Clínicas
populares são opção para que quem não tem plano de saúde ou depende do SUS
possa fazer a prevenção de doenças
De acordo com uma
pesquisa feita pelo Instituto Data Popular, seis em cada dez brasileiros só vão
ao médico quando estão doentes em caso de urgência, mesmo existindo grandes
campanhas sobre a importância de se fazer exames médicos com regularidade,
ressaltadas inclusive no Dia Mundial da Saúde que foi comemorado no dia 7 de
abril.
Com a crise
financeira no Brasil em 2014, cerca de 3 milhões de pessoas perderam o acesso a
planos de saúde, deixando atualmente 75% dos brasileiros dependendo do Sistema
Único de Saúde (SUS), segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS). Para
não enfrentar a demora das longas filas de espera do SUS e o preço alto dos
planos de saúde, uma boa alternativa são as clínicas populares, que oferecem
acesso a profissionais de qualidade e por um valor acessível a todas as classes
sociais.
O dr.consulta, por
exemplo, nasceu em Heliópolis em 2011. Hoje, oito anos depois, são 57 centros
médicos distribuídos entre São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. São
dezenas de especialidades e exames por um valor justo e que cabe no orçamento
de grande parte da população, sendo que atualmente cerca de 53% dos atendidos
pelas clínicas são de classes A e B e 47% de classes C e D. “Isso demonstra que
é possível oferecer exatamente a mesma qualidade de serviço para toda a população
de uma maneira justa. As pessoas de Higienópolis têm o mesmo tratamento que as
pessoas de Heliópolis”, afirma Bruno Reis, Diretor Médico Assistencial do
dr.consulta. É possível agendar consultas por meio do telefone, site ou
aplicativo, até para o mesmo dia, e ter facilidade na forma de pagamento.
Para os profissionais
da saúde, a regularidade das consultas médicas é a melhor forma de prevenir
qualquer doença. Fazer check ups todos os anos, ter uma alimentação
saudável e balanceada e praticar exercícios físicos reduzem diversas doenças e
melhoram a qualidade de vida. Só no Brasil, as doenças mais comuns são
diabetes, hipertensão e obesidade, graves problemas de saúde que quanto mais
cedo identificadas, mais certeiro e competente o tratamento pode ser.
O câncer do colo de
útero é um dos principais exemplos da importância de fazer exames rotineiros.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, mais de 5 mil mulheres morrem por
ano por causa da doença. Na maioria das vezes, a principal causa é a demora do
diagnóstico, que pode ser feito com um exame simples e rápido, o Papanicolau.
Quem depende do SUS, leva uma média de seis meses para realizar esse exame.
Uma pesquisa
realizada pelo Datafolha mostra que 77% das pacientes com câncer do colo de
útero são diagnosticadas tarde demais, quando os primeiros sintomas começam a
aparecer. “O câncer do colo de útero é uma doença silenciosa que pode matar.
Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais cedo podemos começar o
tratamento e mais eficiente ele será, aumentando consideravelmente as chances
de recuperação. As pessoas precisam ter o costume de ir ao médico com
frequência, pelo menos uma vez ao ano, para evitar problemas sérios, que podem
ser evitados com simples exames de rotina. Essa é a nossa missão, salvar a
maior quantidade de vidas possíveis”, finaliza dr. Bruno.
dr.consulta
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