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sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Dia das Crianças: dicas para superar medo de dentista desde a infância

Hoje, a experiência nos consultórios se tornou mais
 humana, acolhedora e menos traumática
 Envato
Desmistificar esse sentimento logo cedo ajuda a evitar que ele se prolongue ao longo da vida 

 

A infância é um período marcado por descobertas, formação de hábitos e pelo surgimento de alguns medos — e um dos mais comuns entre as crianças é o de ir ao dentista. Quem nunca presenciou, ou viveu, a clássica cena de choro na sala de espera? 

Durante muito tempo, a Odontologia esteve associada à dor, aos ruídos assustadores dos aparelhos e a consultórios pouco acolhedores. O trauma costuma começar já na infância, quando a primeira ida ao dentista ocorre em um momento de dor, e não em um atendimento preventivo, que poderia proporcionar uma experiência mais positiva. O problema é que, essa insegurança, muitas vezes, não se limita à infância: ela cresce junto com a pessoa e segue presente na vida adulta, podendo causar a odontofobia, que afasta os pacientes das consultas e prejudica a saúde bucal. Dados da Oral Health Foundation, do Reino Unido, revelam que mais de um terço das pessoas evita o dentista por receio. No Brasil, uma pesquisa da UFRGS aponta que 22,4% compartilham dessa sensação, frequentemente iniciada nas primeiras visitas ao consultório.

 

Medo que pode (e deve) ser superado

Felizmente, o cenário mudou. A Odontologia moderna abandonou a imagem de sofrimento. Hoje, clínicas contam com equipamentos mais silenciosos, anestesias mais eficazes, tratamentos a laser, escaneamento intraoral — que, em vários casos, já pode substituir as antigas moldagens — e técnicas de sedação consciente. A experiência se tornou mais humana, mais acolhedora e menos traumática.  

Para os pequenos, isso se traduz em um atendimento lúdico, que respeita o tempo e o emocional de cada paciente. “O medo ainda afasta muitas pessoas dos tratamentos, mas não precisa ser assim. Soluções modernas e voltadas ao bem-estar permitem que as crianças desenvolvam uma relação saudável com os cuidados odontológicos e evitem levar esse temor para a vida adulta”, afirma a dentista e diretora da Neodent, Priscila Gonçalves Cordeiro. 

Para quem apresenta a odontofobia, existem diversas estratégias para tornar essa experiência mais tranquila e menos ameaçadora. Uma das principais recomendações é escolher um dentista que transmita confiança. A relação entre paciente e profissional é essencial para reduzir a ansiedade. Quando o dentista escuta com atenção, explica cada etapa do tratamento com clareza e mantém uma comunicação aberta, o paciente se sente mais seguro e no controle da situação. “Um passo importante é conversar abertamente com o dentista sobre a ansiedade. Os profissionais estão acostumados com esse tipo de situação e podem adaptar o atendimento tanto para adultos, quanto para crianças. Ajustes no ritmo da consulta, pausas estratégicas, explicações detalhadas e até recursos de relaxamento, como música ambiente ou respiração guiada, fazem toda a diferença”, comenta Priscila. 

Outra dica é agendar a consulta para o início do dia, se possível. Isso pode ajudar ao evitar o acúmulo de ansiedade ao longo das horas e reduzir o risco de imprevistos que acabariam aumentando o estresse, como atrasos ou outros compromissos. Consultórios costumam estar mais tranquilos no começo do expediente, com menos movimento e espera — ideal para quem sente receio. 

Em tempos de internet, a dentista alerta: é fundamental evitar fontes não confiáveis “Pesquisar por conta própria pode gerar ainda mais medo. Em vez disso, o aconselhável é sempre buscar informações diretamente com seu dentista”. 

Se o nervosismo for muito grande, levar um acompanhante de confiança pode ajudar. Ter alguém ao lado transmite apoio emocional e reduz a sensação de vulnerabilidade. Às vezes, só de ver um rosto conhecido na sala de espera, o paciente já se sente mais calmo.

 

Tecnologia, conforto e confiança em cada etapa

As inovações não apenas tornam o cuidado mais confortável em todas as fases da vida, mas também ampliam as possibilidades de tratamento. Alinhadores transparentes, por exemplo, podem substituir os antigos aparelhos metálicos, oferecendo uma solução mais prática e discreta, até mesmo para alguns casos de adolescentes. Já a técnica de carga imediata em implantes permite devolver o sorriso no mesmo dia, reduzindo a espera e fortalecendo a autoestima. Além disso, o escaneamento digital da arcada dentária, que substitui as moldagens convencionais feitas com massas que podem causar náusea, proporciona muito mais conforto ao paciente. 

Além de resultados mais rápidos, essas transformações constroem vivências positivas desde cedo. E é justamente isso que permite às novas gerações e aos adultos estabelecer uma relação de confiança com o dentista e a saúde bucal, cultivando hábitos que vão acompanhá-los por toda a vida.

 

Neodent

 

Hospital Icaraí e HCSG iluminam suas fachadas durante todo o mês da campanha Outubro Rosa

 

O Hospital Icaraí e o Hospital & Clínica São Gonçalo ficarão com suas fachadas iluminadas durante todo o mês da Campanha Outubro Rosa, como forma de conscientização sobre o câncer de mama.  

A data é celebrada anualmente para compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, assim como lembrar da importância de diagnóstico e de tratamento precoce para a redução da mortalidade. 

O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. De acordo com dados do INCA, são estimados 73.610 novos casos em 2025 e, em 2023, foram registrados mais de 20 mil óbitos decorrentes da doença.  

Segundo o oncologista Marcos Saramago do Hospital Icaraí, o aumento dos casos de câncer de mama está ligado a vários fatores.  

“As mulheres vivem mais tempo, e a idade é um dos principais fatores de risco. Além disso, o estilo de vida moderno tem impacto importante: alimentação pobre em frutas, verduras e fibras, sedentarismo, consumo de álcool, excesso de peso e uso prolongado de hormônios são alguns exemplos ", diz o médico.  

O especialista lembra que o diagnóstico está mais acessível, pois hoje mais mulheres fazem mamografia e exames de rotina, o que ajuda a detectar a doença mais cedo. 

“Algo positivo, pois aumenta muito as chances de cura”, afirma. 


Quais são os principais sintomas do câncer de mama? 

Segundo Saramago, o sinal mais comum é o aparecimento de um nódulo (caroço) na mama, geralmente duro e fixo. 

Mas também é importante ficar atenta a outros sinais:

• Mudança no formato ou tamanho da mama;

• Alterações na pele, como enrugamento, vermelhidão ou retração;

• Saída de secreção pelo mamilo (especialmente com sangue);

• Inversão do mamilo (quando ele “entra”);

• Caroços nas axilas. 

“Na maioria das vezes, esses sintomas não significam câncer, mas precisam ser avaliados por um médico”, explica. 


Quais são os principais exames de rastreamento do câncer de mama? 

Segundo o especialista, o principal exame é a mamografia, uma radiografia das mamas que detecta alterações muito pequenas, antes mesmo de aparecerem sintomas. 

“Ela é recomendada a partir dos 40 anos, uma vez por ano ou conforme orientação médica. Em alguns casos, o médico pode pedir ultrassonografia das mamas ou ressonância magnética, especialmente em mulheres com mamas densas ou com histórico familiar da doença”, diz lembrando que a avaliação clínica das mamas feita por um profissional de saúde também é fundamental.

 

Quais são os principais fatores de risco para o câncer de mama? 

Marco explica que alguns fatores não podem ser mudados, como a idade, o sexo feminino e o histórico familiar. Mas muitos outros podem ser controlados com hábitos saudáveis, como: 

• Manter o peso corporal adequado;

• Fazer atividade física regularmente;

• Evitar o consumo de álcool;

• Ter uma alimentação equilibrada;

• Evitar o uso desnecessário de hormônios;

• E, se possível, amamentar, pois isso também ajuda a proteger. 

“Cuidar de si é um ato de amor. Faça seus exames, fale sobre prevenção e inspire outras mulheres a fazer o mesmo”, finaliza o médico oncologista.

 

Criança com dificuldade de coordenação motora tende a perceber menos o ambiente no entorno

Pesquisa da UFSCar reforça necessidade de profissionais da saúde e da educação considerarem processamento sensorial para ampliar estratégias de apoio em casos de dispraxia infantil

 

Ainda pouco explorado, o transtorno do desenvolvimento da coordenação (TDC) também influencia a maneira como a criança percebe e responde aos estímulos do ambiente. Ou seja, aquela que tem dificuldade de equilíbrio ou de pegar objetos, por exemplo, pode não notar facilmente sons e movimentos ao seu redor, limitando suas atividades diárias.

Essa ligação é um dos resultados de estudo realizado em um município do interior de São Paulo. O trabalho contribui para compreender a relação entre o desempenho motor e alterações no processamento sensorial. Embora a literatura científica sugira uma ligação, essas condições ainda estão descritas de forma incipiente.

O transtorno do desenvolvimento da coordenação, também chamado dispraxia infantil, é caracterizado principalmente por dificuldades ao desempenhar habilidades motoras fundamentais e complexas, como subir escadas, andar de bicicleta, cortar com tesoura e escrever. Algumas vezes, a criança chega a ser considerada “desajeitada” e “lenta”.

Participaram da pesquisa 694 estudantes de 6 a 11 anos matriculados em escolas públicas e particulares do município de São Carlos. A coleta de dados ocorreu entre março de 2022 e junho de 2024.

Depois de passar por testes baseados no Movement Assessment Battery for Children (um dos mais utilizados para detectar dificuldades motoras leves a moderadas), as crianças foram classificadas em três grupos: com transtorno do desenvolvimento da coordenação – 52 delas –, com possível transtorno – 137 – e com desenvolvimento dentro do esperado – 505.

Os cuidadores, incluindo pais e familiares, responderam a questionários para completar o perfil sensorial. Forneceram dados que permitiram a análise sob quatro padrões de processamento: criança que busca estímulos ao seu redor (explorador); a que percebe intensamente os estímulos do ambiente (sensível); a que evita estímulos ou situações sensoriais (esquivador); e a que tende a não percebê-los (observador).

O estudo identificou diferenças significativas entre os grupos nos quatro padrões. As crianças com o transtorno do desenvolvimento da coordenação apresentaram mais frequentemente o padrão observador – 35% delas. Essa menor sensibilidade para perceber o ambiente pode atrapalhar o aprendizado e a participação em atividades do dia a dia. Ou seja, parte das dificuldades motoras pode estar ligada não apenas à coordenação, mas à forma como processam as informações sensoriais.

Além disso, os padrões sensível e observador têm correlação negativa com o desempenho motor – quanto mais presentes, pior o resultado nas tarefas motoras. Entre eles, o observador apareceu como importante preditor, sugerindo que a dificuldade em perceber estímulos sensoriais pode estar diretamente ligada aos problemas de coordenação vivenciados por essas crianças.

Os resultados estão publicados na revista European Child & Adolescent Psychiatry.

“Quando comecei o doutorado, quis entender como os estímulos do ambiente afetavam crianças com dificuldades motoras. Pouco se fala sobre isso. Entendi que valeria a pena estudar o tema, já que o motor e o sensorial andam lado a lado. Aí resolvemos trabalhar diretamente com as crianças”, conta a fisioterapeuta Meyene Duque Weber, pesquisadora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e primeira autora do artigo.

A fisioterapeuta recebeu apoio da FAPESP por meio de bolsa.

Segundo Eloisa Tudella, coordenadora do Núcleo de Estudos em Neuropediatria e Motricidade da UFSCar e orientadora de Weber, os resultados são importantes para alertar as famílias e os profissionais da saúde e da educação sobre as dificuldades motoras na infância.

“Crianças com transtorno do desenvolvimento da coordenação frequentemente são denominadas como ‘desastradas’, ‘atrapalhadas’ e não recebem a atenção de que precisam. Os resultados do estudo reforçam a necessidade de um preparo da equipe para identificar essas crianças e encaminhá-las a um serviço especializado. Vamos continuar essa linha de pesquisa, com o trabalho de um aluno de doutorado, dentro de uma proposta de intervenção para crianças identificadas como TDC”, acrescenta Tudella, destacando a continuidade da parceria com o professor Jorge Lopes Cavalcante Neto, da Universidade do Estado da Bahia, também autor do artigo.


O transtorno

Não há levantamentos estatísticos do número de indivíduos com transtorno do desenvolvimento da coordenação, mas pesquisadores estimam que essa condição afeta entre 5% e 8% das crianças em idade escolar em todo o mundo.

A causa ainda é desconhecida. Complexo, o diagnóstico clínico do TDC é feito por médicos. Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais compõem a equipe multidisciplinar que garante uma avaliação completa.

O diagnóstico é feito com base em quatro critérios: desempenho motor substancialmente abaixo do esperado para a idade cronológica; déficits motores que interferem significativamente em atividades diárias adequadas à idade cronológica; dificuldades presentes desde o início da infância; e déficits não decorrentes de deficiência intelectual ou visual nem atribuídos a condições neurológicas que afetam o movimento. É comum a coocorrência de outras alterações emocionais e comportamentais, como transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e transtorno do espectro autista (TEA).

O tratamento inclui terapia ocupacional e fisioterapia visando desenvolver a coordenação motora.

“Os resultados da pesquisa podem contribuir para que pais, escolas, profissionais de saúde e de educação fiquem atentos para além dos sinais motores, percebendo a importância de fazer uma avaliação. Afinal, as dificuldades motoras podem ter sérias consequências na vida da criança, incluindo reflexos na saúde emocional e mental. Nesse sentido, um trabalho multiprofissional ajuda no desenvolvimento dessa criança”, afirma Weber.

A fisioterapeuta lembra que, além do estudo de caso, fez uma revisão sistemática de 2.609 pesquisas, das quais cinco foram incluídas e identificaram alterações no processamento sensorial em crianças com TDC. As características sensoriais que apareceram como as mais afetadas foram tato, equilíbrio e movimento.

Os resultados desse estudo de caso foram publicados na edição de fevereiro da Research in Developmental Disabilities.

O artigo Sensory processing in Brazilian children with developmental coordination disorder, possible DCD, and typical development: a case-control study pode ser lido em link.springer.com/article/10.1007/s00787-025-02811-9.

 


Luciana Constantino

Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/crianca-com-dificuldade-de-coordenacao-motora-tende-a-perceber-menos-o-ambiente-no-entorno/56108


Dia Nacional de Prevenção da Obesidade: Como evitar o reganho de peso?

Imagem: Herbalife
Divulgação
Nutrólogo dá dicas que ajudam a sustentar os resultados da dieta

 

Emagrecer não é algo fácil para a maioria das pessoas, mas manter o peso perdido também costuma ser um enorme desafio. Um estudo americano mostra que um terço das pessoas que haviam perdido peso voltaram a engordar mais de 5% já no primeiro ano. 

O médico nutrólogo, Nataniel Viuniski, especialista em obesidade e membro do Conselho para Assuntos Nutricionais da Herbalife explica que o reganho de peso acontece por uma combinação de fatores: “O emagrecimento gera alterações fisiológicas, como a queda do gasto energético basal devido à redução de peso e mudanças hormonais, como redução dos níveis de leptina (hormônio da saciedade) e aumento da grelina (hormônio da fome). Além disso, envolve questões comportamentais, como a diminuição da adesão a estratégias de automonitoramento e o retorno ao sedentarismo; fatores emocionais, incluindo estresse, ansiedade e alimentação como válvula de escape; e ainda a influência de um ambiente obesogênico, marcado pelo estímulo e pela ampla oferta de alimentos calóricos e pouco nutritivos”. 

Diante desse cenário, o especialista destaca estratégias que, em conjunto, ajudam a reduzir as chances de recuperar os quilos perdidos:
 

Monitore seu peso e seus hábitos

Pesagens semanais, diários alimentares e aplicativos de registro melhoram a consciência sobre os hábitos e permitem correções precoces, contribuindo para manter os resultados no longo prazo.
 

Pratique exercícios

Segundo Viuniski, praticar com regularidade exercícios aeróbicos moderados a vigorosos, associados a treinos de força ajuda a elevar o gasto energético, a preservar massa magra e a contrabalançar adaptações hormonais que favorecem o reganho de peso. “Minha recomendação é praticar pelo menos cinco dias de exercícios por semana”, coloca.
 

Siga uma dieta saudável e fracionada

“Uma alimentação rica em proteínas e fibras contribui para uma maior saciedade e controle glicêmico, evitando oscilações de apetite”, coloca Viuniski. O fracionamento das refeições também pode ajudar a prevenir episódios de maior ingestão alimentar.
 

Use shakes nutritivos

Quando aliados a planos estruturados, os shakes substitutos de refeições podem ser ferramentas úteis para manter a ingestão calórica sob controle e garantir uma boa oferta de nutrientes, contribuindo para a manutenção do peso, conforme mostra a meta-análise publicada no International Journal of Obesity.
 

Pratique o mindful eating

Segundo o nutrólogo, comer com atenção plena ajuda a identificar sinais do corpo em relação à fome e à saciedade, enquanto a educação nutricional promove autonomia e escolhas mais equilibradas. “Estratégias comportamentais como a terapia cognitivo-comportamental também reduzem recaídas ao ajudar a trabalhar a ansiedade, por exemplo”, complementa o médico.
 

Tenha um sono adequado e manejo do estresse

Dormir um período menor do que sete horas por noite está relacionado a maior fome, menor saciedade e maior ingestão calórica. Portanto, crie uma rotina de sono e priorize seu descanso, pois é nesse momento que todas as funções são equilibradas, incluindo a produção de hormônios.
 

Busque suporte social e profissional

O acompanhamento com médico ou nutricionista, a participação em grupos de apoio e o envolvimento da família e da comunidade tornam o processo de emagrecimento mais sustentável, reforçam a motivação e favorecem mudanças duradouras. Não à toa, a Herbalife, marca #1 do mundo em controle de peso e bem-estar*, oferece uma rede de distribuidores independentes que apoiam seus clientes em seus objetivos de bem-estar e ainda conta com os Espaços Vida Saudável — ambientes gerenciados por distribuidores que promovem ações de bem-estar, degustação de produtos e receitas nutritivas, além da troca de experiências entre pessoas que buscam o mesmo objetivo.
 

Tenha metas realistas e sustentáveis

Segundo o nutrólogo, mais importante do que atingir um padrão de magreza é manter o peso perdido e monitorar indicadores de saúde, como o percentual de massa gorda versus massa magra, além da circunferência abdominal. “Aliás, emagrecer sem perder músculos é uma das melhores maneiras de manter o metabolismo elevado diante da perda de peso”, finaliza Viuniski.

 

Herbalife
www.Herbalife.com


*Fonte: Euromonitor, CH edição 2025, definições de controle de peso e bem-estar; participação de mercado global em valor de venda ao consumidor em 2024.


Infância sob ameaça climática: 8 em cada 10 brasileiros temem efeitos da crise do clima nas crianças


Pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, divulgada às vésperas da COP 30 no Brasil, mostra que população considera que a emergência climática pode ameaçar o acesso à saúde, à segurança e aos recursos básicos
 

No ano em que o Brasil sedia a COP30, maior encontro global sobre o clima, pesquisa inédita revela que mais de 80% da população está preocupada ou muito preocupada com os efeitos das mudanças climáticas em bebês e crianças de 0 a 6 anos. Os dados são do estudo “Panorama da Primeira Infância: o impacto da crise climática”, encomendado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal ao Datafolha. 

“Ver que a população reconhece o risco que as crianças enfrentam já é uma vitória — significa que entendemos quem está na linha de frente da crise e que há urgência em agir. As crianças na primeira infância são as menos culpadas pela emergência climática e, ainda assim, é o público mais afetados. Essa injustiça exige que cada medida tomada considere a vulnerabilidade de quem depende da proteção dos adultos”, afirma Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.
 

Impactos

Ao serem questionados sobre como as mudanças climáticas podem impactar as crianças na primeira infância, os entrevistados destacam problemas de saúde como o principal risco: 7 em cada 10 (71%) acreditam que o clima afetará a saúde das crianças, destacando as doenças respiratórias; 39% preveem um maior risco de desastres (como enchentes, secas e queimadas) e 32% indicam a dificuldade em acessar água limpa e comida. 

A ciência confirma esse cenário. As crianças na primeira infância são biologicamente mais vulneráveis a eventos climáticos adversos. Dados recentes divulgados pelo Núcleo Ciência pela Infância (NCPI), em junho desse ano, revelam que crianças nascidas hoje enfrentarão, ao longo da vida, 6,8 vezes mais ondas de calor do que seus avós. Em 2024, a Sociedade Brasileira de Pediatria revelou que doenças ligadas à poluição do ar já provocam cerca de 465 mortes por dia de crianças menores de 5 anos. 

O Panorama da Primeira Infância mostra, ainda, que 15% acreditam que as mudanças climáticas estimularão maior consciência ambiental nas novas gerações e apenas 6% confiam que a sociedade encontrará soluções para reduzir os danos.

 

Políticas públicas de mitigação

Para amenizar esses impactos, políticas climáticas devem considerar, de forma prioritária, a proteção dos direitos de bebês e crianças, com foco na equidade, em medidas preventivas e em respostas rápidas às suas necessidades específicas. 

O relatório “A primeira infância no centro do enfrentamento da crise climática”, produzido pelo NCPI, reúne um conjunto de recomendações que incluem:

  • fortalecer a atenção primária à saúde;
  • modernizar o saneamento básico;
  • promover a agroecologia e a agricultura familiar integrada a programas de transferência de renda;
  • criar espaços seguros para acolhimento infantil em situações de deslocamento;
  • reforçar o cuidado com a saúde mental infantil;
  • priorizar reassentamento digno para famílias afetadas;
  • instalar zonas climatizadas em creches e escolas — já que bairros densos podem ser até 5°C mais quentes e muitas escolas não têm áreas verdes;
  • capacitar educadores;
  • promover a escuta e participação das crianças nas ações de prevenção.

“A proteção à criança, desde a primeira infância, precisa entrar na agenda climática. Já não podemos mais falar desses assuntos de forma separada. É urgente que as políticas públicas sejam construídas levando em consideração todos os impactos aos quais esse grupo está exposto. Não dá mais pára esperar. É responsabilidade de todos garantir que bebês e crianças pequenas tenham prioridade absoluta — em saúde, educação e proteção — diante da crise que já atinge suas vidas”, finaliza Luz.
 

Metodologia 

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 10 de abril de 2025, com uma amostra nacional de 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis por crianças de 0 a 6 anos, que foram ouvidas em entrevistas presenciais em pontos de fluxo populacional. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para a amostra geral e 3 pontos percentuais para o grupo de responsáveis por crianças.

Em agosto, uma primeira parte da pesquisa “Panorama da Primeira Infância: O que o Brasil sabe, vive e pensa sobre os primeiros seis anos de vida” foi lançado com foco na percepção da sociedade sobre a primeira infância uso de telas e disciplinas punitivas.
  

Dia das Crianças: 3 dicas para iniciar a educação financeira em casa

Freepik

Especialista em finanças explica como presentear com dinheiro pode formar adultos mais conscientes e seguros financeiramente

 

Na corrida pelo presente ideal no Dia das Crianças, muitos pais estão abrindo mão dos tradicionais brinquedos e optando por dar dinheiro aos filhos, uma estratégia que vai além do valor em si e se transforma em uma primeira lição de autonomia financeira para os pequenos. Para Thaíne Clemente, Executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal 100% online, “se recebemos, desde cedo, uma base de educação financeira, é mais provável que nos tornemos adultos que sabem usar o dinheiro de forma mais consciente e que têm mais jogo de cintura para lidar com imprevistos”, ressalta.

 

Segundo ela, o hábito da mesada também contribui para essa educação financeira mais precoce, pois ensina a criança a definir prioridades e a poupar quando quer adquirir itens de custo maior, entre outros ensinamentos importantes. “Inclusive, uma boa opção de presente nesse Dia das Crianças é comunicar aos filhos o início de uma mesada em casa. Além da ideia agradar aos pequenos, certamente será o começo de uma jornada de sabedoria financeira”, sugere Thaíne.

 

Pensando nisso, a executiva traz três dicas de como a mesada pode ser usada para transmitir lições financeiras para as crianças: 

 

1- Entendendo os gastos 

A partir do momento que você dá dinheiro ao seu filho, é importante orientá-lo a planejar com o que gastará. Seja com figurinhas, guloseimas ou brinquedos, peça que ele ou ela anote como pretende gastar a mesada e em quais dias da semana, para ter uma noção de quanto ainda terá quando receber o próximo “pagamento”. Essa atitude ensina a planejar e a enxergar de forma macro os gastos. 

 

2- Responsabilidade

É muito importante que as crianças entendam a responsabilidade que se tem ao lidar com dinheiro. “É comum que as crianças, tendo o poder de adquirir algo, não pensem duas vezes em gastar todo o dinheiro de uma só vez. Mas recebendo mesada periodicamente, se ela cometer o impulso de gastar tudo que recebeu, não poderá comprar mais nada até a próxima mesada. Isso ensina a não agir sem pensar e a ter responsabilidade sobre as escolhas”, ressalta Thaíne.  

 

3- Paciência 

Outra grande lição que podemos transmitir às crianças com o hábito da mesada é a prática da paciência. “Uma vez que os pequenos têm em suas mãos o próprio dinheiro para gastar como preferirem, muitas vezes eles vão desejar algo que não podem ter com apenas um repasse da mesada. Assim, aprendem a ser pacientes ao poupar para atingir o valor necessário ou até mesmo a repensar se realmente querem aquilo”, finaliza a executiva. 

 

 Simplic


5 mitos e verdades: o que acontece se você não trocar o óleo do seu carro

Especialista explica a importância da manutenção preventiva e esclarece dúvidas comuns sobre lubrificação do motor

 

A troca de óleo é um dos procedimentos mais importantes para garantir a saúde do motor do carro, mas ainda gera muitas dúvidas entre motoristas. Apesar de ser um item básico da manutenção, circular com óleo vencido ou inadequado pode causar desgastes, reduzir a eficiência do motor e até gerar problemas de segurança.  

“O óleo lubrificante é fundamental para reduzir o atrito das peças, evitar superaquecimento e garantir o desempenho do motor. Muitos motoristas ainda acreditam em informações equivocadas que podem trazer prejuízos sérios ao veículo”, alerta Omar Vivencio, sócio-proprietário da Forte do Óleo, especialista em Troca de Óleo e Fluidos. 

Além disso, a manutenção preventiva vai muito além de simplesmente trocar o óleo. O filtro de óleo, por exemplo, também precisa ser substituído em todas as trocas. “Rodar com o filtro saturado faz com que partículas e sujeira permaneçam no motor, acelerando o desgaste. Uma manutenção completa inclui óleo, filtro e diagnóstico adequado do veículo, garantindo segurança e evitando gastos futuros”, completa o especialista. 

A seguir, o especialista esclarece alguns mitos e verdades sobre a troca de óleo:

 

1 - Preciso trocar o óleo mesmo se o carro ficou parado?

Verdade. “O óleo se degrada com o tempo, mesmo que o carro não rode. Ele perde aditivos, acumula impurezas e deixa de proteger adequadamente as peças internas. Por isso, mesmo um veículo parado precisa de manutenção dentro do prazo estipulado no manual, pois um óleo vencido pode comprometer a vida útil do motor”, diz. 

 

2 - Qualquer óleo serve para o carro?

Mito. “Cada motor é projetado para trabalhar com lubrificantes de especificações exatas, que envolvem viscosidade e normas técnicas da montadora. Usar um óleo diferente pode parecer inofensivo, mas gera riscos como aumento de consumo de combustível, falhas de desempenho e até danos graves às peças internas”, explica Omar.

 

3 - O filtro de óleo não precisa ser trocado a cada troca?

Mito. “O filtro é responsável por reter partículas e resíduos que circulam junto com o óleo. Se ele estiver saturado, essa sujeira vai parar dentro do motor, acelerando o desgaste e comprometendo todo o sistema. O custo do filtro é baixo, mas ignorar a substituição pode gerar reparos muito caros lá na frente”, complementa.

 

4 - O tipo de uso do carro interfere no intervalo da troca?

Verdade. “Muita gente não sabe, mas dirigir em condições de uso severo, como em congestionamentos, estradas de terra ou trajetos muito curtos com o motor frio, acelera o desgaste do óleo. Nessas situações, a troca deve ser antecipada em relação ao uso normal. Respeitar essa diferença é o que garante maior proteção e desempenho do motor”, comenta o especialista.

 

5 - Misturar diferentes lubrificantes sempre causa danos?

Mito. “Misturar óleos de especificações diferentes não é o ideal, mas em uma situação de emergência pode ser feito apenas para completar o nível. O problema é manter essa mistura por muito tempo, já que ela pode não atender às exigências do motor. O mais seguro é procurar uma oficina e substituir o lubrificante assim que possível”, afirma. 

Para manter o carro em dia, o especialista recomenda atenção aos sinais de alerta do motor, como marchas duras, trepidações, vazamentos ou luz de alerta no painel. “Agir a tempo evita problemas maiores e garante mais segurança ao motorista”, conclui Omar Vivencio.

 

O papel da escola na construção do futuro

  

No Brasil, o percentual de adolescentes entre 15 e 17 anos matriculados nas escolas atingiu 93,4% em 2024, superando os 91,9% registrados no ano anterior. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Educação. É justamente nesta faixa etária que os estudantes passam a concentrar-se mais no futuro de suas carreiras, intensificando os estudos para o vestibular. 

O processo de preparo para o vestibular é repleto de desafios que, muitas vezes, surgem antes mesmo da data das provas. Tais desafios incluem a dificuldade de manter uma rotina equilibrada entre estudos, descanso, lazer e vida social; a alta carga emocional, que pode levar a casos de burnout, depressão e ansiedade — especialmente em alunos que estudam em tempo integral por conta própria; a competitividade e o nível de exigência dos cursos mais tradicionais, entre outros. 

Diante desse cenário, o período pré-vestibular exige preparo, concentração e longas horas de estudo, desde que sejam equilibradas e sem excessos. Essa combinação, embora não represente necessariamente a fórmula mágica para o êxito, é uma das mais recomendadas e eficazes. Ainda assim, mesmo os estudantes mais aplicados nem sempre conseguem atingir os seus objetivos nas provas. 

Isso ocorre porque, além do empenho individual, outros fatores também estão envolvidos, como o apoio familiar e o tipo de suporte e ensino que os alunos recebem. Nesse contexto, como professor, acredito que o cenário ideal seja aquele em que o mestre tenha condições e estruturas adequadas para oferecer soluções que estejam mais alinhadas com os projetos de vida dos alunos. É essencial promover uma rotina de trocas para que os jovens estejam sempre engajados por meio do encantamento, e não estudando "por obrigação". 

Além disso, o professor tem o papel de fazer a correção de rotas a partir de testes simulados, identificando os principais erros (se são ou não recorrentes). Se necessário, deve preparar listas de exercícios, promover tutoriais ou monitorias para aprofundamento e o desenvolvimento de habilidades específicas de cada prova. Dessa forma, é mais provável que o aluno siga uma trilha personalizada para alcançar o resultado almejado. 

Outro ponto relevante é que estamos na era da tecnologia. A modernização e os recursos atuais certamente facilitam a rotina de estudos, a busca por informações e o aprimoramento. No entanto, ao mesmo tempo que a tecnologia traz facilidades, ela também pode gerar problemas, sendo um deles a dificuldade no desenvolvimento de habilidades sociais devido ao distanciamento das outras pessoas. 

Para lidar com esse desafio, é fundamental que escolas e professores criem projetos que ajudem os alunos a desenvolver habilidades como gestão de conflitos, perdão, resiliência e a capacidade de lidar com situações cotidianas, entre outras. O professor precisa ser um espelho para o aluno nesse sentido. Portanto, o diálogo e as trocas são cruciais para que haja empatia entre ambas as partes. Assim, o jovem é auxiliado a desenvolver profundidade nas relações, e não somente habilidades acadêmicas, afinal, o aspecto socioemocional é fundamental, seja para a carreira ou para o restante da vida. 

Percebe-se que, tanto na rotina escolar quanto na responsabilidade pelo desenvolvimento social, o professor, que não é um robô, utiliza a humanização no ensino. Muito além do preparo para o vestibular, o docente tem um papel fundamental em uma parte da vida de uma pessoa que, no futuro, estará dirigindo, liderando outras, sendo pai ou mãe, e, principalmente, lidando com a responsabilidade de passar adiante a lição de empatia aprendida em sala de aula. Esse é, em última análise, o dever da escola para a construção do futuro. 



Julio Caballa - professor e coordenador pedagógico do Ensino Médio no Colégio Anglo Morumbi


Planejamento é a chave para férias tranquilas e cheias de boas lembranças

Seguros de viagem, residencial e automotivo são fundamentais para quem quer curtir o fim de ano sem preocupações. 

 

Com a chegada do fim do ano e a proximidade das férias escolares, muitas famílias já começam a organizar suas viagens. Seja para aproveitar o calor nas praias, descansar no campo ou conhecer novos destinos, o período é marcado por deslocamentos e momentos de lazer em família. As estradas ficam mais movimentadas, os aeroportos mais cheios e o clima é de expectativa por dias de descanso e desconexão da rotina. 

O encerramento do ano é também um momento de celebração e reencontros, o que faz com que as viagens aumentem significativamente. Com isso, cresce também a necessidade de planejamento cuidadoso, que vai além das reservas de hospedagem e passagens. Garantir que tudo ocorra de forma tranquila é o desejo de quem se prepara para curtir esse período tão esperado. 

Nesse contexto, a contratação de seguros se torna uma aliada indispensável. O mais conhecido é a cobertura de despesas médicas, afinal, gastos com saúde podem ser proibitivos em determinados países, e pode até haver exigência de seguro para entrada em certos territórios. Mas o  seguro viagem é fundamental para proteger a família em caso de imprevistos, como problemas de saúde, extravio de bagagem ou cancelamentos. 

Já o seguro residencial é essencial para quem vai deixar a casa sozinha, oferecendo cobertura contra furtos, incêndios e outros danos. Além disso, para quem vai pegar a estrada, é imprescindível verificar as condições do seguro do veículo, garantindo suporte em caso de acidentes, pane ou necessidade de assistência. 

Segundo Gustavo Bentes, presidente do Sincor-MG, “as férias são um momento de descanso e alegria, mas também exigem responsabilidade. O seguro é uma forma de cuidado e prevenção, que garante tranquilidade para que as famílias possam aproveitar esse período com segurança, sabendo que estarão protegidas diante de qualquer eventualidade.” 

Estes seguros são oferecidos por diversas seguradoras, e as coberturas adicionais e preços podem variar. É importante pesquisar e consultar corretores de confiança sobre produtos e valores disponíveis. Com um bom planejamento e a escolha dos seguros adequados, as famílias podem viajar com mais tranquilidade, sabendo que estão protegidas contra imprevistos que poderiam comprometer os momentos de lazer. Cuidar da segurança da casa, do carro e da própria viagem é uma forma de preservar o bem-estar e garantir que as férias sejam lembradas apenas pelos bons momentos vividos.


Santander abre inscrições para programa de intercâmbio em Madri voltado à formação de jovens líderes

 Programa oferecerá 90 bolsas integrais, cobrindo curso, viagem, hospedagem e atividades culturais em Madri, custeadas pelo Santander 

Iniciativa oferece formação prática e intensiva para estimular liderança empreendedora de jovens entre 21 e 35 anos

 

O Santander abriu inscrições para o Innovation & AI Experience, programa intensivo e presencial de duas semanas em Madri, realizado na IE University, referência europeia em inovação, empreendedorismo e liderança. A iniciativa proporciona uma jornada de aprendizagem prática e experimental, que estimula a mentalidade empreendedora e inovadora dos participantes em um ambiente multicultural. As despesas com passagens, hospedagem e atividades culturais serão custeadas pelo Banco. O programa será realizado em julho de 2026, com atividades conduzidas em inglês e espanhol. Os interessados podem se inscrever até 25/12/2025 pelo link

https://app.santanderopenacademy.com/pt-BR/program/innovation-and-ai-experience-in-madrid

 

Conhecida por sua abordagem prática e multicultural, a IE University recebe estudantes de mais de 140 países e é referência em programas que conectam a educação acadêmica a desafios reais do mercado e da sociedade. "O programa vai muito além de uma experiência acadêmica internacional. É uma oportunidade de ampliar horizontes, criar conexões duradouras e abrir portas para o mercado de trabalho global. O Santander tem o compromisso de apoiar talentos que desejam liderar com propósito e desenvolver soluções concretas para transformar o mundo”, destaca Marcio Giannico, senior Head de Governos, Instituições e Educação no Santander.

 

As inscrições estão abertas para jovens de 21 a 35 anos, residentes na Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, México, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido ou Uruguai. As candidaturas devem ser feitas pela plataforma Santander Open Academy.



Ensinar sobre dinheiro pode ser o melhor presente neste Dia das Crianças

Luciana Ikedo explica como transformar a data em um aprendizado leve e duradouro sobre finanças

 

Com a chegada do Dia das Crianças, as vitrines se enchem de novidades e o apelo ao consumo volta a ocupar espaço nas conversas em família. Mas o momento também pode ganhar um novo significado: o de ensinar às crianças as primeiras lições sobre dinheiro, escolhas e valor. Em vez de apenas comprar presentes, os pais podem aproveitar a data para estimular comportamentos financeiros mais conscientes desde cedo.

De acordo com Luciana Ikedo, planejadora financeira e autora do livro “Vida Financeira – Descomplicando, economizando e investindo”, aprender sobre finanças na infância é fundamental para formar adultos mais equilibrados e responsáveis com o próprio dinheiro. “O Dia das Crianças é uma ótima oportunidade para ensinar sobre prioridades. Quando os pais conversam com os filhos e estabelecem juntos um limite de gastos, eles não estão negando um presente, mas ensinando a importância de fazer escolhas”, explica.
 

A especialista recomenda que o aprendizado seja incorporado à rotina de forma natural e divertida. Envolver os pequenos em situações do dia a dia, como comparar preços no supermercado ou decidir o destino de um passeio, pode ser um bom começo. “A criança entende muito mais quando participa das decisões. Pequenos desafios, como poupar parte da mesada para conquistar algo maior, ajudam a desenvolver o senso de planejamento e paciência”, afirma Luciana.
 

Ela destaca ainda a importância de desvincular o lazer do consumo. Um piquenique em família, uma tarde de brincadeiras ao ar livre ou a criação de brinquedos com materiais recicláveis podem se tornar experiências significativas. “Essas vivências criam memórias afetivas ligadas à criatividade e não ao ato de comprar. Quando o afeto e a convivência substituem o consumo, o aprendizado financeiro acontece de forma muito mais profunda”, complementa.
 

Luciana sugere que a conversa sobre dinheiro seja constante, e não restrita a datas comemorativas. A troca de brinquedos entre amigos, a definição de metas de economia e o hábito de pesquisar preços são atitudes simples que ajudam a construir uma base sólida. “Educação financeira é um processo contínuo. Quanto mais cedo o tema for tratado com naturalidade, mais autonomia e consciência as crianças terão no futuro”, conclui.


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