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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Corrupção x Brasil



                                                              
O jogo político não é diferente do futebol. Tem campeonatos municipal, estadual e federal. Congrega times, torcidas organizadas, cartolas e patrocinadores. Há venda de passes de atletas que, mesmo sendo adeptos de um time, jogam pelo outro em troca de vantagens. Muitas vezes, um jogador pode ser suspenso por indisciplina. Há também árbitro, auxiliares e, até mesmo, um tribunal específico para julgar e punir os que cometem faltas graves.

O público pode ser fiel a um determinado time, mas há registro de fanáticos por um craque que o acompanham na equipe em que estiver jogando. Lembram-se do Jânio Quadros, do Adhemar de Barros, do Paulo Maluf? E há, também, os que não jogam nada, mas são muito populares com a torcida, tipo o Tiririca.

Duas diferenças, entretanto, são gritantes. A primeira está no tempo da carreira profissional. No futebol, é curta; dura, no máximo, uns 20 anos. Já na política, o “atleta” pode superar os 60 anos de atividades ininterruptas. E, muitas vezes, ainda com uma tremenda “fome de bola”...

A outra diferença, esta substancial, é que na política os jogadores de cada um dos times são escolhidos pelas torcidas para disputar específicos campeonatos, que duram quatro ou oito anos. Já pensou você votar e eleger um centroavante, um meia, um goleiro. Pode até ser uma opção ideológica, escolher um lateral para a direita ou para a esquerda. Indecisos podem optar por um beque central, sem medo da pecha de estar “em cima do muro”.

Nosso país traz, no seu DNA, o gene da exceção. É uma coisa de origem. Desde a sua invasão e para sempre. Nada aqui foi, é ou será normal. Quando pequeno, já escutava as pessoas comentarem que, se o Vaticano ficasse no Brasil, convidariam o Papa para dar pontapé inicial em jogo de futebol. Quem sabe, até naqueles entre casados e solteiros de paróquia na periferia.

A única coisa definitiva no Brasil é que tudo é provisório. Desde as medidas governamentais, passando pelas contribuições tributárias, obras públicas, até, felizmente, os períodos de exercício do poder pelos políticos. Muitos deles, é verdade, tentaram ser eternos: Getúlio Vargas ou os militares do Golpe de 1964, por exemplo.

O time do “Mensalão” tinha pinta de campeão. Típico caso desses bem parecidos com o futebol: elenco, conhecimento e sorte de vencedores. Mas, pesavam sobre essa vitória previamente anunciada, dirigentes corruptos, decisões questionáveis no “tapetão”, patrocínios com origens estranhas, facilitações inesperadas em partidas contra adversários sem esperança etc. e tal.

Aquele campeonato terminou com derrota do time da casa, pois ocorreram apenas algumas punições, mas a “partida” seguiu sem impedimento ou qualquer substituição... Consequência: o resultado foi mais desfavorável ao povo brasileiro do que os 7x1 para a Alemanha na última Copa do Mundo.

Por outro lado, agora na disputa do “Petrolão”, o time do povo está virando o jogo. A torcida, que já havia se manifestado nas ruas no primeiro certame, agora, nas rodadas finais deste outro campeonato, está unida e vibrando diante da possibilidade de vitória do seu time. A pátria de chuteiras ainda acredita nas instituições, nos legítimos craques, nos dirigentes capazes e honestos, nos árbitros éticos. Tomara que o time do povo vença! Afinal, já faz bom tempo que não somos campeões...




RICARDO VIVEIROS - jornalista e escritor, é autor de “A vila que descobriu o Brasil” (Geração Editorial) e “Educação S.A.” (Pearson).

Portaria remota: alternativa segura e econômica para condomínios



Infelizmente, a crise tem afetado diretamente a arrecadação nos condomínios. Com o aumento do desemprego, muitos condôminos acabam simplesmente deixando de pagar essa conta. Com a inadimplência em alta, administradores e síndicos se veem obrigados a buscar alternativas para reduzir as despesas. A área de segurança, por ser vital, costuma ser a menos impactada pela redução de verbas. Mas, a boa notícia é que graças à tecnologia de portaria remota já é possível economizar também nesse setor sem abrir mão da qualidade.

Para isso, alguns critérios de segurança serão avaliados e devem ser melhorados, como a instalação de sistemas de comunicação mais modernos, câmeras de alta resolução e algumas alterações nos acessos, impactando em um investimento inicial que irá variar de condomínio para condomínio.

Com esse sistema implantado, a presença de porteiros é dispensada, proporcionando uma economia de até 50% do total gasto normalmente pelos condomínios. O custo do serviço é reduzido e a segurança é melhorada, uma vez que um profissional especializado estará em uma central de monitoramento que controla todos os acessos da portaria à distância. As ligações e imagens ficam gravadas, garantindo total registro e controle das entradas e saídas.

Os moradores passam a acessar diretamente o condomínio através de um dispositivo tag ou biométrico, quando estiverem a pé. O acesso dos veículos é acompanhado 24 horas e pode ser realizado por controle remoto ou tag. Em caso de alguma situação de risco, é possível ainda acionar um botão de pânico silencioso, avisando instantaneamente a central de monitoramento sobre pessoas ou movimentos suspeitos. A distância e discrição do porteiro remoto acaba favorecendo a segurança em momentos de vulnerabilidade.

Para os visitantes, o conforto é o mesmo. Ao chegar ao condomínio e tocar o interfone, um sinal é enviado à central de monitoramento. O porteiro remoto faz o atendimento, acompanhando tudo pelas câmeras. O morador é avisado da visita para que autorize ou não a entrada. Há inclusive a opção de contatar o morador que não esteja presente no condomínio. Por meio do celular, o condômino é avisado sobre a presença de um visitante. 

Além da redução de custo com a portaria, o condomínio reduz drasticamente despesas com processos trabalhistas e manutenção de câmeras e interfones. Caso o condomínio não queira dispensar totalmente o serviço de um porteiro, pode optar pela portaria remota apenas no período noturno, quando o fluxo de entrada e saída é menor. Cabe destacar ainda que a solução é funcional para prédios com até 80 apartamentos, promovendo muita economia e melhorando a segurança.


Perseu Iuata Costa - especialista em segurança e sócio fundador da Japan Security, empresa com quase 20 anos de atuação no setor.

Estudantes treinam o cérebro para o vestibular



 
O segredo para se dar bem na prova é treinar a inteligência: atenção, memória e raciocínio lógico podem garantir bom desempenho na prova




Todos os anos, milhares de alunos dedicam horas estudando para realizar um sonho em comum: entrar na universidade. Exercícios preparatórias como simulados e revisões são regras básicas para enfrentar a prova. Mas o que muitos estudantes estão fazendo agora para conquistar um diferencial é treinar o cérebro.

Passa na frente aquele que consegue raciocinar rápido, para terminar a prova no tempo estipulado; aquele que consegue se concentrar em meio à sala lotada de concorrentes; aquele que consegue acessar as informações na memória diante do nervosismo da situação. E quem pensa melhor é quem faz exercícios para o cérebro.

“A ginástica cerebral é toda atividade baseada em novidade, variedade e desafio crescente. Sua prática fortalece as ligações entre os neurônios e melhora habilidades como memória, concentração, criatividade e raciocínio”, explica brevemente Solange Jacob, mestranda em Processos Cognitivos pela Universidade de Validolid, na Espanha e Diretora Pedagógica Nacional do SUPERA

As habilidades desenvolvidas pelo curso do SUPERA dão o suporte ao aluno que precisa estudar diariamente muitas disciplinas, decorar conceitos e fórmulas e resolver grande volume de exercícios.

Prova disso é a aluna Rebeca Accioly, de 17 anos, que treina o cérebro no SUPERA Recreio, no Rio de Janeiro (RJ). Ela sabe que, para conquistar a vaga dos sonhos na faculdade de Direito, é preciso ter muito foco.

“Antes de começar a fazer ginástica para o cérebro, eu enfrentava muitas dificuldades com matemática. Hoje, com a prática do ábaco, meu raciocínio lógico melhorou bastante. Quando vou resolver um problema, penso em vários caminhos diferentes que antes eu não pensava”, declara a estudante que faz o curso há cinco meses.

Ela sofre de déficit de atenção e inicialmente se consultou com um neuropsicólogo que indicou cursos para potencializar o desempenho cerebral.

“Comecei a fazer um curso pela internet, mas não ajudou muito. Aí minha mãe descobriu o SUPERA, fiz uma aula experimental e me apaixonei. Hoje está fazendo muita diferença na minha vida”, comenta Rebeca.

Assim como ela, o aluno Igor Ferreira, de 18 anos, também está se preparando para conquistar a tão almejada vaga em uma faculdade. Ele quer ser engenheiro. Para potencializar os resultados nos estudos, ele começou a praticar ginástica cerebral na unidade SUPERA Brigadeiro, em São Paulo (SP).

Igor também elege o ábaco como principal aliado nos estudos. Ele afirma que a ferramenta exige concentração total, e por isso, hoje consegue focar melhor a sua atenção quando está estudando para as provas.

Além disso, o ábaco o ajudou a desenvolver a habilidade de fazer cálculos mentais. O que, segundo ele, representa uma grande vantagem, pela agilidade na resolução dos exercícios.

Para a estudante Paula Fernanda Passinho, de São José dos Campos (SP), os jogos pedagógicos auxiliam tanto nas atividades do dia a dia, quanto na concentração necessária na hora do aprendizado.

“O que faz com que eu ganhe tempo nas provas. Ao ler textos, assimilo e leio com mais facilidade, na hora de interpretar não preciso voltar a ler o mesmo texto várias vezes, pois além de ler mais rápido consigo lembrar as informações mais importantes”, conta.

De acordo com Solange, o aprendizado estimula diversas áreas do cérebro e, por isso, deve estar preparado para receber a sobrecarga de informações que os estudos exigem.

“Para aprender, são necessárias inúmeras conexões neurais em que o cérebro funciona como uma orquestra para acessar a informação que é estocada em múltiplas áreas. A aprendizagem é mente e corpo: movimento, alimentação, ciclos de atenção e aprendizagem construída quimicamente por meio da plasticidade cerebral (a capacidade do cérebro de modificar seu funcionamento, se reorganizar estruturalmente e se adaptar em resposta à experiência e a estímulos repetidos)”, diz a especialista.



Desafie seu cérebro

Encontre a solução destes dois desafios e descubra se o seu cérebro está preparado para a maratona de provas:

1 - Uma equipe de pedreiros trocou o piso de um escritório em 3 dias de trabalho. No primeiro dia, em 6 horas de trabalho, a equipe trocou 45% do piso. No segundo dia, a jornada de trabalho foi de 4 horas. Nessa situação, assumindo que a equipe trabalhou sempre no mesmo ritmo, julgue os itens que se seguem.

A) No segundo dia de trabalho, a equipe trocou 25% do piso.

B) No terceiro dia, a jornada de trabalho foi inferior a 3 horas.

Confira a resposta deste desafio aqui



2 - Na sequência numérica 11, 12, 16, 25, 41, X, qual o valor de X?

a) 66    b) 62

c) 60    d) 58

e) 56

Na sequência numérica 11, 12, 16, 25, 41, X, qual o valor de X?
  1. a) 66
  2. b) 62
  3. c) 60
  4. d) 58
  5. e) 56

Fonte: (CESPE)


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