Pesquisar no Blog

quinta-feira, 13 de março de 2025

Programa de Concessões gera mais de 7,2 mil oportunidades de emprego no primeiro bimestre


Operador de pedágio, técnico de segurança, controlador rodoviário, motorista e eletricista foram algumas das vagas criadas no período

A execução de projetos de infraestrutura e os serviços de manutenção e operação das rodovias concedidas têm impacto significativo na geração de empregos. De janeiro a fevereiro de 2025, mais de 7,2 mil postos de trabalho (diretos e indiretos) foram criados ao longo da malha viária. Esses números são resultados de um levantamento realizado junto a 15 concessionárias.

 

Os profissionais contratados trabalham em uma variedade de projetos, incluindo recapeamento e duplicação de vias, construção de novos trechos, obras de arte especiais, faixas adicionais, contornos e prolongamentos. Além disso, também se dedicam à manutenção da operação viária e em atividades administrativas, garantindo a segurança dos motoristas, a fluidez do tráfego e um atendimento de qualidade ao usuário.

 

As oportunidades beneficiam trabalhadores de mais de 50 municípios ao longo dos trechos concedidos e incluem vagas de estágio, pedreiro, carpinteiro, serviços gerais, motorista de guincho, sinaleiro, apontador, operador de pedágio e tráfego, além de profissionais de nível técnico e superior, como técnico de segurança, analista de comunicação, assistente de contabilidade e administrativo, entre outras.

 

Gabriela Bezerra Sampaio trabalhava como instrutora na área da beleza em uma escola profissionalizante antes de ingressar na Concessionária Novo Litoral (CNL), que começou a operar em 1º de novembro do ano passado. Ela entrou na empresa como assistente de atendimento (0800) e foi promovida para operadora de Centro de Controle Operacional (CCO) em dezembro. 

 

“Tivemos um treinamento intenso durante os primeiros 20 dias. Depois, já no CCO, fui tendo autonomia para auxiliar os operadores em algumas funções. Nas horas livres, fazia mapeamentos do sistema para entender cada função do TOR (Terminal de Operações de Rodovia) e comecei a dar apoio para o CCO, quando recebi a notícia de que seria promovida”, comenta Gabriela. 

 

A nova concessão proporcionou oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional para Viviana Van Varemberg, também operadora de CCO na CNL. Conforme avalia, prestar atendimento com rapidez e segurança é fundamental para preservar vidas e oferecer serviço com qualidade. “Com planejamento, treinamentos e plano de ação, nosso objetivo é fazer o usuário sentir e saber que os recursos disponíveis estão ali para socorrer, auxiliar e amparar num momento delicado”, reforça.

 

As vagas geradas pelas concessionárias atendem, ainda, a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (8.213/91), garantindo a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. 


BOLETIM DAS RODOVIAS

Rodovias concedidas apresentam lentidão e congestionamento na manhã desta quinta-feira

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta quinta-feira (13).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - A Rodovia Anchieta (SP-150) apresenta lentidão no sentido capital entre o km 20 ao km 17 e do km 13 ao km 10, sentido litoral o motorista encontra lentidão do km 63 ao km 65. Já a Rodovia dos Imigrantes (SP-160) tem tráfego lento para quem segue sentido capital do km 20 ao km 14. No sentido litoral, o tráfego é normal.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330) registra pontos de lentidão no sentido capital entre o km 61 ao km 60, do km 25 ao km 21, do km 109 ao km 104 e congestionado do km 14 ao km 11+360, sentido interior, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, há lentidão do km 17 ao km 13+360, no sentido interior, o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego lento no sentido capital do km 36 ao km 34 e no sentido interior, tráfego normal na Rodovia Raposo Tavares (SP-270). Na Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, há lentidão do km 15 ao km 13+700, do km 19 ao km 16, pista marginal e expressa, e do km 32 ao km 24 por conta do excesso de veículos. No sentido interior, o tráfego é lento do km 22+500 ao km 23.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Há congestionamento do km 25 ao km 18 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Centro Universitário oferece psicoterapia gratuita a interessados de todo Brasil

As inscrições online vão até 24 de março
 

Os Grupos Reflexivos de psicoterapia gratuita do Centro Universitário IBMR estão com vagas abertas para o primeiro semestre de 2025. Há vagas para diversos perfis de atendimentos. A psicoterapia é realizada em grupo e online e vem proporcionando qualidade de vida e saúde mental para centenas de pessoas e grupos. 

Um deles é o Grupo de Apoio a Trabalhadores de Saúde (Gats), também do IBMR, que abre vagas gratuitas para psicoterapia online, para quaisquer profissionais de saúde das áreas públicas ou privadas. O outro grupo é aberto para pessoas a partir de 18 anos, no geral. 

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas até 24 de março de 2025, por meio do link: https://forms.gle/KDF59waPcumVwU1i8 (trabalhadores da saúde) e https://forms.gle/sKCLBhz5ib6Wwxxm8 (demais participantes do Grupo Reflexivo de Apoio Psicológico, o Grapsi). 

Os grupos de psicoterapia serão formados por 6 a 7 participantes. Os encontros acontecem online, semanalmente e têm duração de 1h30. Serão 8 semanas de encontros, entre os meses abril e maio de 2025. 

São bem-vindos profissionais de saúde, independentemente do gênero, que estejam na ativa em serviços públicos e privados como: maqueiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, cuidadores de idosos, enfermeiros, assistentes sociais, médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e, até mesmo, outros psicólogos, entre outros. 

Para os outros grupos, basta que os interessados tenham acima de 18 anos. Podem participar pessoas residentes em qualquer parte do Brasil.
 

Psicoterapia “não é luxo”

O projeto é voltado para a promoção da saúde mental e é organizado por estagiários que são estudantes do curso de Psicologia do IBMR, centro universitário integrante do Ecossistema Ânima, que possui três unidades no Rio de Janeiro: Barra, Catete e Botafogo. A Iniciativa faz parte dos Grupos Reflexivos, que reúne projetos de psicoterapia em diversos segmentos da sociedade, sempre gratuitos. 

Os Reflexivos são supervisionados pela psicóloga e professora das graduações do IBMR, Melissa de Oliveira Pereira. “A psicoterapia não é um luxo. É um respiro para qualquer pessoa. E o trabalho em saúde, tanto na área pública quanto privada, demanda dos profissionais não apenas o saber, o fazer técnico, mas, também, o reconhecimento de que o cuidado se realiza a partir do vínculo com os pacientes e as instituições”, explica. 

“Espaços compartilhados de saúde mental, como os Grupos Reflexivos e as terapias em grupo, favorecem as trocas de experiências e a construção conjunta de alternativas de cuidado individual e coletivo. Isso é fundamental para a construção do bem-estar pessoal e da qualidade do trabalho exercido”, ensina a professora do IBMR. 

Lembrando que, para garantir a ética e o sigilo nos grupos, não serão permitidas inscrições dos alunos de Psicologia do IBMR e seus familiares. Além disso, no horário do encontro, o participante precisa estar em local seguro e privativo, com câmera ligada, uso de fone de ouvido e áudio disponível. Não é permitida a participação em trânsito ou em espaço compartilhado com demais pessoas.


Serviço para inscrição na psicoterapia online para trabalhadores da saúde no IBMR

Links para inscrições até 24 de março de 2025

Trabalhadores da saúde: Link 

Demais participantes do Grapsi: Link 



Itapecerica Shopping realiza ações de conscientização sobre as doenças do Rim

Atividades serão realizadas nesta quinta-feira (dia 13 de março).


No Dia Mundial do Rim – comemorado nesta próxima quinta-feira, dia 13 de março – a prevenção e os cuidados com a saúde renal ganham destaque em todo o mundo. E para reforçar a importância desse órgão vital e alertar sobre doenças renais, o Itapecerica Shopping promove uma atividade especial no empreendimento.

A ação envolverá profissionais de diversas áreas da saúde, que estarão presentes no Shopping para esclarecer dúvidas, orientar sobre hábitos saudáveis e oferecer atendimentos gratuitos. Nutricionista, Psicólogo, Assistente Social, Enfermeiro e Fisioterapeuta estarão à disposição para conversar com os visitantes, fornecendo informações essenciais sobre prevenção, hidratação adequada, alimentação equilibrada e a importância da prática de atividades físicas.

As atividades serão desenvolvidas em parceria com a Clínica DaVita, das 10h às 14h, na Praça de Eventos.

“Essa iniciativa visa conscientizar a população sobre a importância do cuidado com os rins e incentivar a adoção de um estilo de vida mais saudável. O Itapecerica Shopping espera que a população participe e cuide cada vez mais da saúde e previna as doenças renais”, adianta Marcia Morelato Campioto, Coordenadora de Marketing do Itapecerica Shopping. 

 

Serviço

Dia Mundial do Rim no Itapecerica Shopping

Data: dia 13 de março de 2025.

Local: Praça de Eventos.

Horário: das 10h às 14h.

Endereço: rua XV de Novembro, 89 - Centro - Itapecerica da Serra – SP
Telefone: (11) 4668-9900

Site: www.itapecericashopping.com.br

Facebook: facebook.com/itapecericashopping

Instagram: @itapecericashopping

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 14h às 20h.


Eclipse da Lua de Sangue e Mercúrio Retrógrado: O céu de março promete impactos poderosos

Entre reviravoltas e reflexões, os próximos dias pedem cautela e ajustes na rota


Um dos fenômenos mais marcantes do ano, a Lua de Sangue, acontecerá na madrugada de 13 para 14 de março. Isso porque o Eclipse Lunar Total em Virgem tingirá o céu de vermelho, um espetáculo visível em todo o Brasil e carregado de significados sobre encerramentos e transformações. Apenas um dia depois, em 15 de março, Mercúrio retrógrado em Áries entra em cena, trazendo desafios para a comunicação e impulsionando reflexões antes de decisões importantes.

De acordo com o Astrolink, o eclipse, popularmente chamado de "Lua de Sangue", recebe esse nome devido ao tom avermelhado que a Lua adquire durante sua totalidade. Esse efeito ocorre porque, ao ser eclipsada pela sombra da Terra, a luz solar que atravessa a atmosfera terrestre sofre um fenômeno conhecido como dispersão de Rayleigh, que filtra as cores azul e verde e permite que apenas os tons avermelhados e alaranjados alcancem a superfície lunar.

A astróloga Giovanna Guarnieri, do Astrolink, explica que eclipses lunares representam fechamentos de ciclos e revelações importantes, sendo momentos propícios para mudanças que se desenvolvem nos meses seguintes. “Em Virgem, signo ligado à organização, à análise crítica e ao cuidado com a saúde, esse evento reforça a necessidade de ajustar hábitos, eliminar padrões desgastados e encontrar um equilíbrio entre vida prática e bem-estar emocional, diz.

Mercúrio Retrógrado em Áries chega para reforçar esse chamado de revisão, mas com um tom mais impulsivo e desafiador. Conhecido por sua pressa e instinto de ação, Áries encontra dificuldades naturais em períodos de retrogradação, que pedem cautela, reflexão e reavaliação de estratégias. Durante esse trânsito, que se estende até 7 de abril, será essencial evitar precipitações e repensar a forma como nos comunicamos e tomamos decisões, especialmente em momentos de tensão.

Com esses dois fenômenos ocorrendo praticamente ao mesmo tempo, a necessidade de ajustes pode ser necessária. O eclipse traz mudanças e viradas de chave, enquanto Mercúrio retrógrado sugere um freio para reavaliar antes de agir. O desafio será encontrar um equilíbrio entre a necessidade de transformação e o momento certo para colocar essas mudanças em prática.

Previsões para cada Ascendente: como esse período pode impactar sua vida?

Cada pessoa sentirá os efeitos do eclipse e da retrogradação de forma diferente, dependendo da área do mapa astral onde esses trânsitos ocorrem. Confira as principais tendências para cada Ascendente:

  • Ascendente em Áries: Revisão na forma como você se expressa e se apresenta ao mundo. Cuidado com impulsividade na comunicação.
  • Ascendente em Touro: Reflexões sobre espiritualidade, padrões do passado e dinâmicas de amizade.
  • Ascendente em Gêmeos: Ajustes em relações sociais e grupos. Amizades antigas podem reaparecer.
  • Ascendente em Câncer: Reavaliação de metas profissionais e trajetória de carreira. Evite tomar decisões definitivas.
  • Ascendente em Leão: Revisões em estudos, crenças e possíveis mudanças de planos de viagem. Atenção com mal-entendidos.
  • Ascendente em Virgem: Transformações financeiras e emocionais. Hora de deixar para trás padrões que não fazem mais sentido.
  • Ascendente em Libra: Reflexões sobre relacionamentos e parcerias. Comunicação clara será essencial.
  • Ascendente em Escorpião: Reestruturação da rotina e da saúde. Conflitos no ambiente de trabalho podem surgir.
  • Ascendente em Sagitário: Revisão de projetos criativos e expressão pessoal. Resgate de antigas paixões.
  • Ascendente em Capricórnio: Ajustes na vida familiar e no lar. Reflexões sobre vínculos e padrões ancestrais.
  • Ascendente em Aquário: Comunicação e aprendizado exigem mais clareza. Evite ruídos e distrações.
  • Ascendente em Peixes: Revisão financeira e de valores pessoais. Cautela com gastos impulsivos.


Um período para revisar, ajustar e planejar

O encontro entre o Eclipse Lunar em Virgem e Mercúrio Retrógrado em Áries cria um período de mudanças e reflexões profundas. É um momento de pausa estratégica, onde tentar forçar acontecimentos pode gerar mais obstáculos.

A melhor forma de atravessar esse período será com paciência, flexibilidade e disposição para revisões. Questões que surgirem agora tendem a se desenrolar nos próximos meses, e a forma como lidamos com os desafios desse período definirá muito do que está por vir.

Se o eclipse traz encerramentos e novas direções, Mercúrio retrógrado reforça a necessidade de pensar antes de agir. Em tempos de transição, a melhor estratégia é respeitar o ritmo do universo, aceitar os ajustes necessários e estar aberto às transformações que o destino colocar no caminho.

Os efeitos desses eventos astrológicos serão únicos para cada pessoa, pois tudo depende de qual área do Mapa Astral será ativada pelos trânsitos. Enquanto alguns sentirão mudanças nos relacionamentos, outros podem perceber impactos na carreira, família ou finanças. Para entender como essas energias vão se manifestar na sua vida, o ideal é analisar seu próprio mapa astral. No Astrolink, você pode conferir gratuitamente as influências planetárias e descobrir quais setores estarão mais movimentados neste período.

 

Astrolink


quarta-feira, 12 de março de 2025

Estoques do GSH Banco de Sangue sofrem queda preocupante


Após o período de Carnaval, o GSH Banco de Sangue de São Paulo enfrenta uma situação preocupante em seus estoques sanguíneos. Durante as festividades, as doações sofreram uma redução ainda maior, agravando um déficit de 50% que já persistia desde o início do ano.

“Com o período de férias, seguido do feriado prolongado de Carnaval, a situação se agravou, e, atualmente, nossa unidade vem recebendo cerca de 35 a 40 doações por dia, quando o ideal seriam 160 bolsas, diariamente, para atender com conforto às demandas dos hospitais”, explica Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue.

Os tipos sanguíneos mais críticos neste momento são O- e O+, devido à alta demanda em emergências e transfusões, uma vez que O- é o doador universal para pessoas com qualquer tipo sanguíneo, enquanto O+ também é muito utilizado pela sua versatilidade e compatibilidade com diversos pacientes, mantendo uma demanda constante.

No entanto, “todos os fatores Rh (positivo ou negativo) são fundamentais para garantir uma cobertura adequada e a eficácia no tratamento de pacientes que dependem dos hemocomponentes para se restabelecerem”, ressalta Janaína.

 

Como contribuir nesta campanha por mais doadores:

  • Dirija-se ao Banco de Sangue de São Paulo, faça sua doação de sangue e torne-se um doador regular.
  • Homens podem doar sangue a cada 60 dias, totalizando 4 doações num período de 12 meses. Já as mulheres podem doar a cada três meses, observando o máximo de 3 doações em 12 meses. Esses intervalos são definidos para garantir que os doadores mantenham uma boa saúde e níveis adequados de ferro e hemoglobina após as doações.
  • Incentive amigos e familiares a também se mobilizarem.
  • Compartilhe mensagens de incentivo à doação de sangue nas suas redes sociais e ajude a conscientizar mais pessoas sobre a importância desse gesto que salva vidas.

O GSH Banco de Sangue de São Paulo atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos domingos e feriados, na Rua Tomás Carvalhal, 711, no bairro Paraíso.


Serviço:

GSH Banco de Sangue de São Paulo
Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 – Paraíso
Tel.: (11) 3373-2000 / 3373-2001 e pelo WhatsApp (11) 99704-6527
Atendimento: Diariamente, inclusive aos finais de semana, das 7h às 18h. Estacionamento gratuito no local.


Surgimento de dores nas mãos em crianças e jovens pode estar relacionado ao uso excessivo de eletrônico

Uso de dispositivos eletrônicos desde cedo, e em excesso, pode estar associado
ao aumento de casos de dores nas mãos em crianças e jovens, condições
que são mais frequentemente observadas em adultos
Freepik

 

Embora condições sejam mais comuns em adultos, nos últimos 5 anos SUS registrou 10.688 atendimentos infantojuvenis; Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão alerta sobre a possível relação com o uso em excesso de celulares
 

Levantamento divulgado em fevereiro pelo Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade de Informação), a partir das bases de dados das pesquisas TIC Kids Online Brasil e TIC Domicílios, referentes ao período de 2015 a 2024, indicou um aumento significativo na quantidade de crianças de até 8 anos que possuem celular próprio e acesso à internet. 

Em 2015, a pesquisa mostrou que 3% das crianças de 0 a 2 anos tinham um celular, o que acontecia com 6% entre 3 e 5 anos e com 18% entre 6 e 8 anos. Atualmente, o cenário aponta que, entre os mais novos, 5% têm um dispositivo, o mesmo com 20% dos pequenos de 3 a 5 anos (mais que o triplo) e com 36% das crianças de 6 a 8 anos (o dobro). 

O uso de dispositivos eletrônicos desde cedo, e em excesso, pode estar associado ao aumento de casos de dores nas mãos em crianças e jovens, condições que são mais frequentemente observadas em adultos. Nos últimos cinco anos, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 10.688 atendimentos ambulatoriais na faixa etária dos 7 aos 17 anos com diagnóstico de tenossinovite e sinovite. O número de casos cresceu 32,3% entre 2020 e 2024, segundo dados do Sistema de Informações Ambulatoriais (SIASUS). Nesse período, o estado de São Paulo liderou os atendimentos, com 3.400 casos, seguido pelo Rio de Janeiro (1.591), Pará (1.245) e Minas Gerais (491). 

“O uso constante das mãos para digitar, rolar a tela ou segurar o celular pode, em algumas situações, contribuir para o surgimento de dores nas mãos, devido a sobrecarga das estruturas do sistema musculoesquelético. Sinais claros de inflamação nos tendões, músculos e estruturas periarticulares, não são comumente observados. Mas, eventualmente, podem estar presentes, resultando em variados graus de dificuldade de movimentação das mãos. Embora não haja comprovação científica robusta, o uso excessivo de dispositivos móveis é um possível fator de risco para as dores nas mãos”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM), Rui Barros. 

Dor ao mover os dedos, sensibilidade ao toque e inchaço, podem representar sintomas da tenossinovite. “Essa condição se manifesta através de dor, inchaço, rigidez articular e sensação de calor na região afetada”, fala o médico.
 

Dedo em gatilho 

Embora mais comum em adultos, o chamado ‘dedo em gatilho’ tem sido registrado em crianças e adolescentes. O número de atendimentos ambulatoriais no SUS, na faixa etária entre 7 e 17 anos, foi de 288 em 2020, manteve-se estável em 2021, subiu para 466 em 2022, 631 em 2023 e chegou a 566 em 2024, um crescimento de 96,5% no período. Nos últimos cinco anos, São Paulo registrou o maior número de casos (453), seguido por Rio de Janeiro (263) e Minas Gerais (252). “Movimentos repetitivos realizados durante a digitação ou navegação nas telas podem, em alguns casos, sobrecarregar os tendões das mãos, levando à dor e eventual inflamação”, comenta o médico. 

O especialista ressalta a importância de controlar o uso de dispositivos eletrônicos e incentivar a mudança de hábitos. “É importante estimular atividades que promovam o movimento natural das mãos, como esportes, brincadeiras ao ar livre e até mesmo a escrita manual, que exige uma variação maior dos movimentos”, pontua. “Precisamos alertar os pais sobre esses riscos. As mãos são essenciais para praticamente todas as atividades diárias, e lesões nessa região podem ter impactos duradouros. Criar hábitos saudáveis no uso da tecnologia agora pode evitar problemas futuros para essa geração”, conclui. 



SBCM - Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão
https://www.cirurgiadamao.org.br/

 

Tratar os distúrbios do sono é essencial para a saúde

Freepik

Na sexta-feira (14 de março), será celebrado o Dia Mundial do Sono, uma data que chama a atenção para a importância do sono. Assim como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios e a adoção de hábitos saudáveis, dormir bem é fundamental para a saúde e o bem-estar físico e mental. Uma noite tranquila de sono é reparadora, enquanto a privação do sono pode levar a quadros de ansiedade e depressão.

 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 45% da população mundial sofre com algum distúrbio do sono. No Brasil, um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em 2023 apontou que 72% dos brasileiros enfrentam esse problema. 

De acordo com o médico Thiago Brunelli, otorrinolaringologista do hospital Santa Casa de Mauá, é essencial dormir pelo menos oito horas por noite, pois é durante o repouso que o organismo se recupera, restaura suas funções, promove o reparo dos tecidos, o desenvolvimento muscular e a regulação do metabolismo e do sistema imunológico. 

“Entre os distúrbios do sono mais comuns estão o ronco e a apneia. O ronco ocorre devido à vibração das vias aéreas, causada pela obstrução parcial da passagem de ar. Já a apneia é uma obstrução mais grave, que dificulta a respiração. Vale destacar que quem tem apneia certamente ronca, mas nem todo roncador sofre de apneia”, explica o médico. 

Na apneia, os períodos em que a pessoa deixa de respirar impedem que ela atinja as fases mais profundas do sono, provocando despertares repentinos e engasgos durante a noite. Além do ronco, outros sintomas da apneia incluem dores de cabeça e garganta ao despertar, cansaço excessivo, sonolência diurna e olheiras. As consequências podem ser graves, aumentando os riscos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), infarto, perda de memória, hipertensão arterial e morte precoce. 

Algumas das principais causas da apneia incluem gripes e resfriados frequentes, desvio de septo e obesidade. Já o ronco pode estar relacionado à idade, ao consumo de álcool, ao cansaço excessivo, a problemas respiratórios e ao hábito de dormir de barriga para cima. 

O primeiro passo para o tratamento é diagnosticar corretamente o distúrbio e identificar sua causa. O tratamento pode envolver o uso de máscaras de oxigênio (CPAP) ou, em alguns casos, cirurgias para corrigir o estreitamento ou a obstrução das vias respiratórias. 

Além disso, algumas mudanças no estilo de vida podem contribuir para um sono mais reparador. Antes de dormir, é recomendável evitar a prática de atividades físicas intensas, o consumo de álcool e cafeína, o tabagismo e refeições pesadas. Também é importante eliminar luzes e ruídos do ambiente e manter uma rotina regular de horários para dormir e acordar. 

“Jamais se automedique ou utilize substâncias para dormir sem orientação médica. É fundamental investigar as causas que estão comprometendo a qualidade do sono”, alerta o especialista.

 


Hospital Santa Casa de Mauá
Avenida Dom José Gaspar, 1374 - Vila Assis – Mauá
fone (11) 2198-8300.

 

Retocolite Ulcerativa (RCU) ganha nova opção de tratamento no Brasil

Com a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento risanquizumabe torna-se nova opção terapêutica para o tratamento de adultos com RCU ativa moderada a grave 

 

No último mês de fevereiro, a Anvisa aprovou o medicamento risanquizumabe para o tratamento de pacientes adultos com retocolite ulcerativa (RCU) ativa moderada a grave. A aprovação da agência regulatória brasileira é apoiada por dados de dois estudos de fase 3: o ensaio de indução INSPIRE e o ensaio de manutenção COMMAND1

Em ambos os ensaios, risanquizumabe atingiu o desfecho primário de remissão clínica (de acordo com o Escore Adaptado de Mayo*) e desfechos secundários importantes, incluindo cicatrização da mucosa e cicatrização endoscópica histológica da mucosa1

A retocolite ulcerativa (RCU) é uma doença inflamatória intestinal (DII) que acomete a mucosa do cólon, no intestino grosso, ou no reto3,4. Os sinais e sintomas característicos da RCU incluem sangramento retal, dor abdominal, diarreia com sangue, urgência e incontinência fecal4. Estima-se que a retocolite ulcerativa afete 5 milhões de pessoas em todo o mundo - e a sua incidência está aumentando4

"A RCU é uma doença crônica, imprevisível e, em muitos casos, debilitante. As pessoas que convivem com essa condição precisam de um controle a curto e longo prazo da doença”, explica Fernando Mos, Diretor Médico da AbbVie Brasil. 

"Os pacientes tratados com risanquizumabe nos estudos clínicos INSPIRE e COMMAND apresentaram melhorias significativas na remissão clínica e na cicatrização da mucosa. Essas são descobertas importantes, pois a cicatrização da mucosa vai além do controle dos sintomas para a restauração do revestimento intestinal e está associada a melhores resultados a longo prazo. A aprovação de risanquizumabe para retocolite ulcerativa representa a possibilidade de uma nova opção de tratamento para ajudar os pacientes a atingirem suas metas de tratamento a longo prazo", completa Mos. 

Para a indicação de retocolite ulcerativa, a dose de indução recomendada de risanquizumabe é de 1.200 mg administrada por infusão intravenosa (IV) na semana 0, semana 4 e semana 8. A partir da 12ª semana, a dose de manutenção recomendada é de 180 mg, administrada por injeção subcutânea a cada 8 semanas².
 

Sobre os estudos INSPIRE e COMMAND¹ 

INSPIRE é um estudo de Fase 3 multicêntrico, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo que avalia a eficácia e a segurança do risanquizumabe 1.200 mg IV administrado nas semanas 0, 4 e 8 como terapia de indução em pacientes com RCU ativa moderada a grave¹. 

Os principais resultados do estudo foram compartilhados em março de 2023. Mais informações podem ser encontradas em www.clinicaltrials.gov (NCT03398148). 

O estudo COMMAND é um estudo de manutenção de Fase 3, multicêntrico, randomizado, duplo-cego e controlado, de 52 semanas, projetado para avaliar a eficácia e a segurança do risanquizumabe 180 mg ou 360 mg SC (subcutânea) em adultos com RCU moderada a grave. O objetivo do estudo de Fase 3 é avaliar a eficácia e a segurança do risanquizumabe 180 mg ou 360 mg como terapia de manutenção versus retirada do tratamento com risanquizumabe (controle) em pacientes com RCU ativa moderada a grave que apresentaram resposta clínica à indução com risanquizumabe IV no estudo INSPIRE¹. 

Os principais resultados deste estudo foram compartilhados em junho de 2023. Mais informações podem ser encontradas em Link (NCT03398135).
 

Sobre risanquizumabe 

Risanquizumabe é um medicamento inibidor da interleucina-23 (IL-23) e o seu funcionamento acontece a partir do bloqueio da proteína IL-23, por meio de sua subunidade p19, impedindo que a IL-23 ative o sistema imunológico de forma excessiva². 

Além de retocolite ulcerativa, atualmente, no Brasil, risanquizumabe está aprovado para o tratamento de artrite psoriásica, psoríase em placas e doença de Crohn². 
 

Sobre a AbbVie 

A missão da AbbVie é descobrir e fornecer medicamentos inovadores que solucionem as questões mais sérias de saúde de hoje e enfrentem os desafios médicos de amanhã. A companhia se empenha em causar um impacto notável na vida das pessoas em áreas terapêuticas chave: Imunologia, Oncologia, Neurociência, Oftalmologia, Virologia e Gastrenterologia, além dos serviços e produtos da Allergan Aesthetics, uma empresa AbbVie.

No Brasil, a AbbVie começou a operar no início de 2014. Suas unidades de negócios locais incluem Imunologia, Oncologia, Oftalmologia e Neurociência, além dos serviços e produtos da Allergan Aesthetics, uma empresa AbbVie. A AbbVie conta com 34 projetos ativos de Pesquisa e Desenvolvimento, envolvendo mais de 200 centros médicos de todas as regiões do país e cerca de 1.000 cientistas brasileiros. Para mais informações, acesse www.abbvie.com.br e siga AbbVieBrasil no Instagram.
 




Referências

1. Louis E, Schreiber S, Panaccione R, ét al. Risankizumab for Ulcerative Colitis: Two Randomized Clinical Trials. JAMA. 2024 Sep 17;332(11):881-897.

2. Bula do Medicamento. Disponível em https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/q/?nomeProduto=SKYRIZI Acesso em 06.03.2025

3. Le Berre C, Honap S, Peyrin-Biroulet L. Ulcerative colitis. Lancet. 2023 Aug 12;402(10401):571-584. doi: 10.1016/S0140-6736(23)00966-2.

4. National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases. "Ulcerative Colitis." https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive- diseases/ulcerative-colitis/all-content. Acesso em 07.03.2025



HPV: estudo global revela alta prevalência da infecção em duas fases da vida da mulher

 

O câncer de colo do útero é o tipo de câncer que mais mata mulheres até os 36 anos de idade no Brasil, e o segundo em mulheres até os 60 anos. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que aproximadamente 19 mulheres morrem diariamente no Brasil em decorrência do câncer de colo do útero, e para 2025, são esperados 17 mil novos casos. 

Cerca de 99% dos casos de câncer do colo de útero estão relacionados à infecção pelo Papilomavírus Humano, o HPV. 

Um estudo global de meta-análise realizado em 5 continentes com mais de 1 milhão de mulheres com resultados citológicos normais trouxe à tona dados significativos e alarmantes sobre a prevalência do HPV, sugerindo que a infecção por esse vírus apresenta picos significativos em duas fases distintas da vida das mulheres: antes dos 25 anos e após os 45 anos de idade. 

De acordo com a meta-análise, a prevalência global do HPV entre as participantes do estudo foi de 11,7%, com variações significativas conforme a região geográfica e a faixa etária. No primeiro pico de infecção pelo HPV em mulheres, as jovens de até 25 anos de idade apresentaram uma taxa de infecção de 24%. A prevalência do HPV tem uma queda nas mulheres de meia-idade, e volta a aumentar em mulheres acima dos 45 anos de idade, quando a prevalência pode chegar a 10%. 

Esse segundo pico pode ser atribuído a diversos fatores, incluindo a diminuição da imunidade com a idade e a falta de triagens regulares, como o Papanicolau, que são essenciais para a detecção precoce de alterações cervicais relacionadas ao HPV. Essa informação desafia a crença comum de que o risco diminui com a idade, sublinhando a importância do rastreamento contínuo e da conscientização sobre o HPV mesmo em idades mais avançadas.  

O câncer de colo do útero é uma doença prevenível por meio de vacinação contra o HPV, realização de exames preventivos e tratamento adequado de lesões pré-cancerígenas, e esses dados reforçam a necessidade de estratégias abrangentes de prevenção e conscientização em todas as idades.

O combate ao HPV é um desafio contínuo, e a conscientização e a educação são peças-chave para proteger a saúde das mulheres em todas as etapas da vida.

  

MSD no Brasil


Custo médio de tratamento da tuberculose chega à quase R$ 11 mil

Freepik
Dado refere-se a estudo da Planisa; março tem mês de combate à doença, que matou 1.178 brasileiros em 2024


Embora a tuberculose seja frequentemente vista como uma doença do passado, ela ainda acomete muitas pessoas. A doença foi amplamente controlada em muitos países, mas continua a ser um problema de saúde pública, inclusive no Brasil. Dados do DataSUS mostram que, em 2024, o Sistema Único de Saúde registrou 12.190 internações por tuberculose pulmonar e 1.178 óbitos. Os números foram maiores do que em 2023, quando foram contabilizadas 11.927 internações (+ 2,2%) e 1.126 mortes (+ 4,62%). 

Neste mês, a data de 24 de março é marcada como Dia Mundial de Combate à Tuberculose e o cenário da doença no Brasil traz um alerta de que é preciso fazer muito para esse enfrentamento. Estudo desenvolvido pelo Instituto Gonzalo Muniz, braço da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia, aponta que as atuais políticas públicas em curso no Brasil não serão suficientes para que o país atinja as metas fixadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) voltadas para a eliminação da tuberculose, que são, em 2035, reduzir em 95% a mortalidade e em 90% o número de casos; e, em 2045, exterminar a doença. 

O tratamento da tuberculose envolve o uso prolongado de medicamentos e acompanhamento médico, com custos significativos. Por meio de seu banco de dados, a Planisa - líder em soluções para gestão de custos na saúde na América Latina – apurou os custos dos pacientes do SUS, que foram codificados por meio da SIGTAP (Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais) no código do procedimento: 03.03.01.021.5 – Tratamento de Tuberculose (A15 a A19). O SIGTAP registra e classifica os procedimentos realizados no âmbito da saúde pública no Brasil, sendo fundamental para o controle, a gestão e o pagamento de serviços de saúde no SUS. 

O estudo da Planisa analisou181 pacientes e o custo médio chegou a R$ 10.906 por tratamento, evidenciando a carga financeira significativa para os sistemas de saúde pública. “O custo por paciente pode variar amplamente, dependendo da gravidade da doença e do contexto local. Os tratamentos podem durar de seis meses a dois anos, exigem recursos consideráveis, incluindo medicamentos de primeira e segunda linha; diagnósticos laboratoriais, como cultura de escarro e exames moleculares; e internações hospitalares em casos graves”, fala o diretor de Serviços da Planisa e especialista em custos hospitalares, Marcelo Tadeu Carnielo.

Um estudo feito por pesquisadores da Fiocruz Bahia, e publicados no periódico The Lancet Regional Health – Americas, em novembro de 2024, mostrou que o custo total da tuberculose para o sistema de saúde pública entre 2015 e 2022 foi de aproximadamente US$ 1,3 bilhão. Embora os custos tenham variado de acordo com cada população, a atenção é atraída para os gastos com casos de retratamento, totalizando US$ 23,5 milhões. “É importante notar que esse valor não considera o custo do primeiro tratamento para cada paciente. Além disso, uma grande parte dos casos de retratamento apresentou LTFU (Long-Term Follow-Up, que significa "seguimento a longo prazo”) como o resultado do tratamento anti-tuberculose, potencialmente representando uma grande barreira para a sustentabilidade do sistema de saúde”, salienta a pesquisa.

 

Custos indiretos: Impacto econômico e social

O diretor de Serviços da Planisa lembra que a tuberculose também acarreta custos indiretos, que podem ser ainda mais expressivos. “Há a perda de renda, pois os pacientes. muitas vezes. são afastados do trabalho durante o tratamento, o que afeta diretamente sua renda familiar; há o impacto na produtividade, uma vez que a doença reduz a capacidade de trabalho dos indivíduos, afetando a economia em geral; além das sequelas e custos futuros, já que casos avançados podem deixar sequelas permanentes, exigindo tratamentos de longo prazo e aumentando os gastos com saúde”, lista.

 

Desafios no controle de custos

Carnielo pontua que, apesar da disponibilidade de tratamentos gratuitos em muitos países, como o Brasil, a falta de diagnóstico precoce e a adesão inadequada ao tratamento aumentam os custos. “Além disso, a resistência bacteriana eleva o preço das medicações e prolonga o tempo necessário para a cura”, conclui.


Posts mais acessados