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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Fechamento da Paulista terá chegada do Papai Noel e Parada Natalina





No domingo, dia 20, às 10h, a Avenida Paulista terá a chegada do Papai Noel, que virá exclusivamente para a Parada Natalina, promovida pelo Top Center Shopping. Haverá 25 personagens que seguirão sentido ao MASP, com interação ao público, levando a magia do Natal a todos os participantes

Quem estiver a passeio pela Avenida Paulista, no próximo dia 20 (domingo), poderá se divertir com a chegada do Papai Noel que virá exclusivamente para a Parada Natalina, que acontecerá durante o fechamento da via. A ação, promovida pelo Top Center Shopping, contará com 25 personagens que vão interagir com o público, levando a magia do Natal às crianças e a todo o público participante. A concentração será em frente ao Top Center Shopping, às 10h, e segue pela Paulista em direção ao MASP, com retorno ao Top Center, com duração prevista de 1h.
Serão distribuídos balões ao público e gorros do Papai Noel. Além disso, um carrinho em frente ao Shopping presenteará a garotada com pipoca e algodão doce.
Além do bom velhinho, a Parada Natalina terá Renas, Pinguins Mímicos, Soldadinhos de Chumbo, Rainha de Gelo, Patinadoras, Cozinheira de Biscoitos, Duendes, Bonecos e muita diversão.
O Top Center Shopping fica na Avenida Paulista, 854 - Bela Vista.

Limpeza de caixa d’água e desentupimento de calhas e pias são algumas das ações que podem ser realizadas para evitar a proliferação do Aedes aegypti





Além da dengue, o mosquito transmite o zika vírus, responsável pelos diversos casos de microcefalia em bebês da região Nordeste. Com a chegada do verão, época em que o número de casos aumenta, estar atento ao próprio quintal de casa é essencial para evitar contaminações. Cuidados com a caixa d’água, ralos, pias, calhas, além do controle de insetos são algumas das recomendações

Há poucos dias, a prefeitura da cidade de São Paulo comunicou a possibilidade de um surto de dengue em 2016. A gestão atual acredita que cerca de 200 mil casos podem ser registrados, o dobro de 2015. O cenário de São Paulo não é muito diferente ao de outras regiões. No Nordeste, por exemplo, já há um surto de doenças transmitidas pelo mesmo mosquito – o Aedes aegypti -, como o zika vírus, este relacionado aos casos de microcefalia em bebês da região (somente em Pernambuco foram registrados cerca de 500 casos).
As larvas do mosquito Aedes aegypti nascem e se criam em água parada. Portanto, evitar o acúmulo de água é essencial. O dono do imóvel deve estar atento aos riscos em sua próprios quintais e lajes, locais onde são encontrados 80% dos focos. Abaixo seguem algumas orientações da Roto-Rooter, rede internacional de desentupidoras:
- Desentupimento
Verificar locais obstruídos é um dos primeiros passos. Pias, ralos, tanques, colunas e calhas - todos suscetíveis a entupimentos - são presentes em quase todos os tipos de moradias. Isso quer dizer que qualquer casa, apartamento ou empresa corre riscos de acúmulo de água parada. As calhas, por exemplo, acumulam água da chuva, que por sua vez é limpa, o tipo de água que o mosquito prefere. “Com as tecnologias disponíveis no mercado, como é o caso dos equipamentos da Roto-Rooter, um profissional consegue desobstruir as passagem sem a necessidade de quebrar paredes e pisos,” completa.
- Limpeza e imunização de caixa d’água
A caixa d’água é um dos principais locais de proliferação do Aedes aegypti. Além de ser mantida constantemente fechada, recomenda-se a limpeza de pelo menos seis em seis meses. Além de prevenir a dengue, a vistoria evita outros problemas, como a possível ingestão de água contaminada e que pode causar viroses. A Roto-Rooter oferece também a imunização de caixa d’águas, processo que elimina de microrganismos que causam doenças, mantem a qualidade da água.
Medidas que devem ser tomadas ao limpar uma caixa d’água:
• Utilizar sapatos de borracha e luvas para prevenir contato direto com possíveis sujeiras;
• Fechar o registro da água e esvaziar a caixa d’água, deixando um pouco de água para usar na limpeza;
• Fechar o registro de saída e esfregar as paredes e fundo da caixa d’água com panos, sem usar detergente ou produtos químicos;
• Não utilizar escovas ou objetos cortantes para não danificar a caixa d’água;
• Abrir o registro de entrada e deixar encher a caixa d’água, em seguida adicionar um litro de água sanitária para cada mil litros de capacidade do reservatório e aguardar um período de duas horas;
• Após as duas horas, esvaziar o reservatório;
• Lavar bem a tampa antes de colocar sobre o reservatório, tampando adequadamente para evitar que insetos entrem nela, como o mosquito da dengue.
• Abrir novamente o registro de entrada de água;
• O ideal é que seja usada a primeira água após a limpeza da caixa d’água nas atividades domésticas.
- Dedetização
Dedetizar a casa é outra opção para se ver livre dos mosquitos. Existe um processo chamado desinsetização e controle de insetos que elimina mosquitos, além de formigas, carrapatos, caramujos e aranhas. A desinsetização é feita em algumas horas e indicada principalmente durante o verão, época em que há maior número de insetos, como é o caso do Aedes aegypti. A Roto-Rooter oferece o serviço para residências, condomínios e empresas.

Sete dúvidas das gestantes sobre o Zika vírus




A relação do Zika vírus com o recente aumento de casos de microcefalia congênita é uma preocupação comum entre as mulheres, em especial as gestantes. O Ministério da Saúde lançou ontem um protocolo de atendimento para mulheres em idade fértil e bebês com suspeita de microcefalia. Essas medidas visam antecipar o pré-natal das futuras grávidas para, assim, identificar eventuais suspeitas de má formação cerebral no primeiro trimestre gestacional, além disso o órgão irá prestar todos os cuidados às mães e bebês com este diagnóstico antes e depois do nascimento. Dr. Javier Miguelez, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, responde as dúvidas mais comuns das gestantes sobre como se proteger do Zika vírus:
1. Qual período da gestação é mais suscetível ao vírus?
Ainda não existem estudos científicos que comprovem o período gestacional de maior incidência do Zika vírus. Por analogia a outros vírus e casos de infecções congênitas em geral, acredita-se que o primeiro trimestre é o que apresenta mais riscos ao bebê. É neste período que o bebê está se formando e mais propenso aos agentes que causam má formação fetal, como radiação e alguns medicamentos.

2. Como a gestante pode se proteger do Zika vírus?
O primeiro passo é eliminar os possíveis focos do mosquito e evitar viajar para as áreas endêmicas neste momento. Recomenda-se o uso de repelentes (permitidos para grávidas) e priorizar o uso de calças e blusas de manga comprida para diminuir as áreas expostas do corpo. Instalação de telas protetoras em janelas e portas e mosquiteiros sobre a cama também são alternativas para se proteger do mosquito.

2. Qual é o repelente mais indicado para a gestante?
Atualmente o repelente mais utilizado é a base de “icaridina” (Exposis) devido ao maior intervalo de aplicação, que é de 10 horas. Os demais repelentes apresentam um intervalo de aplicação menor, dependendo do produto escolhido é importante repassá-lo a cada 6 horas ou a cada 2 horas.

3. É necessário tomar algum cuidado na aplicação do repelente?
O repelente deve ser usado somente nas áreas expostas e sobre as roupas. Importante aplicá-lo sempre por último, ou seja, por cima do hidratante, filtro solar ou maquiagem.

5. O medo da microcefalia levou muitas gestantes a repetir ultrassons de rotina. Refazer o exame é necessário?
A microcefalia (má formação cerebral) pode ser diagnosticada durante a gestação pelo ultrassom de rotina, por isso algumas grávidas estão repetindo o exame. No entanto, gestantes que não moram nas regiões endêmicas (áreas com alto índice de pessoas infectadas pelo Zika vírus e microcefalia), como, por exemplo, no Nordeste, não precisam repetir o exame sem necessidade. Recomenda-se sempre consultar o ginecologista e obstetra e avaliar em conjunto o melhor procedimento.

6. De que forma a microcefalia é diagnosticada no ultrassom?
A microcefalia é uma má formação cerebral que faz com bebês nasçam com a circunferência cerebral menor do que o esperado, geralmente inferior a 33 cm. O ultrassom permite identificar esta medida e se está ou não de acordo com o período gestacional. “A microcefalia também está associada a casos de má formação cerebral grave, ou seja, calcificações e dilatações importantes no cérebro, que também podem ser diagnosticados no ultrassom pré-natal”, diz Dr. Javier Miguelês

7. O exame de ultrassom traz algum risco para o bebê?
O ultrassom não é prejudicial para a saúde da mãe e do bebê, mesmo que realizado várias vezes.

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