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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Turismo e Marketing: Revolução digital chega às cidades-satélites



Campanhas voltadas às cidades-satélites podem alavancar o turismo, gerar renda e investimento de empresários

Um dos setores mais afetados por conta da pandemia do novo Coronavírus foi o de turismo. Viagens tão sonhadas deixaram de ser realizadas, hotéis tiveram que fechar as suas portas, sem poder receber hóspedes. De acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), o segmento enfrenta a pior crise da história em 2020.
O setor espera uma recuperação depois que a pandemia passar. “Muitas pessoas estão desejando aproveitar mais a vida e valorizar momentos em família ou viagens. Existem até estudos, como o Barômetro covid-19, que revelam que após a pandemia, o desejo de encontrar os amigos e sair é algo comum para mais de 50% dos brasileiros”, afirma o CEO da Clikss Brasil, empresa especializada em estratégias e marketing digital, Cleverson Andrade. 
Certamente, esse não é o momento para fazer uma campanha incentivando o turismo. Porém, em um mundo pós-pandemia, é inegável que as cidades vão precisar de recursos para se reerguerem e que os desejos dos viajantes que estão enfrentando isolamento social estarão bem aguçados. “Ou seja: investir em marketing digital para cidades é algo que pode dar um retorno interessante, se houver um bom planejamento de campanha, é claro”, afirma o especialista.

Oráculo 
Na opinião de Cr.Andrade, as cidade não ganham dinheiro com o turismo porque não criam campanhas efetivas de marketing digital.
“Geralmente, quando planejamos uma viagem, é na internet que realizamos as buscas e pesquisas para planejar nossos momentos de lazer. Após pesquisar um pouco, parece que a ferramenta de buscas ouviu nossos pensamentos e logo anúncios patrocinados e campanhas sobre o assunto começam a aparecer no feed das redes sociais. Isso acontece devido a uma boa campanha de marketing digital, capaz de gerar efeitos como esse”, revela Cr.Andrade. 
São diversas as ferramentas capazes de converter pesquisas em bons negócios, entre elas estão criação de anúncios e campanhas, além de produção audiovisual e ações nas redes sociais, entre outros.

Cidades-satélites são tendência no turismo
Na busca por roteiros de viagens, a vedete do momento tem sido as cidades-satélites, geralmente, regiões que rodeiam as capitais e grandes centros urbanos e que têm atraído cada vez mais turistas. “Ao contrário dos grandes centros urbanos, as cidades-satélites são cidades independentes das grandes cidades. Portanto, são menores e podem até ser menos conhecidas. Porém, são uma oportunidade e tanto para criar uma campanha de marketing digital para movimentar o turismo e mostrar as experiências que a cidade pode oferecer aos visitantes”, destaca o CEO da Clikss Brasil.
Ao trabalhar com o recurso audiovisual na produção de fotos e vídeos, uma possibilidade é criar materiais institucionais que instiguem um olhar mais encantador e convidativo para quem nunca foi à cidade. Aliás, gerar proximidade e humanização nas campanhas de marketing digital é uma tendência que veio para ficar. “Pense em duas situações: ao conhecer uma cidade pela simples apresentação dos pontos turísticos, você é convidado a ter uma imersão naquele local? Quando as experiências são transmitidas de forma mais humanizada e fazem com que as pessoas se apaixonem pelo lugar a ponto de preparar as malas e garantir a passagem, o retorno é muito maior”, afirma Cr.Andrade. 

Fazendo a lição de casa
Para atrair turismo e investimento, mesmo que após a pandemia, as cidades devem aproveitar esse momento para se prepararem para quando esse momento passar. “Ter um bom site, otimizado para os mecanismos de busca é fundamental para que seu local seja facilmente encontrado pelos buscadores. Por exemplo: se o usuário realizar uma busca perguntando qual o melhor lugar para se hospedar e conhecer a Disney? O Google responde: Kissimmee. A consequência disso é uma estimativa de 210 milhões brasileiros que podem conhecer um cidade que não sabiam que existia, simplesmente por um condado da Flórida fazer uma campanha destinada ao público brasileiro, focada no rankeamento orgânico”, exemplifica Cr.Andrade.
Um site institucional é o centro da estratégia. É lá que o turista e o próprio morador encontrarão as principais informações da cidade, bem como notícias e avisos importantes. Em um pensamento semelhante, toda cidade precisa ter um trabalho de gestão de redes sociais. “Geralmente, essa demanda é responsabilidade do departamento de comunicação e assessoria de imprensa da prefeitura, aliadas com as secretarias de turismo. No entanto, nem toda cidade tem verba para isso e nem todo gabinete consegue gerenciar essa comunicação nas redes sociais de forma interativa, informativa e atraente”, revela o CEO da Clikss Brasil.
Cada cidade tem suas raízes e particularidades. Porém, o papel do marketing digital é explorar os pontos fortes e alavancar sua estratégia, trazendo mais resultados. “Destacamos que, a partir de um planejamento estratégico, podemos avaliar a necessidade do município e traçar as melhores ações, visando atingir o perfil de turista que a cidade precisa atrair. Certamente, os resultados a médio e longo prazo poderão impactar no turismo, na geração de empregos e no próprio branding da cidade, que terá uma imagem característica no mundo digital”, conclui o especialista. 



Clikss Brasil
https://www.clikssbrasil.com.br
www.instagram.com/cr.andrade/



Trabalhador pode acumular salário e aposentadoria retroativa



Decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o trabalhador que tem aposentadoria por invalidez negada administrativamente pelo INSS e continua a trabalhar poderá acumular o salário e o benefício se ele for, depois, concedido retroativamente por decisão judicial.

O INSS por sua vez alegou que o benefício não pode ser pago em referência ao período em que o segurado estava trabalhando normalmente, pois tem "caráter substitutivo dos rendimentos decorrentes do trabalho, segundo os artigos 42, 46 e 59 da Lei 8.213/1991.

Porém, o ministro relator do caso no STJ, Herman Benjamin, fundamentou que o erro do INSS ao indeferir a aposentadoria leva o segurado a continuar trabalhando pelo estado de necessidade, mesmo que a condição de invalidez já existisse, desta maneira o princípio da vedação do enriquecimento sem causa atua contra a autarquia previdenciária.

Desta forma, um trabalhador que entrar com um pedido de aposentadoria por invalidez na via administrativa, e o tiver negado pelo INSS, mas, para garantir o próprio sustento, continuar trabalhando e decidir entrar com uma ação judicial que possa vir a ser julgada procedente, isso dará a ele o direito ao recebimento conjunto das rendas do trabalho exercido, ainda que incompatível com sua incapacidade laboral e do respectivo benefício previdenciário pago retroativamente.

A tese ficou da seguinte maneira:

[...]no período entre o indeferimento administrativo e a efetiva implantação de auxílio-doença ou de aposentadoria por invalidez, mediante decisão judicial, o segurado do RPGS tem direito ao recebimento conjunto das rendas do trabalho exercido, ainda que incompatível com sua incapacidade laboral, e do respectivo benefício previdenciário pago retroativamente [...].

Desta forma, a decisão estabelece que, é legitimo que o segurado exerça atividade remunerada para sua subsistência, independente do exame de compatibilidade dessa atividade com a incapacidade labora, o que é certamente uma vitória para os segurados que estão passando por essa situação.

Importante destacar que qualquer trabalhador pode aposentar por invalidez pois esse é um benefício devido ao trabalhador permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade laborativa e que também não possa ser reabilitado em outra profissão, de acordo com a avaliação da perícia médica do INSS. Sendo assim, qualquer trabalhador pode estar sujeito a aposentar por invalidez. E, com a decisão recente do STJ, ele pode acumular o salário e o benefício previdenciário de invalidez retroativamente.




Mateus Freitas - advogado do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados 

NOVA ECONOMIA: há vagas para quem já se transformou digitalmente


Profissionais com habilidades e familiaridade em trabalhar com ferramentas digitais têm mais chances no mercado de trabalho, mesmo num cenário econômico complicado. É o que revela recente levantamento feito pelo Gyntec Academy


Em tempos de pandemia há sim vagas sobrando no mercado de trabalho, e não são somente em funções para a área de saúde. Profissionais com habilidades e familiaridade em trabalhar com ferramentas digitais, estão em alta, mesmo num cenário econômico complicado. Pelo menos é o que indica uma sondagem de mercado feita em maio deste ano junto a empresas de Goiânia. O levantamento é do Instituto Gyntec e foi realizado  Instituto Gyntec Academy, e foi realizado em parceria com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação de Goiás (Assespro-GO) e a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). O objetivo foi de avaliar os impactos e as adaptações feitas pelas empresas no mundo pós-pandemia.

Resultados da sondagem de mercado, que ouviu 38 empresas de diversos segmentos, apontam que a pandemia de fato eliminou um grande número de postos de trabalho, mas também mostrou que este novo momento também estimulou e acelerou o crescimento de outros setores como o de tecnologia da informação e o de comunicação e marketing digital. Das companhias participantes do levantamento e que estão com vagas em aberto, um percentual superior a 55% estão a procura de profissionais com essas habilidades.

Entre as empresas que estão ofertando oportunidades, os perfis mais procurados são os de profissionais que têm experiência com gerenciamento de mídias socais, desenvolvimento de conteúdo digital (para sites e redes sociais), gerenciamento e planejamento em inovação, gestão de projetos, análise de dados, metodologias ágeis e Scrum (sistema gerenciamento para desenvolvimento de software).

“São aptidões muito requeridas por empresas dos segmentos de comunicação digital, publicidade e marketing digital, segurança e análise de dados e desenvolvimento de tecnologias digitais. Afinal estes são setores que registraram grande demanda nessa época de distanciamento social, quando muitas empresas foram obrigadas a colocar em prática ou até mesmo criar de um dia para o outro seus projetos de transformação digital”, esclarece Marcos Bernardo, co-funder do Instituto Gyntec Academy.


Aumento da demanda

Diretora de uma agência de marketing digital em Goiânia, a publicitária Tauhana Porto conta que logo que foi decretado o estado de emergência em saúde pública no Estado de Goiás registou um aumento de 50% nas demandas apresentadas por seus clientes. “Com essa questão da pandemia e do distanciamento social, as empresas perceberam a necessidade de reforçar sua presença no meio digital. Então nossos clientes começaram demandar muito”, revela a publicitária que contratou recentemente duas pessoas para sua equipe, uma design e uma profissional para área de desenvolvimento de campanhas.

Tahuana explica ainda que para sua área de marketing e comunicação digital a familiaridade e o gosto em trabalhar com mídias digitais e redes sociais são requisitos indispensáveis para quem quer atuar neste segmento. Marcos Bernardo explica que o levantamento também apontou para uma procura grande por profissionais de vendas e marketing, com 34,20% das empresas ouvidas dizendo que estão a procura de pessoas com estas habilidades. “A busca é por profissionais de vendas e marketing já inseridos e com ampla experiência em ferramentas digitais e atendimento online”, frisa.


Oportunidade

E foram suas habilidades em produção de conteúdo digital e para redes sociais que garantiram uma oportunidade para outra publicitária. Após uma temporada de um ano nos Estados Unidos, onde estava treinando para outra ocupação que tem, atleta de escalada, e produzindo conteúdo digital para uma produtora de vídeo, a publicitária Jordana Agapito, voltou ao Brasil para assumir a gerência de marketing de um dos maiores complexos de saúde e bem-estar do País, o Órion Business Complex, em Goiânia. “A oportunidade surgiu bem no começo da pandemia”, revela.

A executiva observa que, mesmo quem não trabalha nas áreas de comunicação, marketing e TI, está buscando desenvolver seus conhecimentos em habilidade do universo digital como o gerenciamento de redes sociais.  “Nesta minha experiência atual aqui no Órion, onde atuo com muitos profissionais de saúde, tenho percebido isso. Tenho visto por parte deles um movimento muito grande de se inserir no marketing digital, usando várias ferramentas digitais, buscando usar de maneira mais profissional suas redes sociais. E isso acaba repercutindo no mercado de oportunidades, pois, com o desenvolvimento de sua presença digital, eles precisarão contratar serviços”, conta a gerente de marketing.



Semana do Chocolate: 60% dos brasileiros se sentem felizes ao comer o doce


aleksandra85foto por Pixaba
Dado foi levantado pela Takasago, que desenvolve regularmente pesquisas para identificar as principais tendências do consumo de chocolate no Brasil


Na semana em que se comemora o Dia Mundial do Chocolate (7 de julho), a Takasago, uma das cinco maiores empresas de aromas e fragrâncias do mundo, com operação em 26 países, incluindo o Brasil, traz um dado, no mínimo, curioso: 60% dos consumidores se sentem felizes quando comem o doce. Não é para menos. Segundo a Abicad (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas), 75% da população consome chocolate. O potencial de desenvolvimento de aromas coloca a iguaria no radar da Takasago, que realiza pesquisas frequentes com consumidores brasileiros a fim de identificar as preferências e principais tendências. Os estudos mais recentes da empresa ainda revelaram que o chocolate traz a sensação de bem-estar e satisfação imediata. Outros resultados das pesquisas são:


Sensação de bem-estar

O consumidor associa o chocolate a momentos de bem estar e satisfação imediata. Cerca de 60% dos consumidores se sentem felizes quando consomem o doce. Os sabores que combinam com esse momento são inspirados em sobremesas, bebidas alcoólicas, frutas exóticas e especiarias.


Momento de consumo

Os brasileiros têm diferentes momentos de consumo de chocolate e buscam produtos com funcionalidades específicas para cada hora do dia: 64% dos brasileiros consomem chocolate depois do almoço e 34% consome como lanche da tarde. Além disso, 44% consomem chocolate quando estão sozinhos, 42% com a família e filhos e 37% em ocasiões especiais.


Perfis de consumidores

São muitas as preferências dos brasileiros com relação ao chocolate:  30% são propensos a escolher chocolates com ampla variedade de formatos e consideram provar novos sabores; 24% gostam de chocolates em barras tradicionais, mas também consideram provar sabores novos; 24% gostam de sabores que tragam benefícios, com aromas naturalmente doces;  22% preferem chocolates com texturas diferenciadas, com a inclusão de nuts, por exemplo, mas não querem que fique grudado nos dentes, já que buscam por satisfação e sabor no recheio.


Lindt revela suas receitas

No ano em que completa 175 anos, a marca expert em chocolates detalha os preparos para celebrar e aproveitar os dias em casa    
 

Ontem, 07 de julho foi comemorado o Dia Mundial do Chocolate. Esta data marcante registra a introdução desta iguaria na Europa, no século XV. Para celebrar, a Lindt, líder mundial na categoria de chocolates premium e que completa 175 anos de existência em 2020, revela algumas receitas especiais e versáteis, a serem preparadas com o ingrediente. E o melhor: todas fáceis de fazer em casa. Bom apetite!

Gold Milk

Que tal um drink quente com chocolate amargo e especiarias? A primeira receita é para esquentar nos dias frios e apreciar em casa. Vai deixar a pausa para o chá da tarde ainda mais especial. Nela, a sugestão é usar a barra Excellence 78% Cacau como ingrediente central.




Ingredientes: 
xícara de leite de coco 
xícara de água fervente
1 colher de chá de gengibre fresco ralado
1 colher de chá de açafrão
⅛ colher de chá de pimenta preta moída
¼ colher de chá de canela em pó
1-2 quadrados do Excellence 78% Cacau picados
1 colher de chá de maple syrup 
Coco ou chantilly tradicional (opcional)


Modo de preparo:

Em uma panela pequena, adicione o leite, água, gengibre, açafrão, pimenta do reino, canela, o Excellence 78% Cacau e maple syrup. A seguir, cozinhe a mistura em fogo médio, mexendo até que todo o chocolate se dissolva. Retire do fogo e coe com uma peneira. Descarte os pedaços de gengibre ralado e pimenta preta. Está pronto! Basta servir quente ou coberto com chantilly e Excellence 78% Cacau raspado. 



S’more à moda Lindt


O famoso sanduíche de marshmallow americano, o s'more, ganhou um toque mais do que especial nesta receita com Lindt Gold bar ao Leite. Tradicional para fazer com galhos e no entorno de uma fogueira, como se vê em cenas de filmes, é possível reproduzi-lo em casa no fogão mesmo com espetos. Uma receita simples, divertida e com poucos ingredientes.   


Ingredientes: 
Lindt Gold bar ao leite ou Excellence 70% Cacau
4 marshmallows
Espetos
8 bolachas 


Modo de preparo: 
Prenda o marshmallow no topo de um espeto. Leve até a boca do fogo até ficar douradinho, (dentro de casa, use um fogão a gás ou um pequeno maçarico). Quando os marshmallows ficarem bem dourados por toda parte, é hora de pegar um quadrado do chocolate ao leite e colocá-lo entre duas bolachas, fazendo um “sanduíche”. O calor dos marshmallows derreterá o chocolate e você terá um doce delicioso.



Fondue clássico

A terceira receita indicada pela Lindt para fazer e comemorar o Dia Internacional do Chocolate, é o seu clássico fondue, que mistura barra de chocolate  amargo e ao leite. Ideal para noites frias e como sobremesa após o jantar.


Ingredientes: 

100g de Excellence 78% Cacau 
100g Excellence Milk
 2/3 de xícara de creme de leite (natural, desnatado ou semidesnatado)
Frutas de preferência picadas





Modo de preparo: 
Aqueça o creme de leite em uma panela até ferver. Retire do fogo, acrescente os chocolates picados e mexa até derreter tudo. Despeje a mistura de chocolate na panela de fondue e sirva acompanhado das frutas que mais gosta!

Os chocolates podem ser encontrados no site da Lindt (https://shop.lindt.com.br/) e nos aplicativos de delivery. As entregas dos chocolates estão disponíveis nas seguintes cidades: São Paulo, São Caetano, Santo André, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Campinas, Jundiaí, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Goiânia.









COMO SE NÃO TIVESSE HAVIDO ELEIÇÃO EM 2018

       Quando ganharam nitidez os movimentos para derrubar o presidente Bolsonaro mediante iniciativas conjugadas no Congresso e no Supremo, vieram-me à lembrança episódios de nossa história política nos quais o presidente da República, a exemplo de Bolsonaro, não conseguiu compor maioria parlamentar. Tais casos terminaram sempre em encrenca: Getúlio, Jango, Collor, Dilma, Temer. Os quatro primeiros não concluíram o mandato. O último, não conseguiu governar. Para aí pretendem conduzir Bolsonaro com o intuito de lhe passar a tesoura no calendário. Observe que o governo vai bem nas áreas técnicas, mas onde a pauta é política e ideológica seus passos são travados, ou no Congresso, ou no STF, para que fique tudo como se não tivesse havido eleição em 2018.

        A busca, na vida do presidente, de algum crime no qual ele não seja a vítima está a exigir um esforço extraordinário dos grandes meios de comunicação. O jornalismo investigativo, que passou décadas com cão-guia e bengalinha de cego, de repente soltou seus melhores farejadores em busca da notícia de um milhão de dólares. Quando Sérgio Moro fez sua melancólica saída de cena, houve leitores (muito poucos, diga-se a bem da verdade) que se surpreenderam por não me verem fazendo live com Zé Dirceu, ou entrando na Paulista com aqueles black blocs tão espalhafatosamente comprometidos com a democracia.

        Na ocasião escrevi um artigo examinando a infindável e invasiva devassa, na qual são pesquisadas até mesmo recônditas intenções imputáveis ao presidente (com quem, aliás, não tenho qualquer relação pessoal). Afirmei que, conhecendo como conheço as forças que se erguem contra ele, e o motivo pelo qual o fazem, será necessário apresentar à mesa bem mais do que um par de dois. Em outras palavras, não me venham com blefe.

        Sim, o presidente se aproximou e conversa com o Centrão. E isso é muito ruim. Mas é produto natural de um modelo político que obriga o eleito para funções de governo a buscar maioria parlamentar com um revólver encostado na cabeça. Queriam o quê, os nobres cavalheiros? Que o presidente não lidasse com o Centrão - bem que ele tentou -, tivesse suas propostas reiteradamente desaprovadas, se mantivesse sob risco de um impeachment, se deixasse orientar pela visão de mundo dos ministros do STF e da mídia que o ataca? Ou, então, que se aproximasse da tropa de choque do PT, PSOL, PCdoB, Rede, PDT e outros que tais para aí buscar apoios? Fala sério!

        Diferentemente do que querem fazer crer as forças agindo contra a Presidência, elas não se mobilizam por qualquer valor ou princípio moral significativo. Não! Perderam a eleição para uma pauta conservadora e liberal, antagônica à geleia ideológica, psicológica, sociológica, filosófica, e o que mais você queira incluir no catálogo de nossos males de então. Perderam a eleição para um discurso de cadeia para bandido, proteção da família e da inocência das crianças, da ordem, do amor à pátria, do combate à corrupção, mas obtiveram folgadas maiorias para legislar no sentido inverso, cuidando dos próprios dedos e anéis.

Querem ouvir discurso de ódio? Ouçam os ministros do STF quando se referem à agenda conservadora... Enchem a boca com a palavra democracia, mas se recusam a ouvir a cidadania! O que lhes garante o poder não é a democracia, mas a Constituição. É o Estado de Direito, esse mesmo, nosso, ambíguo, disforme, que permite ao STF a atual composição dominantemente petista, purgada das canetas de Lula, Dilma e Temer. Democracia? Quem se importa com democracia se interessa pelo que o povo escreveu nas urnas.

        A reação da sociedade que diverge e se incomoda com esse cenário é natural, autoexplicativa. Moderar-lhe a palavra é tarefa impossível e pretensão absurda. Daí à censura é um passo de dedo. Por isso, enquanto o STF prende e intimida jornalistas e o Senado aprova sua lei de censura, a democracia vai para o brejo levada pelas instituições criadas para protegê-la.


Percival Puggina -  membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

É hora de trabalhar em casa


Com a reclusão dos trabalhadores em suas residências por conta do Coronavírus, saiba como seguir a produtividade trabalhando home office


Estamos vivendo uma pandemia sanitária com o aumento do vírus Covid-19 (Coronavírus). No Brasil, ainda estamos no início de infestações, porém os números já passaram dos 200 infectados no país.

Para prevenirmos o alastramento do vírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que todos fiquem em casa, evitando aglomerações e contatos diversos. É, então, que entra um aliado para quem precisa seguir o seu trabalho, mesmo sem ir a escritórios e empresas: o home office. Para os que ainda não estavam acostumados ao trabalho remoto, é preciso saber como se organizar para que siga com sua produtividade.

O arquiteto Maycon Altera trabalha em casa e diz que o principal é ter organização em seus horários, para que as comodidades da sua residência não interfiram em seu trabalho. “Organizar todos os seus horários, como o de almoço, café da tarde e todas as outras refeições. Tentar não comer fora dessas refeições básicas para não ficar o tempo todo na cozinha preparando lanche. Deixar tudo preparado para perder menos tempo é um benefício de estar em casa. É importante organizar, também, os horários dos afazeres domésticos, para que os trabalhos não se misturem”, relata.

Para quem precisou criar um ambiente home office “às pressas”, o arquiteto dá a dica: “Deixar um canto da casa só para essa função. Como uma mesa onde você possa colocar as coisas do trabalho e não tenha que guardar tudo no final do dia para não atrapalhar a rotina da casa ou mesmo a continuidade da sua produtividade no dia seguinte, por exemplo. Para este momento, é bom ter paciência quanto aos documentos sobre a mesa e tentar ficar em harmonia, se adaptando da melhor forma possível dentro de casa”, indica.

Mesmo para quem já tinha esse estilo de trabalho, mesmo antes da pandemia, o profissional ressalta que a disciplina sempre será um aliado. “Não misturar afazeres de casa no horário do trabalho, fazer uma escala com a hora para começar e de terminar, diariamente. É preciso focar, também, nas refeições e estabelecer horários para elas, inclusive saindo da mesa de trabalho para isso. Assim, vai entender o que é trabalho e o que é intervalo, criando uma atmosfera de produtividade mais adequada e podendo se concentrar melhor quando estiver focado”, encerra Maycon Altera.

DIA DO HOMEM | 15 DE JULHO | Violência contra mulheres aumenta na quarentena


Em 15 de julho, o Brasil comemora o Dia do Homem. O que surgiu como uma data para chamar a atenção para a saúde masculina, evoluiu para abarcar reflexões sobre a igualdade de gênero. Em tempos de covid-19, esse tema é extremamente importante, pois uma outra pandemia assola o país. As denúncias de violência contra mulheres aumentaram 40% em meio ao distanciamento social, de acordo com dados do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos (MMDH). Mas, o problema deve ser ainda maior – sobretudo se considerarmos os casos não notificados. Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, conduzido a pedido do Banco Mundial, aponta que houve um aumento de 431% em relatos de brigas de casal entre fevereiro e abril de 2020. A pesquisa indica que nos 12 Estados pesquisados, os casos de feminicídio subiram 22,2% de março para abril. O conjunto desses números mostra que há um incremento sério da violência doméstica e familiar nesse período de distanciamento social.

Confinadas dentro das próprias casas – muitas vezes, convivendo com os seus agressores –, mulheres e meninas não estão registrando boletins de ocorrência. Aliás, o registro de queixas teve redução média de 28,2% no país. Em São Paulo, uma das alternativas para combater essa impossibilidade de denunciar e pedir ajuda é o registro online. Uma outra iniciativa é #VizinhaVocêNãoEstáSozinha que tem militado para que governadores disponibilizem quartos em redes de hotéis para acolher mulheres que estão em risco.

O enfrentamento do crime contra meninas e mulheres deve ser abraçado por toda a sociedade. E, entre os crimes, estou falando de todas as suas “modalidades”. O tráfico e exploração sexual e o assédio estão nesse balaio. A violência contra mulheres, em primeira instância, é uma grave violação aos direitos humanos. Ou seja, uma ocorrência que envolve uma mulher agredida deve ser investigada e os culpados punidos com rigor.

No Dia do Homem, proponho uma reflexão sobre como eles podem se engajar na luta contra a violência contra as mulheres. A construção de uma sociedade mais justa não é uma questão meramente feminina. Somos todos – homens e mulheres – os beneficiados por uma sociedade mais igualitária.





Lu Magalhães - presidente da Primavera Editorial, sócia do PublishNews e do #coisadelivreiro. Graduada em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), possui mestrado em Administração (MBA) pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Wharton School (Universidade da Pennsylvania, Estados Unidos). A executiva atua no mercado editorial nacional e internacional há mais de 20 anos.


Primavera Editorial


Dia do Oncologista: A importância do profissional especializado no tratamento de câncer em um momento de pandemia



No próximo dia 9 de julho é comemorado o Dia do Oncologista. Médico clínico especializado no tratamento do câncer, no cuidado do paciente e na prescrição de tratamentos como quimioterapia, horminioterapia e terapia biológica, a figura do oncologista se tornou ainda mais importante neste momento de pandemia e distanciamento social.

Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), publicadas em 4 de fevereiro, serão 625 mil novos casos de câncer ao ano, para o próximo triênio (2020-2022). Neste cenário de incertezas proporcionado pela pandemia da Covid-19, a identificação precoce nos casos de câncer é de suma importância para o tratamento adequado e a cura da doença. “Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, para aferir os impactos da pandemia nos serviços do país, apontou uma queda maior que 50% na realização de procedimentos e, apenas 27% dos pesquisados, mantiveram procedimentos ambulatoriais quando justificados pelo médico assistente", afirma Juliano Cerci, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN)
Dra. Adriana Brasil, presidente do Conselho de Administração da Fundação Ilumina, instituição que atua pelo diagnóstico precoce da doença em Piracicaba/SP e região reforça: “É consenso ser de extrema importância a população manter-se atenta a sinais que possam indicar o surgimento de um câncer, como surgimento de algum nódulo desconhecido. Pessoas com algum sintoma atípico devem buscar ajuda imediata para diagnóstico precoce”.  Dra. Adriana lembra ainda que as consultas regulares ajudam a diagnosticar pacientes assintomáticos e a acelerar o início de um eventual tratamento necessário. “Aqui na Fundação Ilumina, buscamos manter um rastreio de câncer, mesmo no período da pandemia”, completa.

Já projetando os próximos passos,  Angelo Maiolino, hematologista, diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) e professor da UFRJ, afirma: “Mesmo com um eventual achatamento da curva de contaminação, para evitar um aumento exponencial e sem controle de outras doenças, como o câncer, é urgente que as esferas governamentais e privadas se atentem para a criação de estruturas livres de COVID-19 para a continuidade de tratamento de pacientes com doenças crônicas. É preciso garantir alas terciárias que possam continuar o atendimento e tratamento. A população, por sua vez, deve compreender que a interrupção de um tratamento e/ou diagnóstico precoce, compromete e muito as chances de remissão".

Para Raul Canal, presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM), além de desafiar a comunidade médica e científica, uma vez que há poucas certezas em termos de tratamento efetivo contra o SARS-CoV-2, a pandemia da Covid-19 irá gerar problemas gravíssimos relacionados ao diagnóstico tardio e ao adiamento ou mesmo suspensão de consultas e tratamentos, especialmente na área oncológica.

“O temor é de que haja um aumento significativo de casos não tratados, o que resultará num crescimento da mortalidade por câncer no Brasil. Isso porque há inúmeros pacientes que deixaram de buscar os serviços de saúde ou até os buscaram, mas não estão conseguindo marcar exames, biópsias, e, com isso, terão reduzidas as suas chances de cura. Aqueles que fizeram sua parte, mas ainda assim foram prejudicados, não só podem como devem lutar por seus direitos”, ressalta Canal.

O presidente da ANADEM lembra ainda que, em outubro de 2019, foi sancionada a Lei dos 30 dias, que visa assegurar a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) com suspeita de câncer, o direito à realização de exames no prazo máximo de um mês. A matéria, no entanto, não foi regulamentada. “No País, a espera pelo diagnóstico é de até 200 dias, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), divulgada no ano passado. Isso num cenário sem pandemia. Hoje a preocupação é ainda maior”, alerta.

Dia da Pizza: nutricionista ensina opções saudáveis para fazer em casa

  

Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti explica como deixar o tradicional prato italiano mais leve e como inserir na alimentação sem medo

Quem resiste a uma saborosa pizza? Um dos pratos favoritos para ser dividido entre a família ou os amigos é tão apreciado aqui no Brasil que até ganhou um dia para chamar de seu: 10 de julho! E para quem quiser comemorar a data da melhor maneira, a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, orienta sobre como inserir a iguaria de forma equilibrada na alimentação e ensina o preparo de dois tipos de massas de pizzas caseiras saudáveis: a de batata doce e a de tapioca com aveia.

Apesar das pizzas serem pratos ricos em carboidratos e com valor calórico aumentado, de acordo com a nutricionista, quando consumidas de maneira correta, podem fazer parte da alimentação sem culpa. Renata explica que o segredo está na quantidade e na frequência do consumo.

“Dentro de um contexto em que a maioria das refeições são mais leves e ricas em vegetais, a pizza será muito bem-vinda de forma esporádica. A quantidade ideal varia de acordo com a pessoa, mas o indicado sempre é não cometer exageros e comer para saciar a vontade”, ressalta.

Entre as sugestões mais saudáveis da especialista para serem feitas em casa estão a pizza à base de batata doce e a pizza com massa de aveia e tapioca. “Essas duas ideias são ricas em fibras, que vão ajudar na sensação de saciedade, e ainda são livres de glúten, podendo ser consumidas por quem precisa evitar esse componente”, indica a profissional.

Na hora de escolher os recheios, optar por um molho de tomate de qualidade  vai garantir mais sabor e elevar a qualidade nutricional da receita. “Quem busca mais praticidade e saúde, pode utilizar a passata de tomate no processo, pois é um molho mais encorpado, sem grandes quantidades de conservantes e que preserva os nutrientes do tomate”, acrescenta Renata.

E para os demais complementos, a nutricionista recomenda utilizar alimentos mais naturais, como frango desfiado, tomate, rúcula, brócolis, manjericão, cogumelos, cebola e orégano fresco, no lugar de embutidos e ultraprocessados, para deixar a receita caseira mais equilibrada.
“Outros elementos, embora processados, mas que são interessantes de acrescentar no recheio são as azeitonas, o atum, o tomate seco, bacon artesanal e queijos em geral”, finaliza a especialista.
E quem não quiser literalmente colocar a mão na massa, pode comemorar o Dia da Pizza com a família saboreando as opções de pizzas da linha Oba Bem Querer, disponíveis em todas as unidades da rede.

Confira o passo a passo das receitas propostas pela nutricionista e bom apetite!

MASSA DE PIZZA SEM GLÚTEN

2 ovos
30mL de leite desnatado
1 xícara de tapioca
2 col de sopa de parmesão ralado
2 col de sopa de farinha de aveia
1 col de chá de fermento em pó
½ col de café de sal

Preparo:

1) Misture tudo até formar uma massa homogênea.
2) Coloque em uma forma untada e leve ao forno pré-aquecido a 200 graus por cerca de 15 minutos.
3) Acrescente o recheio e leve ao forno por mais 10 a 15 min.

Sugestões de recheios: queijo mussarela com manjericão.


PIZZA A BASE DE BATATA DOCE

2 xic de chá de batata doce cozida e amassada
2 col de sopa de farinha de arroz
½ col de café de sal
1 col de sopa de azeite de oliva


Preparo: 

1) Misture tudo até formar uma massa homogênea.
2) Coloque em uma forma untada e leve ao forno pré-aquecido a 200 graus por cerca de 15 minutos.
3) Acrescente o recheio e leve ao forno por mais 10 a 15 min.

OBA HORTIFRUTI


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