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terça-feira, 13 de maio de 2025

Pesquisador do futuro é um profissional analítico e adaptável às transformações da Era Digital

Com uso de IA, pesquisador torna-se mais estratégico ao ter mais tempo para análises complexas e assertivas. O desafio é entender as nuances do uso das novas tecnologias e aplicá-las para entender melhor as razões e emoções humanas

 

O futuro da pesquisa de mercado já chegou — e ele é moldado por algoritmos, aprendizado contínuo e, sobretudo, pelas pessoas. É o que mostra o estudo “O Pesquisador de 2025: A Transformação Adaptativa da Pesquisa de Mercado com IA”, conduzido pela HSR Specialist Researchers, que revela as profundas mudanças que a inteligência artificial está promovendo no setor e destaca um novo perfil profissional: adaptativo, ético e tecnológico. “Desde o início, objetivamos entender o impacto da IA na realização das pesquisas, avaliar as prioridades e desafios organizacionais trazidos, bem como analisar a prontidão individual e as necessidades de desenvolvimento de habilidades dos profissionais”, explica Renato Trindade, CEO da HSR Specialist Researchers.

Para isso, a empresa — uma das principais especialistas independentes da América Latina — ouviu 86 profissionais atuantes em agências de pesquisa e áreas de análise de consumo de empresas de diversos setores. O levantamento revela que a IA já é uma prioridade nessas organizações, especialmente em aplicações como análise de dados (65%) e automação de processos internos (53%). É também usada para desenvolvimento de modelos personalizados de insights (39%) e criação de ferramentas de inteligência preditiva (36%). E os principais benefícios percebidos são aumento da eficiência, melhoria nas análises e fomento à inovação.

“Mais do que um desafio técnico, a IA representa um desafio adaptativo — conceito que exige líderes capazes de guiar mudanças profundas e contínuas. Isso implica promover aprendizado coletivo, lidar com resistências, garantir segurança psicológica e sustentar a transformação ao longo do tempo”, afirma Karina Milaré, sócia da HSR. Para ela, mais do que implementar ferramentas, é preciso ressignificar o papel da pesquisa de mercado dentro das empresas.


O novo papel do pesquisador com IA

De acordo com o estudo, o pesquisador do futuro assume funções como analista estratégico, curador de dados e facilitador da interação homem-máquina. Isso requer mais do que domínio técnico: exige sensibilidade para se comunicar com clareza, garantir o uso ético das tecnologias e atuar de forma cada vez mais integrada.

Hoje, os pesquisadores já demonstram interesse e boa receptividade em relação à adoção da IA alinhando-se à busca das empresas por maior eficiência e competitividade. No entanto, ainda há um caminho de adaptação a percorrer: apenas 17% dos entrevistados se sentem plenamente preparados para lidar com as transformações trazidas pela tecnologia. Outros 50% se consideram parcialmente prontos, 27% estão em processo de desenvolvimento e 6% reconhecem não estar preparados.

As principais dificuldades incluem a falta de conhecimento técnico aprofundado, desafios na aplicação prática da IA nos processos de pesquisa, interpretação de dados gerados e necessidade de adaptação a novos fluxos de trabalho. Para superar essas barreiras, 80% deles têm recorrido a estratégias de aprendizado autodirigido, como leitura, vídeos e experimentação prática, 66% a colaboração entre colegas, 49% a cursos online, 44% a participação em eventos e workshops e 10% a mentoria. “Habilidades como aprendizado contínuo e resiliência ganham relevância no contexto de rápida evolução tecnológica”, reforça Karina.

A percepção dos entrevistados é que entre as competências mais valorizadas para o futuro da profissão estão: análise de dados (60%), aprendizado contínuo e curiosidade (56%), storytelling com dados e comunicação (48%), resiliência e adaptabilidade (46%), alfabetização em IA (35%), consciência ética e pensamento crítico (21%), e empatia e escuta ativa (17%). “Portanto, o papel humano permanece central. A IA é uma aliada, não uma substituta, tanto é que 49% dos entrevistados demonstram insatisfação com a velocidade da adoção da IA em suas organizações. Isto porque embora as ferramentas estejam disponíveis, a transformação cultural e estrutural ainda precisa amadurecer”, ressalta Trindade.

Os participantes destacaram ainda que alguns desafios persistem na adoção da tecnologia como a escolha das ferramentas certas (70%), ausência de estratégias claras (55%), resistência à mudança (45%), falta de conhecimento técnico (45%), preocupações éticas (30%) e restrições orçamentárias (18%). Outros entraves são a necessidade de lidar com vieses algorítmicos (71%), adaptação a novos processos (61%) e resistência contínua à transformação (44%).

“A maioria dos profissionais demonstra um otimismo cauteloso: há confiança no potencial da IA, mas também consciência de que essa revolução exige preparo constante e grande capacidade de adaptação. Afinal, Novas soluções e ideias surgem todos os dias. Estar aberto a aprender e inovar é essencial”, destaca Trindade.


Uma metodologia inovadora: E-Talks.AI

O estudo utilizou uma abordagem inédita, a E-Talks.AI — ferramenta empática baseada em inteligência artificial, que combina análises qualitativas e quantitativas das respostas dos participantes. A amostra foi comporta por 86 profissionais ouvidos, dos quais 64% têm mais de 10 anos de experiência no mercado, 22% mais de cinco anos, 11% mais de dois anos, e apenas 6% atuam na área há menos tempo. Entre eles, 53% trabalham em empresas de pesquisa e 47% de áreas de Consumer Insights de empresas de diversos setores.

 

HSR Specialist Researchers


Flutuação em Bonito (MS): saiba qual o melhor rio para cada perfil de viagem

Divulgação/ Nascente Azul


Bonito, no Mato Grosso do Sul, é reconhecido como um dos melhores destinos do mundo para a prática de flutuação em águas cristalinas. Com diversas opções disponíveis, desde rios de nascentes até cavernas submersas, muitos viajantes ficam em dúvida sobre qual passeio escolher. 

Pensando nisso, a Acqua Viagens, agência especializada em ecoturismo na região, elaborou um guia detalhado para ajudar na decisão, considerando o perfil, a experiência desejada e as condições físicas de cada visitante.

Entre as flutuações mais procuradas estão as realizadas em nascentes, como Rio da Prata, Rio Sucuri e Nascente Azul. Esses passeios se destacam pela transparência das águas, profundidade reduzida e grande quantidade de peixes coloridos, proporcionando uma experiência visual impressionante. A época mais indicada para essas atividades é entre abril e outubro, quando o clima está mais ameno e as chuvas são menos frequentes, garantindo melhor visibilidade.

Para quem viaja com crianças, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida, algumas flutuações oferecem estrutura de apoio, como barcos que acompanham o trajeto. É o caso do Aquário Natural, Barra do Sucuri e Rio Sucuri, que permitem pausas durante o percurso, tornando a experiência mais confortável e segura. Já a Nascente Azul é uma boa opção para quem busca um passeio mais curto, com duração média de uma hora, além de incluir day use em um balneário com piscina natural e área de lazer.

Quem prefere aventuras mais intensas pode optar por flutuações em cavernas, como o Abismo Anhumas, que exige rapel para acesso, ou a Lagoa Misteriosa, uma dolina de águas profundas e tons azulados. Esses passeios são ideais para viajantes que buscam experiências únicas, mas exigem um pouco mais de preparo físico. A Gruta do Mimoso, por sua vez, é uma alternativa mais acessível dentro dessa categoria, com trajeto simplificado e duração média de uma hora e meia.

Para os que desejam combinar flutuação com outros atrativos, o Rio da Prata oferece um roteiro mais longo, com até três horas de atividade, e inclui almoço no pacote. Já a Nascente da Serra, localizada em Bodoquena, permite flutuar em dois rios diferentes e é indicada para quem quer diversificar o passeio.

A Acqua Viagens reforça que, independentemente da escolha, todas as flutuações em Bonito proporcionam cenários impressionantes, cada um com suas particularidades. A agência, que atua há oito anos no destino, oferece roteiros personalizados, alinhados às preferências e necessidades de cada viajante, sempre com foco no turismo sustentável e na valorização da natureza local.

Mais informações e dicas para planejar uma viagem para Bonito, podem ser encontradas no site www.acquaviagens.com.br


Trump como presidente do Brasil daria certo?


Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem causado mais polêmica do que o normal ao mexer em questões relacionadas à economia mundial sem qualquer aviso prévio, promovendo com bastante ênfase o seu ‘tarifaço’. Esse movimento consiste em aumentar as tarifas dos EUA sobre os preços de importação e está afetando centenas de países ao redor do mundo, incluindo o Brasil.

O comportamento do atual líder da maior potência do mundo divide opiniões e isso me faz questionar se Donald Trump, como presidente do Brasil, daria certo ou não, sendo necessário analisar o funcionamento das instituições, os valores políticos da população e como estilos de liderança se adaptam. Trump ficou conhecido por seu discurso populista, conservador e polarizador, mas será que seu perfil seria compatível com as dinâmicas e atribuições legais da presidência do nosso país?

A primeira barreira que ele enfrentaria seria a institucional, visto que o sistema político brasileiro é multipartidário, o que exige uma habilidade para dialogar com grupos diferentes. Trump tem governado com apoio de um sistema bipartidário relativamente estável, mas no Brasil, a sua dificuldade de articulação com os partidos provavelmente geraria crises constantes, como já se viu com outros presidentes de perfil mais centralizador.

Trump é um político que aposta no confronto e na polarização, se comunicando diretamente com seus apoiadores, desconsiderando instituições tradicionais da mídia e da política. A tendência é que esse estilo de governo não fosse muito bem aceito por uma parcela do eleitorado brasileiro. Além disso, a população espera que o governo atue em áreas como saúde, educação e programas sociais - temas que não são prioritários na agenda trumpista.

Quando voltamos para o tópico ‘economia’, precisamos deixar claro que Trump defende uma economia liberal, com foco na desregulamentação e cortes de impostos. No Brasil, esse modelo enfrentaria barreiras estruturais, como a desigualdade social e o sistema tributário complexo. Um presidente que minimize o papel do Estado dificilmente conseguiria apoio popular em um país onde a população depende de serviços públicos essenciais.

Mais um ponto de tensão seria a política externa. De modo contraditório ao liberalismo do corte de impostos, Trump adotou uma postura nacionalista, que é marcada por slogans como “America First” e “Make America Great Again”, onde tentar intervir na economia por meio das tarifas alfandegárias. Se essa lógica fosse aplicada ao Brasil, que busca alianças, provavelmente teríamos prejuízos nas relações com Mercosul, ONU e parceiros estratégicos. O nosso país poderia perder influência e acesso a acordos comerciais importantes.

No Brasil, medidas como o aumento de tarifas de importação encontram limites legais e institucionais significativos. Ainda que o presidente possa iniciar esse tipo de alteração por decreto, a decisão precisa passar por uma deliberação técnica da CAMEX (Câmara de Comércio Exterior), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e respeitar os compromissos firmados no âmbito do Mercosul. Além disso, alterações mais amplas podem demandar aprovação do Congresso.

Outra questão que me levou a refletir foi: se Trump tentasse impor essas tarifas como presidente do Brasil, por meio de uma Medida Provisória - será que teria sucesso? Nos Estados Unidos, ele conseguiu adotar medidas protecionistas quase de forma unilateral, graças a instrumentos legais como a Seção 232 (por motivos de segurança nacional) e a Seção 301 (em resposta a práticas desleais). Essas leis conferem ao presidente americano uma ampla margem de manobra para aumentar tarifas rapidamente, sem necessidade de aprovação prévia do Congresso. Trata-se de um modelo que concentra grande parte do poder de decisão comercial no Executivo, permitindo ações rápidas e diretas.

No Brasil, o caminho seria mais lento e travado. Uma Medida Provisória (MP), apesar de ser um instrumento com força de lei imediata, precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade. E no caso de políticas comerciais, como aumento de tarifas, o Executivo está vinculado à atuação da CAMEX e aos tratados internacionais, o que torna difícil sustentar mudanças radicais sem articulação política e respaldo técnico. Portanto, mesmo com a possibilidade de editar uma MP, a aplicação de medidas similares às de Trump dependeria de condições específicas e da cooperação de instâncias do governo.

Trago mais um exemplo: a política migratória. Nos Estados Unidos, o presidente pode emitir ordens executivas com efeitos imediatos. No entanto, medidas mais duradouras ou estruturais precisam, direta ou indiretamente, do aval do Congresso. Os EUA também são signatários de tratados internacionais, como a Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados, o que impõe barreiras legais à atuação do Executivo.

No Brasil, a lógica é parecida. A Lei de Migração (nº 13.445/2017) e seu decreto regulamentador (Decreto nº 9.199/2017) definem que qualquer mudança relevante nas regras de imigração deve passar pelo Congresso Nacional e respeitar os princípios constitucionais e os tratados internacionais ratificados pelo país.

Assim, mesmo com forte apoio popular, um presidente brasileiro não conseguiria, por conta própria, alterar profundamente a política de imigração ou impor barreiras comerciais sem enfrentar um processo legislativo formal e, muitas vezes, demorado. Isso mostra que, na prática, a governança por ordens executivas, como no modelo de Trump, não teria o mesmo alcance por aqui.

Embora o estilo combativo de Trump tenha conquistado parte do eleitorado americano, a estrutura política e institucional brasileira imporia limites substanciais à sua forma de governar. Suas estratégias dificilmente funcionariam no Brasil sem adaptações profundas - especialmente nas áreas econômica e comercial.

Por fim, embora existam diferenças nos instrumentos legais disponíveis para os presidentes dos dois países, ambos os sistemas exigem, em última instância, a mediação do Legislativo para mudanças duradouras. O grau de liberdade varia, mas a lógica democrática de contrapesos é comum aos dois. No Brasil, tentar implementar medidas no estilo trumpista esbarraria não apenas na lei, mas também nas expectativas sociais de um governo mais articulado, com processos burocráticos com mais etapas.



João Victorino - administrador de empresas, professor de MBA do Ibmec e educador financeiro. Com uma carreira bem-sucedida, busca contribuir para que as pessoas melhorem suas finanças e prosperem em seus projetos e carreiras. Para isso, idealizou e lidera o canal A Hora do Dinheiro com conteúdo gratuito e uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.

Desconto misterioso na aposentadoria? Entenda o esquema de descontos indevidos do INS

Jurista do CEUB afirma que falha no sistema pode gerar indenização por violar a LGPD. Veja como conferir se você foi lesado

 

A descoberta de esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que pode ter desviado até R$ 5,9 bilhões de 2019 a 2024, alerta para a segurança dos dados dos beneficiários. Daniella Torres, especialista em Direito Médico e Previdenciário do Centro Universitário de Brasília (CEUB), aponta falhas graves no processo e cobra, além da devolução dos valores, atenção para um ponto pouco comentado: a possível violação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

“Os dados dos aposentados foram acessados e usados sem consentimento. Isso é uma infração clara à LGPD, e o INSS pode, sim, ser responsabilizado”, destaca a jurista. Segundo ela, só é possível aplicar esse tipo de desconto diretamente na folha com acesso ao sistema interno e alguém de dentro do INSS precisou disponibilizar esses dados para as associações ou sindicatos fraudulentos. 

A especialista explica que o golpe funcionava de forma sutil, quando associações supostamente representativas dos aposentados eram formadas e, por meio de um esquema interno, passavam a aplicar descontos automáticos nos benefícios. De acordo com Daniella, os valores, geralmente baixos, entre R$ 20 e R$ 90, eram descontados mês a mês e a escolha por valores menores não era por acaso. “Muita gente nem percebe, especialmente idosos, que têm mais dificuldade de acompanhar os detalhes do extrato”, explica. 

Essas cobranças irregulares costumavam começar no mês de reajuste dos benefícios. “O aumento mascarava o desconto. O aposentado via que o valor subiu, mas não percebia que havia algo errado. Isso fazia com que a fraude passasse despercebida por meses ou anos.” Entre as medidas anunciadas pelo governo para contornar o problema, está a devolução de R$ 292,6 milhões, referentes aos descontos de abril, mesmo após o bloqueio oficial. “Os pagamentos devem acontecer entre 26 de maio e 6 de junho. Também foram adicionadas funções ao aplicativo meu INSS, permitindo que os beneficiários verifiquem e contestem descontos”, afirma. 

Diante das medidas emergenciais adotadas pelo executivo, Daniella indica a importância de conferir se o valor que está sendo devolvido é realmente o que foi descontado, sendo essencial procurar um profissional que saiba fazer esse cálculo corretamente. Ela reforça que, além do ressarcimento, os aposentados e pensionistas que foram lesados devem buscar reparação na Justiça. “Essas pessoas tiveram seus dados expostos, foram vítimas de um golpe e precisam ser indenizadas por isso”, acrescenta a jurista. 

 

Como verificar os descontos

Para verificar se há descontos indevidos, a docente do CEUB aponta o passo a passo:  

1. O beneficiário deve acessar o aplicativo “Meu INSS” fazer o login com CPF e senha. 

2. Acessar o extrato de pagamento do benefício e clicar sobre o número do benefício, seja aposentadoria ou pensão. 

3. Na tela, abaixo do valor recebido, estarão listados os descontos. 

4. Caso apareça algo como “desconto de associação” e o beneficiário não tenha autorizado, é sinal de alerta.

 

Quase 70% da GenZ quer o emprego dos sonhos, mas apenas 13% são comprometidos com a carreira


Último informativo da iHire entrevistou mais de mil jovens e 252 gestores, em mais de 57 segmentos.

 

A iHire, através da plataforma Qualtrics, informou que 69,3% da Geração Z admite ter um “emprego dos sonhos”. O último relatório ‘Gen Z in the Workforce’ entrevistou mais de mil jovens e 252 empregadores, em mais de 57 setores de trabalho diferentes.  

 

Compondo 27% da força de trabalho global, a GenZ está preocupando os contratantes locais. Somente em 2024, os gestores consultados pela iHire reportaram que apenas 13,5% da Geração Z é comprometida com a carreira, enquanto o “entendimento em tecnologia” beira os 71%. A pesquisa expôs outras características alarmantes: “inovadores” (30,2%), “colaborativos” (22,6%) e “hard working” (14,7%). 

 

Apelidados de ‘Zoomers’, a Geração Z é uma das mais disruptivas quando o assunto é trabalho. Enquanto as gerações anteriores (X, Y e boomers) buscavam “oportunidades de crescimento no quadro corporativo”, somente 31,9% da GenZ classifica esse tópico de “extrema importância”. Por outro lado, a “flexibilidade para equilibrar trabalho e vida pessoal” está à frente em seis posições – com 49,7%

 

O resultado da alta expectativa frente aos desafios corporativos é uma insatisfação massiva entre os nascidos de 1997 à 2012. Segundo o Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP), apenas 22% dos jovens estão satisfeitos com o trabalho, provocando uma busca massiva de 75% novas vagas de emprego em 2025. Para o diretor da TransiteVinicius Walsho ideal da  "profissão dos sonhos" contribuiu significativamente para a frustração da Geração Z.

 

“A GenZ criou uma expectativa irreal sobre o que é ‘trabalho’. Esses jovens cresceram consumindo conteúdos que romantizam a vida profissional, com promessas de liberdade, propósito e sucesso imediato. Nas redes sociais, proliferam histórias de carreiras perfeitas, empreendedores jovens e estilos de vida livres de frustrações. No entanto, quando esses jovens entram no mercado, se deparam com a rigidez de horários, cobranças por desempenho, chefes pouco empáticos e pouca flexibilidade. A desconexão entre o que esperavam e o que encontram na realidade resulta em insatisfação e, muitas vezes, em uma sensação precoce de fracasso”, explica. 

 

Especialista em transição de carreira, Vinicius relata que o conceito mítico do “emprego ideal” desconsidera a transformação contínua das novas gerações e do mercado de trabalho. “O que hoje parece ser um sonho, amanhã pode se tornar uma prisão”. Para o diretor, nenhuma profissão é isenta de rotinas difíceis, pressões ou fases de estagnação, no entanto, a Geração Z se sente pressionada a encontrar o trabalho perfeito rapidamente, e qualquer desconforto é interpretado como sinal de erro ou inadequação.


Prova disso é que 46% dos jovens têm medo de estarem presos a um trabalho que não gostam ou que não se sintam realizados, segundo dados da McCrindle. O infográfico ‘Generations Defined’ revela ainda que esse receio está entre o ‘top 3 principais temores’ das novas gerações. Para Vinicius, é possível — e necessário — ressignificar o conceito de realização profissional, mas ao invés de buscar um trabalho perfeito, a realização pode ser entendida como um processo contínuo de construção de significado, aprendizado e evolução pessoal. 

 

“Para não perdermos 27% da força global do trabalho, as empresas precisam investir em culturas mais flexíveis, com espaços de escuta, oportunidades reais de desenvolvimento e lideranças preparadas. É preciso abrir espaço para que esses profissionais assumam protagonismo sobre suas carreiras, mesmo em ambientes imperfeitos. Por outro lado, os próprios trabalhadores — especialmente os mais jovens — precisam rever suas expectativas e entender que frustração faz parte do processo de crescimento. Não existe realização sem desafios, e a carreira ideal é, na verdade, aquela que se transforma junto com o profissional. Realizar-se no trabalho não é encontrar um único destino, mas sim cultivar um caminho com propósito, aprendizado e resiliência” afirma. 


De acordo com o gestor da Transite, as empresas precisam ter cuidado para não desperdiçarem o potencial dos novos trabalhadores – e essas barreiras já são sentidas pela GenZ. Segundo a iHire, 34% da Geração Z acredita que os estereótipos negativos, difundidos entre gestores, impactam negativamente na aceitação dos jovens em novas carreiras. Temendo o desalinhamento do mercado de trabalho, Vinicius alerta para os cuidados em atrair e reter talentos daqui pra frente. 

 

Essa geração valoriza, acima de tudo, propósito, autonomia, bem-estar emocional e reconhecimento frequente. Ao mesmo tempo, muitas organizações ainda operam sob modelos hierárquicos tradicionais, com estruturas engessadas e lideranças pouco preparadas para oferecer feedbacks constantes ou escuta ativa. Outro obstáculo é a própria rigidez dos processos internos, que dificulta a personalização do desenvolvimento profissional. Além disso, existe uma pressão por resultados no curto prazo — típica do mundo corporativo — e o desejo dos jovens por experiências significativas e sustentáveis. Devemos ficar alertas. Empresas que não conseguem lidar com esse paradoxo sofrem com alta rotatividade, desengajamento e dificuldade em atrair e reter talentos”, conclui. 


Os Desafios Contábeis do Papa Leão XIV: Transparência, Fé e Prestação de Contas no Século XXI


Com a eleição do Papa Leão XIV, a Igreja Católica vive mais um marco histórico. A imprensa mundial foca nos posicionamentos teológicos, nas diretrizes sociais e nos simbolismos do novo pontífice. No entanto, há um campo tão desafiador quanto a missão espiritual: a gestão contábil, patrimonial e financeira da Santa Sé e é sobre ele que precisamos lançar luz. 

Liderar espiritualmente 1,3 bilhão de fiéis espalhados em todos os continentes já seria missão suficiente. Mas o novo papa também herda uma das estruturas organizacionais mais complexas e centenárias do mundo. O Vaticano não é apenas o menor Estado do planeta em extensão territorial, é também um centro de poder com investimentos financeiros, ativos imobiliários e operações globais em instituições educacionais, de saúde e beneficentes. Governar essa estrutura exige, além de fé, muita ciência contábil. 

1. A Igreja como um “conglomerado”: múltiplos centros de custo e receitas diversificadas

A Igreja Católica está presente em quase todos os países do mundo, com milhares de dioceses, paróquias, hospitais, universidades, escolas e organizações sociais. Em termos contábeis, trata-se de um modelo altamente descentralizado. Embora o Vaticano exerça autoridade espiritual sobre a Igreja global, ele não consolida automaticamente todos os seus ativos e resultados financeiros. 

Cada diocese é, na prática, uma entidade autônoma o que dificulta a padronização de práticas contábeis, o acompanhamento dos recursos e o combate a fraudes. O desafio do Papa Leão XIV será justamente estabelecer diretrizes contábeis globais, com critérios uniformes, auditorias frequentes e exigência de transparência nas prestações de contas locais, sob risco de perda de credibilidade. 

Além disso, as fontes de receita são extremamente variadas: vão desde doações e dízimos até aplicações financeiras, arrendamentos de imóveis e até direitos autorais. Gerir essas fontes exige uma contabilidade robusta, integrada e profissionalizada — algo que ainda está longe de ser a realidade em muitas regiões.

 

2. As reformas financeiras de Bento XVI e Francisco: avanços e entraves

Nos últimos anos, a Igreja passou por reformas estruturais visando maior transparência e controle financeiro. Ainda em 2010, sob o pontificado de Bento XVI, foi criada a Autoridade de Informação Financeira (AIF), com o objetivo de combater a lavagem de dinheiro dentro da estrutura do Vaticano. 

Já com o Papa Francisco, vieram medidas mais incisivas: a criação da Secretaria para a Economia, sob comando inicial do Cardeal George Pell, a implementação de auditorias independentes e a publicação periódica de demonstrações financeiras. Em 2021, por exemplo, o Vaticano divulgou um relatório patrimonial que mostrava uma queda de receitas, aumento de gastos e a necessidade urgente de reorganização dos investimentos. 

Contudo, apesar dos avanços, a resistência interna foi forte. Algumas ordens religiosas e cardeais influentes resistiram à fiscalização, dificultando a aplicação plena das reformas. O novo papa enfrentará a difícil tarefa de continuar esse processo de forma mais incisiva, combatendo privilégios e quebrando resistências políticas internas e isso exige não só fé, mas uma gestão com pulso firme e conhecimento técnico.

 

3. A contabilidade da fé: onde está o dinheiro dos fiéis?

Uma das perguntas que mais incomodam os fiéis é: “Para onde vai o dinheiro das doações?” O mundo contemporâneo exige prestação de contas clara e acessível algo que, durante séculos, a Igreja evitou. Em muitos países, inclusive o Brasil, a Igreja Católica é isenta de tributos como IRPJ e IPTU, e não está obrigada a publicar balanços consolidados, o que torna a fiscalização limitada. 

Esse cenário precisa mudar. O Papa Leão XIV tem a oportunidade de estabelecer um novo paradigma: contabilidade pública e acessível, relatórios anuais por região e a adoção voluntária de normas como as IFRS ou IPSAS. Não se trata apenas de agradar aos órgãos fiscalizadores, mas de reforçar a confiança do povo. Afinal, fé sem transparência pode se tornar abuso. 

Além disso, iniciativas como o “Óbolo de São Pedro”, tradicional arrecadação global para as obras do Vaticano, precisam de relatórios específicos e demonstrações de impacto, evitando escândalos como o uso desviado desses fundos para operações imobiliárias duvidosas em Londres, que vieram à tona em 2020.

 

4. A crise da sustentabilidade: quando a fé já não paga as contas

A realidade é dura: o modelo tradicional de financiamento da Igreja está sob risco. A diminuição do número de fiéis na Europa e na América do Norte, a queda nas doações presenciais e o envelhecimento do clero tornam o modelo atual insustentável em médio prazo. A digitalização dos serviços religiosos, como missas online até gerou uma aproximação com os jovens, mas não conseguiu converter audiência em recursos.

Aqui, o novo papa terá que pensar como um gestor contemporâneo: repensar o modelo de arrecadação, estimular o empreendedorismo social nas comunidades religiosas e, principalmente, profissionalizar a gestão patrimonial da Igreja. Ativos como imóveis ociosos, terras e até obras de arte precisam ser reavaliados dentro de uma lógica de governança, e não apenas como relíquias históricas. 

Por que não transformar esses ativos em fundos que financiem projetos sociais? Por que não adotar modelos de investimento com impacto, alinhando fé e ESG (Environmental, Social and Governance)? A contabilidade tem as ferramentas, o que falta, muitas vezes, é vontade política.

 

5. Uma nova cultura contábil: formar padres e gestores preparados

Por fim, não há como garantir boa gestão sem formação técnica adequada. A maioria dos padres, bispos e líderes religiosos não possui formação contábil ou financeira. O resultado disso é a má gestão involuntária, a falta de planejamento orçamentário e, em alguns casos, o endividamento de paróquias. 

É urgente que os seminários incorporem disciplinas de gestão financeira, contabilidade e administração eclesial. O Papa Leão XIV pode liderar esse movimento ao incentivar a criação de cursos, certificações e centros de formação voltados para a boa gestão da fé afinal, como diz a própria Escritura, “a quem muito foi dado, muito será exigido” (Lucas 12:48).

 

Uma Prestação de Contas com o Céu… e com a Terra

O desafio contábil do Papa Leão XIV é, na verdade, uma síntese dos tempos: vivemos a era da transparência, da cobrança por ética, do combate à corrupção e da exigência por dados claros. Se até mesmo os líderes da fé não forem capazes de prestar contas com responsabilidade, que esperança restará às demais instituições?

Cabe ao novo papa mostrar que espiritualidade e boa governança podem, e devem, caminhar lado a lado. E que, entre dogmas e planilhas, a contabilidade também é uma forma de servir à verdade. 

 



André Charone - contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA). É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e dezenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional. André lançou recentemente o livro 'A Verdade Sobre o Dinheiro: Lições de Finanças para o Seu Dia a Dia', um guia prático e acessível para quem deseja alcançar a estabilidade financeira sem fórmulas mágicas ou promessas de enriquecimento fácil. O livro está disponível em versão física pela Amazon e versão digital pelo Google Play.

Versão Física (Amazon): https://www.amazon.com.br/dp/6501162408/ref=sr_1_2?m=A2S15SF5QO6JFU

Versão Digital (Google Play): https://play.google.com/store/books/details?id=2y4mEQAAQBAJ

Instagram: @andrecharone

 

Projeto Sabor e Cultura abre inscrições para curso gratuito de gastronomia em São Paulo

Crédito: Divulgação
Com patrocínio do Instituto BRF, o Sabor e Cultura oferece formação em culinária tradicional paulista para pessoas em vulnerabilidade social, promovendo qualificação profissional e empregabilidade 


O programa Sabor e Cultura, que oferece cursos gratuitos de gastronomia, abriu as inscrições em 25 de abril para jovens e adultos a partir de 18 anos. Com foco na culinária tradicional paulista, o projeto promove a qualificação de novos profissionais e amplia as oportunidades no mercado de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Para participar, os interessados devem estar inscritos no CadÚnico e estar matriculados ou ter cursado o ensino regular em escola pública.  

Os alunos terão a oportunidade de aprender as técnicas da cozinha paulista, incluindo métodos para evitar desperdícios. Além disso, serão ensinados sobre a montagem e finalização de pratos, desenvolvimento de cardápios e terão experiência prática na cozinha tradicional, utilizando excelentes materiais e equipamentos disponíveis durante as aulas. 

Serão três ciclos de formação em 2025, com um total de 75 vagas, sendo o primeiro para 25 alunos com início em maio. O curso terá carga horária de 96 horas, com aulas presenciais no Centro Universitário Senac - Santo Amaro, em São Paulo (SP), de segunda a quinta-feira, das 14h às 17h30.

As inscrições estão abertas até 20 de maio, neste link. Os candidatos serão entrevistados no dia 21 de maio, e a lista dos selecionados será divulgada em 22 de maio. O curso será inaugurado oficialmente no dia 26 de maio.

Com realização da Coopcesp e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, por meio do Programa de Ação Cultural – ProAC, a iniciativa é patrocinada pelo Instituto BRF, organização social responsável por coordenar os investimentos e projetos de impacto social da BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo e dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, em parceria com o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), instituição brasileira de educação profissional voltada para o setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. 


Serviço

Sabor e Cultura – Curso gratuito de formação gastronômica
Inscrições: Até 20 de maio | Link para inscrições
Entrevista:  21 de maio
Divulgação dos selecionados: 22 de maio
Início das aulas: 26 de maio
Local: Centro Universitário Senac - Santo Amaro
End: Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823 - CEP 04696-000 - Santo Amaro, São Paulo - SP
Público: Jovens e adultos a partir de 18 anos
Vagas: 75 alunos
Turmas e horários: Segunda a quinta, das 14h às 17h30


Governo de São Paulo chega a 938 escolas climatizada

Educação de SP investe R$ 350 milhões no processo de climatização das escolas estaduais


O governo do Estado de São Paulo atingiu a marca de 938 escolas climatizadas na rede estadual de ensino, com salas de aula e administração com ar-condicionado. O número representa um aumento de mais do que 100 vezes de escolas que eram totalmente climatizadas. No início da gestão, em janeiro de 2023, eram nove unidades de ensino.

 

O avanço é reflexo de um projeto inédito de climatização das escolas estaduais, que visa melhorar as condições de ensino e proporcionar ambientes mais confortáveis para alunos e professores.

 

"Com a climatização, estamos não só melhorando o conforto, mas também promovendo melhores condições de aprendizado para nossos jovens", afirmou Renato Feder, titular da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP).

 

O projeto tem como meta atingir a climatização de 60% das unidades da rede até o início do ano letivo de 2027.

 

Já foram investidos aproximadamente R$ 350 milhões apenas na primeira etapa do programa de climatização das escolas, que abrange 1.056 unidades escolares.

 

A climatização das escolas tem se concentrado principalmente nas regiões mais quentes do estado, visando beneficiar as unidades escolares localizadas em áreas com maior demanda de refrigeração. 


A execução do projeto se dá em três etapas: a adaptação da infraestrutura elétrica das escolas, a instalação dos aparelhos de climatização e a ligação da energia por parte das concessionárias de energia elétrica.



ANIP apoia movimento Maio Amarelo com orientações sobre cuidados com pneus

Manutenção preventiva e inspeção diária garantem o bom funcionamento do pneu e prolongam a sua vida útil, reduzindo o risco de acidentes 

 

A Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) apoia a 12ª edição da campanha Maio Amarelo, voltada à promoção de segurança no trânsito. Neste ano, o movimento liderado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, tem como tema “Mobilidade Humana, Responsabilidade Humana”. Ao longo do mês serão realizadas diversas atividades para promover a conscientização de motoristas, pedestres e passageiros sobre a importância de respeitar as leis de trânsito e adotar medidas que contribuam para a redução de acidentes e mortes. 

Somente em 2024 mais de 6 mil pessoas morreram e cerca de 84 mil ficaram feridas em acidentes de trânsito nas estradas federais no Brasil, segundo dados do Anuário Estatístico da Polícia Rodoviária Federal (PRF). No estado de São Paulo, de acordo com dados do Infosiga, sistema de monitoramento de letalidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), foram cerca de 6,1 mil óbitos em acidentes de trânsito no ano passado. 

A ANIP reforça a importância do pneu como um componente essencial para a segurança no trânsito, sendo responsável por garantir a aderência ao solo, a estabilidade dos veículos e a eficácia das frenagens. Todos os produtos fabricados pela indústria pneumática instalada no Brasil contam com alta tecnologia e são atestados pelos órgãos de controle, como o Inmetro, garantindo eficiência, durabilidade e segurança aos consumidores.  

Para contribuir com um trânsito mais seguro, a ANIP reuniu dicas de cuidados com pneus para diversos tipos de veículos. Confira:

 

Pneus de passeio:  

- Ruídos e trepidações ao rodar podem indicar problemas nos pneus ou na suspensão. Ignorar esses sinais podem custar caro. 

- Evite impactos em meio-fio, buracos e valetas. Eles podem causar danos internos que não aparecem de imediato.  

- Se o volante vibra ou o carro puxa para o lado, pode ser falta de alinhamento e balanceamento. Manutenção preventiva é essencial. Além da segurança, você economiza no desgaste dos pneus.

 

Pneus de motocicleta:  

Verifique o desgaste dos desenhos da banda de rodagem. Isso pode comprometer a aderência, especialmente em pista molhada. 

- Rachaduras e bolhas são sinais de atenção e de que o pneu pode falhar a qualquer momento. Ao notar qualquer anormalidade, procure substituir o produto imediatamente. 

- Evite carregar mais peso do que o recomendado. Isso força a suspensão e os pneus, reduzindo a vida útil.

 

Pneus de veículos pesados: 

- Inspeção visual deve ser rotina em pneus de caminhões e ônibus. Longas jornadas exigem atenção especial na manutenção dos produtos.  

- Observe se há cortes, bolhas, desgaste irregular e objetos presos nos pneus. Quanto antes detectar alguma anormalidade, mais seguro é circular com o veículo. 

- Caminhões e ônibus exigem calibração adequada para cada eixo e carga. Verifique com frequência, de preferência a frio. 

- Alterne a posição dos pneus conforme o tipo de eixo e aplicação. Isso evita desgaste irregular e aumenta a vida útil dos produtos.

  

ANIP
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Vestibulares do meio do ano: como se preparar bem e aumentar as chances de aprovação

Especialista em educação dá dicas práticas para os estudantes que estão na reta final da preparação e querem conquistar uma vaga no ensino superior ainda em 2025

 

Com a aproximação dos vestibulares do meio do ano, muitos estudantes intensificam a rotina de estudos para conquistar uma vaga na universidade ainda em 2025. Esse período pode ser decisivo, principalmente para quem busca uma oportunidade antes do tradicional vestibular de fim de ano ou quer tentar instituições com entrada no segundo semestre.

 

Para ajudar os estudantes nesse momento, Mariana Bruno Chaves, pós-graduada em psicopedagogia e especialista em educação na rede Kumon, elenca estratégias importantes para potencializar os estudos e enfrentar as provas com mais segurança e eficiência.


 

Organização do tempo e criação de um cronograma


O primeiro passo é ter clareza sobre os conteúdos que precisam ser revisados e o tempo disponível até a prova. De acordo com Mariana, não adianta montar um plano de estudos que não se encaixe na rotina do estudante. É necessário ser realista, distribuir bem as matérias e reservar momentos específicos para revisão e realização de simulados.

 

Ela destaca que no vestibular de meio de ano o tempo de preparação é mais curto do que nos exames do fim do ano. Por isso, montar um cronograma objetivo, focado nas disciplinas com maior peso e nas áreas de maior dificuldade pessoal, é ainda mais importante.


 

Priorização da revisão ativa


Mais do que reler o material, o ideal é utilizar técnicas que estimulem a memorização e a compreensão aprofundada dos conteúdos. Métodos como resumos, mapas mentais e auto explicações são grandes aliados. “Quando o estudante consegue explicar os assuntos com suas próprias palavras e aplicá-los na prática por meio de exercícios, ele demonstra que realmente entendeu o conteúdo, e isso é essencial para ter segurança na hora da prova”, conta a especialista.

 

Mariana ainda ressalta que o Kumon incentiva esse tipo de autonomia e raciocínio estruturado entre seus alunos, justamente para que desenvolvam a capacidade de estudar de forma mais eficiente e independente, habilidades essenciais nesta reta final.


 

Utilização de simulados e provas anteriores


Resolver provas antigas dos vestibulares desejados é uma forma eficiente de fixar o conteúdo, entender o estilo e treinar a administração do tempo. Segundo a especialista, essa prática também contribui para reduzir a ansiedade no dia da prova, já que o estudante se sentirá mais familiarizado com o formato das questões.

Além disso, Mariana orienta que o aluno inclua pelo menos um simulado completo por semana na rotina de estudos, simulando o tempo real da prova para ganhar ritmo e resistência mental.

 


Cuidado com a saúde emocional e física


Mariana destaca que o bem-estar tem impacto direto no desempenho acadêmico. Dormir bem, manter uma alimentação equilibrada e reservar momentos de descanso são atitudes fundamentais nesse período. Cuidar do corpo e da mente deve fazer parte da rotina de preparação, tanto quanto os estudos.

 

A especialista lembra que estudar sem descanso pode prejudicar a concentração e a fixação dos conteúdos. Pausas estratégicas ao longo do dia, alimentação saudável e um sono de qualidade são tão importantes quanto o tempo dedicado aos livros.


 

Construção da confiança por meio da persistência


Por fim, Mariana reforça que a autoconfiança é fruto de uma preparação constante e disciplinada. Não existe fórmula mágica: a aprovação é resultado de esforço contínuo, organização e comprometimento com os objetivos. Acreditar no próprio potencial e manter a constância, mesmo diante dos desafios, é o que faz a diferença. “Quem consegue manter o foco, mesmo com um cronograma apertado como o do vestibular de meio de ano, já está dando um grande passo rumo à aprovação”, finaliza.

 

O Kumon, que atua com uma metodologia individualizada voltada para o desenvolvimento do potencial de cada aluno, pode ser um grande aliado nessa jornada, oferecendo mais disciplina, organização e autonomia, características cada vez mais valorizadas não só nas provas, mas também na vida universitária e profissional.

 

Para saber mais acesse: www.kumon.com.br


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