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domingo, 9 de fevereiro de 2025

Fevereiro Laranja: mês de conscientização sobre leucemia felina (FeLV)


O Fevereiro Laranja Animal é uma campanha de conscientização voltada para a saúde dos animais, com foco na leucemia felina (FeLV). A iniciativa busca informar os tutores sobre a importância do diagnóstico precoce, da vacinação e de cuidados essenciais para prevenir e controlar essa doença viral grave, que enfraquece o sistema imunológico dos gatos e pode causar complicações como anemia e câncer. A campanha também destaca práticas de manejo seguro, além de reforçar a importância de exames regulares para detectar a doença e melhorar a qualidade de vida dos animais.

A médica-veterinária e preceptora de Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais no Hospital Veterinário da Uniube (HVU), Aline Maria de Matos, compartilha orientações e a importância da conscientização.


O que é a leucemia felina (FeLV) e quais são as principais formas de transmissão entre os gatos?

Aline Matos: A leucemia felina (FeLV) é uma doença viral contagiosa que afeta os gatos, causada pelo vírus da leucemia felina (FeLV). Ela enfraquece o sistema imunológico do animal e pode provocar cânceres e outras complicações graves. Os fatores de risco incluem acesso à rua, vida em abrigos superlotados, ausência de castração e vacinação, além de comorbidades, como o vírus da imunodeficiência felina e a micoplasmose. A principal fonte de infecção é o felino persistentemente infectado, que pode eliminar até um milhão de partículas virais por ml de saliva. Assim, o contato íntimo entre gatos e o compartilhamento de bebedouros e comedouros são as principais formas de contaminação. O vírus também pode ser transmitido aos filhotes via transplacentária, pelo leite ou cuidados maternos. A transfusão sanguínea é outro meio importante de transmissão, sendo essencial testar o gato doador antes do procedimento. Formas menos comuns incluem aerossóis, urina, fezes e contato ambiental, já que o FeLV não sobrevive por longos períodos fora do hospedeiro.


Quais são os sintomas mais comuns da FeLV que os tutores devem observar em seus gatos?

Aline Matos: Os sinais clínicos dependem dos órgãos afetados e das alterações causadas pelo vírus. Eles podem ser inespecíficos, como perda de peso, apatia, anorexia, vômito, estomatite e diarreia, ou específicos, como anemia, linfomas e leucemias. A imunossupressão direta facilita o desenvolvimento de infecções secundárias. O vírus também pode causar dispneia devido ao linfoma mediastinal e efusão pleural, além de afetar os sistemas nervoso e oftálmico, provocando mudanças de comportamento, cegueira, ataxia, tetraparesia, paraparesia e anisocoria. Como a doença pode ser assintomática por longos períodos, a observação constante do tutor é essencial.


Como a vacinação pode ajudar na prevenção da leucemia felina e quais outros cuidados são recomendados?

Aline Matos: A vacinação contra a FeLV é essencial para a prevenção, especialmente em gatos jovens ou expostos ao vírus. Antes de vacinar, é necessário testar o animal para confirmar a ausência de infecção. A vacina é aplicada em duas doses iniciais, seguidas de reforços anuais. Outros cuidados incluem a castração, evitar o contato com gatos infectados e manter um ambiente seguro, além de exames regulares de saúde.


Por que o diagnóstico precoce é tão importante no caso da FeLV, e como ele é realizado?

Aline Matos: O diagnóstico precoce é crucial para detectar e manejar problemas como anemias graves e cânceres, que são mais difíceis de tratar em estágios avançados. Ele permite melhorar a qualidade de vida do gato infectado e prevenir a transmissão do vírus a outros felinos. O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue específicos, como o teste ELISA ou o de imunofluorescência, que identificam a presença do vírus ou de anticorpos.


Quais são as principais orientações para tutores de gatos já diagnosticados com leucemia felina?

Aline Matos: Para tutores de gatos diagnosticados com FeLV, as orientações incluem:

·         Prover um ambiente tranquilo e sem estresse, evitando contato com outros gatos não infectados;

·         Manter uma alimentação balanceada e supervisionada para prevenir infecções secundárias;

·         Realizar exames regulares para monitorar a progressão da doença e tratar complicações precoces;

·         Oferecer suporte imunológico, conforme orientação veterinária;

·         Evitar exposição a doenças contagiosas e garantir um ambiente seguro e protegido.

Como campanhas como o Fevereiro Laranja Animal ajudam a conscientizar a sociedade sobre a saúde felina e o bem-estar animal?  

Aline Matos: Campanhas como o Fevereiro Laranja Animal são essenciais para conscientizar sobre doenças que afetam os gatos, como a leucemia felina, além de promover adoção responsável, castração e cuidados contínuos. Elas disseminam informações sobre diagnóstico precoce, vacinação e prevenção, engajando a sociedade na luta contra a superpopulação felina e na melhoria da qualidade de vida dos gatos em situações de vulnerabilidade.


Verão

 

Crédito: Beate para Pixabay

Esqueceu o protetor? O que fazer em casos
de queimaduras solares

Dermatologista Theodoro Habermann, do Vera Cruz Hospital, em Campinas, orienta o que se deve ou não fazer para reduzir o desconforto e recuperar a pele 

 

Que atire a primeira pedra quem nunca esqueceu de passar protetor solar em alguma parte do corpo, ficou exposto ao sol e ao final do dia ganhou uma bela mancha vermelha ardente. Por mais cuidado que se tenha, o protetor solar se torna transparente ao ser espalhado na pele e isso, muitas vezes, nos leva a repetir a proteção em algumas partes do corpo e, sem querer, deixar exposta alguma área. O ruim é que só se descobre o erro depois que o estrago está feito. Há ainda, quem abra mão de proteção em dias nublados, esquecendo que o mormaço também queima. Mas o quê você deve fazer se isso ocorrer? O dermatologista Theodoro Habermann, do Vera Cruz Hospital, em Campinas, dá algumas dicas sobre o que se deve e não deve fazer para amenizar o desconforto das queimaduras solares. 

A primeira recomendação do dermatologista é não recorrer às tais “dicas caseiras”, que podem agravar o quadro de queimadura. “Algumas pessoas passam pasta de dente, que contém substâncias químicas e pode obstruir os poros da pele, desencadeando uma reação alérgica. Álcool também não é recomendável, pode até aliviar e refrescar na hora, mas resseca a pele e pode piorar a situação uma vez que remove o manto lipídico, que é a camada que protege a pele. Colocar compressas de chá, embora natural, não é bom devido ao chá ter toxinas que não são adequadas à pele e que também podem levar a um quadro alérgico. Outra dica que parece boa, mas não deve ser usada é colocar gelo. O gelo pode gerar uma vasoconstrição, diminuindo a irrigação de sangue para aquela região, fazendo com que o quadro piore a queimadura, uma vez que a temperatura local não baixa”, explica. 

O correto a ser feito, em caso de queimaduras solares é manter uma boa hidratação. “Deve-se ingerir muito líquido para evitar a desidratação, não expor as áreas afetadas ao sol, usando roupa ou ficando na sombra e tomar banho e fazer compressas frios com água gelada, mas não com gelo, como já explicado”, orienta o médico. As loções pós-sol também podem ser usadas no alívio dos sintomas. 

Em casos mais críticos, quando a pessoa sente dor ou desconforto, pode-se tomar algum anti-inflamatório ou analgésico, já prescrito por seu médico de confiança em situações anteriores.

 

Bolhas

Segundo o médico, é preciso tomar diversos cuidados nos casos em que a queimadura se torna uma bolha. O melhor a fazer é buscar uma orientação médica para uma avaliação minuciosa e prescrição dos cuidados mais adequados, que podem envolver aplicação de loções, curativos, higienização do local, uso de medicações, internação e outros cuidados mais específicos.

 

Proteja-se!

A exposição aos raios ultravioleta do sol tem efeito cumulativo com o passar dos anos, provocando não só o envelhecimento cutâneo, mas aumentando o risco de câncer de pele. Assim surgem as sardas, manchas e melasmas. “O filtro solar deve ser aplicado sempre meia hora antes e se expor ao sol e reaplicado a cada duas ou três horas. Esse hábito é importante para prevenir os cânceres de pele benignos e malignos”, diz. 

Na sombra os mesmos cuidados devem ser adotados. “Os raios ultravioletas passam pelas nuvens, refletem na areia, na água e em superfícies claras e isso pode gerar uma refração, atingindo a pele”, explica. O mesmo ocorre dentro da água, quando a pessoa está dentro de uma piscina ou no mar. Por isso, o período mais adequado para exposição solar é antes das 10h e após às 16h, quando a intensidade é menor.

 

Escolha certa

O dermatologista explica que para se proteger, o filtro solar deve ter fator de no mínimo 30 e que é importante verificar na embalagem se o produto é aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que garante que foi testado e aprovado para garantir efetividade na proteção contra o sol. 

“Hoje existe uma grande variedade de protetor solar, o que permite escolher aquele que mais se adequa ao seu tipo de pele e necessidade. Tem produtos que ajudam no controle da acne, com toque seco, em gel, em creme, em loção, com aplicação em spray, em loção e até maquiagem com proteção solar. Então, é possível ter uma boa adaptação”, ressalta. 

Também é importante usar chapéu ou boné e óculos solares. Para quem deseja uma proteção maior, existem camisetas desenvolvidas com tecnologia de proteção UVA e UVB disponíveis no mercado, que são uma ótima opção principalmente para crianças.

 

Artificial

Segundo Habermann, a Anvisa proibiu em 2009 as câmaras de bronzeamento artificiais em todo o Brasil, porém, alguns estados brasileiros liberaram o uso do equipamento. O médico considera um grande retrocesso o uso dessas câmaras. “A exposição às lâmpadas dessas câmaras pode causar sérios danos para a saúde, incluindo o câncer de pele. Além disso, há o risco de queimaduras, ferimentos cutâneos, envelhecimento precoce da pele e lesões oculares. Então, eu não recomendo este tipo de bronzeamento”, enfatiza. 

Para quem quer manter um bronzeado saudável, o ideal é seguir as recomendações do dermatologista, respeitando os horários mais indicados de exposição solar, o fator mínimo de proteção, o período correto de reaplicação e uma boa hidratação. Se a ideia é estar com a cor da estação, mas sem correr o risco de uma queimadura, há ainda os autobronzeadores, que aprovados pela Anvisa e seguindo as orientações do fabricante, podem ser uma boa alternativa para quem não é fã de praia e piscina.

  

Vera Cruz Hospital

 

Alopecia Androgenética: Sociedade Brasileira de Dermatologia alerta sobre a doença e opções de tratamento

Conhecida como calvície, condição pode acometer pessoas de qualquer idade  


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a alopecia androgenética, popularmente conhecida como calvície, é uma condição comum que afeta tanto homens quanto mulheres, embora seja mais frequentemente associada ao público masculino. Trata-se de um afinamento capilar geneticamente determinado, que pode acometer pessoas de qualquer idade e é o médico dermatologista que faz o tratamento de pacientes com essa condição. 

“Algumas pessoas confundem o trabalho do dermatologista e buscam profissionais que não estão habilitados para cuidar da saúde do couro cabeludo, por isso é fundamental informarmos cada vez mais ao público que o médico dermatologista é responsável pelo cuidado da pele, cabelos e unhas, prezando pela saúde geral do paciente em suas avaliações, considerando história clínica e um exame cuidadoso para orientar e conduzir o melhor tratamento”, explica Dr. Carlos Barcaui, presidente da SBD. 

Apesar de seu nome técnico, a alopecia androgenética não está diretamente ligada aos níveis elevados no sangue dos hormônios masculinos, como se poderia imaginar pelo termo “andro”. 

“A maioria dos exames são normais, pedimos para descartar doenças ou outras causas. A alopecia androgenética ocorre pela avidez daquele fio ao hormônio, isto é, há uma tendência genética que faz com que o hormônio atue naquele fio e afine ele ao longo dos anos”, explica a coordenadora do Departamento de Cabelos da SBD, Dra. Violeta Tortelly. 

Ainda de acordo com ela, a principal queixa é o cabelo mais ralo no topo da cabeça. O cabelo que está caindo mais do que o normal geralmente não é da androgenética e sim de outras causas e não deve ser confundido.

“Na mulher a alopecia androgenética pode estar relacionada a outros sinais também ligados à hormônios como acne, irregularidade menstrual, excesso de pelos e sobrepeso. Acima de 50 anos, em média 50% das mulheres vão ter algum grau de antrogenética pela mudança hormonal pós-menopausa”, ressalta a médica. 

Apesar de ser menos visível nas mulheres, pode causar grande desconforto emocional, especialmente por ser mais difícil de identificar no início. O diagnóstico precoce é essencial para evitar a progressão rápida da queda. 

“No homem as características mais marcantes são o padrão de entradas e região posterior da cabeça ("coroa") e na mulher o padrão é mais difuso em toda região superior do couro cabeludo”, conta Dra. Violeta.
 

Tratamento 

Tem como objetivo estagnar o processo de queda de cabelo e, em alguns casos, recuperar parte da massa capilar perdida. 

De acordo com a Dra. Violeta, "os tratamentos para a queda de cabelo evoluíram bastante. As medicações orais têm melhorado significativamente, oferecendo opções mais eficazes". 

Ela destaca ainda que, para quem já tentou tratamentos no passado sem sucesso, é importante reconsiderar as alternativas mais recentes: "Nos últimos cinco anos, tivemos grandes avanços nas medicações orais, e vale a pena buscar a orientação de um dermatologista", afirma a especialista. 

A medicação oral continua sendo a primeira linha de tratamento para a alopecia androgenética, sendo considerada mais segura e eficaz a longo prazo. Já os tratamentos injetáveis, que são utilizados em casos muito específicos e em situações mais avançadas, têm uma resposta menor e são mais caros. “Devem ser usados de forma complementar, em situações específicas", explica a dermatologista. 

É importante também que os pacientes busquem o diagnóstico correto, uma vez que nem toda queda de cabelo é causada pela alopecia androgenética. Existem condições autoimunes que podem simular o quadro, sendo necessário realizar exames para um diagnóstico preciso e, assim, um tratamento adequado. 

“Os pacientes devem seguir a orientação médica e iniciar o tratamento assim que os primeiros sinais de queda forem percebidos. Em casos mais avançados, quando a queda de cabelo já é extensa e o tratamento não é mais eficaz, e o transplante capilar pode ser uma solução estética, proporcionando a recuperação da densidade capilar e melhorando a aparência do couro cabeludo”, diz Dra. Violeta.
 

Prevenção 

Por ser uma doença de origem genética, a alopecia androgenética não pode ser completamente evitada. No entanto, existem fatores que podem agravar o quadro, como a menopausa nas mulheres e o uso de suplementação de hormônios masculinos, que podem acelerar o processo de queda. 

Os cuidados com a saúde capilar, como a escolha de produtos adequados e a adoção de hábitos de vida saudáveis, podem contribuir para minimizar o impacto da condição. 

“Percebemos que essa é uma condição comum que pode afetar a autoestima de quem a enfrenta. A boa notícia é que, com o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico adequado, é possível tratar a doença e controlar seus efeitos ao longo do tempo, garantindo uma qualidade de vida melhor para os pacientes”, conclui Dra. Violeta Tortelly. 

É fundamental que o paciente busque orientação de um dermatologista para encontrar a melhor solução para o seu caso. No site sbd.org.br é possível encontrar o especialista mais próximo da sua região.


Com as unhas naturais em alta, aprenda como mantê-las fortes e bem cuidadas

Especialista reforça que a aplicação de uma boa base fortalecedora e de um óleo para cutículas é essencial

 

Cada vez mais, as unhas naturais têm ganhado destaque, com muitas pessoas optando por exibir suas unhas sem recorrer à esmaltação. O apelo por um visual mais minimalista e natural tem sido uma tendência crescente, especialmente quando as unhas estão bem cuidadas e fortes. A tendência tornou-se ainda mais relevante recentemente com a atriz Fernanda Torres, na premiação do Golden Globes 2025, que apareceu com as unhas naturais impecáveis.

Marina Groke, fundadora da Unhas Cariocas, rede de esmalterias, reforça que, para aqueles que desejam seguir com esse estilo, cuidados contínuos para garantir uma boa aparência são essenciais - “Investir em uma base fortalecedora e usar um óleo de qualidade para as cutículas é fundamental. Com esses hábitos, as unhas naturais tornam-se até mesmo um acessório ao visual”.

A seguir, confira dicas da especialista para atingir esse efeito, através de cuidados simples e diários.

 

Base fortalecedora


A base fortalecedora é um dos primeiros produtos a ser aplicado quando o objetivo é manter as unhas fortes e resistentes. Com fórmulas que incluem nutrientes como vitaminas e proteínas, ela ajuda a proteger a região contra quebras e fragilidade.

 

Óleo para cutículas


Usar um bom óleo para cutículas também é essencial para manter a região ao redor das unhas bem hidratada e livre de ressecamento. A combinação de óleos nutritivos, como o de girassol e vitamina E, oferece um tratamento imediato, proporcionando uma hidratação profunda.

“Esse óleo tem uma textura leve e não interfere no brilho ou na coloração das unhas esmaltadas, podendo ser usado tanto em unhas naturais quanto com esmalte”, explica Marina. Além disso, ele mantém as cutículas protegidas, garantindo um acabamento mais uniforme e bonito.

 

Óleo de melaleuca

 
Outro cuidado importante é o uso do óleo de melaleuca, que possui propriedades antissépticas e antibacterianas. O item é ideal para prevenir a proliferação de bactérias e fungos, especialmente na região das unhas, mais propensa a infecções.

Marina recomenda o uso do cosmético para garantir que não ocorram irritações ou problemas durante o crescimento das unhas.

 

Esfoliante nas mãos e unhas

A esfoliação surge como outro passo importante para manter as mãos e as unhas bem cuidadas. Usar um esfoliante com micropartículas minerais ajuda a remover as células mortas e a renovar a pele, proporcionando uma sensação de frescor.

“Esse tipo de produto é ótimo para todos os tipos de pele, e o aroma agradável faz da esfoliação uma experiência ainda mais prazerosa. Além disso, contribui para uma aparência mais uniforme e saudável nas mãos”, afirma a especialista.

 

Alimentação equilibrada


Além dos cuidados externos, a alimentação também desempenha um papel crucial na saúde das unhas. Nutrientes como biotina, zinco, ferro e vitaminas A e C ajudam a fortalecer as unhas e a garantir que elas cresçam de forma saudável.

“Uma dieta rica em alimentos como nozes, ovos e frutas potencializa os resultados dos cuidados externos e garantir unhas ainda mais fortes e bonitas”, orienta Marina.




Unhas Cariocas


Cabelos e Estresse: Como o Dia a Dia Pode Estar Arruinando Seus Fios

 

No mundo acelerado em que vivemos, o estresse se tornou um companheiro constante para muitas pessoas. Mas você sabia que ele pode ser um dos grandes vilões da saúde dos seus cabelos? Como tricologista com mais de 14 anos de experiência na área da saúde, tenho observado como o estresse do cotidiano pode desencadear problemas capilares, desde a queda de cabelo até o enfraquecimento dos fios, trazendo também muitos quadros de alopecia aresta. Aqui, vou explicar como o estresse afeta a saúde capilar, dar dicas práticas para minimizar os danos e mostrar como a tricologia pode ajudar a recuperar a vitalidade dos seus cabelos.


Como o Estresse Afeta a Saúde Capilar?


O estresse crônico pode desencadear uma série de reações no organismo que impactam diretamente a saúde dos cabelos. A Dra. Danielle Gitti explica:


"Quando estamos estressados, o corpo libera altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Esse excesso pode desequilibrar o ciclo natural de crescimento dos fios, levando a condições como o eflúvio telógeno, uma das principais causas de queda de cabelo. Além disso, o estresse pode agravar problemas como dermatite seborreica e psoríase, que afetam o couro cabeludo."

Outro ponto destacado pela especialista é o impacto do estresse na circulação sanguínea:


"O estresse reduz o fluxo sanguíneo no couro cabeludo, o que significa menos nutrientes e oxigênio chegando aos folículos pilosos. Isso enfraquece os fios e pode levar à queda capilar."

 

Dicas para Minimizar os Danos do Estresse nos Cabelos


A Dra. Danielle Gitti compartilha algumas dicas práticas para proteger os cabelos dos efeitos do estresse:

Invista em uma Rotina de Cuidados Capilares
"Usar produtos adequados ao seu tipo de cabelo e couro cabeludo é essencial. Shampoos e condicionadores com ativos calmantes, como aloe vera e camomila, podem ajudar a reduzir a irritação e a inflamação."

Mantenha uma Alimentação Equilibrada
"A saúde dos cabelos começa pela boca. Consuma alimentos ricos em vitaminas do complexo B, zinco, ferro e ômega-3, que fortalecem os fios e combatem os efeitos do estresse."

Pratique Técnicas de Relaxamento
"Atividades como yoga, meditação e pilates, ajudam a reduzir os níveis de cortisol e melhoram a circulação sanguínea, beneficiando o couro cabeludo."

Durma Bem
"O sono é essencial para a regeneração celular. Priorize uma boa noite de descanso para manter os cabelos saudáveis."

Técnicas de Relaxamento para Reduzir o Estresse
A Dra. Danielle Gitti recomenda algumas técnicas simples que podem ser incorporadas ao dia a dia:

Meditação Guiada: "Reserve 10 minutos por dia para meditar. Isso ajuda a acalmar a mente e reduzir a produção de cortisol."

Massagem no Couro Cabeludo: "Massageie o couro cabeludo com óleos essenciais, como lavanda ou alecrim, para melhorar a circulação e promover relaxamento."

Exercícios Físicos: "A prática regular de exercícios libera endorfinas, que combatem o estresse e melhoram o bem-estar geral."

A Importância da Tricologia no Tratamento de Cabelos Estressados
A tricologia, ciência que estuda os cabelos e o couro cabeludo, desempenha um papel fundamental no diagnóstico e tratamento de problemas capilares relacionados ao estresse. A Dra. Danielle Gitti explica:

"Muitas pessoas não associam a queda de cabelo ou o enfraquecimento dos fios ao estresse. Por isso, é essencial buscar um diagnóstico preciso. Na Cabeloz, utilizamos técnicas como a tricoscopia digital para avaliar a saúde capilar e identificar as causas reais do problema."

Além disso, a especialista destaca a importância de tratamentos personalizados:
"Cada paciente é único, e o tratamento deve ser adaptado às suas necessidades. Combinamos terapias como laserterapia, microagulhamento e suplementação para fortalecer os fios e promover o crescimento saudável."

Tratamentos Específicos para Cabelos Afetados pelo Estresse
A Dra. Danielle Gitti recomenda alguns tratamentos eficazes para recuperar a saúde dos cabelos:

Laserterapia de Baixa Intensidade (LLLT)
"A laserterapia estimula a circulação sanguínea no couro cabeludo e revitaliza os folículos pilosos, promovendo o crescimento dos fios."

Microagulhamento Capilar
"Essa técnica utiliza microagulhas para estimular a regeneração celular e a absorção de ativos que fortalecem os cabelos."

Mesoterapia com Vitaminas e Nutrientes
"A aplicação de vitaminas e minerais diretamente no couro cabeludo nutre os folículos e combate os efeitos do estresse."


Depoimentos de Pacientes

Aqui estão alguns relatos de pacientes que recuperaram a saúde dos cabelos com a ajuda da Dra. Danielle Gitti:

"Sofria com queda de cabelo devido ao estresse no trabalho. Com o tratamento da Dra. Danielle, meus fios voltaram a crescer fortes e saudáveis." – Mariana S., 32 anos.

"A massagem no couro cabeludo e a laserterapia mudaram minha vida. Hoje, meus cabelos estão mais densos e cheios de vida." – João P., 40 anos.


Conclusão

O estresse pode ser um inimigo silencioso da saúde capilar, mas com os cuidados certos, é possível minimizar seus efeitos e recuperar a vitalidade dos fios. A tricologia oferece ferramentas poderosas para diagnosticar e tratar problemas capilares, enquanto técnicas de relaxamento e uma rotina equilibrada ajudam a proteger os cabelos no dia a dia.

Se você percebeu que seus cabelos estão sofrendo com o estresse, não hesite em procurar um especialista. Na Cabeloz, estamos prontos para ajudar você a recuperar a saúde dos seus fios e a confiança em si mesmo.

Vale lembrar que em casos de pacientes muito estressados e com problemas de horário ou que não aderem aos tratamentos, agenda sua sessão de Head Spa asiático, é uma novidade no nosso país mas consiste em uma técnica asiática de terapia capilar com produtos naturais combinada com a diminuição de stress que proporciona relaxamento.

  

Dra. Danielle Gitti, Farmacêutica Esteta, Tricologista e CEO da Cabeloz


Loiro perfeito - especialistas trazem dicas para manter a coloração dos fios intacta

Para além da manutenção com tonalizante ou tinta, cuidados com a hidratação dos fios e da raiz são essenciais 

 

Quem nunca saiu do salão com o loiro dos sonhos e, poucas semanas depois, se deparou com fios amarelados, opacos e sem vida? A manutenção da coloração loira é um dos maiores desafios para quem opta por essa tonalidade. A fragilidade causada pela descoloração, somada a fatores como sol, umidade e o uso inadequado de produtos, pode comprometer rapidamente o resultado.

“Os maiores erros começam antes mesmo de o cabelo ser descolorido”, explica Cristiano Cintra de Almeida, cabeleireiro com 30 anos de experiência, especializado em colorimetria e expert em loiros. “Muitas clientes chegam ao salão sem avaliar o histórico dos fios e sem cuidados prévios como hidratação ou reconstrução. O resultado? Manchas, desbotamento e até quebra. Além disso, após o processo, é comum negligenciar o uso de produtos indicados ou abusar de práticas como fontes de calor sem proteção térmica”, esclarece o profissional. Ele ressalta que a falta de paciência é um grande inimigo - “O loiro exige etapas e planejamento. É um processo delicado e que não pode ser apressado”.

Para garantir uma coloração duradoura e com aspecto natural, não basta acertar na escolha da tonalidade. A manutenção é fundamental e envolve desde hidratações regulares até a proteção contra os fatores que aceleram o desgaste da cor.

A seguir, confira as recomendações de especialistas para cuidar dos fios e preservar o brilho e a uniformidade da coloração.

 

A preparação do fio não pode ser negligenciada

Antes mesmo de começar o processo de descoloração, a saúde do cabelo precisa ser analisada. Muitas vezes, a pressa para alcançar o tom desejado resulta em danos aos fios. Cristiano explica que preparar o cabelo com hidratações e reconstruções é essencial para garantir um bom resultado - “Quando não se respeita a integridade do fio, os riscos de danos são muito maiores”.

 

Produtos específicos são essenciais para a manutenção

A manutenção do loiro exige um cuidado especial com os produtos utilizados no dia a dia. Para garantir que a cor se mantenha, é essencial escolher shampoos formulados especificamente para esse tipo de cabelo. Essas fórmulas geralmente possuem componentes que neutralizam o amarelamento e previnem a oxidação, mantendo o tom frio ou o equilíbrio desejado. Produtos com pigmentos roxos ou azuis são uma excelente opção, pois ajudam a combater os reflexos alaranjados, garantindo um loiro mais neutro e luminoso.

Alessandro ainda indica a escolha de shampoos que protejam a fibra capilar e que ofereçam nutrientes específicos para prolongar a vida útil da cor.

 

Manter a hidratação é fundamental para o brilho

Manter os fios hidratados é uma das principais medidas para garantir que o loiro continue brilhante e com aspecto saudável. Máscaras e ampolas nutritivas devem ser incorporadas à rotina semanal para repor os nutrientes perdidos durante a descoloração.

A especialista Marina Groke, da Escova Express, rede de escovarias, destaca que, sem hidratação, os fios perdem a maciez e o brilho rapidamente. “Cabelos loiros, especialmente os descoloridos, ficam naturalmente mais secos e frágeis. Sem a reposição de hidratação, as mechas perdem a vitalidade, ficando opacas e quebradiças”, pontua. A profissional indica a construção de um cronograma capilar específico para administrar os cuidados de maneira mais prática.

 

Proteção térmica é essencial

Ao usar ferramentas de calor, como secadores, chapinhas e modeladores de cachos, a proteção térmica é imprescindível. Esses aparelhos são capazes de ressecar e danificar ainda mais o cabelo loiro, acelerando o desbotamento da cor e a quebra dos fios. 

“Além de proteger contra o ressecamento, o protetor térmico ajuda a selar as cutículas dos fios, evitando que a cor desbote tão rapidamente”, explica Marina.

 

Escolher a tinta certa faz toda a diferença

A qualidade do produto de coloração também deve ser levada em conta. Tintas e tonalizantes de procedência não confirmada prejudicam o cabelo, tornando-o mais fragilizado e com menos brilho. Julinha Lazaretti, cofundadora da Alergoshop, rede de cosméticos hipoalergênicos, afirma que esse tipo de produto é a melhor escolha para quem deseja garantir um loiro bonito sem comprometer a saúde do fio. 

“É fundamental checar sempre o rótulo e garantir que os ingredientes presentes na formulação sejam seguros para o seu tipo de cabelo e couro cabeludo. Consultar o profissional responsável pela coloração também é uma excelente dica, pois ele pode recomendar os melhores itens de acordo com a necessidade dos seus fios”, conclui.

 

Canetas emagrecedoras podem auxiliar na perda de peso durante o verão

A endocrinologista Dra. Nathalia Ferreira aponta os principais benefícios do tratamento 

 

Com as altas temperaturas do verão, a busca por métodos eficazes para perder peso ganha força, e as canetas emagrecedoras têm ganhado destaque como uma solução moderna e cada vez mais acessível. Essas medicações, que fazem parte de uma nova geração de tratamentos para emagrecimento, oferecem resultados significativos quando associadas a um estilo de vida equilibrado.


De acordo com a endocrinologista Dra. Nathalia Ferreira, as canetas emagrecedoras ajudam na regulação do apetite e promovem a saciedade. “Esses medicamentos atuam diretamente nos centros de controle do apetite no cérebro e retardam o esvaziamento gástrico, o que permite que o paciente sinta menos fome e consiga fazer melhores escolhas alimentares”, explica a especialista.


 

Benefícios comprovados e caso de sucesso


A Dra. Nathalia conta sobre o caso de uma paciente de 58 anos que ilustra o potencial transformador do tratamento. “A paciente iniciou o uso das canetas com 82 quilos e a meta de perder 15% do peso corporal, o que significava chegar a 70 quilos. Com a orientação médica, ela alcançou essa meta inicial em poucos meses, perdendo 12 quilos”.


Além da perda de peso, houve mudanças significativas no estilo de vida, como a prática diária de exercícios físicos e uma alimentação mais balanceada. “Mesmo estando na pós-menopausa, uma fase que dificulta o emagrecimento, ela decidiu continuar o tratamento para atingir um novo objetivo. Após um ano, alcançou uma perda total de 17 quilos, reduzindo cerca de 20% do peso inicial e atingindo menos de 65 quilos”, conta a Dra. Nathalia.


 

O papel do estilo de vida no tratamento


Embora as canetas emagrecedoras sejam ferramentas poderosas para auxiliar no emagrecimento, a endocrinologista alerta que elas não devem ser vistas como uma solução isolada. “O uso da medicação precisa ser combinado com hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos. Além disso, é imprescindível o acompanhamento médico para prevenir possíveis efeitos colaterais”, orienta a médica.


“Estamos falando de uma abordagem que vai além do emagrecimento estético; trata-se de melhorar a saúde metabólica e a qualidade de vida do paciente. Assim, o tratamento deve ser conduzido com responsabilidade e sempre adaptado às necessidades individuais de cada pessoa”, enfatiza a Dra. Nathalia Ferreira.


Diante desse cenário, a médica reforça que as canetas emagrecedoras são um grande avanço no tratamento do excesso de peso, especialmente quando combinadas com mudanças no estilo de vida. “Para quem está decidido a aproveitar o verão em busca de um novo corpo ou mudanças no estilo de vida, as canetas, desde que devidamente utilizadas, podem se mostrar métodos muito seguras e, principalmente, com resultados duradouros”. 





Dra. Nathalia Ferreira - Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Dra. Nathalia Ferreira possui Mestrado em Endocrinologia na USP de São Paulo e o título de Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Além disso, a médica possui ainda um curso de Especialização em Ultrassonografia de Tireoide e se apresenta como a autora de dois Ebooks: “Mãe, estou virando mocinha?” e “Receitas saudáveis e práticas”.


Busca pelo corpo perfeito para o Carnaval: Riscos de infecções aumentam com a alta demanda por procedimentos estéticos

Especialista alerta para os riscos de infecções em procedimentos estéticos e os cuidados necessários para evitar complicações 

 

Com a proximidade do Carnaval, a busca por procedimentos estéticos dispara, impulsionada pelo desejo de estar com o “corpo perfeito” para a folia.  

A procura por procedimentos como lipoaspiração, implante de silicone e harmonização facial atinge seu pico no início do ano, acompanhada de um aumento expressivo nas intervenções não cirúrgicas, como aplicação de toxina botulínica, preenchimentos faciais, bioestimuladores de colágeno e depilação a laser. Clínicas e consultórios registram recordes de atendimento, muitas vezes operando no limite da capacidade para atender à demanda sazonal.

Diante desse cenário, especialistas alertam para os riscos associados à pressa e à falta de critérios na escolha de profissionais e clínicas. A Sociedade Brasileira de Dermatologia reforça que “a realização de procedimentos estéticos exige conhecimento técnico e o cumprimento rigoroso de normas sanitária s para evitar complicações como infecções, reações adversas e sequelas irreversíveis”. 

Para a Dra. Jéssica Ramos, infectologista e doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP), a preocupação é pertinente. "Até mesmo procedimentos considerados simples podem levar a sérios problemas de saúde se não forem realizados por profissionais qualificados ou se não seguirem rigorosamente as normas de higiene necessárias" , explica a especialista.


 Infecções

 As Infecções Relacionadas à Assistência em Saúde (IRAS) são infecções adquiridas durante a prestação de cuidados de saúde, podendo ocorrer em qualquer ambiente onde procedimentos médicos ou estéticos sejam realizados. No caso de procedimentos estéticos, o risco de IRAS aumenta em tratamentos invasivos, quando a barreira protetora da pele é rompida, facilitando a entrada de microrganismos.

 A falta de higiene, a esterilização inadequada dos equipamentos, o uso de produtos contaminados e erros técnicos podem contribuir para o surgimento dessas infecções, que podem variar de leves a graves, exigindo cuidados médicos imediatos.

 Entre as bactérias mais comuns associadas às infecções em procedimentos estéticos, destacam-se:

 Staphylococcus aureus (incluindo MRSA): Essa bactéria está frequentemente associada a infecções de pele, feridas cirúrgicas, e pode causar abscessos e infecções graves, como septicemia.

 Pseudomonas aeruginosa: frequentemente encontrada em ambientes de saúde, esta bactéria pode levar a infecções em feridas, especialmente em procedimentos cirúrgicos e tratamentos invasivos.

 Mycobacterium: conhecidas por causar infecções de pele após procedimentos como lipoaspiração e preenchimentos faciais, essas bactérias podem ser difíceis de tratar e requerem terapia antibiótica prolongada.

 Escherichia coli (E. coli): embora normalmente presente no intestino humano, quando introduzida acidentalmente em feridas, pode causar infecções graves.


 Cuidados importantes

 Para a Dra. Jessica, a principal forma de evitar a infecção começa na escolha do profissional e do local em que será realizado o procedimento. “Procedimentos estéticos devem ser feitos apenas por médicos, que são profissionais habilitados para administrar as eventuais complicações. Por isso, antes de contratar este tipo de serviço, é importante verificar se o profissional é médico, qual a sua especialização, se o local tem licenciamento e até buscar referências, optando por alguém que tenha boa reputação e bom histórico", explica a infectologista.

 Além da escolha, a Dra. Jessica enfatiza a importância do cuidado pré e pós-operatório, incluindo a limpeza adequada do local em que será feito o procedimento (idealmente em centros cirúrgicos hospitalares) e o monitoramento de sinais de infecção. “A conscientização sobre os riscos é essencial, especialmente com o aumento de intervenções estéticas, que, embora seguras quando realizadas corretamente, podem apresentar riscos quando os protocolos de saúde não são seguidos rigorosamente”, finaliza a especialista.

  

Dra. Jessica Ramos - graduada em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com residência médica em Infectologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e doutorado em Ciências também pela USP. A especialista integra o Núcleo de Infectologia do Hospital Sírio-Libanês e é membro de importantes comitês de doenças infecciosas, entre eles da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).


Especialista indica 5 truques para uma maquiagem bronzeada natural

Com a chegada do verão, realçar o tom de pele dourado sem recorrer ao sol excessivo é possível com os truques certos 

 

Com o verão se aproximando, muitas pessoas desejam conquistar um bronzeado radiante, mas sem os danos causados pela exposição excessiva ao sol. Felizmente, é possível obter esse efeito dourado por meio da maquiagem, realçando a pele de forma saudável e natural. Usando os produtos certos e aplicando as técnicas adequadas, é possível criar um visual luminoso, sem comprometer a saúde da pele.

Kelly Nogueira, fundadora da Espaço Make, destaca que, ao contrário do que muitos pensam, conquistar um tom bronzeado perfeito não exige horas de sol ou o uso de autobronzeadores. "A maquiagem oferece alternativas seguras e rápidas para quem deseja realçar o tom dourado da pele de maneira natural", afirma Kelly.

Com as dicas certas, é possível transformar a maquiagem diária em uma ferramenta para conquistar uma pele iluminada e com aparência de verão o ano todo.

 

Aplique bronzer nas áreas estratégicas

Para obter um bronzeado natural, o bronzer é indispensável. Aplique-o nas áreas onde o sol incide naturalmente, como testa, maçãs do rosto, queixo e laterais do nariz. Esse truque cria um contorno suave e um efeito de pele naturalmente bronzeada. "Use movimentos circulares para uma aplicação sutil e bem esfumada”, orienta Kelly.

 

Ilumine a pele com toques de iluminador

Um iluminador bem aplicado é essencial para intensificar o bronzeado. Para isso, posicione o produto nas têmporas, ao longo da ponte do nariz e no centro da testa. Isso confere um brilho saudável e um ar de frescor, realçando a luminosidade da pele.

 

Dê cor ao rosto com blush pêssego

O blush pêssego é ideal para trazer um toque de cor suave à pele. Ao aplicá-lo nas maçãs do rosto, você cria um efeito de saúde natural, que complementa o bronzeado sem exageros. Essa tonalidade é perfeita para qualquer tipo de pele, proporcionando um visual luminoso e fresco.

 

Aposte em bases de acabamento natural

Se a ideia é manter o bronzeado sem pesar, bases com acabamento natural ou luminoso são a escolha certa. Esses produtos deixam a pele com aparência fresca e radiante, enquanto equilibram o tom de forma sutil. Kelly recomenda - “Escolha uma base que não cubra demais, para que o efeito bronzeado se integre de maneira equilibrada na face”.

 

Use spray fixador para garantir durabilidade

Para que a maquiagem dure mais tempo e o bronzeado permaneça intacto, a aplicação de um spray fixador é essencial. Esse produto não apenas mantém a maquiagem no lugar, mas também controla a oleosidade e prolonga o brilho saudável da pele ao longo do dia.

  

Espaço Make


Sua pele fala, só o dermatologista entende”: O papel de destaque dos especialistas brasileiros no Brasil e no mundo


Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lança campanha sobre a importância de cuidar do maior órgão do corpo humano 

 

A pele é muito mais que uma camada externa, ela reflete a saúde física, emocional e até a identidade. No dia 5 de fevereiro é celebrado o Dia do Dermatologista, e em prol de conscientizar a população sobre a importância de cuidar desse, que é o maior órgão do corpo humano, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) alerta para o papel deste profissional através da campanha “Sua pele fala, só o dermatologista entende!” Clique aqui e confira o vídeo da campanha!  

“A pele dá muitos sinais e para decifrá-los e garantir um cuidado adequado, a expertise de um dermatologista é fundamental. Muitas vezes, a população esquece que a pele se trata de um órgão que precisa de atenção e cuidados individualizados”, explica o presidente da SBD, Dr. Carlos Barcaui.  

A data também homenageia esses profissionais que, além de cuidarem da saúde da pele, cabelos e unhas, desempenham um papel crucial na medicina, pesquisa e no bem-estar da população ao redor do mundo.  E, quando se fala de excelência na dermatologia, os especialistas brasileiros se destacam, com contribuições relevantes no país e no exterior.  

“Nossos profissionais não apenas contribuem com inovações e tratamentos, mas também desempenham um papel importante na humanização da medicina e no cuidado das populações mais vulneráveis, elevando o setor a um nível de renome internacional”, diz o presidente da SBD, Dr. Carlos Barcaui.  

Os dermatologistas brasileiros estão sendo referência em doenças tropicais, dermatoses negligenciadas, fotomedicina, e condições imunodermatológicas. Esse protagonismo é evidente em diversas conquistas internacionais. Muitos desses profissionais têm sido chamados a liderar iniciativas internacionais, representando o país em grandes entidades como a International League of Dermatological Societies (ILDS) e o Colégio Ibero-Latino-Americano de Dermatologia (CILAD).  

Esses especialistas são essenciais no enfrentamento de desafios globais de saúde. Recentemente, diversos deles foram agraciados com importantes prêmios internacionais.  Entre os prêmios concedidos pela ILDS, neste ano, destaca-se o Dr. Egon Luiz Rodrigues Daxbacher, que recebeu o DermLink 2025, com o projeto “Treinamento e detecção ativa da hanseníase: atividades contínuas necessárias para o controle de uma doença tropical negligenciada”. “Esse prêmio é um reflexo do esforço coletivo da nossa equipe e dos parceiros que têm se engajado no combate à doença. A dermatologia tem um papel vital na detecção precoce e na melhoria da qualidade de vida de muitos pacientes”, disse ele.  

Outro grande destaque foi o Dr. Ciro Gomes, vencedor do DermLink Grants 2024, reconhecido pelo projeto “Uma Só Saúde para as Populações Indígenas do Brasil”, voltado para as comunidades Yanomami. “O prêmio é uma validação da importância de integrar a saúde dermatológica com outras áreas da saúde pública, respeitando as especificidades culturais e sociais das populações indígenas. Estamos oferecendo cuidado e dignidade para quem muitas vezes vive à margem dos sistemas de saúde convencionais”, declarou o médico dermatologista.  

A categoria Trabalho Humanitário também teve um vencedor brasileiro de destaque: Dr. Carlos Chirano, com o projeto “Dermato Saúde Amazonas”, que leva cuidados dermatológicos às comunidades ribeirinhas da Amazônia. “Nosso trabalho é focado em levar saúde a quem mais precisa, principalmente em locais de difícil acesso. A hanseníase e outras dermatoses negligenciadas precisam de um olhar atento, e é esse olhar que estamos levando aos rincões da Amazônia”, afirmou ele.  

A Dra. Tânia Cestari, premiada com o Certificado de Reconhecimento como Liderança Internacional, tem sido uma referência em fotomedicina, doenças pigmentares e condições imunodermatológicas. “Este reconhecimento é um reflexo de anos de pesquisa dedicada, que busca entender melhor as doenças de pele e oferecer tratamentos mais eficazes. A dermatologia tem um papel fundamental na saúde global, e é uma honra contribuir para esse avanço”, declarou Dra. Cestari.  

Além dos prêmios individuais, outro marco importante foi a eleição do Dr. Omar Lupi como presidente do CILAD (Colégio Ibero-Latino-Americano de Dermatologia) para o biênio 2024-2026, que também simboliza o prestígio da dermatologia brasileira na América Latina, já que é a primeira vez em 36 anos que um brasileiro assume uma posição tão importante na instituição.   

“É um orgulho representar a dermatologia brasileira no CILAD. Acredito que nossa expertise em áreas como doenças tropicais, dermatoses negligenciadas e a aplicação de novas tecnologias tem sido fundamental para a evolução da dermatologia”, comentou o Dr. Lupi, destacando a responsabilidade de representar o Brasil no cenário latino-americano.  

Esses profissionais mostram como o Brasil se tornou um centro de referência para tratamentos inovadores e humanitários. “O Dia do Médico Dermatologista é uma oportunidade para reconhecer o trabalho incansável desses profissionais, cuja dedicação e competência têm transformado a vida de milhares de pacientes e elevando o nome do Brasil no cenário internacional. A cada conquista, a dermatologia brasileira reafirma sua liderança e compromisso com a saúde e o bem-estar de todos”, conclui o presidente da SBD, Dr. Carlos Barcaui.  


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