 10% das mulheres no mundo vivem com a doença, segundo estimativa do Instituto Lipedema Brasil. No Brasil, são mais de 5 milhões de pacientes com sintomas como acúmulo de gordura desproporcional nos membros inferiores, dor crônica, hematomas frequentes e dificuldade para perder gordura nas pernas e quadris. A condição crônica só passou a ser reconhecida oficialmente pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11) em 2022, o que ajuda a explicar por que tantas mulheres ainda convivem com sintomas sem diagnóstico ou tratamento adequado. 

Esse foi o caso da jornalista Tamara Lopes, 33 anos, que desde a adolescência convivia com o incômodo nas pernas e nos braços. Mesmo com alimentação saudável e rotina de treinos, ela sentia as pernas pesadas, notava hematomas frequentes e achava que tudo era culpa do seu corpo ou falta de esforço. A autoestima foi duramente afetada ao longo dos anos, com insegurança para usar roupas curtas e frustração constante por não enxergar resultados. Em 2024, após encontrar relatos semelhantes nas redes sociais, buscou avaliação médica e recebeu o diagnóstico. Desde então, passou a seguir uma dieta cetogênica, cortou glúten e açúcar, e manteve uma rotina constante de treinos.

“Por muito tempo, eu achava que era culpa minha, que não estava me esforçando o suficiente, o que abalava muito meu emocional. O diagnóstico pode assustar no começo, mas entender nosso próprio corpo é o primeiro passo para cuidar dele com mais carinho e consciência. Com informação, apoio e autocuidado, é possível viver com mais leveza e autoestima”, relata.

A seguir, a médica clínica e nutróloga Dra. Fernanda Vasconcelos, do Instituto Qualitté, responde cinco perguntas frequentes sobre o tema.


1) O que é lipedema e quais são os sintomas mais comuns?

É uma doença crônica e inflamatória, de origem genética, que causa acúmulo anormal de gordura nas pernas, coxas, quadris e, em alguns casos, nos braços. A gordura se acumula de forma simétrica e está associada a dor, sensibilidade ao toque, inchaço, retenção de líquido e hematomas. Os nódulos de gordura não desaparecem com dieta ou atividade física e são palpáveis e dolorosos.


2) Qual a diferença entre lipedema e obesidade?

Apesar de provocar aumento de volume corporal, o lipedema não está relacionado apenas à alimentação ou ao sedentarismo. Ele envolve alterações no tecido adiposo e na circulação linfática. Por isso, a perda de peso com dieta e exercício costuma ocorrer no abdômen, mas não nas pernas e quadris


3)  Quais são as formas de tratamento para o lipedema?

O tratamento se baseia em cinco pilares principais:

  • Dieta anti-inflamatória rica em fibras
  • Exercícios físicos regulares
  • Drenagem linfática 2x/semana 
  • Terapia hormonal
  • Bioestimuladores de colágeno com subincisão local, para tratar retrações de fibrose e celulite nos casos mais graves

4) O aspecto emocional também é afetado?

Sim. O lipedema impacta diretamente a autoestima. Muitas mulheres enfrentam julgamentos, privações e frustração por não conseguirem melhorar a aparência das pernas com métodos tradicionais. O acompanhamento psicológico é indicado para lidar com esse desgaste emocional.


5) O tratamento precisa seguir todas essas etapas ao mesmo tempo?

Sim. Quando um dos pilares é ignorado, os resultados são comprometidos. A combinação das cinco frentes é fundamental para que o tratamento seja eficaz e duradouro.


6) Qual o papel da alimentação no controle do lipedema?

A alimentação é uma das frentes mais importantes no controle do lipedema. Dietas anti-inflamatórias, com baixo consumo de açúcar, glúten e ultraprocessados, ajudam a reduzir os nódulos de gordura inflamada e a melhorar a circulação. O intestino tem papel central nesse processo, quando há disbiose ou permeabilidade aumentada, o corpo inteiro sofre uma sobrecarga inflamatória, o que repercute nas pernas. Por isso, além da dieta rica em fibras, vegetais e antioxidantes, é importante avaliar a saúde intestinal e, quando necessário, incluir suplementos ou probióticos sob orientação. Não se trata de emagrecer, e sim de reequilibrar processos que influenciam diretamente a dor, o inchaço e a resposta do organismo ao tratamento.

 

Cirurgia bariátrica no Brasil: novas diretrizes ampliam acesso e reforçam segurança

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, em maio de 2025, a Resolução nº 2.429/25, promovendo mudanças significativas nas diretrizes para a realização da cirurgia bariátrica e metabólica no Brasil. As atualizações visam ampliar o acesso ao procedimento e reforçar a segurança dos pacientes, refletindo avanços científicos na compreensão da obesidade como uma doença crônica e multifatorial.


Principais mudanças nas diretrizes

A nova resolução estabelece que pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 e 34,9 kg/m² podem ser elegíveis para a cirurgia, desde que apresentem comorbidades graves, como diabetes tipo 2 de difícil controle, apneia obstrutiva do sono ou esteatose hepática avançada.

Além disso, adolescentes a partir de 14 anos com obesidade grave (IMC acima de 40 kg/m²) e complicações clínicas podem ser submetidos ao procedimento, desde que haja avaliação de uma equipe multidisciplinar e consentimento dos responsáveis legais.

A resolução também especifica que a cirurgia deve ser realizada em hospitais de grande porte, com capacidade para cirurgias de alta complexidade, Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e equipe multidisciplinar disponível 24 horas. 

O Dr. Rafael Pires Resende, cirurgião bariátrico dos hospitais Mater Dei Santa Clara e Mater Dei Santa Genoveva, ressalta que a cirurgia bariátrica é um procedimento médico destinado ao tratamento da obesidade grave, promovendo a perda de peso significativa e a melhora de diversas condições de saúde associadas.


Crescimento do número de cirurgias

Entre 2020 e 2024, o Brasil realizou 291.731 cirurgias bariátricas, sendo 260.380 por meio de planos de saúde e 31.351 pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar do aumento, o número ainda é considerado insuficiente frente à demanda existente.


Avanços tecnológicos e eficácia do procedimento

O médico lembra que a cirurgia bariátrica é reconhecida como uma ferramenta eficaz, duradoura e econômica para o tratamento da obesidade. Avanços tecnológicos, como a videolaparoscopia e a cirurgia robótica, têm tornado o procedimento mais seguro, menos invasivo e com recuperação acelerada.


Importância do acompanhamento multidisciplinar

Especialistas destacam a importância do acompanhamento contínuo com equipe multiprofissional, incluindo reeducação alimentar, manutenção da atividade física regular e suporte psicológico, para garantir o sucesso a longo prazo da cirurgia bariátrica.

“Com as novas diretrizes, espera-se que mais pacientes possam se beneficiar do procedimento, contribuindo para a redução das taxas de obesidade e melhoria da qualidade de vida dos pacientes”, conclui o Dr. Rafael.


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