Pesquisar no Blog

terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Dezembro Laranja: como identificar o câncer de pele

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) esse tipo de câncer responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 185 mil novos casos só de câncer de pele. A médica Dra. Adriana Vilarinho, dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Academia Americana de Dermatologia (AAD) alerta para a preocupação de cuidar da saúde em todos os meses e ensina os sinais que merecem atenção.

Para Dra. Adriana, é essencial prestar atenção nas novas pintas que surgem ou naquelas que já estão pelo corpo, mas estão mudando de aspecto, como por exemplo alteração na coloração ou aumento do tamanho. E, mais importante: jamais esquecer do uso do protetor solar diariamente, mesmo nos dias sem sol e dentro de ambientes fechados!

“O câncer da pele pode se assemelhar a pintas, eczemas ou outras lesões benignas. Assim, conhecer bem a pele e saber em quais regiões existem as pintas, por meio de avaliações anuais com especialista, faz toda a diferença na hora de detectar qualquer irregularidade”, afirma.

Para ajudar nesse combate, a médica alerta para os seguintes sintomas:

  • Uma lesão na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangra facilmente;
  • Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
  • Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento;
  • Nódulos na pele sem causa aparente.

A seguir, a metodologia indicada por dermatologistas para reconhecer as manifestações do melanoma, que dentre todos os tipos de cânceres de pele é o mais agressivo, embora seja o menos frequente entre eles. A famosa Regra do ABCDE auxilia na identificação dos sinais de alerta:

  1. Assimetria

Aparência assimétrica, um lado é diferente do outro

  1. Borda

Margem irregular ou borrada

  1. Cor

Variedade de cores ou mais de um tom

  1. Diâmetro

Tamanho maior do que 6mm de diâmetro

  1. Evolução 

Mudança de tamanho, cor, forma ou aparência

Para qualquer dúvida ou em caso de algum sinal suspeito, é essencial que procure o seu médico dermatologista, uma vez que o auto exame não substitui a consulta e avaliação do especialista.


Dra Adriana Vilarinho - Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da AAD - Academia Americana de Dermatologia. CREMESP 78.300/ RQE – SP 27.614. Graduada em Medicina e Residência Médica em Dermatologia pela Faculdade de Medicina do ABC – São Paulo. Título de Especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Preceptora do Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC – 1993 a 2003. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD – e regional de São Paulo. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD. Membro da American Academy of Dermatology – AAD. Autora do livro "Beleza à Flor da Pele" – Ed. Abril. Autora do livro “Saúde à flor da pele” – Ed. Editora Planeta | Selo Academia.

 

Estudo aponta que HPV está relacionado ao câncer de cabeça e pescoço

Resultados do projeto STOP-HPV, liderado pelo Hospital Moinhos de Vento, apontam que pessoas com HPV oral apresentam chance 6,29 vezes maior de desenvolver esse tipo de câncer

 

O papilomavírus humano (HPV) está cada vez mais relacionado ao desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço, apresentando uma tendência de crescimento no mundo. É o que apontam os dados preliminares do projeto STOP-HPV, liderado pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde via Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS). De acordo com o estudo, pessoas com infecção por HPV oral apresentam uma chance 6,29 vezes maior de desenvolver câncer de cabeça e pescoço. 

O objetivo do estudo – que envolveu 335 participantes – é avaliar a associação entre HPV e câncer de cabeça e pescoço em todas as regiões do país. Foram 150 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, cujos resultados foram comparados a outros 185 indivíduos sem câncer, mas com características semelhantes em relação a hábitos de vida, sexo e faixa etária. O projeto envolveu 100 profissionais da saúde de 12 hospitais brasileiros. 

“Se olharmos para os tipos de HPV de alto risco, observamos que a presença da infecção em pessoas com câncer chega quase a triplicar (12,6% contra 4,6%, no HPV oral). Nos casos de HPV de risco mais baixo, o percentual de HPV oral entre as pessoas com câncer é duas vezes maior do que entre as pessoas sem câncer. Foi possível comprovar que a infecção por HPV é um fator importante para o desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço”, destaca Eliana Wendland, médica epidemiologista do Hospital Moinhos de Vento e líder do projeto.

Todos os participantes da pesquisa responderam a um questionário sobre aspectos relacionados ao câncer de orofaringe, como tabagismo, etilismo, uso de substâncias psicoativas, histórico familiar, higiene bucal, comportamento alimentar, além de questões sobre comportamento sexual, de forma a compreender a possível associação da doença ao vírus HPV. Os dados foram coletados entre junho de 2019 e novembro de 2023, com interrupção durante a pandemia de Covid-19.

Usualmente associado ao tabagismo e ao consumo excessivo de álcool, o câncer de cabeça e pescoço ocupa a 8ª posição entre os tipos de cânceres mais frequentes. Cerca de 21% dos casos e controles são fumantes ativos, não havendo diferenças entre os casos e controles. Com relação ao consumo de álcool, 14% dos participantes com câncer bebem quatro ou mais vezes por semana, comparado com 1,9% dos controles. “No entanto, quando avaliamos os fatores associados à presença de câncer, somente o HPV foi determinante, mesmo quando levado em consideração o fumo e o consumo de álcool”, alerta Eliana. 

A partir dos resultados, destaca a pesquisadora, será possível compreender a magnitude do problema. “Os números servem como base para que o Ministério da Saúde possa aperfeiçoar as políticas públicas adequadas à demanda da população”, destaca Eliana. 

O evento de apresentação de dados foi realizado entre quinta- feira (23) e sexta-feira (24), em Porto Alegre. Além do STOP-HPV, também foram conhecidos os resultados do projeto POP-Brasil 2, que avaliou a prevalência de HPV nacionalmente, monitorando o impacto da vacinação contra o HPV, e do SMESH, que analisou a prevalência de HPV em populações de alto risco, como profissionais do sexo e homens que fazem sexo com homens.
 


Proadi-SUS - O Hospital Moinhos também lidera e participa de uma série de estudos realizados por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Atualmente, a Instituição possui 37 projetos aprovados junto ao Ministério da Saúde, os quais repercutirão em maior qualidade no atendimento à população de todo o país.Entre as iniciativas, estão pesquisas sobre prevenção ao AVC, assistência em asma e prevalência de HPV entre jovens

 

Pré-natal na rede pública: gestantes são mais propensas à depressão pós-parto

Estudo do CEUB: mães atendidas pelo SUS apresentam 40% a mais de chances de desenvolver a condição, se comparadas ao grupo atendido na rede privada 

 

O puerpério vai muito além das mudanças físicas e hormonais enfrentadas pelas mulheres. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 25% das mães no Brasil enfrentam a depressão no início da maternidade. Estudo realizado por estudante de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB) aponta disparidades na prevalência e gravidade da depressão pós-parto entre gestantes que receberam cuidados pré-natais na rede pública e privada de saúde. Além de colocar em risco a saúde mental das mães, o quadro reflete de forma profunda no desenvolvimento infantil e na dinâmica familiar.  

Os resultados da pesquisa destacaram diferenças significativas nos escores médios da Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS). O grupo de 32 mulheres atendidas pelo Serviço Único de Saúde (SUS) exibiu uma média de 12,16, enquanto o grupo da rede privada registrou 8,63. Outro ponto de alerta é que 31,25% das participantes do SUS indicaram já terem tido algum tipo de ideação suicida, sendo no grupo privado o percentual de 9,38%. “Estes dados nos mostraram que as participantes do Grupo SUS tinham um adoecimento mais grave que as do Grupo Privado”, aponta a pesquisadora Rebecca Ribeiro. 

Segundo ela, é possível perceber, a partir da caracterização do estudo, que as participantes do grupo SUS carregam mais fatores de risco e de vulnerabilidade em todos os aspectos: econômicos, sociais, obstétricos, além de terem mais experiências negativas com os serviços de saúde durante o acompanhamento da gestação, parto e pós-parto. “Quem sofre é a mulher, mas esse sofrimento está relacionado a uma história de vida e a um contexto social”, destaca a aluna do CEUB. 

Ela também aponta a necessidade do desenvolvimento de uma escala brasileira de rastreio da depressão pós-parto, que contemple estes fatores sociais e econômicos. "O Brasil é um país com grandes desigualdades e a Escala de Edimburgo, apesar de mundialmente utilizada, não reflete todos os fatores de vulnerabilidade aos quais as mães brasileiras estão expostas". 

O orientador da pesquisa e professor de Psicologia do CEUB, Sérgio Henrique Alves, afirma que os resultados alertam para a necessidade de melhorias na política de saúde pública voltada à assistência pré-natal no Brasil. De acordo com o professor, já existem políticas em funcionamento no país, mas os achados revelaram uma maior propensão para depressão no SUS, especialmente por essas mulheres terem um histórico de vida de vulnerabilidade social e econômica. “Esses aspectos já interferem significativamente nos efeitos do pré-natal”, considera.

 

Pré-Natal Integrado

O orientador da pesquisa afirma que, na rede pública de saúde, os cuidados durante a gravidez tendem a ser mais generalizados, com esforços para integrar serviços de saúde mental. Já na rede particular, há uma abordagem personalizada e acesso a uma gama de recursos e especialidades, embora com custos elevados. “A rede pública busca atender uma população mais ampla, enquanto a particular oferece maior comodidade e opções individualizadas, refletindo diferenças estruturais, financeiras e de acesso aos serviços de saúde”, explica. 

Sérgio indica a implementação de práticas desde o início da gestação na rede pública, unindo uma equipe interdisciplinar e envolvendo profissionais de diversas áreas, como nutrição, medicina e psicologia, com o objetivo de capacitar as gestantes a compreenderem a importância desses cuidados e identificarem precocemente sinais de possíveis problemas de saúde mental. “Essa abordagem abrangente tem o poder de aprimorar o suporte oferecido durante a gestação, beneficiando diretamente as futuras mães”, considera. 

A autora da pesquisa, Rebecca Ribeiro, destacou a utilização do pré-natal como um espaço de desenvolvimento social e psicológico das mulheres. “O pré-natal, que é uma das políticas de saúde com maior cobertura nacional, pode ser um instrumento para promover discussões e ações que visem o aumento dos índices de escolaridade, empregabilidade e renda feminina”.


Surto de escarlatina requer atenção redobrada; entenda a doença!

 

Em SP, número de casos da doença teve salto de quase oito vezes; médica do Hospital Paulista alerta sobre a gravidade desse tipo de infecção e recomenda que pais e mães fiquem atentos aos sinais



O Estado de São Paulo vive um surto de casos de escarlatina, doença infecciosa e contagiosa que costuma ocorrer em crianças menores de 10 anos - e tem a dor de garganta como sintoma mais clássico.
 

Dados da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo apontam um aumento de quase oito vezes no número de ocorrência em relação ao ano passado. De quatro casos, esse contingente saltou para 31 em 2023. Essa tendência de crescimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), também é verificada em países como França, Irlanda, Suécia e Reino Unido. 

De acordo com a Dra. Cristiane Adami, médica otorrinolaringologista do Hospital Paulista, especializada em patologias, pais e mães precisam redobrar a atenção com a criançada neste momento. 

"Especialmente na faixa etária entre 5 e 15 anos, é importante ter atenção a certos aspectos, como dor ao engolir, presença de pus na garganta, aumento dos gânglios nessa região, febre e desconforto. Esses podem ser indicativos iniciais de infecção por estreptococos beta-hemolítico do grupo A, que é o agente causador da escarlatina. Em princípio, esse tipo de doença se caracteriza justamente pela inflamação da faringe e amígdala", destaca. 

Quando em estágio mais avançado, a médica explica que o quadro clínico da doença também se notabiliza por alterações na pele, com aparecimento de manchas de tom rosado e textura de lixa, além de mudança no tom da cor da língua, que fica mais avermelhada e com as papilas ampliadas. 

"O ideal é que os pais se antecipem a isso, tendo em vista que a infecção por estreptococos tem potencial de danos bem maiores quando não tratadas, inclusive levando pacientes a óbito. É um tipo de bactéria bastante nociva e que está presente em qualquer ambiente", observa a especialista, que reforça a importância da avaliação clínica tão logo os sintomas sejam identificados. 

"Geralmente, de início, os pais ignoram as queixas das crianças por pensarem se tratar de algo comum, que pode ser facilmente tratado em casa. Só depois que o caso evolui é que procuram ajuda profissional", reitera.

 

Diferencial importante 

Um diferencial importante que, segundo a Dra. Cristiane, é válido os pais observarem é se há presença coriza, tosse e congestão nasal, associada à dor de garganta. Caso afirmativo, essas características, em tese, afastam a possibilidade de diagnóstico de escarlatina. 

"Trata-se de um bom sinal, pois, geralmente, os estreptococos ficam restritos à garganta e não apresentam reações típicas de resfriado. É uma infecção mais associada à dor de garganta, aumento dos gânglios, febre, desconforto grande, dor no corpo e cabeça”, enfatiza a especialista. 

Pelo sim pelo não, a recomendação é investigar o quanto antes, principalmente neste momento de aumento no número de casos. "O ideal é não postergar o encaminhamento ao médico. Até porque, se confirmada a infecção por estreptococos, é necessário iniciar de imediato tratamento à base de antibióticos - o que só pode ser feito por meio de prescrição médica", finaliza.


Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

 

Como usar o Google para aumentar a visibilidade da empresa e vender mais

Freepik
A ferramenta de busca é um dos principais meios para o consumidor chegar a um produto. A empresa que usa adequadamente o buscador tem uma vantagem estratégica sobre os concorrentes

 

Diante da necessidade de as empresas se destacarem em um mercado cada vez mais competitivo, muitos empresários perceberam que ter uma presença digital sólida não se limita a ter um site. Vivemos uma era em que a tecnologia permeia a cultura, a economia e o relacionamento entre as pessoas. E tudo isso tem passado por um mesmo lugar: as mídias sociais.

Mas não basta criar um perfil e lançar algumas postagens para gerar resultado. Criar uma comunicação entre empresa e cliente é um processo que passa por muitas estratégias.

Pense bem: quando um cliente deseja comprar um celular novo, por exemplo, pesquisa sobre as melhores opções na internet e compara as opções na internet. Neste caso, qual é a importância de uma empresa aparecer entre as quatro primeiras no Google?

Existem várias estratégias que podem aumentar essa relevância, segundo Sarah Façanha, especialista em tráfego pago e fundadora da Auror Digital, que possui status de Google Partner. Convidada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Sarah detalhou como atuar de forma eficaz na internet para aumentar a base de clientes e impulsionar as vendas. Confira as dicas:


ESTUDE SEO

A sigla SEO (Search Engine Optimization) significa otimização para motores de busca e seu objetivo é ter bons resultados de ranqueamento no Google. É por meio de um conjunto de técnicas que os usuários chegam até determinado site de maneira orgânica, ou seja, sem o uso de mídias pagas.

Isso ocorre porque existem elementos presentes nas estruturas dos textos que são identificados pelos motores de busca. Esses elementos determinam a ordem de relevância em que são exibidos sites, blogs e páginas nos resultados das buscas on-line.

Portanto, a otimização desses textos com a presença de tais elementos melhora os resultados orgânicos dos sites. Na prática isso significa que, quando alguém buscar pelo termo "dentista em São Paulo", por exemplo, a marca melhor otimizada em SEO irá aparecer primeiro nos resultados. E, em seguida, serão listados seus principais concorrentes.

A mecânica pode até parecer simples, mas há muita estratégia envolvida nesse processo. Por isso, é importante entender como trabalhar essa técnica.


ENTENDA SOBRE MÉTRICAS IMPORTANTES

Nas palavras de Sarah, um dos baús de ouro do tráfego pago é ter métricas bem analisadas para otimizar suas campanhas em andamento. São elas que possibilitam observar com detalhe como está o andamento e performance do investimento em mídias pagas. Veja algumas métricas importantes para acompanhar:

LEAD - Trata-se de uma oportunidade de negócio em que alguém dá informações de contato, como nome, telefone ou e-mail, em troca de uma oferta da empresa, como uma newsletter, e-Book, um cupom de desconto ou ainda de forma espontânea.

ROI - É a sigla para "Retorno sobre Investimento" e que considera a relação entre o valor e a venda, o custo do produto vendido e seus gastos em marketing (equipe, mídia e ferramentas).

ROAS - É uma sigla para o termo em inglês "Retor on Advertsing Spend", que significa retorno sobre os gastos em anúncios. Ou seja, o custo da mídia patrocinada.

CPL - Trata-se da métrica de desempenho e custo por lead. Ou seja, qual é o valor que as campanhas estão pagando para cada lead adquirido.

CTR - A sigla para meta de desempenho "Click Through Rate", também conhecida como taxa de cliques, é um indicador importante para qualquer estratégia. O CTR mostra a relação entre o número de cliques e o número de visualizações em um anúncio. Na prática, essa métrica é a porcentagem de usuários que clicaram no seu link após visualizá-lo. Portanto, uma métrica bem importante para avaliar o desempenho de um anúncio.


TURBINAR PUBLICAÇÃO

Criar conteúdos diferenciados, inteligentes e em diferentes formatos - lives, reels, stories, posts - é o começo de tudo. Mas a forma como esse material será distribuído é o que realmente faz a diferença.

Existem muitas maneiras de turbinar uma publicação no Instagram e alcançar um público mais amplo. Investir baixas quantias em patrocinados usando o "impulsionar" do Instagram para os conteúdos que melhor performaram no perfil, analisando as métricas após um período de postagem, quando não houver mais interações com ele. Aquele conteúdo que teve melhores números pode atingir mais e novas pessoas que ainda não o conhecem e gerar mais alcance.

Também é possível distribuir o conteúdo em uma ferramenta de anúncios profissional, como o Ads, e ter total controle sobre o que acontece com o investimento, assim como o retorno de cada campanha e outros detalhes.


TRABALHE DE CNPJ PARA CNPJ

Ainda que estudem bastante sobre o tema, muitos empresários não se sentem confiantes para trabalhar com as plataformas e suas ferramentas. Nesse caso, o melhor é assumir que falta domínio sobre o assunto e optar por ajuda profissional. Mas, atenção:

"Não peça ajuda e nem favores. É preciso ser profissional e sempre se alinhar a outros profissionais com certificação. Contrate um gestor de tráfego com CNPJ que garanta resultados precisos, e escale seus ganhos", diz.

De acordo com Sarah, por menor que seja um negócio, uma hora ele vai crescer e isso só acontece se for algo profissionalizado com investimento em organização e processos.


Mariana Missiaggia
https://dcomercio.com.br/publicacao/s/como-usar-o-google-para-aumentar-a-visibilidade-da-empresa-e-vender-mais


Como escolher a melhor escola para educação infantil?

Para que a criança tenha uma experiência de aprendizado mais coerente, os valores da família devem estar alinhados aos da escola

 

 É normal os pais ficarem inseguros quando matriculam o filho pela primeira vez em uma escola ou mesmo quando precisam trocar de instituição de ensino. Em alguns casos a criança nunca tinha ficado por muito tempo longe da família e, quando é uma troca de colégio, o ambiente novo e desconhecido gera algumas preocupações. Essa apreensão é natural e, por isso, é importante pesquisar e levar em consideração alguns pontos importantíssimos na hora de escolher a escola dos filhos. 

O primeiro questionamento a ser feito é: “Qual educação quero que o meu filho receba?”. Isso porque é na escola que a criança inicia a formação intelectual, os valores, a personalidade e ainda aprende a lidar com os outros e com o mundo. “Além disso, ao escolher uma instituição educacional, é muito importante que a família observe o ambiente: Há espaços para explorar? Os lugares são seguros? As crianças estão brincando? Os adultos interagem com as crianças? Como é essa interação? O ambiente é limpo e arejado? Tem espaço ao ar livre? Tem natureza?”, alerta Priscila de Moraes, Coordenadora Pedagógica da EDF – Escola do Futuro. 

Segundo ela, os melhores espaços para a educação infantil são aqueles que são amplos; com exploração segura; brinquedos de possibilidades variadas; materiais para explorar e criar; com ambientes ao ar livre; bem limpos; boa alimentação; banheiros e fraldário adequados.  “O ambiente precisa ser seguro para a criança poder se movimentar livremente e brincar sem se machucar”, detalha.

 

Formato de ensino e crenças 

Priscila explica que além de avaliar a estrutura física é muito importante averiguar se o formato de ensino e crenças da instituição educacional estão de acordo com o que a família acredita, para evitar futuros conflitos, que podem prejudicar o trabalho em parceria. “Fora isso, a criança pode acabar vivendo em realidades muito díspares e que não se sustentam”, salienta.  Por isso, para que o pequeno estudante tenha uma experiência de aprendizado mais coerente, os valores da família devem estar alinhados aos da escola. 

Um dos pilares fundamentais do ensino está diretamente relacionado à competência dos seus professores. Na educação infantil, o papel destes profissionais vai muito além de apenas ensinar, pois influenciam no desenvolvimento e comportamento das crianças. “Por isso, os pais devem avaliar a interação destes profissionais com as crianças e entre eles, assim como verificar se são formados, se participam de formação continuada e estão atualizados na área”, esclarece a Coordenadora Pedagógica da EDF – Escola do Futuro.  

Outros fatores a serem levados em consideração antes de matricular seu filho numa escola, são: se a localização é a ideal, pois pode influenciar na logística da família e até mesmo no desempenho do seu filho; se o valor da mensalidade está de acordo com o seu orçamento; se o plano pedagógico e metodologia de ensino está alinhado com suas expectativas;  se a quantidade de aluno por professor em sala de aula é a ideal; se o colégio utiliza novas tecnologias e está adaptado às tendências do futuro; se é bilíngue e possui certificações internacionais nesta área; se a carga horária é a que precisa; se há estrutura para atividades esportivas e de recreação; se fornece a alimentação adequada ao período em que a criança estará matriculada e, se há uma preocupação nutricional; qual a agenda anual da instituição e suas festividades; e aproveite para fazer uma pesquisa com pais que já possuem filhos matriculados na instituição.  


Entenda como é desenvolvido um chatbot, tecnologia cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros

Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou um chatbot para se comunicar com o Brasil inteiro (e com pessoas de diferentes idades, regiões e perfis) sobre vacinação e serviços na área, como o funcionamento de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com isso, um modelo de comunicação que já estava estabelecido como base na relação entre marcas e clientes – principalmente pelo segmento financeiro e de varejo – passa também a ser um pilar fundamental do acesso da população aos serviços públicos.

Os bots se adaptam a qualquer característica de linguagem que seja necessária – permeando níveis mais formais de comunicação até uma conversa mais próxima da realidade do público –, além de estarem disponíveis todos os dias da semana e em qualquer horário. Esses fatores têm sido fundamentais para a ascensão dessa modalidade em diferentes esferas de negócios. Prova disso é que, segundo a empresa de pesquisas Mordor Intelligence, o mercado de chatbots deve atingir US$ 102,29 bilhões em 2026, sendo que, em 2020, o valor era de US$ 17,17 bilhões. Já o Mapa do Ecossistema de Bots, feito pela Opinion Box e divulgado em agosto de 2022, aponta que há pelo menos 144 mil chatbots em atividade no País, o que representa aumento de 148% em um ano.

Mas, afinal, diante de tantas funcionalidades e aplicações, mesmo que seja amplamente utilizado no cotidiano, uma dúvida surge: como funciona um chatbot?


1 – Colocando o projeto em prática

O primeiro passo é entender o objetivo do chatbot que está sendo desenvolvido. Questões como: problemas que ele irá resolver, se o fluxo será totalmente digital ou não e, também, se ele vai abrir margem para o atendimento humano.

Com as respostas em mãos, o próximo passo é desenhar o fluxo de funcionamento e isso pode ser feito em alguma plataforma de design thinking (ferramenta que estimula a organização de ideias) ou, até mesmo, em uma folha de papel. Nessa etapa, o importante é conseguir transportar o conceito para algo tangível e visual que possibilite validar a jornada do cliente. Quanto mais detalhado for esse planejamento, maior a facilidade para o desenvolvedor que vai programar o chatbot. Isso inclui redigir mensagem a mensagem que será proferida pelo serviço.

Assim que o fluxograma é homologado e validado por todas as partes interessadas, chega a hora de iniciar o desenvolvimento. Isso acontece a partir de uma plataforma que possibilita a criação de um chatbot – utilizando técnicas low code (quando há a utilização de menos códigos na construção de softwares, permitindo o uso por parte de profissionais que não necessariamente precisam ter habilidades específicas em TI). A solução se baseia em um encadeamento de ações e condições, mas vai muito além disso, por permitir criação e manipulação de variáveis, integração de APIs Rest (um modelo de programação de aplicações mais flexível), controle de recorrência, entre outras funções.


2 – Testes e continuidade

Também é possível utilizar um cenário controlado de testes. Essa fase é essencial, pois é possível avaliar velocidade, disponibilidade, linguagem, conteúdo e eficiência do que foi construído. Seja do fluxo completo ou apenas de determinada etapa. Outro ponto é a geração de indicadores de performance (KPIs) 100% customizáveis, acompanhamento de resultados e tomada de decisão.

Este último passo é particularmente especial, pois a construção de um chatbot é uma jornada contínua. Por mais simples que possa ser, a curadoria precisa ocorrer a partir do primeiro minuto de lançamento. Isso porque essa tecnologia lida com pessoas, que, por sua vez, são dinâmicas e exigentes - sendo assim, aprender com as experiências se torna a chave para que o fluxo siga evoluindo e acompanhando as demandas do mercado.


3 – Tecnologias essenciais para o seu funcionamento

Se olhar pelo ponto de vista prático, é necessário desenvolver um sistema que tenha capacidade de monitorar canais de mensageria, interpretar as mensagens entrantes e respondê-las de acordo com uma lógica pré-definida. Para estruturar tudo isso, o que temos visto com mais frequência é a utilização de ferramentas de inteligência artificial, como o próprio ChatGPT, nessa última camada. Essa solução pode trazer diversas vantagens, como respostas mais orgânicas e “humanização” do chatbot – ou seja, quando a comunicação para a outra ponte se faz dinâmica, simples e eficiente.


4 – Adequar para cada tipo de empresa

É imprescindível ter inserido no projeto ao menos uma pessoa com conhecimento profundo do negócio ou dos processos que integrarão o chatbot. Esse profissional geralmente é a ponte entre os times de experiência do consumidor (UX) e Botmakers (que são os que constroem o chatbot com base no mapeamento recebido). Com isso, é necessário um canal de comunicação constante entre essas frentes e, principalmente, flexibilidade e atenção para os ajustes que serão necessários ao longo da jornada de construção do chatbot.

Diante de um consumidor cada vez mais consciente sobre os diferenciais de cada empresa e, também, com mais acesso à tecnologia, cada etapa no desenvolvimento de um chatbot é importante para o seu resultado final. Isso consiste em, além de entregar uma solução de qualidade, garantir fidelidade dos clientes às marcas, melhora na resolução de problemas, proximidade com os consumidores e crescimento de vendas. Itens fundamentais para o crescimento e o ganho de competitividade.


Diogo Martos - Chief Production Officer (CPO) da Robbu


A Pessoa com Deficiência e o Empreendedorismo


A trajetória da Pessoa com Deficiência (PcD) é marcada por obstáculos sociais que, muitas vezes, são erroneamente associados à sua condição individual. No entanto, a compreensão aprofundada revela que as barreiras enfrentadas diariamente não emanam da deficiência em si, mas das estruturas sociais deficientes e excludentes presentes na sociedade. 

É urgente eliminar tais barreiras injustas e odiosas por meio da construção de uma sociedade inclusiva, da Educação Inclusiva e do Trabalho. 

É importante destacar que a pessoa com deficiência é frequentemente confrontada com inúmeras barreiras, que vão desde a falta de acessibilidade física até estigmatizações e preconceitos. Enfatizo que essas barreiras não derivam da condição da pessoa, mas sim do ambiente estrutural que perpetua essa exclusão. Eliminar barreiras exige uma reconfiguração de paradigmas e a compreensão de que a inclusão beneficia toda a sociedade, fortalecendo seus alicerces. 

É, neste sentido, que a Educação Inclusiva e o Trabalho surgem como poderosas ferramentas na busca pela emancipação e autonomia das pessoas com deficiência. Ao capacitá-los para a vida social, esses instrumentos não apenas quebram barreiras, mas também fomentam uma participação ativa e significativa desses indivíduos na sociedade. 

Recente pesquisa da Fundação Seade e da Secretaria do Estado de São Paulo dos Direitos da Pessoa com Deficiência revela uma tendência notável: mais de 60% das PcD estão buscando no empreendedorismo o protagonismo na inclusão social. Essa escolha demonstra a necessidade de incentivar e simplificar o ambiente de negócios como parte integrante da promoção inclusiva. 

A construção de uma sociedade para todos demanda a desconstrução de barreiras injustas e a promoção de ambientes que valorizem a diversidade. A Educação Inclusiva e o Trabalho surgem como instrumentos-chave nesse processo, proporcionando não apenas capacitação, mas também empoderamento. 

O Estado brasileiro, reconhecendo a importância do empreendedorismo na inclusão social, deve assumir a responsabilidade de facilitar e simplificar o ambiente de negócios. Ao priorizar a voz, o protagonismo e a liderança das pessoas com deficiência, estaremos construindo uma sociedade na qual todos possam contribuir plenamente: "nada sobre nós, sem nós".
 

André Naves - Defensor Público Federal, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social, e mestre em Economia Política. É também Comendador Cultural, Escritor, Professor e Palestrante (Instagram: @andrenaves.def)

 

ARTESP e concessionárias realizam mutirão de limpeza para combater a dengue nas rodovias do Estad

Além do mutirão a Agência Reguladora e as operadoras de rodovias realizarão ações de conscientização de combate ao mosquito


A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e as 20 concessionárias que integram o Programa de Concessões do Estado de São Paulo participam de uma ação de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, a partir desta quarta-feira (13). O principal foco da ação é mostrar aos usuários a importância de destinar corretamente o lixo quando trafegam pelas rodovias paulistas, evitando, assim, a proliferação de criadouros do mosquito.

 

“A intensificação das ações de combate ao mosquito é muito importante, para garantir que os números de casos e óbitos decorrentes da doença diminuam com a conscientização das pessoas, por isso a ARTESP e as concessionárias participam ativamente dessas ações”, comenta Milton Persoli, diretor geral da ARTESP.

 

Até o dia 9 de dezembro deste ano foram registrados mais de 314 mil casos confirmados de dengue, distribuídos em 625 municípios e 281 óbitos decorrentes da doença, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Em 2022, foram mais de 332 mil casos, em São Paulo, um aumento de cerca de 133% de aumento na comparação com 2021, quando foram confirmados 142.218 casos. 

 

Em relação à chikungunya neste mesmo período, em 2023 foram confirmados mais de 2 mil casos da doença, em 142 cidades, com 12 mortes no Estado e 5 casos do zika vírus, sem mortes.

 

Diante desses números, é importante direcionar esforços para conscientizar a população a respeito das ações de combate à proliferação do Aedes aegypti, principalmente na eliminação de criadouros.

 

As ações de combate ao mosquito contarão com orientações nos Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs), ​​espalhados pelos 11,1 mil quilômetros de malha rodoviária concedida, distribuição de 300 mil folhetos nas praças de pedágio de todo o estado e posts para as redes sociais, com o foco na conscientização dos usuários.

 

Mutirão contra Dengue


A partir de quarta-feira (13), as equipes das concessionárias Tamoios, Rodovias do Tietê, ViaPaulista e Colinas realizarão um mutirão de limpeza para conscientizar os usuários a não jogar lixo nas rodovias. Durante a operação, será reforçado o trabalho já rotineiro de recolha do material descartado indevidamente nas rodovias sob concessão. Em 2022, foram recolhidas das rodovias concedidas cerca de 70 toneladas de lixo em um único dia de mutirão durante a Campanha de combate ao mosquito transmissor da dengue.

 

Além de sujar as rodovias e servir de criadouros para larvas do mosquito da dengue, o lixo nas vias e acostamentos pode impactar negativamente o meio ambiente e colocar em risco a própria segurança dos motoristas, aumentando o risco de acidentes.

 

A limpeza das rodovias é uma atividade constante das concessionárias e tem o objetivo de manter as rodovias limpas e seguras aos usuários, para que o lixo não cause acidentes ou se torne criadouro do mosquito.


É possível a Inteligência Artificial e fotógrafos trabalharem juntos?


Nos últimos anos, o sentimento é de que a Inteligência Artificial chegou para ficar nas nossas vidas. Mudando o mundo da tecnologia e métodos de trabalho, esse é um mercado que está em alta expansão.

 

Para se ter ideia, o relatório Artificial Intelligence – In-depth Market Insights & Data Analysis, publicado pelo site de inteligência de dados Statista, aponta que o mercado de softwares de IA deve crescer 35% por ano até 2025, quando deve atingir o valor de 126 bilhões de dólares.

 

Além disso, segundo o Goldman Sachs Economics Research, a adoção em larga escala da IA pode ter um impacto significativo no PIB global. Joseph Briggs e Devesh Kodnani, economistas do banco americano, estimam que a IA generativa possui potencial econômico expressivo.

 

A previsão é de que a nova tecnologia aumente a produtividade laboral global em mais de 1% ao ano, após sua adoção em massa. No entanto, para que essa transformação ocorra, as empresas precisarão investir significativamente em infraestrutura física, digital e humana.

 

Acredita-se que esses investimentos podem alcançar a cifra de US$200 bilhões globalmente até 2025. Por sua vez, o relatório também aponta os EUA como líderes de mercado, com as empresas americanas desfrutando da maior parte desse montante.

 

Transformação através da IA

 

O fato é que, com o passar do tempo, a Inteligência Artificial tem provocado transformações no mundo profissional. Ela está remodelando a maneira de trabalhar, introduzindo eficiências, criando novas oportunidades, e também apresentando novos desafios.

 

Entre os fotógrafos, é muito discutido atualmente: afinal, a Inteligência Artificial veio para acabar com o mercado fotográfico?

 

É verdade que o mercado não ficou isento do impacto da tecnologia no mundo. Principalmente neste ano, nós vemos a IA transformando a forma como os fotógrafos capturam e editam suas imagens. 

 

Em abril, o fotógrafo alemão Boris Eldagsen venceu a categoria criativa do Sony World Photography Award, uma das principais competições de fotografia. Ele recusou o prêmio ao contar que a imagem foi gerada por Inteligência Artificial. 

 

No seu site, disse que participou do concurso com a intenção de iniciar um debate sobre o futuro da fotografia. "Será o espectro da fotografia suficientemente grande para permitir a entrada de imagens de Inteligência Artificial - ou isso seria um erro?", comentou.

 

Precisamos entender que o uso da Inteligência Artificial impacta diretamente a nossa relação com as fotografias e a maneira de trabalhar de um fotógrafo, mas isso não quer dizer que acabará com o trabalho de todo um mercado.


 

Juntar o melhor dos dois mundos é a solução

 

Acredito que os trabalhos gerados por IA são uma evolução natural do mundo em que vivemos atualmente. A Inteligência Artificial é uma ferramenta como tantas outras, que não deve ser capaz de acabar com o mercado de fotografia - algo que já está tão estabelecido na nossa vida e cultura.

 

Existe uma preocupação legítima sobre o seu impacto, mas a inteligência artificial também tem o potencial de revolucionar o campo da fotografia, facilitando e otimizando o trabalho dos fotógrafos. 

 

É importante saber que a tecnologia auxilia na acessibilidade da fotografia para quem deseja começar a trabalhar nesse mercado, além de ajudar os profissionais a inovarem e buscarem novos caminhos e estilos de trabalho. Um dos pontos principais é a eficiência e economia de tempo, já que utilizar a IA pode simplificar processos de edição e organização.

 

Para muitos profissionais, uma das soluções de trabalho tem sido o reconhecimento facial. A IA pode identificar e etiquetar pessoas em fotos, o que pode ser muito útil para fotógrafos que trabalham em grandes eventos. Isso facilita o trabalho do profissional, e também otimiza o tempo das pessoas na hora de se encontrarem nas imagens.

 

Um dos grandes destaques também são as restaurações de imagens, já que a IA pode ser usada para restaurar imagens antigas, melhorar a resolução ou até mesmo colorir fotografias em preto e branco.

 

Assim como aconteceu a evolução das fotos reveladas por filme para as fotos digitais, o desenvolvimento das mídias sociais na década passada, hoje temos a ferramenta da IA para nos ajudar a explorar novos campos que antes eram impossíveis.

 

A IA é mais um grande mercado que se abre no ramo da fotografia. Vejo que o mercado fotográfico está crescendo em um ritmo muito acelerado, cada vez mais novas oportunidades aparecem e temos que estar sempre atentos para estas novidades que, com certeza, vão gerar novas demandas no mercado.

 

O fato é que o debate sobre a utilização da IA no mundo fotográfico deve ser realizado, mas também devemos nos prender aos pontos positivos dessa parceria. A chave necessária é encontrar um ponto de equilíbrio entre adotar a Inteligência Artificial e, ao mesmo tempo, manter a essência, beleza e integridade que a arte fotográfica nos oferece.

 

Afinal, sabemos que a tecnologia veio para revolucionar a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Então, o mais necessário é entender e aproveitar as benfeitorias que a dinâmica alinhada entre IA e fotografia pode trazer para os profissionais. 

 

Jonathas Guerra - sócio-fundador da Banlek, a melhor plataforma para venda de fotos e serviços online.



Posts mais acessados