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terça-feira, 11 de março de 2025

Mostra de teatro itinerante conscientiza crianças sobre a prevenção da dengue


Por meio da arte, a peça infantil “Vou daqui, vou pra lá, cada coisa em seu lugar” vem sensibilizando e orientando crianças, em sua maioria de áreas periféricas, no combate ao Aedes aegypti

 

Em 2024, o Brasil registrou mais de seis mil mortes provocadas por dengue, o que corresponde a um aumento de mais de 400% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde. No ranking dos estados, São Paulo liderou com dois milhões de casos prováveis, sendo a unidade federativa com o maior número do país.

 

Nesse cenário, iniciativas que contribuem para a prevenção e o combate ao Aedes aegypti – que além da dengue, transmite os vírus causadores da febre chikungunya e da zika –, se mostram fundamentais. Um estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), publicado em 2024, mostrou que apenas comunicar a importância de “evitar água parada” não é suficiente para conscientizar as pessoas e que é preciso pensar em novos formatos de comunicação “para gerar atenção, intenção de agir e adoção do comportamento entre a população”.

 

Pensando em promover essa conscientização desde a infância, o espetáculo “Vou daqui, vou pra lá, cada coisa em seu lugar”, realizado pela OAK – Educação e Cultura, tem levado noções de prevenção e proteção permanentes contra o mosquito da dengue de forma lúdica e divertida para crianças, em sua maioria de áreas periféricas, do estado de São Paulo. Entre fevereiro e abril de 2025, serão realizadas 78 apresentações gratuitas em diversas unidades das Fábricas de Cultura, Programa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, na zona leste da capital paulista e em outros municípios, como Santos e São Bernardo do Campo.

 

“Acreditamos no poder do teatro e do universo lúdico para transmitir conhecimento e estamos muito felizes em levar o projeto para as regiões periféricas da cidade de São Paulo”, conta Vera Gomes, socióloga e diretora da OAK – Educação e Cultura, empresa que busca criar, desenvolver e realizar projetos e programas que aproximem o grande público de temáticas importantes por meio do encontro entre a educação e a cultura.


 

Vou daqui, vou pra lá, cada coisa em seu lugar


A peça teatral conta a história de Tinha e Kito, um simpático casal de palhaços que se mudam para uma nova casa, onde tomam cuidados importantes para prevenir a proliferação do mosquito da dengue, como tirar água dos vasos das plantas e não acumular entulho no quintal.

 

"Foi um momento muito enriquecedor", conta a gerente de uma instituição pública de assistência social que levou um grupo de crianças para assistir à peça. "A união da cultura e do conhecimento empodera e chama à ação. Acreditamos que há esperança para o futuro quando cada um faz a sua parte", acrescenta.

 

Com direção de Kleber di Lázzare e trilha sonora original de Edu Berton, o espetáculo é uma realização da OAK Educação e Cultura, produzido pela RN Produções Artísticas e tem o patrocínio da marca SBP -- da Reckitt Hygiene Comercial --, além do apoio da Secretaria Estadual de Cultura por meio do Programa de Ação Cultural do estado (PROAC). 

 

“A educação e conscientização são pilares fundamentais no combate ao Aedes aegypti, e acreditamos que a arte tem um papel essencial nesse processo. O teatro, com sua linguagem envolvente e acessível, permite que as crianças compreendam informações de maneira lúdica e impactante, tornando-se multiplicadoras dessas mensagens em suas comunidades”, afirma Fernando Guillemin Contreras, Head de Marketing da Categoria de Pesticidas na Reckitt Hygiene Comercial, detentora da marca SBP. “Com essa iniciativa, reforçamos nosso compromisso com a proteção da saúde pública, especialmente em regiões mais vulneráveis, onde a informação pode fazer toda diferença na prevenção da doença”.


 

O papel da arte na conscientização


Por meio do teatro, é possível proporcionar uma intensa troca de experiências e aprimorar a percepção estética, a imaginação, a consciência corporal, a intuição, a memória, a reflexão e a emoção. É o que afirma a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que norteia os currículos escolares da educação básica no Brasil. Além disso, o documento aponta que conviver com diferentes manifestações artísticas -- dentre elas, o teatro -- contribui para que as crianças desenvolvam “senso estético e crítico, o conhecimento de si mesmas, dos outros e da realidade que as cerca”.

 

“Crianças e adultos que têm acesso às informações comunicadas pela peça compartilham e colocam em prática o que aprenderam”, diz João Noronha, diretor de produção, da RN Produções. “Com cultura e diversão, vamos contribuir não apenas com a prevenção de doenças e promoção do bem-estar, mas com a democratização do acesso à arte”, complementa.


 

Há quase uma década conscientizando e divertindo


O espetáculo infantil “Vou daqui, vou pra lá, cada coisa em seu lugar” faz parte do projeto “Esse mosquito vai dançar”, criado em 2016 pela OAK – Educação e Cultura, em parceria com a marca de inseticidas e repelentes SBP. Tudo começou com a apresentação de 144 esquetes teatrais em escolas da rede pública da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, que buscaram orientar alunos e professores sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti. Dois anos depois, a peça teatral extrapola o ambiente escolar e ganha os palcos do Museu Catavento, em São Paulo, sendo assistida por mais de 18 mil pessoas.


De lá para cá, o projeto desembocou em diversas iniciativas de conscientização contra a dengue a partir da arte, desde a elaboração de materiais pedagógicos à produção de uma série de animação televisiva. Em 2025, a peça volta ao estado de São Paulo, dessa vez trazendo conscientização para as crianças diretamente dos palcos das Fábricas de Cultura.

 

Serviço:

Datas: entre 04/02/2025 e 17/04/2025

Horários: às 10h e às 14h (sempre dois espetáculos por dia)

Local: unidades das Fábricas de Cultura

 

 

Março:

·        São Bernardo do Campo - Av. Armando Ítalo Setti, 70 - Baeta Neves, São Bernardo do Campo/SP

Dias 12, 13, 14, 18, 19, 20 e 21

·        Vila Curuçá - R. Pedra Dourada, 65 - Jardim Robru, São Paulo/SP

Dias 25, 26, 27 e 28

 

Abril:

·        Itaim Paulista - R. Estudantes da China, 500 - Itaim Paulista, São Paulo/SP

Dias 01, 02, 03 e 04

·        Cidade Tiradentes – R. Henriqueta Noguez Brieba, 281 - Conj. Hab. Fazenda do Carmo, São Paulo/SP

Dias 08, 09, 10 e 11

·        Santos - Pr. dos Andradas - Centro, Santos/SP

Dias 15, 16 e 17

 

Vou daqui, vou pra lá, cada coisa em seu lugar – Criado em 2018, o espetáculo infantil “Vou daqui, vou pra lá, cada coisa em seu lugar” é uma realização da OAK – Educação e Cultura, em parceria com a marca de inseticidas e repelentes SBP. Com o compromisso de contribuir para a democratização do acesso à arte e acreditando no papel do teatro na promoção de conscientização, a iniciativa busca sensibilizar crianças, sobretudo de regiões periféricas brasileiras, a respeito do combate ao mosquito Aedes aegypti e da prevenção de doenças como dengue, chikungunya e zika. Em sua primeira edição, a peça foi assistida por mais de 18 mil pessoas. O espetáculo tem produção da RN Produções e apoio da Secretaria Estadual de Cultura por meio do Programa de Ação Cultural do estado (PROAC).


Cerca de 90% dos casos de câncer colorretal estão associados a estilo de vida e alimentação

 Em campanha do Março Azul-Marinho, especialistas do A.C.Camargo alertam para aumento na incidência em pessoas com menos de 50 anos e reforçam meios de prevenção e diagnóstico precoce

 

O câncer colorretal é o terceiro mais comum no Brasil, atrás apenas dos tumores de mama e próstata – sem considerar os de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca)1, a estimativa para o triênio que acaba em 2025, ultrapassa 45 mil novos casos por ano. A tendência de aumento no número de casos, especialmente em pessoas com menos de 50 anos, tem preocupado especialistas que reforçam a importância de campanhas de conscientização como o “Março Azul-Marinho”. 

De acordo com um estudo publicado no BMJ Oncology2, o número de diagnósticos de câncer em pessoas com menos de 50 anos aumentou 79% entre 1990 e 2019, enquanto as mortes cresceram 28%. Nos EUA, jovens adultos hoje têm o dobro de chances de receber um diagnóstico de câncer de cólon e quatro vezes mais probabilidade de desenvolver câncer retal em comparação com aqueles nascidos em 1950. 

No Brasil, o cenário segue a mesma tendência. Segundo o Dr. Samuel Aguiar, líder do Centro de Referência de Tumores Colorretais do A.C.Camargo Cancer Center, a doença tem maior incidência em áreas urbanas e entre adultos economicamente ativos, de 40 a 69 anos. “Tornou-se comum ver pacientes cada vez mais jovens, com idades entre 35 e 40 anos, sendo diagnosticados com câncer colorretal. Esse aumento está diretamente ligado a hábitos alimentares inadequados e fatores relacionados ao estilo de vida.”
 

Sintomas

Geralmente, o câncer colorretal não apresenta sintomas em seu estágio inicial. No entanto, à medida que a doença progride, podem surgir sinais como sangramentos e obstruções intestinais. Alguns sintomas devem servir como alerta, especialmente quando persistem por longos períodos. “Os sintomas mais comuns incluem alteração do ritmo intestinal, presença de sangue nas fezes, cólicas ou desconforto abdominal, sensação de empachamento, perda de peso e anemia”, destaca o especialista, reforçando que o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura.

 

Fatores de risco e como prevenir

A boa notícia é que hábitos saudáveis, sobretudo uma alimentação equilibrada, podem reduzir significativamente os riscos da doença. O consumo excessivo de ultraprocessados, rotinas estressantes, sedentarismo e longas jornadas de trabalho são apontados por diversos estudos como fatores que contribuem para o crescimento dos casos, principalmente entre os mais jovens. 

O especialista ressalta que cerca de 90% dos casos estão associados ao estilo de vida e fatores ambientais, enquanto apenas 10% têm origem genética. Dessa forma, para prevenir esse tipo de tumor é importante evitar o consumo de embutidos, bebidas açucaradas e o excesso de carne vermelha, adotar uma alimentação equilibrada (com frutas, verduras, legumes e cereais), praticar exercício físicos, não ingerir bebidas alcoólicas e não fumar.

 

Sobrevida e exame para rastreamento da doença

Além dos hábitos saudáveis, a detecção precoce é um dos principais aliados no combate à doença. Dados do Observatório do Câncer do A.C.Camargo3 mostram que as taxas de sobrevida do câncer colorretal podem chegar a 95% nos estágios iniciais e, enquanto no estágio II, chegam a algo em torno de 80%, o que ainda representa um prognóstico favorável. 

No entanto, muitos pacientes ainda são diagnosticados tardiamente. Entre 55% e 60% dos casos, a doença é identificada em estágio avançado, exigindo tratamentos mais agressivos, como cirurgias extensas, quimioterapia e terapias-alvo de alto custo, com impactos financeiros e sociais tanto para o paciente quanto para seus familiares. 

Por outro lado, exames simples e acessíveis, como a pesquisa de sangue oculto nas fezes, podem auxiliar na detecção precoce e indicar a necessidade de investigações mais detalhadas, permitindo um diagnóstico em fases iniciais. Quando descoberto precocemente, o câncer colorretal tem taxas de cura superiores a 90%, além de possibilitar tratamentos menos invasivos e uma recuperação mais rápida.

 


A.C.CAMARGO CANCER CENTER
Para mais informações aqui.


Ovo: O segredo nutricional para a saúde da mulher em todas as idades

Rico em proteínas, vitaminas e minerais, o ovo fortalece ossos, cabelos e auxilia no equilíbrio hormonal 

 

Em celebração ao Mês da Mulher, o Instituto Ovos Brasil (IOB) reforça a importância do ovo como um aliado nutricional essencial para a saúde feminina. Rico em proteínas de alto valor biológico, vitaminas, minerais e carotenóides, o ovo contribui para a manutenção da massa muscular, equilíbrio hormonal, saúde óssea, fortalecimento da pele e cabelos, além de fornecer energia e bem-estar em todas as fases da vida. 

A nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, explica que o ovo é um alimento completo e versátil, fornecendo nutrientes fundamentais para o funcionamento do organismo feminino. “O ovo contém proteínas de excelente qualidade, vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) e do complexo B, além de minerais como selênio, ferro e zinco. Esses nutrientes desempenham papéis importantes na manutenção da saúde óssea, prevenção da anemia e equilíbrio metabólico, tornando o ovo um grande aliado das mulheres em todas as idades”, afirma.

 

Ciclo menstrual: Aliado do equilíbrio hormonal e bem-estar 

Durante o período pré-menstrual, muitas mulheres experimentam alterações de humor, retenção de líquidos e desejo por doces. O consumo de ovo pode auxiliar no equilíbrio desses sintomas. “Nutrientes como triptófano, vitamina B6, ácido fólico, B12, zinco e magnésio presentes no ovo contribuem com a produção de serotonina, neurotransmissor que regula o humor, sono e apetite”, explica Lúcia. “Isso contribui para amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual e melhorar o bem-estar geral”.

 

Gestação: Desenvolvimento saudável para o bebê e a mãe 

Na gravidez, a nutrição adequada é fundamental para o desenvolvimento do feto. O ovo é uma das melhores fontes de colina, nutriente essencial para a formação do sistema nervoso fetal e desenvolvimento da memória. “O ovo contém ácido fólico, vitamina B12 e colina, elementos-chave para o fechamento do tubo neural e para a saúde cerebral do feto ”, destaca Lúcia. Além disso, suas proteínas auxiliam no crescimento fetal e na manutenção da saúde da gestante.

 

Menopausa e saúde óssea: Prevenção da osteoporose 

Com a chegada da menopausa, a saúde óssea se torna uma preocupação, pois a redução dos hormônios femininos pode levar à perda de densidade óssea. O ovo contém vitamina D, essencial para a absorção de cálcio e prevenção da osteoporose. “A vitamina D, presente no ovo, associada às vitaminas A e K, fortalece os ossos e reduz o risco de fraturas”, afirma Lúcia. Além disso, as proteínas do ovo auxiliam na manutenção da massa muscular, fator crucial para evitar quedas e fragilidade óssea.
 

Beleza da pele e cabelos: Nutrientes essenciais para a regeneração celular 

Os nutrientes do ovo vão além da saúde física também impactam a estética. “A biotina, ferro e aminoácidos como glicina, tirosina e cisteína presentes no ovo são fundamentais para a saúde da pele, cabelos e unhas. Esses componentes promovem brilho, resistência e elasticidade, auxiliando na regeneração celular”, explica a nutricionista.

 

Dicas para incluir o ovo na alimentação 

Para obter todos esses benefícios, a inclusão estratégica do ovo na dieta pode ser uma ótima escolha. Segundo Lúcia, o consumo de ovos no café da manhã ajuda a equilibrar os níveis de açúcar no sangue e fornece energia ao longo do dia. “Uma excelente opção é começar o dia com ovos mexidos ou cozidos, reduzindo a ingestão de carboidratos e controlando a glicemia. Outra dica é consumir ovos à tarde, pois ajudam a manter a saciedade até o jantar”, recomenda.
 

Mitos e verdades sobre o consumo de ovos 

Estudos comprovam que o consumo de ovos não está diretamente associado ao aumento do colesterol sérico ou ao risco de doenças cardiovasculares, isso era um mito. “O ovo é um alimento seguro e saudável e deve fazer parte de uma dieta equilibrada”, esclarece Lúcia. 

Com tantos benefícios, o ovo se consolida como um alimento essencial na rotina alimentar das mulheres, promovendo saúde, bem-estar e qualidade de vida em todas as fases.

Instituto Ovos Brasil


Técnicas acessórias da FIV aumentam as chances de gravidez?

 Inovações em reprodução assistida são bem-vindas, mas a indicação deve ser avaliada com cuidado, pois em muitas a efetividade ainda não tem comprovação científica 

 

A medicina reprodutiva, com o avanço das técnicas de reprodução assistida, tem oferecido esperança a milhares de pessoas que encontram dificuldade para engravidar. O principal tratamento ainda é a Fertilização in Vitro (FIV), técnica que apresenta os percentuais mais altos de sucesso na gravidez.

Desenvolvida, inicialmente, com o propósito de solucionar problemas de infertilidade feminina causados por obstrução das tubas uterinas, a FIV evoluiu muito nas últimas décadas. O método, hoje, possibilita também o tratamento de infertilidade, feminina e masculina, provocada por várias outras causas.

Porém, mesmo com essa evolução nos últimos anos, é importante lembrar que quantidade e qualidade não são, necessariamente, sinônimos em medicina reprodutiva. As chamadas técnicas acessórias da FIV, amplamente divulgadas como soluções inovadoras e que devem ser agregadas ao tratamento para que as chances de gravidez aumentem, ainda não possuem evidências científicas robustas que provem a sua efetividade para se ter resultado. Isso foi corroborado, em estudo recente, pelo Comitê Científico da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM).

“São técnicas como plasma enriquecido com plaquetas para espessar o endométrio ou melhorar a resposta ovariana, teste genético PGT-A (Pré-implantacional para Aneuploidias, que analisa alterações numéricas nos cromossomos) em casos de pacientes abaixo de 40 anos sem histórico de vários abortos, simplesmente para aumentar a taxa de implantação, ou como a incubadora time lapse sem inteligência artificial e o uso de hormônio de crescimento na indução da ovulação. São exemplos de técnicas que vêm sendo oferecidas, mas que não tiveram ainda a comprovação científica de que alcancem resultados expressivos para melhorar as taxas de gravidez’’, explica o Dr. Marcos Sampaio, diretor do Centro de Medicina Reprodutiva Origen BH.

“A questão é ainda mais complexa pelo fato de alguns serviços de reprodução assistida continuarem a agregar várias técnicas, com custo elevado, que, embora atraentes para as pessoas que desejam ter filhos e estão ansiosas para que isso ocorra, não garantem a eficácia na FIV", completa o especialista em reprodução assistida.


Inovação e tecnologia

A busca pela inovação na medicina reprodutiva é válida e, atualmente, é impulsionada pela inteligência artificial (IA). No entanto, o compromisso com a eficácia e com a segurança assistencial dos pacientes deve continuar a ser prioridade dos serviços.

Há várias pesquisas que ainda estão em estágio inicial e estão sendo monitoradas pelos especialistas. “Embora esses estudos possam abrir portas para novas abordagens terapêuticas no futuro, há ainda uma distância entre os resultados obtidos em experimentos e a sua aplicabilidade”, pontua Dr. Marcos.

Por isso, é importante que as informações sobre os avanços científicos sejam acompanhadas de um debate ético e com foco na segurança e na qualidade do serviço prestado, para que as expectativas sejam gerenciadas de forma adequada, realista e transparente.


Informação, equipe multidisciplinar, estrutura clínica e saúde

Para Dr. Marcos Sampaio, hoje, o alcance de bons resultados na FIV está mais associado ao suporte de uma equipe multidisciplinar e à boa estrutura da clínica de reprodução assistida. “Uma investigação criteriosa da infertilidade do casal, que começa na primeira consulta, passando pelo acompanhamento médico e psicológico, complementado pelo trabalho da enfermagem e de uma equipe experiente de embriologistas, além de um laboratório bem equipado, é o mais importante para reduzir ao máximo possível o estresse dos pacientes nessa jornada”, enfatiza.

Isso porque, cada paciente tem necessidades específicas e, por isso, o tratamento deve ser individualizado. Para o especialista, a informação é a principal aliada de quem deseja engravidar. “O meu conselho é buscar uma segunda opinião, avaliar todas as possibilidades e tirar suas dúvidas antes de aceitar a inclusão de várias técnicas de reprodução assistida no tratamento, com a promessa de que irão aumentar as suas chances de gravidez na FIV’’, finaliza o médico.

 



Clínica Origen BH de Medicina Reprodutiva

 

No mês da conscientização sobre a incontinência urinária, especialista responde as principais dúvidas sobre a condição

  

Vontade incontrolável de ir ao banheiro ou perda de urina ao tossir e espirrar são alguns dos sintomas que podem indicar incontinência urinária (IU). Em março, mês de conscientização sobre a doença, o tema fica ainda mais em evidência considerando que o número de pessoas com a condição segue aumentando anualmente. Não à toa, uma recente pesquisa realizada pela Bigfral-Ipec apontou que 30% da população é acometida pelo distúrbio. 

Para Bigfral, mais importante do que tratar o problema após o diagnóstico, é trabalhar a prevenção. Para ajudar a prevenir, detectar e encontrar o melhor tratamento, Roberta França, médica geriatra e parceira Bigfral, esclarece as principais dúvidas sobre a doença. Confira!



1. O que é incontinência urinária?

Basicamente é a perda involuntária da urina. A pessoa não consegue ter o controle da bexiga sobre quando e onde urinar.

 

2. Quais são os primeiros indícios da doença?

Há algumas classificações para a IU. Pode ser por urgência – quando a pessoa sofre de bexiga hiperativa e surge uma vontade forte de urinar instantaneamente; ou por esforço – quando há escape de urina ao tossir, rir, fazer exercício ou em outros afazeres cotidianos.

 

3. Existem tipos diferentes de incontinência urinária?

A doença pode se manifestar de até cinco formas. Uma delas é a bexiga hiperactiva, que é a vontade extrema de urinar, sem contenção. Também tem a incontinência de esforço, que consiste em urinar por coisas simples, como tossir, espirrar ou rir. A incontinência mista, que consiste em um mix das duas anteriores. Já a incontinência por regurgitação é a incapacidade da bexiga de extrair a urina e, por fim, a incontinência funcional, que é a perda total do controle da bexiga, impedindo até que a pessoa consiga se despir da roupa antes de urinar.

 

4. Quais hábitos ou condições podem aumentar a probabilidade do distúrbio?
Obesidade, tabagismo, complicações no parto e histórico familiar são alguns dos fatores de pré-disposição ao aparecimento da UI, portanto, a enfermidade pode se manifestar tanto em homens quanto em mulheres.

Além disso, doenças neurológicas, tumores, diabetes, menopausa e demais condições, como malformação do trato urinário e doenças na próstata também podem estar relacionadas ao aparecimento da incontinência urinária, por esse motivo o histórico do paciente, seus hábitos e costumes devem ser observados.


5. Existe alguma idade para maior pré-disposição da incontinência urinária?
Todo mundo pode ter incontinência, em todas as idades. Porém, um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) constatou que o distúrbio tem acometido mais mulheres, estando presente 45% no público feminino entre 45 e 50 anos, e apenas 15% nos homens a partir dos 40 anos.
 

6. Quais exames confirmam o diagnóstico da doença e qual o tratamento?

Alguns exames, como ecografia pélvica, citoscopia, cultura da urina, entre outros, ajudam a traçar um diagnóstico preciso. A partir disso, é possível direcionar o tratamento para a incontinência da urina, podendo ser algo mais simples e menos invasivo, como uma mudança comportamental, ajuste de rotina e hábitos. Medicamentos são indicados apenas para tratar casos de urgência, reduzindo as contrações involuntárias da bexiga hiperativa, e cirurgias apenas em situações de extrema necessidade.

 

7. Incontinência urinária tem cura?

Sim, na maioria das vezes é possível ficar totalmente livre do distúrbio, porém é necessário tratamento adequado e ajuda especializada.

 

8. Quais cuidados ter para evitar a doença?

Medidas simples na rotina de todas as pessoas podem ajudar a prevenir a doença ou tratá-la nos estágios iniciais, quando o desconforto passa de pontual para recorrente. Incluir alarmes e avisos para lembrar de ir ao banheiro em intervalos de tempo, além de evitar o escape da urina, pode auxiliar na manutenção do trato urinário, assim como a hidratação e consumo de água em quantidades adequadas.

 

9. Qual médico deve ser procurado para diagnóstico e tratamento da IU?

A especialidade mais indicada para maior assertividade da doença é o urologista. Ele vai conseguir detectar se existe o distúrbio, qual a sua categoria e estágio. Além disso, homens e mulheres recebem diferentes tipos de tratamento, respeitando a causa do surgimento da IU e a idade.

 



Bigfral

Mulheres enxergam diferente do homem

Levantamento mostra que as diferenças fisiológicas, uso de telas e alterações ambientais fazem o olho seco ser duas vezes maior entre elas. 

 

A visão da mulher e do homem têm diferenças fisiológicas, funcionais e anatômicas. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier o homem tem melhor visão à distância, foco e atenção visual e é por isso que costumam ser melhores na direção. Já na mulher é a percepção de cores que costuma ser maior. Isso porque, explica, a mulher tem dois cromossomos X que carregam genes para células da retina, responsáveis pela percepção de cores. Elas também têm melhor visão noturna e mais sensibilidade à luz. 

Queiroz Neto ressalta que o calor intenso somado á poluição do ar afeta olhos, sistema cardiovascular e pele. Um recente levantamento feito nos prontuários de 310 pacientes do hospital

mostra que olho seco foi duas vezes maior entre mulheres que entre homens. A condição explica, é uma alteração na quantidade ou qualidade da lágrima que tem a função de lubrificar, oxigenar, alimentar e proteger a superfície dos olhos das agressões externas.

 

Sintomas

O oftalmologista afirma que visão embaçada, sensação de areia nos olhos, ardência, vermelhidão e fotofobia indicam, olho seco, mas a condição pode ser assintomática em 11% dos casos, pontua. Isso porque pode ser decorrente da evaporação da camada aquosa que equivale a 98% da lágrima. “O filme lacrimal também tem uma camada lipídica e outra de mucina”, pontua.

A maior redução da camada aquosa da lágrima pode causar grave desconforto e geralmente ocorre entre pessoas idosas ou portadoras de doenças sistêmicas. Suas principais causas são menopausa, andropausa, doenças autoimunes, uso de antidepressivos, anti-hipertensivos ou antialérgicos. 

“O olho seco também pode ser do tipo evaporativo que responde por 70% dos casos e ocorre em todas as faixas etárias. É causado pela obstrução de glândulas lacrimais que ficam localizadas na borda das pálpebras e produzem a camada lipídica da lágrima para evitar a evaporação da camada aquosa”,

 

O risco das telas e outros fatores

O oftalmologista afirma que hoje o principal fator de risco do olho seco é o uso diário das telas por muitas horas. Isso porque, explica normalmente, piscamos cerca de vinte vezes por minuto e na frente do monitor de seis a sete vezes. Esta redução faz a lágrima evaporar mais rápido e atinge todas as idades.

Outros fatores de risco do olho seco são o baixo consumo de alimentos ricos em ômega3 – castanhas, nozes, sardinha, salmão e bacalhau , beber pouca água, uso incorreto de lente de contato, diabetes, cicatrizes na córnea, ceratocone e blefarite.

 

Tratamentos

Queiroz Neto afirma que o olho seco pode ser tratado com colírios lubrificantes, implante de plugue lacrimal e aplicações de luz pulsada que estimulam a produção da camada lipídica da lágrima e apresentam alívio ao desconforto dos olhos desde a primeira aplicação, liberando o paciente do uso de colírios lubrificantes.

 

Prevenção

As 7 recomendações de Queiroz Neto para você manter seus olhos lubrificados são:

Nas telas pisque voluntariamente

Descanse os olhos olhando por 20 segundos a cada 20 minutos para um ponto distante de 20 polegadas ou 6 metros.

Posicione o computador abaixo da linha dos olhos para manter a superfície ocular mais lubrificada.

Desligue os equipamentos uma hora antes de ir dormir para ter uma boa noite de sono.

Limpe a borda das pálpebras com cotonete embebido em xampu neutro para evita a obstrução das glândulas e a blefarite.

Beba água. Hidratação nunca é demais. Protege os olhos, a pele e os rins.

Inclua ômega na dieta. As melhores fontes são: abacate, castanhas e peixes gordos como a sardinha, salmão e bacalhau.


Lipedema: entenda a doença que afeta milhões de mulheres no Brasil

  Dra. Fernanda Maniero, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, explica o diagnóstico e formas de prevenção. Clínica tem atendimentos gratuitos em prol do diagnóstico

 

Recentemente vem repercutindo casos de famosas e influenciadoras com o diagnóstico, mas a doença ainda é pouco conhecida. O Lipedema afeta hoje uma em cada dez mulheres, o que soma cerca de 5 milhões de brasileiras com a doença. Mas afinal, qual é o diagnóstico? 

Segundo a Dra. Fernanda Maniero, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, o Lipedema é uma condição crônica e progressiva que causa acúmulo excessivo e desproporcional de gordura nas pernas, coxas e, às vezes, nos braços. “As pessoas afetadas com essa doença geralmente têm uma aparência característica de pernas pesadas e inchadas, enquanto os pés e as mãos permanecem preservados. Em alguns casos, é confundido com obesidade, sobrepeso, linfedema ou insuficiência venosa, mas é importante destacar que o Lipedema não é causado por excesso de peso ou hábitos alimentares inadequados, sendo necessário alguns exames para facilitar a compreensão das condições de saúde do paciente”, explica. 

O Lipedema pode trazer várias dificuldades e impactos para as mulheres que são afetadas por essa condição. Esse diagnóstico é predominantemente observado em mulheres, embora também possa afetar homens em casos raros. Entretanto, em mais de 90% dos casos, é o público feminino que é impactado.

Fernanda ressalta que as principais dificuldades e impactos do Lipedema para as mulheres são as alterações estéticas significativas, dor, hematomas e desconforto das áreas afetadas, limitações nas escolhas das roupas e atividades sociais e problemas de saúde mental com a autoestima. “À medida que a doença progride, a gordura acumulada pode levar também a complicações como problemas articulares e dificuldade de mobilidade”.

Ainda em estudo, mas há evidências que os hormônios desempenham um papel importante na progressão do Lipedema. “Os hormônios sexuais, como estrogênio e progesterona, parecem ter um impacto significativo no desenvolvimento dessa condição. Durante a puberdade, gestação e menopausa, é comum que essa doença se manifeste ou piore. Isso sugere que flutuações hormonais podem desencadear ou agravar o caso”, salienta Maniero.


Prevenção e tratamento 

O Lipedema ainda não tem formas de prevenção e cura concluídos devido a influência genética. No entanto, existem algumas medidas que podem ajudar a reduzir o risco de agravamento e melhorar o bem-estar das pessoas que já têm a condição. Quanto ao tratamento, o objetivo é aliviar os sintomas, reduzir o acúmulo de gordura e melhorar a qualidade de vida.

Dra. Fernanda elencou algumas formas de prevenção e tratamento, confira:

Diagnóstico precoce: Identificar a condição cedo é crucial para iniciar o tratamento adequado o mais cedo possível.

Alimentação saudável: Uma dieta equilibrada ajuda a controlar o peso e evitar o acúmulo de gordura.

Atividade física: Exercícios regulares melhoram a circulação e a saúde cardiovascular.

Terapia física: Drenagem linfática e outras técnicas reduzem o inchaço e melhoram a circulação.

Compressão: Roupas especiais de compressão ajudam a reduzir o inchaço e melhorar a circulação sanguínea.

Medicamentos: Em alguns casos, medicamentos aliviam sintomas como dor e inflamação.

Tratamento cirúrgico: Em estágios avançados, a cirurgia pode ser considerada para remover o excesso de gordura e melhorar a forma das pernas e braços.

“É fundamental que o tratamento do Lipedema seja abordado de forma individualizada, com o acompanhamento de uma equipe de profissionais de saúde especializados, como médicos, dermatologistas, cirurgiões vasculares, fisioterapeutas e nutricionistas. Cada caso é único, e o tratamento deve ser adaptado às necessidades específicas de cada pessoa”, completa.

A coordenadora do curso de Nutrição da Anhanguera finaliza enfatizando que o Lipedema ainda é uma condição pouco conhecida e frequentemente subdiagnosticada. “Muitas mulheres enfrentam dificuldades para obter um diagnóstico correto, o que pode levar à sensação de não serem compreendidas ou levadas a sério pelos profissionais de saúde”.

 

Reposição hormonal está ligada a aumento dos casos de câncer de mama e de endométrio?

Saiba o que dizem os especialistas sobre os riscos e benefícios da reposição hormonal na menopausa 

 

A menopausa – que ocorre por volta dos 50 anos – marca o fim do período reprodutivo feminino. Nesse momento, o corpo interrompe a produção de progesterona e estrogênio, e, para algumas mulheres, os especialistas prescrevem a reposição desses hormônios. Mas, afinal, essa medida está relacionada com o aumento da chance de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como de endométrio e mamas? 

Segundo a medica dra. Júlia de Castro Cordeiro, coordenadora de Oncologia do Complexo Hospitalar de Niterói (CHN)", a maior rede de saúde integrada do Brasil, a terapia de reposição hormonal é uma aliada importante para pacientes com até 60 anos e que entraram na menopausa há menos de 10 anos, principalmente na prevenção de doenças ósseas e cardiovasculares e na melhora da cognição. Ela também controla os sintomas da menopausa, que interferem na qualidade de vida, como enxaquecas, sensação de ressecamento vaginal e as famosas “ondas de calor”. 

Essa terapia pode ser feita de maneira combinada, com o uso de estrogênio e progesterona juntos, ou com a administração apenas de estrogênio. O risco maior ocorre em alguns cenários específicos, como a terapia feita com reposição isolada de estrogênio, que pode aumentar as chances de câncer no endométrio. 

“Contudo, o principal perigo relacionado com a reposição hormonal é o câncer de mama em mulheres que fazem a terapia combinada de estrogênio e progesterona. De acordo com estudos do Instituto Nacional de Câncer (Inca), quanto maior o tempo de exposição da mulher a esses hormônios, maior a chance de desenvolver tumor nas mamas”, explica a dra. Tarnara Valeriano, oncologista do Hospital São Lucas Copacabana, também do mesmo grupo. 

É importante lembrar que a reposição hormonal é personalizada e deve ser discutida por cada paciente com seu ginecologista, que vai avaliar os riscos e benefícios do procedimento. Caso a terapia seja necessária, o médico definirá o melhor momento para iniciá-la e a maneira ideal de conduzir a reposição, visando sempre à preservação da saúde da paciente e aos benefícios a longo prazo. 

“Além da reposição hormonal, outros fatores de risco para o câncer podem se fazer presentes depois da menopausa, como o avanço da idade, o sedentarismo e o ganho de peso. Por isso, é indicado que as mulheres priorizem um estilo de vida saudável para reduzir as chances de surgimento de tumores, incluindo a prática de exercícios físicos regulares e uma alimentação balanceada. Outro hábito que auxilia no cuidado com a saúde e é essencial para o diagnóstico precoce de diversas doenças, incluindo o câncer, é fazer consultas regulares e realizar os exames sempre que necessário”, alerta a medica.


Energia ou risco? O que o consumo excessivo de energéticos pode causar no seu corpo

 

Bebidas energéticas viraram aliadas de quem quer mais disposição. Mas será que seu corpo aguenta? Nutróloga explica os riscos do consumo excessivo e como ele pode afetar o coração

 

As bebidas energéticas já fazem parte da rotina de quem precisa de um gás extra. Muita gente toma antes do treino, outras para segurar o ritmo da festa ou enfrentar longos plantões. Mas um caso recente trouxe um alerta.

Recentemente, o ator e empresário Rafael Zulu revelou que precisou ser internado por quatro dias com fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca grave. Segundo ele, o problema foi desencadeado pelo consumo excessivo de energéticos.

O que pouca gente percebe é que essas bebidas não só estimulam, mas também sobrecarregam o organismo.

O problema não é só a cafeína

Energéticos combinam cafeína, taurina e outros estimulantes que aceleram o metabolismo e reduzem a fadiga. Mas essa ativação tem um preço.

“O consumo frequente pode aumentar a pressão arterial, causar arritmias e afetar o sono. Muita gente usa essas bebidas para driblar o cansaço e acaba sobrecarregando o corpo”, alerta a médica nutróloga Dra. Fernanda Vasconcelos, fundadora do Instituto Qualitté.

Misturar energético com álcool pode ser ainda pior. Segundo a especialista, a combinação mascara os efeitos da embriaguez e aumenta o risco de intoxicação.


Até onde é seguro?

A recomendação de segurança é de 400 mg de cafeína por dia. Mas isso não significa que quatro latas de energético são seguras. O efeito da bebida varia de pessoa para pessoa. 


Quem deve evitar energéticos?

  • Pessoas com hipertensão ou arritmias
  • Quem tem histórico de problemas cardíacos
  • Sensíveis à cafeína ou com insônia

O consumo exagerado também pode aumentar sintomas de ansiedade, irritabilidade e nervosismo.


Como manter a energia sem riscos?

  • Dormir bem evita a necessidade de estimulantes
  • Se alimentar direito evita picos e quedas de energia
  • Hidratar-se melhora o desempenho físico e mental

“Muitos usam energéticos para compensar hábitos ruins. O melhor caminho é cuidar da saúde para ter disposição sem precisar de estimulantes”, reforça Dra. Fernanda.

 

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