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sábado, 12 de outubro de 2024

Saiba como aumentar o foco e concentração das crianças

Mariana Tortella diz que a prática da radiestesia em crianças não tem contraindicações e os tratamentos são rápidos e eficientes

A falta de concentração e foco é um problema que atinge não só adultos, mas cada vez mais as crianças. Principalmente, quando estas são expostas a telas desde cedo. Não à toa, um estudo publicado no periódico científico JAMA Pediatrics demonstrou que a exposição excessiva das crianças às telas pode estar ligada a transtornos como autismo e déficit de atenção. Fazer essa “desintoxicação” não é uma tarefa simples e pode gerar muito desgaste para os pais, principalmente. Pensando nisso, a terapeuta holística especialista em radiestesia, Mariana Tortella, ensina como montar um tratamento energético que vai ajudar seu pequeno a ter mais foco e concentração no dia a dia, além de controlar a ansiedade. 

A radiestesia é uma técnica milenar utilizada para fazer análises a nível energético e detectar o que está invisível aos nossos olhos, mas que existe. Para isso, os radiestesistas utilizam pêndulos, gráficos, cristais, e outros instrumentos para medir desequilíbrios energéticos, como o caso de uma criança sem foco e concentração, que está com o chakra frontal e/ou cardíaco desalinhado. 

Mariana explica que hoje, nós vivemos em uma sociedade imediatista e as crianças não escapam. Todo o excesso de informações que elas absorvem em desenhos, músicas e redes sociais, faz com que tenham uma mente acelerada e um excesso mental muito grande. “Quando temos muita coisa na cabeça, nós acabamos ficando mais confusos, com a mente mais bagunçada. Isso nos leva ao estresse, à irritação e reduz bastante nosso desempenho nos estudos, no dia a dia com a família, e na qualidade de vida como um todo”, pontua.

 

Chakras em desequilíbrio

Segundo a terapeuta, quando estamos com muito excesso mental, o primeiro chakra a se desequilibrar é o frontal. Situado na testa, esse chakra é considerado o centro da intuição, da sabedoria e da capacidade de discernimento. “Um chakra frontal bem equilibrado, portanto, permite que a criança filtre as distrações e se concentre mais profundamente, o que é essencial para a realização de qualquer tarefa do dia a dia, desde estudar, até se alimentar”.  

Outro chakra que quando em desequilíbrio afeta nossa clareza mental é o cardíaco. Ele é um dos chakras responsáveis pelo foco no momento presente e tem uma relação muito grande com as emoções, explica Tortella.

 

Como melhorar a concentração de crianças com a radiestesia?  

Mariana diz que a técnica que pode ser aplicada nesse caso é utilizando o gráfico radiônico Labirinto de Amiens, que pode ser encontrado facilmente na internet. Imprima em um papel grosso ou até mesmo adquira-o em uma peça de mdf. O Amiens atua diretamente no campo mental, não atoa, seu desenho lembra o de um cérebro. Tenha em mãos também uma foto 3x4 atual da criança para a qual você deseja montar o tratamento, e um cristal sodalita. Esse cristal atua diretamente no chakra frontal. 

Para montar o tratamento, coloque a foto no centro do gráfico e acrescente a sodalita em cima. Deixe o tratamento montado por sete dias. “Pode ser que nos três primeiros dias de tratamento, a criança sinta muito sono ou dor de cabeça, mas é um processo normal de catarse, isso é, de limpeza. Após os sete dias, você perceberá que a criança está mais focada e concentrada, dormindo melhor e com uma melhor capacidade cognitiva também”, explica. 

Por fim, a especialista relembra que a radiestesia para tratar casos de falta de foco e concentração é uma terapia complementar, que não deve substituir a medicina convencional e que é importante estar sempre incentivando as crianças a praticarem esporte, comerem bem e claro, limitando o tempo de telas e, se possível, até zerando, no caso de crianças muito pequenas. 

Mariana Tortella - terapeuta holística especialista em Radiestesia e Radiônica há mais de 10 anos. Ela é formada em Engenharia de Materiais pela Instituição de Ensino Superior em São Bernardo do Campo e possui mestrado em Engenharia Mecânica. Seu maior objetivo é ajudar pessoas que já são terapeutas holísticas, ou desejam ser, a transformarem a si mesmas e a outras pessoas com 100% de Confiança através de uma das Terapias Energéticas mais Poderosas do Mundo: a Radiestesia Terapêutica, podendo até mesmo viver financeiramente disso como profissão.


Felicidade no trabalho: a chave para um equilíbrio essencial entre produtividade e saúde mental

 

Pessoas felizes e realizadas em seu ambiente de trabalho são mais produtivas e apresentam melhores indicadores de saúde mental, revela o estudo feito pela Pluxee em parceria com o The Happiness Index

 

A saúde mental é um tema central na rotina dos brasileiros, já que equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo tão simples. Aliás, a relação entre felicidade no trabalho e saúde mental é mais profunda e impactante do que se imagina. Em um cenário onde as demandas profissionais são cada vez mais intensas, a busca pela realização profissional se torna constante. A felicidade no trabalho, segundo especialistas, vai muito além de remuneração e benefícios. Envolve reconhecimento, oportunidades de crescimento e a sensação de pertencimento. Esses, inclusive, são fatores essenciais para a manutenção do bem-estar e, quando presentes, a produtividade das pessoas pode aumentar em até 13%, conforme mostrou um estudo da Universidade de Oxford, realizado em 2023. 

Outros estudos mais recentes, como os conduzidos pela Pluxee, líder global em benefícios e engajamento de colaboradores, em parceria com o The Happiness Index (THI), plataforma que mede a felicidade e engajamento dos colaboradores em mais de 100 países, mostram que pessoas felizes em seu ambiente de trabalho não apenas são mais produtivas, mas também apresentam melhores indicadores de saúde mental – o que reforça a importância de um ambiente de trabalho positivo e engajador.

 

Os impactos da infelicidade no trabalho comparados por gênero e faixa etária 

O levantamento, que envolveu mais de 23 mil trabalhadores em todo o Brasil, identificou que a pontuação nacional em relação a felicidade no trabalho foi de 7.2, sendo que a referência global registrada é de 7.8. Ou seja, os brasileiros estão 9% mais infelizes em suas atividades profissionais do que o restante do mundo, o que acende um alerta para as organizações. Para Fabiana Galetol, Diretora Executiva de Pessoas e de Responsabilidade Social Corporativa da Pluxee, “a falta de reconhecimento e oportunidades de prosperar são os principais quesitos que contribuem para níveis altos de insatisfação e desgaste emocional, levando as pessoas a quadros severos de estresse, ansiedade, depressão e síndrome de burnout – também conhecidas como as doenças do século”. Os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmam: cerca de um bilhão de pessoas vivem com algum tipo de transtorno mental. 

Em contrapartida, trabalhadores que se sentem reconhecidos e valorizados demonstram uma conexão emocional mais forte com suas funções, o que, por sua vez, reduz os impactos emocionais negativos. Dividida por gênero e faixa etária, a pesquisa evidenciou diferenças significativas: colaboradores que se identificam com o gênero masculino, por exemplo, mostraram uma média de felicidade e engajamento superior à das mulheres (7.4 entre os homens e 7.1 entre as mulheres). “A privação de crescimento pessoal e os desafios profissionais são citados como os maiores obstáculos na amostra feminina. Essa realidade reflete também a necessidade urgente de políticas de equidade de gênero no ambiente de trabalho”, afirma Galetol. 

Outro dado relevante é a diferença de percepção entre gerações. Colaboradores mais velhos, com idades entre 51 e 60 anos, estão 17% mais felizes em suas atividades diárias em comparação com os mais jovens, de 19 a 30 anos. Esse grupo mais jovem, por sua vez, relata mais dificuldades em equilibrar vida pessoal e profissional, menor inspiração no trabalho e a sensação de que suas opiniões não são ouvidas. A falta de apoio e reconhecimento nas fases iniciais da carreira pode gerar frustração e afetar gravemente a saúde mental desses profissionais. 

Fabiana Galetol destaca que "a conexão entre felicidade no trabalho e saúde mental é inegável. Empresas que investem em um ambiente de trabalho positivo, que reconhecem e valorizam seus colaboradores, independente de gênero ou idade, estão não apenas melhorando o bem-estar de suas equipes, mas também construindo um caminho para um futuro mais equilibrado, saudável e sustentável para todos”. 

Para a psicóloga do Hospital Orizonti, Tayná de Oliveira, promover um ambiente de trabalho motivador traz um impacto positivo tanto para os colaboradores quanto para a empresa. “Proporcionar um ambiente acolhedor traz satisfação no clima de trabalho, fortalece o relacionamento entre as equipes e encoraja uma comunicação mais leve e afirmativa que, em conjunto com uma cultura de reconhecimento, constrói um senso de confiança. A felicidade também impacta positivamente no engajamento dos colaboradores e um alinhamento maior com as estratégias do negócio. Por isso, é fundamental que as empresas se atentem em oferecer assistência psicológica e incentivem o diálogo aberto entre os colaboradores, com o objetivo de possibilitar, cada vez mais, saúde mental ao indivíduo”, afirma a especialista.

 

Os índices de saúde mental e felicidade no trabalho também sofrem alterações quando comparados por região 

O estudo da Pluxee e THI ainda revelou que a região Sudeste do Brasil, conhecida por sua alta competitividade e ritmo acelerado, apresenta os menores índices de felicidade e engajamento (7.0), refletindo o impacto das pressões do mercado de trabalho na saúde mental dos profissionais. Em contraste, a região Norte lidera com os melhores índices (7.9) - uma diferença de 11% entre as regiões. 

“Em um mundo onde as exigências profissionais só aumentam, é essencial que as empresas compreendam a importância de criar ambientes que promovam a felicidade e, consequentemente, protejam a saúde mental de seus colaboradores. A pesquisa da Pluxee e The Happiness Index é um alerta para que as organizações adotem práticas mais humanizadas, garantindo não apenas o sucesso empresarial, mas também a qualidade de vida e a saúde mental de suas equipes”, finaliza a executiva.

 

Pluxee
www.pluxee.com.br


Crianças almoçando com telas: um vício que causa malefícios

Ganho de peso, paladar seletivo, consumo de ultraprocessados, isolamento, má relação com a comida e tantas outras consequências, ao permitir que crianças comam diante de telas. Uma pediatra e uma fonoaudióloga indicam o caminho para a família reverter essa dependência nociva 

 

Nada como estar em frente a uma tela para que a criança estabeleça uma relação ruim com a comida e leve isso para toda a vida adulta. Em tempos de alimentos ultraprocessados, é só adicionar o celular ou um tablet e tem-se a fundação de um território inóspito para a saúde. Diante desse vício da contemporaneidade, a Prof. Dra. Elisabeth Fernandes, pediatra com doutorado pela FMUSP e médica da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e Carla Deliberato, fonoaudióloga especialista em motricidade oral com enfoque em alimentação oferecem informação e caminhos para a família trilhar uma nova e saudável direção. 

Segundo a Prof. Dra. Elisabeth, o hábito de usar telas enquanto come pode desviar a atenção da criança dos sinais naturais de fome e saciedade, levando ao consumo excessivo ou insuficiente de alimentos. “Quando a criança está focada em um desenho ou jogo, ela perde a percepção de quando está satisfeita, o que pode resultar em uma ingestão desequilibrada", explica, mencionando ainda o aumento no consumo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar, gordura e sódio. 

Carla Deliberato complementa, destacando que o aprendizado alimentar é um processo que requer interação e atenção. “Diante da tela, a criança não explora os alimentos, não toca, não sente os aromas e sabores, e isso impacta na forma como ela se relaciona com a comida”, afirma.

 

Seletividade 

Outro ponto destacado pelas especialistas é a relação entre o uso de telas e a seletividade alimentar. A Prof. Dra. Elisabeth explica que a distração com as telas nas refeições pode tornar mais difícil a introdução de novos alimentos. “A criança tende a ficar mais focada no entretenimento da tela do que em experimentar diferentes sabores e texturas, o que reforça uma dieta monótona e limitada.” Carla reforça essa ideia, afirmando que a atenção voltada à tela impede que a criança veja o que outras pessoas estão comendo, reduzindo suas chances de experimentar novos alimentos e contribuindo para comportamentos alimentares seletivos.

 

Ganho de peso 

Dra. Elisabeth Fernandes alerta que o uso excessivo de telas pode levar ao sedentarismo e ao consumo de alimentos não saudáveis, influenciados pela publicidade voltada ao público infantil. “Esse hábito reduz o gasto energético e incentiva o consumo de alimentos ultraprocessados, aumentando o risco de obesidade”, explica. 

Já Carla reforça que a ausência de atenção durante as refeições pode prejudicar a autorregulação da criança em relação à fome e saciedade, levando a excessos. “É fundamental que a criança aprenda a identificar quando está satisfeita, e o uso de telas impede essa dinâmica.”

 

Há salvação! 

Para ajudar pais e cuidadores a contornarem o problema, as especialistas sugerem práticas que promovem uma relação mais saudável entre a criança e a alimentação: 

  1. Estabeleça uma rotina de refeições com horários regulares em um ambiente calmo e sem distrações;
     
  2. Envolva a criança no preparo dos alimentos, permitindo que ela participe de atividades simples na cozinha e monte seu prato, conquistando autonomia
     
  3. Ofereça uma variedade de alimentos e respeite o tempo da criança para experimentar novos sabores;
     
  4. Incentive refeições em família, conversando sobre o dia de cada um, e seja exemplo, não usando telas nessa hora;
     
  5. Use pratos e utensílios coloridos ou temáticos para despertar o interesse pelos alimentos.
     
  6. Estabeleça horários para o uso de telas e deixe claro que elas não serão permitidas durante as refeições;
     
  7. Escolha um local específico para guardar celulares e controles durante as refeições;
     
  8. Nunca associe o uso de telas como recompensa para a criança comer. 



Dra. Elisabeth Canova Fernandes – Pediatra - CRM 94686 - RQE 105.527. Médica formada pela Faculdade de Medicina do ABC. Residência médica em pediatria pela FMUSP. Complementação especializada em reumatologia pediátrica pelo Instituto da Criança – FMUSP. Título de especialista em Pediatria pela SBP. Título de especialista em reumatologia pediátrica pela SBP e SBR. Mestrado e doutorado em pediatria pela FMUSP. Pós-graduação em nutrição infantil pela Boston Umjversity e também pela Ludwig Maximilian University of Munich. Professora de graduação em Medicina na Universidade São Caetano do Sul. Médica proprietária da Clínica Pediátrica Crescer Participação ativa em diversos congressos nacionais e internacionais em pediatria voltados para alimentação infantil, amamentação, cuidados com o bebê e doenças comuns da primeira infância. Palestrante frequente nos temas de amamentação, alimentação infantil e primeiros cuidados com o bebê.


Carla Cristina Ribeiro Deliberato-CRFa:2-13919. Fonoaudióloga graduada pela PUC-SP (2003). Especialização em Motricidade oral com enfoque em disfagia (CEPEF- SP). Atuação fonoaudiológica em motricidade oral com ênfase em alimentação infantil (disfagia, recusa e seletividade alimentar) -Formação internacional nas abordagens: "Assessment and Treatment Using the SOS Approach to Feeding", ministrado por Kay A. Toomey e Erin S. Ross e “Feeding The Whole Child A Mealtime Approach” ministrado por Suzanne Evans Morris. Idealizadora e proprietária da Clínica Care Materno Infantil
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Sinais em crianças de compulsão alimentar


Se você se comportar ganhará um chocolate”. Que nunca ouviu um adulto dizer isso a uma criança? A frase tão comum pode trazer problemas graves de compulsão alimentar no futuro. Para a psicóloga Valeska Bassan, especialista em transtornos alimentares, se, desde cedo, a alimentação é utilizada como forma de acalmar ou recompensar, isso pode reforçar o comportamento compulsivo. “Uma criança que, diante de frustrações ou estresse, é constantemente presenteada com doces ou guloseimas, pode começar a ver a comida como uma solução para lidar com as emoções”, alerta. 

É na infância que começa a formação de hábitos que podem acompanhar uma pessoa por toda a vida. É também nessa fase que alguns comportamentos, como as compulsões alimentares, podem se manifestar de forma sutil, mas com impactos profundos no bem-estar físico e emocional da criança que se entende para a vida adulta. Para a psicóloga, reconhecer esses sinais precocemente é essencial para ajudar a prevenir consequências futuras mais graves na adolescência e na vida adulta. 

“Uma criança que come de forma exagerada, mesmo quando não está com fome e que ainda apresenta episódios são seguidos de sentimentos como culpa, tristeza ou vergonha já pode ser um alerta de compulsão marcada pela perda de controle na hora de comer”, alerta. 

A falta de rotina alimentar também é um fator que pode levar a episódios de compulsão. “A ausência de horários regulares para refeições e lanches pode gerar ansiedade em relação à próxima refeição, levando a uma ingestão exagerada de alimentos quando, finalmente, têm acesso à comida”, explica Valeska. 

Não é à toa que o consumo de doces é indicado para crianças maiores de 2 anos. “Os alimentos ricos em açúcar, gordura e sódio também pode predispor a criança a comer compulsivamente pois ativam o sistema de recompensa do cérebro, levando a uma busca constante por prazer imediato, tornando difícil para a criança parar de comer quando deveria”.

Valeska afirma ainda que estar atento aos sinais, manter um ambiente familiar acolhedor e buscar orientação de profissionais capacitados são passos importantes para garantir que a criança cresça com uma visão saudável sobre si mesma e sua alimentação. “Os hábitos que são cultivados na infância têm grande influência sobre o futuro das crianças, tanto no aspecto físico, quanto no emocional”, finaliza a especialista. 




Valeska Bassan - Psicóloga aprimorada em Transtornos Alimentares pelo Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas de São Paulo (Ambulim/IPQ/ USP) e pós graduanda em Medicina e Estilo de Vida e coaching de saúde no Hospital Israelita Albert Einstein. Coordenou o Curso de Aprimoramento em Transtornos Alimentares Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas de São Paulo (Ambulim/IPQ/ USP) e a equipe de psicólogos do Grupo de Estudos do Comer compulsivo em mulheres portadoras de obesidade (GRECCO) também do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas de São Paulo (Ambulim/IPQ/ USP).Professora de pós graduação das disciplinas de Transtornos Alimentares Pós Cirurgia Bariátrica e dos Aspectos Psicológicos dos Transtornos Alimentares na Faculdade iGPs.
@psicologavaleskabassan


Por que ler em voz alta para uma criança?


“Ler em voz alta cria leitores

Ler em voz alta cria escritores

Ler em voz alta muda vidas”

                               Kate Di camillo, escritora

 

Não é novidade para ninguém que adquirir o hábito da leitura na infância é muito fácil, mas nem todos nós tivemos essa oportunidade, o que é uma pena.

Você pode pensar que tem a hora certa para esse incentivo, mas isso já pode começar antes do nascimento do seu filho. Pesquisas apontam que no quinto mês de gestação o feto já identifica a voz da mãe e esse pode ser o momento de começar a contar historinhas para ele. A leitura de todo dia pode ser instalada partir daí.

A constância da atividade vai trazer prazer, criar um momento afetivo e aumentar a ligação entre mãe e filho. Se o pai quiser participar, melhor ainda. As vozes serão reconhecidas muito cedo e a entonação de alegria e os risos tornarão os momentos ricos em conexão com o bebê.

Quando a criança nasce, ela já tem aquele tempo compartilhado com a mãe ou pai onde sua atenção é voltada para os sons, mesmo não entendendo as historinhas, mas as entonações agradáveis.

Esse hábito trará, além de afetividade, uma aquisição de fala facilitada e antecipada e uma aprendizagem da alfabetização bem sucedida.

Apesar de nunca ser tarde para a leitura, uma oportunidade prematura sempre trará um grande leitor na adolescência e crianças com necessidades especiais também são beneficiadas com prognósticos super favoráveis no seu desenvolvimento.

Ser um espelho como leitor para seus filhos traz, sem dúvida, o exemplo garantido. Mas, se por algum motivo o hábito de leitura na sua casa não foi incentivado, lembre-se que sempre é tempo de descobrir o prazer e os benefícios que a leitura traz.

Com o Dia das Crianças chegando, considere a possibilidade de dar um livro de presente e, fazer uma leitura compartilhada com seu filho, será um grande começo e um momento especial para vocês!

Mais dicas de leitura? Siga meu perfil no Instagram @daisygouveiaoficial

 



DAISY GOUVEIA - apresentadora, escritora, influenciadora digital, host do Podcast ‘Leiture-se’ e criadora do Clube de Leitura da Daisy. Com 66 anos, usa as redes sociais para incentivar as pessoas, principalmente as mulheres, a adotarem o hábito da leitura. Com 35 anos de experiência na área da moda, escreveu o livro 'Costurando Minha História' onde conta sua trajetória e fala sobre sua reinvenção profissional, estimulando as pessoas que também querem mudar.
Instagram: @daisygouveiaoficial
Youtube: @daisygouveia
Blog: historiaselorotas.com.br

 

Luz elétrica ajuda a estimular brincadeiras e afastar crianças das telas

Dia das Crianças se aproxima evidenciando a importância de estratégias para incentivar outras brincadeiras


Em um cenário onde crianças e adolescentes estão cada vez mais conectados, os pais enfrentam um desafio crescente: incentivar os filhos a se desligarem das telas e explorarem atividades que promovam seu desenvolvimento. Dados recentes do IBGE, divulgados em 2022, revelam que 91,4% das crianças e adolescentes entre 10 e 13 anos possuem um celular para uso pessoal no Brasil, reforçando a necessidade de estratégias que estimulem a brincadeira fora do mundo digital.

 

A Sociedade Brasileira de Pediatria é clara em sua orientação: crianças menores de 2 anos de idade não devem ser expostas a telas, enquanto crianças entre 2 e 5 anos devem ter o tempo de tela limitado a, no máximo, uma hora por dia. Já crianças entre 6 e 10 anos devem utilizar telas por até duas horas diárias, e crianças maiores e adolescentes, entre 11 e 18 anos, não devem ultrapassar o tempo limite de três horas de tela por dia, incluindo o uso de televisão e videogames.

 

O ato de brincar é essencial para o desenvolvimento infantil. Além de ser uma atividade prazerosa, ele promove habilidades fundamentais como criatividade, empatia, colaboração e a capacidade de se relacionar com os outros. "Brincar alivia o estresse e aumenta a sensação de bem-estar. Quando as crianças são privadas dessa oportunidade, seu desenvolvimento pode ser comprometido", explica Adriana Tedesco, especialista em iluminação saudável.

 

Nesse contexto, a iluminação dos espaços infantis tem se mostrado uma ferramenta eficaz para motivar as crianças a se afastarem dos dispositivos eletrônicos e se engajarem em brincadeiras que estimulam o corpo e a mente. Adriana ressalta que ambientes lúdicos, compostos por elementos circulares, esféricos e orgânicos, criam uma maior interação das crianças com o espaço. "Quando projetamos ambientes para elas, utilizamos a luz artificial como estratégia para estimular brincadeiras que promovem uma verdadeira festa química no cérebro, auxiliando também na concentração, aprendizagem e memória."

 

Essas técnicas, segundo Adriana, ajudam as crianças a se desconectarem do celular e se sentirem atraídas pela socialização e pelas brincadeiras. A especialista detalha como a luz pode ser explorada de forma lúdica: "Imagens impressas em telas tensionadas, com iluminação dinâmica, regulam hormônios de acordo com o ciclo circadiano, enquanto a iluminação colorida traz sensações mais envolventes e interativas."

 

A criação de ambientes que simulam cenários naturais, como parques, florestas ou praias, através de telas iluminadas em formas orgânicas e circulares nos tetos e nas paredes, também tem um papel importante nesse estímulo. "Essa conexão visual com o exterior atrai naturalmente as crianças e as mantêm mais engajadas na brincadeira", observa Adriana. Além disso, ela aponta que a simulação de um céu estrelado, feita com fibra ótica, é uma técnica eficaz para prender a atenção dos pequenos e reduzir a tensão neural.

 

Outras estratégias incluem caminhos de neon LED no chão, piscinas de bolinhas iluminadas e cachos de fibra ótica, que permitem uma interação segura e divertida com a luz. "Esses elementos complementam os espaços lúdicos e garantem que as crianças permaneçam por mais tempo nesses ambientes que estimulam a criatividade e a brincadeira, fases cruciais para o desenvolvimento infantil", conclui Adriana.

 

Enquanto os pais buscam formas de equilibrar o tempo de uso das telas com outras atividades, criar espaços que incentivem o brincar de forma interativa e envolvente pode ser uma solução eficaz para ajudar as crianças a se desconectarem do mundo digital e explorarem o que a infância tem de mais natural: o brincar.

 



Adriana Tedesco - tem como missão projetar ambientes luminosos saudáveis, trazendo experiências da natureza para dentro de nossas casas, permitindo que nosso corpo possa reconhecer que estamos em sincronia com os ciclos naturais, reconectados com a nossa própria essência, possibilitando assim, que nossas moradas sejam nossas próprias terapias de curas. Ela aprofundou seus estudos nos impactos da luz artificial no Ser Humano, abrindo seu escritório de Luz, o Studio Guido Projetos de Iluminação Integrativa, onde está a frente do desenvolvimento de projetos. Hoje, seu escritório é referência na área e um dos únicos especializados em Luz e Saúde. Suas especializações em Lighting Designer sempre foram focadas em questões emocionais e comportamentais, sobre as pessoas e suas relações com a luz, mas foi seu ingresso na Pós-graduação de Naturopatia que transformou seu olhar para uma nova forma de projetá-la. Adriana ainda é integrante do grupo de estudos e pesquisas em Neurociência, com ênfase na glândula pineal do Instituto Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Por meio da Capacitação em Neuroiluminação pelo Instituto Poli Design de Milão, com certificação comprovada para criar ambientes harmônicos e saudáveis por meio da iluminação centrada no ser humano, ampliou o aplicação de conceitos naturais e implementação de estratégias que promovam saúde, conforto, bem-estar e produtividade aos usuários.



Studio Guido Projetos de Iluminação Integrativa
Rua Guaiaó, 66 - sala 809 - Praiamar Corporate - Santos - SP.
Telefone (13) 3234-3445


Como anda o vínculo afetivo com seu filho? Descubra com essas 3 questões

 Há uma grande lacuna entre o nível de suporte que os adolescentes sentem e o quanto os pais acreditam que eles recebem

 

Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o apoio familiar e social tem extrema importância no desenvolvimento saudável do adolescente. Os resultados mostraram que jovens que cresceram em ambientes acolhedores demonstraram comportamentos mais empáticos e responsáveis na vida adulta.

 

Porém, um relatório publicado pelo National Center for Health Statistics revelou uma lacuna significativa entre o nível de suporte que os adolescentes sentem e o quanto os pais acreditam que seus filhos recebem.

 

No estudo, cerca de um quarto dos adolescentes disse que recebe o apoio social e emocional de que precisa, enquanto os pais eram quase três vezes mais propensos a acreditar que seus filhos recebiam esse suporte.

 

Não é raro ver pais que não conseguem se dedicar aos filhos por falta de tempo e até disposição. Acabam não acompanhando o seu desenvolvimento ou o fazem de forma precária. O tempo passa e, um dia, você percebe que não sabe nem qual é a comida preferida do seu filho.

 

“A proximidade entre pais e filhos é fundamental para fortalecer vínculos afetivos e gerar segurança, confiança e autonomia no adolescente”, afirma Danielle H. Admoni, psiquiatra geral e da Infância e Adolescência; pesquisadora e supervisora na residência de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM).

 

Para a psicóloga Monica Machado, fundadora da Clínica Ame.C, pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein; construir laços e um convívio saudável com seu filho é uma conduta que fará toda a diferença no futuro dele.

 

Confira 3 questões levantadas pelas especialistas e veja como anda o vínculo emocional com seu filho:


 

O que você sabe sobre seu filho


Você conhece os amigos do seu filho? Sabe qual é o esporte preferido dele? Ouve seu dia a dia na escola, o que aprendeu ou quem conheceu? Parecem apenas detalhes, mas dizem muito sobre seu filho e a relação de vocês.

 

Segundo Danielle Admoni, ter conhecimento sobre as características do adolescente, preferências, qualidades e defeitos, é fundamental não só para o relacionamento, mas para entender como seu filho encara o mundo, quais suas percepções e a maneira como lida ou reage frente a determinadas situações.

 

“Acompanhar a vida de um filho e estar presente nela é o maior benefício que os pais podem proporcionar a ele. Participar do seu desenvolvimento e manter interação demonstram que você está disposto a conhecer ou reconhecer o mundo do seu filho, além de transmitir valores como empatia, confiança e altruísmo”, explica a especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).


 

O que vocês fazem juntos


Estar junto denota a importância que se dá à convivência familiar. O trabalho te sobrecarrega a ponto de você não ter tempo e energia para estar com seu filho? E quando está com ele, consegue se desligar de tudo (inclusive, do celular) e dedicar total atenção? Você interage com suas atividades, seus interesses, seus hobbies?

 

“Uma relação próxima gera segurança ao adolescente, sendo fundamental para sua saúde mental, autoconfiança e para a construção de sua autoestima. O mais importante: independentemente do que façam juntos, curta cada minuto de forma genuína, e não por obrigação”, pontua Monica Machado.


 

Quem seu filho procura quando precisa de ajuda


Você mantém um canal aberto com seu filho? Por quem ele chama quando está com algum problema? Você sabe de situações sobre seu filho por ele mesmo ou por outras pessoas? 

 

De acordo com a psicóloga, os pais tendem a querer ser o porto seguro de seus filhos. Mas nem todos são. “Mesmo sendo pai e mãe, nem sempre o filho os tem como referência de segurança. Muitas vezes, este posto pode ser da avó ou de uma tia, caso o jovem sinta mais afinidade com uma ou outra”, diz Monica Machado.

 

Para a psiquiatra, ser a pessoa a quem seu filho recorre quando precisa requer credibilidade. “Um bom exemplo é nunca menosprezar o que ele está pensando ou sentindo. Mostre que você valida seus sentimentos”. Essa postura, segundo ela, fará com que o adolescente sinta abertura para expor suas emoções.

 

“E quando ele te procurar para falar, dê total atenção. Ouça tudo até o final, sem interrupções. Deixe para emitir suas opiniões somente quando tiver certeza de que ele disse tudo o que precisava. Assim, seu filho saberá que tem em você o suporte emocional que precisará em todas as fases da vida”, finaliza Danielle Admoni.



A coragem de se olhar no espelho

Me pergunto continuamente como é possível que grandes empresas se envolvam em escândalos de corrupção, considerando que os donos costumam ser pessoas respeitadas no mercado, seguidos por milhares de fãs e até protagonistas de best-sellers que se propuseram a desvendar os métodos que os levaram a tanto sucesso. 

A verdade é que muitas pessoas, grupos e instituições que se declaram éticas o fazem por uma necessidade de validar a própria imagem diante da sociedade e até de si mesmas. Não reconhecem seus erros por não conseguirem conviver com o fato de que são seres humanos falhos e limitados, incoerentes e paradoxais, como todos somos. 

O ser que se pretende perfeito e imaculado se distancia de sua real natureza, limitada, reprimindo suas manchas e distanciando-se delas, ao mesmo tempo que projeta, nos outros, erros e condutas reprováveis. Essa dissociação cria personas que vivem verdadeiros teatros, acreditando possuir uma índole límpida e exemplar quando, no fundo, aceitam, continuamente, a falta de virtude como conduta usual.  

Essas pessoas e organizações buscam todos os argumentos para livrarem-se de qualquer responsabilidade por uma ação não ética, mantendo uma autoimagem de retidão quando esta não corresponde à realidade. Vivemos em uma sociedade patologicamente hipócrita, que se acredita reta, virtuosa, quando, na verdade, não age assim.  

Trata-se de uma “ética da imagem idealizada”, uma narrativa do que muitos deveriam ser em contraste com o que são na vida cotidiana. Esta ilusão acordada individual e coletivamente permite um certo equilíbrio na aceitação das pessoas e organizações, mas traz à tona uma constante inautenticidade, incapaz de sustentar-se por muito tempo, já que a verdade dos fatos acaba emergindo em um mundo onde todos estão cada vez mais expostos. 

A ética meramente intencional forma sujeitos parciais, teatrais, estagnados em sua mentira, hipocrisia e covardia. As organizações que optam por um discurso idealista e politicamente correto, distante da realidade do dia a dia, projetam-se como santuários da boa conduta, enquanto sua cultura exala escolhas inadequadas e não éticas.  

O caminho não é revestir-nos de uma natureza angelical – que definitivamente não é a nossa –, mas aproximar-nos da nossa natureza limitada e falha, entendendo o que está por trás da lacuna entre o declarado e o praticado. Ao percebermos o que realmente pensamos no fundo de nossas consciências, poderemos desconstruir tais crenças e buscar novos comportamentos, evoluindo para uma conduta mais autêntica e exemplar. 

A jornada da ética verdadeira passa por encarar nossas sombras, nossos próprios boicotes e sabotadores, reconhecendo as crenças e valores que os sustentam, para buscarmos superá-los com maturidade e humildade. Por isso, acredito que a coragem de olhar para o espelho e refletir sobre nossas próprias falhas é essencial para quebrar as ilusões que alimentam falsidades e hipocrisias.  

Admitir nossas imperfeições humanas, ao invés de criar uma imagem idealizada e distante da realidade, é um ato de honestidade que previne a construção de uma falsa moral. Só quando encaramos com clareza nossas inconsistências e compreendemos o que está por trás delas, podemos alinhar nossas palavras e ações, promovendo a verdadeira integridade pessoal e organizacional. 

 

Paulo Monteiro - filósofo, professor, consultor e autor do livro “Antimanual Filosófico: para pessoas inquietas com dogmas organizacionais


Cirurgia plástica vai além da estética e ajuda a resgatar autoestima

Para o Dr. Rogério Leal, alguns procedimentos têm o poder de diminuir a insegurança e devolver a alegria os pacientes

 

Quando se pensa em cirurgia plástica, normalmente é a questão estética que vem à mente. Entretanto, muitos procedimentos vão além da busca por uma aparência harmônica, contribuindo enormemente para o resgate da confiança em si mesmo. 

Uma pesquisa da UERJ denominada “O impacto da cirurgia plástica na auto estima” apontou que fatores físicos e emocionais pode levar à busca pelos procedimentos, já que, quando a imagem que os pacientes têm de si mesmos não é positiva, há consequências diretas na forma como se percebem emocionalmente, tendo que lidar com muita insegurança. 

Segundo o Dr. Rogério Leal, especialista reconhecido em Cirurgia Estética e Reparadora das Pálpebras, a cirurgia plástica pode ajudar a resgatar a autoestima de várias maneiras, principalmente porque permite que as pessoas façam mudanças em aspectos físicos com os quais se sentem insatisfeitas ou inseguras. “A possibilidade de devolver aos pacientes a alegria e a grande satisfação de amar o reflexo que veem no espelho é o que me inspira todos os dias”, diz o médico. 

De acordo com o Dr. Rogério, ao ajustar algumas características que incomodam, as pessoas podem se sentir mais alinhadas com a imagem que têm de si mesmas ou como gostariam de ser percebidas pelos outros. “Há alguns casos, inclusive, em que a cirurgia plástica é acompanhada de suporte psicológico no antes e depois, visando ajudar os pacientes a lidarem melhor com as expectativas e mudanças. Por exemplo, quando há grandes transformações corporais, como perda de peso significativa ou cirurgias reconstrutivas”, conta. 

Além do desejo de simplesmente melhorar o que incomoda, há também casos concretos de defeitos congênitos ou adquiridos, como após acidentes ou doenças. “Nestes casos, a correção das condições pode ampliar de forma significativa a confiança e contribuir para mudar para melhor a vida das pessoas. A aparência física, a forma como cada um se percebe, traz impactos gigantescos na maneira como nos expressamos ao mundo. Há casos de pessoas retraídas, tímidas que, após alguns procedimentos, passaram a se tornar mais descontraídas e sociáveis, pois perderam o medo de se mostrar”, avalia o Dr. Rogério Leal. 

O médico também aponta que a cirurgia plástica pode ajudar a ampliar a autoestima ao longo do processo de envelhecimento, natural a qualquer um. “Há uma série de procedimentos que ajudam as pessoas a lidarem melhor com as mudanças naturais do tempo e, consequentemente, devolvem o bem-estar emocional”, finaliza.  




Dr. Rogério Leal - especialista reconhecido em Cirurgia Estética e Reparadora das Pálpebras. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular e da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face, ele atua como Professor Assistente do Serviço de Cirurgia Plástica da Face na Clínica Septo / PUC - RJ e Professor Assistente voluntário da Plástica Ocular do Hospital das Clínicas da USP / SP. Além disso, é Diretor da Escola de Cirurgia OculoFacial em São Paulo, onde desempenha um papel de liderança na formação de novos profissionais. Cremesp 90116 / RQE 129973. Para saber mais informações, acesse: @drrogerioleal ou pelo site https://www.rogerioleal.com.br


4 sinais de inteligência emocional no casamento

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Segundo a Associação Americana de Psicologia em um estudo de 2023, 67% dos divórcios são por falta de comunicação.


A maturidade emocional é uma das bases mais sólidas para a construção de um relacionamento duradouro e saudável. No casamento, essa maturidade se revela em pequenos e grandes gestos, na capacidade de compreender o outro e de lidar com as dificuldades de forma sensata. Apesar das inúmeras situações da rotina, é possível identificar quando um comportamento ou ação são sinais de estabilidade emocional, principalmente quando são oriundos de empatia e respeito.  

“O casal que consegue conversar sobre tudo briga menos e, consequentemente, evita toxicidades na relação. A saúde e a estabilidade do casamento deve ser sempre um norte na condução da união, estabelecendo acordos, alinhando expectativas e externando inseguranças e consolidando a confiança”, diz Henri Fesa, Médium especialista em relacionamentos e fundador da Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa. 

Casais emocionalmente estáveis não fogem do diálogo, pelo contrário, abraçam essa ferramenta como uma maneira de resolver conflitos e evitar mal-entendidos. Segundo a Associação Americana de Psicologia em um estudo de 2023, 67% dos divórcios são por falta de comunicação. A abertura para discutir emoções e desafios fortalece a confiança e evita o acúmulo de ressentimentos. Essa troca de sentimentos e pensamentos não apenas ajuda a resolver problemas, mas também promove uma conexão mais profunda entre os parceiros. 

 

Henri Fesa, Médium especialista em relacionamentos, lista quatro sinais que demonstram a presença da inteligência emocional no casamento: 

 

  • Externar inseguranças 

Falar sobre inseguranças e expor gatilhos emocionais ao parceiro é um sinal claro de maturidade. Quando o casal é capaz de compartilhar vulnerabilidades, cria-se um espaço para a compreensão e para encontrar um caminho harmônico. Essa abertura diminui o risco de mal-entendidos e fortalece a parceria; 

 

  • Alinhar expectativas 

No casamento, sonhos e planos precisam ser ajustados para que ambos caminhem na mesma direção. Casais emocionalmente inteligentes conversam regularmente sobre o que esperam da vida juntos, garantindo que ambos estejam alinhados; 

 

  • Ouvir com empatia

Ouvir verdadeiramente o que o outro tem a dizer, sem julgamentos ou interrupções, é essencial para uma boa comunicação. A escuta empática demonstra respeito e atenção às necessidades emocionais do parceiro, ajudando a evitar conflitos e promover uma relação mais equilibrada; 

 

  • Ambos sabem ceder 

Em um casamento saudável, tanto um quanto o outro sabem a importância de ceder em certos momentos. A inteligência emocional permite que ambos reconheçam quando é necessário abrir mão de algo pelo bem da relação, sempre buscando o equilíbrio e a harmonia. 

 

Henri Fesa - Médium auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!


Apps de relacionamento podem afetar sua saúde mental?

"Encontrar alguém com quem você queira compartilhar momentos inesquecíveis em um ambiente adequado faz toda a diferença”, diz especialista

 

Achar alguém com quem você se conecte de verdade pode ser um desafio. E tentar fazer isso pessoalmente? Nem pensar, é complicado e toma muito tempo. E com a correria do dia a dia, essa alternativa fica ainda mais difícil de acontecer. É aí que entram os apps de relacionamento, que prometem tornar tudo mais simples e prático. Mas nem sempre dá certo, já que muitos escolhem aplicativos inadequados e acabam se deparando com perfis imaturos de pessoas que estão apenas em busca de aventuras temporárias, e não de um compromisso sério. E é aí que surgem os problemas, tanto mentais quanto físicos!

 

“Não é novidade que muitos desses aplicativos tradicionais de namoro estão repletos de pessoas em busca de tudo, menos de um relacionamento sério. Encontrar alguém com quem você queira compartilhar momentos inesquecíveis em um ambiente adequado faz toda a diferença", afirmou Caio Bittencourt, especialista em relacionamentos do site MeuPatrocinio.com.

 

Psicóloga alerta para aumento de ansiedade em usuários de apps de namoro 

Mireia, psicóloga clínica com 20 anos de experiência e que atende de 15 a 20 pacientes por semana, revelou ter notado algo que a preocupou: o aumento no número de casos relacionados a aplicativos de relacionamento. Ela se recorda, por exemplo, de um paciente cujos problemas de sono dependiam do fato de o aplicativo estar ou não ativo. E pessoas que vieram com sintomas de ansiedade devido à incerteza ou à angústia causada por rejeição e abandono.

 

Em 2019, a Organização de Consumidores e Usuários (OCU) confirmou, por exemplo, que um em cada dez espanhóis usa aplicativos de relacionamento regularmente e que um em cada três desses usuários é viciado. Um relatório mais recente, de 2024, apresenta números semelhantes: mais de quatro milhões de pessoas usam essas ferramentas digitais todos os meses no país.

 

Considerando os dados, é lógico pensar em uma possível dependência do match, ainda mais se ele afetar diretamente o sistema de recompensa do cérebro. Por outro lado, foi demonstrado que a desinstalação desse tipo de aplicativo pode gerar uma síndrome de abstinência com sintomas semelhantes aos da “desvinculação” de uma substância específica, como a cocaína, por exemplo.

 

Alternativa é buscar uma plataforma segura 

Em uma entrevista ao Globo, Sandra Rodrigues, psicóloga clínica em São Paulo, sugere que, para não se frustrar com os aplicativos, as pessoas precisam entender melhor como funciona a dinâmica de cada site, já que muitos oferecem serviços com uma percepção errada.

 

Atualmente, o site de relacionamentos MeuPatrocínio, conta com quase 16 milhões de usuários e se destaca como a opção preferida para quem busca praticidade e transparência. Além disso, dados de uma pesquisa feita pela empresa mostram que 8 em cada 10 conversas resultaram em encontros presenciais, e desses, 79,45% se transformaram em relações sérias e até casamentos.

 

"As pessoas acabam desistindo de encontrar alguém porque muitas vezes são enganadas. Nos relacionamentos Sugar é diferente, porque é composto por pessoas reais que estão realmente comprometidas em fazer as coisas funcionarem. Os Sugar Daddies estão prontos para oferecer experiências incríveis às Sugar Babies, tratando-as como toda mulher merece ser tratada: com respeito e uma vida de luxo. Elas, por outro lado, sabem exatamente o que querem e não abrem mão disso: um homem cavalheiro que tratem elas como rainhas", concluiu o especialista Caio Bittencourt.



Quando se afastar é a melhor escolha

 

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No labirinto complexo dos relacionamentos modernos, às vezes dar um passo para trás pode ser o movimento mais estratégico. Isso não significa abandonar o barco, mas sim navegar por um afastamento intencional e com propósito. Trata-se do ato de dar um espaço consciente ao relacionamento, permitindo-se um tempo para respirar fora da órbita do parceiro e concentrar-se nas próprias necessidades.

Esse “chá de sumiço” não é um jogo manipulativo, mas uma pausa calculada para avaliar a situação. Nesse distanciamento, você pode nutrir suas paixões pessoais, reacender amizades e investir em seus objetivos profissionais. Essa atitude não só demonstra independência emocional, mas também fortalece a autoestima e a confiança.

Esse afastamento dá a oportunidade de redirecionar o foco e permite mergulhar de cabeça nos próprios interesses e hobbies, além de comprometer-se com atividades que nutrem sua saúde mental. É o momento de deixar o pretendente de lado de verdade, sem esperar ansiosamente por uma mensagem ou uma ligação.

Mais uma vez, para não haver confusão: essa pausa não significa desinteresse ou desapego! Ela é um momento de recalibragem emocional, um exercício de confiança, útil para manter sua vida plena e feliz, acabando com a dependência de uma notificação a cada instante.

Sumir pode ser um recurso crucial quando o parceiro demonstra desinteresse, parece estar nem aí, aparece e some quando bem entende, e, mesmo assim, você continua investindo emocionalmente na relação, persistindo em correr atrás, buscar contato e se esforçar para manter a conexão.

Dar um passo para trás é essencial quando a atenção é unilateral, quando as iniciativas são sempre de um único indivíduo, quando há desvalorização pessoal ou quando a coisa parece que “não engata” de forma alguma.

O lance do “chá de sumiço” não é magia e nem fará ninguém se apaixonar do dia para a noite, mas é uma maneira de demonstrar que, por mais que esse joguinho funcionasse com outras pessoas, com você isso não vai para frente. A intenção é fazer o parceiro compreender que tal comportamento de desinteresse e falta de reciprocidade não será mais tolerado.

É uma forma de comunicar, de maneira não verbal, que você não aceita esse tratamento, que não será escanteada e nem terá suas emoções desconsideradas. O objetivo é estabelecer um novo trato e transmitir a mensagem firme de que você merece receber a mesma atenção que dá.

Se, mesmo assim, a pessoa sumir, sem problemas. O importante é dar um basta na falta de valorização e seguir adiante em busca do que você realmente merece. 



Emanuel Hallef - mentor de relacionamentos e autor de “O poder do chá de sumiço” (Citadel Grupo Editorial)



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