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sábado, 7 de junho de 2025

6 destinos perfeitos para aproveitar o Dia dos Namorados

                          

Conheça os lugares mais apaixonantes do Brasil para surpreender no Dia dos Namorados com viagens cheias de charme, boa comida e momentos inesquecíveis a dois

 

 Como diria John Paul Young, “love is in the air”! Junto com o friozinho de junho chega também o Dia dos Namorados, a data perfeita para viver momentos inesquecíveis a dois e dar aquela escapada da rotina com uma viagem romântica.  

E o melhor: nem é preciso gastar muito. Viajar de ônibus pelo Brasil é uma alternativa confortável, prática e acessível. Pensando nisso, a FlixBus, empresa de tecnologia para o transporte rodoviário, separou 6 destinos encantadores para casais que querem aproveitar o melhor do romance pelo país. 


Curitiba (PR) 

Curitiba é aquele destino que junta gastronomia, natureza e cultura em dose certa. A cidade tem pontos turísticos ideais para casais, como o Jardim Botânico e o Parque Tanguá – perfeitos para um passeio romântico ao ar livre –, além de experiências culturais únicas na Ópera de Arame. Para fechar o dia, vale apostar nos restaurantes italianos super aconchegantes do bairro de Santa Felicidade, muitos com vista panorâmica da cidade. 


Natal (RN) 

Um destino que vem crescendo em popularidade entre os viajantes no Nordeste, Natal é perfeita para casais que gostam de aventura, emoção e romance. Dunas douradas, lagoas de água doce e falésias incríveis fazem de praias próximas, como a de Pipa um charme à parte. E para quem é fã de gastronomia, os restaurantes especializados em frutos do mar, principalmente camarões, oferecem uma verdadeira imersão nos sabores potiguares.  


Fortaleza (CE) 

Fortaleza é o destino ideal para casais que querem sair do óbvio. Dá para fazer passeios de veleiro na Praia de Iracema ao pôr do sol, trilhas pelo Parque do Cocó e até um dia divertido em um dos famosos parques aquáticos da cidade. Já para quem não renuncia ao clássico, restaurantes com jantar à luz de velas e shows ao vivo completam a celebração com um toque especial.  


Rio de Janeiro (RJ) 

O Rio tem alguns dos pontos turísticos mais icônicos do mundo. Afinal, quem não gostaria de ver de perto o Cristo Redentor ou apreciar a vista dos bondinhos no Pão de Açúcar? Uma caminhada pelo Jardim Botânico ou um dia relaxando nas praias cariocas já valem a viagem. Apesar da fama de ser a cidade dos solteiros, o Rio também é cenário de muito romance – com direito a dança em rodas de samba e beijos em lugares que inspiraram os maiores poetas do país.  


Paraty (RJ) 

Paraty mistura natureza, relaxamento, cultura e história. Só de caminhar pelo centro histórico já dá para sentir todo o charme da cidade. Os casais podem fazer passeios de barco ao pôr do sol, explorar trilhas e se refrescar em cachoeiras incríveis. E não faltam praias paradisíacas para completar o roteiro: a Praia do Sono e a Praia do Cachadaço são paradas obrigatórias para criar lembranças inesquecíveis. 


João Pessoa (PB) 

Acessível e cheia de charme, João Pessoa é um ótimo destino para casais apaixonados. Dá para caminhar no Parque Sólon de Lucena, visitar a Praça Antenor Navarro com seus casarões coloridos e aproveitar jantares românticos em restaurantes locais. E para quem ama natureza, as piscinas naturais são perfeitas para mergulhos tranquilos e observação da vida marinha – um programa leve, bonito e inesquecível. 

Seja qual for o destino, o que importa é viver momentos especiais a dois. E se a ideia é explorar ainda mais o Brasil, no site e no aplicativo da FlixBus é possível encontrar muitas outras opções de viagens românticas por diversas regiões do país, sempre com preços acessíveis – uma das marcas registradas da empresa. 

Que tal aproveitar esse Dia dos Namorados com o pé na estrada e o coração aberto?  

 


FlixBus
www.flixbus.com.br
   


Dia Mundial da Segurança Alimentar: Dicas práticas para se manter bem longe de uma intoxicação alimentar



Como evitar contaminações e garantir a segurança dos alimentos

 

Segurança alimentar é coisa séria. Uma refeição pode arruinar uma festa divertida ou até mesmo um momento de descanso. Os efeitos vão desde desconfortos leves, como náuseas, vômitos ou diarreia, até quadros mais graves que exigem atendimento hospitalar. “Isso costuma acontecer por causa da contaminação por bactérias que se multiplicam rapidamente e tornam os alimentos perigosos para o consumo”, alerta a nutricionista e mestre em Nutrição Ana Cristina Gutiérrez, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife.

Para evitar situações assim, no contexto do Dia Mundial da Segurança Alimentar (7 de junho), a nutricionista compartilha algumas recomendações para conservar bem os alimentos e cuidar da sua saúde. Aqui estão elas:

 

Higiene e manipulação

• Lave bem as mãos, os utensílios e as superfícies antes e depois de cozinhar. Esse hábito tão simples evita a contaminação cruzada entre ingredientes crus e os que já estão cozidos ou prontos para servir.

• Não se esqueça das frutas e verduras: lave-as em água corrente e deixe-as de molho com algumas gotas de hipoclorito próprio para sanitizar alimentos antes de consumi-los.

 

Temperatura correta

• O que é quente, deve estar bem quente. O que é frio, bem frio. As baixas temperaturas impedem a proliferação de bactérias, e o cozimento adequado elimina essas ameaças.

• Se for levar carne crua para um churrasco, mantenha-a em um cooler com gelo. Melhor ainda se ela já estiver temperada e bem embalada, longe de alimentos prontos, para evitar contaminações.

• Antes de consumi-la, verifique se a carne está bem cozida, especialmente se tiver osso. Muitas vezes, ela parece pronta por fora, mas ainda está crua por dentro.

• Depois que o peixe, frango ou carne estiverem prontos, não os coloque de volta no molho ou tempero usado quando estavam crus. Esses líquidos podem conter bactérias perigosas.

 

Conservação e sobras

• Não deixe a comida esfriando no fogão ou sobre a mesa. Guarde as sobras em potes e leve-as à geladeira, ao congelador ou a um cooler com bolsas de gelo. “Duas horas é o tempo máximo que os alimentos podem ficar em temperatura ambiente depois de cozidos. Se estiver muito calor (acima de 32 °C), esse tempo cai para uma hora”, explica Gutiérrez.

• Use recipientes rasos (com no máximo dois dedos de profundidade) para que a comida esfrie de forma mais rápida e uniforme.

• Consuma as sobras rapidamente ou congele-as.

• Escolha bem o recipiente onde vai guardar a comida. O vidro é ideal: fácil de limpar, atóxico e mais sustentável. Se usar plástico, certifique-se de que é livre de bisfenol A (BPA). Não utilize potes antigos, riscados ou danificados.

 

Cuidado com alimentos delicados

• Tenha atenção redobrada com alimentos líquidos ou feitos com leite e derivados, como ensopados, estrogonofe ou molhos brancos. Eles estragam mais rápido porque o meio líquido favorece o crescimento de bactérias.

 

Se for comer fora

• Preste atenção ao lugar onde vai comer. Procure locais que pareçam limpos, onde os funcionários usem touca, luvas e onde a comida esteja bem armazenada. Em buffets, verifique se os pratos estão na temperatura adequada. Comidas que ficam muitas horas fora da refrigeração ou do aquecimento ideal podem representar um risco. 



Herbalife Ltd.
Herbalife.com


O frio e a fome: entenda os motivos por trás do aumento do apetite nas estações geladas

divulgação


Os meses mais frios do ano chegaram e junto com a troca da estação, a alimentação também acaba mudando bastante. A maioria das pessoas sente mais fome durante o frio, o que traz aquela “vontade” de comer alimentos mais calóricos. A explicação para esse comportamento está ligada a diversos fatores fisiológicos e psicológicos. Um dos fatores é que, durante o frio, o organismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal, o que aumenta o apetite. 

A nutricionista especializada em nutrição esportiva, Thainara Gottardi, confirma que a mudança de temperatura desempenha um papel fundamental no aumento do apetite. "Nos meses mais frios, o corpo precisa gastar mais energia para manter sua temperatura interna estável. Isso leva a um aumento no metabolismo, o que pode gerar uma maior sensação de fome", comenta. "Além disso, o frio também faz com que o corpo busque fontes de calor através dos alimentos, especialmente aqueles que são mais calóricos, como sopas, pratos pesados e alimentos reconfortantes." 

E realmente, na estação mais fria do ano, algumas bebidas e alimentos viram protagonistas. Cafés e chás são boas escolhas para se aquecer. Os carboidratos, como pães, batatas e massas, são outros aliados neste período. Porém, a especialista faz o alerta: “as porções devem ser equilibradas, pois a ingestão em excesso aumenta os níveis de glicose no sangue. Sopas, cremes e caldos estão na lista das comidas que geram conforto e, em geral, são preparações nutritivas, o que ajuda a manter a saciedade”. 

Outro fator relevante, de acordo com Thainara, é o impacto das estações no humor e no comportamento alimentar. " Durante o período de temperaturas mais baixas e com menor exposição à luz solar, a produção de serotonina no organismo tende a diminuir. Esse neurotransmissor, essencial para regular o bem-estar, o controle do apetite e o humor, tem seus níveis reduzidos, o que pode levar o corpo a buscar alimentos que proporcionem prazer e conforto emocional”, destaca a nutricionista. 

Durante o período de temperaturas mais baixas e com menor exposição à luz solar, a produção de serotonina no organismo tende a diminuir. Esse neurotransmissor, essencial para regular o bem-estar, o controle do apetite e o humor, tem seus níveis reduzidos, o que pode levar o corpo a buscar alimentos que proporcionem prazer e conforto emocional. 

Embora esse comportamento seja natural e resultado de processos fisiológicos, Thainara ressalta para a importância de escolhas alimentares equilibradas. "É importante prestar atenção no tipo de alimento consumido, mesmo durante o frio. Optar por opções saudáveis, como sopas à base de legumes, grãos integrais e proteínas magras, pode ajudar a satisfazer a fome sem sobrecarregar o organismo com calorias extras. O segredo está em manter a qualidade nutricional da alimentação", sugere a especialista. 

Além disso, a especialista reforça que a prática de atividades físicas também pode ajudar a controlar o apetite. "O exercício físico regular pode auxiliar no equilíbrio da fome, pois ajuda a regular o metabolismo e reduz o desejo por alimentos mais calóricos", conclui Thainara Gottardi.


Não caia nessa cilada no supermercado: "Zero açúcar" não é o que parece

Freepik

Nutricionista explica a diferença entre "zero açúcar" e "sem adição de açúcar" — e por que isso pode afetar a saúde (e a dieta)
 


É comum que consumidores escolham produtos com o rótulo “zero açúcar” acreditando estar fazendo a melhor opção para a saúde. No entanto, muitos acabam se surpreendendo ao descobrir que esses itens contêm diversos adoçantes e aditivos. A confusão entre os termos “zero açúcar” e “sem adição de açúcar” é mais frequente do que se imagina e pode comprometer até mesmo os esforços de quem busca manter uma alimentação equilibrada.

Segundo Cintya Bassi, coordenadora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, entender essa diferença é fundamental. “Produtos ‘zero açúcar’ são aqueles que não têm açúcar ou contêm menos de 0,5g por porção. Já os produtos ‘sem adição de açúcar’ não recebem açúcar durante o preparo, mas ainda podem conter o açúcar natural do alimento, como no caso de um suco 100% fruta”, explica.

Muita gente associa imediatamente o rótulo “zero açúcar” a algo mais saudável — o que nem sempre é verdade. “Alimentos processados como bolos, biscoitos e doces podem ser zero açúcar, mas ainda assim conter corantes, adoçantes artificiais e outros aditivos que não são bons para o organismo”, alerta a nutricionista. Em contrapartida, um suco integral sem adição de açúcar pode ser mais nutritivo, mesmo tendo açúcares naturais.


Açúcar: eliminar ou equilibrar?

Com tantas campanhas contra o açúcar, é natural pensar que o ideal seria riscar esse ingrediente da alimentação, mas Cintya pondera: “O equilíbrio é a chave. O açúcar adicionado não traz nenhum benefício, então quanto menos, melhor. Mas cortar totalmente pode ser difícil e até afetar a vida social e o prazer de comer”.

Para substituir o açúcar, a indústria aposta principalmente em adoçantes artificiais como sucralose, aspartame, ciclamato e sacarina — seguros, segundo os órgãos reguladores, mas alvo de críticas por possíveis impactos na microbiota intestinal. Já os adoçantes naturais, como stevia, xilitol e eritritol, são mais bem-vistos pelos especialistas, mas têm custo mais elevado.

Embora cortar o açúcar adicionado não cause deficiências nutricionais, a substituição por produtos industrializados “fit” pode criar outras armadilhas. “Esses produtos podem conter muita gordura, sódio e aditivos. Além disso, o rótulo ‘zero açúcar’ pode levar ao consumo exagerado por dar a falsa sensação de algo leve”, diz Cintya.

A melhor estratégia, segundo a especialista, é apostar no básico: uma alimentação rica em alimentos naturais e minimamente processados. “Frutas, verduras, legumes, proteínas magras e cereais integrais devem compor a base da dieta. Quanto menos industrializados no carrinho, melhor”, afirma.


Quem deve redobrar o cuidado?

Pessoas com diabetes ou que seguem dietas de controle de peso devem ficar ainda mais atentas aos rótulos. Mas todos podem se beneficiar ao entender o que, de fato, estão consumindo. “A leitura atenta dos ingredientes é essencial para não cair nas pegadinhas”, finaliza Cintya.

 

Grupo São Cristóvão Saúde



Segurança alimentar: como garantir alimentos saudáveis e proteger sua família

Docente do Senac destaca boas práticas para evitar a contaminação em casa
 

No dia 7 de junho é comemorado o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos. Procedimentos e cuidados na manipulação, no armazenamento e no transporte dos produtos são utilizados para garantir a qualidade, a segurança alimentar e a saúde dos consumidores. 

Segundo Joyce Luz, nutricionista e docente da área de Gastronomia do Senac em Contagem, que integra o Sistema Fecomércio MG, “as boas práticas de manipulação devem ser usadas também em nossas cozinhas”. A especialista reforça que antes de manipular os alimentos, “é imprescindível a higienização das mãos e a verificação da limpeza de equipamentos e utensílios”. 

Outra preocupação é em relação ao manuseio de produtos crus e cozidos, conforme explica a docente. “Para evitar a contaminação cruzada, eles não podem ter contato. Antes de serem armazenados, devem ser colocados em embalagens separadas e identificados. E durante o preparo, é recomendado utilizar utensílios diferentes para manipulação.” 

Joyce evidencia também os cuidados com as sobras. “Elas devem ser conservadas no refrigerador e ser consumidas em até cinco dias. Já os congelados, em no máximo três meses. Os itens não perecíveis, como arroz, feijão e óleo, devem ser armazenados em locais limpos, secos e arejados. Após a abertura das embalagens, o ideal é utilizar recipientes herméticos, como potes de vidro ou plástico, identificados com o nome do alimento e a data de validade.” 

Já os perecíveis, como as hortaliças, devem ser higienizados e refrigerados, sublinha a docente. “Alimentos congelados devem ir diretamente para o freezer e seu descongelamento deve ser feito na geladeira ou diretamente no micro-ondas, não sendo recomendado deixá-los expostos em temperatura ambiente. Além disso, uma vez descongelado, o produto não pode ser congelado novamente.”
 

Principais erros

A especialista aponta que higienizar frutas, verduras e legumes com vinagre, lavar ovos para armazenar na geladeira e lavar o frango antes de prepará-lo são os principais erros cometidos em casa. “Isso compromete a segurança alimentar, colocando em risco a saúde das pessoas. O vinagre não contém uma concentração de ácido acético suficiente para matar os micro-organismos, sendo o correto imergir os alimentos em uma solução preparada com 10 ml (aproximadamente 1 colher de sopa) de hipoclorito de sódio a 2,5% para cada litro de água tratada.” 

Joyce afirma que os ovos já vêm higienizados quando comprados no supermercado. “No caso dos ovos caipira, o ideal é realizar a lavagem somente antes do consumo. Ao lavar, deixa-se o alimento mais susceptível a entrada de microrganismos, aumentando o risco de salmonelose.” 

A docente sublinha ainda que o frango, inteiro ou em pedaços adquirido nos supermercados, não pode ser lavado. “Isso contamina toda a área utilizada, espalhando micro-organismos e contaminando equipamentos e utensílios. A cocção consegue eliminar os micro-organismos presentes nessa carne.”
 



Fecomércio MG

Senac em Contagem


Milho, coco, batata-doce e amendoim: saiba quais são os superalimentos escondidos nas receitas de festas de São João

  



Nutricionista do CEUB ensina a saborear as festividades juninas com equilíbrio e sabor de verdade


É só junho dar o ar da graça que o cheiro de milho cozido invade as ruas, os arraiás brotam em cada esquina e o coração se aquece antes mesmo da fogueira acender. Festa junina é isso: afeto em forma de comida, memória servida em colheradas, tradição que dança no prato e na alma... mas dá para comer sem culpa? Paloma Popov, professora de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB), revela as riquezas das comidas típicas e recomenda equilíbrio no consumo para não comprometer a dieta e a saúde. 

“Festa junina celebra justamente o que vem da terra, da roça. O segredo está no modo de preparo e no equilíbrio”. Segundo a nutricionista, o trio clássico do menu junino: milho, batata-doce e amendoim não são só gostosos, mas poderosos. As fibras do milho e da batata ajudam no funcionamento do intestino, enquanto o amendoim, se consumido puro ou em preparos com açúcar moderado, é cheio de gordura boa. "O ideal é consumir o amendoim com moderação, evitando excesso de açúcar. Apesar de serem clássicos juninos, o pé de moleque e a paçoca requerem atenção pelo alto nível de gordura". 

Outra opção para aquecer o corpo nas noites frias são os caldos típicos, como o verde, o de feijão e o de legumes com proteína. Segundo Paloma, além de reconfortantes, eles podem se tornar refeições completas. “A inclusão de legumes e verduras enriquece o preparo com vitaminas e minerais essenciais, sem perder o sabor característico da festa”, destaca. 

Ingredientes ricos em nutrientes, a abóbora, a mandioca e o coco também integram o repertório junino e merecem ser valorizados. “A abóbora possui vitaminas, a mandioca fornece carboidratos naturais e o coco pode ser aproveitado em receitas doces e salgadas, agregando textura, sabor e nutrientes”, reforça a especialista. 

Mantendo o equilíbrio e menor aporte calórico, a nutricionista sugere versões assadas no lugar das frituras. Pastéis, bolos e salgados podem ser adaptados, reduzindo a quantidade de gordura e calorias. “A combinação com vegetais também ajuda a garantir saciedade e diversidade nutricional.”

Para degustar um doce junino, a moderação continua sendo a principal aliada. Frutas acompanhadas de chocolate meio amargo, por exemplo, são uma alternativa com maçã, uva do amor ou fondue. “Essa combinação oferece fibras, antioxidantes, vitaminas e minerais, além de manter o clima festivo”. A docente do CEUB garante que dá para celebrar a temporada junina com gosto, sem culpa e contribuir com a saúde: “Festa junina de verdade é aquela que deixa lembrança boa no paladar, no corpo e no coração”.


7 dicas para aproveitar comidas típicas de festa junina de forma mais saudável


Professora de Nutrição da Universidade Veiga de Almeida explica como aproveitar período com moderação
 


Milho verde, pipoca, canjica e caldos quentes: as comidas típicas são um dos maiores atrativos das festas juninas. Mas será que é possível curtir essas delícias sem prejudicar a saúde? 

Para Patrícia Souza, professora do curso de Nutrição da Universidade Veiga de Almeida (UVA), é possível, sim, saborear os pratos tradicionais com equilíbrio. A chave está na moderação e em fazer escolhas mais conscientes. “Pessoas diabéticas devem evitar alimentos com muito açúcar, enquanto hipertensos precisam ficar atentos ao excesso de sal”, alerta. 

Patrícia também destaca que quanto mais simples a receita, mais saudável ela tende a ser. Substituições como a troca do açúcar refinado pelo mascavo podem ser positivas, mas ela lembra: “Mais importante do que substituir é reduzir a quantidade de açúcar”.

 

Confira as 7 orientações da especialista da UVA para uma festa junina mais saudável:

1. Milho verde

Apesar de calórico, o milho é rico em fibras e pode ser consumido tranquilamente, desde que se evite a adição de manteiga e sal em excesso. Patrícia indica o curau como uma das melhores opções, por ser uma receita simples, com menos ingredientes e calorias.

 

2. Pipoca

A pipoca de micro-ondas não é recomendada devido à presença de aditivos químicos. A melhor escolha é preparar a pipoca tradicional, com milho natural.

 

3. Caldos

Caldo verde e outros caldos típicos podem ser consumidos, mas sempre em quantidades moderadas. Patrícia sugere evitar os que levam muitos ingredientes gordurosos, como paio, linguiça, bacon e costelinha.

 

4. Bolos

Prefira bolos sem recheio, pois são menos calóricos. Recheios adicionam muitas calorias e açúcares extras.


5. Canjica

O segredo é não exagerar. A recomendação é uma concha para adultos e meia para crianças. Patrícia sugere buscar versões “fit” da receita, reduzindo ou eliminando o leite condensado, que contém grande quantidade de açúcar e pode ser prejudicial, especialmente para quem tem diabetes.

 

6. Cachorro-quente e salsichão

Melhor evitar. Esses produtos geralmente são feitos com carne mecanicamente separada (CMS), que pode representar até 60% do produto, além de conter corantes, conservantes e aromatizantes. “São alimentos que não fazem bem à saúde”, afirma.

 

7. Bebidas

Refrigerantes e bebidas alcoólicas aumentam o consumo calórico e não são recomendados. A nutricionista reforça que a melhor opção sempre será a água e que o ideal é ingerir pelo menos 2 litros por dia.

 

Receitas mais saudáveis

A professora Patrícia também compartilhou duas receitas para quem quer manter a tradição junina, mas com mais saúde:

 

Canjica saudável


Ingredientes:

500 g de canjica

2 litros de água filtrada

1 xícara de chá de leite desnatado

1 vidro de leite de coco light

Adoçante a gosto


Modo de preparo:

Deixe a canjica de molho por 24 horas antes do preparo, para amaciar os grãos e reduzir o tempo de cozimento. Depois, cozinhe na panela de pressão por 40 a 50 minutos, até ficar macia. Em outra panela, aqueça o leite desnatado com o leite de coco por 5 minutos. Misture esse creme ao milho cozido, mexendo até obter um caldo bem cremoso. Finalize com adoçante e polvilhe canela em pó.

 

Pipoca de micro-ondas mais saudável

Ingredientes:

4 colheres de sopa de milho para pipoca

4 colheres de sopa de água


Modo de preparo:

Em uma vasilha de vidro alta (própria para micro-ondas), misture o milho e a água. Cubra com uma tampa plástica específica para micro-ondas ou filme PVC com alguns furos. Cozinhe por 4 a 5 minutos em potência máxima, ajustando conforme a potência do aparelho.


O frio chegou! Aposte na receita de caldo verde da Água Doce para esquentar

                           CALDO VERDE

Foto: Bruno Marconato

Ingredientes:

2 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa de cebola picadinha
1 dente de alho picadinho
½ cubo de caldo de legumes
6 rodelas de linguiça calabresa
400ml de água quente
2 batatas médias descascadas, cortadas em cubos e cozidas
1 xícara de chá de couve lavada e fatiada
2 colheres de sopa de creme de leite
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto

 

Modo de Preparo: 

Em uma panela com óleo, refogue a cebola, o alho, o caldo de legumes e a linguiça calabresa por três minutos. Reserve. No liquidificador, bata com a água quente a batata até ficar homogêneo e formar um creme. Despeje na calabresa misturada com os outros temperos, junte a couve e cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Acrescente o creme de leite. Sirva quente.

 Rendimento: 2 porções

 

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil

 

O frio chegou e é hora de aproveitar a clássica feijoada

A Kicaldo compartilha 3 curiosidades sobre o prato que tem aquecido os brasileiros e uma receita exclusiva do Ch  ef Rodrigo Mocotó


Com a chegada do clima frio, algumas comidas começam a fazer parte do cardápio das famílias como sopas, caldos e a feijoada. Muito típica no Brasil, ela é ainda mais saboreada durante as épocas mais frias do ano, acompanhada de couve, torresmo e a clássica laranja. Pensando nisso, a Kicaldo, líder no segmento de feijões, elenca 3 curiosidades sobre o prato que tem aquecido os brasileiros nessas ocasiões. Além disso, compartilha uma receita de feijoada com salsa de feijão-preto feita pelo Chef Rodrigo Oliveira, parceiro da marca. Veja a seguir:


1. A receita não é a mesma em todas as regiões

Apesar de ser muito popular em todo país, a receita sofre algumas alterações de ingredientes conforme a região, ganhando novas roupagens, por exemplo, em Santa Catarina tem a famosa feijoada de frutos-do-mar, mais conhecida como Maniçoba, que leva na receita maniva, uma folha da mandioca moída.


2. A laranja é um dos acompanhamentos mais recomendados

Além de acompanhamentos como a couve e a farofa, uma combinação muito recomendada para a feijoada é a laranja. O principal motivo é que ela ajuda na absorção de ferro, sendo recomendado consumir uma porção completa da fruta após a refeição.
 

3. Sábado é considerado o dia da feijoada

No Brasil, o sábado é considerado o dia da feijoada, já que é um dia em que as pessoas costumam ter mais tempo para produzir o prato e também fazer sua digestão. Muitos acreditam que esse hábito também seja uma herança vinda dos portugueses, que consomem a transmontana (feijoada portuguesa) aos fins de semana. Atualmente muitos restaurantes e bares já adotaram a data e seguem esse calendário. Em São Paulo, o prato também é servido às quartas.
 

Crédito de divulgação Kicaldo

Ingredientes:
 

-2 und de pé de porco cortado ao meio e escaldado 6 und de linguiça de porco

-2 folhas de louro

-2 e 1⁄2 xícara de feijão-preto

-1⁄2 maço de ciboulette

-1 xícara de salsa tatemada

-1 und de limão

-Água

-Sal



Modo de preparo:
 

Deixe o feijão de molho por pelo menos 12 horas em bastante água. Troque a água e cozinhe o feijão com as folhas de louro e uma pitada de sal por 12 minutos depois que pegar pressão. Com o feijão cozido, deixe ele resfriar no caldo para não ressecar.
 

Com o feijão frio, separe o caldo do grão e cozinhe o pé de porco no caldo do feijão por 30 min na panela de pressão. Com ele cozido e ainda quente, remova todos os ossos do pé com cuidado para não desmanchar a pele, resfrie e recheie com a linguiça de porco.
 

Salsa tatemada
 

Ingredientes:

-5 und de tomate italiano

-1⁄2 und de cebola

-2 dentes de alho

-4 und de pimenta-de-cheiro

-1⁄2 und de pimenta-dedo-de-moça

-Sal a gosto
 

Modo de preparo: 
 

Asse todos os vegetais a 220 °C até estarem tostados e bata no liquidificador com o caldo e o feijão-preto. Acerte o sal e reserve.


Saiba como adaptar o cardápio junino com receitas sem glúten e sem lactose

 

Supermercados Mundial te ajuda a manter a tradição das festas de São João e garantir sabor e saúde para todos os convidados


A temporada de festas juninas está oficialmente aberta e com ela vêm os sabores que marcam a memória afetiva de gerações: bolo de fubá, canjica, paçoca, milho cozido, quentão... Mas, para quem tem restrições alimentares, como intolerância à lactose, alergia ao glúten ou segue uma alimentação vegana, esse cardápio pode exigir adaptações.

Pensando em atender a todos os públicos, o Supermercados Mundial tem investido cada vez mais em um mix de produtos diversificados. “Temos clientes com diferentes necessidades alimentares, e buscamos garantir que todos encontrem opções que respeitem suas escolhas e restrições. Em nossas lojas, é possível encontrar desde itens sem glúten, sem açúcar e sem lactose até produtos veganos para incluir no cardápio junino com segurança e sabor”, destaca Vanessa Leite, coordenadora de marketing da rede.

 

Como adaptar as receitas de festa junina

Com criatividade e informação, é possível adaptar os clássicos das festas de São João para versões mais acessíveis a todos, sem perder a essência. Veja algumas dicas de substituições simples: 

  • Farinha de trigo: Troque por farinha de arroz, de amêndoas ou fubá puro (sem mistura com trigo)
  • Leite comum: Substitua por leite de coco, de arroz ou de amêndoas (ou outras opções sem lactose que você encontra nas gôndolas)
  • Manteiga: Use óleo de coco ou margarina vegetal sem leite
  • Leite condensado tradicional: Opte por versões veganas ou sem lactose, facilmente encontradas no mercado
  • Queijo: Use queijo vegetal ou dispense em receitas que permitem 

Essas trocas tornam o arraiá mais democrático, permitindo que todos aproveitem os sabores típicos sem abrir mão do bem-estar. Mas fique atento aos rótulos para garantir que o produto escolhido atende a sua necessidade. 

Uma das estrelas da festa junina pode ser adaptada com facilidade e fica deliciosa. Confira!

 

Canjica Cremosa com Leite de Coco


Freepik

Ingredientes:

  • 1 xícara de milho para canjica
  • 1 litro de água
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 xícara de leite vegetal (coco, amêndoas ou arroz)
  • 1/2 xícara de açúcar demerara ou cristal (ou adoçante culinário – nesse caso, seguir as quantidades indicadas na embalagem)
  • Canela em pau e cravo a gosto
  • Coco ralado sem açúcar (opcional)

 

Modo de preparo:

  1. Deixe a canjica de molho em água por 8 horas (ou durante a noite).
  2. Escorra, transfira para a panela de pressão e cozinhe com 1 litro de água por cerca de 25 minutos após pegar pressão.
  3. Abra a panela, adicione o leite de coco, o leite vegetal, o açúcar (ou adoçante), os cravos e a canela.
  4. Cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até engrossar.
  5. Finalize com coco ralado e sirva quente ou fria.

 

Dica: Para uma versão ainda mais cremosa, adicione uma colher de sopa de amido de milho diluído em um pouco de leite vegetal no final do cozimento.

Ao investir em receitas inclusivas e produtos acessíveis, é possível manter a tradição da festa junina viva e ainda mais acolhedora, para todos os gostos, idades e necessidades. E no Supermercados Mundial, você encontra tudo o que precisa para montar esse arraiá inclusivo, saboroso e cheio de afeto


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