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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

BOLETIM DAS RODOVIAS

Castello Branco tem tráfego carregado nesta manhã


A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta segunda-feira (10). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Na rodovia Anchieta (SP-150), sentido capital, há lentidão do km 13 ao km 10 e do km 25 ao km 17. No sentido litoral, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), o tráfego é intenso no sentido capital do km 50 ao km 46 e lento entre o km 20 ao km 14, sentido litoral o tráfego é normal. 

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), sentido capital, registra lentidão do km 15 ao km 11+360, do km 109 ao km 104, do km 24 ao km 21 e entre o km 62 ao km 60, sentido interior, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, há lentidão do km 20 ao km 13+360, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) apresenta lentidão no sentido capital do km 36 ao km 34, sentido oposto o tráfego é normal. Já a Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, registra tráfego lento do km 18 ao km 13+700, entre o km 19 ao km 26 e congestionamento do km 36 ao km 26, no sentido interior o tráfego é lento do km 30+500 ao 31.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor apresenta lentidão do km 23 ao km 18 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Nube faz ação em estações de metrô com vagas de estágio e aprendizagem

O intuito da ação é inserir mais jovens no mercado de trabalho

 

O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), em parceria com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), promove ações de cadastramento para vagas de estágio e aprendizagem em estações de metrô durante o mês de fevereiro. As atividades ocorrerão das 9h às 17h, nos dias 14/02, na Estação Barra Funda e 21/02, na Estação Itaquera.

 

Os interessados devem comparecer aos locais nos dias indicados, portando um documento de identificação com foto e procurar a equipe do Nube.

“Essa iniciativa é uma excelente oportunidade para os estudantes darem o primeiro passo em suas carreiras. Estamos felizes em facilitar o acesso ao mercado de trabalho”, destaca o gestor de relacionamento com instituições de ensino do Nube, Brunno Brasiliense.

Para mais informações, acesse nube.com.br ou siga @nubevagas nas redes sociais.

 


Fonte: Brunno Brasiliense, gestor de relacionamento com instituições de ensino do Nube

www.nube.com.br

 

Escolas estaduais vão abrir aos sábados para olimpíadas do conhecimento

‘Escolas Olímpicas’, projeto da Seduc-SP, será implantado em 230 unidades; alunos de todo o estado podem se inscrever a partir desta segunda-feira (10) 

 

 

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) vai lançar neste ano o projeto “Escolas Olímpicas” e abrir suas unidades de ensino aos sábados com o objetivo de incentivar a participação de estudantes da rede pública nas competições científicas. A expectativa da Educação é que o projeto seja implantado em até 230 escolas estaduais localizadas em mais de 150 municípios em 2025. 

 

A proposta inicial, como explica o coordenador de olimpíadas da Educação, Roberto Serra Campos Júnior, é atender 1,5% dos estudantes com aulas preparatórias na disciplina de matemática. 

 

“O projeto Escolas Olímpicas busca fortalecer a cultura das olimpíadas científicas no estado e proporcionar a estudantes talentosos um ambiente de aprendizado estimulante e competitivo. A expectativa é que essa iniciativa contribua para a formação de futuros talentos acadêmicos e impulsione a excelência no ensino público paulista”, diz o coordenador.

 

O projeto prevê a criação de turmas de 15 a 40 alunos, divididos por três grupos: Nível 1, com alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental, Nível 2, com alunos dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e Nível 3, com alunos das três séries do Ensino Médio. 

 

As inscrições dos alunos interessados deverão ser feitas a partir da próxima segunda-feira (10), por meio de manifestação na SED (Secretaria Escolar Digital). É possível que estudantes de outras unidades de ensino frequentem as Escolas Olímpicas. O número de unidades com o projeto depende do interesse dos estudantes e das inscrições. Para que as turmas sejam abertas, é necessária a participação de ao menos de 15 anos. A expectativa é que as aulas tenham início no dia 15 de março.

 

Inscrições para as Escolas Olímpicas

Na SED, os estudantes devem acessar a página principal e, no menu esquerdo, encontrar as opções Gestão Escolar, depois Sistema de Olimpíadas e, em seguida, Aulas Olímpicas.

 

São elegíveis à participação das aulas, os estudantes medalhistas em edições anteriores de olimpíadas como a Omasp (Olimpíada de Matemática das Escolas Estaduais de São Paulo), a Obmep (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) e outras olimpíadas de conhecimento. Outra possibilidade é a opção do aluno interessado nas aulas e a anuência da escola e diretoria de ensino, de acordo com o grau de dedicação do aluno aos estudos. 

 

Todos os alunos menores de idade precisarão da aprovação dos pais para a sequência no processo. A autorização da inscrição deve ser feita por um membro da família por meio do acesso à SED pela página dos pais ou responsáveis. 

 

A frequência dos estudantes do projeto será rigorosamente controlada. Caso um aluno falte três vezes consecutivas sem justificativa, ele será desligado do programa e sua vaga será oferecida a outro estudante. 

O conteúdo das aulas será focado em matemática e suas tecnologias e as aulas serão ministradas por professores da rede que atuam nessa área. Esses profissionais receberão formação específica para a atuação nas Escolas Olímpicas. As regras para atribuição de aulas foram publicadas na edição de 5 de fevereiro do Diário Oficial do Estado. 

 

domingo, 9 de fevereiro de 2025

Como proteger seu animal de estimação durante a folia

 

Pexels

Veterinária alerta sobre os cuidados essenciais para proteger a saúde e o bem-estar dos pets durante o Carnaval, desde o uso de fantasias até a exposição a aglomerações e altas temperaturas 


O Carnaval é sinônimo de alegria, cores e celebração, mas para os pets, a folia pode ser uma fonte de desconforto e até mesmo riscos à saúde. Para garantir o bem-estar dos animais durante essa época, é essencial que os tutores adotem algumas medidas preventivas e estejam atentos ao comportamento de seus companheiros de quatro patas. Conversamos com a médica veterinária Lívia Carlos da Silva Margon, da Clínica Médica Veterinária da Una Catalão, para esclarecer as principais dúvidas sobre os cuidados com os pets no Carnaval.
 

Muitas pessoas adoram vestir seus pets com fantasias temáticas, mas é preciso atenção na escolha dos acessórios. Segundo Margon, é fundamental verificar o material das fantasias e evitar itens que possam ser tóxicos, como colas e glitters, ou que contenham peças pequenas que possam se soltar e ser ingeridas. Além disso, fantasias que restringem os movimentos ou causam desconforto podem gerar estresse e até alergias nos animais. 

Para saber se o pet está confortável, observe sinais como paralisia, movimentação excessiva para tentar retirar a roupa ou mastigação da fantasia. “O ideal é testar a fantasia em casa antes de sair e observar o comportamento do pet para garantir que ele se sinta à vontade”, recomenda a veterinária. 

Embora seja tentador levar o pet para curtir a folia, Margon alerta que locais como blocos de rua ou festas com muitas pessoas não são ambientes adequados para os animais. “O barulho excessivo pode ser extremamente desconfortável para a audição sensível dos pets. Além disso, eles podem ingerir restos de comida ou objetos do chão, o que pode causar intoxicações ou obstruções no trato gastrointestinal”, explica. 

Outros sinais de estresse, como vocalização excessiva, tentativas de fuga ou agressividade, são comuns em ambientes agitados. Por mais que a ideia de incluir o pet na folia seja divertida, a recomendação geral da veterinária é clara: “O melhor para a segurança e o bem-estar do animal é deixá-lo em casa, em um ambiente que ele conhece e onde se sente seguro”. 

Durante o Carnaval, passeios ao ar livre são comuns, mas é importante lembrar que o solo quente pode causar queimaduras nas patas dos animais. Para evitar lesões nos coxins – as “almofadinhas” das patas – os passeios devem ser feitos em horários mais frescos, como no início da manhã ou final da tarde. “Antes de sair, o tutor deve sempre conferir a temperatura do solo para garantir a segurança do pet”, orienta Margon.

 

VAI ALIMENTAR SEU PET? VEJA ESSAS TRÊS DICAS ANTES

O simples ato de alimentar o seu cão ou gato requer alguns cuidados. Veja essas três dicas da Pet Delícia e mantenha a saúde dele em dia

 

Muito além do que só encher o potinho de ração ou água, o cuidado com a alimentação dos pets começa escolhendo o alimento certo, a quantidade e a proporção de vitaminas e sais minerais oferecidos em cada porção. Tudo isso pode impactar diretamente na saúde física do bichinho, e nada melhor do que estar seguro de que os alimentos oferecidos fazem bem a ele. 

“Com o passar dos anos, muitos tutores passaram a buscar opções mais nutritivas para seus amigos de quatro patas, impulsionando o crescimento do setor de Pet Food. De acordo com Robson Vivas, médico veterinário e diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para animais de estimação: “Atualmente, contamos com opções de alimentação natural completas no mercado, que oferecem os nutrientes e muito mais que um gato ou cachorro precisa para crescer saudável.” Comenta. 

Sendo assim, veja quais são as três principais dicas do veterinário da Pet Delícia para alimentar o seu pet.
 

1. Escolha o alimento certo

Cada pet tem necessidades nutricionais específicas. Levar em consideração a idade, o porte, o nível de atividade e até mesmo possíveis restrições alimentares é importante para definir qual será a alimentação do animal. “Optar por alimentos naturais e balanceados é uma excelente maneira de garantir que o seu pet receba todos os nutrientes de que precisa, sem conservantes ou ingredientes artificiais. Leve em consideração desde a produção do alimento, como por exemplo, na Pet Delícia, as receitas são feitas com os melhores cortes de carne, hortaliças e legumes.”, explica o doutor.
 

2. Cuidado com as porções

Oferecer comida em excesso pode levar à obesidade, enquanto a falta de alimento compromete a saúde e a energia do seu pet. Use balanças ou medidas específicas para garantir que a quantidade seja adequada e sempre consulte o veterinário antes de iniciar a introdução alimentar do animal. “A obesidade é uma das principais preocupações na saúde dos animais hoje em dia. Ajustar as porções é fundamental para manter o peso ideal e prevenir problemas de saúde a longo prazo”, alerta Vivas.
 

3. Higiene é fundamental

Por fim, antes de alimentar o pet, certifique-se de que os recipientes de comida e água estão limpos. Resíduos de alimentos podem acumular bactérias, colocando a saúde do animal em risco, criando problemas muito sérios, como por exemplo, alergias na região do focinho. Além disso, caso opte por alimentação natural, armazene os alimentos corretamente, seguindo as recomendações do fabricante. “A higienização adequada dos utensílios deve ser constante, a cada troca de água e ração, e o armazenamento correto dos alimentos naturais ajudam a evitar problemas como contaminação bacteriana, garantindo refeições seguras e saudáveis. As embalagens da Pet Delícia, por exemplo, contam com tampas reutilizáveis e biodegradáveis que vedem o produto e garantem a proteção do alimento.”, finaliza o especialista.
  


Pet Delícia
www.petdelicia.com.br


Obesidade canina: o perigo silencioso que os tutores não podem ignorar

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Estudo mostra que 80% dos responsáveis não identificam o sobrepeso dos seus cães


A obesidade canina é uma condição nutricional séria que pode comprometer a saúde e a qualidade de vida dos animais. Muitas vezes subestimada, essa doença crônica é mais comum do que se imagina e pode levar a problemas graves, como diabetes, doenças cardíacas e dificuldades respiratórias. Um levantamento realizado pela Universidade de São Paulo (USP) revelou um dado alarmante: 80% dos tutores não conseguem identificar o sobrepeso ou a obesidade do seu próprio cão. 

De acordo com o médico veterinário Bruno Rausch, do Centro Médico Veterinário Una Liberdade, "todos os pets são vulneráveis à obesidade, basta um acréscimo calórico na alimentação diária. Alguns fatores aumentam esse risco, como idade, castração, doenças endócrinas e mudanças no estilo de vida", conta. Vale destacar que algumas raças, como Beagle, Labrador, Golden Retriever e Dachshund, têm maior propensão a desenvolver o problema. 

A obesidade acontece quando o cão acumula 15% a mais de gordura corporal do que o ideal para sua raça. Apesar de alguns tutores verem o excesso de peso como "fofura", a verdade é que essa condição prejudica a mobilidade do pet, reduz sua disposição e aumenta significativamente o risco de doenças. "São diversas as enfermidades que a obesidade pode causar, entre elas câncer, diabetes, doenças ortopédicas, hipertensão e até a redução da expectativa de vida", alerta Rausch. 

O tratamento da obesidade canina exige uma abordagem multifatorial, que inclui mudanças na alimentação e estímulo à prática de exercícios físicos. Segundo o especialista, "a base do tratamento consiste na elaboração de um plano nutricional com déficit calórico, somado a atividades físicas regulares para manutenção da massa muscular e aumento do gasto calórico". Outro fator que deve ser observado é a castração, pois o procedimento pode aumentar o risco de obesidade devido à redução do metabolismo basal e alterações hormonais. "Animais que precisam ser castrados devem ter uma estratégia preventiva contra a obesidade antes mesmo da cirurgia", explica. 

Para evitar que o sobrepeso comprometa a saúde dos pets, é essencial que os tutores estejam atentos ao peso e hábitos alimentares dos seus cães, buscando sempre a orientação de um médico veterinário. Afinal, cuidar do peso do animal é garantir que ele tenha uma vida longa, ativa e saudável. 



Centro Médico Veterinário UNA Liberdade
Rua da Bahia, 1764, Lourdes - Belo Horizonte/MG
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 12h às 21h30


O papel dos bigodes na vida dos pets

 

Radares naturais têm função essencial como sensores de precisão, ajudando na navegação e evitando "erros de mira" 


Você já reparou nos bigodes do seu cachorro ou gato? Eles não estão ali apenas para dar um charme a mais! Conhecidos cientificamente como vibrissas, esses pelos são verdadeiros sensores que ajudam os pets a explorar o mundo ao redor, evitando colisões e até "erros de mira" na hora do xixi e da refeição.

As vibrissas são altamente sensíveis e captam informações sobre o ambiente, como distância, movimento e textura dos objetos. Segundo a veterinária Giovana de Albuquerque Catelano, anestesista e clínica no Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas, esses pelos desempenham um papel essencial na percepção espacial dos animais. "Elas transmitem informações ao cérebro através de nervos sensoriais, ajudando os pets a criar uma imagem mais precisa do ambiente", explica.

E os tutores percebem isso na prática! O engenheiro Allan Eduardo Messias Viola, dono do cãozinho SRD, chamado Fidel, já notou como seu cão usa os bigodes para se orientar durante os passeios: "Fidel esfrega os bigodes nos postes antes de fazer xixi. Acredito que seja uma forma dele medir a distância e evitar trombadas ou errar o alvo".

Já a auxiliar administrativa Julia de Camargo, tutora das gatas Leslie e Olga, percebeu que os bigodes influenciam até na alimentação: "Elas usam os bigodes para perceber objetos, como os potes de comida e água. Troquei os potes de ração por modelos côncavos porque, quando os bigodes encostavam nas bordas, elas simplesmente não comiam! E o engraçado é encontrar bigodinhos pelo chão de casa. São grossos, compridos, firmes e fofos".

As vibrissas dos gatos costumam ser mais longas e finas que as dos cães, e estão presentes não apenas ao redor do nariz e da boca, mas também acima dos olhos e atrás das patas. Gatos dependem mais dessas "antenas" para se locomover, especialmente em espaços escuros.

E atenção: cortar ou danificar os bigodes pode prejudicar a percepção espacial do animal, causando dificuldade para se orientar, para detectar obstáculos, colisões frequentes e até alterações de comportamento e equilíbrio. “As vibrissas caem naturalmente e se renovam em um ciclo de dois a seis meses, mas se a


queda for excessiva, é importante buscar orientação veterinária, pois pode ser alguma doença ou lesão”, salienta a Dra. Giovana.

Para manter os bigodes saudáveis, a veterinária recomenda alguns cuidados: nunca cortá-los, mantê-los limpos, evitar produtos que possam prejudicá-los e oferecer uma alimentação equilibrada. Afinal, essas "antenas" naturais garantem que os pets se movimentem com segurança e confiança, seja em casa ou durante as aventuras diárias!

Mais exposição ao ar livre aumenta os riscos de parasitas e doenças em pets

Vacinação e vermifugação são indispensáveis para garantir a segurança dos pets durante a temporada de calor.

 

Com a temporada de verão e o aumento de passeios ao ar livre nas praias e parques, os tutores de animais de estimação precisam estar atentos à saúde de seus pets. Segundo Juliana Dhein, médica-veterinária do Grupo Hospitalar Pet Support, o contato mais frequente com ambientes externos pode expor os animais a riscos como parasitas, doenças infecciosas e outros problemas de saúde. 

A chegada do verão é um período em que muitas famílias aproveitam para viajar com seus pets e desfrutar da praia. No entanto, é importante lembrar que o calor, a areia e a vegetação são ambientes favoráveis para a proliferação de parasitas como carrapatos e pulgas. A vacinação e o controle de ecto e endoparasitas atualizados são medidas essenciais para proteger os animais de doenças que podem ser transmitidas nessas condições”, explica Juliana. “ 

Além da prevenção, os tutores devem estar atentos à hidratação, ao uso de protetor solar próprio para pets e a possíveis queimaduras nas patas causadas pelo chão quente. 

Além disso, manter a vacinação em dia e realizar visitas regulares ao veterinário são pilares fundamentais para a saúde dos pets em todas as estações do ano. As vacinas protegem contra enfermidades graves e muitas vezes fatais, como a leptospirose e a cinomose que podem ocorrer o ano todo, enquanto as consultas frequentes permitem a identificação precoce de problemas de saúde e garantem a atualização dos protocolos de prevenção, como vermifugação e controle de parasitas.  

O acompanhamento veterinário regular é essencial para assegurar que o animal esteja protegido e saudável, em períodos como o verão, há um favorecimento da proliferação de parasitas e a exposição a agentes infecciosos, pelo aumento de passeios” ressalta Juliana. 

Para reforçar o suporte a quem vai para o litoral norte gaúcho, a unidade do Grupo Hospitalar Pet Support em Xangri-Lá está pronta para receber os tutores e seus pets, com equipe capacitada e estrutura completa para atender às necessidades dos animais. 

“Queremos que os tutores tenham a tranquilidade de saber que seus pets estão protegidos e saudáveis, para que possam aproveitar o verão ao máximo. A prevenção é sempre o melhor caminho para evitar complicações futuras e garantir uma temporada segura e feliz para toda a família, incluindo os animais”, reforça Juliana.




Grupo Hospitalar Pet Support
www.petsupport.com.br


Pets no verão: Especialista dá dicas para manter o bem-estar e cuidar da saúde dos animais em dias mais quentes

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Médica Veterinária Dra. Catia Massari, docente do Centro Universitário Facens, explica que o calor extremo pode ser fatal para cães e gatos

 

Com a chegada do verão e das altas temperaturas, a saúde dos pets merece atenção redobrada. Isso porque os cães regulam a temperatura principalmente pela respiração, enquanto os gatos utilizam a saliva e o grooming, ou seja, o ato de se lamber. No entanto, quando o calor é extremo, esses mecanismos podem ser insuficientes, levando a problemas como a hipertermia, quando a temperatura corporal sobe geralmente acima de 40°C, o que pode levar à falência de órgãos se não tratada rapidamente. 

Para a Profª. Drª. Catia Massari, docente no Centro Universitário Facens – referência nacional em metodologias inovadoras de educação nas áreas de engenharia, tecnologia, arquitetura e saúde –, há alguns sinais de que o animal pode estar sofrendo com o calor: respiração acelerada, língua e gengivas arroxeadas, salivação excessiva, letargia e, em casos mais graves, desmaios ou vômitos. “A prevenção passa por medidas simples, como manter água fresca, um ambiente confortável, com sombra e ventilado e evitar passeios nos horários de pico de calor. Além disso, nunca deixe seu pet sozinho dentro de carros, mesmo com janelas abertas, eles podem aquecer rapidamente, causando um golpe de calor fatal”, diz.

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Cães e gatos também podem sofrer queimaduras nas patas ao caminhar em superfícies como asfalto ou areia. “O contato direto dos coxins palmares e plantares com essas superfícies pode causar lesões dolorosas, por isso, deve-se evitar sair em horários mais quentes do dia.”, orienta a especialista. 

Algumas raças, devido às suas características físicas, são mais vulneráveis ao calor. A veterinária aponta cães e gatos braquicéfalos, que possuem vias respiratórias estreitas que dificultam a respiração e regulação da temperatura, como Bulldog Francês, Pug, Persa e Exotic Shorthair. Raças de pelagem densa, como Husky Siberiano e Chow Chow ou os felinos Maine Coon e Ragdoll. Além de cães maiores, como Dog Alemão e São Bernardo, que têm mais massa corporal e podem aquecer rapidamente. Entre os gatos, a raça Sphynx, conhecida popularmente por ser uma raça pelada, também pode sofrer mais. 

Para estimular o consumo de água, Catia recomenda a utilização de fontes de água corrente para o gato ou colocar gelo, no caso dos cães, além de petiscos refrescantes, como pedaços de frutas seguras, como melancia e maçã, em pequenas porções. Oferecer alimentos úmidos, como sachês ou patês, também é uma boa opção para complementar a hidratação”, explica. 

Se, mesmo com os cuidados, o pet apresentar sinais de insolação ou desidratação, é importante agir rapidamente. “Leve o animal para um local fresco e ofereça água. Também é possível resfriar o pet gradualmente com compressas de água fria para ajudar a estabilizar a situação até que o atendimento veterinário especializado seja realizado. Insolação e desidratação podem causar danos graves aos órgãos internos. O atendimento rápido por um especialista pode salvar vidas”, conclui.

Consumo de ômega-3 atenua resistência à insulina em animais não obesos, aponta estudo



A suplementação com ácidos graxos ômega-3, presentes no óleo de peixe, 
tem sido indicada para indivíduos com problemas cardiovasculares e com diabetes tipo
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Suplementação com óleo de peixe alterou perfil das células de defesa, que passaram do estado pró-inflamatório para o anti-inflamatório, reduzindo quadro semelhante ao diabetes tipo 2

 

Estudo brasileiro publicado na revista Nutrients sugere que o óleo de peixe pode atenuar a resistência à insulina, reduzindo assim a intolerância à glicose, por meio da modulação da resposta inflamatória.

As conclusões da pesquisa, financiada pela FAPESP, se baseiam em experimentos com ratos que, a despeito de não serem obesos, apresentam um quadro semelhante ao diabetes tipo 2.

Como explicam os autores, a suplementação com ácidos graxos ômega-3, presentes no óleo de peixe, tem sido indicada para indivíduos com problemas cardiovasculares e com diabetes tipo 2 – doença caracterizada pelo aumento da concentração de glicose no sangue em decorrência da ação reduzida do hormônio insulina –, mas pouco ainda se sabia sobre o efeito desses nutrientes no caso de resistência à insulina sem obesidade.

Neste estudo, os pesquisadores observaram que a administração de óleo de peixe na dose de 2 gramas por quilo de peso (contendo 540 mg/g de ácido eicosapentaenoico, ou EPA, e 100 mg/g de ácido docosa-hexaenoico, ou DHA), três vezes por semana, durante oito semanas, atenuou a resistência à insulina dos roedores não obesos, que também apresentaram melhora na glicemia, em marcadores inflamatórios e no perfil lipídico, incluindo colesterol total, o tipo LDL (conhecido como colesterol ruim) e triglicerídeos.

Ainda que fruto de testes pré-clínicos, os resultados trazem esperanças para 10% a 20% das pessoas com diabetes tipo 2 em todo o mundo que, a despeito de terem a doença, não estão acima do peso.

“O experimento foi feito com ratos Goto-Kakizaki, um modelo animal para diabetes tipo 2 sem obesidade. Observamos que a atenuação da resistência à ação da insulina nesses animais se dá por meio da modulação da resposta inflamatória, mudando o perfil de células de defesa [linfócitos] do estado pró-inflamatório para anti-inflamatório, da mesma forma como ocorre em indivíduos obesos e com resistência à insulina que fazem suplementação com ácidos graxos ômega-3”, conta Rui Curi, diretor do Centro de Ensino do Instituto Butantan, professor do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul) e coordenador do estudo.

O pesquisador explica que qualquer alteração nos linfócitos – células que orquestram a resposta de defesa – tende a ter impacto em outras células do sistema imune, criando um efeito cascata. “Em estudos anteriores observamos que ratos com quadro de resistência à insulina sem obesidade apresentam alteração não só em linfócitos, como também em macrófagos [leucócitos que vão se depositar no tecido adiposo]. Essas células passam a produzir mais citocinas pró-inflamatórias, algo muito semelhante e central nos casos de pessoas com diabetes e obesidade.”

“Por isso, o objetivo principal da pesquisa era identificar se a suplementação com óleo de peixe [rico em ômega-3] conseguiria reverter alterações específicas nos linfócitos, que tinham sido observadas em estudos anteriores. Com os resultados, conseguimos aprofundar o entendimento sobre a relação entre inflamação e resistência à insulina em animais não obesos, confirmando que se trata de uma questão central do diabetes, mesmo quando não há obesidade”, explica Renata Gorjão, vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde da Unicsul e coautora do estudo.

Inflamação sistêmica

A investigação que resultou no artigo em pauta foi conduzida durante o doutorado de Tiago Bertola Lobato e integra um projeto maior, apoiado pela FAPESP, que tem ampliado o entendimento sobre a resistência à insulina em animais não obesos.

Segundo Curi, a obesidade é considerada um fator de risco central para o diabetes, embora não seja o único. No caso dos indivíduos com diabetes e não obesos, a principal hipótese é que a causa seja genética. Em artigo publicado recentemente na revista Cells, os pesquisadores investigaram a possibilidade de que a resistência à insulina em não obesos também esteja relacionada com a lentidão no trânsito intestinal.

“Sabe-se que a inflamação constante e de baixo grau comum em pessoas com obesidade pode ter impacto nas vias de sinalização da insulina. O tecido adiposo, aumentado na obesidade, libera citocinas pró-inflamatórias que atuam na via de sinalização promovendo resistência à insulina. Já no modelo sem obesidade não há essa característica impactante do tecido adiposo, embora haja inflamação sistêmica também”, diz. A questão da inflamação sistêmica em animais não obesos e com resistência à insulina (ratos Goto-Kakizaki) foi demonstrada pelo grupo em estudo anterior publicado no International Journal of Molecular Sciences.

Em outro braço da pesquisa, o mesmo grupo de autores relatou uma interrupção precoce dos mecanismos anti-inflamatórios em roedores com quadro de resistência à insulina sem obesidade. Ratos com 21 dias de vida, recém-desmamados, já apresentavam em linfonodos (órgãos do sistema imunológico) redução de marcadores de linfócitos T-reguladores (células com características anti-inflamatórias). Outras alterações inflamatórias precoces também foram observadas nos ratos Goto-Kakizaki. Os dados foram divulgados no periódico FEBS Letters, da Federação das Sociedades Bioquímicas Europeias.

“A suplementação com óleo de peixe reverteu esse quadro, apresentando um efeito anti-inflamatório notável ao reduzir os perfis inflamatórios Th1 e Th17 [dois subtipos de linfócitos T que desempenham funções cruciais na inflamação], seguido de aumento na porcentagem de células T-reguladoras, que tem a capacidade de suprimir a ação dos linfócitos pró-inflamatórios. Dessa forma, a atuação dos ácidos graxos ômega-3 nos linfócitos, modulando-os do estado pró-inflamatório para o anti-inflamatório, pode ter sido o desencadeador da atenuação do quadro de resistência à insulina nos animais”, avalia Lobato.

Apesar das boas notícias, os pesquisadores alertam que ainda são necessárias mais pesquisas para confirmar os achados. “Esses estudos foram realizados em modelos experimentais consagrados, que mimetizam o quadro de resistência à insulina em indivíduos não obesos. Ainda é preciso realizar testes em humanos, avaliando a dose ideal e o tipo de ácido graxo ômega-3 mais indicado”, destaca Curi.

O artigo Omega-3 Fatty Acids Weaken Lymphocyte Inflammatory Features and Improve Glycemic Control in Nonobese Diabetic Goto-Kakizaki Rats pode ser lido em: www.mdpi.com/2072-6643/16/23/4106.

 


Maria Fernanda Ziegler
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/consumo-de-omega-3-atenua-resistencia-a-insulina-em-animais-nao-obesos-aponta-estudo/53866

 

Câmara aprova legislação histórica para proteção de animais em situações de desastre

Projeto de Lei 2950/2019 representa um marco histórico para a proteção animal no Brasil, sendo a primeira a abordar especificamente o resgate e cuidado de animais em situações de emergência

 

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2950/2019, de autoria do Senador Wellington Fagundes (PL-MT), que estabelece normas gerais de proteção aos animais em situação de desastre. O projeto de lei, que retornou para o Senado Federal em última votação, representa um marco histórico para a proteção animal no Brasil, sendo a primeira a abordar especificamente o resgate e cuidado de animais em situações de emergência. 

O projeto institui a Política de Acolhimento e Manejo de Animais Resgatados (AMAR), que inclui pela primeira vez eventos climáticos extremos em seu escopo, uma atualização crucial considerando os recentes desastres naturais que afetaram o país. Na última emergência climática no Rio Grande do Sul, por exemplo, mais de 12 mil animais domésticos precisaram ser resgatados, além de aproximadamente 13 mil suínos que perderam suas vidas. 

"A aprovação deste projeto é um grande passo para a sociedade civil. Pela primeira vez, temos uma legislação que não apenas reconhece o papel fundamental das organizações de proteção animal, mas também estabelece responsabilidades claras para estados, municípios e empresas no cuidado com a fauna, tradicionalmente invisibilizada em situações de desastre. Com a aprovação na Câmara, estamos mais próximos de transformar essa proteção em lei", destaca Natália Figueiredo, Gerente de Políticas Públicas na Proteção Animal Mundial, organização que contribuiu tecnicamente com o projeto.

 

PRINCIPAIS MUDANÇAS: 

- Estabelece a participação formal da sociedade civil e ONGs nas operações de resgate

- Cria um sistema de dados transparente sobre animais resgatados em desastres

- Determina a elaboração de planos de contingência específicos para animais de produção

- Inclui a proteção animal na Política Nacional de Segurança de Barragens

- Define protocolos para resgate, acolhimento e manejo de animais em situações de emergência 

A nova lei também prevê a tipificação de crimes de maus-tratos a animais relacionados à ocorrência de desastres e altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998) para incluir estas situações específicas. 

"É uma aprovação histórica e um primeiro passo para a causa animal. Pela primeira vez na história as empresas serão responsabilizadas pelos danos aos animais", afirma o deputado Marcelo Queiroz, relator do projeto na Câmara, destacando o caráter inovador da lei que agora responsabiliza diretamente o setor privado pela vida dos animais em situações de emergência, afirma o relator na Câmara dos Deputados, Marcelo Queiroz (PP/RJ). 

A aprovação desta lei coloca o Brasil na vanguarda da proteção animal em situações de desastre na América Latina, estabelecendo um precedente importante para outros países da região.



Dicas e receitas práticas e rápidas para manter os pets hidratados

Incluir alimentos úmidos na rotina de cães e gatos é uma forma divertida e saborosa de contribuir para o consumo de água

 

O mês de janeiro de 2025 bateu um recorde e foi o mais quente da história da humanidade desde o século XIX, chegando a subir 1,75°C, segundo o observatório europeu. O índice é um alerta para as mudanças climáticas, que mantêm o planeta há mais de 18 meses sob calor acima da normalidade. 

Com isso, umas das principais preocupações dos tutores é com a hidratação de cães e gatos, principalmente para evitar desidratação e garantir que o pet receba uma nutrição adequada mesmo podendo ter uma redução do apetite devido às altas temperaturas. Mas fazê-los aumentar o consumo de água nem sempre é tarefa simples. Por isso, incluir alimentos úmidos, como os sachês ou patês, de alta qualidade e com alto teor de água, pode ser uma forma eficiente de contribuir com esse consumo, além de ser altamente saboroso até para os paladares mais exigentes.


E, que tal, oferecer essa experiência de forma criativa e mais atrativa para os pets? A médica-veterinária de GranPlus, marca Premium Especial da BRF Pet, Mayara Andrade, recomenda três maneiras práticas e divertidas para aumentar o consumo de água dos animais neste período mais quente usando a alimentação:

 

Picolé de Sachê   

“Uma das opções mais práticas são os sachês ou patês congelados. Uma receita simples é o picolé feito de sachê: para fazer, o tutor deve colocar o sachê em uma forminha de picolé junto com um palito, de preferência de plástico para não machucar o pet. Em seguida, basta deixar no congelador por cerca de duas horas. Depois, é só oferecer esse petisco saboroso para o cão ou gato", explica Mayara.  

Segundo a profissional, os sachês são utilizados porque podem chegar a 80% ou mais de água, por isso, a alimentação também pode ser usada como uma fonte de água, além do consumo espontâneo. 

“É importante optar sempre por sachês com alto teor de água, justamente para auxiliar tutores que lidam com os desafios de hidratar seus pets de maneira adequada", completa ela. 

 
Gelinhos saborizados

Outra receita prática que costuma agradar os pets, segundo a médica-veterinária, é o "gelinho saborizado": “Para fazer, basta colocar os sachês em forminhas de gelo, deixar congelar e colocar no pratinho de comida do pet. O tutor pode deixá-lo lamber o quanto quiser. Além de contribuir com o consumo de água, é altamente saboroso até para os paladares mais exigentes. Os pets costumam adorar, principalmente em dias mais quentes", explica Mayara.  
 

Ainda segundo a profissional, a água também é um nutriente, e a falta dela pode ocasionar desde desidratação a problemas urinários, como cálculos, as famosas 'pedras' na bexiga.
 

Brincadeiras deliciosas 

“Uma maneira de entreter o pet e ainda contribuir para o seu consumo hídrico é oferecer os sachês ou patês com diversas brincadeiras. O tutor pode, por exemplo, colocar o patê em comedouros interativos ou dentro de brinquedos desenvolvidos para essa finalidade", orienta Mayara.   

Neste caso, ainda segundo a profissional, também pode ser interessante deixar o patê ou sachê na geladeira e entregar bem gelado dentro dos brinquedos. “A ideia é deixar o pet se lambuzar e se divertir da maneira mais deliciosa e saudável", acrescenta.  


Como oferecer mais água para o pet?

Além de reforçar a alimentação com ração úmida, a médica-veterinária recomenda que os tutores mantenham sempre água fresca e em abundância para os pets. Segundo Mayara Andrade, para estimular o consumo voluntário de água, o ideal é mantê-la à disposição do pet, em diversos potes espalhados pelos cômodos da casa, evitando, por exemplo, que animais mais sedentários não consumam água por terem que se locomover mais.
 
Outra orientação da especialista é adicionar cubos de gelo nos potes de água, o que pode ser uma maneira divertida e eficiente de estimular o consumo, principalmente de gatos, que são animais curiosos. “Para os felinos, fontes de água contínua podem ser uma boa opção, já que eles gostam de água corrente. Frutas e água flavorizada também podem ser opções atrativas", completa.


Pets ganham papel importante na preservação ambiental e ajudam a proteger a Amazônia

Cuidados sustentáveis com animais de estimação promovem conscientização ecológica

 

Os animais de estimação estão se tornando aliados importantes na preservação do meio ambiente. Com a adoção de práticas sustentáveis no cuidado diário com os pets, os tutores podem contribuir diretamente para a proteção de ecossistemas como a Amazônia, enquanto promovem o consumo responsável e reduzem o impacto ambiental de seus hábitos.

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o setor pet movimentou R$46,8 bilhões em 2023, registrando um crescimento de 11,6% em relação ao ano anterior. Esse crescimento acompanha uma conscientização maior sobre o impacto das escolhas cotidianas no meio ambiente. Os tutores estão buscando opções mais ecológicas, como brinquedos de materiais recicláveis e alimentos naturais.

Para Gilberto Novaes, fundador e CEO da Furest Pet, essa mudança de comportamento representa um avanço importante. “Quando os tutores optam por produtos sustentáveis, eles cuidam melhor dos seus animais e se tornam parte de um movimento mais amplo em defesa do meio ambiente. Pequenas ações no dia a dia têm o potencial de contribuir para a preservação de recursos naturais de forma concreta”, pontua.


Sustentabilidade no cuidado diário com pets

Incorporar práticas sustentáveis à rotina dos pets é uma forma acessível de reduzir o impacto ambiental. A escolha por produtos ecologicamente corretos são exemplos de como os cuidados com os animais podem ser mais responsáveis. A preferência por itens biodegradáveis, por exemplo, ajuda a evitar que embalagens plásticas acabem em aterros ou nos oceanos, enquanto os alimentos naturais reduzem o uso de ingredientes artificiais e contribuem para uma cadeia produtiva mais responsável com o meio ambiente.

Novaes explica que essas escolhas são fundamentais. “Muitos tutores ainda não se deram conta do impacto que hábitos simples podem ter. Optar por um brinquedo feito de materiais reciclados ou por uma embalagem compostável já é uma ação significativa em prol da sustentabilidade. Nossa responsabilidade como empresa é educar os consumidores sobre a importância dessas opções”, sinaliza Gilberto.


Iniciativas de preservação ambiental no setor pet

Empresas do setor pet estão cada vez mais interessadas em programas de compensação ambiental, buscando associar a venda de produtos a iniciativas de reflorestamento e recuperação ambiental. 

No entanto, a Furest Pet foi a primeira empresa a liderar essa iniciativa no mercado, destinando parte das vendas diretamente para projetos de plantio de árvores em áreas desmatadas em colaboração com ONGs parceiras. “Esse compromisso pioneiro reforça o nosso propósito de conscientizar os consumidores sobre o impacto de suas escolhas e promover ativamente a regeneração de ecossistemas ameaçados”, explica Novaes.

Foi assim que surgiu a Paws for the Forest, uma ação da Furest Pet que une pessoas e cães de 42 países a favor da Amazônia. Essa iniciativa global se tornou a primeira e maior do mundo pet na defesa do reflorestamento, mostrando que as ramificações de um compromisso mais sustentável não se definem por limites geográficos. Gilberto Novaes conta que, desde sua criação, o movimento já plantou mais de 175 mil sementes, resultando em mais de 50 mil árvores.

O empresário acredita que esse é o caminho para o futuro. “A biodiversidade da Amazônia é um tesouro inestimável. Cada vez mais, os tutores querem produtos que sejam benéficos para seus animais e para o planeta. Os produtos que trazem isso além do rótulo costumam estar mais alinhados com as prioridades de quem busca iniciativas sustentáveis”, analisa.

A Furest Pet ainda colabora com instituições que promovem a recuperação de áreas degradadas na Amazônia, reforçando a importância de iniciativas voltadas à preservação ambiental. “Queremos que nossos clientes se sintam parte desse movimento, mostrando que até o cuidado com os pets pode ter um propósito ambiental. Cada escolha faz diferença na construção do futuro”, afirma Novaes.


Conscientização ambiental através do vínculo com os pets

A conscientização pode ser promovida a partir de pequenas mudanças de hábito. Ao priorizar produtos sustentáveis e estimular passeios ao ar livre, os tutores também incentivam uma relação mais próxima com a natureza, reforçando o valor dos ecossistemas e fomentando uma visão mais responsável sobre o meio ambiente.

Novaes conclui que os pets podem, de fato, ser agentes de conscientização ecológica. “Cuidar dos animais de forma sustentável é, de certa forma, cuidar do meio ambiente. Ao adotar práticas responsáveis, os tutores criam uma cultura de respeito e proteção ambiental, essencial para preservar o planeta e nossos recursos naturais”, conclui.

 

 Gilberto Novaes - empreendedor brasileiro com uma ampla carreira internacional, liderando negócios que integram inovação e sustentabilidade. Como fundador da Furest Pet, ele criou uma marca de produtos para cães que alia suplementação de alta qualidade com um compromisso ambiental, plantando árvores na Floresta Amazônica a cada produto vendido. Além disso, Novaes é cofundador das marcas NutraBlast e Loyal, focadas em cuidados pessoais femininos, que ganharam destaque em grandes redes como Target e Walmart e as farmácias CVS nos Estados Unidos, além de serem best-sellers na Amazon dos EUA e Canadá. Sua visão empresarial busca sempre gerar valor ao consumidor e ao meio ambiente, promovendo soluções que impactam positivamente a sociedade e o planeta.

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