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sexta-feira, 11 de junho de 2021

Desempenho da hotelaria no estado de São Paulo amarga dificuldades

“Os dados apurados na pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH-SP, relativos ao desempenho alcançado no último mês de abril, merecem ser analisados com cautela”, afirma Roberto Gracioso, coordenador do estudo.  

Embora a taxa média de ocupação tenha registrado 20,44% no mês de abril de 2021 e indique crescimento, quando comparada aos pífios 7,31% registrado em abril de 2020 – a mais baixa média de ocupação da série histórica – em relação ao ano de 2019, pré-pandemia, representa queda real de ocupação correspondente a 70,06%. 

“Abril de 2020 foi praticamente o primeiro ano das várias incertezas e dissabores sanitários e comerciais causados pela pandemia de COVID-19”, avalia Gracioso.

 

Gráfico 1 – Comparativo taxa de ocupação acumulada e perdas do últimos três anos.

Além da receita advinda das diárias, a taxa média de ocupação pré-pandemia, apurada no mês de abril (69,53%) para a hotelaria no Estado de São Paulo incluía o faturamento decorrente de receitas com eventos, alimentos, bebidas e outros serviços prestados.

 

Agrava o cenário de dificuldades amargadas pelos meios de hospedagem o fato dos valores das diárias médias, referentes ao mês de abril de 2020, terem sido mantidas por conta de vendas realizadas em fevereiro e meados de março. Ou seja: antes da deflagração da pandemia, propriamente dita. Cabe lembrar que a OMS decretou a pandemia na segunda quinzena de março de 2020. 

Mesmo com avalanche de cancelamentos, o valor da diária média remanescente em abril de 2020 mantinha patamar razoavelmente próximo ao ideal; tendo por referência lenta trajetória de recuperação observada nos anteriores. Por isso, a queda no valor da tarifa média apurada é de apenas 12,23%. “A tarifa média na hotelaria do estado de São Paulo é uma tendência observada desde o início da pandemia. As perdas reais acumuladas são 36,20%, na média”, destaca o coordenador da pesquisa.

 

Gráfico 2 – Comparativo diária média acumulada e perdas do últimos três anos.

 

Outro indicador analisado, RevPar, segue exatamente a mesma tendência da diária média, só que exibe queda percentual ainda maior. Comparando Abril/20 com Abril/19 reduz 90,13% -- “a maior perda histórica da hotelaria em atividade”, enfatiza o diretor da ABIH-SP.

Comparar RevPar de Abril/21, com o parâmetro realista do período pré-pandemia, de Abril/19, revela resultado também desastroso: queda de 79,87%. “Todos os indicadores corroboram na descrição da grave crise que o mercado hoteleiro atravessa”, conclui Ricardo Andres Roman Jr, presidente da ABIH-SP.

 

Gráfico 3 – Comparativo RevPar acumulada e perdas do últimos três anos.

 “Não há o que comemorar. Os ganhos percentuais elevados, paradoxalmente, retratam perdas proporcionais. Como ensina o dito popular: ‘Um milhão vezes zero é zero’”, arremata Gracioso.


Dia dos Namorados: E-commerce deve faturar R$ 6,9 bilhões e presentes inesquecíveis ou experiências estão entre os procurados

Segundo a projeção da Neotrust, empresa de Data Intelligence de e-commerce, o faturamento do Dia dos Namorados deste ano em comparação a 2020, deve ter um crescimento de 10%, chegando a R$ 6,9 bilhões só no online. O ticket médio também deve crescer 12%, ficando na casa dos R$ 452.

Sobre os presentes, acessórios automotivos; eletrônicos; livros, DVDs e Blu-ray; dermocosméticos, maquiagem, perfumes; doces e bomboniere; floricultura; esporte; moda e acessórios; ótica; jóias e relógios estão entre as categorias mais procuradas, mas para 12% dos casais, a preferência é por presentes criativos e inesquecíveis, como itens personalizados, passeios, viagens ou experiências gastronômicas.

Neste caso, a Sugoi Shoes pode contribuir com os casais, já que há 11 anos, a marca produz sapatos exclusivos e personalizados para cada cliente e todos eles são pintados à mão pela artista plástica e estilista Louise Melo Guerrero.

*A Sugoi Shoes é uma marca de sapatos personalizados, idealizada pela artista plástica e estilista Louise Mello Guerreiro. Com 11 anos de mercado, a Sugoi possui ateliê em São Paulo e cria sapatos exclusivos, prezando o conforto, a personalidade, a individualidade e o estilo do cliente. 

www.sugoishoes.com.br

Como equilibrar os requisitos de privacidade de dados com segurança de videomonitoramento eficiente


As soluções inteligentes de videomonitoramento avançaram rapidamente em um espaço de tempo muito curto, ajudando organizações de todos os tipos e tamanhos a aumentar a segurança de suas instalações. 

Há apenas alguns anos, por exemplo, câmeras gravavam imagens em vídeo e as armazenavam localmente, com equipes de segurança analisando-as manualmente em caso de algum incidente. Atualmente, as tecnologias de aprendizado de máquina e inteligência artificial (IA) significam que as câmeras inteligentes podem coletar e processar grandes quantidades de dados de pessoas que acessam locais e edifícios, ajudando as equipes de segurança a trabalhar com mais eficácia e a responder a incidentes com mais rapidez. 

Apesar de muitos benefícios operacionais e de segurança do aprendizado de máquina e IA, cada organização deve considerar e mitigar as implicações de privacidade de câmeras e outros dispositivos que coletam e processam informações de identificação pessoal (PII) dos cidadãos. Em outras palavras, é necessário equilibrar os requisitos de privacidade com os recursos de suas soluções de videomonitoramento. 

É um mito comum que as soluções de videomonitoramento não são permitidas pelo LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e outros regulamentos de privacidade, mas não é esse o caso. Na verdade, você tem a liberdade de gravar vídeos de sua empresa ou instalações comerciais de acordo com o LGPD desde que siga as regras.

Claro que isso inclui gravações em vídeo em que a identidade das pessoas pode ser reconhecida. No entanto, as regras também se aplicam a outros dados, por exemplo, triagem de temperatura, que não são dados pessoais por si só, mas que se tornam informações confidenciais quando estão vinculados a indivíduos reconhecíveis. Nesse caso esses dados também precisam ser protegidos de ponta a ponta.

Qualquer organização que leve a sério a privacidade sabe que equilibrar questões de privacidade com soluções de segurança por videomonitoramento inteligente não é algo que se possa alcançar por conta própria. Na verdade, três parceiros principais são necessários para ajudar a atingir esse equilíbrio delicado e garantir a conformidade com a LGPD. 



1) O usuário final (ou seja, sua empresa): De acordo com os termos das regras de privacidade, incluindo a LGPD, a responsabilidade recai sobre o usuário final no que diz respeito às responsabilidades de processamento seguro de dados. Afinal, os dispositivos, sistemas e redes utilizados para processar e compartilhar documentos estão sob seu controle e você deve ser capaz de garanti-los.



2) O instalador: O instalador de videomonitoramento inteligente tem um papel fundamental em termos de garantir que o acesso à rede e ao dispositivo seja totalmente seguro. Isso pode ser alcançado com uma combinação de técnicas, desde a implantação de câmeras e outros dispositivos em uma parte “particionada” ou segura da rede até a alteração de senhas de fábrica para minimizar o risco de violações de segurança. 



3) O fabricante do dispositivo: Os fabricantes de tecnologia de videomonitoramento inteligente têm uma grande responsabilidade em termos de proteger seus dispositivos e garantir que nenhuma “brecha” de segurança exista em nenhum lugar. Isso só pode ser alcançado com a implementação de princípios “seguros por design” em todos os processos de desenvolvimento, teste de penetração e produção para garantir que a segurança seja “incorporada” a todos os produtos. 

Outra responsabilidade fundamental do fabricante é tornar todos os produtos “seguros por padrão” no ponto de entrega. Isso significa que as configurações de fábrica colocam o produto no modo mais seguro possível em termos de como os dados são coletados e processados, mesmo que isso limite alguns dos recursos avançados do dispositivo. Obviamente as configurações de segurança podem ser reduzidas para acessar recursos avançados, se você quiser. Mas isso só deve ser feito sob orientação legal para garantir que todas as suas soluções continuem em conformidade com o LGPD. 

Para todas as organizações, o equilíbrio dos requisitos de privacidade com a segurança por videomonitoramento eficaz envolve a compreensão de suas responsabilidades e a garantia de que suas soluções de tecnologia sejam compatíveis. A única maneira de fazer isso é fazer as perguntas certas aos fabricantes e instaladores de seus dispositivos. 

Pergunte ao fabricante do seu dispositivo, por exemplo, se os produtos são desenvolvidos e testados de acordo com os princípios de “segurança por design” e se o processamento de dados atende aos requisitos de segurança da LGPD. Você também deve perguntar se os dispositivos estão configurados para segurança máxima por padrão e, de preferência, também privacidade por padrão, quando são entregues da fábrica. 

"As soluções inteligentes de videomonitoramento estão aumentando a segurança por meio da coleta de dados mais valiosos do que nunca. Mas equilibrar os requisitos de privacidade com segurança por videomonitoramento eficaz nunca é fácil, exigindo práticas de gerenciamento de dados compatíveis, soluções que são “seguras por design” e parcerias com instaladores e fabricantes preocupados com a segurança”, disse Fred Streefland, diretor de Segurança Cibernética e Privacidade na Hikvision EMEA.




Hikvision

 https://www.hikvision.com/pt-br/


Dia do orgulho LGBTQIA+: como a data ressalta a importância da diversidade nas empresas?

A preocupação em criar um ambiente de trabalho diverso e inclusivo está ganhando cada vez mais força no mundo corporativo. Há anos este tema é abordado, inclusive com datas que ressaltam essa importância, como o Dia do Orgulho LGBTQIA+, que é celebrado em 28 de junho. Mesmo assim, ainda vemos fortes barreiras a serem quebradas – afinal, não basta estabelecer políticas de incentivo à contratação desses profissionais, sem a preocupação em transformar o dia a dia da organização.

Infelizmente, os desafios encontrados por esse público no mercado de trabalho ainda não são enormes. Em uma pesquisa feita pela consultoria de engajamento Santo Caos, 61% dos profissionais LGBTQIA+ brasileiros entrevistados disseram que escondem sua orientação sexual em suas empresas. Para piorar, 41% dos gays afirmam terem sofrido discriminação em seu ambiente de trabalho por sua identidade de gênero.

A falta de conscientização da importância da inclusão em um ambiente de trabalho pode ser fator determinante para uma péssima imagem da empresa – não somente perante os concorrentes, mas principalmente para os clientes. Os novos consumidores prezam e dão preferência por organizações diversas, que se preocupam em incentivar a vinda desses profissionais e em estimular uma cultura de respeito entre todos.

Ser uma empresa diversa não significa somente contratar profissionais LGBTQIA+, mas sim respirar isso todos os dias. Não adianta colocar um logo colorido nas redes sociais, se a cultura não for algo real na empresa. Vivemos em um mundo que preza por um equilíbrio e, para isso, não temos que trabalhar com igualdade, mas sim com equidade – reconhecendo essas diferenças entre cada pessoa e lutando para que todos tenham as mesmas condições e oportunidades.

Uma política ética e inclusiva é vantajosa para toda a cultura organizacional. Uma empresa onde todos se sentem importantes, valorizados e sem preocupações em serem discriminados por serem eles mesmos, gera mais conexão e empatia entre os times. Quando somos bem acolhidos e respeitamos nossos colegas, nos sentimos mais felizes no ambiente de trabalho. Cria-se um cenário inspirador para a expansão da mente, criatividade, produtividade e, consequentemente, para a visão de novas oportunidades de negócios.

Com essa cultura interna, ainda é possível aperfeiçoar os canais de atendimento, tornando-os mais humanizados. Ter diferentes personalidades, hábitos e crenças é fundamental até para a criação de chatbots, que usam a inteligência artificial para automatizar o relacionamento com os clientes. Empresas que não contam com um time diverso, dificilmente conseguirão desenvolver boas estratégias para esses canais de comunicação. É preciso estar preparado para lidar com os mais diversos públicos e suas necessidades.

Para aqueles que ainda não encontraram o melhor caminho para iniciar essa jornada de inclusão, existem diversas plataformas online e ONGs que podem ser excelentes parceiros na atração desses talentos. Mas é preciso se atentar para desenvolver essas ações continuamente, e não apenas em casos pontuais.

O Dia do Orgulho LGBTQIA+ representa o espelho da nossa sociedade, e mostra que quanto mais falarmos sobre isso, mais as empresas irão estimular um ambiente de trabalho inclusivo. O foco está em fornecer todo o apoio necessário para que os funcionários sejam eles mesmos, sem medo ou preocupações, de forma que se sintam mais confortáveis. Uma coisa é certa: quando um funcionário se sente contente em seu trabalho, o consumidor sentirá essa sensação na entrega do produto ou serviço prestado com maior qualidade.



Camila Paiva - Gerente de RH da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS.


Jonathan Franklin - atua na área de Recrutamento e Seleção na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS. Também é responsável pela implantação do projeto de Diversidade e Inclusão na companhia.

 


Pontaltech

https://www.pontaltech.com.br/

 

Cinco passos para conquistar uma carreira internacional em TI

Conquistar uma carreira internacional em TI é o sonho de muitos profissionais do ramo. Diversos países oferecem amplas oportunidades de emprego para estrangeiros com altos salários – que, inclusive, é um dos principais atrativos para o segmento.

Segundo uma pesquisa do Boston Consulting Group (BCG), em 2020, 63% dos profissionais da área afirmaram estarem dispostos a mudar de país. Dados ainda mostram que o déficit atual de especialistas em tecnologia no mundo é superior a 570 mil. Com tanta oferta, é possível escolher onde trabalhar. A remuneração em moedas como Dólar e Euro é o grande atrativo para os brasileiros.

Por isso, enumerei aqui cinco passos para quem deseja carimbar o passaporte junto com a carteira de trabalho.


#1 Estude inglês: a língua inglesa é a base do trabalho em TI. Todos os códigos e linguagens de programação são escritos e divulgados nesse idioma – o que torna seu domínio imprescindível, independentemente do país que você escolher para trabalhar. Para quem ainda não atingiu um nível de proficiência satisfatório na língua, o ideal é mergulhar nos estudos, considerando inclusive cursos que apresentem o vocabulário específico da área de tecnologia.


#2 Analise os mercados mais promissores: países como o Canadá, Estados Unidos, Portugal e Irlanda são alguns dos mais desejados pelos profissionais de TI, por serem polos tecnológicos reconhecidos internacionalmente, reservando as melhores oportunidades de emprego. Alguns oferecem incentivos de trabalho a estrangeiros, com políticas de imigração bastante favoráveis. Portanto, analise os mercados mais promissores e escolha o que lhe mais agradar.


#3 Identifique as habilidades necessárias e prepare-se: ser um profissional de TI requer estudos constantes sobre as tendências do setor. Em qualquer oportunidade de trabalho – especialmente internacional – é imprescindível se manter atualizado em todas as novidades da área. O mundo tecnológico está sempre evoluindo e ficar de fora das atualizações é o mesmo que decretar sua desvalorização no mercado.


#4 Monte um portfólio: todos os seus projetos profissionais e resultados devem ser organizados para serem apresentados aos recrutadores estrangeiros de forma atrativa. Somente com um bom portfólio, os responsáveis pelos processos seletivos conseguirão enxergar suas habilidades e principalmente como elas poderão contribuir para o crescimento da empresa.


#5 Conecte-se às empresas: uma boa rede de contatos pode ser a grande chave para conquistar uma oportunidade de trabalho, principalmente em outro país. Por mais que plataformas e redes sociais como o LinkedIn ofereçam grandes chances, não se limite a elas. Empresas especializadas em recrutamento e seleção no exterior podem ajudá-lo a encontrar as vagas mais promissoras, além de prestar todo o apoio necessário durante o processo.

Apostar em uma carreira internacional é uma ótima oportunidade de crescimento profissional e pessoal. Com a intensa transformação digital que estamos vivenciando, as vagas de trabalho em TI estão crescendo exponencialmente em empresas dos mais diferentes portes e segmentos. Com um bom preparo, as chances de se destacar e romper fronteiras são enormes. 

 


Vanderlei Abrantes - cofundador da StarHire

 https://starhire365.com.br/lista/

 

A escola do meu filho faz um bom uso das tecnologias?

 Pandemia avançou o debate sobre o aprendizado no meio digital e a qualidade das aulas online se tornou fator determinante para escolha da escola


A relação entre escola e tecnologia gerou muitas discussões a medida em que novas ferramentas se tornavam cada vez mais presentes no dia a dia, mas ainda alheias à sala de aula. Com a pandemia, antes mesmo que pudesse analisar melhor a inclusão digital nas instituições, o ambiente virtual foi visto como uma saída diante das medidas emergenciais do isolamento social.

De acordo com a última pesquisa TIC Educação realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), 93% dos alunos afirmaram ter utilizado a internet em pesquisas para trabalhos escolares. Isto ainda em 2019. Enquanto isso, grande parte dos professores mencionaram dificuldades como número insuficiente de computadores, baixa conexão e equipamentos obsoletos para trabalhar digitalmente. Além disso, 93% dos educadores relataram se manter atualizados sobre o uso de tecnologias sozinhos.

Foi com pouca experiência tecnológica que as escolas brasileiras enfrentaram o cenário educacional pandêmico e isso refletiu na qualidade das aulas. “Em um primeiro momento do isolamento social, as instituições repetiram o modelo de aula tradicional dentro do online. Com o tempo, ficou claro que isso não funcionava e que seria necessário pensar em novos modelos”, afirma Cláudio Falcão, diretor do Sistema de Ensino pH, um sistema presente em escolas em todo o país e que fornece soluções educacionais.

Para ele, a pandemia rompeu paradigmas e provou que é possível passar informação por meio de aulas online. Agora, é necessário que as famílias compreendam que o ambiente digital não substituirá o papel professor e nem o papel da escola no presencial. “O professor é o mediador na busca pelo conhecimento e isso fica muito mais fácil quando há facilitadores digitais”, completa.

Mais do que equipamentos, os pais devem analisar se a escola tem um planejamento tecnológico que dialoga com formatos de aula que se diferenciem da tradicional aula expositiva. “A máquina é uma ferramenta que auxilia no processo, mas sozinha não faz um bom ensino online. Ela deve auxiliar na aplicação de metodologias ativas, a colocar o aluno no centro no processo de ensino-aprendizagem.”

Em 2020, o Sistema pH apresentou o Learning Book, uma ferramenta que além de dar acesso aos estudantes a todo material digitalmente, fornece aos professores e gestores uma série de dados que possibilita um acompanhamento minucioso do aprendizado mesmo à distância. “O Learning Book não é um computador comum, ele é um computador pedagógico. Então, se o professor passa um texto para ser lido antes da aula, ele conseguirá por meio dessa ferramenta acompanhar quantos alunos leram efetivamente”, explica Falcão.

O diretor enfatiza que as famílias devem ter um olhar crítico para estruturas tecnológicas que não estão acompanhadas de planejamento e que não dialogam com as aulas. “Essas ferramentas devem principalmente facilitar os processos educacionais”, conclui.

 


Sistema de Ensino pH

www.sistemadeensinoph.com.br

 

Pandemia e aumento de preços alteram a rotina de consumo e uso dos brasileiros

Pesquisa da Kantar aponta que crise fez classes mais baixas consumirem proteínas baratas

 

A pandemia da Covid-19 segue impactando os hábitos dos brasileiros. De acordo com a edição mais recente do Consumer Insights, estudo produzido pela Kantar, líder global em dados, insights e consultoria, 62% dos gastos com alimentação e bebidas não alcoólicas foram em consumo dentro do lar e apenas 38% fora do lar. O impacto em ambos já é da ordem de -12% em valor em comparação ao primeiro trimestre de 2020, e isso traz grandes mudanças no comportamento de compra e uso do brasileiro. 

A recente alta dos preços de bens de consumo massivo (FMCG), a nova onda da COVID-19 e o ritmo lento da vacinação e da retomada do auxílio emergencial, bem como seu menor valor, são os principais propulsores dessa queda e resultam em menos unidades no carrinho de compras. O valor da cesta de consumo massivo aumentou mais de 8%, mas houve uma queda de 5% em unidades no primeiro trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado. 

O impacto do preço trouxe grandes mudanças no cardápio e na rotina de preparo de refeições dos brasileiros. Com a alta no preço da carne (bife e filé), viu-se uma tendência de migração para proteínas mais baratas. Do último trimestre de 2020 para os primeiros três meses deste ano houve um expressivo aumento do consumo de carne de sol na classe AB, salsicha na DE e hamburguer na C. 

Outra opção que cresceu no cardápio das classes mais baixas foi o mingau. Foi o 8º prato em ocasiões de consumo, mostrando que a necessidade de 'fazer caber no bolso' foi uma das razões para este preparo, que aumentou no jantar (+8 pontos de penetração), lanche da manhã (+3,9 pontos de penetração), ceia (+2,8 pontos de penetração) e carry out, popularmente conhecido como marmitas (+1,9 ponto de penetração). 

O estudo Consumer Insights aponta que essas marmitas se tornaram uma boa solução para diminuição dos gastos fora de casa entre os consumidores de classes mais baixas. Destaque para os lanches frios, que fizeram com que pão industrializado crescesse 11 pontos de penetração na classe DE, o que equivale a mais de 6,2 milhões de novos lares comprando a categoria entre março de 2020 e o mesmo mês deste ano. E que também tornaram o presunto a proteína da vez, ganhando 14,8 pontos de penetração em relação ao mesmo período do ano passado, ou seja, um ganho de mais de 8,4 milhões de novos lares.

Já a entrega de comida em domicílio e o uso de aplicativos se consolidaram nas classes mais altas, sendo pizzas, fast food, pratos e bebidas não alcoólicas as categorias campeãs de pedidos via delivery. E para o consumidor tradicionalmente de fora de lar que se viu em isolamento social, o tíquete médio gasto com entrega em domicílio chegou a dobrar, passando de R$ 33,96 para R$ 57,80. 

A alta dos preços também impactou o setor de limpeza, que vinha num consistente crescimento desde o começo da pandemia. Depois do pico de consumo no final do ano passado, todas as categorias sofreram retração em unidades compradas. E os consumidores passaram a comprar mais itens com descontos, principalmente nas classes AB e DE, mostrando que as promoções nos pontos de venda foram relevantes para o desempenho das marcas neste trimestre.

 

 

Kantar

www.kantar.com/brazil


TI no Canadá: saiba quais são os profissionais mais procurados pelo país

A área de Tecnologia da Informação é uma das mais importantes para a economia canadense. Desde o início da pandemia, a busca por esses profissionais só se intensificou. Como a população do país não é suficiente para suprir tanta demanda, eles estão em busca de cada vez mais estrangeiros.

Somente em 2019, a chegada de imigrantes de várias nacionalidades representou mais de 80% do crescimento da população, segundo dados oficiais do governo local. Consequentemente, um terço dos negócios no país são comandados por estrangeiros.

Se você sonha com uma carreira internacional, vale a pena saber quais são as áreas mais promissoras por lá, de acordo com a consultoria de recursos humanos holandesa, Randstad. Confira:


#1 Desenvolvedor e engenheiro web: suas habilidades de codificação e programação são fundamentais para garantir o funcionamento de organizações no meio digital – especialmente, diante do isolamento social. Profissionais com especializações em front e back end são ainda mais valorizados, sendo capazes de criar interfaces intuitivas que tornam a experiência do usuário muito mais agradável.


#2 Gerentes de projetos em TI: esses profissionais também são constantemente buscados pelo Canadá. Em qualquer tipo de negócio, estes cargos são indispensáveis para equilibrar prazos e orçamentos com base em seus conhecimentos técnicos do segmento. Aqueles que possuem certificações em PMP, PMI ou Scrum Master se destacam ainda mais.


#3 Analista de negócios: embora sejam encontrados em diversos setores de uma empresa, os analistas especializados em tecnologia e análise de software têm uma maior demanda por sua vital responsabilidade na tomada de decisões assertivas com base na análise de dados. Essas informações servem para moldar e otimizar os sistemas, tornando-os o mais eficazes possível.


#4 Analista de banco de dados: não há como comandar uma organização rumo ao sucesso, sem a gestão e tratamento de seus dados. Por isso, esses profissionais se tornam indispensáveis para coletar informações e armazená-las adequadamente, de forma que possam ser estudadas estrategicamente em prol do crescimento da empresa.


#5 Analista de garantia de qualidade: um sistema mal programado e gerenciado é fadado a bugs, o que definitivamente comprometerá o desempenho do site da empresa. Os analistas de garantia de qualidade conseguem reduzir esses riscos significativamente, proporcionando uma interface e navegação amigável, rápida e atrativa ao público.

Ser um profissional de TI no Canadá é uma excelente oportunidade de crescimento profissional e pessoal. O país está em constante busca por trabalhadores da área, com ótimos incentivos para a imigração, salários e outros benefícios para estrangeiros em diversas províncias regionais. A tendência, mesmo em um período pós-pandemia, é que a busca e valorização por esses trabalhadores aumente ainda mais. Então, analise as vagas disponíveis, as empresas que as estão ofertando e parta em busca de seu sonho internacional.

 

 

Jéssica Carvalho - gerente de Produtos SEDA Intercâmbios.

 

SEDA Intercâmbios

https://www.sedaintercambios.com.br/


O caso do médico Victor Sorrentino e os códigos sociais: interculturalidade em pauta!

Quem não conhece, mesmo que apenas por fotografia, a icônica pintura do Muro de Berlim retratando um beijo entre o líder soviético Leonid Brejnev e o premiê alemão oriental Erich Honecker, baseada na famosa fotografia capturada pelo francês Régis Bossu? O célebre “Beijo fraternal socialista” consiste em um abraço, combinado com uma série de três beijos em bochechas alternadas, ou nas duas bochechas e na boca. A tradição foi embora junto com o comunismo na Europa Oriental. Porém, a imagem de dois líderes internacionais se beijando na boca gerou algum desconforto na época e ainda hoje é motivo de interesse dos turistas que visitam Berlim. 

Não estamos nos referindo aqui a nenhum tipo de preconceito, mas de algo relacionado à interculturalidade: as diferenças entre os códigos sociais. Utilizei o exemplo do beijo para evidenciar como aquilo que é considerado usual em um país pode não funcionar bem em outro. Apesar da globalização cada vez maior, ainda existem fronteiras culturais que devem ser respeitadas. Mais do que isso, precisam ser estudadas por quem visita um solo estrangeiro. 

Tomemos o exemplo recente do médico brasileiro Victor Sorrentino no Egito. Aqui nem entraremos no mérito das declarações realizadas, basta uma investigação online para tomar ciência do ocorrido. A intenção não é julgá-lo, nem mesmo minimizar a gravidade dos comportamentos em solo estrangeiro. O que eu trago para reflexão é sobre como o despreparo e a falta de conhecimento dos códigos sociais podem repercutir negativamente na imagem e reputação, principalmente se for uma pessoa pública com milhares de seguidores nas redes sociais. Para os islâmicos, desrespeitar uma mulher de véu é quase o mesmo que desrespeitar Deus, uma gafe gravíssima em um país não laico em que a religião muçulmana é um parâmetro até mesmo na elaboração das leis. 

Outro exemplo é a cultura asiática, que possui códigos muito diferentes dos países ocidentais. No Japão, por exemplo, é comum que não haja muita interação nas reuniões de trabalho, as pessoas não sentem necessidade de falar, como geralmente ocorre aqui. E isso não é interpretado como falta de atenção ou engajamento. E não são apenas desconfortos entre colegas de trabalho ou em uma viagem a lazer que o desrespeito a essas regras sociais pode gerar. Se levarmos para a esfera política, as consequências podem chegar a crises diplomáticas. 

Podemos citar ainda o exemplo recente do presidente da Argentina, Alberto Fernández, que fez um comentário intercultural. A citação foi referente aos mexicanos, brasileiros e argentinos e gerou polêmica nas redes sociais e imprensa internacional. Um comentário equivocado que por mais que seja de autoridades, pode gerar problemas diplomáticos entre os países. 

Voltando ao caso do médico brasileiro, o que podemos aprender com o fato é que a reputação não é alicerçada apenas no que nós dizemos sobre nós mesmos. Mas, sobretudo, nas nossas ações e em como elas impactam na vida das outras pessoas. Basta um deslize para que a marca pessoal sofra danos, por vezes podem ser reparáveis, outras não.

 


Daniela Viek - especialista internacional de marcas pessoais


4 em cada 10 jovens já pensaram em parar de estudar durante a pandemia

 Segunda onda da pesquisa Juventudes e a Pandemia do Coronavírus (Covid-19) ouviu 68 mil jovens de 15 a 29 anos de todo o Brasil



A pandemia de Covid-19 ameaça a escolaridade de jovens brasileiros. Entre os estudantes matriculados na escola ou universidade que responderam à segunda edição da pesquisa Juventudes e a Pandemia do Coronavírus (Covid-19), 43% disseram que já pensaram em parar de estudar desde que suas rotinas foram alteradas pelo coronavírus. Na primeira onda da mesma consulta, realizada em junho de 2020, esse número era de 28%. O estudo indica ainda que 6% dos jovens trancaram a matrícula. Destes, 56% o fizeram durante a pandemia .

A pesquisa promovida pelo Conselho Nacional da Juventude (CONJUVE), em parceria com Em Movimento, Fundação Roberto Marinho, Mapa Educação, Porvir, Rede Conhecimento Social, Unesco e Visão Mundial, ouviu 68 mil jovens de todo o Brasil, com idade de 15 a 29 anos, entre os dias 22 de março e 16 de abril.

Os principais motivos que levam jovens a interromper os estudos são financeiros (21%) e dificuldades com ensino remoto (14%). Para voltar, gostariam de ter estabilidade sanitária e melhores condições econômicas. Quase metade dos jovens que interromperam os estudos (47%) disseram que retornariam às aulas se toda a população fosse vacinada, e 36% querem garantia de renda básica ou auxílio emergencial.

"Todo este contexto tem forte influência no processo de desenvolvimento da população jovem no Brasil. A situação é grave. Precisamos urgentemente de ações concretas, com real capacidade de promover mudanças, atendendo as demandas emergenciais e apresentando perspectivas de futuro. Uma série de direitos têm sido violados ou negligenciados e para o enfrentamento da complexidade desses desafios será fundamental a construção de soluções que sejam baseadas em evidências, por isso decidimos realizar a 2ª onda da Pesquisa Juventudes e a Pandemia do Coronavírus", afirma Marcus Barão, Presidente do Conselho Nacional da Juventude.

Esses são alguns dos dados presentes no relatório da Juventudes e a Pandemia do Coronavírus (Covid-19), captados por meio de um questionário online com 77 perguntas divididas em cinco blocos temáticos: perfil sociodemográfico; saúde; educação; trabalho e renda; e vida pública.

Os jovens participantes foram convidados a responder as questões pelo CONJUVE e pelas instituições parceiras desta iniciativa e outras organizações da sociedade civil, coletivos juvenis, secretarias e conselhos estaduais e municipais de juventudes, educação e assistência social. Durante a coleta de dados, foi realizado um monitoramento com o objetivo de garantir a diversidade entre os
respondentes. Posteriormente, também foi feita uma ponderação nos dados para manter a coerência da amostra com a distribuição de jovens de 15 a 29 anos em todos os Estados brasileiros, tendo como referência a Pnad Contínua 2020 (IBGE).

"O envolvimento de jovens pesquisadores na construção de todas as etapas e a ampla mobilização de redes e coletivos fazem desta pesquisa um importante processo de diálogo e articulação social. A produção e disseminação de conhecimento é fundamental para apoiar o desenvolvimento de políticas sociais e oferecer à sociedade elementos que permitam participar, incidir e monitorar ações com e para as juventudes. Com o adiamento do censo demográfico, tornou-se ainda mais urgente produzir dados atualizados e compartilhar evidências que permitam análises contextualizadas. ", diz Marisa Villi, diretora executiva da Rede Conhecimento Social.



Múltiplos desafios

Os desafios dos jovens durante a pandemia não se limitam à sua relação com educação, mas estão interligados em todas as áreas pesquisadas. A preocupação financeira é confirmada quando eles são consultados sobre renda. Com a extinção do auxílio emergencial, aumentou para 38% a proporção de jovens que buscou complementar sua renda por necessidade em 2021 ante 23% em 2020. Entre os jovens pretos esse índice é maior: 47%.

Quem conseguiu ter esse complemento recorreu à informalidade. Entre os 4 a cada 10 que tiveram uma renda, dois fizeram trabalhos pontuais sem carteira assinada e um trabalhou por conta própria ou abriu um negócio. Para lidar com os efeitos da pandemia no trabalho, no entanto, eles querem apoios para o mercado formal. 25% acreditam que a ação prioritária para instituições públicas e privadas ajudarem jovens é estimular o surgimento de novos trabalhos, 20% querem políticas de renda emergencial para famílias vulneráveis e 20% querem ampliação dos empregos formais.



Saúde física e mental preocupam

Outro apoio importante que os jovens desejam é para lidar com a sua saúde mental. Seis a cada 10 dos jovens consultados relataram ter sentido ansiedade e feito uso exagerado de redes sociais durante a pandemia, enquanto cinco em cada 10 disseram que sentiram exaustão ou cansaço; e 4 a cada 10 tiveram insônia ou distúrbios de peso. Já um em cada 10 admitiram que chegaram a ter pensamentos suicidas ou de automutilação. Diante desses sentimentos, metade dos jovens considera prioritário garantir atendimento psicológico na saúde pública e 37% acham que esse atendimento deveria acontecer nas escolas.

Entre as medidas de autocuidado mais adotadas pelas juventudes durante a pandemia estão as atividades físicas (51%) e consultas médicas de rotina (31%). Mesmo assim, muitos não conseguiram adotar esses cuidados: cinco a cada 10 que não têm se exercitado, sete a cada 10 não foram a médicos ou odontologistas e nove a cada 10 informaram não ter iniciado psicoterapia.

"Não consigo pagar ou custear, mas preciso de um atendimento psicológico!", essa é uma afirmação de uma jovem que participou de oficina de Perguntação, metodologia de construção coletiva que foi usada para realizar o levantamento. Na segunda onda da "Juventudes e a Pandemia do Coronavírus (Covid-19)", 10 jovens de diferentes realidades, que já contribuíram com a 1ª edição da iniciativa, participaram de encontros online para apoiar todas as etapas da pesquisa.

Para se prevenir do coronavírus, 82% querem tomar a vacina. A possibilidade de imunizar a maior parte da população, inclusive, é vista por 92% dos jovens que participaram da pesquisa como uma maneira de trazer otimismo para as juventudes brasileiras, enquanto 87% acreditam que é preciso implantar políticas para conter sobrecarga no sistema de saúde e 84% defendem que um protocolo para lidar com futuras crises sanitárias é um caminho de garantir boas perspectivas. O mesmo percentual acha necessário a criação de políticas para amenizar efeitos da pandemia na educação.

"A pesquisa reforça a necessidade de defender políticas públicas desenhadas e implementadas de forma intersetorial. Os fatores associados à possibilidade de abandono escolar, por exemplo, são múltiplos: necessidade de ganhar dinheiro, dificuldades para se organizar, acompanhar e aprender no contexto do ensino remoto, necessidade de cuidar de filhos e outros parentes, problemas de saúde, incluindo depressão. A evasão escolar gera consequências severas para jovens, que vivem menos, com menos saúde, com menos renda ao longo da vida. Essa violação do direito à educação gera uma perda de R$220 bilhões por ano, 3,3% do PIB. Em tempos de crise sanitária e econômica, observamos que a agenda educacional é prioritária, é urgente", completa Rosalina Soares, gerente de Pesquisa e Avaliação da Fundação Roberto Marinho.



Divulgação dos resultados

Os resultados da pesquisa serão lançados no festival Atlas das Juventudes, que ocorrerá entre os dias 9 e 12 de junho. O evento contará com apresentações musicais, pocket shows, performances de slam, debates, oficinas, mesas e conferências. Serão discutidos dados do Atlas das Juventudes e da Pesquisa Juventudes e a Pandemia, passando por temas como saúde integral, a cultura como geração de renda, inclusão produtiva, direitos sexuais e reprodutivos, juventudes negras, defesa do planeta e futuro da educação pós pandemia. Entre as apresentações culturais confirmadas estão artistas como Emicida, TUYO, MC Marks e Jessica Caitano.

O relatório completo da pesquisa poderá ser visualizado a partir do dia 11 de junho de 2021 em:
https://atlasdasjuventudes.com.br/juventudes-e-a-pandemia-do-coronavirus/#

O festival pode ser acompanhado em https://bit.ly/CanalAtlasdasJuventudes.


Confira dicas de como as MPE podem usar o Pix com os seus clientes

Uma das principais vantagens do meio de pagamento é que o dinheiro entra na conta em poucos segundos, permitindo um controle mais preciso das finanças


Pagamentos em tempo real e a disponibilidade 24 horas por dia, em todos os dias da semana, são algumas das principais vantagens que o Pix oferece. Desde que o meio de pagamentos instantâneos foi lançado, há quase sete meses, o Sebrae propaga os benefícios dessa alternativa para os pequenos negócios. Para as micro e pequenas empresas, essa nova modalidade de pagamento, criada pelo Banco Central (BC), ajuda em vários aspectos, como no controle do fluxo de caixa.

“No final do dia, o dono do estabelecimento tem condições de ver quanto tem na conta bancária. Como os recursos são transferidos em poucos segundos, o empreendedor consegue ter mais controle do cenário financeiro da empresa diariamente”, explica Cristina Araújo, analista de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae. De acordo com ela, os benefícios do Pix contribuem diretamente para a tomada de melhores decisões para o negócio. “É importante que as empresas criem, inclusive, promoções e campanhas com o intuito de estimular os clientes a pagarem com o Pix”, acrescenta.

Para Cristina Araújo, torna-se indispensável que as MPE pesquisem as melhores tarifas e condições do serviço junto as Instituições Financeiras participantes.  "O próximo passo, para começarem a receber com o Pix, é escolher o prestador de serviço de pagamento e, logo após, fazer a integração com sistemas de automação, caso possua; e, depois, é só começar a receber com o Pix”.


Facilidade

Na prática, o Pix pode ser realizado a partir de uma conta corrente, conta poupança ou conta de pagamento pré-paga. Ele facilita a transferência de valores entre pessoas, o pagamento de contas e o recolhimento de impostos e taxas de serviços. Veja aqui como gerar QR Codes para receber pagamentos e quando há tarifa pelo serviço.

Para usar o sistema de pagamento, é essencial que o pagador e o recebedor possuam uma conta em banco, fintech ou instituição de pagamento. Também é necessário ter um aparelho celular em mãos ou computador para acessar o aplicativo ou internet banking do seu banco. As transações via Pix podem ser feitas por meio da chave Pix, QR Code ou Chave Aleatória.


Confira cinco benefícios do Pix para as MPE:

1- Velocidade de disponibilização dos recursos na conta do recebedor: os recursos são creditados em até 10 segundos, em 99% das transações. 

2- Custo baixo: fazer um Pix para pessoas físicas sempre é gratuito.

3- Disponibilidade: o Pix pode ser feito 24 horas por dia, em todos os dias do ano, incluindo sábados, domingos e feriados.

4- Multiplicidade de casos de uso: o Pix atende a todo e qualquer pagamento ou transferência feita hoje no Brasil, incluindo transferências entre pessoas, entre empresas, quitação de faturas e pagamentos ao governo.

5- Conveniência: o Pix pode ser usado com cadastramento de chave de número de aparelho celular, CPF ou leitura de um QR Code.

Saiba mais sobre o PiX neste vídeo do Canal do Sebrae no Youtube.


Mês do crédito

O Sebrae vai realizar, neste mês de junho, um conjunto de ações voltadas a orientar os empreendedores sobre questões relacionadas ao crédito e à gestão financeira de seus negócios. Uma das iniciativas é o lançamento do portal Radar Financeiro. A página traz uma série de conteúdos interativos sobre crédito e finanças, onde os usuários podem saber mais sobre as diversas opções de crédito existentes no mercado, entender se a empresa precisa – realmente – de um empréstimo, conhecer alguns mitos e verdades que envolvem o tema, além de acessar vídeos, textos e cursos online gratuitos sobre o assunto. Confira também, no Instagram do Sebrae, uma série de eventos online que serão realizados ao longo de todo o mês com especialistas convidados.

 

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Como as mulheres podem melhorar o relacionamento amoroso?

Aproveitando o Dia dos Namorados, a terapeuta Catia Simionato, com mais de 1,2 milhão de seguidores na Internet, revela uma visão interessante sobre os relacionamentos amorosos. E oferece algumas dicas e sugestões inusitadas para as mulheres melhorarem a sua relação com o parceiro.


Neste Dia dos Namorados, o segundo durante a pandemia, muitos casais enfrentam grandes dificuldades em seus relacionamentos amorosos. Em parte, por causa do isolamento social, que obrigou namorados e casados a viverem com mais intensidade suas relações, por conta do isolamento social. É um fenômeno mundial, que apenas antecipou situações e desgastes que levariam mais tempo para vir à tona na vida normal, pré-pandemia. A terapeuta Catia Simionato tem uma visão interessante dessas relações e oferece algumas dicas e sugestões que podem transformar e melhorar o relacionamento amoroso.

Para Catia, as mulheres que estão infelizes na sua relação não têm ideia do seu próprio poder para melhorar o relacionamento amoroso. “Ao invés de reclamar ou se sentir vítima do parceiro, a mulher precisa entender que a energia feminina é muito mais poderosa e transformadora do que a energia masculina. Isso significa que, em grande parte dos casos, a solução para o relacionamento pode estar dentro dela mesma. E isso está ao seu alcance de qualquer mulher, com mudanças de atitudes e posturas que não são muito complicadas”, explica Simionato. “Mas atenção: não estamos falando de relacionamentos abusivos ou violentos. Mulheres que enfrentam isso devem procurar ajuda da Justiça e se afastar imediatamente dos seus parceiros”, ressalta ela.

Segundo a terapeuta, a questão de melhorar o relacionamento amoroso é um dos assuntos mais procurados no seu canal Ser Felicidade, que reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e Spotify. Mais de 90% desse público é formado por mulheres. É o maior espaço da Internet brasileira voltado para o tema “expansão da consciência”. E, por isso, Catia resolveu compartilhar seus conhecimentos sobre este assunto por meio de um retiro online chamado “Papo de Sereia”, que vai acontecer, pela Internet, nos dias 25, 26 e 27 de junho.

Catia é responsável por todos os conteúdos do canal Ser Felicidade. Ela é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e os vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.


MELHORAR O RELACIONAMENTO AMOROSO EQUILIBRANDO AS ENERGIAS

Muitas mulheres enfrentam dificuldades para viver um relacionamento realmente saudável, amoroso e feliz. E, pela experiência, pesquisas e estudos de Catia Simionato, o motivo disso é que as mulheres simplesmente erram na hora de lidar com o poder da energia feminina e tentam controlar tudo, o tempo todo, e assim assumem o papel da energia masculina no relacionamento ou na família, de forma inconsciente. Essa é a receita perfeita para diminuir ou acabar com a atração do seu parceiro por ela, e até mesmo da própria mulher perder o interesse por ele.

Quantas vezes você já ouviu uma mulher bem-sucedida ou simplesmente com muita atitude e capacidade de resolver os problemas reclamar dos homens com uma postura menos pró-ativa ou chamar o seu parceiro ou ex de “banana”, “sem iniciativa” ou “inseguro”? É disso que fala Catia.

Ela viveu esses desafios na própria vida, anos atrás, antes do atual casamento, e foi em busca de conhecimentos para entender melhor como funcionam, de fato, os relacionamentos entre homem e mulher. Um tipo de jornada que ela própria já havia explorado, antes, ao viajar pelo mundo conhecendo alguns dos mais renomados professores espirituais. Desta vez, sua viagem foi pela Internet, onde conheceu uma coach norte-americana chamada Rori Raye, que faz sucesso nos Estados Unidos ensinando às mulheres um conjunto de habilidades para lidar com seus parceiros, o que inclui uma “mudança de chave”: a capacidade de experimentar apenas “ser” e não mais se esforçar sempre para “fazer”. Seu trabalho inclui orientar as mulheres a expressarem seus sentimentos em palavras e uma linguagem corporal que um homem não apenas percebe, mas também se sente mais atraído pela parceira.

Depois de realizar cursos com Rori, inclusive uma mentoria presencial nos Estados Unidos, Catia conheceu outra coach de relacionamento, também norte-americana, com quem se aprofundou mais na sua busca: Adrienne Everheart. Com ela, Catia desenvolveu ainda mais seu entendimento sobre as diferenças entre as energias feminina e masculina, como equilibrá-las na mulher e, sobretudo, como estimular esta energia feminina para melhorar o relacionamento amoroso.

Na vida moderna, a mulher saiu de dentro de casa e foi para o mercado de trabalho competir com o homem e crescer profissionalmente, atingindo postos importantes de liderança e sucesso. Para isso, porém, muitas mulheres estimularam demais sua energia masculina, que é a capacidade de liderar, resolver problemas e ser pró-ativa, competências necessárias no mundo corporativo, e típicos da energia masculina.

Todos os homens e mulheres possuem as duas energias, mas normalmente as mulheres têm a energia feminina em maior intensidade, enquanto nos homens, claro, prepondera a energia masculina. “Sabe o que realmente atrai um homem? A energia feminina”, diz Catia. O que é energia feminina? Ela tem a ver com as emoções da mulher. Esqueça aquela história que homens não gostam de ouvir sobre as emoções das mulheres. Eles gostam. Mais do que isso, se sentem atraídos por elas. Homens querem saber sobre os problemas e fragilidades da mulher para que eles possam resolver tudo. Para serem o “herói” da história. Sua energia tem tudo a ver com ser o “herói”.

E, no fim das contas, o que é a mulher nesta história? “É a princesa encantada que será salva pelo herói, como nos Contos de Fadas. Essa é uma boa definição de como funcionam os relacionamentos. Se não há uma princesa em perigo, se não há uma mulher contando ao homem seus sentimentos e fragilidades, o modo herói dele não é ativado – e isso reduz a atração dele por ela. E dela por ele, afinal a princesa deseja ser salva pelo herói – e quando não é, ela mesma o critica”, explica a terapeuta.

“Será que a mulher deixa o homem à vontade para ele colocar em prática o seu instinto natural (de cuidar, proteger, salvar) ou muitas mulheres resolvem tudo sozinhas, com seu excesso de iniciativa? Com excesso de energia masculina!”, questiona Catia. É super positivo e necessário a mulher ter esse comportamento no mercado de trabalho, por exemplo. Mas, em casa, para um relacionamento amoroso prosperar, é importante existir mais equilíbrio. A mulher precisa “ser” mais e “fazer” menos.

Para ilustrar essa explicação, Catia lembra mais uma vez da “princesa” sentada dentro de um barco sendo levada por um “herói” que rema o tempo todo na direção que ele achar melhor. Ela não está fazendo nada. Está apenas sendo ela mesma. E deixando que ele tome suas próprias decisões. Relacionamentos amorosos saudáveis precisam de exemplos assim. Menos é mais em relacionamentos, em diversos aspectos.

Um erro clássico da mulher é correr atrás demais dos seus namorados, sobretudo no início. “Como sair dessa, com naturalidade, e como saber esperar e ser feliz consigo mesma enquanto dá a chance do homem (o herói) tomar a atitude no seu tempo, sem cobranças, sem demonstrações exageradas de afeto por ele, sem a mulher parecer carente ou desesperada?”, esse é o desafio de muitas mulheres na opinião de Catia.

COMO NASCEU O “PAPO DE SEREIA”

Tempos depois de todos esses estudos sobre relacionamentos, em 2018, Catia promoveu um retiro espiritual para um grupo de clientes femininas no Havaí. O tema do encontro não eram os relacionamentos. Nos momentos de folga, porém, quando Catia acompanhava suas alunas na praia, ela ouvia repetidamente reclamações sobre namorados e maridos. Muitas das suas alunas, fossem namoradas ou esposas, tinham problemas com seus relacionamentos. E, assim, de maneira informal, à beira do mar, Catia começou a compartilhar tudo que aprendeu sobre relacionamentos, especialmente a questão do equilíbrio entre energia feminina e masculina nas mulheres. Era literalmente um “papo de sereia”.

E a terapeuta mostrou para elas que a mulher tem mais poder nos relacionamentos, simplesmente porque sua energia é mais poderosa. A mulher, se quiser, pode ser a responsável pela qualidade do relacionamento, e não há nada de machista nesta afirmação. Falamos de energias, sentimentos e atitudes simples no dia a dia.

O homem, como um espermatozóide, fica feliz quando conquista, quando vence, quando “invade”. Essa é a sua energia natural. Já a energia da mulher é ficar feliz quando ela está bem com ela mesma, com seu corpo, com suas decisões. É uma energia que reforça o “eu me amo”, “eu compreendo minhas emoções”, “não corro atrás de homem”, “deixo meu companheiro colocar as emoções dele para fora”. Isso tudo é muito mais poderoso do que a energia masculina.

Nessas conversas, Cátia dava, entre outras dicas, um exemplo prático e divertido para qualquer mulher testar com um homem. Numa conversa com seu parceiro, em vez de falar “eu acho”, diga a mesma coisa de um jeito diferente. Diga “eu sinto”, e em seguida diga o que acha a partir dos seus sentimentos. Essa é uma forma poderosa de conectar a energia feminina à masculina. Até pessoas próximas de Catia, que estavam nesse evento, tiveram seus relacionamentos transformados com esses ensinamentos.



 

RETIRO ONLINE EXCLUSIVO

www.serfelicidade.com.br/contato

 

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