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terça-feira, 7 de julho de 2020

"Dietas restritivas contribuem para o desenvolvimento de transtornos alimentares e engordam", afirma psicóloga



Opções de dietas restritivas existem aos montes e são fáceis de serem encontradas. É comum o desejo por uma redução de peso rápida e a busca por alternativas “milagrosas” para que o objetivo seja atingido.

No entanto, a psicóloga especializada em Transtorno Compulsivo Alimentar (TCA), Valeska Bassan, que também é coordenadora do AMBULIM na USP, faz um alerta. “Um dos principais fatores que contribuem para o desenvolvimento dos Transtornos Alimentares são as dietas restritivas que podem agravar o quadro de obesidade pelo chamado efeito rebote, você se torna um obcecado por comida”, explica.

As pessoas com o Transtorno não conseguem parar de comer mesmo tendo a sensação de saciedade e desconforto abdominal, e é normal queprefira comer sozinha, pois sentem vergonha da falta de controle durante os episódios de compulsão.

A especialista ressalta que o Transtorno Compulsivo Alimentar é diferente da anorexia ou bulimia nervosa. “No primeiro caso a pessoa para de comer, e no segundo a culpa pela compulsão resulta em comportamentos compensatórios, como indução dos vômitos e/ ou excesso de exercício. Todos tem tratamento”, diz.

Ela complementa que é um mito achar que a doença está limitada a pessoas obesas, podendo ocorrer em pessoas com peso normal e ressalta que existem sintomas que merecem atenção. Comer escondido, sentir-se culpado após as refeições, sensação de inadequação junto à sociedade e tentativas fracassadas de dieta são sinais que devem ser levados em conta sempre.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, aproximadamente 2,6% da população mundial sofre de Transtorno Compulsivo Alimentar (TCA). O Brasil tem uma das taxas mais altas do mundo, de 4,7%, quase o dobro da média mundial, sendo mais recorrente entre jovens de 14 a 18 anos.

Já um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra que 77% das jovens apresentam propensão a desenvolver algum tipo de distúrbio alimentar, como anorexia, bulimia e compulsão por comer. Cerca de 50% das pessoas que apresentam o transtorno são obesas, sendo que 15% são obesas mórbidas.

Levantamento feito pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) revela que pelo menos sete em cada dez brasileiros já tentaram eliminar alguns quilos sem acompanhamento, contudo 95% reconheceram que os médicos e nutricionistas são os profissionais mais confiáveis para indicar uma dieta.

Valeska afirma que a palavra da vez é equilíbrio na alimentação, além da não restrição de nenhum grupo de alimentos, especialmente os favoritos. “Se o paciente gosta de beber álcool, ele não precisa cortar totalmente o consumo, mas sim aprender a consumi-lo de forma prazerosa e consciente, o que ensinamos durante as sessões de terapia”.

De acordo com estudos feitos pela nutricionista, Sophie Deram, PhD em endocrinologia, fazer dietas de restrição alimentar não funcionam. Segundo dados científicos, 95% das pessoas que optam por esse método de emagrecimento voltam a engordar dentro de um período de 6 meses a 2 anos.


Moda inverno: João Freire, consultor de estilo e expert em tendências, revela quais são os hits da estação para os homens

Reprodução


"O inverno é quase que majoritariamente pautado nos monocromáticos, dando ares de farm boy", explica o especialista, que estudou em Nova York e já foi personal shopper da luxuosa Saks.

João é referência quando o assunto é moda masculina, joalheria e viagens. Ele foi eleito como um dos 25 homens mais bem vestidos do ano pela revista GQ.


Chegou a hora de tirar os casacos do armário! A estação mais fria do ano está entre nós e, mesmo com as temperaturas mais amenas em boa parte do Brasil, o Inverno 2020 apresenta diversas tendências específicas para o universo da moda. Consultor de estilo e expert no assunto, João Freire listou tudo que os homens precisam saber para manter o estilo e bom gosto na hora de se vestir. Cores, estampas e acessórios que já são hit estão entre suas dicas.

O inverno 2020 é quase que majoritariamente pautado nos monocromáticos, dando ares de ‘farm boy’. Tons de verde (militar oliva), terrosos (cáqui, areia) e avermelhados com rosáceos (ou que vão para esse lado, como o bordô) foram intercalados com azuis-marinhos, cinzas e pretos em degradê”, explica João, que destaca ainda que os cintos de correntes sobrepostos em blazer e casacos são tendências que devem aparecer quando o assunto é acessório: “seguem nessa lista também as bolsas em variadas formas: com estampa liberty modernizada, formatos improváveis como latas de leites, maxi em tons bem acessos e bags mais sofisticadas”.


Xadrez é tendência atemporal

Estampa coringa no look dos homens no inverno, o xadrez é apontado por João como uma tendência atemporal e deve permanecer para este inverno: “É um ótimo aliado ao visual todo neutro. Porém há maneiras mais descoladas de usá-lo: o mix de estampas, por exemplo. Com abstratas, geométricas e até tie dye são boas opções.”


Jaqueta jeans é peça fundamental

O consultor de estilo destaca ainda uma ‘lição fashion’ exibida por Kanye West no clipe ‘FourFive’: “Jeans nunca sai de moda. É clássico, é icônico com os Beatles”.

Para João, jaquetas jeans já se consolidaram como uma necessidade em qualquer guarda-roupa. “Entretanto, focando nas jaquetas estilizadas - oversized e, na sua grande maioria destroyed, além das customizadas com street art (Rômulo DeuCria é referência no Brasil) e até com lavagem colorida em tons pastéis, podemos indicar as sobreposições com moletons e associação a peças de alfaiataria, dois truques de styling que devem ser explorados”, indica ele.


Quarentena pede looks confortáveis

João também pensa na moda para quem está em casa, especialmente nas peças home-office, isolados por conta do coronavírus. Para ele, pijamas também são opções fashion. “O confort entrou em cena com maiores possibilidades de adesão, além do mood sporty. Podemos destacar os moletons com gorros e as jogging pants, peças queridinhas dos amantes do streetwear com referências gringas, como os rappers”, ressalta.


Ousar nas cores não requer técnica, mas sim coragem’

Por fim, João Freire fala sobre homens que gostam de fugir das cores mais escuras no inverno e acreditam que moda é inovar sempre. Ele auxilia: “Ousar nas cores não requer técnica, mas sim, coragem de sair da zona de conforto. Comece com um exercício simples, inserindo tons de cartelas opostas, por exemplo: uma camisa laranja e uma calça marsala. Assim como um blazer azul-claro com uma calça lavanda, garantiriam um visual de sucesso. A técnica só é adquirida com repetições cada vez mais ousadas e logo você estará um expert em color blocking.”





João Freire - já se tornou um dos nomes queridinhos da moda e consultoria de imagem no Brasil. O paulista, que estudou em Nova York, com passagem como personal shopper da rede de lojas Saks Fifth Avenue, vem ganhando notoriedade em tudo que faz envolvendo luxo e bom gosto. Ele é empresário e influenciador digital, especialista em viagens, além de assinar uma coleção de joias para Marisa Clermann há seis anos, com peças usadas por nomes como Alok, Adriane Galisteu e Sabrina Sato. Apaixonado por viagens e um dos influenciadores mais procurados no assunto, João Freire já viajou mais de 22 países. Entre seus lugares favoritos ele destaca: Nova York, Florença, Paris e St. Barths.


Home office: Se vestir de acordo com a atividade profissional mesmo na quarentena reflete na qualidade do trabalho


Jhanne Pires, especialista em imagem e moda e criadora do método Vista-se de Si, ressalta a importância do vestuário mesmo durante o home office, como ferramenta de produtividade, equilíbrio pessoal e empoderamento.



Profundas transformações estão acontecendo mundo afora devido à pandemia da covid-19 neste ano de 2020, sendo uma das mais relevantes o regime de trabalho em Home office e seus desafios para manter a produtividade mesmo estando em casa.

A escritora e especialista em imagem e moda, Jhanne Pires, criadora do método Vista-se de Si, ressalta os desafios que a pandemia trouxe e como a moda está relacionada com este novo momento: “Durante os momentos mais difíceis, subitamente as mulheres de todo o Brasil, que já viviam o desafio de lidar com tantas áreas que exigem múltiplos talentos, precisaram aprender a trabalhar em casa, cedendo aos encantos e desencantos do home office. Em um cenário tão complexo, toda ajuda foi bem-vinda para motivar, inspirar, reagir e vencer. Quando criei, vivenciei e apliquei a metodologia Vista-se de si, imaginei que nascia ali uma chance prática para a mulher se transformar e mudar o mundo a sua volta. Se naquela época, o método foi considerado pelas clientes válido e importante para projetar a imagem que a mulher desejava mostrar ao mundo, com a pandemia passou a ser crucial. Jamais a mulher precisou tanto vestir-se de si e para si. Um desafio se apossou da alma feminina, tão vibrante por essência: vestir a peça que a faz sentir-se feliz e plena em cada ocasião, mesmo sabendo que naquele dia não sairia de casa e que os seus compromissos aconteceriam na esfera digital.” 


Vestuário e Home Office

Jhanne Pires aponta porque é importante cuidar do vestuário mesmo quando se está trabalhando em regime de teletrabalho a partir de casa: “Muitas pessoas aproveitaram o home office para relaxar e vestir-se de qualquer jeito, em vez de organizar a agenda dos looks de acordo com os compromissos e atividades profissionais. Duas perguntas servem para indicar o provável resultado da atitude temerária, adotada por algumas mulheres. A primeira é se em uma reunião on-line, em que seria discutida a aquisição de um serviço que salvaria a empresa, teria bom efeito se a empresária estivesse vestida de qualquer maneira? A segunda e mais relevante é que seria justo afirmar que ‘qualquer roupa' pode resultar em 'qualquer resultado’. Ainda que o interlocutor não nos veja, no caso de uma reunião por telefone, a roupa adequada credita intimamente o poder, a autoridade e a segurança de que precisamos para encontrar excelentes resultados.”  

A especialista põe a prova o seu método: “Em um primeiro momento, uma das clientes duvidou que a roupa poderia fazer tanta diferença assim nos resultados profissionais. Para convencê-la, propus que ela se vestisse de qualquer maneira para trabalhar em casa. Recomendei que, no outro dia, usasse um look de acordo com a atividade profissional que seria desempenhada. O feedback da cliente foi contundente. Ela nos disse que, ao vestir-se de si, sentiu-se mais confiante para as reuniões e os negócios que estava concluindo. Relatou ainda que sentia-se perdida e hesitante ao trabalhar em home office com qualquer roupa, mas sentiu-se firme quando usou a roupa escolhida com a ajuda do método, sendo que a hesitação foi embora e os resultados aconteceram com espontaneidade.” 



Melhores escolhas, melhores resultados

Jhanne Pires evidencia que neste momento, ter uma postura adequada no que diz respeito às escolhas de vestuário ajudam não apenas a superar desafios profissionais, mas a enfrentar o turbilhão de emoções e sentimentos dentro de cada mulher durante o estado de emergência e as incertezas da pandemia: “Vestir-se de si, em um conceito de home office, fazendo escolhas de vestuário que se refletem no nosso equilíbrio emocional e psicológico, é a garantia de manter-se preparada para os incontáveis desafios, pois não podemos mudar o que acontece no mundo, mas temos total poder sobre aquilo que acontece dentro de nós, alimentando emoções e hormônios saudáveis, no lugar de sermos reféns de hormônios estressores e emoções nocivas, como o cortisol e o excesso de ansiedade, que resultam em tristeza e depressão.”


8 dicas simples e práticas para economizar energia elétrica em casa


Com o anúncio da nova tarifa aplicada à conta de energia elétrica, reduzir seu consumo não contribui apenas para a preservação do meio ambiente, mas também para o controle das finanças da casa, tão afetado pela pandemia. Algumas atitudes já são bem conhecidas, como trocar as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, porém ainda há outras formas de economizar.

Além disso, é importante se atentar para os reparos residenciais que eventualmente são necessários, pois dessa forma, acidentes são evitados. E para ajudar nessa tarefa, André Amado, Gerente de Rede de Prestadores da Allianz Assistance, líder em assistência 24 horas, listou oito dicas simples e práticas. Confira:


Atenção aos equipamentos que mais consomem energia

Ao ficarmos o tempo todo em casa, é preciso ter uma atenção redobrada aos aparelhos eletrônicos utilizados com frequência e que, geralmente, são os que consomem mais energia, prejudicando o bolso no final do mês.

Equipamentos como micro-ondas, forno, aquecedor de ambiente e churrasqueira elétricos, além do chuveiro precisam ser usados com moderação. Outro fator a se atentar é quanto aos produtos antigos. Não estando em perfeito estado de funcionamento, eles impactam diretamente na conta de luz. Portanto, é preciso verificar o estado do aparelho e caso, apresente alguma fragilidade, evitar o seu uso.


Reparos residenciais

Eventualmente, eletrodomésticos podem apresentar mal funcionamento. Se precisar trocar a resistência do chuveiro, por exemplo, o recomendado é que o morador não manuseie os fios elétricos individualmente. O mesmo vale para geladeiras e outros aparelhos que podem causar danos e acidentes de maior amplitude na residência, uma vez que simples choque de 110v pode levar à uma fatalidade.

Então, fique ciente: os serviços essenciais básicos - como assistência 24h para danos elétricos - nunca pararam de funcionar, mesmo em locais com bloqueios e lockdowns. Nesses momentos, priorize a busca por profissionais tecnicamente qualificados e, em situações de emergência, opte por desligar os disjuntores ou tirar a chave da caixa elétrica. Assim, a espera pelo atendimento é mais segura.


Escolha o chuveiro ideal

O chuveiro quebrou e você precisa de um novo? Então, confira todas as especificações da residência e do produto: se a residência dispõe uma tensão de 127 volts (V), o chuveiro não pode exceder 5700 watts (W). Caso a voltagem disponível seja 220V, o limite é 7800W.

Os disjuntores da residência devem corresponder às voltagens: 50 amperes para 127V e 40 amperes (A) para 220V, além da fiação de 10 milímetros (mm) para ambos os casos. Utilizar o aparelho, fora do padrão correspondente, favorece o consumo elevado de energia, curtos e, até mesmo, queima de fiação.


Evite deixar o equipamento por muito tempo ligado

Para prevenir a ocorrência de acidentes por conta do uso prologando do aparelho na tomada, dispense a utilização de adaptadores que multiplicam as tomadas, como o famoso benjamin. Esse tipo de mecanismo, sobrecarrega o sistema elétrico.

Além disso, é muito importante que as máquinas ligadas tenham o padrão ideal e exigido pelos fabricantes, caso contrário, o aumento do gasto de energia, a diminuição da vida útil e, até mesmo, os perigosos curto-circuitos serão evidentes. Portanto, saiba que micro-ondas, fornos elétricos, coifas e outros equipamentos de cozinha, exigem tomadas de 20 amperes e fiação de, pelo menos, 4mm.


Explore outras alternativas

Além de tomar todos os cuidados citados acima, é fundamental ter conhecimento sobre outras formas, mais baratas e sustentáveis de economia.
Abrir as janelas para que possa entrar a luz natural o maior tempo possível, não ligar os equipamentos simultaneamente, retirar da tomada aqueles em “stand by” são algumas das possibilidades para aderir no dia a dia.

Uma dica: um micro-ondas leva 15 minutos para fazer o mesmo trabalho que 1 hora no forno. Use um micro-ondas em vez de seu forno quatro vezes por semana e economize.


Cuidados com a geladeira

Tão utilizada em nossa rotina, a geladeira requer alguns cuidados especiais para prolongar sua durabilidade e não pesar no orçamento mensal:
  • Verifique com regularidade se as borrachas de vedação da porta estão cumprindo o seu papel ideal. Elas não podem apresentar nenhum furo ou vazamento de ar;
  • Evite colocar muitas embalagens de papelão e sacolas plásticas, elas sobrecarregam o sistema de refrigeração - que ao invés de gelar o alimento, vai trabalhar o resfriamento das embalagens até atingir o produto;
  • Não deixe a porta aberta por muito tempo para evitar desgastes na placa e no compressor. Caso o refrigerador não tenha a tecnologia frost free, que não produz gelo, deve-se aguardar o descongelamento natural.

Secador e prancha de cabelo

Semelhante aos equipamentos de cozinha, o secador e a prancha de cabelo, geralmente, possuem alta potência e exigem mais do sistema elétrico da residência. Para contribuir a todas as dicas anteriores, plugue os produtos em tomadas de 20 amperes e instalação de fiação entre 4 e 6mm.


Compra consciente

Para adquirir as melhores opções do mercado, feitas especialmente para evitar o alto gasto de energia, é preciso verificar se a residência é estruturada para receber voltagens mais elevadas. Por exemplo, se fiação elétrica tenha sido feita para receber equipamentos 220v, esta é a melhor opção para economizar e poupar o bolso no futuro






Allianz Assistance

Quarentena: 61% dos brasileiros vão manter a maioria dos novos hábitos adquiridos


Evitar aglomerações, intensificar boas práticas de higiene e comer melhor são alguns dos comportamentos adquiridos e que devem continuar


A pandemia de COVID-19 fez com que a população adquirisse novos hábitos, em função das restrições impostas pelo isolamento social. A onda mais recente do Barômetro COVID-19, a principal pesquisa da Kantar que explora os comportamentos, atitudes e crenças dos brasileiros, mostra que as pessoas estão apegadas aos hábitos recém-adquiridos durante a quarentena.

Segundo estudo da UCL*, são necessários 66 dias em média para transformar um hábito em rotina. Há mais de 100 dias em isolamento social, brasileiros já afirmam gostar dos novos hábitos adquiridos e que pretendem mantê-los. Essa constatação é ainda mais forte entre as mulheres e pessoas com filhos.


Para a maioria, cuidar mais de si mesmo (higiene, saúde e desenvolvimento) é o principal hábito adquirido durante a quarentena que deve ser mantido.



“A necessidade de inovação nunca foi tão relevante para um cenário de recuperação pós-pandemia. As empresas precisam estar atentas a esses novos hábitos para acompanhá-los com novas soluções, produtos e serviços”, afirma Valkiria Garré, CEO de Insights da Kantar Brasil.

Um hábito que acabou sendo forçado na rotina foi o do distanciamento social. Mesmo com o fim da quarentena, 74% dos brasileiros dizem que continuarão seguindo essa recomendação e evitarão lugares lotados.



Sobre o Barômetro COVID-19
A pesquisa foi realizada online com 500 brasileiros com 18 anos ou mais entre os dias 13 e 16 de março (primeira onda), 27 e 31 de março (segunda onda), 13 a 16 de abril (terceira onda); 24 a 28 de 2020 (quarta onda); 22 a 26 de maio (quinta onda) e 18 a 22 de junho (sexta onda). Ele foi feito em 30 mercados com mais de 25 mil consumidores. Entre os temas abordados estão: atitudes dos consumidores; hábitos de mídia; hábitos de viagem; impacto nos comportamentos de compra online e off-line; e expectativas em relação às marcas.



CONHEÇA 10 DICAS PARA SE ACALMAR


 

Levamos uma rotina cada vez mais intensa, cansativa e estressante e em muitos momentos utilizar-se de técnicas para se acalmar pode te poupar de situações ainda mais difíceis e evitar aborrecimentos maiores. E quando se tem na manga algumas dessas técnicas para acalmar o coração, nossa qualidade de vida pode até melhorar afinal vamos estar mais serenos e ter mais foco para lidar com as adversidades do dia-a-dia. Pensando nisso os especialistas do Astrocentro listaram algumas técnicas que podem te ajudar, confira!




1.       SE ACALMANDO POR MEIO DOS SENTIDOS:

Essa técnica é especial para aqueles momentos em que você estiver muito nervoso e agitado. Observe o ambiente ao seu redor e liste cinco coisas que você pode ver em seguida quatro coisas que pode tocar, três que pode escutar duas que pode cheirar e uma cujo gosto pode sentir.


2.       DISTRAÇÃO COGNITIVA:

Se você estiver passando por um ataque de pânico ou a beira de uma crise de nervos, essa é uma das melhores técnicas para se acalmar. Conte mentalmente e regressivamente de 100 a 0, de 3 em 3, assim: 97, 94, 91, 88 e assim por diante.


3.       RELAXAMENTO MUSCULAR:

Nessa técnica você vai contrair um grupo muscular por vez, de 5 a 10 segundos e em seguida relaxar. Os principais músculos, ou grupos, que você deve trabalhar são: maxilar, braços, mãos, barriga, pés, panturrilhas e coxas. Essa técnica faz com que você se concentre em outra coisa, sem ser o que está tirando a sua calma.


4.       MEDITAÇÃO:

Essa técnica é fantástica, mas exige prática e um pouco de conhecimento. Procure um mestre de Yoga para te ensinar a meditar.


5.       ACALME-SE COM MÚSICA:

Deixe pronta uma lista com músicas que te acalmam e te relaxam no celular, pendrive ou em todas as formas possíveis de mídia, para que quando você precisar se acalmar, consiga ter um acesso rápido a essas musicas.


6.       ESCREVA EM UM DIÁRIO:

Essa técnica funciona muito bem para se acalmar, pois sempre temos acesso a um pedaço de papel e uma caneta. Quando você estiver precisando muito se acalmar, escreva! Tudo o que está sentindo e tudo que você gostaria de dizer faça um desabafo para o papel. Você vera que a medida que as palavras forem sendo escritas você começara aos poucos a se acalmar.


7.       CONTROLE A RESPIRAÇÃO:

Essa técnica pode ser feita em apenas 60 segundos! Inspire profundamente com o nariz e segure o ar por alguns segundos, repita esse processo quatro vezes. Depois, fixe a atenção no peito, na região do coração por 15 segundos.


8.       IMAGINAÇÃO GUIADA:

Se concentre e imagine um lugar em que você se sinta em paz e relaxado! Pode ser sua casa, ou algum lugar que você gostaria de estar agora. Enquanto pensa nesse lugar, comece a adicionar detalhes a essa cena, de maneira a focar toda a sua mente no campo da imaginação. Você pode montar essa cena com os olhos abertos ou fechados, como preferir.


9.       SUSPIRE:

Inspire deixando o ar entrar rapidamente em seus pulmões e solte-o naturalmente, suspire! O suspiro é uma boa tática, pois quando você solta o ar através do suspiro, suas preocupações e pensamentos negativos se vão juntamente com aquilo que você expirou.


10.   PROCURE AJUDA PROFISSIONAL:

Em algumas fases de nossa vida não somos capazes de lidar com tanto estresse e ansiedade sozinhos e nesse momento pode ser fundamental procurar ajuda profissional. Dentre essas 10 técnicas para se acalmar que listamos, com certeza alguma vai poder te ajudar  nos momentos de nervosismo e ansiedade. 





7 dicas para se profissionalizar na comunicação virtual


De repente, veio a pandemia, a quarentena e, com elas, mudanças na rotina profissional e na forma de comunicação. Reuniões virtuais, lives, webinars e videoconferências se tornaram comuns em diversos setores. Entretanto, nem todo mundo possui habilidade com a comunicação virtual. Tanto na questão operacional, mas, principalmente, no quesito familiaridade.

Apesar de já ser comum há tempos, muitas pessoas não têm o hábito ou até não gostam de conversar por vídeo. Mas, com a nova realidade, se tornou inviável não aderir à comunicação digital. Para ajudar a driblar o desconforto x necessidade, confira essas 7 estratégias que irão trabalhar sua expressividade, melhorando três pontos fundamentais: voz, postura e conteúdo. 


Tenha objetividade e clareza

Quando falamos de mídia digital, é fundamental ser objetivo e passar a mensagem de forma clara, lembrando que seu discurso pode ser óbvio para você, mas não para quem te assiste. Antes de elaborar seu vídeo, tenha em mente as respostas das seguintes perguntas: Qual é o meu público? Quais os desafios da minha audiência? O que eles esperam de mim? Como eu quero que este vídeo impacte as pessoas? Com essas respostas, fica mais fácil partir para a escolha do vocabulário e conteúdo. E sempre avalie se este conteúdo condiz com o que você pretende, seja informar, vender ou ensinar.


Atente-se ao aquecimento vocal

A forma como você usa a voz pode mudar completamente a sua mensagem. Para transmitir credibilidade, module sua voz de acordo com o conteúdo a ser passado. Cuide dela também. Antes de iniciar um vídeo ou uma reunião online, faça aquecimento vocal, para que sua emissão seja suave e, ao mesmo tempo, sem soprosidade (ar na voz). Confira alguns exercícios de aquecimento vocal:

- Inspire e produza uma vibração com a língua, em "Trrrrr", soltando o ar e sentindo a vibração da língua no céu da boca, sempre retraindo o abdome devagar e controlando o ar.

- Inspire e faça uma vibração com os lábios, em "Brrrr", até o ar acabar, trabalhando o abdome também.

- Inspire e emita o som "DZ", com a ponta da língua encostada nos dentes da frente na parte superior. Faça até o ar acabar, sem esquecer de trabalhar o abdome. 

Pratique a respiração
Jamais pareça ofegante em uma conversa virtual. A sensação que transparece é de cansaço ou ansiedade. Para trabalhar a respiração, faça leituras, puxando o ar levemente pelo nariz (o abdome irá expandir, deixando pescoço e ombros sem movimentos bruscos). A medida que você fizer a leitura, o ar sai pela boca,
e o abdome vai murchando sem esforço. Vale praticar esta técnica também:

- Deite de costas e coloque um livro sob sua barriga.

- Procure inspirar (pelo nariz) e expirar sem movimentar muito o livro.

- Imagine que o seu diafragma seja uma bexiga que você deva encher, 
inspirando como se estivesse cheirando uma flor.

- Para expirar, solte o ar como se estivesse soprando uma vela.


Trabalhe a expressão corporal

A comunicação não verbal é um recurso imprescindível que complementa a mensagem, como a expressão facial, por exemplo. O rosto é a parte do corpo que costuma ficar mais exposta no vídeo. Por isso, explore, com bom senso, o olhar, o meneio de sobrancelha, o sorriso e qualquer outro recurso que esteja no contexto do assunto. E utilize os movimentos de mãos e braços sutilmente. Mas, se estiver com os músculos contraídos, seu desempenho será afetado. Por isso, faça estes exercícios de relaxamento:

- Gire a cabeça para o lado direito e para o lado esquerdo.

- Movimente a cabeça para cima e para baixo.

- Faça caretas, procurando usar todos os músculos do rosto.

Cuidado com dicção e pronúncia

Para expressar bem, é preciso treinar voz e dicção. Realizar leituras em voz alta ajudará a perceber seus vícios de linguagem, bem como pronúncia inadequada e erros de concordância. Atente-se ao falar de forma clara e precisa, articulando todos os fonemas. Cuidado para não parecer artificial. Os movimentos de uma boa articulação devem ser naturais, sem exageros, como não abrir a boca demasiadamente, por exemplo.


Foque nas palavras-chave

Enfatize as palavras de maior valor, ou seja, aquelas que você quer fixar na mente do público e relacioná-las a sua imagem. Por exemplo, se seu objetivo é dar dicas sobre emagrecimento, reforce as palavras-chave, como emagrecer, peso, dieta, exercícios, entre outras que remetam ao tema central. Na introdução, as três primeiras frases precisam ser de impacto e responder a dor, ou seja, a necessidade da pessoa em lhe assistir até o final. Aposte também nas perguntas reflexivas, que despertam curiosidade e motivam a audiência.


Aposte em um script

Um roteiro bem feito, alinhado com seu tema, será de grande suporte para você não se perder, seja em uma videoconferência, uma live ou um webinar. Vale lembrar que a expressividade será o seu diferencial. Pratique-a e potencialize seus recursos e suas qualificações. A partir do momento em que você se expõe virtualmente, todos os itens acima devem ser trabalhados minuciosamente, para garantir solidez e confiança em tudo o que você transmitir.





Dra. Cristiane Romano - fonoaudióloga, mestre e doutora em Ciências e Expressividade pela USP.

CUMPLICIDADE, CONVERSA, POSSIBILIDADE AMOROSA


Os termos da vida em comum; a comunhão de propósitos; as reciprocidades inteligentes e sensíveis: esses são fatores sine qua non de qualquer parceria. São, portanto, também, condição elementar da vida amorosa.

A questão é: esses elementos acontecem, ou se os faz acontecer? Há quem creia e defenda com robustos argumentos que temos escassa gerência sobre os nossos encontros com o mundo, na expressão de Espinosa.

Já a vida como obra, não como acaso, ou de obra sobre o acaso é Nietzsche. Ele quer que o acaso seja só humanidades em acontecimento, e que seja tomado para ser matéria da ação no o mundo e sobre o existir.

Almejo mais: inteligência interferente nas possibilidades. A vida depende dos meus encontros espinosianos com o mundo e da empolgação do acaso nietzschiano. Certo. Mas eu quero para mim alguma gerência disso.

Creio que se me dou um tanto de coisas e me excluo de outras tantas, amplio chances de, junto com o acaso, me proporcionar bons acontecimentos. Disponho de uma razoável margem de liberdade, logo, de ação (Sartre).

O que faço com o que foi feito de mim? Com cautelas e ousadias para alcançá-las, minhas escolhas materializam e consubstanciam esse fazer. Nas relações amorosas, menos que as paixões estão as atitudes eletivas.

Paixões são desvairadas, sintomas de suspeitosas demandas minhas. A eleição de um tipo é apaixonante sem ser paixão bruta. De outro modo: quero paixão seletiva por quem professe bons termos de vida carinhosa.

Não falo de amor como contrato. Penso em que vida eu me faço viver. A que vida eu me conduzo para ter vida existida? O existencialista considera que o animal humano se faz ser humano quando está senhor da sua existência.

Só quem tem noção de si consegue fazer da vida uma obra de arte (Nietzsche). Uma vida tal exige condições de estar no mundo. Se existência precede a essência, preciso me dar existência que apure a essência.

Talvez a consideração anterior a todas seja mesmo: com que tipo de gente eu quero estar no mundo? Com que tipo de pessoa espero levar vida emocionada que seja, par e par, arte cultuada e cotidiano emocionado?

Cabe esperar pelo acaso assim como cabe procura. A procura é diferente de controlar o acaso; é gerenciar o tanto quanto possível a parte afetável do rumo das coisas. A procura permite e até recomenda escolhas.

Agora, a vida como construção. Edifica-se sobre o que vem do escolhido. As partes combinam a vida no tanto que a vida é combinável: denominador comum; ajustes de propósitos; sintonias inteligentes e sensíveis.

Teoria dos conjuntos, diagrama de Venn: uma pessoa, outra pessoa, dois conjuntos. Jamais haverá um casal, porque a relação entre dois conjuntos ou duas pessoas não as faz unidade, mas estabelece área de intersecção.

A relação entre pessoas ou conjuntos é limitada pelas fronteiras do denominador comum. Nas relações amorosas as partes renunciam a fração da soberania pessoal em prol da vida mútua, mas não abrem mão de si.

Ninguém dispensará o ego, porque não se tem um ego, mas se é um ego. Como se anular psiquicamente? Ademais, há um mínimo eu (Lasch) a ser mantido em tempos difíceis, e convivências são sempre tempos difíceis.

Concedemos, quando muito, pequena parte de nós à relação. O mais do ego não interage, insubordina-se a obrigações, desconsidera limites. Talvez o sujeito advertido (Lacan) dessas coisas dê conta. Não sei.

Quem sabe a palavra mais adequada para possibilidade da relação amorosa seja cumplicidade. Quiçá os que se façam cúmplices de um mesmo desígnio de vida alcancem materializar seu desiderato.

A cumplicidade para levar a vida como ela é (Rodrigues) solicita amantes artistas. A realização amorosa é fazer artístico. O utensílio dessa arte é a conversa. A conversa é a ferramenta amorosa. Sem conversa não há amor.




Léo Rosa de Andrade - Doutor em Direito pela UFSC. Psicanalista e Jornalista.

Coronavírus e autismo: como preservar as crianças neste período pandêmico


A psicopedagoga e especialista em educação especial, Ana Regina Caminha Braga, dá dicas para famílias que precisam manter as terapias realizadas com os autistas dentro de casa


A chegada do novo coronavírus ao Brasil lançou um desafio extra aos pais e responsáveis que precisam lidar com crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Como agir e manter uma rotina de cuidados específicos dentro de casa? Devido à medida restritiva de isolamento social, grande parte das famílias se encontram sem alternativas para complementar a rotina dos pequenos, que antes tinham uma agenda cheia com atividades escolares e terapias presenciais.

Esta falta de rotina pode refletir em instabilidade emocional e agressividade cada vez com mais frequência em crianças autistas. Entretanto, apesar de parecer que estamos vivendo um momento de crise e instabilidade, é possível levar esse período de forma equilibrada e saudável. De acordo com Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial, saber usar a criatividade e se reinventar é essencial para que pais e responsáveis consigam manter o tratamento das crianças. Quando falamos sobre confinamento, o ideal é que as famílias tentem seguir a rotina do autista o máximo possível, criando atividades similares àquelas vivenciadas em situações normais.

“Faça um cronograma de todas as tarefas a serem desenvolvidas durante o dia, siga corretamente o calendário. Todo ser humano necessita de rotina para cultivar uma mente saudável, principalmente as crianças autistas”, explica a especialista. Isso serve, também, para terapias e acompanhamentos com profissionais. Sempre que possível, os pais e responsáveis devem manter os atendimentos de forma online, a fim de receber as devolutivas terapêuticas para prosseguir o tratamento em casa. “Se a criança faz uso de medicamento, é ainda mais importante que ela mantenha contato com o médico para verificar a dosagem e a evolução da criança”, aponta a psicopedagoga.

De acordo com a especialista, oferecer um ou dois brinquedos diferentes, para que a criança possa explorá-los de forma significativa, é muito importante para continuar o desenvolvimento psicológico do autista em casa. “Caso a criança desregule, é possível utilizar um pedaço de tecido para brincar com ela sem verbalizar e deixá-la à vontade. A criança senta no tecido e você pode segurar duas pontas do tecido e puxá-la com movimentos pelo ambiente em que esteja”, complementa Ana Regina. Apesar das dificuldades, o mais importante em um momento de isolamento social é manter a criança regulada e estável, a fim de preservar a saúde psicológica dela e da família. Como última orientação, a psicopedagoga aconselha os responsáveis a se atentar aos gestos e movimentos das crianças de forma consciente e sem culpabilidade. “É possível vermos autistas com dificuldade para se comunicar e se expressar da forma verbal. Por isso, é relevante que os pais tenham um olhar diferenciado, atento e ainda mais carinhoso com eles neste momento”, finaliza a especialista.


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