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sábado, 7 de junho de 2025

Especialista aponta quais as 5 emoções que bloqueiam a cocriação de uma nova realidade

  

Estados emocionais negativos sabotam metas e impedem a manifestação de sonhos


Embora façam parte da experiência humana, certas emoções podem limitar profundamente a realização pessoal. Medo, raiva, ciúme, ansiedade e inveja são sentimentos comuns e também, segundo Elainne Ourives, psicanalista e pesquisadora em Física Quântica e Neurociência, os mais nocivos quando o objetivo é transformar a realidade.

Essas emoções comprometem a frequência de manifestação. “Elas reduzem a vibração do campo eletromagnético do corpo e bloqueiam áreas-chave da vida, como finanças, saúde, relacionamentos e propósito”, afirma Elainne. Autora best-seller e idealizadora da metodologia Holo Cocriação®, ela é referência internacional em reprogramação mental, com mais de 260 mil alunos em 37 países.


Emoções como padrão energético

Cada emoção possui uma frequência vibracional, medida em Hertz, segundo a escala do psiquiatra David Hawkins, usada como base por Elainne em suas formações. Emoções como amor, alegria e gratidão operam em frequências elevadas e expansivas, facilitando processos de cura, abertura de oportunidades e sincronicidades positivas. Já estados como medo e inveja geram um campo vibracional contraído, dificultando decisões, clareza mental e conexão com soluções.

“Se você está com raiva todos os dias, mesmo que silenciosamente, esse padrão vibracional estará influenciando todas as suas decisões e percepções. Isso interfere até na forma como você é percebido pelos outros”, afirma Elainne.

Além dos efeitos subjetivos, estudos científicos têm reforçado a ligação entre emoções negativas e prejuízos à saúde mental e física. Pesquisas publicadas em revistas como Journal of Behavioral Medicine mostram que o ressentimento e a raiva crônica estão associados a níveis elevados de estresse, disfunções hormonais e até redução da expectativa de vida. Em contraste, sentimentos de gratidão e compaixão demonstram impacto direto na melhora da saúde cardiovascular e no fortalecimento do sistema imunológico.

As 5 emoções que mais sabotam metas, segundo a especialista

  1. Medo
    É a emoção que paralisa. Elainne explica que o medo desloca o foco para o pior cenário possível, criando uma realidade mental baseada em catástrofe. “Quem vive com medo toma decisões defensivas, não expansivas. Isso fecha portas”, afirma.
  2. Raiva
    Ligada ao desejo de justiça ou retribuição, a raiva gera impulsividade e comportamentos destrutivos. “Ela prende a pessoa ao passado, ao que aconteceu, e não ao que pode ser criado”, diz a especialista.
  3. Ciúme
    Em vez de celebrar as próprias conquistas, o indivíduo focado no ciúme compara-se aos outros de forma constante. “É um veneno sutil, porque se apresenta como apego ou zelo, mas destrói a autoestima e alimenta inseguranças profundas”, destaca.
  4. Ansiedade
    Resultado do excesso de futuro na mente. A ansiedade é apontada como uma das maiores vilãs da manifestação de metas. “Quem vive em ansiedade está sempre tentando controlar o que ainda não aconteceu. Isso trava a energia e impede a confiança no fluxo natural das coisas”, resume Elainne.
  5. Inveja
    Semelhante ao ciúme, mas mais corrosiva, a inveja concentra-se naquilo que falta, gerando ressentimento e frustração. “A pessoa enxerga a prosperidade alheia como uma ameaça, não como inspiração. E isso a impede de acessar sua própria abundância”, pontua.


Da autossabotagem à transformação

A boa notícia, segundo Elainne, é que todas essas emoções podem ser ressignificadas. Por meio da reprogramação mental, é possível substituir padrões vibracionais limitantes por estados emocionais de alta frequência. “A Técnica Hertz®, que desenvolvi com base na neurociência e na física quântica, atua diretamente na mudança de frequência emocional. Ela desbloqueia memórias armazenadas no corpo e ativa novos códigos vibracionais”, explica.

Além das práticas terapêuticas, a especialista recomenda atitudes diárias que ajudam na elevação vibracional, como meditação, visualização criativa, repetição de afirmações positivas, prática da gratidão e movimentação do corpo. “Cocriar a realidade exige consciência emocional. Sem isso, a pessoa pode estar querendo prosperar, mas sustentando padrões que a mantêm na escassez”, observa.


Uma mudança que começa por dentro

Elainne é também idealizadora do HoloCINE®, um filme em formato de treinamento gratuito, exibido em 5 episódios, que já impactou mais de sete milhões de pessoas em todo o mundo, através da apresentação das Prisões Emocionais do Novo Mundo e Os Códigos da Liberdade. A produção combina linguagem cinematográfica com técnicas de transformação pessoal, será reprisado entre os dias 29 de junho a 07 de julho, e pode ser acessada por qualquer pessoa que deseje iniciar uma jornada de autoconhecimento. 

“Estamos em uma era em que o autoconhecimento deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade. Entender como nossas emoções moldam a realidade é o primeiro passo para assumir as rédeas da própria vida”, conclui. 



Elainne Ourives - Treinadora mental, psicanalista, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 10 livros; mestra de mais de 260 mil alunos, sendo 120 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Objetivos, Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil. Autora Best Seller dos livros: DNA Milionário® (2019); DNA da Cocriação® (2020); DNA Revelado das Emoções® (2021), Cocriador da Realidade (2022); Algoritmos do Universo (2022), Taqui-Hertz® (2022), O Meu Ano de Gratidão (2023), Gene da Juventude (2023), Visualização Holográfica (2023) e DNA do Dinheiro (2024).
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Instagram @elainneourivesoficial.

 

CINCO DICAS QUENTES PARA UM DIA DOS NAMORADOS CHEIO DE PRAZER

 


No Dia dos Namorados, o sexólogo Dr. Vitor Mello ensina como trazer mais excitação, entrega e criatividade para a vida a dois

 

O Dia dos Namorados é mais do que uma data para trocar presentes, é uma chance de reacender a conexão, a intimidade e o desejo. Em tempos de rotina intensa, ansiedade e distrações digitais, investir tempo no prazer a dois se torna um gesto poderoso. E a boa notícia é que isso não exige grandes produções. Segundo o sexólogo Dr. Vitor Mello, pequenos movimentos, combinados com diálogo e criatividade, fazem toda a diferença. 

“Para muitos casais, o desejo não some, ele apenas adormece no meio da correria do dia a dia. E reacender pode ser divertido, íntimo e até transformador. A sexualidade é uma construção viva, e o Dia dos Namorados é uma ótima desculpa para olhar para ela com mais atenção”, explica o Dr. Vitor Mello. 

Quer surpreender seu par de um jeito novo este ano? Confira cinco dicas para tornar a data mais picante e a relação ainda mais gostosa:
 

1. Crie uma “noite temática” sensual
Nada como sair do óbvio. Escolham juntos (ou preparem uma surpresa) com um tema para a noite, pode ser um jantar à luz de velas com toques afrodisíacos, uma noite “sem roupas”, uma fantasia inspirada em cinema ou até um “jogo do poder” com troca de papeis. “O lúdico estimula o desejo e ajuda a desconstruir padrões que limitam o prazer”, orienta.
 

2. Monte um “kit do prazer”
Em vez de flores e chocolates, que tal presentear com um kit íntimo? Escolha lubrificantes com sabores diferentes, brinquedos sexuais que combinem com a vibe do casal, óleos de massagem e até bilhetes com desafios sensuais. Vale incluir um vale-presente para um motel, um banho juntos ou uma massagem tântrica.
 

3. Aposte em conversas provocativas ao longo da semana
Enviar mensagens picantes e provocativas durante a semana pode aumentar a expectativa para a noite. “Criar tensão sexual é um jogo mental antes de ser físico. Uma frase ousada, uma lembrança íntima ou uma promessa para mais tarde já pode acender a chama”, reforça o especialista.
 

4. Testem novas experiências juntos (dentro e fora do quarto)
O prazer também passa pela cumplicidade. Experimentar algo novo juntos seja um curso de massagem sensual, uma playlist erótica compartilhada ou até assistir um conteúdo adulto escolhido a dois pode despertar curiosidade e conexão, o casal que explora junto, cresce junto.
 

5. Invista em autocuidado para você e para o outro
Sensualidade tem tudo a ver com autoestima. Aproveite a data para se arrumar com carinho, preparar um banho relaxante ou uma massagem para o parceiro, e lembrar que o toque começa fora da cama. Cuidar da saúde, do corpo e da mente também melhora a libido e a disposição. “Desejo se alimenta de bem-estar e presença. Estar de corpo e mente no momento é o verdadeiro afrodisíaco”, finaliza o especialista. 

Vale lembrar que sexualidade não tem fórmula pronta, e cada relação pode e deve criar seus próprios rituais de conexão. O mais importante é sair do piloto automático, se permitir sentir e manter o desejo como algo vivo, construído dia após dia. Afinal, quando há entrega, respeito e curiosidade, sempre há espaço para redescobrir o outro e a si mesmo com prazer.


 

Dr. Vitor Mello - sexólogo e referência nacional em harmonização íntima masculina. Criador do método Overpants, técnica exclusiva capaz de aumentar o comprimento e a circunferência peniana — em até 3 cm e 7 cm, respectivamente. Vitor já realizou o procedimento em mais de 6 mil homens, entre celebridades e anônimos. Além de ser um nome de destaque na área da sexualidade masculina, Dr. Mello é reconhecido por sua abordagem humanizada e pelos resultados naturais e progressivos que seus métodos proporcionam, promovendo não só transformações estéticas, mas também impacto direto na confiança e no bem-estar dos pacientes.

 

3 ocasiões para dominar a arte do xaveco e não passar o Dia dos Namorados sozinho

Especialista em comunicação dá dicas de comportamento para quem costuma paquerar pela internet, na balada e para quem já marcou o primeiro encontro


O Dia dos Namorados se aproxima e muitas pessoas reclamam que está difícil encontrar a tampa da sua panela, mas será que elas estão fazendo a sua parte quando têm oportunidade? O especialista em comunicação persuasiva e eficiente Giovanni Begossi, autor do livro Como Falar Bem e Ficar Rico, destaca a importância de saber utilizar corretamente a comunicação verbal e não-verbal em 3 ocasiões, no ambiente virtual, na balada e no primeiro encontro.

Internet - Na era digital, onde aplicativos e redes sociais são amplamente usados para encontrar alguém, a comunicação clara e autêntica nunca foi tão determinante na hora da conquista. "A comunicação é o grande diferencial ao conhecer alguém, seja no ambiente virtual ou de forma presencial, quem domina bem esse recurso amplia muito as chances e em um primeiro momento. Começo lembrando que é muito mais importante transmitir autenticidade e interesse genuíno pelo outro do que chegar com frases prontas e ensaiadas”, pontua Begossi, também conhecido como El Professor da Oratória e que possui o maior canal sobre comunicação da América Latina no Instagram, com mais de 2M de seguidores.

Giovanni segue com exemplos de situações comuns. "Muitas pessoas acham que precisam ser extremamente engraçadas ou criativas na primeira mensagem. Na verdade, um simples comentário sobre algo relevante no perfil da outra pessoa, acompanhado de um elogio sincero, já é suficiente para gerar uma conexão inicial, demonstrando que se importou em conhecer direito e que não está atrás de qualquer um”, explica.

Na balada -  Outra coisa importante é a linguagem corporal, determinante para indicar interesse, abertura e confiança. Os sinais emitidos pelo corpo são fundamentais para demonstrar, de maneira sutil e eficaz, disponibilidade para um contato ou aproximação.

“A pessoa está em uma balada, literalmente ‘na pista’ e disponível para namorar, mas como ela demonstra isso? Se ela ficar de canto, fechada, conversando com as amigas ou no celular, fica difícil. Existem gestos e comportamentos que aumentam as chances de sucesso e um deles é o contato visual frequente, mas sem exageros. Olhar diretamente nos olhos da outra pessoa por alguns segundos, acompanhado de um leve sorriso, transmite receptividade e interesse”, diz Giovanni.

Manter uma postura aberta, evitando braços cruzados ou mãos nos bolsos também são indicados. Um posicionamento relaxado, voltado em direção à pessoa que deseja atrair, indica claramente interesse e disposição para conversar. E tem ainda o uso sutil do toque como ferramenta poderosa na paquera. "Um leve toque no braço ou no ombro, em momento adequado durante a conversa, ajuda a estabelecer uma conexão mais próxima e intimista, tudo isso comunica, não são só as palavras", ressalta o bicampeão brasileiro de oratória.

Evitar movimentos bruscos e inquietação excessiva também é fundamental, já que tais comportamentos podem demonstrar ansiedade ou insegurança. Movimentos calmos, naturais e confiantes transmitem controle emocional e aumentam o poder de atração. “Sorrir naturalmente durante a interação é essencial, isso demonstra simpatia e abertura para continuar a conversa, criando uma atmosfera leve e acolhedora, ideal para estabelecer relações iniciais em ambientes descontraídos, como o das baladas”. 

Primeiro encontro - Conseguiu avançar e marcou um primeiro encontro a sós? Aos entusiasmados de plantão, que disparam a falar, que não ouvem e não se interessam pelo que o outro tem a dizer, Begossi enfatiza que a escuta ativa também aumenta as chances de um relacionamento dar certo, afinal, demonstrar atenção, deixa claro o interesse e favorece um diálogo mais profundo e significativo.

"Se comunicar não é somente falar muito ou ter todas as respostas. É saber ouvir, entender e responder com sinceridade. Outra questão é estar ali presente, o chamado aqui e agora, e não com a cabeça pensando no que precisa fazer no trabalho no dia seguinte enquanto a pessoa fala. Isso causa uma desconexão imediata com impacto”, finaliza o especialista, que também é palestrante e treinador de diversas personalidades, entre empresários, celebridades, influenciadores e políticos.

 

Giovanni Begossi - mais conhecido como El Professor da Oratória, possui 15 anos de estudos dedicados à comunicação, é advogado e bicampeão brasileiro de oratória. Palestrante e professor de argumentação internacional, foi por meio da comunicação que deixou de ser um “nerd anti social” e ganhou mais de 20 prêmios de debate e oratória em três idiomas diferentes: inglês, espanhol e português. Referência no ramo, hoje dá palestras e consultorias para diversas empresas como Johnson & Johnson, Falconi, Suno, Vivo, WEG e até o GATE, Grupo de Ações Táticas Especiais da PM de SP, além de empresários multimilionários, políticos, celebridades, atletas e personalidades. Possui o maior perfil de comunicação e oratória da América Latina com 2 milhões de seguidores no Instagram. @elprofessordaoratoria


Estudo investiga microagressões e ansiedade em estudantes de Matemática

 

Pixabay

Pesquisa convida estudantes de bacharelado e licenciatura em Matemática para responderem a um questionário online

 

Uma pesquisa na áreada Psicologia da Universidade Federal  de São Carlos (UFSCar) está investigando, em estudantes de Matemática, indícios de ansiedade matemática relacionados a situações e vivências negativas durante o processo de aprendizagem - as chamadas microagressões. Para isso, está convidando graduandos em licenciatura ou bacharelado em Matemática de todo o País para responderem a um questionário online.

"A Ansiedade Matemática (AM) foi identificada pela primeira vez em 1957, por meio de um estudo conduzido por Dreger e Aiken Jr., nos Estados Unidos, quando identificaram que esses universitários apresentavam um padrão típico de reações emocionais diante da Matemática. Essas reações envolvem fuga e esquiva em relação ao estudo da Matemática, sensações fisiológicos desagradáveis, como taquicardia e alteração de pressão arterial, além de esquecimento e autoatribuições negativas", explica João dos Santos Carmo, do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar, coordenador da pesquisa. "Essa situação tem gerado um número crescente de erros nos exercícios e provas de Matemática, reprovações e desistência de aprender Matemática", alerta o docente.

Segundo ele, estudos têm investigado a possibilidade de que a Ansiedade Matemática esteja diretamente relacionada a contextos aversivos de aprendizagem nessa disciplina, no que diz respeito à exposição do estudante a situações de vivências negativas, conhecidas atualmente como microagressões. "Estas se constituem em pequenos episódios de depreciação em aulas de Matemática, humilhação, exposição a situações vexatórias que, a longo prazo, podem não só gerar desconforto como também fragilidade emocional em relação à Matemática". O docente ressalta que episódios de microagressão podem ocorrer em qualquer nível de ensino (Fundamental, Médio e Superior).

O professor continua: "a literatura internacional tem identificado a presença de AM em futuros professores de Matemática. No entanto, nenhum estudo foi conduzido especificamente com universitários matriculados em cursos de licenciatura ou bacharelado em Matemática, sobretudo em relação à presença de microagressões relacionadas a essa disciplina. A identificação da relação entre AM e microagressões poderá elucidar questões em relação à formação de futuros professores de Matemática, o que implica na análise e revisão de posturas autoritárias e repressivas por parte dos formadores".

 

O estudo

O trabalho, intitulado "Relações entre vivências de microagressões e indícios de ansiedade: Ansiedade Matemática em estudantes de licenciatura e bacharelado em Matemática", faz parte de uma ampla pesquisa nacional coordenada pelo professor da UFSCar e vinculada ao Laboratório de Estudos Aplicados à Aprendizagem e Cognição (LEAAC) da Universidade. O trabalho envolve uma investigação em torno das relações entre AM, microagressões e procrastinação relacionada à Matemática, em estudantes de Pedagogia e de Matemática, bem como docentes formados em nestes cursos. Parte da coleta ficará a cargo da estudante de Iniciação Científica Ana Carolina Rodrigues Marim, do curso de graduação de licenciatura em Matemática.

 

Participação 

Podem participar estudantes universitários de bacharelado ou licenciatura em Matemática de todo o Brasil. A participação é online, dividida em duas etapas: 1. Concordância com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE); 2. Aplicação do formulário com perguntas sobre seu perfil, Ansiedade Matemática e experiências anteriores. O tempo estimado de resposta é de 10 minutos, com link de acesso em https://bit.ly/43iOtmm. Dúvidas podem ser encaminhadas por e-mail para Ana Carolina Marim (ana.marim@estudante.ufscar.br) ou para o professor João dos Santos Carmo (jcarmo@ufscar.br). Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 81516924.8.0000.5504).


Psicólogo destaca 5 práticas filosóficas para melhorar o bem-estar e a performance no ambiente de trabalho

Rafael Pierini mostra como conceitos da filosofia antiga podem ser usados no dia a dia profissional para reduzir o estresse, melhorar relações e aumentar o foco

 

A busca por equilíbrio emocional, foco e resiliência tem levado muitos profissionais a redescobrir uma filosofia que nasceu há mais de dois mil anos: o estoicismo. Antiga, sim, mas longe de ser ultrapassada. A filosofia criada por Zenão de Cítio e praticada por figuras como Marco Aurélio e Sêneca vem ganhando espaço em ambientes corporativos como ferramenta prática para lidar com os desafios modernos do trabalho. 

O psicólogo Rafael Pierini, especialista em neurodesenvolvimento, tem observado o crescimento do interesse por essas ideias em sessões clínicas e treinamentos empresariais. “O estoicismo ensina princípios como foco no que está sob nosso controle, aceitação da realidade e disciplina emocional – competências valiosas para qualquer profissional que vive sob pressão, metas e incertezas constantes”, afirma Pierini.

Segundo ele, aplicar o estoicismo no dia a dia não exige leituras filosóficas complexas, mas sim pequenas práticas que podem transformar a rotina. Veja as 5 principais:

 

Dicotomia do Controle

Uma das bases do estoicismo é diferenciar o que podemos controlar do que não podemos. Ao focar no que está ao nosso alcance, como esforço, comunicação e postura, diminuímos a ansiedade e agimos com mais objetividade”, explica o psicólogo. No trabalho, isso pode significar aceitar uma decisão da liderança sem se desgastar emocionalmente, ou lidar com imprevistos sem se paralisar.

 

Premeditação da Adversidade

Uma prática estoica comum é imaginar possíveis obstáculos do dia como reuniões difíceis ou falhas técnicas para se preparar emocionalmente. “Antecipar desafios ajuda a manter a calma quando eles realmente ocorrem. É uma forma de treinar a mente para a realidade, não para a fantasia”, diz Pierini.


Escrita Matinal

Inspirada nos “Pensamentos” de Marco Aurélio, essa prática envolve escrever reflexões curtas ao começar o dia: metas, atitudes desejadas, valores. “É um exercício de intenção e autoconsciência. Serve para lembrar quem você quer ser antes que o dia te engula”, recomenda.

 

Revisão Noturna

Ao final do expediente, a revisão do dia é uma prática poderosa. “O estoico pergunta a si mesmo: onde fui bem? Onde posso melhorar? Isso cria um ciclo de autorreflexão contínuo, sem culpa, mas com responsabilidade”, afirma o psicólogo.

 

Prática da Autonomia Emocional

O estoicismo reforça que não devemos entregar nosso equilíbrio ao comportamento dos outros. “No trabalho, isso significa não reagir impulsivamente a críticas, não depender de elogios para se motivar e manter a postura mesmo diante de tensões”, conclui Pierini.

 


Rafael Pierini - Em São José do Rio Preto, atuou diretamente no atendimento a crianças e adolescentes com dificuldades escolares e transtornos de aprendizagem. Há mais de 13 anos, além desse trabalho, mantém consultório clínico, com foco em psicoterapia e Terapia Cognitivo-Comportamental para insônia. Também ministra aulas e palestras sobre temas como neurodesenvolvimento, sono, Terapia Cognitivo-Comportamental, atuação em equipes interdisciplinares, saúde mental e educação.
Instagram: @rafael_pierini_


Pesquisas mostram como interações com chatbots de IA afetam o bem-estar social e emocional das pessoas


Nos últimos estudos conduzidos pela OpenAI em parceria com o MIT Media Lab, tem-se explorado de forma mais aprofundada o impacto dos chatbots de inteligência artificial (IA), como o ChatGPT, na vida dos usuários mais assíduos. Os dados buscam entender como a interação contínua com esse tipo de IA influencia no bem-estar emocional e social das pessoas.

Em uma etapa com mais de 4.000 usuários mostrou-se que o uso frequente do ChatGPT pode, em alguns casos, aumentar sentimentos de solidão. Isso acontece porque, ao depender excessivamente de uma IA para conversas e companhia, alguns usuários podem acabar reduzindo suas interações sociais presenciais. 

Essa diminuição no contato humano pode levar a uma sensação de isolamento, especialmente se o uso do ChatGPT substituir momentos de convivência com amigos e familiares. Segundo o estudo, quanto mais prolongadas as interações, maior a chance de surgirem sentimentos de exílio e dependência.

Para o Dr. José Eduardo Pereira Nora, diretor técnico da VIV São Paulo, , do grupo ViV Saúde Mental e Emocional, as evidências científicas iniciais mostram que a solidão digital proveniente do excesso de interações com inteligências artificiais é um fenômeno moderno cujas consequências podem envolver surgimento de sintomas depressivos, declínio na qualidade do sono, desregulação emocional e redução da empatia. 

“A chamada ilusão de conexão, associada a falsa sensação de companhia, tem sido apontada como responsável por gerar dificuldade no aprimoramento de habilidades sociais e enfraquecimento da identidade emocional”, afirma.

Além disso, as pesquisas indicam que o uso contínuo do ChatGPT pode gerar uma dependência emocional. Algumas pessoas podem começar a confiar demais na interação com a IA, buscando uma fonte constante de apoio. Essa dependência pode dificultar a procura por suporte em relacionamentos humanos reais, o que é fundamental para uma saúde emocional equilibrada.

Os pesquisadores ressaltam a importância de criar ferramentas que promovam interações equilibradas e saudáveis, ajudando a evitar efeitos negativos decorrentes do uso prolongado.

 

ViV Saúde Mental e Emocional

 

Dia dos Namorados com mais conexão: esportes para praticar juntinhos!

Mormaii Óculos
Neste Dia dos Namorados, que tal trocar o jantar tradicional por um programa a céu aberto, com mais movimento, parceria e diversão? Praticar esportes em dupla é uma forma de fortalecer laços, cuidar da saúde e criar memórias inesquecíveis. Para entrar no clima, a Mormaii separou quatro sugestões de atividades perfeitas para fazer a dois, com os óculos ideais para cada aventura.


Beach Tennis


Sol, areia e boas risadas em quadra. O beach tennis é dinâmico, leve e tem tudo a ver com clima de romance. Para curtir o jogo com proteção e estilo, o modelo Smash da Mormaii une design esportivo e tecnologia para enfrentar a luz intensa sem perder o foco.


Corrida

Nada como sentir o vento no rosto lado a lado, acompanhando o ritmo um do outro. Corrida é parceria em movimento. O Grand Tour é o modelo perfeito para manter a visão clara e protegida, com performance de sobra para qualquer percurso.


Pesca

Silêncio, natureza e tempo de qualidade. A pesca é o convite ideal para casais que buscam conexão e tranquilidade. O modelo Barcelos traz conforto, polarização e estilo, para aproveitar cada momento, do nascer ao pôr do sol.


Bike

Pedalar juntos é sinônimo de aventura e liberdade. Seja no parque, na estrada ou na trilha, o modelo Bravus garante proteção, aerodinâmica e visual moderno para acompanhar cada pedalada com segurança.

Mais do que presentes, experiências a dois fazem o amor se movimentar. E com Mormaii, o estilo e a proteção seguem juntos em cada nova jornada.

 


SOCIAL MEDIA
E-commerce - https://www.mormaiishop.com.br/
IG - @mormaiioculos


Dia dos Namorados: 5 dicas de como a Lei da Atração ajuda a encontrar o amor

Psicanalista explica como mudanças na maneira de pensar e agir pode cocriar a realidade da alma gêmea


Conforme o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 81 milhões de solteiros, superando os 63 milhões de casados. No Distrito Federal, até 2021, havia 1,1 milhão de pessoas solteiras. As motivações para essa escolha variam desde a manutenção de um determinado estilo de vida e a necessidade de superar traumas emocionais, até a busca por um maior autoconhecimento. Ainda assim, o motivo mais citado é a busca por "maior liberdade". Por outro lado, existe um momento que bate a solidão e as pessoas procuram por alguém com quem compartilhar a rotina. 

De acordo com  Elainne Ourives, psicanalista e especialista em reprogramação mental, a Lei da Atração pode ser uma poderosa aliada para quem deseja cocriar um novo amor. “Com base na energia e vibração que emitimos, é possível atrair o parceiro ideal”, conta. 

Ela acrescenta que a frequência do amor é uma das mais poderosas e elevadas que existem. Ao vibrar nessa frequência, uma pessoa passa a abrir portas para conexões profundas e significativas. Com base nesse estudo, a especialista destaca cinco dicas essenciais para utilizar a Lei da Atração e encontrar o amor verdadeiro.

  1. Cultive a Gratidão e a Alegria

Comece cada dia com gratidão. Agradeça por tudo o que já tem e por aquilo que ainda vai conquistar. A gratidão eleva sua vibração e abre seu coração para o amor, criando uma energia positiva ao seu redor.

 

  1. Pratique a Auto Compaixão

Amor próprio é o primeiro passo para atrair amor externo. Aceite-se e ame-se incondicionalmente. Quando você se valoriza, passa a emitir uma energia de autoconfiança e atrai pessoas que também te valorizam.

 

  1. Visualize o Amor que Deseja

Use a técnica de visualização para imaginar o relacionamento dos seus sonhos. Imagine-se com seu parceiro ideal, sinta as emoções de estar ao lado dessa pessoa e visualize todos os detalhes. Esse exercício ajuda a criar uma imagem clara do que você deseja e alinhar sua energia para atrair esse amor.

 

  1. Elimine Crenças Limitantes

Identifique e elimine crenças negativas que você possa ter sobre relacionamentos. Substitua pensamentos como "homem não presta" ou "não nasci para o amor" por afirmações positivas e construtivas. Mude sua mentalidade para atrair o amor verdadeiro.

 

  1. Seja a Pessoa que Você Deseja Atrair

Pergunte a si mesmo se você namoraria ou se casaria consigo mesmo. Trabalhe para ser a melhor versão de você. Quando você é uma pessoa amorosa, positiva e aberta, atrai alguém com essas mesmas qualidades. 

“Ao aplicar essas dicas, você estará vibrando na frequência do amor e pronto para cocriar um relacionamento significativo e duradouro. O uso consciente da Lei da Atração pode transformar sua vida amorosa e trazer o parceiro dos seus sonhos”, acrescenta Elainne. Além disso, o amor próprio é um componente essencial na busca por um relacionamento amoroso saudável. Ele envolve uma série de ações que permitem a valorização da essência de cada indivíduo e o posicionamento adequado no mundo. 

Ao assumir 100% da responsabilidade pelo próprio destino, evita-se o comportamento de vítima, que pode bloquear a frequência do amor nas vidas das pessoas. A forma como alguém escolhe reagir diante das adversidades está diretamente ligada ao desenvolvimento do autoconhecimento e da autoestima. Cultivar o amor próprio favorece o crescimento físico, psicológico e espiritual, permitindo uma vibração positiva que magnetiza eventos favoráveis e relações genuínas.

“É importante entender que cuidar de si mesmo não é egoísmo, mas uma necessidade para poder cuidar dos outros. Colocar as próprias vontades em primeiro lugar, especialmente quando a vontade dos outros causa dor, é um passo fundamental para a saúde emocional”, conclui. 

 



Elainne Ourives - Treinadora mental, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 8 livros; mestra de mais de 200 mil alunos, sendo 120 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil. É ainda idealizadora do Movimento “A Vida é Incrível”, lançado para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos; e criadora da Técnica Hertz®, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas técnicas energéticas do mundo. Para mais informações, acesse https://elainneourives.com.br ou pelo Instagram @elainneourivesoficial.

 

PAIXÃO PODE AFETAR DIFERENTES ÁREAS DO CÉREBRO E INFLUENCIAR DECISÕES

Neurocientista explica que estar apaixonado ativa regiões ligadas ao sistema de recompensa envolvidas com prazer, motivação e reforço positivo


O Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho, movimenta casais em todo o Brasil com declarações, presentes, jantares e surpresas. Mas além das flores e do romantismo, existe algo ainda mais profundo acontecendo dentro do cérebro. De acordo com a neurocientista da BrainEstar, Dra. Emily Pires, a paixão pode ativar diferentes áreas cerebrais ligadas ao prazer, à motivação e ao desejo de estar perto da pessoa amada, o que ajuda a explicar as decisões impulsivas e o por que do outro ocupar todos os pensamentos.  

Segundo a neurocientista, quando se está apaixonado, substâncias como dopamina, oxitocina e cortisol são liberadas em grande quantidade. A dopamina é responsável por gerar euforia e o encantamento típicos do início de um relacionamento; já a oxitocina fortalece a sensação de vínculo e confiança; e o cortisol, associado ao estresse, ajuda a explicar a ansiedade, o nervosismo e até o famoso “frio na barriga”. 

“Estar apaixonado ativa regiões ligadas ao sistema de recompensa, como a área tegmentar ventral (VTA), o núcleo accumbens, córtex pré-frontal ventromedial, amígdala (associada às emoções) e hipocampo (relacionado à memória emocional). Essas áreas estão envolvidas com prazer, motivação e reforço positivo. É como se o cérebro dissesse: quero mais disso”, esclarece a especialista.

Ainda segundo Emily, essa avalanche de sentimentos é o que torna tudo mais intenso no início de um relacionamento. “A química do cérebro nos impulsiona a agir, buscar proximidade e entregar-se. Além disso, áreas relacionadas ao julgamento e à tomada de decisão ficam menos ativas, o que pode nos deixar ainda mais impulsivos”, afirma. 

Porém, a neurocientista explica que esse estado de encantamento costuma ter um tempo limitado, entre seis meses e dois anos, mas isso não significa o fim do sentimento, e sim uma transformação para o amor verdadeiro. “A fase inicial da paixão é marcada por impulso e euforia, mas, conforme a relação amadurece, o cérebro passa a reforçar o vínculo por meio de confiança, parceria e segurança. O amor verdadeiro, nesse sentido, é uma química que evolui com o tempo, saindo da ‘explosão’ da paixão para a ‘arquitetura do vínculo’”, conclui Emily.

 

BrainEstar
www.brainestar.com.br


Entidades de superdotação lançam campanha para mostrar caminho de superação de sofrimento emocional e social por meio da identificação precoce

 “É preciso ir além”: Associação Mensa Brasil, que reúne pessoas com altas capacidades intelectuais, em parceria com a DOC Films e diversas organizações de defesa de direitos de superdotados, alerta para a relação entre dificuldades socioemocionais e transtornos mentais em superdotados e aponta para a necessidade de ampliar identificação de altas capacidades intelectuais na população brasileira

 
Lançamento da campanha acontece na sequência do anúncio público da atriz Fabiana Karla, que relata a descoberta tardia da superdotação em meio a uma trajetória pessoal de sensação de inadequação

A Associação Mensa Brasil, organização que reúne pessoas com altas capacidades intelectuais no País e representante da Mensa Internacional – principal organização de alto QI do mundo – acaba de lançar uma campanha para apresentar caminhos e oportunidades de superação de dificuldades sociais, sofrimentos emocionais e até transtornos mentais com a descoberta de altas habilidades.

 
Com o conceito “É preciso ir além”, a campanha da Mensa Brasil busca ampliar a identificação de brasileiros com superdotação e altas capacidades intelectuais, que é subnotificada em nosso País. A campanha, que conta com a parceria da produtora DOC Films e de diversas organizações de defesa de direitos de superdotados, acontece na sequência do anúncio público da atriz Fabiana Karla, que relata a descoberta tardia da superdotação em meio a uma trajetória pessoal de sensação de inadequação, conforme ela própria declarou recentemente na imprensa.
 
Com
vídeos baseados em depoimentos pessoais de indivíduos que descobriram a superdotação de forma tardia – e que também sofriam de certos transtornos e dificuldades – a Mensa Brasil propaga a mensagem da importância da identificação de altas habilidades e do papel dos grupos de mútua ajuda entre os pares e dos ambientes de desenvolvimento das capacidades intelectuais.

Cadu Fonseca, presidente da Mensa Brasil, a entidade tem como principal missão identificar pessoas com alto QI e desenvolver meios de desenvolvimento pessoal e interpessoal dentro da associação. “Identificar e desenvolver pessoas com inteligência acima da média é uma ferramenta fundamental para ajudar um país a desenvolver políticas públicas nas áreas de superdotação/altas habilidades e educação inclusiva, que hoje não alcançam a população a ser atendida”, explica.
 

“Trazer esse problema para o debate público é imprescindível para alcançarmos o pleno atendimento dos direitos de indivíduos com alta inteligência. A Mensa tem papel fundamental neste trabalho, no sentido de contribuir com processos de identificação e proporcionar ambientes que ajudem no desenvolvimento de potenciais de seus membros”, acrescenta.
 
“Por um lado temos o consenso acadêmico de que, por exemplo, o autismo envolve de 3 a 5% da população e que altas habilidades/superdotação (AHSD) igualmente envolvem de 3 a 5%. Mas quando vemos o Censo Escolar, observamos que há cerca de 900 mil autistas identificados, contra apenas 44 mil AHSD. Por isso é preciso ir além dos estereótipos, entender profundamente o superdotado,  desmistificar suas capacidades e sofrimentos e, de fato, buscarmos o pleno direito à educação especial e à assistência de saúde tão necessária a este público”, conclui Cadu Fonseca.
 
Assista ao vídeo na home da Mensa Brasil:
https://mensa.org.br/
 


O que dizem organizações e especialistas para “ir além”
 
Para a CEO da DOC. Films e criadora do movimento Gifted Brasil, Priscila Manni Gomide, que também é vice-presidente da Fundação Mensa Brasil, é preciso ir além da atual abordagem das escolas com crianças com Altas Habilidades/Superdotação. “Descobri que minha filha e (posteriormente) meu marido são AH/SD a partir de muito empenho para entender de fato do que se trata a condição. Ainda é um longo caminho, eu mesma estou em processo de identificação, mas sinto que tanto a sociedade quanto as escolas precisam correr mais, avançar mais e compreender que essas pessoas, neurodiversas, precisam de suporte, individualização e acolhimento”.
 
Já a coordenadora do projeto Rais (Rede de Atendimento Integral ao Superdotado), Dra. Carina Rondini, aponta que a identificação precoce de AH/SD deve ir além do gênero, da raça e da condição socioeconômica. “É preciso criar possibilidades reais para que meninas negras da periferia tenham suas altas capacidades reconhecidas, cultivadas e afirmadas como parte legítima de suas trajetórias. A Rede de Atendimento Integral ao Superdotado (RAIS) luta para romper os filtros sociais que invisibilizam talentos, gerando sofrimento emocional e social duradouro — e propõe uma educação verdadeiramente inclusiva, que reconheça a potência onde a desigualdade tenta impor silêncio”, diz.
 
Em nota, a diretoria executiva do Conbrasd (Conselho Brasileiro para Superdotação) complementa: “É preciso ir além do silêncio institucional e da negligência histórica: é urgente ampliar os processos de identificação, reconhecimento e atendimento de pessoas com altas habilidades/superdotação em todo o território nacional. O Conselho Brasileiro para Superdotação reafirma seu compromisso com a defesa de políticas públicas inclusivas, baseadas em evidências, que promovam o desenvolvimento pleno de potenciais intelectuais e criativos — não como exceção, mas como direito de todos que dele necessitam.”
 
Para Natalie Banaskiwitz, neuropsicóloga e sócia fundadora da Clincog (instituição que atua tanto como clínica de identificação AHSD quanto como centro de formação de neuropsicólogos), é preciso ir além da negligência e do silêncio que ainda abandona tantas pessoas com altas habilidades/superdotação ao longo da vida. “É urgente ampliar o reconhecimento, os encaminhamentos adequados e a escuta qualificada para esse público, muitas vezes confundido, subestimado ou simplesmente ignorado”, pontua.
 
“Na Clincog, recebemos diariamente indivíduos que, apesar de seus potenciais, enfrentaram anos de invisibilidade, sofrimento emocional e falta de acesso a intervenções apropriadas. Nosso compromisso é transformar essas trajetórias de desencontro em possibilidades reais de compreensão, pertencimento e desenvolvimento — com respeito à singularidade de quem pensa e sente o mundo de maneira tão intensa quanto única”, complementa Natalie.
 
Segundo Denise Arantes-Brero, diretora do NPAS (Núcleo Paulista de Atenção à Superdotação) e conselheira da Fundação Mensa Brasil, é preciso ir além da visão estereotipada de gênio tão amplamente divulgada. “Precisamos compreender que o fenômeno das altas habilidades/superdotação é multifacetado se manifestando de diferentes formas. Romper com esses mitos nos ajuda a identificar melhor esses indivíduos, que para além do rótulo, buscam compreensão, pertencimento e atendimento às suas demandas específicas”, ressalta.
 
Para Domitila Miranda, neuropsicóloga e diretora do Instituto CBM (Cuidar, Brincar e Mediar), é preciso ir além e propor estratégias de acolhimento e identificação acessíveis, para todos, minimizando os impactos da invisibilidade e silenciamento de pessoas que, muitas vezes, passam uma vida toda sem entender porque se sentem diferentes. “O cuidado com a saúde mental e bem estar psicossocial dessas pessoas é urgente e não cabe mais em propostas capacitistas e reducionistas, que se preocupem somente com performance, sem priorizar a qualidade de vida integral. É necessário capacitar e esclarecer, para cuidar e individualizar”, explica.
 
De acordo com a presidente do Instituto Virgolim, Dra. Angela Virgolim, o reconhecimento das Altas Habilidades e Superdotação deve ser acompanhado de uma abordagem integradora, humanizada e contínua ao longo da vida. “A Pedagogia da Felicidade, que fundamenta nosso trabalho, compreende o indivíduo em sua totalidade — valorizando tanto as áreas de destaque quanto aquelas que exigem maior atenção. No caso de crianças e jovens, isso significa proporcionar enriquecimento como Atendimento Educacional Especializado (AEE), aliado ao suporte psicológico e educacional que envolve famílias, professores e a comunidade escolar. Já para adultos, muitos dos quais enfrentam os efeitos de uma identificação tardia, nossa missão é restaurar a autoestima, promover o autoconhecimento e abrir caminhos para a autorrealização pessoal e profissional, reconhecendo sua identidade única e seu potencial singular e com isso, gerando a compreensão sobre si e o sentimento de pertencimento”, diz
 
“O Instituto acredita que o talento é um direito humano e uma oportunidade estratégica para o país. Ao fortalecer indivíduos com AHSD, buscamos não apenas seu bem-estar e felicidade, mas também contribuir com a formação de pessoas capazes de gerar impacto positivo e diferenciado na sociedade, vivendo com propósito, pertencimento e sentido”, relata Angela.
 
Para Damião Silva, coordenador do projeto itinerante Vivendo a Superdotação e diretor técnico do Instituto Unicamente e pessoa superdotada, é preciso ir além da ideia de que superdotação se resume a desempenho. “Muitas pessoas superdotadas carregam histórias de silenciamento, confusão e sofrimento emocional, justamente por não terem sido compreendidas ao longo da vida”, comenta.
 
“No Instituto Unicamente, ouvimos relatos de quem cresceu sem nome para sua diferença, sem apoio emocional, e muitas vezes adoecido por um sistema que valoriza o produto, mas negligência a pessoa. O modelo atual de identificação é restrito, pouco acessível e centrado em critérios limitados (e que professores infelizmente não conseguem avaliar de maneira adequada) o que acaba excluindo quem não se encaixa no estereótipo do “aluno brilhante” e resultando em negativas de direitos já estabelecidos”, acrescenta Silva.
 
Segundo ele, Éé urgente que o Brasil desenvolva políticas públicas consistentes, que garantam formação adequada para profissionais da saúde e da educação, e que oportunizem o uso de modelos teóricos atuais, amplos e cientificamente validados para identificar e acompanhar essas pessoas.
 
“A superdotação não é um privilégio: é uma forma legítima de neurodivergência que precisa ser reconhecida, respeitada e acolhida com sensibilidade. Precisamos de uma nova cultura — que escute, cuide e valorize quem pensa e sente o mundo com intensidade”, conclui.

 

 

Sobre a Associação Mensa Brasil

Fundada em 2002, a Associação Mensa Brasil é a afiliada brasileira oficial da Mensa Internacional. Ela congrega pessoas com altas capacidades intelectuais, tendo como único requisito de ingresso possuir QI acima de 98% da população em geral, comprovado por teste referendado de inteligência. A entidade coordena, representa e mobiliza seus associados, com foco em três objetivos principais: (i) identificar e promover a inteligência humana em benefício da humanidade; (ii) estimular pesquisas sobre a natureza, características e usos da inteligência; e (iii) prover um ambiente intelectual e socialmente estimulante para seus associados.

No Brasil, são cerca de 3,1 mil membros ativos, dentre crianças e adultos, com milhares de oportunidades para encontrar novos amigos, ter conversas estimulantes e fomentar novos projetos. Entre as atividades desenvolvidas para seus membros, destacam-se o encontro anual, uma atividade presencial para os mensans dos diversos cantos do país fortalecerem seus laços e assistirem palestras de especialistas em múltiplas áreas do conhecimento, e os chamados Encontros Regionais, realizados ao longo do ano.

A entidade conta também com o Programa Jovens Brilhantes, iniciativa que visa apoiar o desenvolvimento dos membros menores de idade, incluindo a promoção de eventos, encontros e grupo de responsáveis, entre outras atividades.

Além da oferta de bolsas e prêmios para financiar projetos inovadores de seus membros, a Mensa Brasil mantém diversos Grupos de Interesse para debates e estudos nas áreas de TI & Data Science, negócios, xadrez e assuntos nerds. Também apoia a realização de fórum exclusivos, onde cada grupo organiza seus próprios eventos, como a recente Copa Mensa Brasil de Xadrez.

Atualmente, a Mensa Brasil possui registros de 5,2 mil brasileiros identificados com altas habilidades, incluindo 2 mil crianças e adolescentes e 3,2 mil adultos.


Sobre a Mensa Internacional

Em qualquer uma das unidades da Mensa, espalhadas por mais de 90 países, o propósito de grupo, de pertencimento, de autoconhecimento e de desenvolvimento humano está sempre presente e tem feito a diferença na vida de seus membros.

Fundada em 1946, no Reino Unido, a Mensa Internacional é a maior organização de altas habilidades do mundo. Foi criada com o objetivo de promover a inteligência como ferramenta estratégica para o desenvolvimento e a evolução da humanidade. A palavra Mensa significa “mesa”, em Latim, em referência à natureza de mesa-redonda da organização, representando a união de iguais, inpendentemente de características como etnia, cor, credo, nacionalidade, idade, visão política, histórico educacional e/ou socioeconômico.


Pais emocionalmente presentes criam filhos mais seguros

Como o suporte psicológico na parentalidade fortalece os laços familiares e garante um desenvolvimento saudável para as crianças.

 

Para muitos pais, as mudanças de vida após terem filhos podem ser avassaladoras. Nesse contexto, o suporte psicológico pode ser utilizado como uma estratégia de combate ao impacto fornecido por transformações físicas, emocionais e psicológicas. Segundo o psicólogo Luti Christóforo, a saúde mental dos pais ocupa um papel central que não se restringe apenas às questões de bem-estar pessoal, mas desempenha uma função crucial no desenvolvimento saudável das crianças.

Estudos recentes indicam que aproximadamente 10% dos pais experienciam depressão pós-parto, e até 18% desenvolvem transtornos de ansiedade durante o período perinatal . Fatores como estresse financeiro, preocupações com a saúde do filho e dinâmicas conjugais podem afetar negativamente seu bem-estar psicológico. Receosos em buscar apoio, muitos homens recorrem a estratégias de enfrentamento negativas, como o uso de álcool para lidar com o estresse, e se distanciam das suas parceiras, o que catalisa o possível desenvolvimento de sintomas de depressão na mulher, que se encontra em um estado mental de fragilidade.

“Investir em apoio psicológico durante a parentalidade é essencial. Por meio da ajuda de um psicólogo, mecanismos de enfrentamento às dificuldades se tornam mais acessíveis, o que garante maior contentamento aos pais e benefícios significativos na criação dos filhos, uma vez que estes poderão contar com o envolvimento ativo de quem mais amam durante todas as etapas do seu desenvolvimento pessoal”, afirma o especialista.

Logo, priorizar a saúde mental de quem cuida da criança não é apenas uma questão individual, mas uma necessidade para o equilíbrio familiar e o desenvolvimento saudável dos pequenos. O suporte psicológico adequado possibilita a criação de um ambiente mais harmonioso, fortalecendo os vínculos afetivos e promovendo uma parentalidade mais consciente e empática. Dessa forma, ao reconhecer a importância do estado emocional durante a criação dos filhos, não apenas se previne transtornos psicológicos, mas também se constrói uma base sólida para o futuro das próximas gerações.

 

Luti Christóforo - sicólogo clínico junguiano com mais de uma década de atuação em Curitiba, Luti Christóforo é reconhecido por sua abordagem profunda e humanizada no atendimento a adolescentes, adultos e casais. Especialista em temas como depressão, ansiedade, autoestima e relacionamentos, ele também se destaca por sua presença ativa em mídias e eventos. Recentemente, conduziu a palestra "O Medo Real" na UniCesumar, abordando estratégias para transformar o medo em força motriz. Além disso, Luti é frequentemente convidado para entrevistas em rádios e programas de TV, onde compartilha insights sobre saúde mental e desenvolvimento humano. Seu trabalho
WhatsApp: (41) 99809-8887
Instagram: @luti.psicologo
E-mail: lutipsicologo@gmail.com

 

Pesquisa investiga criatividade e autoeficácia criativa dos filhos

Divulgação

Estudo convida pessoas entre 18 e 25 anos para responderem a questionário online

 

Uma pesquisa na área da Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está investigando se existe relação entre os estilos parentais dos responsáveis e a criatividade e autoeficácia criativa dos filhos.  

"Estilos parentais são as formas como pais lidam com questões de poder, hierarquia e apoio emocional referente a seus filhos", explica a graduanda Ana Luiza Aguiar Franceschini, responsável pelo estudo. Já a criatividade "é a habilidade de se produzir algo original e apropriado ao contexto para o qual ele foi pensado. A autoeficácia criativa pode ser definida como a crença que alguém tem de que possui habilidade de produzir respostas criativas", define. Segundo ela, "a criatividade vem se tornando progressivamente mais importante no mundo, possibilitando crescimento socioeconômico, pessoal e global; assim, a partir da investigação, seria possível desenvolver cidadãos mais criativos e aptos ao mundo contemporâneo".

 

Participação

O estudo convida para participação filhos, entre 18 e 25 anos, através do questionário disponível em https://bit.ly/3Ssza4f, onde constam mais informações. O tempo estimado de resposta é de aproximadamente 15 minutos.

O trabalho, intitulado "Criatividade, estilos parentais e autoeficácia criativa", tem orientação de Patrícia Waltz Schelini, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar, e conta com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Dúvidas podem ser esclarecidas com Ana Luiza Franceschini pelo e-mail ana.franceschini@estudante.ufscar.br ou WhatsApp (19) 99920-0210. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 77214724.6.0000.5504).


Namoro: prática de amar

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Dizem que o casamento por amor é recente. Que os matrimônios, por séculos, foram feitos por interesse, por conveniência, por arranjo. Será que o amor é um luxo moderno, uma invenção romântica que escapa à razão? Se o amor fosse apenas um capricho da modernidade, como explicar sua presença teimosa ao longo da história? Por que ele continua surgindo, mesmo onde não é convidado?

A verdade é que o amor sempre esteve entre nós. E ainda que não fosse a razão principal de muitas uniões no passado, ele surgia com o tempo, com a convivência. Em culturas onde o casamento é decidido pela família, acredita-se que o amor nasce depois. Isso parece absurdo? Só se reduzirmos o amor a um arrebatamento súbito e irracional, uma vertigem romântica. Mas o amor é mais complexo.

Erich Fromm, em "A Arte de Amar", dizia que não existe amor sem razão. Amar é uma arte. Exige esforço, conhecimento, decisão. A escolha do parceiro pode até ser por decisão alheia ou por impulso. Mas o ato de amar é pessoal e deliberado. Amar se aprende. E se pratica. Todos os dias.

Por que amamos? Porque precisamos. O amor nos tira da solidão, nos lança em direção ao outro. Nele encontramos apoio, partilha, proteção. Amamos porque, sem esse vínculo, não sobreviveríamos – nem como espécie, nem como indivíduos. O amor é uma solução existencial. Ele nos ancora e nos impulsiona.

Fromm chamava esse tipo de amor de “resposta madura ao problema da existência”. É uma união que respeita a individualidade: um casal pode viver separado, mas vive melhor junto. O amor verdadeiro não anula, potencializa. Faz crescer.

Essa capacidade de amar começa cedo. Crianças aprendem a amar sendo amadas. O amor da mãe é incondicional. Ela ama o filho por ser quem ele é. O amor do pai é meritocrático. Ele ama à medida que o filho age corretamente. Ambos moldam nossa consciência: um nos dá segurança, o outro nos prepara para o mundo.

O amor romântico maduro é uma síntese desses dois arquétipos. Amamos alguém por quem ele é e também por como ele age no mundo. É um amor que acolhe e admira. Que cuida e desafia. Que transforma dois estranhos em família. Um tipo de amor que melhora nossas chances de enfrentar o mundo e de criar filhos adaptados a ele.

Ao contrário do amor fraterno ou parental, o amor erótico é exclusivo. Amamos muitos filhos, muitos amigos, mas só nos fundimos profundamente com uma pessoa. Porque esse amor é total. É compromisso em todos os aspectos da vida. É união, mas sem anulação.

Neste Dia dos Namorados, vale lembrar: o amor não é só um sentimento. É um exercício constante. O namoro é um espaço para essa prática. Uma prática que é, ao mesmo tempo, treino e ação. No namoro decidimos, dia após dia, amar alguém por inteiro. Assim o amor se fortalece. E nos fortalece também.

 

Marcia Esteves Agostinho - doutora em História, especialista em emoções coletivas e autora de "Por que casamos?"

Dia dos namorados

 Nem só de flores se vive o amor. A médica psiquiatra Dra. Jéssica Martani alerta para os mais diversos tipos de relações tóxicas e abusivas e como elas afetam o emocional e causam traumas.

 

Para a médica existem três tipos de relações que merecem atenção, já que muitas vezes, a vítima envolvida em um relacionamento não-saudável, pode passar anos infelizes e até correr perigo dentro de um relacionamento.

“O Transtorno de Personalidade Narcisista, por exemplo, é facilmente identificado em pessoas que passam muito tempo se preocupando com a própria aparência, com as qualidades físicas e habilidades, querem ser sempre o centro das atenções, tem dificuldade em reconhecer ou considerar os sentimentos e necessidades dos outros, possui fantasias frequentes de sucesso ilimitado e com histórico de relacionamentos os quais muitas vezes superficiais e baseados no que os outros podem fazer por ele. Essas pessoas demonstram ainda charme e atenção no início da relação, mas rapidamente começam a exigir atenção constante, desconsiderar os sentimentos do parceiro e manipulá-lo emocionalmente”, alerta.

Já as relações tóxicas são aquelas que constantemente envolvem gritos, as conversas são sempre em tom agressivo seguidas de insultos, chantagem emocional ou manipulação. “Normalmente essas pessoas acabam afastando o parceiro (a) dos amigos, da família e ainda querem ter sempre o poder de decisão nas mãos”, afirma a psiquiatra.

Para Dra. Jéssica é importante alerta ainda sobre o abuso psicológico que é a manipulação emocional que faz o parceiro (a) duvidar de sua própria memória, percepção ou sanidade e ainda o faz sentir responsável por suas emoções e comportamentos negativos. “Esse tipo de abuso pode ainda vir em períodos que são alternados por fases de carinho e arrependimento e com promessa de mudanças, criando um ciclo vicioso com dependência emocional”, diz.

Seja qual for o caso, a médica alerta que além da psicoterapia, em alguns casos pode ser necessário a prescrição de medicamentos para tratar condições como depressão, ansiedade ou transtornos de humor que podem estar contribuindo para comportamentos tóxicos tanto de quem é vítima, quanto do autor (a). “É importante compreender que o estresse prolongado em uma relação abusiva ou tóxica, por exemplo, pode afetar negativamente o cérebro, especialmente a amígdala e o hipocampo, áreas envolvidas na regulação emocional e memória. A compreensão neurológica dessas condições é essencial para que haja intervenções terapêuticas eficazes para ou tratar essa relação ou para que ela se acabe sem maiores prejuízos emocionais e psíquicos para ambas as partes”, finaliza. 

 

Dra. Jéssica Martani - Medica psiquiatra, observership em neurociências pela Universidade de Columbia em Nova Iorque – EUA, graduada pela Universidade Cidade de São Paulo com residência médica em psiquiatria pela Secretaria Municipal de São Paulo e pós graduação em psiquiatria pelo Instituto Superior de Medicina e em endocrinologia pela CEMBRAP.
CRM 163249/ RQE 86127

 

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