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quinta-feira, 13 de março de 2025

10 Objeções Clássicas e Sugestões de Argumentos para Contorná-las!

 

Enfrentar objeções faz parte do jogo. Um bom vendedor não apenas escuta, mas sabe como responder de forma estratégica para guiar o cliente até a decisão de compra. Aqui estão 10 objeções comuns e sugestões de argumentos para contorná-las:


1. "Está caro demais."

Argumento: "Entendo sua preocupação com o preço. Mas já considerou o valor que este produto/serviço pode trazer para o seu negócio? Muitos clientes que investiram perceberam que o retorno compensa muito mais do que o custo inicial. Vamos analisar juntos o impacto financeiro dessa solução?"


2. "Não preciso disso agora."

Argumento: "Faz sentido! Mas posso te mostrar como empresas do seu setor estão se antecipando e obtendo resultados antes da concorrência? Podemos explorar juntos o que isso pode significar para o seu negócio?"


3. "Já temos um fornecedor para isso."

Argumento: "Ótimo! Isso mostra que você valoriza essa solução. Mas e se eu te mostrar algo que complementa ou até supera o que você já utiliza? Podemos conversar sobre os pontos fortes e desafios da sua parceria atual?"


4. "Preciso pensar mais sobre isso."

Argumento: "Claro! Você poderia me dizer o que exatamente precisa ser analisado? Assim, posso te fornecer informações adicionais para te ajudar a tomar uma decisão mais embasada."


5. "Vou precisar falar com meu sócio/diretor."

Argumento: "Perfeito! Já quer marcar uma reunião com ele para que eu possa esclarecer todas as dúvidas diretamente? Assim, garantimos que todas as informações estejam alinhadas."


6. "Não temos orçamento para isso agora."

Argumento: "Entendo a questão do orçamento. Muitos clientes estavam na mesma situação e encontraram soluções alternativas, como parcelamento ou ajuste de escopo. Posso te mostrar algumas opções que se encaixam melhor no seu planejamento financeiro?"


7. "Não confio na sua empresa/marca."

Argumento: "Compreendo! Confiança se constrói com fatos e experiência. Posso te mostrar cases de sucesso, depoimentos de clientes e resultados que conseguimos entregar? Além disso, podemos fazer um teste para você avaliar sem compromisso."


8. "Já tentei algo parecido e não funcionou."

Argumento: "Entendo sua frustração. O que aconteceu na última tentativa? Muitas vezes, pequenos ajustes fazem uma grande diferença no sucesso da implementação. Posso te mostrar como fazemos de forma diferente?"


9. "Preciso de mais tempo para decidir."

Argumento: "Claro! Você tem alguma dúvida específica que podemos esclarecer agora? Posso te enviar um material com mais detalhes para te ajudar a tomar a melhor decisão?"


10. "Não vejo valor nisso para mim."

Argumento: "Entendo seu ponto de vista. Você poderia me contar mais sobre seus desafios e objetivos? Assim, consigo te mostrar como essa solução pode fazer a diferença no seu dia a dia."

Objeções não são barreiras, mas oportunidades para aprofundar o diálogo e entender melhor as necessidades do cliente.

Um grande abraço, vamo que vamo, a venda não pode parar!




William Caldas - Eu ajudo equipes de vendas B2B a praticarem a venda consultiva, para bater meta, sem que precisem só falar de preço como os tiradores de pedido!


Alta da inflação nos itens essenciais deixa famílias pessimistas, aponta FecomercioSP

Queda de 16,8% no Índice de Confiança do Consumidor revela preocupação com o futuro da economia com juros elevados e incertezas fiscais

 

 

Pressões da inflação continuam retendo o orçamento familiar e dificultando o consumo, principalmente a longo prazo. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de fevereiro, pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), registrou queda de 12,8% em relação ao mesmo mês de 2024, atingindo 120,3 pontos, e evidenciando esse pessimismo [gráfico 1].

 

[GRÁFICO 1]
ÍNDICE DE CONFIANÇA DO CONSUMIDOR (ICC)

12 meses
Fonte: FecomercioSP.


O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de fevereiro, pesquisa também realizada pela FecomercioSP, que reflete a percepção e a intenção de consumo no comparativo mensal, registrou queda de 3,9% em relação ao mesmo período de 2024, atingindo 109,8 pontos [gráfico 2]. Embora os índices permaneçam acima da linha de pessimismo (100 pontos) — a escala de pontuação varia de 0 (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total) —, essa retração anual indica uma deterioração no sentimento das famílias em relação ao consumo a longo prazo.

 

[GRÁFICO 2]
ÍNDICE DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS (ICF)

12 meses
Fonte: FecomercioSP.




De acordo com a Federação, os resultados podem ser atribuídos à política monetária restritiva adotada pelo Banco Central do Brasil, que elevou a taxa Selic para 13,25% em janeiro de 2025 — postura que tem o objetivo de combater a inflação, que atingiu 4,56% em janeiro, com previsão de alcançar 5,2% em 2025. Intervenções cambiais ajudaram a valorizar o real, o que pode aliviar pressões inflacionárias sobre produtos importados.

 

Além disso, o ICF é influenciado por fatores sazonais, como os gastos com IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, e a elevação dos juros vem potencializando os resultados negativos.

 

Os componentes do ICF que se mantiveram estáveis são Perspectiva Profissional (0,5%) e Renda Atual (1,2%), mostrando uma percepção mais positiva em relação à renda e às oportunidades profissionais. No entanto, os demais itens registraram resultados negativos no comparativo interanual [tabela 1].

 

As famílias com renda até 10 salários mínimos apresentaram queda de 4,8%, atingindo 106 pontos. As maiores reduções foram observadas em Momento para Duráveis (-10,5%), Nível de Consumo Atual (-11,3%), Perspectiva de Consumo (-9,2%) e Acesso a Crédito (-9%), demonstrando maior vulnerabilidade.


 

[TABELA 1]
ÍNDICE DE INTENÇÃO DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS (ICF)

Janeiro de 2024 a janeiro de 2025

Fonte: FecomercioSP.


 

Também demonstraram pessimismo, as famílias com renda superior a 10 salários mínimos, com o indicador registrando queda de 1,6% (121 pontos) em comparação a fevereiro de 2024, e de 2,4% em relação a janeiro de 2025. Embora menos dependentes de crédito e com maior capacidade de poupança, essas famílias mostram-se incertas quanto ao cenário econômico de longo prazo.

 

O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) do ICC, que mede a percepção dos consumidores sobre o momento presente, registrou queda de 5,8% em comparação com fevereiro de 2024, atingindo 118,2 pontos. No comparativo mensal, o ICEA registrou queda de 3,3%. Os únicos componentes do índice a registrarem resultados positivos foram Consumidores com Renda Acima de 10 Salários Mínimos (+0,1%) e Mulheres (+1,1%). Contudo, o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) foi o principal responsável pela queda do ICC, recuando 16,8% no comparativo anual, alcançando 122 pontos.

 

As famílias, principalmente as de baixa renda, estão enfrentando desafios estruturais com a alta da inflação em itens essenciais, como alimentos e serviços básicos. Por isso, a recomendação da Entidade é que mantenham o planejamento financeiro combinado à busca por alternativas de poupança e investimento, o que é essencial para enfrentar as incertezas econômicas. Para as empresas, a orientação é focar em estratégias operacionais, digitalização de processos e diversificação de portfólios, o que será fundamental, já que a inovação e a sustentabilidade serão diferenciais importantes, especialmente para empresas voltadas ao mercado externo.


 

Notas metodológicas


ICF


O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é apurado mensalmente pela FecomercioSP, desde janeiro de 2010, com dados de 2,2 mil consumidores no município de São Paulo. O ICF é composto por sete itens: Emprego Atual; Perspectiva Profissional; Renda Atual; Acesso ao Crédito; Nível de Consumo; Perspectiva de Consumo; e Momento para Duráveis. O índice vai de zero a 200 pontos, sendo que abaixo de cem pontos é considerado insatisfatório, e acima de cem pontos, satisfatório. O objetivo da pesquisa é ser um indicador antecedente de vendas do comércio, tornando possível — a partir do ponto de vista dos consumidores e não por uso de modelos econométricos — que seja uma ferramenta poderosa para o varejo, para os fabricantes, para as consultorias, assim como para as instituições financeiras.

 

ICC


O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela FecomercioSP, desde 1994. Os dados são coletados junto a aproximadamente 2,1 mil consumidores no município de São Paulo. O objetivo é identificar o sentimento dos consumidores, levando em consideração suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação futura. Esses dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, inclui o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e para formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.

 

FecomercioSP
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Presunção de culpa em cirurgias plásticas: uma nova perspectiva jurídica proposta pelo STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferiu, recentemente, uma decisão de grande impacto que redefine substancialmente o entendimento jurídico acerca da responsabilidade médica em cirurgias plásticas puramente estéticas. A decisão estabelece a presunção de culpa do cirurgião plástico quando o resultado de uma cirurgia não for considerado harmonioso, mesmo que o profissional tenha seguido rigorosamente todos os protocolos e utilizado as melhores técnicas disponíveis.

Esta jurisprudência contrasta com a interpretação tradicional do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), que defendem uma avaliação de responsabilidade baseada na execução correta das técnicas e dos métodos disponíveis, caracterizando a obrigação do médico como uma "obrigação de meio".

Tradicionalmente, a responsabilidade dos médicos, na maioria dos casos, é entendida como uma obrigação de meio, o que significa que o profissional tem o dever de empregar os melhores meios disponíveis para alcançar um resultado, sem, contudo, garantir um resultado específico. Isso implica que o médico deve seguir os protocolos estabelecidos, utilizar as técnicas adequadas e agir com diligência e perícia. No entanto, o novo entendimento do STJ aplica uma lógica diferente às cirurgias plásticas estéticas, categorizando-as como obrigações de resultado. Isso significa que, caso o resultado não atenda às expectativas estéticas do paciente ou ao senso comum de harmonia estética, o cirurgião pode ser responsabilizado judicialmente, mesmo que não tenha havido negligência, imprudência ou imperícia em sua atuação.

Por exemplo, em um caso de rinoplastia, onde o paciente alega que o formato do nariz após a cirurgia não está em harmonia com o restante do rosto, a presunção de culpa recairia sobre o cirurgião, mesmo que este possa demonstrar que seguiu todos os procedimentos técnicos corretos e que não houve complicações durante a cirurgia.

A decisão do STJ provoca um debate acalorado no cenário médico e jurídico, gerando preocupações e questionamentos sobre seus efeitos práticos. É preciso observar que este novo entendimento pode causar uma insegurança jurídica aos cirurgiões plásticos, uma vez que os submete a uma responsabilidade objetiva, independentemente de sua atuação técnica. Tal regime jurídico poderia levar a um aumento nos custos dos seguros de responsabilidade civil para esses profissionais e potencialmente desestimular a prática da cirurgia estética, especialmente para procedimentos mais complexos ou em pacientes com expectativas irrealistas.

Além disso, a SBCP argumenta que a insatisfação do paciente deve ser avaliada com base na complexidade da cirurgia e nas condições individuais de cada paciente. Isto porque fatores alheios ao procedimento, como características pessoais, condições de saúde preexistentes e expectativas irrealistas podem influenciar a percepção do sucesso ou fracasso de uma cirurgia estética. Em alguns casos, o resultado final pode ser afetado pela resposta individual do organismo do paciente ao procedimento, como a cicatrização, que pode variar significativamente de pessoa para pessoa.

A SBCP também ressalta a importância do informed consent, ou consentimento informado, no qual o paciente deve ser completamente informado sobre os riscos, benefícios e limitações da cirurgia, bem como sobre as possíveis alternativas de tratamento. A falta de um consentimento informado adequado pode ser considerada uma falha na prestação de serviços e, portanto, gerar responsabilidade para o médico.

Um dos grandes desafios destacados por especialistas é a forma como a harmonia ou desarmonia de um resultado cirúrgico será avaliada. Note-se que não basta a insatisfação pessoal do paciente; é necessário buscar um consenso, o que implica em uma subjetividade que pode resultar em interpretações divergentes dentro do próprio judiciário. A definição de "harmonia estética" é intrinsecamente subjetiva e pode variar de acordo com a cultura, a moda e as preferências individuais.

A decisão abre um precedente para que outros casos similares sejam julgados com base nessa presunção de culpa, o que poderia reconfigurar significativamente a prática da cirurgia plástica no Brasil. Existe a preocupação de que o judiciário interfira cada vez mais em decisões técnicas médicas, desconsiderando a expertise dos profissionais de saúde. Isso poderia levar a uma judicialização excessiva da medicina, com um aumento no número de processos contra médicos e um impacto negativo na qualidade dos serviços prestados.

Outro desafio importante é a necessidade de estabelecer critérios claros e objetivos para avaliar a responsabilidade do cirurgião plástico em casos de insatisfação do paciente. É fundamental que o judiciário leve em consideração a complexidade da cirurgia, as condições individuais do paciente, as expectativas realistas e o cumprimento dos protocolos médicos. A simples insatisfação do paciente não deve ser suficiente para caracterizar a culpa do médico.

Outro aspecto crucial a ser considerado é o standard of care, ou padrão de cuidado, que se refere ao nível de habilidade e cuidado que um médico razoavelmente prudente e qualificado exerceria em circunstâncias semelhantes. Para determinar se um cirurgião plástico foi negligente, é necessário avaliar se ele agiu de acordo com este padrão aceitável na época e no local em que a cirurgia foi realizada. Isso pode envolver a análise de diretrizes clínicas, protocolos médicos e a opinião de outros especialistas na área.

A decisão do STJ sobre a presunção de culpa em cirurgias plásticas estéticas traz à tona questões fundamentais sobre a responsabilidade médica, a expectativa dos pacientes e o papel do judiciário. É necessário um diálogo aberto entre os setores jurídico e médico para estabelecer critérios justos e equilibrados que protejam os direitos dos pacientes sem onerar excessivamente os profissionais da saúde. Continuará a ser um tema de debate e provavelmente de ajustes à medida que mais casos forem sendo julgados sob esta nova premissa legal.

A decisão, embora alinhada a uma percepção crescente de defesa do consumidor-paciente, levanta sérias questões sobre a aplicabilidade e razoabilidade de se exigir resultados estéticos específicos, frente à complexidade e variabilidade inerentes aos procedimentos cirúrgicos.

É imperativo que o debate sobre a responsabilidade médica em cirurgias plásticas estéticas considere a importância da autonomia do paciente, do consentimento informado e da justa compensação por danos comprovados, sem, contudo, comprometer a prática médica responsável e a inovação na área.

 

Natália Soriani - advogada especialista em Direito Médico e de Saúde, sócia do escritório Natália Soriani Advocacia

 

Desenvolvimento feminino: uma resposta urgente à violência doméstica

Liberdade é uma palavra poderosa, mas, para muitas mulheres, ainda parece distante. Entre as vítimas de violência doméstica, por exemplo, romper com o agressor nem sempre é simples. 

Essa dificuldade pode estar relacionada a diversos fatores, como medo, falta de apoio, dependência financeira e emocional. Além disso, muitas violências começam de forma sutil, por meio de ações como isolamento, manipulação e desvalorização, o que faz com que muitas mulheres não percebam que estão sendo vítimas. 

Mudar esse cenário é fundamental, e o desenvolvimento pessoal e profissional tem um papel essencial nesse processo. Quando uma mulher se conscientiza, fortalece sua autoestima, resgata sua confiança e conquista independência econômica, ela não apenas se liberta, mas também ganha segurança. 

Além disso, desenvolver mulheres não é apenas importante, mas também urgente. Isso porque os números da violência doméstica são cada vez mais alarmantes. O último Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelou que, em 2023, mais de 258 mil casos de violência doméstica foram registrados, além de 2.797 tentativas de feminicídio. Dessas, 1.467 mulheres foram assassinadas, sendo que, em 63% dos casos, o agressor era um parceiro íntimo. 

Felizmente, já existem iniciativas voltadas para esse propósito. Casas de apoio à mulher oferecem cursos e oficinas em diversas áreas, como Inteligência Emocional, Marketing Pessoal e capacitações práticas, como costura, confeitaria e empreendedorismo. No entanto, esse trabalho precisa ser intensificado. 

Como especialista em Estratégias de Enfrentamento à Violência, reforço que essa luta não pode se limitar aos órgãos de proteção à mulher. As políticas públicas são essenciais, mas o envolvimento de toda a sociedade — incluindo famílias, escolas e empresas — é indispensável. Conscientizar, fortalecer redes de apoio e ampliar oportunidades são ações fundamentais para transformar realidades. Desenvolver mulheres é construir um futuro mais seguro, digno e livre para todos. 



Angela Cristina Lessa - profissional de marketing e realiza palestras sobre desenvolvimento profissional das mulheres. Também é fundadora da ação “Vencendo a violência” e autora do livro “Os quadros de Elisa”


Saiba como a acessibilidade digital pode melhorar a experiência do usuário no seu site

Garantir a inclusão no ambiente online aprimora a percepção do consumidor com relação à marca


A acessibilidade digital ainda é um desafio para muitas empresas, e erros básicos passam despercebidos, prejudicando a experiência de navegação de muitas pessoas. Com cada vez mais consumidores tendo fácil acesso a um tablet ou smartphone, é normal que novos desafios apareçam e, com eles, a oportunidade de inclusão.

Segundo Michelli Mieko, Head de operações digitais da Mobility Brasil, problemas como contraste inadequado, falta de descrição de imagens e navegação limitada via teclado são alguns dos principais entraves. "Muitos sites possuem botões pequenos demais ou combinações de cores que dificultam a leitura, prejudicando especialmente idosos e pessoas com deficiência visual", explica.

Outro erro comum é a ausência de texto alternativo (Alt Text) para imagens, impedindo que leitores de tela interpretem corretamente os elementos visuais. "Já tivemos o movimento do #paracegover, mas o ideal é inserir o Alt Text diretamente. Isso melhora a acessibilidade e ainda beneficia o SEO do site", destaca Mieko. A falta de legendas e transcrições em vídeos também reduz a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e cognitiva.

No e-commerce, além das questões citadas, a experiência de compra precisa ser intuitiva e responsiva. Sites com opções excessivas podem dificultar a navegação, e a responsividade deve garantir que a usabilidade seja eficiente tanto no desktop quanto no celular. Essa experiência de compra mais fluída pode, inclusive, resultar em um maior número de vendas, já que um número maior de usuários navega pelo site sem interrupção ou obstáculo.

Outro ponto crítico são os pop-ups, que podem dificultar a navegação de pessoas com deficiência cognitiva ou visual, tornando a experiência confusa e frustrante. Além disso, o acesso do site via teclado deve ser priorizado, garantindo que usuários com dificuldades motoras consigam acessar todas as funcionalidades do site sem depender do mouse. "Fizemos testes em sites grandes e, em muitos deles, não conseguíamos chegar aos produtos da vitrine apenas com o teclado, o que mostra como ainda há barreiras significativas", ressalta Mieko.

Empresas que desejam melhorar a acessibilidade digital devem se atentar às leis e diretrizes vigentes, como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) e as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG).

Especialista em E-commerce, Melissa Pio, CEO da TEC4U, agência especializada em soluções 360° para o digital, também defende que mais sites coloquem em prática as normas da LBI, garantindo, assim, um consumo mais inclusivo.

“Não tem porque uma empresa não se preocupar com esses aspectos. Todos os visitantes do site são consumidores em potencial, mas antes disso são pessoas. É algo que temos reforçado sempre que criamos um novo site e prestamos consultoria: não deve ser um diferencial, mas uma regra”, finaliza Melissa.



TEC4U


Neoprofissional de 2040: as competências cruciais para o mercado de trabalho do futuro

Especialista elenca seis dicas estratégicas para auxiliar os pequenos nas habilidades essenciais para terem sucesso no mercado de trabalho de 2040
 

O mercado de trabalho está em constante transformação. Segundo o relatório Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, as profissões emergentes exigirão um conjunto de competências que vão além do conhecimento técnico, indo da IA e Big Data, à criatividade, resiliência e curiosidade. Neste cenário, como preparar crianças e adolescentes para se tornarem os empreendedores de 2040? 

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) recomenda que a educação empreendedora esteja presente nos currículos escolares para formar cidadãos mais preparados para os desafios futuros. Segundo Ana Maria Menezes, gerente de formação da International School, crianças podem ser incentivadas a solucionar problemas do dia a dia, experimentando materiais, testando ideias e criando soluções de forma colaborativa. 

“É um modo de pensar e agir que pode ser desenvolvido desde a primeira infância. Habilidades como comunicação, colaboração, criatividade, resolução de problemas e curiosidade são pilares do perfil empreendedor e podem ser incentivadas desde cedo”, explica. 

No ambiente escolar, aulas de empreendedorismo vão além de ensinar conceitos de negócios; elas estimulam a identificação de desafios, a proatividade e o pensamento inovador. Estudos da National Financial Educators Council também mostram que o ensino de competências financeiras e de gestão é crucial para o sucesso a longo prazo.
 

Como ensinar empreendedorismo de forma envolvente?

Uma abordagem eficaz para o ensino do empreendedorismo é propor desafios baseados em situações reais, incentivando a reflexão e o aprendizado prático. Ana Maria Menezes traz seis estratégias para apoiar nesta jornada: 

Propor desafios reais: criar atividades que incentivem os alunos a identificar problemas no cotidiano e buscar soluções inovadoras. Isso pode envolver pesquisa, planejamento e prototipagem, estimulando o pensamento criativo e a inovação.

Fomentar a colaboração: trabalhos em grupo ajudam a desenvolver habilidades como liderança, comunicação e resolução de conflitos, essenciais para qualquer empreendedor.

Trabalhar a inteligência emocional: estimular a reflexão sobre as emoções vividas ao longo do processo, com perguntas como: Como me senti durante o projeto? O que poderia ter feito diferente? Onde acertei e onde errei? Isso fortalece a resiliência e a autoconfiança.

Incentivar a experimentação: criar um ambiente onde o erro é visto como parte do aprendizado, encorajando os alunos a testarem diferentes abordagens e aprimorarem suas ideias.

Aliar o aprendizado à prática: projetos que envolvem a construção de protótipos, simulações de negócios ou apresentação de soluções para desafios reais tornam o aprendizado mais significativo.

Conectar o ensino à tecnologia: utilizar ferramentas digitais para explorar soluções inovadoras, ampliando o acesso ao conhecimento e incentivando a busca contínua por novas informações. 

O mercado de trabalho de 2040 exigirá profissionais com alta capacidade de adaptação, pensamento crítico e habilidades interpessoais bem desenvolvidas. Investir no ensino do empreendedorismo desde cedo não significa apenas formar futuros empresários, mas preparar indivíduos capazes de transformar desafios em oportunidades.

Com metodologias inovadoras, aprendizado prático e estímulo ao pensamento criativo, podemos formar uma nova geração de empreendedores preparados para um mundo dinâmico e repleto de possibilidades.


Trabalho híbrido veio para ficar: veja ferramentas que podem auxiliar na rotina em casa

As plataformas facilitam a organização e o aumento da produtividade, mesmo à distância


Dados da Pesquisa de Amostra de Domicílios Contínua (PNDA Contínua), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram que a proporção de pessoas trabalhando em casa mais que dobrou nos últimos 10 anos. Em 2023, cerca de 8,3% dos empregados no Brasil atuavam de casa, enquanto em 2012, este número era de 3,6%, demonstrando que a tendência continua mesmo após a retomada de atividades presenciais em solo brasileiro. Para aqueles que trabalham do seu lar, o diretor nacional da Microlins, Rafael Cunha, dá dicas de ferramentas que são indispensáveis para organização da rotina do trabalho. 

Segundo o executivo, investir em determinados recursos garante eficiência, organização e segurança no trabalho remoto. “De forma estruturada, é possível aumentar a produtividade e qualidade de vida. Além disso, a mudança do perfil corporativo com mais vagas destinadas ao trabalho remoto intensifica a procura por profissionais que tenham conhecimento dessas plataformas, com objetivo de otimizar a carga de trabalho, principalmente de atividades mais operacionais, proporcionando mais tempo para ações estratégicas”, revela.

 

Gerenciamento de tarefas: em um trabalho que permite ser desenvolvimento de casa, se manter organizado é essencial para evitar a queda de produtividade e a conexão com as atividades corporativas. Para isso, ferramentas como Trello são fundamentais para criar checklists, definir prioridades e acompanhar o desenvolvimento dos projetos, definindo-os como urgentes, em andamento ou stand-by. Além disso, estas plataformas também auxiliam no planejamento de demandas pessoais, proporcionando mais tempo livre para lazer, por exemplo.
 

Comunicação e colaboração: segundo um estudo da Harvard Business Review, cerca de 72% dos profissionais consideram a comunicação como crucial para o desempenho de equipes que trabalham remotamente. Dessa forma, é importante ter como aliado plataformas como Microsoft Teams e Slack, que permitem a troca de informações e ideias, além de mensagens instantâneas, facilitando o diálogo mesmo à distância.
 

Organização de documentos: atuando de casa, a troca de documentos e arquivos tende a aumentar. Para que isso não sobrecarregue a caixa de entrada e de saída dos e-mails, uma solução prática é utilizar plataformas de nuvem, que permitem armazenar e compartilhar arquivos de forma segura. As ferramentas Dropbox, Google Drive e One Drive atendem a este propósito, proporcionando o acesso aos documentos de qualquer dispositivo, possibilitando a edição de conteúdos em tempo real e o compartilhamento com a equipe, deixando o fluxo de trabalho mais organizado e fluído.
 

Controle de tempo e produtividade: falta de foco e procrastinação são considerados os maiores desafios de quem trabalha de casa. Porém, existem no mercado aplicativos que permitem monitorar o dia de trabalho e o tempo gasto em cada tarefa, como o RescueTime e o Toggl. Dessa forma, é possível aumentar a produtividade sem abrir mão de pausas essenciais, como a técnica Pomodoro, que ensina a alternar 25 minutos de atividades corporativas com cinco minutos de descanso durante o expediente. Além disso, as ferramentas também auxiliam no tempo dedicado às redes sociais e até mesmo aos estudos.
 

Segurança de dados: em um ambiente digitalizado, proteger os dados é fundamental. Ferramentas para gerenciar senhas e o uso de VPNs garantem segurança extra para quem trabalha 100% home office ou em formato híbrido. As plataformas preservam a conexão, evitando acesso indevido aos dados pessoais e da empresa.


 

Microlins

 

Emissão de vistos americanos para brasileiros cai 0,65% em 2024

Pesquisa da consultoria Viva América mostra que, apesar da queda, volume de concessões é o segundo maior da história; crescimento de green card indica fuga de cérebros

 

O Brasil foi o terceiro país que mais recebeu vistos americanos em 2024. Foram 1,151 milhão de autorizações concedidas pelos EUA a cidadãos brasileiros, um leve recuo de 0,65% sobre o volume do ano anterior. Apenas México (2,5 milhões) e Índia (1,4 milhão) registraram mais emissões. China (975 mil) e Colômbia (511 mil) completam as cinco primeiras posições do ranking.

 

Os dados fazem parte da edição mais recente da pesquisa “Os vistos americanos mais concedidos para brasileiros”, realizada anualmente pela Viva América, consultoria imigratória especializada em serviços para quem quer estudar, trabalhar ou morar nos EUA.

 

“A emissão de vistos americanos para brasileiros registrou valores bem elevados no primeiro semestre, dando a entender que ultrapassaria o recorde de 2023. Contudo, a média de expedições dos documentos caiu a partir do segundo semestre, impedindo que uma nova máxima histórica fosse registrada”, diz Rodrigo Costa, CEO da Viva América, destacando que as emissões para brasileiros representam 10,3% dos 11,8 milhões de vistos concedidos pelo governo estadunidense no período.

 

O executivo explica ainda que a queda no segundo semestre não é incomum e não está relacionada à eleição de Donald Trump, cujo resultado foi confirmado em novembro do ano passado. “Não houve mudança na política consular de emissão de vistos no período. Como a variação foi muito pequena, fatores como folgas extras, feriados prolongados e, com certeza, o período de quase dois meses em que o consulado de Porto Alegre ficou fechado por causa das enchentes na região pode ter impactado o resultado.”

 

A pesquisa foi elaborada a partir de relatórios oficiais do Departamento de Estado americano, que administra a emissão de vistos em todos os consulados e embaixadas dos EUA ao redor do mundo.

 

Com mais de 568 mil emissões, o consulado de São Paulo foi o terceiro posto diplomático dos EUA que mais processou vistos em 2024, atrás apenas do consulado de Monterrey, no México, e da embaixada na capital mexicana. O consulado do Rio de Janeiro ficou na 16ª colocação, seguido por Brasília (20ª), Porto Alegre (25ª) e Recife (31ª).


 

Os vistos queridinhos


De acordo com a pesquisa da Viva América, 81 vistos diferentes – entre temporários e imigratórios – foram concedidos a brasileiros em 2024. A liderança, claro, ficou com o visto de turismo e negócios (conhecido como B1/B2), que registrou 1,088 milhão de emissões – maior volume da história e equivalente a 94,5% de todos os vistos dados a nacionais do Brasil.

 

“O Brasil historicamente é um dos dez países que mais enviam turistas aos EUA. Mesmo com a alta do dólar que vimos nos meses finais do ano passado, não é algo que costuma afetar o apetite do brasileiro pelos destinos norte-americanos”, analisa o CEO da Viva América.

 

De janeiro a novembro de 2024, segundo os dados mais recentes do Escritório de Turismo e Viagem dos EUA, 1,68 milhão de brasileiros viajaram ao país, passando pelo menos uma noite. Já é um número superior aos 1,62 milhão de 2023 inteiro e o maior volume desde 2019 (2,2 milhões).

 

Os vistos de intercâmbio (J-1) e de estudante (F-1) foram, respectivamente, o segundo e o terceiro mais concedidos para brasileiros em 2024, com 11,3 mil e 7,2 mil autorizações expedidas.

 

Com 41.704 alunos matriculados em escolas, universidades e programas de intercâmbio dos Estados Unidos, o Brasil é o 5º país com mais estudantes internacionais em instituições de ensino americanas. Trata-se do maior volume já registrado, segundo um levantamento da Viva América a partir de dados do programa Open Doors. Ao mesmo tempo, o País é o 4º com pesquisadores ou professores convidados atuando em instituições de ensino superior dos EUA, de acordo com dados da AG Immigration. Também é o maior dado da série histórica.

 

“Enquanto os alunos vão estudar com os vistos F ou M, esses pesquisadores geralmente entram nos EUA com o visto J”, explica Costa. 

 

Aparecem ainda nas primeiras colocações os vistos L-1 – destinados a executivos de empresas brasileiras que são transferidos para os EUA ou empreendedores que vão abrir um negócio em solo americano – e L-2, para os dependentes (cônjuge e filhos) de L-1.


 

Fuga de cérebros


Em 2024, foram registrados recordes na emissão de 20 tipos de vistos para brasileiros. Chama atenção no levantamento da Viva que metade destes vistos são permanentes, ou seja, concedem o green card ao portador. É o caso do EB-2, destinado a profissionais com habilidades acima da média, e o EB-1, para pessoas com habilidades extraordinárias. Foram emitidos, respectivamente, 2.302 e 491 vistos. “É um cenário de fuga de cérebros que já vínhamos observando”, pontua Costa.

 

Entre os vistos que tiveram emissão recorde também estão o H-1B, destinado a talentos em áreas que exigem alto nível de especialização profissional, e o O-1, para imigrantes com habilidades extraordinárias. 

 

“Diferentemente do EB-2 e o EB-1, os vistos H-1B e O-1 são temporários, ou seja, permitem que o estrangeiro fique uma quantidade determinada de anos nos EUA. Contudo, sabemos que a maioria deles acaba depois pedindo o green card e ficando de vez no país”, observa o CEO da Viva América, que há mais de dez anos vive na Flórida.

 

Vistos dos EUA mais emitidos para brasileiros em 2024


1. B1/B2 (turismo e negócios): 1.088.407

2. J-1 (intercâmbio): 11.350

3. F-1 (estudo): 7.266

4. L-2 (dependentes de L-1): 6.843

5. L-1 (transferência de executivos e abertura de empresas): 4.868

6. C-1/D (tripulantes): 4.814

7. A-2 (diplomatas): 3.326

8. B-1 (negócios): 3.071

9. EB-2 (habilidades acima da média): 2.302

10. H-1B (profissionais altamente especializados): 1.947

11. O-1 (habilidades extraordinárias): 1.722

12. J-2 (dependentes de J-1): 1.512

13. F-2 (dependentes de F1): 1.287

14. H-4 (dependentes de H-1B): 1.181

15. K-1 (noivos de cidadãos americanos): 1.104 

A pesquisa completa da Viva América sobre os vistos americanos mais concedidos para brasileiros em 2024 pode ser acessada aqui.


Como as cores influenciam o cérebro a comprar mais no mês do consumidor

As tonalidades das fachadas, dos anúncios on-line e das vitrines podem estimular o cérebro a despertar o consumismo durante o mês de março de ofertas ao consumidor
 

Anúncios coloridos, lojas enfeitadas e vitrines chamativas movimentam o comércio no mês de março, conhecido como o mês do consumidor, com ofertas convidativas. E nada disso é por acaso. As cores carregam o poder de ativar diferentes áreas cerebrais relacionadas à impulsividade que estimula sensações e emoções e, quando bem trabalhadas, podem incentivar a compra “involuntária”. 

O médico neurocirurgião e neurocientista Dr. Fernando Gomes e professor da Faculdade de Medicina da USP explica que o cérebro trabalha com o sistema de recompensas e às vezes as cores podem estar ligadas à memória de algo que foi prazeroso, fazendo com que a pessoa apresente a tendência de adquirir produtos com aquela tonalidade, por remeter a algo feliz que ela viveu. 

“Embora os sentimentos sejam subjetivos, algumas percepções são universais. Por isso é possível entender por que o vermelho está presente em logotipos e vitrines de grandes marcas já que essa cor ativa a área das amígdalas no cérebro e inspira energia, emoção e dinamismo. Já a cor preta também é percebida nessa mesma região cerebral, mas transmite nobreza, requinte e aciona a memória emocional”, explica o médico que complementa: “O verde e azul são compreendidos por uma outra área do cérebro, o córtex pré-frontal, que ajuda na tomada de decisões e nas respostas afetivas”. 

Por isso, ele faz um alerta: “É bem mais difícil encontrar lojas e marcas que tenham a cor branca como predominante, pois assa “ausência” de cor é percebida pelo cérebro no córtex frontal esquerdo, uma área responsável pelo pensamento lógico e promove a sensação de calma que atenua a vontade de comprar”, finaliza o neuro que deixa algumas dicas para não se deixar levar pelo desnecessário.

  • Fazer uma lista daquilo que é realmente necessário ser comprado ajuda o cérebro a manter o foco e esse é um dos maiores aliados que o cérebro pode ter;
  • Praticar o autocontrole através da busca pelo menor preço também é um exercício mental importante;
  • A sensação de perder o controle pode ser um gatilho para doenças, como a depressão e isso é comum em pessoas que contraem dívidas;
  • Presentear uma pessoa que se ama ajuda a criar um processo automático para o cérebro que torna o ser humano mais empáticos. “Fazer bem aos outros acaba nos fazendo bem também, ainda que isso custe dinheiro”, finaliza Dr. Fernando.


Dr. Fernando Gomes - Professor Livre Docente de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas de SP com mais de 2 milhões de seguidores. Há 12 anos atua como comunicador, já tendo passado pela TV Globo por seis anos como consultor fixo do programa Encontro com Fátima Bernardes (2013 a 2019), por um ano (2020) na TV Band no programa Aqui na Band como apresentador do quadro de saúde “E Agora Doutor?” e dois anos (2020 a 2022) como Corresponde Médico da TV CNN Brasil. Atualmente comanda seu programa Olho Clínico com Dr. Fernando Gomes semanalmente no Youtube desde 2020. É também autor de 9 livros de neurocirurgia e comportamento humano. Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena um ambulatório relacionado a doenças do envelhecimento no Hospital das Clínicas.
drfernandoneuro


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