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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Universidade oferece atendimentos jurídicos gratuitos à população

Os serviços são voltados às ações cíveis e, principalmente, na área da família

O Escritório de Assistência Jurídica (EAJ) da Universidade UNIVERITAS/UNG recebe inscrições para atendimentos gratuitos e voltados para a esfera cível (família, sucessões, possessórias, despejo, juizado especial, solicitações de medicamentos de alto custo, creches e usucapiões).

O serviço é prestado para pessoas com renda de até três salários mínimos e que as ações sejam de competência da Comarca de Guarulhos. Para agendar visita ao escritório, o interessado deverá comparecer na Rua Soldado Claudovino Madalena dos Santos, 48, Centro, em Guarulhos, ou ligar para o telefone (11) 2464-1711. Os atendimentos agendados acontecem de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h. 

Todo o processo é realizado pelos estudantes do 7º ao 10º semestre do curso de Direito da UNIVERITAS/UNG, com acompanhamento de advogado devidamente inscrito na OAB e com experiência comprovada. "Por meio da prestação de serviço, os estudantes aprendem na prática a lidar com situações socioeconômicas extremas e a Universidade, por meio do Escritório de Assistência Jurídica, traz com facilidade ao interessado o acesso à Justiça, desde que comprove a necessidade financeira", aponta a coordenadora do curso de Direito da Universidade, Luciana Aparecida Guimarães.



Serviço:

Escritório de Assistência Jurídica (EAJ)
Rua: Soldado Claudovino Madalena dos Santos, 48, Centro - Guarulhos
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Telefone: (11) 2464-1711
Atendimento gratuito


Você não vende produtos ou serviços, você vende soluções!


Sabe quando você está em feiras ou em treinamentos e entra naquela roda, puxando um bom papo com colegas vendedores, e cada um falando do que vende, qual mercado atende e por aí vai a conversa, então foi justamente em um bate papo desses que tive esse insight.

Vendedores de sucesso não vendem produtos ou serviços, eles vendem as soluções ideais para os problemas de seus clientes através de seus produtos ou serviços. 

Consegue entender a diferença?

Vendedores que realmente tem sucesso em suas áreas conseguem entender de maneira detalhada quais são os desejos de seus clientes, como gostam de ser tratados, e dessa forma entendem como devem se posicionar de maneira assertiva para potencializar seus resultados e aumentar o seu número de fechamentos.

Quando o vendedor tem a capacidade consciente de mapear qual é o problema central que seu cliente tem, e para isso indica a solução ideal para esse problema através de seu produto ou serviço, esse vendedor automaticamente se transforma no parceiro ideal de negócios para que esse cliente cresça.

Vendedores que ainda estão vivendo nos anos 80, ou que não tem a experiência necessária para chegar ao topo ainda ficam presos em informações técnicas ou características físicas do produto, como se isso fosse algum tipo de diferencial.
Nos meus treinamentos eu costumo chamar esses profissionais de panfletos falantes, e consigo saber com apenas uma pergunta se esse profissional consegue vender soluções para seus clientes. A pergunta é a seguinte:

O que você sabe sobre seu produto/serviço que seu cliente não sabe?

Muitos ficam confusos e voltam a falar sobre as caraterísticas técnicas ou físicas do que estão vendendo, e eu digo, isso o cliente pode descobrir olhando seu site por 5 minutos ou lendo um panfleto explicativo, agora me diz, qual a informação que você tem que só você sabe para fechar esse negócio?

Se por acaso você não conseguiu responder as perguntas acima, posso te afirmar que deveríamos nos encontrar nos próximos treinamentos.






Vinicius Lopes - Treinador Comportamental, Master Coach e seus treinamentos e workshops tem como principais públicos-alvo vendedores, líderes e gestores, inteligência emocional, empreendedores e motivacional.
Instagram: vinicius.lopesr


Sobre o poder de barrar os crimes ambientais a partir das nossas escolhas


Todas as atividades humanas são responsáveis por modificar o meio ambiente, gerar resíduos e causar impactos. Com odesenvolvimento industrial e a inserção de materiais sintéticos, o problema do descarte aumenta vertiginosamente por meio dos diversos processos produtivos. À medida que caminhamos para uma realidade tecnológica, criamos por outro lado, problemas que ainda não somos capazes de resolver.

Extrair recursos naturais, utilizá-los como matérias-primas, produzir bens de consumo e ofertar serviços são as atividades humanas necessárias para que as nossas demandas diárias como alimentação, abrigo e transporte sejam atendidas. Pensemos, por exemplo, em nossos inseparáveis smartphones. Para chegarem até as nossas mãos, demandaram muitos processos físicos e químicos transformando o minério e o petróleo, disponíveis na natureza, nesse equipamento multitarefas. É muito raro que alguém se pergunte em quais condições essas transformações ocorreram, fortalecendo o senso comum de que os nossos bens já “nasceram” nas prateleirasdas lojas e supermercados. Quando não temos a real consciência de quais foram as condições produtivas que geraram os nossos bens, favorecemos o consumismo e dificultamos ainda mais a solução para o problema dos resíduos.

Retomando o exemplo do smartphone, o principal processo produtivo para a fabricação dos componentes é a mineração, uma das atividades potencialmente poluidoras de acordo com a Resolução n. 001 de 23 de janeiro de 1986 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), que estabelece as diretrizes para as avaliações de impactos ambientais. Portanto, quando você segura um aparelho desses em suas mãos deve ter a consciência de que ele produziu rejeitos de mineração estocados nas mais variadas condições no Brasil e no mundo. Outra questão importante, e que na maioria das vezes nem refletimos a respeito, refere-se às condições nas quais os trabalhadores estão submetidos para fabricar componentes que darão origem aos equipamentos que compramos. Apesar da legislação relativa a segurança dos trabalhadores ter se desenvolvido muito, a realidade é que ainda há muitas pessoas expostas a componentes químicos tóxicos, afetando a saúde e a qualidade de vida. A situação é ainda mais dramática quando consideramos que trabalhar nestas condições é a única forma de prover uma vida digna para a família.

Infelizmente quando compramos um produto, compramos também degradação ambiental, contaminação de trabalhadores, diminuição da qualidade de vida. Pensar na questão ambiental envolve esses e muitos outros aspectos, que estão ocultos quando apenas compramos bens e serviços sem pensar no que está envolvido. Neste contexto está o nosso poder transformador, ou seja, apartir da busca por informações sobre os produtos e os serviços, cobrar das empresas quais ações elas desenvolvem para minimizar osimpactos que causam. É preciso entender que os recursos naturais também são nossos e somente quando assumirmos as nossasresponsabilidades como os donos, grande parte dos danos ambientais da atualidade serão minimizados.

Todo esse contexto que discutimos até aqui ficou bastante evidente em razão do rompimento da barragem de rejeitos na cidade de Brumadinho (MG). Danos ambientais, sociais e econômicos dessa natureza devem nos levar a profundas reflexões sobre a nossa atual forma de vida, ou o que de fato necessitamos para ter uma vida feliz e saudável. Precisamos pagar com vidas a nossa compra do equipamento da moda? De quem é a responsabilidade quando há contaminação ambiental, em recursos que pertencem a toda a humanidade? Estamos dispostos a beber uma água contaminada, respirar um ar poluído e ter alimentos impregnados com substâncias cancerígenas em nome de um pseudodesenvolvimento, insistentemente difundido como a única alternativa por grandes corporações que visam somente a lucratividade?

O poder de transformação está em nossas escolhas de consumo, sejamos então consumidores críticos, fiscalizando a conduta de empreendimentos poluidores e usando uma ferramenta importante na diminuição dos crimes ambientais: não consumir de empresas que não estejam engajadas com as questões ambientais. Não há mais como admitir que em nome de lucros imediatos, os cuidados como meio ambiente, com aspectos sociais e de saúde sejam negligenciados.



Augusto Lima da Silveira – Coordenador do Curso Superior Tecnologia em Saneamento Ambiental na modalidade EAD do Centro Universitário Internacional Uninter.


Rodrigo Berté – Diretor da Escola Superior de Saúde, Biociências, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter. É Pós-Doutor em Educação e Ciências Ambientais.

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