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sábado, 10 de maio de 2025

Queda de cabelo sazonal: por que seus fios estão indo embora e ninguém está falando o real motivo

Não é só o clima. É o estresse acumulado, a vitamina D sumindo, os banhos escaldantes, os hormônios oscilando e seu couro cabeludo tentando sobreviver no meio disso tudo. Entenda o que está acontecendo com seu cabelo nessa época do ano e o que você pode (ou não) fazer. 

Você acorda, prende o cabelo. Vai tomar banho, passa os dedos e pronto, lá vem ele. De novo. Fio por fio, como se cada um estivesse dizendo silenciosamente: "está na hora de partir". E o mais assustador: você nem sabe o porquê.

Mas calma. Existe um motivo. Ou melhor, vários. 

Explica o tricologista e cirurgião capilar Dr. Marcos Mendes: “A queda de cabelo que se intensifica entre o outono e o inverno tem uma explicação mais profunda do que os clichês de "falta de vitaminas" ou "ciclo natural do cabelo". A verdade é que essa época do ano é um combo de gatilhos para o couro cabeludo, e boa parte das pessoas está passando por isso sem nem perceber.”

 

É o clima? É o banho? É o corpo falando?

Sim, o frio chega e traz com ele hábitos e condições que desregulam completamente o ciclo capilar:

  • O sol desaparece. A vitamina D despenca. E, junto com ela, o suporte hormonal que mantém os fios firmes na raiz.
  • Os banhos ficam mais quentes. A água escaldante remove a proteção natural do couro cabeludo, enfraquece a raiz e resseca a fibra capilar.
  • A alimentação muda. Trocam-se frutas e saladas por massas e industrializados, diminuindo a ingestão de nutrientes essenciais para o cabelo.
  • O estresse acumulado do início do ano começa a bater. E seu couro cabeludo sente isso antes de você admitir.

"É uma época em que muitos fatores se somam silenciosamente. O corpo entra em modo de adaptação, e o cabelo, que não é prioridade metabólica, responde com queda. Não é um colapso, é um alerta", destaca o Dr. Marcos Mendes.  


Queda sazonal: não é mito, mas também não é desculpa

Existe, sim, uma queda de cabelo fisiológica, chamada eflúvio telógeno sazonal, que tende a se manifestar nos meses mais frios. O ciclo do cabelo entra em uma espécie de "reorganização": mais fios migram da fase de crescimento para a fase de queda. Resultado? Um volume visivelmente maior de fios no travesseiro, no pente, no ralo. 

Mas isso não justifica toda e qualquer queda, nem deve ser usado como argumento para normalizar situações que fogem do esperado. 

Quando a queda ultrapassa o que é fisiológico e começa a afetar a densidade, o contorno capilar ou durar mais do que três meses, é hora de investigar. Pode existir uma deficiência oculta, um desequilíbrio hormonal, uma sobrecarga emocional ou até uma predisposição genética que está sendo ativada.

 

Ninguém fala, mas o couro cabeludo sofre no frio

Todo mundo se preocupa com a pele no inverno, mas quase ninguém pensa no couro cabeludo. Ele é pele também. E sofre. 

A água quente, os xampus agressivos, o uso excessivo de toucas, a falta de ventilação, o ressecamento do ar e até a diminuição na transpiração afetam diretamente o microambiente onde os fios nascem. Um couro cabeludo inflamado, desidratado ou abafado pode se tornar solo fértil para a queda capilar e ninguém percebe até que a situação fique visível demais.

 

“O que eu faço então?”

Talvez a pergunta seja: “do que o seu corpo está tentando te avisar?”

Em vez de sair desesperadamente comprando shampoos antiqueda ou tomando suplementos sem indicação, o mais inteligente é observar o contexto. Seu corpo está pedindo socorro em silêncio e o cabelo é só o primeiro a gritar.

“A queda de cabelo é um sintoma, não uma sentença. E muitas vezes, tratar o cabelo é tratar a rotina. Dormir melhor. Comer de forma mais consciente. Olhar os exames. Reduzir os excessos. E sim, quando necessário, entrar com protocolos clínicos para restaurar o ciclo capilar com segurança”, afirma Dr. Mendes.

 

Se você precisa de respostas…

O primeiro passo é sair do piloto automático.

️ Exames de sangue para avaliar ferro, vitamina D, zinco, vitamina B12, ferritina, hormônios da tireoide e até níveis de estresse oxidativo podem revelar mais do que você imagina.

️ Consultar um tricologista é fundamental para diferenciar uma queda passageira de uma alopecia em estágio inicial. Tratar cedo pode evitar a perda definitiva dos fios.

️ Em alguns casos, protocolos como LED capilar, PRP (plasma rico em plaquetas), microinfusão de ativos, uso de minoxidil tópico e implantes subcutâneos para bloquear o DHT podem ser indicados.

O Dr. Marcos Mendes conclui: “A queda de cabelo no outono e no inverno é real, mas não é destino. É um convite à escuta. Porque o corpo avisa, o couro cabeludo sinaliza, e o cabelo obedece. E enquanto você se preocupa com a roupa da estação ou com o skincare da vez, o seu couro cabeludo só quer um pouco de atenção, menos água quente e mais consciência.”

  


Dr. Marcos Mendes - CRM-SP 212352 - Pioneiro em protocolos com implantes subcutâneos na tricologia

Quais são as cirurgias plásticas mais procuradas no pós-parto?

“Cirurgia plástica no pós-parto deve ser baseada no bem-estar e nos objetivos de cada mulher”, diz especialista

 

Após a chegada de um filho, é natural que o corpo da mulher passe por diversas transformações. Para muitas mães, essas mudanças impactam não apenas a aparência, mas também a autoestima, especialmente diante de novos desafios e rotinas. Pensando nesse momento especial, o Dr. Fernando Amato, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), esclarece quais são as cirurgias plásticas mais procuradas por mulheres no pós-parto e seus principais benefícios.

 

Mastopexia – Também conhecida como lifting de mama, é a técnica que eleva e reposiciona as mamas removendo o excesso de pele e ajustando o tecido mamário sem o uso de implantes.

 

Essa cirurgia corrige a ptose mamária, responsável por causar a flacidez ou queda das mamas resultante da amamentação, perda de peso ou do próprio envelhecimento.

 

"Essa cirurgia pode ser realizada com ou sem prótese de silicone, que deve ser definido ajustando à necessidade e desejo de cada paciente", explica Dr. Fernando Amato.

 

Mamoplastia sem Prótese – Termo mais utilizado nas cirurgias mamárias para o aumento ou redução das mamas. O aumento geralmente é realizado com implantes de silicone, sendo umas das cirurgias plásticas mais realizadas no mundo e no Brasil. A mamoplastia também pode ser feita usando apenas a gordura corporal da paciente.

Na mamoplastia redutora, existe a necessidade de reposicionamento dos tecidos, utilizando técnicas de mastopexia. Sendo possível utilizar o próprio tecido mamário para remodelamento da mama, sem a necessidade de implantes.

 

"Existem técnicas modernas de sustentação do tecido que proporcionam resultados satisfatórios e duradouros, sem precisar a prótese de silicone", comenta o Dr. Amato.

 

Lipoaspiração -Também conhecida por lipoescultura é uma das cirurgias plásticas mais realizadas no mundo e no Brasil. Ela pode ser uma aliada para mulheres que desejam remodelar o contorno corporal no pós-parto de forma segura. Por meio da remoção de gordura localizada, promove harmonia e definição aos contornos, ajudando a mulher a sentir-se mais próxima da aparência desejada. É possível utilizar essa mesma gordura que foi retirada para fazer preenchimento e dar volume a outras áreas do corpo, como a região glútea.

 

Abdominoplastia - Indicada para quem busca remover o excesso de pele abaixo do umbigo, a abdominoplastia estica a pele e ainda pode retirar estrias entre o umbigo e o púbis. Além disso, corrige flacidez muscular ao reposicionar os músculos do abdômen que foram afastados durante a gestação (diástase), proporcionando abdômen mais firme e tonificado. Esse procedimento pode ser combinado à lipoaspiração (lipoabdominoplastia) caso haja necessidade de remoção de gordura.

 

Miniabdominoplastia - Indicada principalmente para tratar alterações localizadas no abdômen inferior, frequentemente resultado da cicatriz de cesárea, a miniabdominoplastia pode vir acompanhada da correção de diástase abdominal, condição em que os músculos da parede abdominal ficam afastados após a gravidez.

A miniabdominoplastia ajuda na diminuição do volume abdominal, redefine a cintura, restaura a força e função dos músculos abdominais além de devolver a autoestima após o parto.

 

Dr. Fernando Amato reforça: “Cirurgia plástica no pós-parto é uma escolha individual e deve ser baseada no bem-estar e nos objetivos de cada mulher. O acompanhamento de um especialista experiente é fundamental para alinhar expectativas e garantir resultados seguros e naturais”. 




Dr. Fernando C. M. Amato – Graduação, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica e Mestrado pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). Membro Titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS).
https://plastico.pro/www.amato.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/meu.plastico.pro/


Lasers Estéticos e os Riscos Ocultos: o que você precisa saber antes de se submeter a um procedimento


Nos últimos anos, a estética avançou a passos largos. O laser, antes restrito a tratamentos médicos e procedimentos específicos, se tornou um dos recursos mais populares para quem busca resultados rápidos na pele — seja para depilação, rejuvenescimento, manchas ou poros dilatados. Mas junto com essa popularização, um sinal de alerta vem chamando a atenção de dermatologistas de todo o país: o aumento de complicações após sessões mal indicadas ou mal conduzidas com tecnologias a laser. 

Segundo a dermatologista Dra. Renata Castilho, o laser é uma ferramenta poderosa e eficaz quando bem aplicada, mas não é um procedimento inofensivo, como muitas pessoas ainda acreditam. “Lasers atuam emitindo calor controlado em camadas específicas da pele. Dependendo do tipo de equipamento, da intensidade e da profundidade, ele pode promover desde estímulo de colágeno até a destruição de folículos pilosos. Mas se for utilizado de maneira inadequada, o que era para ser benéfico pode gerar danos difíceis de reverter, como queimaduras, manchas e até cicatrizes.”

 

O que está por trás do aumento de complicações com lasers?

Boa parte dos casos está ligada à realização do procedimento sem avaliação dermatológica prévia, uso de equipamentos sem registro na Anvisa ou manipulação por profissionais não habilitados para lidar com os diferentes tipos de pele, fototipos e sensibilidades cutâneas. 

“A pele negra ou bronzeada, por exemplo, exige cuidados redobrados, pois há maior risco de hiperpigmentação. Peles com acne ativa, uso recente de ácidos ou exposição solar intensa também não são indicadas para muitos tipos de laser. E o que vemos é uma crescente banalização desse cuidado, com clínicas oferecendo pacotes promocionais sem qualquer protocolo de segurança”, explica a Dra. Renata. 

Tipos de lesões mais comuns após o uso inadequado do laser

  • Queimaduras térmicas de primeiro ou segundo grau
  • Hiperpigmentação pós-inflamatória
  • Manchas escuras ou claras na pele
  • Cicatrizes atróficas ou hipertróficas
  • Irritações severas, coceira e ardência prolongadas 

Muitas dessas reações não surgem imediatamente. Em alguns casos, o dano se manifesta dias ou até semanas após a aplicação, e infelizmente, nem sempre são reversíveis com tratamentos simples. 

 

Laser não é tudo igual — e nem todo laser é para você

Existem diversas tecnologias com aplicações específicas: diodo, alexandrite, Nd:YAG, CO2 fracionado, Erbium, entre outros. Cada um age em uma profundidade da pele e possui indicações e contraindicações distintas. 

“É essencial que o profissional conheça não apenas o equipamento, mas também o histórico clínico do paciente, o tipo de pele, o tempo de exposição solar recente e a rotina de cuidados em casa. Só assim é possível minimizar os riscos e entregar um resultado realmente seguro e eficaz”, reforça a dermatologista.

 

O que deve ser avaliado antes de realizar um procedimento com laser? 

  • Tipo e tonalidade da pele (fototipo)
  • Histórico de acne, melasma, rosácea ou outras doenças dermatológicas
  • Uso atual de medicamentos ou ácidos tópicos
  • Exposição solar recente
  • Se há cicatrização atrófica ou queloidiana
  • Estado de hidratação da pele 

Após a sessão, o acompanhamento é indispensável. Hidratação adequada, uso rigoroso de protetor solar, e em alguns casos, prescrição de calmantes ou clareadores tópicos são etapas fundamentais do pós-procedimento.

 

E se houve uma reação adversa? O que fazer?

A Dra. Renata Castilho reforça: vermelhidão, ardência e leve descamação são esperadas em alguns tratamentos, mas sintomas como bolhas, dor intensa, escurecimento persistente da pele ou manchas irregulares exigem atenção imediata. 

“Interrompa qualquer produto agressivo e procure um dermatologista para avaliação. Quanto antes o tratamento correto for iniciado, maiores as chances de reversão dos efeitos indesejados.” 

O avanço da tecnologia é um grande aliado da dermatologia moderna — mas não deve ser tratado como um atalho para resultados rápidos sem riscos. O laser, quando usado com critério, pode trazer ganhos expressivos para a qualidade da pele. Mas quando negligenciado, pode deixar marcas que vão muito além da estética. 

“O problema não é o laser em si. É o uso desinformado, impessoal e, muitas vezes, comercial, que desconsidera a complexidade da pele humana. Em tempos de promessas instantâneas, o que realmente protege o paciente é o conhecimento e o cuidado técnico”, finaliza a Dra. Renata Castilho.

 Palavra da Dra:

“Procuro com meu trabalho postergar o envelhecimento e manter a pele bonita e saudável, mas gosto de beleza natural e sem excessos, cada rosto é único, e as características individuais devem ser sempre valorizadas”.

  


Dra. Renata Castilho - CRM/SP – 197372 - Dermatologista e Tricologista . Graduação em Medicina pela Universidade São Francisco (USF). Especialização em Dermatologia pela Faculdade Instituto Superior de Medicina e Dermatologia (ISMD -São Paulo). Mestre em estudos do Envelhecimento pela Pontifícia Universidade (PUC/SP).


Dia das Mães sem mãe: como acolher a dor silenciosa das crianças enlutadas

Psicóloga especializada em luto alerta: "Não falar sobre a morte não protege, machuca ainda mais"


Maio é um mês tradicionalmente marcado por homenagens, celebrações e encontros em família que celebram as suas matriarcas. No entanto, para muitas crianças que perderam suas mães, a data pode ser especialmente dolorosa. O Dia das Mães, amplamente celebrado em escolas, mídias e redes sociais, pode reacender a dor da ausência e intensificar sentimentos de tristeza e solidão.

A psicóloga Mariana Clark, especializada em luto, destaca que o sofrimento infantil muitas vezes é silenciado pelos próprios adultos, que não sabem como abordar a dor da criança - e muitas vezes nem a própria dor. "A intenção dos adultos é quase sempre proteger a criança através do silêncio. No entanto, não falar sobre a morte pode aumentar a confusão e o sofrimento infantil. As crianças enlutadas precisam de um espaço de expressão, em que possam comunicar seus sentimentos através de palavras, desenhos, brincadeiras ou até o silêncio, este também uma forma de comunicação”, diz ela.

De acordo com a psicóloga, é bastante comum que adultos evitem falar sobre a mãe que morreu, acreditando que isso evitará mais sofrimento. Mas a verdade é que o completo oposto é necessário. “A criança precisa saber que é permitido sentir saudade, tristeza, raiva ou medo. Validar essas emoções é o primeiro passo para que ela possa elaborar a perda”, explica Mariana, que completa: “O mesmo é esperado de um adulto, inclusive do adulto enlutado ao lado dessa criança, como o pai ou os avós”.

Mariana discorre sobre a importância de rituais de lembrança nessa época do ano como uma forma de amenizar a saudade e tornar a data significativa para a criança enlutada. Criar uma cartinha para a mãe, montar um álbum de fotos ou simplesmente conversar sobre momentos vividos pode ser terapêutico e inclusivo, uma vez que a criança se sente pertencente ao universo das homenagens. "O luto não acaba, mas se transforma. E quando a criança encontra apoio para atravessar essa dor, ela desenvolve recursos emocionais que levará para toda a vida", finaliza a especialista

 

Mariana Clark - psicóloga formada com MBA em Gestão de RH pela PUC-RJ. Além disso, é formada em Psicologia Positiva e especialista em Perdas, Lutos e Saúde Mental no contexto organizacional. Sua carreira corporativa de mais de 20 anos inclui passagens na Natura e no grupo Globo. Sua missão de levar o cuidado para o centro das relações de trabalho fizeram com que Mariana trocasse uma carreira como executiva de sucesso pela vida empreendedora. Fundadora da Humanizar Consultoria, desde 2018 Mariana leva o seu conhecimento para empresas através de processos de acolhimento, letramento emocional, capacitações e travessias para a promoção da saúde e do desenvolvimento humanos. Mentora de Saúde Mental na Top2You, palestrante e escritora, Mariana é também um dos nomes em ascensão na Suicidologia brasileira, sempre tendo o luto e suas dores no contexto principal de seu trabalho.

 

Mês das noivas pede atenção redobrada com a pele

Dermatologista Giana Campoi orienta sobre os cuidados ideais antes do casamento e indica tratamentos seguros para garantir uma pele radiante no grande dia


Maio é tradicionalmente conhecido como o mês das noivas e, junto com a emoção dos preparativos, vem a busca por uma pele perfeita para essa data especial. A dermatologista Giana Campoi reforça que os cuidados devem começar com antecedência, especialmente para quem quer tratar manchas, uniformizar o tom e melhorar a textura da pele. “Temos os lasers específicos para isso e os peelings, tanto químicos quanto mecânicos”, explica. Para peles muito claras, os procedimentos podem ser mais intensos e rápidos; já para peles morenas, o processo deve ser mais delicado e progressivo. “Dependendo do tipo de pele, podemos ser mais agressivos ou precisamos ir com mais calma, para evitar riscos”, alerta. 

A especialista também recomenda atenção especial à região dos olhos. “Olheiras e bolsas melhoram muito com lasers mais agressivos e tratamentos com plasma”, destaca. Já no caso de noivas com pele acneica, ela sugere uma medida preventiva. “Um comprimido de Roacutan por semana, algumas semanas antes do casamento, pode evitar surpresas indesejadas”, emenda. 

Para quem está contando os dias para subir ao altar há alternativas eficazes e seguras. “Existem tratamentos que podem ser feitos até na semana do casamento e que trazem viço imediato, como o LHA Peel, o laser de 1064nm e o peeling de diamante”, indica Giana. 

E os cuidados não devem se limitar ao rosto. “Áreas como o colo e as costas também merecem atenção, principalmente se houver manchas ou acne. Nestes casos, gosto de realizar peelings seriados com antecedência”, completa ela, que ainda entrega um dos segredos para uma maquiagem impecável. “Um bom laser para fechar os poros. A pele fica linda”, garante a médica.

Vale lembrar que os noivos também estão cada vez mais atentos à estética. “Hoje, os homens também se cuidam. Tratamos o que incomoda e deixamos a pele mais uniforme, prevenindo acnes e até herpes, que pode surgir em momentos de estresse”, conclui.

 

Saiba como as emoções podem afetar a saúde da pele

Dermatologista Fátima Tubini revela como as emoções moldam a aparência da pele e orienta sobre práticas para manter a saúde cutânea em equilíbrio


Você já percebeu que, em momentos de estresse ou preocupação, sua pele começa a ficar mais opaca, sensível ou até mesmo apresentar espinhas e irritações? Não é coincidência. Segundo a dermatologista Fátima Tubini, a pele reage intensamente às emoções, funcionando como um verdadeiro espelho do que sentimos.

"A pele é um órgão altamente sensível ao nosso estado emocional. Ela possui milhares de terminações nervosas e receptores hormonais que a tornam diretamente influenciada pelo que acontece na mente", explica a médica Fátima Tubini, que ressalta: "Quando estamos sob estresse ou ansiedade, o organismo libera cortisol, hormônio que desencadeia inflamações, reduz a hidratação natural da pele e desestabiliza a barreira de proteção cutânea, favorecendo o surgimento de dermatites, acne e sinais de envelhecimento precoce".

A especialista detalha que episódios de estresse crônico não apenas alteram a aparência da pele, mas também sua capacidade de cicatrização e renovação. "Em situações de ansiedade prolongada, a renovação celular diminui, e os radicais livres aumentam, o que leva ao aparecimento de rugas finas, manchas e perda de luminosidade", afirma Tubini.

Em contraste, emoções positivas têm efeito profundamente benéfico sobre a pele. "Quando estamos felizes, o corpo libera serotonina e endorfina, hormônios associados ao prazer e ao bem-estar. Eles promovem melhor vascularização, estimulam a produção de colágeno e combatem inflamações internas, deixando a pele mais viçosa, firme e iluminada", esclarece a dermatologista Fátima.

Para manter a pele saudável, é fundamental adotar uma abordagem de cuidado que vá além dos cremes e tratamentos estéticos. "Cuidar da mente é cuidar da pele. Técnicas como a prática regular de atividades físicas, meditação, alimentação equilibrada, o consumo de uma boa quantidade de água por dia e boas noites de sono são poderosos aliados da saúde cutânea", recomenda Fátima Tubini.

Ainda segundo a dermatologista, pacientes que enfrentam doenças de pele com forte componente emocional, como rosácea, psoríase e dermatite atópica, podem passar por um tratamento interdisciplinar. "O acompanhamento psicológico, aliado às consultas dermatológicas, potencializa os resultados e traz melhorias significativas tanto na pele quanto na qualidade de vida do paciente", orienta Tubini.

"Não podemos separar o que acontece na mente do que se manifesta na pele. Entender essa conexão é essencial para oferecer tratamentos verdadeiramente eficazes e humanos", conclui a dermatologista Fátima Tubini.

 


Dra. Fátima Tubini - Referência em cuidados e tratamentos dermatológicos, a Dra. Fátima Tubini atua na área da dermatologista há quase 20 anos. Com ampla experiência, a especialista é graduada em Ciências Médicas e possui o título de Especialista em Dermatologia concedido pela AMB e Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em sua trajetória, trabalhou com o público infantil na área de pediatria. Atualmente, a profissional proporciona através de procedimentos dermatológicos e estéticos benefícios para a saúde e bem-estar dos seus pacientes.


Mudanças na pele que toda gestante deve conhecer

Médica dermatologista, Dra. Mariana Scribel fala sobre como a gravidez transforma o maior órgão do corpo


A gravidez é um período marcado por intensas transformações, não só emocionais e hormonais, mas também físicas — e a pele é um dos órgãos que mais reflete essas mudanças. Um turbilhão hormonal invade o corpo da mulher e isso se traduz, muitas vezes, em alterações notáveis na pele do rosto.

Segundo a médica dermatologista Dra. Mariana Scribel, um dos fenômenos mais comuns é o surgimento do melasma, manchas escuras que aparecem principalmente nas bochechas, testa e buço. O fenômeno é tão frequente que, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, cerca de 50 a 70% das mulheres grávidas vão desenvolver algum grau de hiperpigmentação facial ao longo da gestação, sendo o rosto o local mais afetado. 

”O aumento dos hormônios femininos ativa a produção de melanina, tornando essas áreas mais propensas à pigmentação — especialmente quando expostas à luz solar”, explica a especialista, lembrando que o uso diário de protetor solar torna-se ainda mais indispensável durante a gestação.

Entre as inúmeras transformações que acompanham os meses que antecedem a chegada de um bebê, a presença de acne gestacional pode ser uma delas. Dados publicados no periódico American Journal of Clinical Dermatology apontam que até 42% das mulheres podem experimentar aumento das lesões de espinha, sobretudo no primeiro trimestre. 

Esse aumento decorre da maior produção de sebo sob influência hormonal. O tratamento, no entanto, precisa ser cauteloso. “Muitos ativos antiacneicos comuns, como o ácido retinoico e alguns antibióticos tópicos e sistêmicos são contraindicados durante a gravidez devido ao risco de efeitos adversos para o bebê”

A sensibilidade também pode aumentar, tornando a pele do rosto mais reativa, além do ressecamento, que surpreende muitas gestantes. Hidratação, então, é palavra-chave — mas sempre com cremes aprovados para uso durante a gravidez, livres de componentes que possam ser absorvidos e oferecer risco ao desenvolvimento do bebê.

Mas as mudanças na pele não se limitam ao rosto. Além do possível aparecimento de estrias na barriga, seios e quadris, devido ao estiramento da pele, linhas escuras, como a famosa linha nigra, podem riscar a barriga, enquanto regiões como axilas e virilha também costumam ganhar uma tonalidade mais intensa. “A maioria dessas novidades tende a regredir espontaneamente no período pós-parto, mas, durante a gestação, o cuidado é fundamental”, completa a dermatologista.


O que pode e o que não pode na gravidez?

Quando o assunto é a beleza e a saúde da pele, a prevenção é sempre o melhor caminho mas, para as futuras mães, é preciso redobrar a cautela, pois a prescrição de alguns tratamentos dermatológicos entram em recesso durante os nove meses. 

Dra. Mariana esclarece que procedimentos como aplicação de ácido retinóico, hidroquinona, lasers agressivos, microagulhamento, peelings químicos profundos e o uso de clareadores com hidroquinona ou tretinoína são proibidos para as gestantes. Por outro lado, o protetor solar físico, a hidratação com produtos suaves e até alguns procedimentos suaves de limpeza facial podem ser mantidos — sempre com orientação profissional.

Para este período tão especial da vida da mulher, Dra. Mariana chama atenção para a escolha dos produtos certos. “Com fórmulas suaves, indicadas para gestantes, livres de ácidos, parabenos e derivados do retinol, e sempre com orientação médica”, enfatiza, ressaltando a importância do acompanhamento individualizado, já que cada gestação é única e requer o olhar atento do especialista.

Por isso, para que tudo corra bem não somente com a gestação, mas também com a pele da mamãe, o acompanhamento dermatológico durante a gestação é uma maneira de garantir saúde, conforto e autoestima. 



Dra. Mariana Scribel (CRM 33655|RQE 28440) - médica dermatologista, CEO da Clínica Scribel (Pelotas/RS) um dos maiores núcleos de tecnologias da dermatologia do Rio Grande do Sul. Especialização em Dermatologia Estética, possui especializações realizadas em diversos centros de referência no mundo, como em Israel, Nova Iorque e Zurique. Além disso, é especialista em Tricologia Médica (especialidade da dermatologia que estuda e trata os problemas dos cabelos, do couro cabeludo e dos pelos) e em Transplante Capilar. Preceptora do ambulatório de doenças capilares do serviço de residência de dermatologia da PUCRS e referência em dermatologia estética e tricologia no RS
Instagram: @dramarianascribel
https://www.marianascribel.com.br/


Transplante Capilar com Foco em Resultados Naturais: Como a Microcirurgia Está Evoluindo

O transplante capilar deixou de ser uma solução estética rudimentar e passou a ser uma verdadeira especialidade médica de alta precisão. Hoje, os procedimentos realizados com microcirurgia têm transformado a forma como encaramos a calvície, com foco absoluto na naturalidade dos resultados e na personalização de cada tratamento. 

Segundo a International Society of Hair Restoration Surgery (ISHRS), mais de 735 mil procedimentos de transplante capilar foram realizados em 2024 em todo o mundo. E esse número tende a crescer ainda mais graças ao avanço de técnicas microcirúrgicas que garantem resultados cada vez mais discretos, densos e harmônicos. 

"Estamos vivendo uma nova era no transplante capilar. A tecnologia e a expertise profissional permitiram que o resultado deixasse de ser artificial para se tornar completamente natural. A distribuição dos fios, a escolha da linha frontal e o desenho capilar são planejados como uma obra de arte personalizada para cada paciente", afirma a Dra. Danielle Gitti. 


A Evolução da Técnica FUE e o Papel da Microcirurgia

 

O método FUE (Follicular Unit Extraction) tornou-se a técnica padrão-ouro por sua capacidade de extrair unidades foliculares individualmente, sem a necessidade de cortes grandes ou cicatrizes lineares. Com o uso de instrumentos cirúrgicos cada vez mais finos e precisos, o procedimento é menos invasivo e oferece recuperação mais rápida. 

"Na Cabeloz, utilizamos micro punches de altíssima precisão, com diâmetros que variam entre 0,6mm e 0,9mm, o que permite uma extração mais delicada e uma implantação altamente controlada. Isso garante que os folículos sejam colocados na angulação e direção corretas, respeitando a anatomia natural do cabelo de cada pessoa", explica a especialista.

 

Naturalidade é o Novo Padrão 


A preocupação dos pacientes com resultados naturais tem sido o principal fator motivador para a evolução das técnicas. O transplante de décadas atrás, com aparência artificial e de baixa densidade, deu lugar a uma abordagem que preza pela estética refinada. 

"O que buscamos hoje é um resultado imperceptível. Queremos que o paciente possa cortar o cabelo curto, pentear livremente e viver com liberdade, sem medo de que alguém perceba que ele passou por um transplante. Esse é o verdadeiro sucesso do procedimento moderno", destaca Dra. Danielle. 


Personalização e Tecnologia: Chave Para o Sucesso 

Cada transplante é único. O planejamento deve considerar fatores como tipo de cabelo, tonalidade, formato do rosto, grau de calvície e expectativas do paciente. Além disso, novas tecnologias como simulação 3D e inteligência artificial estão sendo usadas para prever resultados e orientar decisões clínicas. 

"Com o apoio de softwares de análise capilar e simulação digital, conseguimos mostrar ao paciente, com muita precisão, como será o resultado final. Isso traz mais segurança, alinhamento de expectativas e confiança no tratamento", afirma.

 

Pós-Operatório e Resultados a Longo Prazo 

Um ponto importante é o acompanhamento pós-operatório. A microcirurgia, apesar de minimamente invasiva, requer cuidados específicos para garantir o sucesso do enxerto. 

"Nosso protocolo inclui acompanhamento intensivo nos primeiros dias, uso de terapias complementares como laser capilar, nutrição personalizada e suplementação para fortalecer os fios. O crescimento efetivo dos novos cabelos se consolida entre o sexto e o décimo segundo mês, com resultados progressivos e duradouros", explica a Dra. Danielle.

 

O Futuro da Microcirurgia Capilar 

As próximas inovações incluem robótica, automação da extração folicular e integração com terapias celulares, como o uso de células-tronco para melhorar a regeneração dos tecidos e a viabilidade dos enxertos. 

"O futuro é promissor. Estamos integrando o conhecimento da tricologia, da biotecnologia e da engenharia médica para oferecer tratamentos cada vez mais eficazes e menos invasivos. A naturalidade, antes um desafio, hoje é uma realidade – e continuará sendo a base de todo avanço que vier", conclui a Dra. Danielle Gitti.

 

Conclusão 

A microcirurgia no transplante capilar representa um divisor de águas na medicina estética. Com foco em naturalidade, personalização e ciência, os resultados estão cada vez mais alinhados às expectativas dos pacientes modernos, que não buscam apenas cabelo — mas identidade, autoestima e liberdade. 

 

Dra. Danielle Gitti, Tricologista - CEO da Cabeloz e Presidente da Farmacann


O que a astrologia revela sobre o primeiro papa norte-americano da história? Descubra o mapa astral de Papa Leão XIV


Robert Francis Prevost é virginiano, signo associado ao pensamento analítico

Robert Francis Prevost acaba de entrar para a história como o primeiro papa estadunidense a liderar a Igreja Católica. Sob o nome de Papa Leão XIV, sua eleição simboliza não apenas uma mudança geopolítica dentro do Vaticano, mas também um novo momento espiritual para o catolicismo. E como toda grande figura pública que move estruturas, ele também carrega no céu de nascimento indícios sobre sua missão, personalidade e estilo de liderança.

De acordo com o Astrolink, plataforma especializada em astrologia, o Mapa Astral de Papa Leão XIV evidencia traços de uma alma voltada à disciplina, ao serviço e à transformação silenciosa — características que podem moldar profundamente sua passagem pelo trono de Pedro.


Sol em Virgem: humildade, precisão e espírito de serviço

No centro do seu mapa astral está o Sol em Virgem, signo associado à prática do cuidado, ao pensamento analítico e ao aprimoramento constante. Os virginianos enxergam sentido nas pequenas ações, nas rotinas e no trabalho comprometido. É por isso que a essência de Papa Leão XIV se alinha tão bem à vocação religiosa: servir à espiritualidade com humildade, zelo e atenção aos detalhes.

Essa posição solar favorece líderes discretos, metódicos e com forte senso de dever. Leão XIV não é um papa performático, mas sim um estrategista silencioso, mais voltado à escuta do que à imposição, mais à prática do que à retórica. A força virginiana também costuma manifestar-se como impulso para estudar profundamente as estruturas — neste caso, tanto a doutrina da fé quanto os desafios contemporâneos da Igreja.


O céu de quem veio para reformar com sensatez

Papa Leão XIV assume o pontificado em um momento de tensões sociais, crises ambientais, avanços tecnológicos e transformações nos valores da humanidade. Seu mapa, com ênfase em Virgem, sugere que ele está mais interessado em ouvir, organizar, revisar e adaptar do que em confrontar. Seu estilo pode ser silencioso, mas não ineficaz — ele tende a cultivar mudanças de dentro para fora, como quem limpa o altar antes de celebrar a missa.


Primeiro papa americano: um novo ciclo na espiritualidade global

Para além da simbologia astrológica, Leão XIV inaugura um novo capítulo no catolicismo mundial. Sua origem nos Estados Unidos — um país fora dos tradicionais berços europeus da Igreja — representa uma descentralização e uma abertura a outras realidades. O mapa virginiano apenas reforça essa missão de aproximação e renovação, com os pés no chão e os olhos no coletivo.

Quer saber como os astros acompanham a jornada espiritual e política do novo líder da Igreja? Acesse o Astrolink e explore o Mapa Astral completo de Papa Leão XIV — uma leitura que une fé, história e astrologia para compreender o momento que vivemos.


O céu do momento

No dia de sua eleição, o céu estava especialmente simbólico: com o Sol em Touro e a Lua em Libra, as energias celestes favoreciam a harmonia, a diplomacia e o senso de equilíbrio — aspectos diretamente ligados à figura do Papa como mediador e mensageiro da paz. Esse alinhamento astrológico cria um cenário propício para o diálogo e a cooperação, valores essenciais para um líder espiritual em tempos de transformações. Não à toa, muitos interpretaram a declaração de que "o céu está lindo" como um reflexo dessa sinergia entre o momento astrológico e a missão de Papa Leão XIV.

 

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Como as fases da Lua influenciam no ciclo menstrual e nas emoções desse período

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Estudos apontam que o ciclo lunar tem forte conexão com o ciclo menstrual e a astróloga Sara Koimbra explica como entender essa relação pode beneficiar a mulher


O ciclo menstrual e o ciclo lunar possuem uma forte conexão que influencia as emoções e comportamentos da mulher. Ambas as fases se dividem em quatro períodos, e o conhecimento sobre essas mudanças pode ajudar a mulher a se reconectar com sua energia cíclica. "Compreender os ciclos naturais do corpo e da Lua permite à mulher assumir o controle de suas emoções e equilibrar sua rotina de forma mais harmônica", afirma a astróloga Sara Koimbra.

A Lua Nova corresponde a fase menstrual, quando o primeiro dia de menstruação abre o ciclo lunar de 29 dias e é considerado o “inverno” da mulher. Nesta fase a tendência da mulher é ficar mais introspectiva, com menos disposição física, mais racional, mais questionadora e mais lógica. “Nesse período a mulher passa por fortes emoções pois reflete a respeito de tudo que a incomoda, o chamado lixo emocional, e tende a encontrar saídas para eliminar essas situações desconfortáveis”, explica Koimbra.

A Lua Crescente está ligada a fase pré-ovulatória, que é o fim da menstruação e antecede o período fértil. Corresponde a primavera na mulher e é um período de mais tranquilidade, serenidade e equilíbrio. “Ficamos mais dispostas, criativas, com mais energia e com o mental mais aguçado”, diz a astróloga.

A Lua Cheia corresponde a fase ovulatória, que é o período fértil, onde a mulher fica mais amorosa, compreensiva e bondosa. “É quando a libido aumenta, a temperatura do corpo sobe, pele e cabelos ficam mais brilhosos e cheios. É considerado um período de nutrição

A Lua Minguante é o período pré-menstrual, o outono na mulher. A energia e a motivação começam a diminuir, a vontade de descansar e dormir aumenta, a irritabilidade surge (período da chamada TPM – Tensão Pré-Menstrual), o metabolismo fica mais lento. “É um período que a mulher tende a ficar mais pessimista, crítica, com baixa autoestima, frustrada”, alerta Koimbra. 

Segundo a astróloga, é interessante se perceber e anotar as alterações emocionais, corporais e fisiológicas, além de sonhos, que são considerados oráculos e quem podem nos mostrar muito do que somos e do que estamos passando. “Quando começamos a nos perceber e associar as nossas atitudes e emoções com consciência fazendo um paralelo entre os ciclos lunares, o ciclo menstrual e as estações do ano, vamos conquistar mais equilíbrio emocional e uma reconexão com o nosso feminino”, finaliza Koimbra. 


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